Fala, pessoal! Tô escrevendo minhas experiências incestuosas e queria saber o que vocês acham.
Antes de tudo, quero dizer que tô escrevendo em 3 partes, mais pra não ficar pesado pra vocês lerem tudo de uma vez, e assim dá pra ir lendo aos poucos. Só aviso que material eu teria bastante pra escrever, mas depois dessas 3 partes, acho que não vou escrever mais, porque com essas três já dá pra ter uma visão geral e clara das minhas experiências.
Digo também que tudo que vou contar começou há 6 anos e que vocês vão ver que coloco tanto minhas sensações e pensamentos quanto os da minha irmã e da minha mãe. Isso não significa que tô inventando, é que sei disso por conversas que tive com elas depois dos nossos encontros.
Atualmente tenho 26 anos e os fatos que vou relatar aconteceram quando eu tinha 20, minha irmã 19 e minha mãe 39 anos.
Vou começar me descrevendo (Javier). Sobre o físico, não tenho músculos enormes, mas tô com um corpo bem legal, principalmente porque jogo muito futebol (quase todo dia). Sou moreno, olhos castanhos e, mesmo parecendo arrogante, sou bem bonito.
Minha mãe (Rosa) teve eu e minha irmã quando era nova, e também faz muito esporte. Então, como vocês podem imaginar, ter filhos não afetou nada no corpo dela, que mantém (até hoje, com 45 anos) uma silhueta perfeita, com uns peitos que, sem serem enormes, são grandes o suficiente pra você ter dificuldade de pegar um inteiro com uma mão. Resumindo... dá pra fazer uma cubana perfeita com eles. O cabelo dela é loiro, olhos azuis, e sempre teve a juba até um pouco abaixo dos ombros.
Minha irmã (Eva) é e era uma gostosa, e quando falo gostosa é sério... Se minha mãe é bonita e tem um corpo bom, minha irmã... bom, só com uma foto vocês já entenderiam (não peçam). fotos nem nada, por favor. Quem escreveu tudo isso, é só pra compartilhar a experiência e mais nada). Bom, como eu tava dizendo, sempre falei em casa que minha irmã foi desperdiçada em questão de trabalho/futuro, porque ela realmente poderia ter sido modelo ou, melhor ainda, atriz, porque se fizesse um teste, garanto que não passaria despercebida (atualmente ela tá cursando filologia francesa). Bom, como eu tava falando, mesmo que não dê pra explicar direito, vou tentar dar uma ideia: como já disse, o corpo dela é "perfeito", os peitos dela são muito parecidos com os da minha mãe, às vezes elas trocam sutiã e ficam perfeitos nelas, só pra vocês terem uma noção. Pra completar, ela tem uma cabeleira completamente preta e brilhante que vai até a cintura, olhos meio esverdeados e um rosto que realmente parece uma princesinha toda inocente... desculpa, mas não sei como descrever melhor como ela é.
Bom, depois das "apresentações", vou começar a contar.
Tudo começou no verão, quando sempre alugamos uma casinha perto da praia.
Depois de ter falado como minha irmã é, como vocês podem imaginar, quase sempre me masturbava pensando nela, e mesmo depois de gozar me sentia meio mal (não sei como definir), porque me dava uma culpa de usá-la daquele jeito, já que ela sempre foi muito boa comigo (não é a típica irmã que você vive brigando, etc). Às vezes até me dava vergonha de olhar diretamente nos olhos dela, sabendo de todas as fantasias que eu tinha tido na minha imaginação com ela.
A questão é que meus pais naquele dia tinham ido pro apartamento que meus tios têm na praia (é bem pequeno, por isso sempre tínhamos que alugar uma casinha separada) pra almoçar lá, e eu e minha irmã dissemos que preferíamos não ir e que comeríamos alguma coisa em casa.
Desde de manhã, eu tinha ficado vendo tanto minha mãe quanto minha irmã de biquíni e Só de sunga em casa, e olha, já vou avisando que pra vocês que tão lendo pode não parecer normal, sei lá, mas só posso dizer que fiquei de pau duro o dia inteiro vendo elas, e o pior é que só de sunga, tive que esconder meu "volume" o dia todo como dava. Quando minha irmã falou pra ir pra praia, falei pra ela ir sozinha, porque preferia ficar jogando "super nintendo" (que era o videogame que eu sempre levava pra praia), mas claro, o que eu queria mesmo era ficar sozinho pra poder bater uma gostoso e, se desse, duas vezes seguidas, porque ficar de pau duro lá o dia todo, excitado vendo minha mãe e irmã com pouca roupa, era um problemão, ainda mais com o calor que eu só usava uma sunga.
Minha irmã então resolveu ir pra praia, e bom, o que dizer... ela tava de sunga preta inteira (não biquíni), daquelas que deixam as costas de fora, e é... vocês sabem, tão justinha que eu não conseguia parar de olhar pras tetas e pra bunda dela, claro, sempre preocupado pra ela não perceber. Assim que ela saiu pela porta, fui pro meu quarto e peguei uma fita cheia de filme pornô, que eu sempre escondia no fundo da mala, e coloquei no vídeo, na salinha de estar.
Bom, como vocês tão imaginando, assim que coloquei o filme comecei a bater uma, pensando na minha irmã principalmente. O método que eu usava na época pra bater uma era deitar de barriga pra cima no sofá, enquanto via o filme, colocava as duas mãos em volta da rola e apertava, depois tirava a rola das mãos e juntava elas um pouco mais sem o pau dentro, assim garantia que quando fosse pressionar o pau de novo nas mãos, ficasse bem apertado e difícil, e aí quando já tava com ele entre as mãos, começava a subir e descer a bunda como se tivesse comendo as mãos (sem mexer as mãos, só a bunda), enquanto olhava pro filme e tentava seguir o ritmo que seguiam as atrizes dela, isso sim, sem nunca olhar pro rosto da atriz, pra imaginar que quem eu tava comendo era minha mãe ou minha irmã, embora nesse caso, como já disse, a imagem era da minha irmã.
Nisso tudo, minha irmã, que tava indo pra praia, voltou pra pegar dinheiro depois de pensar em trazer uns sorvetes pro almoço, porque tava muito calor. O negócio é que, como ela achava que eu ia estar jogando Super Nintendo na sala de estar, depois de entrar no jardim de casa, em vez de ir pra porta da frente, foi até a janela da salinha, que dá pros fundos. Quando chegou lá, abriu a cortina da janela por fora pra me pedir dinheiro, e me encontrou batendo uma do jeito que eu falei, e pra piorar, eu falando sem fôlego enquanto comia minhas mãos, umas "safadezas" sobre ela mesma: "Eeeva, cê gosta de como seu irmãozinho te come?" "Evitaaa! como eu adoro sentir sua buceta" etc. Aí ela soltou um "Quê!" meio gritando e meio sem entender, e saiu da janela. Na hora, quando percebi o que tinha rolado, corri pra porta da frente, morrendo de medo de que ela fosse contar pros meus pais na casa dos meus tios, e lá encontrei ela esperando.
Como já disse, a situação além de estranha era ainda pior, porque eu tava a mil depois de ter batido uma e ainda com o pau totalmente duro debaixo do shorts de praia, e ainda por cima tinha ela na minha frente com aquele corpaço, aqueles peitos, e, como já falei, aquela carinha que a Eva tem, e o pior é que me excitou ainda mais o fato de que, quando abri a porta, a primeira coisa que ela olhou foi o volume no meu shorts, sabendo que minha irmã sabia que eu tinha ficado pensando em comê-la pra ficar tão excitado.
