Finalmente comi a sogra

Conheci minha mulher logo depois de voltar do serviço militar. Eu tinha 19 anos e ela 16. Rapidamente percebemos que nosso relacionamento seria duradouro, e de fato foi. Pouco depois conheci a família dela, que não me aceitou muito bem, porque eu era da capital e eles de uma cidadezinha próxima. Os avós da minha mulher conversaram com meus sogros para que impedissem nosso relacionamento. Diziam que os da capital só iam para as cidades do interior para comer as mulheres deles e depois sumir, sem nem lembrar. Meu sogro, que era mais conservador, falou com minha namorada na época e disse para ela me deixar, mas ela nem ligou. Minha sogra era mais moderna, diferente. Dizia que aquilo era problema nosso e que ela não se meteria no meio, coisa que agradeci. Além de viverem numa cidade pequena, a família trabalhava no campo, e isso talvez influenciasse um pouco mais. Eu, um cara da capital, alto, mas bem magro e um pouco refinado, não encaixava no que meu sogro tinha em mente para a filha dele, mas enfim, aos poucos fui conquistando eles e com os anos fui sendo aceito. Como já disse, eles trabalhavam com o que o campo dava e tinham uma pequena empresa que distribuía produtos para vários comércios da região e de fora. Meus sogros se encarregavam, depois de trabalhar o dia todo, de fazer o transporte à noite para que no dia seguinte as lojas tivessem os produtos que haviam pedido. Às quintas-feiras faziam a entrega maior para umas lojas de outra província. Passavam a noite toda entregando e dormindo na van. Nesse dia, minha namorada Susi e eu aproveitávamos para dormir juntos na cama dos meus sogros. Bom, dormir… a gente passava a noite toda fodendo como dois mandriões no cio… Hihihi.

Nosso relacionamento ia perfeitamente, e com a família dela também. Com minha sogra, uma mulher forte, de bunda grande e uns peitos enormes, sempre foi tranquilo. Nos fins de semana eu subia para dormir na casa da Susi, obviamente eu dormia com o irmão mais novo dela. Era Impensável que a gente dormisse junto com os pais dela em casa. Na hora do jantar, Rosa, que assim se chama minha sogra, já ficava de pijama. Dava pra perceber que ela não usava sutiã, porque os mamilos marcavam como dois bicos no tecido. Isso me deixava super excitado e imagino que ela percebia às vezes, porque disfarçadamente meus olhos iam observar aqueles peitos majestosos. Ela não era uma beleza, cabelo médio preto, tinha uns 10 quilos a mais, no mínimo, mas era doce, carinhosa e me atraía muito. Eu imaginava lamber aqueles mamilos enfiado entre as pernas dela, umas pernas grossas mas bem formadas. Rosa não teve uma vida fácil. O pai morreu quando ela era muito pequena e quando chegou na idade de trabalhar, a colocaram numa fábrica, até conhecer meu sogro. Ele a engravidou e ela trocou a fábrica pelo campo. Meu sogro, um homem rígido do campo, a mantinha submissa a tudo que ele dizia ou queria. Às vezes ele fazia comentários tipo: "Se não espero ela dormir, não fodo nem fodendo. Essa mulher não colabora nem um pouco. Antes pelo menos ela me chupava, mas ultimamente nem isso, no final vou ter que ir pra putaria como quando era jovem." Esses comentários a machucavam, e muito, ainda mais se ele fazia na minha frente. Susi não suportava ele, principalmente quando ele dizia: "Espero que você não esteja fodendo minha filha. Até vocês se casarem, nada." Ele não sabia que a bucetinha da filha dele eu já tinha bem amassado... Hahahaha. Eu não entendia como Rosa aguentava meu sogro humilhá-la daquela maneira, mas ela era uma mulher, embora moderna, também um pouco antiquada no pensamento. No momento em que se casou, o padre disse que era pra vida toda e isso ela tinha muito claro.

