E aí, galera! Hoje trago esse relato enviado por um seguidor que, pelo visto, tem várias histórias pra contar... então julguem vocês mesmos. Sem delongas, vamos lá.
Era 2014 e meu tio ia comemorar a festa de casamento dele. A gente foi convidado: meus irmãos e minha mãe (que vamos chamar de ELI). Na época, ela tinha 42 anos, uma mulher madura, cabelo castanho com alguns fios brancos, morena. Era magra, mas já dava pra ver uma certa flacidez, uns quilinhos a mais. Mesmo assim, tinha uma bunda bem durinha, redonda e pequena, que destacava com o quadril curvilíneo, peitos enormes e um corpo magro no geral (1,65m). Mesmo sendo meio baixinha, o tronco pequeno dava a ilusão de pernas longas. O rosto ainda era jovial, ameaçado por uma ruga ou outra, o que passava a impressão de uma mulher no auge sexual — mesmo ela já estando divorciada do meu pai há 6 anos e com uns namoros mal-sucedidos no currículo.
Passei a foto por vários filtros de IA para preservar a privacidade, mas dá pra ter uma ideia já que é bem próxima, principalmente nos peitos.
Bem, continuando... A festa seguia normal entre dança, comida e diversão. Tinha um amigo da família, Miguel, um cara bem bonito pra idade, já que ter bastante pelo no corpo e estar meio grisalho dava sem dúvida a imagem de um maduro sensual. Junto dele, o filho Jesus, um mlk alto e magro — os dois típicos bêbados que enchem o saco das mulheres na festa — e o amigo Gaspar, um cara meio desagradável pelo sobrepeso e humor péssimo. Não paravam de convidar minha mãe pra dançar e, claro, outras minas da festa, devorando elas com os olhos e aproveitando as chances pra esfregar nos peitos ou na bunda, e às vezes apertando a cintura. Além disso, toda vez que convidavam, falavam de um jeito "passivo": "Ei, me empresta sua mãe pra eu me divertir". E ela com cara de "lá vem de novo, haha".
Enfim, tudo foi indo... Eu e meus irmãos já meio bebados e entediados, o sono começou a chegar, enquanto minha mãe já fazia um tempinho que tinha ido pra mesa deles. Dava pra ver que eles queriam fazer ela beber mais, mas ela recusava, mesmo bebendo um pouco. E notei que o Miguel tinha uma certa confiança com ela.
Chegou um momento em que muita gente já tinha ido embora, ficando só os bêbados e aqueles que ainda tinham esperança de pegar alguém. Foi aí que o DJ colocou a música "Rumba Quimbumba", uma cumbia bem quente e dançante, com uns toques. E justo na parte do solo do "pianito", minha mãe ficou entre Miguel e Gaspar. Na hora do solo, ela fez um movimento sexy, descendo enquanto mexia o quadril — não chegou no chão, mas levantou rindo e claramente corada. Os outros dois zoando: "O que você queria fazer, hein?", "Gostosa", "Tem ritmo, mamãe".