Aí eu tentei acalmá-la:
- JAVIER: Evita, desculpa pelo que você viu, mas é que depois de tantos dias vendo mulheres de biquíni na praia, como você vai entender, ninguém é de ferro e eu precisava me masturbar.
- EVA: É claro, mas o problema é que você tava falando meu nome enquanto fazia isso, vai saber no que você tava pensando.
- JAVIER: Bom, você sabe no que eu tava pensando, mas é normal fantasiar com coisas enquanto se masturba.
- EVA: Sim, mas eu sou sua irmã, como é que eu vou continuar passando por aqui de biquíni sabendo no que você pensa quando me vê.
Tudo isso ela me dizia de um jeito muito doce e calmo, como já falei, ela sempre se deu muito bem comigo e se eu disse que ela parecia muito inocente é por coisas assim, que mesmo depois do que tinha visto, mantinha a calma, e sempre pensando o melhor possível dos outros, e isso me deixava ainda mais tesudo (sei que alguns vão falar "que filho da puta o Javier", mas eu não conseguia evitar).
- JAVIER: Não é isso, eu penso em muitas mulheres enquanto me masturbo, na vizinha, até em comer a mamãe e tal, e se não fosse assim, por que eu ia ver mulher pelada num filme se só quisesse pensar em você? (Claro, não falei que eu não olhava pros rostos delas, pra imaginar que quem eu tava comendo era ela).
Isso pareceu acalmá-la um pouco, e bom, por mais incrível que pareça, a única coisa que me veio na cabeça foi tentar fazer ela achar que ver filme pornô enquanto se masturba era a coisa mais normal do mundo (o que é, mas eu tinha certeza de que ela não pensava assim), então eu falei:
- JAVIER: Olha, não fica brava, mas já te falei que isso é normal, todo mundo faz, todos os meus amigos, etc, aliás, eu sei que o "João" (um amigo meu), vê filme pornô com a irmã dele e não acontece nada, você não tá cometendo nenhum crime nem nada... se quiser, a gente pode ver o filme juntos.
- EVA: Porra, o que você tá falando, olha, não vou te enganar, já vi vários filmes pornô com minhas amigas... mas não vou ficar vendo um com meu irmão.
(Só de ouvir ela dizer que já tinha visto filme pornô me deixou a mil, como já falei, NINGUÉM imaginaria isso) vendo minha irmã, não porque ela parecesse a típica "menina freira, bobinha", mas sim porque pela aparência, carinha, etc, você não imaginaria).
- JAVIER; mas vai dar na mesma ver com amigos ou entre irmãos, se nós dois já sabemos que o outro já viu esse tipo de filme, o que tem pra esconder?
- EVA; bom, se você quiser, a gente vê um pouco.
Depois de ouvir minha irmã falar isso, fiquei estupefato, embora tivesse duvidado um pouco antes de aceitar, não esperava que ela fosse dizer sim.
Depois de chegar na sala de estar, coloquei o filme de novo, e aí eu sentei num sofazinho de um lugar só que temos à direita da televisão, enquanto ela sentou no sofá grande bem na frente da TV.
Lá, começamos a ver o filme os dois, e bom, eu já nem tentava disfarçar o volume no meu shorts, ela tinha que entender como eu tava de tesão vendo o filme, e ainda mais, já tinha até visto minha pica antes. De vez em quando, quando os protagonistas do filme mudavam de posição e mostrava em close como o ator começava a penetrar devagar a atriz, eu olhava pra minha irmã e sorria, e ela respondia, meio sem graça, com outro sorriso. Conforme o tempo foi passando, um pouco porque eu precisava e um pouco de propósito, pra mostrar pra minha irmã que eu tava a mil (fazer ela saber disso me deixava ainda mais excitado), comecei a resmungar às vezes e falar umas coisas:
- JAVIER; pufff..., caralho, como essa mina é gostosa... bom, você deve preferir olhar pro cara, haha.
Com a voz meio trêmula, minha irmã respondeu:
- EVA; pô, o ator até que é forte, hahaha. Caralho Javier, com esses resmungos, você deve gostar muito dela, hahaha.
Depois de ver que ela entrou na conversa, e já depois da manhã inteira morrendo de vontade de me masturbar, decidi me jogar e falar de forma direta (já tava com a mente completamente focada só na minha pica, tava superexcitado, e precisava me aliviar de algum jeito, mesmo que só conversando).
- JAVIER: não é só pela tia, que é muito gostosa, é por tudo, estamos aqui há vários dias, não paro de ver umas gostosas na praia, imaginando que tô comendo elas, e aí pra piorar, em casa também não tenho sossego entre você e a mamãe.
- EVA: como assim eu e a mamãe? Porra, sou sua irmã, como já te falei antes.
- JAVIER: Olha, Evita, sim, vocês são minha família, mas isso não muda que são duas mulheres, e bom, seria idiota não falar, porque você já sabe disso, que além de mulheres, vocês são um tesão. E mesmo sendo seu irmão, não consigo evitar de olhar suas tetas e sua bunda, e ninguém é de pedra. Porra, não acredito que te falei isso, desculpa, mas é a verdade.
Minha irmã tinha ficado ali, extasiada me ouvindo, já que não esperava que eu fosse falar tudo isso, mas claro, ela não sabia que minha mente já estava meio nublada só pensando em sexo, o que me permitiu me jogar e falar tudo isso.
Sem deixar ela dizer nada, continuei:
- JAVIER: Olha, Eva, acho que já não somos crianças pra ficar escondendo as coisas, então vou falar na lata: preciso me masturbar, e por isso estava aqui antes, preciso aliviar a tensão. E bom, como você já me viu fazer isso antes, não me importo que me veja de novo. Não vai embora, não, que não tem problema, só fica pra ver o filme, mas eu vou continuar me masturbando aqui porque é que eu preciso.
Não sei como tive coragem de falar tudo isso, mas depois que minha irmã me viu antes me masturbando, e depois de aceitar ver o filme, mesmo sabendo que eu me masturbava pensando nela, achei que também não ia acontecer nada "grave" por falar. Depois disso, tirei a sunga completamente, e meu pau (que sem ser gigante, não era pequeno, 19 cm duro), ficou totalmente de fora.
Tudo isso fiz olhando na cara da minha irmã, que tinha ficado besta, não só me ouvindo, mas vendo que eu realmente ia fazer o que tinha dito. EVA; caralho Javier, o que você tá fazendo, como é que vai se masturbar na minha frente, o que cê tá fazendo!
- JAVIER; olha Evita, não tem problema nenhum, você já me viu antes e isso é a coisa mais natural do mundo, só continua vendo o filme como se nada fosse.
Depois disso, comecei a me masturbar, dessa vez de um jeito mais "normal", ou seja, com uma mão pra cima e pra baixo. De vez em quando soltava uns gemidos e às vezes olhava de canto pra ela, e quase sempre via minha irmã me olhando mais do que o filme.
De repente, aconteceu algo que eu nunca esperaria na vida.
- EVA; caralho Javier, antes você tanto falando que não era de pedra, e eu, o quê? Aqui vendo você se masturbar, eu também não sou de pedra.