Anos depois, Susi e eu decidimos nos casar. Não demorou pra termos filhos. A relação com Rosa ficava cada vez mais próxima. Podíamos falar de tudo com total confiança. Eu fazia elogios aos quais ela reagia corando e baixando seus lindos olhos. Parecíamos mãe e filho, e isso não agradava muito meu sogro, bom, nem a Susi também. Um dia ela disse: "Nem fala, minha mãe tem mais confiança em você do que em mim, e ainda por cima com os elogios que você faz, ela fica toda vermelha. Não está acostumada a ouvir essas coisas", ela resmungava. Susi é uma mulher muito ciumenta. Se soubesse que, às vezes, enquanto transava com ela, eu imaginava que estava comendo a mãe dela, ela teria um treco.

Os anos foram passando, os filhos cresceram e já não moravam em casa. Eu tinha 45 anos e a empresa onde trabalhava fechou. Fiquei desempregado e minha sogra me propôs ir trabalhar com eles. Eles já estavam mais velhos, meu sogro já estava aposentado, mas ainda trabalhava, e eu poderia fazer o transporte com a van. Foi o que fizemos. Susi e Rosa arrumavam a mercadoria, meu sogro cuidava do trator, dois marroquinos que tinham lá ficavam responsáveis por colher os legumes, e eu fazia as entregas. As quintas-feiras, que era o dia da rota mais longa, onde ficavam dormindo na van, eram feitas por mim e meu sogro. Eu dormia na cabine, e ele, num colchão que havia atrás. Mas a coisa durou pouco. Meu sogro adoeceu, e as viagens passei a fazer com Rosa. Ela dormia no colchão, e eu não perdia a oportunidade de puxar um pouco a cortina que separava a cabine da carroceria da van para me deleitar e admirar o corpo dela enquanto dormia. Acabava me masturbando gostoso, pensando naqueles peitos volumosos. Meu sogro faleceu seis meses depois. Foi um golpe duro, e Rosa ficou muito abalada. Susi sugeriu que ela viesse morar um tempo em casa para não ficar sozinha, mas ela recusou. Disse que não queria atrapalhar e que nós tínhamos que viver nossa vida. Depois de muita insistência, ela finalmente aceitou. Ocupou o quarto que era do filho mais velho, que ficava ao lado do nosso. De novo, voltaram à minha mente aqueles mamilos incríveis marcando a camiseta do pijama, que me fizeram bater tantas punhetas pensando e desejando poder chupá-los um dia. Um dia cheguei em casa antes delas e fui tomar um banho... tomei banho, deixando minhas roupas no quarto. Quando saí, não tinha percebido que elas já tinham chegado. Saí do banheiro totalmente pelado, quando de repente apareceu minha sogra. Os olhos dela foram direto pro meu pau, que mesmo não sendo exagerado, é grosso e tem uns 20 cm. Os dois ficamos surpresos, eu não sabia o que fazer. Então apareceu Susi e um pouco irritada disse:

Susi: — Você poderia se cobrir um pouco, que a minha mãe tá aqui.

Rosa levantou o olhar e sorrindo disse:

Rosa: — Calma, que a essa altura eu já não me assusto com nada.