Achei que seria o fim, mas eles continuaram, e claramente foram dançando cada vez mais colados. Meus irmãos foram embora com... uns primos que moravam perto da nossa casa, já que a gente tinha chegado de táxi. Eu, mais bêbado, decidi sair do quintal pra tomar um ar e, quando voltei, perdi eles de vista. Deixei pra lá e continuei bebendo e conversando na mesa com os últimos sóbrios que restavam. Passou um tempo e tive que ir ao banheiro, então entrei na casa. Depois de mijar, decidi procurar algum sofá ou quarto pra me deitar, porque o álcool, o cansaço e o incômodo já me tinham acabado. Mas na busca notei que já tinha vários familiares ocupando os quartos ou as redes, então fui até a parte mais afastada da casa e vi uma porta entreaberta. Decidi tentar a sorte, mas assim que me aproximei mais, comecei a ouvir gemidos e gritos da mulher e só pensei: "Pfff, esses já tão metendo, hehe." Então, ao me virar pra ir embora, consegui ouvir: "—Assim, Eli, assim... faz, faz, sua puta—" Um calafrio percorreu meu corpo, acompanhado de microtremores, e meu coração disparou. Fiquei congelado, começando a prestar atenção no som. No início não reconheci a voz, porque soava mais aguda. Então, com a respiração ofegante mas contida, abri mais a porta só pra ver minha mãe ajoelhada no chão, com a blusa vestida, mas sem o jeans, embora ainda estivesse com as botas até o joelho que usava. Ela usava uma lingerie preta e estava fazendo sexo oral nos três, num ritmo entre desajeitado e fluido, já que cada um a pegava pelo queixo e a trocava pra sua rola na vez dela. E quando ela já estava pegando o ritmo de novo, outro a trocava pro seu lado. Eles chegavam a zoar de forma irritada quando ela engasgava ou os machucava, aplicando o corretivo com um tapa e insultos. Ela, meio engasgada e já começando a escorrer uma mistura de saliva e líquido seminal pelo rosto, ofegava pedindo desculpas, só pra receber um cuspe e continuar com o sexo oral, já começando a segurá-la pela parte de trás da cabeça pra que ela não conseguisse... liberar até que eles quisessem foi que uma ereção que rasgava minha calça começou, minha ereção culpada que era difícil de aproveitar, pois naquele ponto eles a colocaram na cama, colocando-a de quatro, e Miguel, que disse que já estava com vontade disso há muito tempo, começou a comê-la enquanto ela fazia sexo oral em Gaspar. O gordo parecia que não estava gostando no começo, e só foi quando Jesus, o filho, deitou embaixo dela, que com uma preocupação disse: "Não assim, só para que Miguel lambesse suas costas e a empurrasse para frente para descer até seu cu e lambê-lo, para depois começar a tentar dar por trás, e quando conseguiu, agora Jesus continuou com sua vagina, assim começando a cavalgar com os dois paus dentro, com uma dor notável que ia desaparecendo ao mesmo tempo que o típico barulho de entrando e saindo ficava mais forte, assim como seus gemidos acompanhados de tapas super fortes que faziam parar seu êxtase para gritar de dor e beijos bruscos. Foi então que essa culpa e nojo me invadiram, tomando a decisão de ir embora dali cheio de raiva, sem saber se era decepção que ela se deixasse tratar assim ou inveja daqueles idiotas. Já fora com os últimos convidados, Natanael, meu primo, de forma irritada, me diz: "Já vamos embora, bom, se quiser que eu te leve para sua casa, eu já vou", então decidi ir embora, e já em casa cheguei e meus irmãos jogados na sala por causa do álcool nem sequer notaram a ausência da mãe. Ao mesmo tempo que me preparava para descansar, chega uma mensagem dela: —Filho, fechem bem, eu vou ficar na casa do seu tio, já é noite para voltar, cuidem-se, tchau 😘— entre minha maldita foxy de merda, só me joguei na cama perdendo a consciência. No dia seguinte, ela voltou perto das 13h, chegando no carro de Gaspar, que era acompanhado por seu filho mais velho. Ela estava notavelmente cansada e desarrumada, embora com certa tentativa de parecer limpa, pois estava sem maquiagem no rosto, como se só tivesse lavado, mas nada mais, pois sua roupa não parecia limpa, mas algo mmm poderíamos dizer que suja de terra, pude notar através das alças da sua blusa que ela tinha arranhões, pequenos hematomas, a pele irritada e acho que a forma de uma mordida nos seus ombros e costas enquanto perguntava onde ficou que chegou tão tarde. Ela só disse: "na casa do seu tio, ontem ninguém mais foi e de manhã tomei café da manhã com eles, então por favor não enche, estou cansada. Vou tomar um banho e dormir" (se soubesse que de manhã recebi uma ligação do meu tio para irmos no reheating, ela e meus irmãos). Eu disse: "tudo bem, descanse. Dá pra ver que você não passou bem ontem à noite, com certeza teve que dormir no chão hahaha". Com um sorriso culpado, ela só disse que não, que conseguiu cama, mas estava apertada e, bem... não sei que hotel ou casa ela foi levada para continuarem comendo e humilhando ela, mas se tem uma coisa que posso garantir é que arrombaram o cu dela e ela tomou bastante porra. Mas isso não termina aqui, pois com o passar dos dias aconteceram várias coisas que espero dar um sentido para relatar, pois não sou muito bom escrevendo. Obrigado por ler.