Depois de ouvir isso, fiquei muito excitado, minha preciosa irmã, minha irmãzinha que eu nunca imaginaria que pudesse ficar excitada (sei que é idiota pensar isso, mas pela aparência e jeito dela, parecia um amor platônico), e o mais excitante é que ela estava se excitando ao me ver. Sem me dar tempo de me recompor, aconteceu algo que eu menos esperava: minha irmã puxou a sunga pro lado na altura da buceta (sem tirar) e, enquanto começou a esfregar o clitóris, falou com a voz meio trêmula, como se estivesse excitada:
- EVA; olha Javier, nem sei o que tô fazendo, mas foda-se, já te vi te masturbando por um tempinho, então tanto faz você me ver também, no fim todo mundo se masturba, e bom, do mesmo jeito que você não liga de eu te ver, pra mim é igual, só que, por favor, não me olha e continua vendo o filme.
Eu não acreditava no que tava vendo e ouvindo, caralho, era minha irmã, com a aparência angelical, a cabeleira preta caindo até os peitos, os lindos olhos verdes me olhando, enquanto com a mão esquerda segurava a sunga pro lado na parte de baixo e com a direita esfregava o clitóris. A buceta dela era bem depilada, mas tinha pelinhos suficientes pra cobrindo a maior parte dos lábios da buceta dela. Tudo isso eu vi meio de relance no começo, porque fiz o que ela mandou e continuei olhando pro filme, e só de vez em quando dava uma olhada nela, e mais de uma vez percebi que ela, mais do que olhar pro filme, tava me olhando também. De repente, ouvi um gemidinho dela, e olhei pra ela, e depois de ver claramente ela esfregando o clitóris num ritmo que mudava de lento pra frenético de tempo em tempo, comecei a encarar ela de vez, sem vergonha nenhuma.
Depois do gemido e de olhar pra ela, vi que ela tava de olhos fechados, e a boca com aqueles lábios carnudos abertos, respirando ofegante, era a coisa mais linda que eu podia ver. Era uma imagem inexplicável, tipo, pra dar uma comparação, imagina um cristal que dá pra beber, uma coisa impossível, porque o que eu via era a mesma parada, minha irmãzinha, aquele anjo na minha frente, a inocência em pessoa, e ali fazendo aquela "safadeza" (não que fosse uma safadeza, mas vendo quem tava fazendo, dava pra considerar assim).
Eu comecei descaradamente a me masturbar, virado pra ela, esperando ela abrir aqueles olhos lindos. Aí, quando ela começou a abrir, e aquele verde esperança apareceu no rosto dela, vi que ela percebeu que eu não tava mais olhando pro filme, e pareceu não ligar, tava muito excitada, e começou a olhar direto nos meus olhos, depois pro meu pau, depois pros meus olhos de novo, e assim, de um lado pro outro, sem parar.
Depois de ver que ela tava tão excitada e se masturbando enquanto me via bater uma, decidi mostrar pra ela como eu tava excitado por causa dela. Então, quando vi que ela olhava nos meus olhos, comecei a lamber meus lábios com a língua, ao mesmo tempo que fazia caras de tesão, mordendo o lábio inferior, soltando gemidos, etc, e tudo isso sem parar de massagear meu pau. Aí, pra meu espanto, mesmo já sabendo que minha irmãzinha tava muito excitada, ela começou a corresponder, e enquanto gemia de forma entrecortada, como se tivesse faltando ar, começou a chupar os próprios lábios carnudos, enquanto me olhava nos olhos e pro meu pau de forma contínua, me dando a entender que eu tava deixando ela a mil.
Eu já nem sabia como tava aguentando tanta coisa, minhas bolas já tavam começando a doer um pouco, o que naquele momento eu queria ter feito, mesmo que custasse o que custasse, era pegar minha irmã e jogar ela no sofá sem tirar o biquíni dela, só puxando pra um lado e estuprar ela ali mesmo, mas vendo o quanto ela tava excitada, não dava pra chamar de estupro.
Mesmo sabendo o quanto ela tava excitada, não tinha certeza se ela queria que eu comesse ela, e mesmo a imagem de eu mesmo "estuprando" aquele anjo, com aqueles olhos, aquela juba, no sofá, tava me deixando louco, eu não tava tão louco assim por mais excitado que estivesse. Posso ser tarado, mas não sou criminoso.
Tudo isso que eu tava imaginando tava me deixando maluco, e já que a situação tinha chegado naquele ponto, nada mais podia me parar e eu comecei a falar com voz entrecortada e desvairada de tesão total;
- JAVIER; ahhh! Evaaaa, ahhh minha Evita, mmmmmm ah ah mmmmmm
Isso parece que era o que faltava pra minha irmãzinha se soltar de vez, porque depois de me ver daquele jeito tarado (feito um bicho, feito um macho olhando pra sua mulher, mas ainda assim humano o suficiente pra não pular em cima dela pra comer ela que nem um animal, e sim me segurando), fez ela começar a gemer mais forte e mais forte a cada vez, e em seguida me olhando de um jeito sensual, pegou dois dedos e levou até a língua e depois de chupar eles ali enquanto continuava me olhando que nem uma puta no cio, levou eles até a entrada da buceta dela.
Depois de tudo que tinha rolado, vocês vão entender como eu tava (a mil é modo de dizer porque dava pra falar fácil a 1 milhão), mas sabendo o que eu tava prestes a ver Isso me excitou ainda mais.
Enquanto com a mão ela segurava o biquíni de lado (isso me deixava louco), com essa mesma mão ela começou a abrir os lábios da buceta dela, até que eu pude ver claramente a entrada da vagina. Ela me olhou fixo nos olhos, e então começou a enfiar os dedos devagar dentro da buceta, enquanto gemia quase gritando e com a língua lambendo os próprios lábios, e puxando ela pra fora como se estivesse me oferecendo.
Logo depois, lá estava eu com meu pau todo duro na frente da minha irmã, vendo aquela maravilha, às vezes balançando a cabeça fazendo a franja cair na frente dos peitos e outras pra trás, com os olhos fechados e só abrindo pra olhar fixamente pro meu pau (dava pra ver que ela já só queria ter meu pau na cabeça, pra imaginar que era ela, e não os dedos dela, que estava fodendo ela).
Depois de alguns minutos assim, eu não me segurei mais, e numa das vezes que ela fechou os olhos, enquanto colocava a língua pra fora, me aproximei dela e coloquei minha língua na dela. Ela abriu os olhos na hora, mas bem longe de tentar evitar, abriu a boca e prendeu minha língua entre os lábios dela, e em poucos segundos estávamos nos beijando de língua, mas não era um beijo normal, porque com os gemidos que no nosso estado já eram totalmente incontroláveis, e nossas respirações quentes e ofegantes, faziam disso um beijo de língua de duas pessoas super excitadas, o sexo dava pra sentir no ar e o calor "sexual" que tinha no quarto era imenso e, além de tudo isso, tudo isso provocado por mim e pela minha irmã angelical.
Depois de ver que minha irmã correspondia, desci minhas mãos até os quadris dela, e procurei um espaço pra enfiar as mãos e tocar os peitos dela, porque eu não queria tirar o biquíni ainda, sem parar de beijá-la (isso sim, tendo que separar nossos lábios de vez em quando porque faltava ar), peguei um dos peitos dela nas minhas mãos, e então minha irmã me olhou nos olhos, sem Não disse nada, mas pensando que o irmão dela tinha conseguido "domar" ela, ela nunca imaginaria que isso poderia acontecer na vida, mas ali estava, com os dedos enfiados na buceta dela, e o irmão apalpando os peitos dela enquanto dava um beijo de língua.
- JAVIER; ahhh mmmm Eva, você deixou seu irmão louco, gosta que seu irmão apalpe seus peitos?