Corado, entrei no nosso quarto e me vesti, enquanto ouvia as duas cochichando na sala. Não consegui ouvir muito, mas peguei a parte mais importante que minha sogra disse: — "Você não vê que pau que o José tem, você vai ficar contente?" E as duas começaram a gargalhar. Isso me excitou e pensei em como deixar minha sogra no mesmo nível de excitação que ela tinha me deixado. A partir daquele dia, percebia como os olhares da Rosa eram cada vez mais descarados, pensava eu, mas não sabia como chegar nela e confessar os desejos que tinha por ela. A vida continuava. Com minha mulher, desde que minha sogra chegou, o sexo quase não existia. Susi era muito barulhenta e tinha vergonha de transar e a mãe dela descobrir. Uma noite não aguentamos mais e fudemos como dois possessos. Coloquei minha mão debaixo da calcinha dela e ela estava pingando de tesão como uma desesperada. Meus dedos entravam com facilidade dentro da sua buceta quente. A respiração dela começou a acelerar e eu sabia que não demoraria muito pra ela começar a gemer forte. Sabendo que não aguentaria sem soltar algum gemido alto, ela se jogou no meu pau e o colocou na boca. Ela se virou de lado e meus dedos continuaram masturbando ela. Ela abafava os gemidos com meu pau na boca. Ela chupava muito bem, era uma das suas especialidades e não se importava que meu pré-gozo começasse a sair, ela saboreava encantada. Depois da inatividade que estávamos e o boquete que ela estava fazendo, chegou um ponto eu estava quase gozar e isso não estava nos meus planos. Então tirei o pau da boca dela e subi em cima. Toquei com a cabeça do meu pau na entrada da sua buceta molhada e com um bom empurrão enfiei até a metade. Ela procurava minha boca, desesperada para abafar os gemidos, coisa que não recusei, ainda não era a hora... Hehehe. Comecei uma metida e sacada rápida que sabia que minha mulher adorava. Ela já tinha gozado pelo menos duas vezes. Estava prestes a gozar pela terceira vez, quando me inclinei um pouco e o ritmo da foda acelerou ainda mais. Minhas enfiadas eram tão fortes que, mesmo com a Susi tapando a boca para abafar os gemidos, eu sabia que minha sogra estava nos ouvindo, que era o que eu queria. Peguei os pulsos da minha mulher e tirei as mãos da boca dela.

Susi: - José, não. Por favor... Mmmmm... Aaaaah.

Eu ignorei e continuei perfurando a sua boceta.

Susi: - Minha mãe vai ouvir... Mmmm...

Eu: - Aaaaah... Aaaaah... Tanto faz. Que ela descubra como a filha dela fode... Mmmm...

Já estava quase gozando e deixei ela saber, sem me segurar e num tom um pouco alto.

Eu: - Gata... Jááááá... Vou gozar... Aaaaah... Uuuuufff... Uuummmm...

Minha mulher também gozou, dando umas convulsões fortes.

Susi: - Aaaaah... Uummmm... Vou gozar, seu safado.

Depois que nos recuperamos das nossas gozadas, minha mulher me repreendeu pelo que tinha feito. Irritada, virou de lado e foi dormir.

No dia seguinte, quando levantei, fui à cozinha preparar meu café e vi que minha sogra já estava acordada. Ainda estava de camisola, que cobria até os joelhos, e sem sutiã. De novo, os mamilos dela estavam salientes e marcando naquela camisola, que eu teria tirado sem pensar duas vezes.

- Bom dia - ela disse, me olhando e sorrindo maliciosamente.

- Bom dia - respondi.

Eu: - Cedo pra você, hein. Não dormiu bem? - perguntei também. sorrindo e com um tom zombeteiro. Sabia que ela tinha ouvido os gemidos de prazer da filha enquanto eu a comia, e que se não fosse de pedra, com certeza tinha ficado com um tesão daqueles.

Rosa: - Sim, sim. Muito bem. Suponho que você deve ter dormido feito um bebê... Hahahaha.

Era o momento de me jogar, pensei, mas a filha dela apareceu bocejando na porta. Outra oportunidade perdida... Grrrrr.

Chegou o inverno e continuamos fazendo as viagens. Se onde vivemos já faz frio, onde íamos entregar era ainda pior. Em uma dessas viagens, quando chegamos começou a nevar timidamente. Depois de descarregar na última loja, já era tarde e minha sogra estava muito cansada, me sugeriu estacionar a van na primeira área de serviço para dormir um pouco. Eu também estava cansado e aceitei. Já estávamos voltando quando vi um estacionamento para caminhões e ao lado um terreno baldio. Dirigi até o terreno baldio que ficava um pouco afastado e escondido por algumas árvores. Estacionei e minha sogra foi para trás arrumar o colchão e pegar os cobertores. Pedi que ela me passasse um e ela respondeu:

Rosa: - Está muito frio e fico mal de você dormir aí na cabine. Se quiser, podemos dormir no colchão.

Se estava frio, suas palavras me deixaram gelado. Quando consegui reagir, disse:

Eu: - Não precisa. Tanto faz, já estou acostumado - falei, esperando que ela insistisse e eu não pudesse recusar.