Era 2014 e meu tio ia comemorar a festa de casamento dele. A gente foi convidado: meus irmãos e minha mãe (que vamos chamar de ELI). Na época, ela tinha 42 anos, uma mulher madura, cabelo castanho com alguns fios brancos, morena. Era magra, mas já dava pra ver uma certa flacidez, uns quilinhos a mais. Mesmo assim, tinha uma bunda bem durinha, redonda e pequena, que destacava com o quadril curvilíneo, peitos enormes e um corpo magro no geral (1,65m). Mesmo sendo meio baixinha, o tronco pequeno dava a ilusão de pernas longas. O rosto ainda era jovial, ameaçado por uma ruga ou outra, o que passava a impressão de uma mulher no auge sexual — mesmo ela já estando divorciada do meu pai há 6 anos e com uns namoros mal-sucedidos no currículo.
Passei a foto por vários filtros de IA para preservar a privacidade, mas dá pra ter uma ideia já que é bem próxima, principalmente nos peitos. Bem, continuando... A festa seguia normal entre dança, comida e diversão. Tinha um amigo da família, Miguel, um cara bem bonito pra idade, já que ter bastante pelo no corpo e estar meio grisalho dava sem dúvida a imagem de um maduro sensual. Junto dele, o filho Jesus, um mlk alto e magro — os dois típicos bêbados que enchem o saco das mulheres na festa — e o amigo Gaspar, um cara meio desagradável pelo sobrepeso e humor péssimo. Não paravam de convidar minha mãe pra dançar e, claro, outras minas da festa, devorando elas com os olhos e aproveitando as chances pra esfregar nos peitos ou na bunda, e às vezes apertando a cintura. Além disso, toda vez que convidavam, falavam de um jeito "passivo": "Ei, me empresta sua mãe pra eu me divertir". E ela com cara de "lá vem de novo, haha".
Enfim, tudo foi indo... Eu e meus irmãos já meio bebados e entediados, o sono começou a chegar, enquanto minha mãe já fazia um tempinho que tinha ido pra mesa deles. Dava pra ver que eles queriam fazer ela beber mais, mas ela recusava, mesmo bebendo um pouco. E notei que o Miguel tinha uma certa confiança com ela.
Chegou um momento em que muita gente já tinha ido embora, ficando só os bêbados e aqueles que ainda tinham esperança de pegar alguém. Foi aí que o DJ colocou a música "Rumba Quimbumba", uma cumbia bem quente e dançante, com uns toques. E justo na parte do solo do "pianito", minha mãe ficou entre Miguel e Gaspar. Na hora do solo, ela fez um movimento sexy, descendo enquanto mexia o quadril — não chegou no chão, mas levantou rindo e claramente corada. Os outros dois zoando: "O que você queria fazer, hein?", "Gostosa", "Tem ritmo, mamãe".
Achei que seria o fim, mas eles continuaram, e claramente foram dançando cada vez mais colados. Meus irmãos foram embora com... uns primos que moravam perto da nossa casa, já que a gente tinha chegado de táxi. Eu, mais bêbado, decidi sair do quintal pra tomar um ar e, quando voltei, perdi eles de vista. Deixei pra lá e continuei bebendo e conversando na mesa com os últimos sóbrios que restavam. Passou um tempo e tive que ir ao banheiro, então entrei na casa. Depois de mijar, decidi procurar algum sofá ou quarto pra me deitar, porque o álcool, o cansaço e o incômodo já me tinham acabado. Mas na busca notei que já tinha vários familiares ocupando os quartos ou as redes, então fui até a parte mais afastada da casa e vi uma porta entreaberta. Decidi tentar a sorte, mas assim que me aproximei mais, comecei a ouvir gemidos e gritos da mulher e só pensei: "Pfff, esses já tão metendo, hehe." Então, ao me virar pra ir embora, consegui ouvir: "—Assim, Eli, assim... faz, faz, sua puta—" Um calafrio percorreu meu corpo, acompanhado de microtremores, e meu coração disparou. Fiquei congelado, começando a prestar atenção no som. No início não reconheci a voz, porque soava mais aguda. Então, com a respiração ofegante mas contida, abri mais a porta só pra ver minha mãe ajoelhada no chão, com a blusa vestida, mas sem o jeans, embora