- EVA; mmmmm ahhh ahhhh! Tô... tô pensando faz um tempo que é você ahhhh, quem está mmmmmm ahhh pe... pe... penetrando em mim com seu pau
Tudo isso ele disse colado no meu ouvido, sentindo a respiração quente dele em mim, e bom, embora vocês achem que é mentira o que vou dizer, é verdade, mas enquanto isso me pareceu um convite pra ele me foder naquele momento, preferi não fazer, porque sabia que no instante em que sentisse os lábios e as paredes da buceta dela no meu pau, eu gozaria na hora, mas mesmo assim, assim que ela disse isso, parei de beijá-la e agarrei minha irmã pelas nádegas pra colocá-la de costas, totalmente deitada no sofá de barriga pra cima (o que mais gostei nisso é que ela se deixou fazer totalmente, quem diria há apenas 1 hora, que eu ia pegar a bunda da minha irmã pra colocá-la em posição de ser fodida, e que ela ia se deixar fazer).
Não sei se ela pensava que eu ia foder ela naquele momento (eu diria que sim, e mais sabendo como eu estava excitado naquela hora), mas também não reclamou quando viu qual era minha verdadeira intenção. Peguei a mão dela que ainda tinha os dedos dentro da buceta e tirei, e o shorts dela fechou de novo. Em seguida, fui eu, o irmãozinho dela, quem afastei o shorts dela, sentindo pela primeira vez a buceta dela nas minhas mãos.
Depois, enquanto olhava nos olhos da minha irmã, comecei a aproximar minha boca da buceta dela, e logo ali estava eu com minha língua abrindo caminho entre os lábios da buceta dela, e alcançando o clitóris dela.
A situação era maravilhosa, ali estava minha irmã, gemendo de prazer, gritando (dava pra ouvir lá do jardim, com certeza), enquanto eu chupava a bucetinha dela.
- EVA: aahhh Javier, ahhhhh irmãozinho, masturba a sua irmãzinhaaaaaa, você me deixa pegando fogo.
Enquanto minha irmã gemia e soltava frases obscenas sem parar, ela começou aos poucos a levantar o quadril em direção à minha boca, em espasmos. Enquanto isso, peguei uma mão e comecei a subir pelo corpo maravilhoso dela, até alcançar um peito por cima do biquíni. Depois de apertar um pouco, coloquei alguns dedos na boca da minha irmã, que, se não fosse pela situação e pela temperatura que senti ali, eu diria que ela estava com febre.
EVA: mmmmhhh ahhh issooo issooo, mete mete os dedos em mim ahhhh ahhh mmm
Assim que ela disse isso, enfiei os dedos na buceta dela sem parar de chupar o clitóris. Quando enfiei pra dentro, pude sentir o quanto minha irmã estava molhada. Só de meter e tirar os dedos, não parava de sair um jorrinho constante do fluido vaginal dela. Naquele momento, me senti um idiota: ali estava aquela buceta, e pra piorar, da minha irmã, escorrendo fluido vaginal que tinha sido provocado pra facilitar que eu a penetrasse com meu pau, como ela tinha dito que estava pensando há um tempão. Mas eu me via incapaz de sequer penetrá-la sem gozar.
Aos poucos, dava pra ver que minha irmã estava ficando cada vez mais excitada, cada vez mais perto de explodir. A imagem era alucinante: ali estava minha irmã de 19 anos, com o corpo esbelto ainda dentro do biquíni preto, se contorcendo pra cima e pra baixo, empurrando o quadril contra minha boca, a boca completamente aberta, quase sem conseguir respirar, e o rostinho angelical fazendo caretas contínuas de prazer. E tudo isso provocado pelo irmãozinho dela.
Depois de um tempo assim, as contorções dela começaram a ficar mais fortes. Naquele momento, mesmo que cinco pessoas se jogassem em cima dela tentando pará-la, ninguém conseguiria. Era a força da natureza. Ela ia Gozar logo.
Naquele momento, tudo que posso dizer é que a imagem mais próxima que posso dar da minha irmã era a de uma tigresa, gemendo, desenfreada, se contorcendo brutalmente e com a juba dela dançando descontrolada igual ao movimento do corpo da minha irmãzinha.
- EVA; m m mme goooorr ahhh mmm ahhhhhhhhh! meu amoooorrrrr meu maaachooooo mmmmeeeeeeeeee ahhhh! mmmmmmmm AHHHHHH MMMMMMMMMMMM MMMMMMM AHHHH!
Minha irmã estava gozando ali graças a mim, e meu pau estava prestes a explodir.
- EVA; foi maravilhoooosoooohh ahhh Javier, você me fez gozar mmmm, deus, você é maravilhoso, irmãozinhoooo.
- JAVIER; mulher minha, foi um prazer, chupar sua buceta foi maravilhoso, olha, vou ser sincero, não sei se você teria me deixado te foder, mas se não tentei é porque estou prestes a explodir e quando digo prestes é prestes.
- EVA; bom, então vou ter que te dar alguma surpresa em troca, pra compensar.
Depois de dizer isso, minha irmã foi quem me colocou sentado no sofá, e então ela se meteu entre minhas pernas e aproximou a boca do meu pau, lá estava minha irmã vendo meu pau, totalmente duro, com as veias ao redor dele estouradas.
- JAVIER; minhas bolas doem de tanta porra que tenho, você percebe, irmãzinha, que toda essa porra foi você quem provocou? Você, minha mulher, provocou toda essa porra pro seu macho te inseminar.
Eu não parava de falar coisas pra minha irmã pra me excitar ainda mais, e parece que também excitou ela, porque assim que ouviu isso, sem dizer nada, colocou meu pau dentro da boca dela, eu me sentia incrível, não só sentia a umidade da boca dela no meu pau, mas também a respiração acelerada dela, parecia que meu pau tinha colocado ela num forno de tão quente que tava lá. Olhei pra baixo pro meu pau, e lá estava ele quase todo enfiado na boca da minha irmã, com os olhos verdes lindos dela olhando nos meus, mamando meu pau. Podia sentir como ela colocava a língua debaixo do meu pau. pra poder enfiar mais fundo e outras vezes era fenomenal quando as bochechas dela se assustavam de ter meu pau dentro e sentir as bochechas dela molhadinhas por dentro no meu pau.
Aos poucos, senti que ia gozar, minha visão ficou meio embaçada, mas continuei olhando nos olhos dela, e ela, conforme via mais e mais prazer nas expressões do meu rosto, chupava meu pau cada vez mais rápido, até que não aguentei mais. Jorros de esperma concentrado nas minhas bolas, não só desde que comecei a me masturbar, mas pela excitação dos dias anteriores, começaram a sair do meu pau — não exagero quando digo que saíram uns 15 "tiros" de porra, claro, os primeiros maiores. Minha irmã, quando sentiu os primeiros, abriu um pouco mais os olhos, como se estivesse surpresa, mas sem parar de me olhar nos olhos, vendo como o irmão dela gozava na boca dela. Parece que ela tentou pegar toda a porra dentro da boca, mas a quantidade era demais, então, depois de engolir tudo que conseguiu, começou a sair um jato de porra entre a bochecha direita dela e meu pau.
Depois de terminar de gozar, tirei o pau pra fora e coloquei na testa dela, e comecei a bater de leve meu pau no rosto dela, testa, olhos, etc. Lá estava minha irmã, sendo batida com meu pau sem reclamar, quem diria. Um pouco mais de porra saiu do meu pau e caiu num dos olhos dela, que ela fechou instintivamente. Depois de abrir, a porra ficou entre as pálpebras, embaçando a visão dela. Nunca tinha estado tão excitado, ali com minha irmã na minha frente, depois de ter gozado na boca dela, deixando eu fazer o que quisesse e com minha porra no olho dela.