Rosa: - Vai, não seja bobo. Você vai ficar melhor no colchão. Além do mais, não acho que com esse corpo, essa velha vá despertar seu instinto sexual... Hahahaha.

Eu: - Não fale isso. Você é uma mulher muito atraente e qualquer homem estaria disposto a...

Rosa: - Anda, cala a boca e vem. Mas espera um momento para eu preparar tudo e tirar esse sutiã que está me matando - disse, corando.

Eu: - Ok - respondi enquanto meu pau começava a ficar duro.

Fiquei esperando, ansioso e um pouco excitado, que ela me dissesse para ir para a parte de trás da van, enquanto ouvia ela mexendo nas coisas. acomodando o colchão. Alguns minutos depois, ela me disse que já estava tudo preparado e que eu podia entrar. Afastei a cortina que separava a cabine da carroceria da van e lá estava ela, deitada no colchão e coberta até o pescoço com um dos cobertores. Abaixei o cobertor para entrar naquela cama improvisada e pude ver que minha sogra estava vestida, só sem o sutiã - usava as mesmas roupas. Então sugeri que a gente tirasse um pouco de roupa.

Eu: - Rosa, seria melhor a gente tirar algumas peças de roupa, senão quando sairmos daqui vamos pegar frio e ficar resfriados.

Rosa: - Você tem razão. Mas como a gente faz? - respondeu com um sorriso.

Eu: - Tira o que quiser, eu não olho, fica tranquila.

Rosa: - Ok, mas não olha.

Me virei e senti ela abaixando o cobertor para tirar a calça, e rapidamente puxou o cobertor de volta.

Rosa: - Pronto - disse quase sem me olhar nos olhos.

Eu: - Agora é a minha vez - falei. E fizemos o mesmo. Ela se virou e eu tirei minha calça. Meu pau estava pegando fogo.

Sem se virar, ela disse:

Rosa: - Então vamos, agora é dormir. Boa noite.

Eu: - Ok. Boa noite.

Me virei, ficando de costas para ela. O colchão não era muito grande. Cabíamos os dois, mas por pouco que alguém se mexesse era inevitável não nos esbarrarmos. Eu estava super excitado e não conseguia dormir. Nossas bundas e nossas costas se roçavam. Alguns minutos depois, minha sogra começou a roncar e eu ali, aguentando, com o pau mais duro que uma pedra. Não sabia o que fazer, não sabia se me virava, me colocava entre as pernas dela e a comia ou se era mais sutil e ia aos poucos para ver como ela reagia. Estava nessa indecisão quando me enchi de coragem e me virei. Minha sogra tinha uma das pernas cruzada sobre a outra. Me aproximei um pouco mais do corpo dela e comecei a esfregar meu pau na sua bunda volumosa. Passei meu braço pela sua cintura e esperei. Rosa continuava roncando. Vendo que ela ainda dormia, minha mão entrou por baixo do seu moletom e começou a subir. Estava prestes a realizar meu sonho, quando de repente ela parou de roncar e começou a gemer, mas não de prazer, e sim como se estivesse reclamando. Minha mão parou, esperando o que viria. Não demorou para que ela voltasse a roncar. Minha mão então continuou sua jornada ascendente, até chegar a um de seus seios. Meu Deus, como eram grandes, não me surpreendia que o sutiã dela fosse tamanho 115. Buuuuufff..... Comecei a amassar sua teta com muito cuidado, não queria que ela acordasse. Na hora, seu mamilo ficou duro e tenso. Com minha perna, afastei mais as dela, desci um pouco e coloquei meu pau roçando sua buceta por cima da calcinha. Estava tão excitado que não percebi que ela tinha parado de roncar. Então notei que sua mão agarrou a minha e, tentando se virar, ela disse:

Rosa: — José, mas o que você está fazendo?

Fiquei petrificado. Não sabia como reagir. Ela tentou se virar, mas não conseguia, pois minha perna estava prendendo uma das dela. Ela também tentou tirar minha mão do seu peito, mas nada, eu o segurava bem firme e não ia desistir dele facilmente. Ela continuou, nervosa:

Rosa: — José, por favor, para.