ainda estivesse com as botas até o joelho que usava. Ela usava uma lingerie preta e estava fazendo sexo oral nos três, num ritmo entre desajeitado e fluido, já que cada um a pegava pelo queixo e a trocava pra sua rola na vez dela. E quando ela já estava pegando o ritmo de novo, outro a trocava pro seu lado. Eles chegavam a zoar de forma irritada quando ela engasgava ou os machucava, aplicando o corretivo com um tapa e insultos. Ela, meio engasgada e já começando a escorrer uma mistura de saliva e líquido seminal pelo rosto, ofegava pedindo desculpas, só pra receber um cuspe e continuar com o sexo oral, já começando a segurá-la pela parte de trás da cabeça pra que ela não conseguisse... liberar até que eles quisessem foi que uma ereção que rasgava minha calça começou, minha ereção culpada que era difícil de aproveitar, pois naquele ponto eles a colocaram na cama, colocando-a de quatro, e Miguel, que disse que já estava com vontade disso há muito tempo, começou a comê-la enquanto ela fazia sexo oral em Gaspar. O gordo parecia que não estava gostando no começo, e só foi quando Jesus, o filho, deitou embaixo dela, que com uma preocupação disse: "Não assim, só para que Miguel lambesse suas costas e a empurrasse para frente para descer até seu cu e lambê-lo, para depois começar a tentar dar por trás, e quando conseguiu, agora Jesus continuou com sua vagina, assim começando a cavalgar com os dois paus dentro, com uma dor notável que ia desaparecendo ao mesmo tempo que o típico barulho de entrando e saindo ficava mais forte, assim como seus gemidos acompanhados de tapas super fortes que faziam parar seu êxtase para gritar de dor e beijos bruscos. Foi então que essa culpa e nojo me invadiram, tomando a decisão de ir embora dali cheio de raiva, sem saber se era decepção que ela se deixasse tratar assim ou inveja daqueles idiotas. Já fora com os últimos convidados, Natanael, meu primo, de forma irritada, me diz: "Já vamos embora, bom, se quiser que eu te leve para sua casa, eu já vou", então decidi ir embora, e já em casa cheguei e meus irmãos jogados na sala por causa do álcool nem sequer notaram a ausência da mãe. Ao mesmo tempo que me preparava para descansar, chega uma mensagem dela: —Filho, fechem bem, eu vou ficar na casa do seu tio, já é noite para voltar, cuidem-se, tchau 😘— entre minha maldita foxy de merda, só me joguei na cama perdendo a consciência. No dia seguinte, ela voltou perto das 13h, chegando no carro de Gaspar, que era acompanhado por seu filho mais velho. Ela estava notavelmente cansada e desarrumada, embora com certa tentativa de parecer limpa, pois estava sem maquiagem no rosto, como se só tivesse lavado, mas nada mais, pois sua roupa não parecia limpa, mas algo mmm poderíamos dizer que suja de terra, pude notar através das alças da sua blusa que ela tinha arranhões, pequenos hematomas, a pele irritada e acho que a forma de uma mordida nos seus ombros e costas enquanto perguntava onde ficou que chegou tão tarde. Ela só disse: "na casa do seu tio, ontem ninguém mais foi e de manhã tomei café da manhã com eles, então por favor não enche, estou cansada. Vou tomar um banho e dormir" (se soubesse que de manhã recebi uma ligação do meu tio para irmos no reheating, ela e meus irmãos). Eu disse: "tudo bem, descanse. Dá pra ver que você não passou bem ontem à noite, com certeza teve que dormir no chão hahaha". Com um sorriso culpado, ela só disse que não, que conseguiu cama, mas estava apertada e, bem... não sei que hotel ou casa ela foi levada para continuarem comendo e humilhando ela, mas se tem uma coisa que posso garantir é que arrombaram o cu dela e ela tomou bastante porra. Mas isso não termina aqui, pois com o passar dos dias aconteceram várias coisas que espero dar um sentido para relatar, pois não sou muito bom escrevendo. Obrigado por ler.
6 comentários - Se cogieron a mi mamá en una fiesta