CONTINUA.
Antes de tudo, quero dizer que tô escrevendo em 3 partes, mais pra não ficar pesado pra vocês lerem tudo de uma vez, e assim dá pra ir lendo aos poucos. Só aviso que material eu teria bastante pra escrever, mas depois dessas 3 partes, acho que não vou escrever mais, porque com essas três já dá pra ter uma visão geral e clara das minhas experiências.
Digo também que tudo que vou contar começou há 6 anos e que vocês vão ver que coloco tanto minhas sensações e pensamentos quanto os da minha irmã e da minha mãe. Isso não significa que tô inventando, é que sei disso por conversas que tive com elas depois dos nossos encontros.
Atualmente tenho 26 anos e os fatos que vou relatar aconteceram quando eu tinha 20, minha irmã 19 e minha mãe 39 anos.
Vou começar me descrevendo (Javier). Sobre o físico, não tenho músculos enormes, mas tô com um corpo bem legal, principalmente porque jogo muito futebol (quase todo dia). Sou moreno, olhos castanhos e, mesmo parecendo arrogante, sou bem bonito.
Minha mãe (Rosa) teve eu e minha irmã quando era nova, e também faz muito esporte. Então, como vocês podem imaginar, ter filhos não afetou nada no corpo dela, que mantém (até hoje, com 45 anos) uma silhueta perfeita, com uns peitos que, sem serem enormes, são grandes o suficiente pra você ter dificuldade de pegar um inteiro com uma mão. Resumindo... dá pra fazer uma cubana perfeita com eles. O cabelo dela é loiro, olhos azuis, e sempre teve a juba até um pouco abaixo dos ombros.
Minha irmã (Eva) é e era uma gostosa, e quando falo gostosa é sério... Se minha mãe é bonita e tem um corpo bom, minha irmã... bom, só com uma foto vocês já entenderiam (não peçam). fotos nem nada, por favor. Quem escreveu tudo isso, é só pra compartilhar a experiência e mais nada). Bom, como eu tava dizendo, sempre falei em casa que minha irmã foi desperdiçada em questão de trabalho/futuro, porque ela realmente poderia ter sido modelo ou, melhor ainda, atriz, porque se fizesse um teste, garanto que não passaria despercebida (atualmente ela tá cursando filologia francesa). Bom, como eu tava falando, mesmo que não dê pra explicar direito, vou tentar dar uma ideia: como já disse, o corpo dela é "perfeito", os peitos dela são muito parecidos com os da minha mãe, às vezes elas trocam sutiã e ficam perfeitos nelas, só pra vocês terem uma noção. Pra completar, ela tem uma cabeleira completamente preta e brilhante que vai até a cintura, olhos meio esverdeados e um rosto que realmente parece uma princesinha toda inocente... desculpa, mas não sei como descrever melhor como ela é.
Bom, depois das "apresentações", vou começar a contar.
Tudo começou no verão, quando sempre alugamos uma casinha perto da praia.
Depois de ter falado como minha irmã é, como vocês podem imaginar, quase sempre me masturbava pensando nela, e mesmo depois de gozar me sentia meio mal (não sei como definir), porque me dava uma culpa de usá-la daquele jeito, já que ela sempre foi muito boa comigo (não é a típica irmã que você vive brigando, etc). Às vezes até me dava vergonha de olhar diretamente nos olhos dela, sabendo de todas as fantasias que eu tinha tido na minha imaginação com ela.
A questão é que meus pais naquele dia tinham ido pro apartamento que meus tios têm na praia (é bem pequeno, por isso sempre tínhamos que alugar uma casinha separada) pra almoçar lá, e eu e minha irmã dissemos que preferíamos não ir e que comeríamos alguma coisa em casa.
Desde de manhã, eu tinha ficado vendo tanto minha mãe quanto minha irmã de biquíni e Só de sunga em casa, e olha, já vou avisando que pra vocês que tão lendo pode não parecer normal, sei lá, mas só posso dizer que fiquei de pau duro o dia inteiro vendo elas, e o pior é que só de sunga, tive que esconder meu "volume" o dia todo como dava. Quando minha irmã falou pra ir pra praia, falei pra ela ir sozinha, porque preferia ficar jogando "super nintendo" (que era o videogame que eu sempre levava pra praia), mas claro, o que eu queria mesmo era ficar sozinho pra poder bater uma gostoso e, se desse, duas vezes seguidas, porque ficar de pau duro lá o dia todo, excitado vendo minha mãe e irmã com pouca roupa, era um problemão, ainda mais com o calor que eu só usava uma sunga.
Minha irmã então resolveu ir pra praia, e bom, o que dizer... ela tava de sunga preta inteira (não biquíni), daquelas que deixam as costas de fora, e é... vocês sabem, tão justinha que eu não conseguia parar de olhar pras tetas e pra bunda dela, claro, sempre preocupado pra ela não perceber. Assim que ela saiu pela porta, fui pro meu quarto e peguei uma fita cheia de filme pornô, que eu sempre escondia no fundo da mala, e coloquei no vídeo, na salinha de estar.
Bom, como vocês tão imaginando, assim que coloquei o filme comecei a bater uma, pensando na minha irmã principalmente. O método que eu usava na época pra bater uma era deitar de barriga pra cima no sofá, enquanto via o filme, colocava as duas mãos em volta da rola e apertava, depois tirava a rola das mãos e juntava elas um pouco mais sem o pau dentro, assim garantia que quando fosse pressionar o pau de novo nas mãos, ficasse bem apertado e difícil, e aí quando já tava com ele entre as mãos, começava a subir e descer a bunda como se tivesse comendo as mãos (sem mexer as mãos, só a bunda), enquanto olhava pro filme e tentava seguir o ritmo que seguiam as atrizes dela, isso sim, sem nunca olhar pro rosto da atriz, pra imaginar que quem eu tava comendo era minha mãe ou minha irmã, embora nesse caso, como já disse, a imagem era da minha irmã.
Nisso tudo, minha irmã, que tava indo pra praia, voltou pra pegar dinheiro depois de pensar em trazer uns sorvetes pro almoço, porque tava muito calor. O negócio é que, como ela achava que eu ia estar jogando Super Nintendo na sala de estar, depois de entrar no jardim de casa, em vez de ir pra porta da frente, foi até a janela da salinha, que dá pros fundos. Quando chegou lá, abriu a cortina da janela por fora pra me pedir dinheiro, e me encontrou batendo uma do jeito que eu falei, e pra piorar, eu falando sem fôlego enquanto comia minhas mãos, umas "safadezas" sobre ela mesma: "Eeeva, cê gosta de como seu irmãozinho te come?" "Evitaaa! como eu adoro sentir sua buceta" etc. Aí ela soltou um "Quê!" meio gritando e meio sem entender, e saiu da janela. Na hora, quando percebi o que tinha rolado, corri pra porta da frente, morrendo de medo de que ela fosse contar pros meus pais na casa dos meus tios, e lá encontrei ela esperando.
Como já disse, a situação além de estranha era ainda pior, porque eu tava a mil depois de ter batido uma e ainda com o pau totalmente duro debaixo do shorts de praia, e ainda por cima tinha ela na minha frente com aquele corpaço, aqueles peitos, e, como já falei, aquela carinha que a Eva tem, e o pior é que me excitou ainda mais o fato de que, quando abri a porta, a primeira coisa que ela olhou foi o volume no meu shorts, sabendo que minha irmã sabia que eu tinha ficado pensando em comê-la pra ficar tão excitado.