Eu sabia que, devido ao meu comportamento, haveria um antes e um depois em nosso relacionamento. Não queria que ela ficasse brava, mas tinha a oportunidade de realizar meu sonho, que vinha perseguindo há tantos anos, e tinha que arriscar, era agora ou nunca. Então, enquanto ela lutava contra mim, tirei minha mão do seu peito e fui em busca de sua buceta, enquanto com a outra mão segurava seus pulsos com força. Ela continuou resmungando e reclamando.

Rosa: — Nããão. Para. Me solta.

Mas eu estava cego de paixão e ignorei seus pedidos. Minha mão começou a esfregar sua buceta por cima da calcinha, e suas reclamações e resistência foram ficando cada vez menos intensas. Meti um dos dedos por baixo da calcinha dela e qual não foi minha surpresa... A calcinha estava encharcada. Comecei a esfregar seu clitóris, e sua atitude mudou na hora.

Rosa: — José, não devemos... Mmmm... Para, pelo amor de Deus... Buuuuufff...

Eu: — O que você... Você acredita nisso? Eu passei mais da metade da minha vida querendo te possuir e não vou parar agora.

Enquanto um dos meus dedos brincava com seu clitóris inchado, outro abriu caminho entre seus lábios vaginais e penetrou sua buceta molhada. Minha sogra deu um suspiro forte e parou de resistir, o que me fez aliviar a pressão em seus pulsos. Pouco a pouco deixei que ela se virasse e seus olhos se cravaram nos meus. Não deixei que articulasse uma única palavra. Assim que ela se virou, fui em busca de seus lábios e a beijei. Minha língua entrou em sua boca procurando a dela. Suas mãos se posaram na minha cabeça, segurando-a com carinho, enquanto meus dedos continuavam a masturbá-la. Não demorou muito para ela ter o primeiro orgasmo. Ela separou seus lábios dos meus e começou a convulsionar, dizendo:

Rosa: – José, eu estou gozando... Mmmmm... Aaaaah...

Seus fluidos começaram a molhar minha mão enquanto ela me agarrava forte e apertava com seus braços. Comecei a devorá-la com beijos, beijos que eram correspondidos pela minha sogra. Entre esses beijos carregados de luxúria, eu disse:

Eu: – Levanta essa bunda.

Rosa: – Querido, já chega. Eu nunca fiz isso com nenhum outro homem além do meu marido e...

Eu: – Levanta a bunda – disse, longe de recuar e com voz firme.

Minha sogra, submissa como sempre foi, levantou finalmente sua bunda grande e eu fui tirando sua calcinha. Uma vez fora, me coloquei entre suas pernas. Sua buceta tinha quase nenhum pelo e seus lábios vaginais eram carnudos. Então eu disse a ela novamente:

Eu: – Levanta os braços.

Ela levantou os braços e eu tirei sua blusa. Seus seios apareceram. Suas auréolas rosadas eram grandes e seus mamilos estavam bem eretos. Eu a tinha totalmente nua e à minha inteira disposição. Me coloquei em cima dela e comecei a lamber seus mamilos. Eu estava tão excitado que minha uretra começou a babar líquido pré-seminal, molhando os poucos pelos pubianos da minha sogra. Ela já não reclamava mais, enquanto eu chupava e lambia seus mamilos duros, ela acariciava meu cabelo e soltava alguns gemidos. Me acomodei melhor entre suas pernas. pernas, peguei meu pau e comecei a passar pela sua buceta molhada.

Rosa: - José...... Mmmm...... Como você me deixou. Vai com cuidado, faz tempo que ninguém me come e seu pau é muito grande.

Eu: - Calma.

Me inclinei um pouco, coloquei a cabeça do meu pau entre seus lábios vaginais, olhei em seus olhos e disse:

Eu: - Eu te amo.

Rosa: - Eu também - disse beijando meus lábios, enquanto meu pau ia penetrando sua buceta molhada.