Aí eu tentei acalmá-la:
- JAVIER: Evita, desculpa pelo que você viu, mas é que depois de tantos dias vendo mulheres de biquíni na praia, como você vai entender, ninguém é de ferro e eu precisava me masturbar.
- EVA: É claro, mas o problema é que você tava falando meu nome enquanto fazia isso, vai saber no que você tava pensando.
- JAVIER: Bom, você sabe no que eu tava pensando, mas é normal fantasiar com coisas enquanto se masturba.
- EVA: Sim, mas eu sou sua irmã, como é que eu vou continuar passando por aqui de biquíni sabendo no que você pensa quando me vê.
Tudo isso ela me dizia de um jeito muito doce e calmo, como já falei, ela sempre se deu muito bem comigo e se eu disse que ela parecia muito inocente é por coisas assim, que mesmo depois do que tinha visto, mantinha a calma, e sempre pensando o melhor possível dos outros, e isso me deixava ainda mais tesudo (sei que alguns vão falar "que filho da puta o Javier", mas eu não conseguia evitar).
- JAVIER: Não é isso, eu penso em muitas mulheres enquanto me masturbo, na vizinha, até em comer a mamãe e tal, e se não fosse assim, por que eu ia ver mulher pelada num filme se só quisesse pensar em você? (Claro, não falei que eu não olhava pros rostos delas, pra imaginar que quem eu tava comendo era ela).
Isso pareceu acalmá-la um pouco, e bom, por mais incrível que pareça, a única coisa que me veio na cabeça foi tentar fazer ela achar que ver filme pornô enquanto se masturba era a coisa mais normal do mundo (o que é, mas eu tinha certeza de que ela não pensava assim), então eu falei:
- JAVIER: Olha, não fica brava, mas já te falei que isso é normal, todo mundo faz, todos os meus amigos, etc, aliás, eu sei que o "João" (um amigo meu), vê filme pornô com a irmã dele e não acontece nada, você não tá cometendo nenhum crime nem nada... se quiser, a gente pode ver o filme juntos.
- EVA: Porra, o que você tá falando, olha, não vou te enganar, já vi vários filmes pornô com minhas amigas... mas não vou ficar vendo um com meu irmão.
(Só de ouvir ela dizer que já tinha visto filme pornô me deixou a mil, como já falei, NINGUÉM imaginaria isso) vendo minha irmã, não porque ela parecesse a típica "menina freira, bobinha", mas sim porque pela aparência, carinha, etc, você não imaginaria).
- JAVIER; mas vai dar na mesma ver com amigos ou entre irmãos, se nós dois já sabemos que o outro já viu esse tipo de filme, o que tem pra esconder?
- EVA; bom, se você quiser, a gente vê um pouco.
Depois de ouvir minha irmã falar isso, fiquei estupefato, embora tivesse duvidado um pouco antes de aceitar, não esperava que ela fosse dizer sim.
Depois de chegar na sala de estar, coloquei o filme de novo, e aí eu sentei num sofazinho de um lugar só que temos à direita da televisão, enquanto ela sentou no sofá grande bem na frente da TV.
Lá, começamos a ver o filme os dois, e bom, eu já nem tentava disfarçar o volume no meu shorts, ela tinha que entender como eu tava de tesão vendo o filme, e ainda mais, já tinha até visto minha pica antes. De vez em quando, quando os protagonistas do filme mudavam de posição e mostrava em close como o ator começava a penetrar devagar a atriz, eu olhava pra minha irmã e sorria, e ela respondia, meio sem graça, com outro sorriso. Conforme o tempo foi passando, um pouco porque eu precisava e um pouco de propósito, pra mostrar pra minha irmã que eu tava a mil (fazer ela saber disso me deixava ainda mais excitado), comecei a resmungar às vezes e falar umas coisas:
- JAVIER; pufff..., caralho, como essa mina é gostosa... bom, você deve preferir olhar pro cara, haha.
Com a voz meio trêmula, minha irmã respondeu:
- EVA; pô, o ator até que é forte, hahaha. Caralho Javier, com esses resmungos, você deve gostar muito dela, hahaha.
Depois de ver que ela entrou na conversa, e já depois da manhã inteira morrendo de vontade de me masturbar, decidi me jogar e falar de forma direta (já tava com a mente completamente focada só na minha pica, tava superexcitado, e precisava me aliviar de algum jeito, mesmo que só conversando).
- JAVIER: não é só pela tia, que é muito gostosa, é por tudo, estamos aqui há vários dias, não paro de ver umas gostosas na praia, imaginando que tô comendo elas, e aí pra piorar, em casa também não tenho sossego entre você e a mamãe.
- EVA: como assim eu e a mamãe? Porra, sou sua irmã, como já te falei antes.
- JAVIER: Olha, Evita, sim, vocês são minha família, mas isso não muda que são duas mulheres, e bom, seria idiota não falar, porque você já sabe disso, que além de mulheres, vocês são um tesão. E mesmo sendo seu irmão, não consigo evitar de olhar suas tetas e sua bunda, e ninguém é de pedra. Porra, não acredito que te falei isso, desculpa, mas é a verdade.
Minha irmã tinha ficado ali, extasiada me ouvindo, já que não esperava que eu fosse falar tudo isso, mas claro, ela não sabia que minha mente já estava meio nublada só pensando em sexo, o que me permitiu me jogar e falar tudo isso.
Sem deixar ela dizer nada, continuei:
- JAVIER: Olha, Eva, acho que já não somos crianças pra ficar escondendo as coisas, então vou falar na lata: preciso me masturbar, e por isso estava aqui antes, preciso aliviar a tensão. E bom, como você já me viu fazer isso antes, não me importo que me veja de novo. Não vai embora, não, que não tem problema, só fica pra ver o filme, mas eu vou continuar me masturbando aqui porque é que eu preciso.
Não sei como tive coragem de falar tudo isso, mas depois que minha irmã me viu antes me masturbando, e depois de aceitar ver o filme, mesmo sabendo que eu me masturbava pensando nela, achei que também não ia acontecer nada "grave" por falar. Depois disso, tirei a sunga completamente, e meu pau (que sem ser gigante, não era pequeno, 19 cm duro), ficou totalmente de fora.
Tudo isso fiz olhando na cara da minha irmã, que tinha ficado besta, não só me ouvindo, mas vendo que eu realmente ia fazer o que tinha dito. EVA; caralho Javier, o que você tá fazendo, como é que vai se masturbar na minha frente, o que cê tá fazendo!
- JAVIER; olha Evita, não tem problema nenhum, você já me viu antes e isso é a coisa mais natural do mundo, só continua vendo o filme como se nada fosse.
Depois disso, comecei a me masturbar, dessa vez de um jeito mais "normal", ou seja, com uma mão pra cima e pra baixo. De vez em quando soltava uns gemidos e às vezes olhava de canto pra ela, e quase sempre via minha irmã me olhando mais do que o filme.
De repente, aconteceu algo que eu nunca esperaria na vida.
- EVA; caralho Javier, antes você tanto falando que não era de pedra, e eu, o quê? Aqui vendo você se masturbar, eu também não sou de pedra.
Depois de ouvir isso, fiquei muito excitado, minha preciosa irmã, minha irmãzinha que eu nunca imaginaria que pudesse ficar excitada (sei que é idiota pensar isso, mas pela aparência e jeito dela, parecia um amor platônico), e o mais excitante é que ela estava se excitando ao me ver. Sem me dar tempo de me recompor, aconteceu algo que eu menos esperava: minha irmã puxou a sunga pro lado na altura da buceta (sem tirar) e, enquanto começou a esfregar o clitóris, falou com a voz meio trêmula, como se estivesse excitada:
- EVA; olha Javier, nem sei o que tô fazendo, mas foda-se, já te vi te masturbando por um tempinho, então tanto faz você me ver também, no fim todo mundo se masturba, e bom, do mesmo jeito que você não liga de eu te ver, pra mim é igual, só que, por favor, não me olha e continua vendo o filme.
Eu não acreditava no que tava vendo e ouvindo, caralho, era minha irmã, com a aparência angelical, a cabeleira preta caindo até os peitos, os lindos olhos verdes me olhando, enquanto com a mão esquerda segurava a sunga pro lado na parte de baixo e com a direita esfregava o clitóris. A buceta dela era bem depilada, mas tinha pelinhos suficientes pra cobrindo a maior parte dos lábios da buceta dela. Tudo isso eu vi meio de relance no começo, porque fiz o que ela mandou e continuei olhando pro filme, e só de vez em quando dava uma olhada nela, e mais de uma vez percebi que ela, mais do que olhar pro filme, tava me olhando também. De repente, ouvi um gemidinho dela, e olhei pra ela, e depois de ver claramente ela esfregando o clitóris num ritmo que mudava de lento pra frenético de tempo em tempo, comecei a encarar ela de vez, sem vergonha nenhuma.
Depois do gemido e de olhar pra ela, vi que ela tava de olhos fechados, e a boca com aqueles lábios carnudos abertos, respirando ofegante, era a coisa mais linda que eu podia ver. Era uma imagem inexplicável, tipo, pra dar uma comparação, imagina um cristal que dá pra beber, uma coisa impossível, porque o que eu via era a mesma parada, minha irmãzinha, aquele anjo na minha frente, a inocência em pessoa, e ali fazendo aquela "safadeza" (não que fosse uma safadeza, mas vendo quem tava fazendo, dava pra considerar assim).
Eu comecei descaradamente a me masturbar, virado pra ela, esperando ela abrir aqueles olhos lindos. Aí, quando ela começou a abrir, e aquele verde esperança apareceu no rosto dela, vi que ela percebeu que eu não tava mais olhando pro filme, e pareceu não ligar, tava muito excitada, e começou a olhar direto nos meus olhos, depois pro meu pau, depois pros meus olhos de novo, e assim, de um lado pro outro, sem parar.
Depois de ver que ela tava tão excitada e se masturbando enquanto me via bater uma, decidi mostrar pra ela como eu tava excitado por causa dela. Então, quando vi que ela olhava nos meus olhos, comecei a lamber meus lábios com a língua, ao mesmo tempo que fazia caras de tesão, mordendo o lábio inferior, soltando gemidos, etc, e tudo isso sem parar de massagear meu pau. Aí, pra meu espanto, mesmo já sabendo que minha irmãzinha tava muito excitada, ela começou a corresponder, e enquanto gemia de forma entrecortada, como se tivesse faltando ar, começou a chupar os próprios lábios carnudos, enquanto me olhava nos olhos e pro meu pau de forma contínua, me dando a entender que eu tava deixando ela a mil.
Eu já nem sabia como tava aguentando tanta coisa, minhas bolas já tavam começando a doer um pouco, o que naquele momento eu queria ter feito, mesmo que custasse o que custasse, era pegar minha irmã e jogar ela no sofá sem tirar o biquíni dela, só puxando pra um lado e estuprar ela ali mesmo, mas vendo o quanto ela tava excitada, não dava pra chamar de estupro.
Mesmo sabendo o quanto ela tava excitada, não tinha certeza se ela queria que eu comesse ela, e mesmo a imagem de eu mesmo "estuprando" aquele anjo, com aqueles olhos, aquela juba, no sofá, tava me deixando louco, eu não tava tão louco assim por mais excitado que estivesse. Posso ser tarado, mas não sou criminoso.
Tudo isso que eu tava imaginando tava me deixando maluco, e já que a situação tinha chegado naquele ponto, nada mais podia me parar e eu comecei a falar com voz entrecortada e desvairada de tesão total;
- JAVIER; ahhh! Evaaaa, ahhh minha Evita, mmmmmm ah ah mmmmmm
Isso parece que era o que faltava pra minha irmãzinha se soltar de vez, porque depois de me ver daquele jeito tarado (feito um bicho, feito um macho olhando pra sua mulher, mas ainda assim humano o suficiente pra não pular em cima dela pra comer ela que nem um animal, e sim me segurando), fez ela começar a gemer mais forte e mais forte a cada vez, e em seguida me olhando de um jeito sensual, pegou dois dedos e levou até a língua e depois de chupar eles ali enquanto continuava me olhando que nem uma puta no cio, levou eles até a entrada da buceta dela.
Depois de tudo que tinha rolado, vocês vão entender como eu tava (a mil é modo de dizer porque dava pra falar fácil a 1 milhão), mas sabendo o que eu tava prestes a ver Isso me excitou ainda mais.
Enquanto com a mão ela segurava o biquíni de lado (isso me deixava louco), com essa mesma mão ela começou a abrir os lábios da buceta dela, até que eu pude ver claramente a entrada da vagina. Ela me olhou fixo nos olhos, e então começou a enfiar os dedos devagar dentro da buceta, enquanto gemia quase gritando e com a língua lambendo os próprios lábios, e puxando ela pra fora como se estivesse me oferecendo.
Logo depois, lá estava eu com meu pau todo duro na frente da minha irmã, vendo aquela maravilha, às vezes balançando a cabeça fazendo a franja cair na frente dos peitos e outras pra trás, com os olhos fechados e só abrindo pra olhar fixamente pro meu pau (dava pra ver que ela já só queria ter meu pau na cabeça, pra imaginar que era ela, e não os dedos dela, que estava fodendo ela).
Depois de alguns minutos assim, eu não me segurei mais, e numa das vezes que ela fechou os olhos, enquanto colocava a língua pra fora, me aproximei dela e coloquei minha língua na dela. Ela abriu os olhos na hora, mas bem longe de tentar evitar, abriu a boca e prendeu minha língua entre os lábios dela, e em poucos segundos estávamos nos beijando de língua, mas não era um beijo normal, porque com os gemidos que no nosso estado já eram totalmente incontroláveis, e nossas respirações quentes e ofegantes, faziam disso um beijo de língua de duas pessoas super excitadas, o sexo dava pra sentir no ar e o calor "sexual" que tinha no quarto era imenso e, além de tudo isso, tudo isso provocado por mim e pela minha irmã angelical.
Depois de ver que minha irmã correspondia, desci minhas mãos até os quadris dela, e procurei um espaço pra enfiar as mãos e tocar os peitos dela, porque eu não queria tirar o biquíni ainda, sem parar de beijá-la (isso sim, tendo que separar nossos lábios de vez em quando porque faltava ar), peguei um dos peitos dela nas minhas mãos, e então minha irmã me olhou nos olhos, sem Não disse nada, mas pensando que o irmão dela tinha conseguido "domar" ela, ela nunca imaginaria que isso poderia acontecer na vida, mas ali estava, com os dedos enfiados na buceta dela, e o irmão apalpando os peitos dela enquanto dava um beijo de língua.
- JAVIER; ahhh mmmm Eva, você deixou seu irmão louco, gosta que seu irmão apalpe seus peitos?
- EVA; mmmmm ahhh ahhhh! Tô... tô pensando faz um tempo que é você ahhhh, quem está mmmmmm ahhh pe... pe... penetrando em mim com seu pau
Tudo isso ele disse colado no meu ouvido, sentindo a respiração quente dele em mim, e bom, embora vocês achem que é mentira o que vou dizer, é verdade, mas enquanto isso me pareceu um convite pra ele me foder naquele momento, preferi não fazer, porque sabia que no instante em que sentisse os lábios e as paredes da buceta dela no meu pau, eu gozaria na hora, mas mesmo assim, assim que ela disse isso, parei de beijá-la e agarrei minha irmã pelas nádegas pra colocá-la de costas, totalmente deitada no sofá de barriga pra cima (o que mais gostei nisso é que ela se deixou fazer totalmente, quem diria há apenas 1 hora, que eu ia pegar a bunda da minha irmã pra colocá-la em posição de ser fodida, e que ela ia se deixar fazer).
Não sei se ela pensava que eu ia foder ela naquele momento (eu diria que sim, e mais sabendo como eu estava excitado naquela hora), mas também não reclamou quando viu qual era minha verdadeira intenção. Peguei a mão dela que ainda tinha os dedos dentro da buceta e tirei, e o shorts dela fechou de novo. Em seguida, fui eu, o irmãozinho dela, quem afastei o shorts dela, sentindo pela primeira vez a buceta dela nas minhas mãos.
Depois, enquanto olhava nos olhos da minha irmã, comecei a aproximar minha boca da buceta dela, e logo ali estava eu com minha língua abrindo caminho entre os lábios da buceta dela, e alcançando o clitóris dela.
A situação era maravilhosa, ali estava minha irmã, gemendo de prazer, gritando (dava pra ouvir lá do jardim, com certeza), enquanto eu chupava a bucetinha dela.
- EVA: aahhh Javier, ahhhhh irmãozinho, masturba a sua irmãzinhaaaaaa, você me deixa pegando fogo.
Enquanto minha irmã gemia e soltava frases obscenas sem parar, ela começou aos poucos a levantar o quadril em direção à minha boca, em espasmos. Enquanto isso, peguei uma mão e comecei a subir pelo corpo maravilhoso dela, até alcançar um peito por cima do biquíni. Depois de apertar um pouco, coloquei alguns dedos na boca da minha irmã, que, se não fosse pela situação e pela temperatura que senti ali, eu diria que ela estava com febre.
EVA: mmmmhhh ahhh issooo issooo, mete mete os dedos em mim ahhhh ahhh mmm
Assim que ela disse isso, enfiei os dedos na buceta dela sem parar de chupar o clitóris. Quando enfiei pra dentro, pude sentir o quanto minha irmã estava molhada. Só de meter e tirar os dedos, não parava de sair um jorrinho constante do fluido vaginal dela. Naquele momento, me senti um idiota: ali estava aquela buceta, e pra piorar, da minha irmã, escorrendo fluido vaginal que tinha sido provocado pra facilitar que eu a penetrasse com meu pau, como ela tinha dito que estava pensando há um tempão. Mas eu me via incapaz de sequer penetrá-la sem gozar.
Aos poucos, dava pra ver que minha irmã estava ficando cada vez mais excitada, cada vez mais perto de explodir. A imagem era alucinante: ali estava minha irmã de 19 anos, com o corpo esbelto ainda dentro do biquíni preto, se contorcendo pra cima e pra baixo, empurrando o quadril contra minha boca, a boca completamente aberta, quase sem conseguir respirar, e o rostinho angelical fazendo caretas contínuas de prazer. E tudo isso provocado pelo irmãozinho dela.
Depois de um tempo assim, as contorções dela começaram a ficar mais fortes. Naquele momento, mesmo que cinco pessoas se jogassem em cima dela tentando pará-la, ninguém conseguiria. Era a força da natureza. Ela ia Gozar logo.
Naquele momento, tudo que posso dizer é que a imagem mais próxima que posso dar da minha irmã era a de uma tigresa, gemendo, desenfreada, se contorcendo brutalmente e com a juba dela dançando descontrolada igual ao movimento do corpo da minha irmãzinha.
- EVA; m m mme goooorr ahhh mmm ahhhhhhhhh! meu amoooorrrrr meu maaachooooo mmmmeeeeeeeeee ahhhh! mmmmmmmm AHHHHHH MMMMMMMMMMMM MMMMMMM AHHHH!
Minha irmã estava gozando ali graças a mim, e meu pau estava prestes a explodir.
- EVA; foi maravilhoooosoooohh ahhh Javier, você me fez gozar mmmm, deus, você é maravilhoso, irmãozinhoooo.
- JAVIER; mulher minha, foi um prazer, chupar sua buceta foi maravilhoso, olha, vou ser sincero, não sei se você teria me deixado te foder, mas se não tentei é porque estou prestes a explodir e quando digo prestes é prestes.
- EVA; bom, então vou ter que te dar alguma surpresa em troca, pra compensar.
Depois de dizer isso, minha irmã foi quem me colocou sentado no sofá, e então ela se meteu entre minhas pernas e aproximou a boca do meu pau, lá estava minha irmã vendo meu pau, totalmente duro, com as veias ao redor dele estouradas.
- JAVIER; minhas bolas doem de tanta porra que tenho, você percebe, irmãzinha, que toda essa porra foi você quem provocou? Você, minha mulher, provocou toda essa porra pro seu macho te inseminar.
Eu não parava de falar coisas pra minha irmã pra me excitar ainda mais, e parece que também excitou ela, porque assim que ouviu isso, sem dizer nada, colocou meu pau dentro da boca dela, eu me sentia incrível, não só sentia a umidade da boca dela no meu pau, mas também a respiração acelerada dela, parecia que meu pau tinha colocado ela num forno de tão quente que tava lá. Olhei pra baixo pro meu pau, e lá estava ele quase todo enfiado na boca da minha irmã, com os olhos verdes lindos dela olhando nos meus, mamando meu pau. Podia sentir como ela colocava a língua debaixo do meu pau. pra poder enfiar mais fundo e outras vezes era fenomenal quando as bochechas dela se assustavam de ter meu pau dentro e sentir as bochechas dela molhadinhas por dentro no meu pau.
Aos poucos, senti que ia gozar, minha visão ficou meio embaçada, mas continuei olhando nos olhos dela, e ela, conforme via mais e mais prazer nas expressões do meu rosto, chupava meu pau cada vez mais rápido, até que não aguentei mais. Jorros de esperma concentrado nas minhas bolas, não só desde que comecei a me masturbar, mas pela excitação dos dias anteriores, começaram a sair do meu pau — não exagero quando digo que saíram uns 15 "tiros" de porra, claro, os primeiros maiores. Minha irmã, quando sentiu os primeiros, abriu um pouco mais os olhos, como se estivesse surpresa, mas sem parar de me olhar nos olhos, vendo como o irmão dela gozava na boca dela. Parece que ela tentou pegar toda a porra dentro da boca, mas a quantidade era demais, então, depois de engolir tudo que conseguiu, começou a sair um jato de porra entre a bochecha direita dela e meu pau.
Depois de terminar de gozar, tirei o pau pra fora e coloquei na testa dela, e comecei a bater de leve meu pau no rosto dela, testa, olhos, etc. Lá estava minha irmã, sendo batida com meu pau sem reclamar, quem diria. Um pouco mais de porra saiu do meu pau e caiu num dos olhos dela, que ela fechou instintivamente. Depois de abrir, a porra ficou entre as pálpebras, embaçando a visão dela. Nunca tinha estado tão excitado, ali com minha irmã na minha frente, depois de ter gozado na boca dela, deixando eu fazer o que quisesse e com minha porra no olho dela.
CONTINUA.
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