Ela gemia a cada centímetro que meu pau entrava em suas entranhas. As paredes de sua buceta apertada abraçavam forte meu pau. Uma vez todo dentro, eu disse dando um forte suspiro:

Eu: - Buuuuufff...... Agora você é minha.

Minha sogra sorriu e, olhando para mim, disse:

Rosa: - Sua para sempre, meu amor.

Comecei a me mover, enquanto nossas línguas não paravam de brincar.

Rosa: - Mmmmm....... Que pau você tem, querido.

Eu: - É seu, minha vida...... Aaaaah....

Meu pau entrava e saía de sua buceta cada vez mais rápido, até que ela gozou de novo.

Rosa: - Sim, sim..... Continua, não para..... Aaaaah...... Tô gozando...... Mmmmm.....

Ela estava louca de paixão e eu ainda tinha um tempo para descarregar. Então fiz ela ficar de quatro e perfurei novamente sua buceta já dilatada. Peguei-a pela cintura e, com um único empurrão, enfiei até o mais fundo que pude. Seus grandes peitos se moviam descontrolados em todas as direções.

Rosa: - Uuuummm...... Se continuar assim vou gozar de novo...... Aaaaah.... Aaaaah....

Eu: - Você gosta, hein.

Rosa: - Siiiiiiii...... Eu.... Adoro....... Mmmm...... Fazia tempo que ninguém me fodia assim.

Eu: - Então vai se acostumando. Porque esse pau vai te foder muitas vezes mais.

Rosa: - Sim, querido, sim. Sou sua, meu amor. Faz o que quiser comigo...... Mmmmm....

Dizem que o que é bom se faz esperar e eu tinha conseguido que meus sonhos de comer minha sogra se tornassem realidade. Minhas investidas tinham um ritmo frenético, até que de repente notei que não aguentaria muito mais tempo sem gozar. Naquele momento, minha sogra começou a gemer mais forte e um novo orgasmo banhou meu pau em seus fluidos.

Rosa: – Aaaaagggg...... De novo...... Tô gozando...... Mmmmm......

Eu: – Amor, não aguento mais. Mmmmm...... Vou te encher de porra.

Rosa: – Isso...... Me dá...... Uuummmm.... Quero que você goze dentro de mim, como faz com minha filha......

Dando uma última enfiada, descarreguei todo meu sêmen dentro da buceta da minha sogra. Não deixei uma gota de esperma dentro do meu saco. Assim que terminei de gozar, caímos exaustos em cima do colchão. Da ppk da minha sogra começou a escorrer seus fluidos e minha porra.

Rosa: – José, me dá a bolsa, tenho um pacote de lenços umedecidos – disse, colocando a mão na vagina para evitar que a mistura dos nossos fluidos vazasse.

Assim que terminou de se limpar, deitamos no colchão, nos beijamos e ficamos abraçados. Na van, fez-se um longo silêncio, precisávamos nos recuperar. O silêncio foi quebrado pela minha sogra.

Rosa: – Querido, foi incrível. Nunca tinha gozado três vezes.

Eu: – Fico feliz. Porque a partir de agora vou te fazer gozar como nunca.

Rosa: – Então, além de ser sua sogra, agora também sou sua amante? – disse em tom de brincadeira.

Eu: – Claro. Eu gostaria que fosse assim, mas se você não quiser..... – disse, olhando em seus olhos.

Rosa: – Dividir você com minha filha não me agrada muito, mas sei que é a única maneira de ter você e de você poder ser meu.

Depois de suas palavras, nos fundimos em um beijo apaixonado e fomos dormir sem parar de nos abraçar.

Desde aquele dia, nossa relação mudou totalmente. Não deixávamos passar a mínima oportunidade para fazer amor ou dar uma rapidinha. O amor fazíamos nas viagens com a van, e a rapidinha era sempre que podíamos. Enquanto sua filha, minha mulher, estava no banho, na cozinha eu a colocava de quatro e a comia por trás, algumas vezes quando a Susi ia dormir mais cedo porque ela não estava se sentindo bem ou estava com sono no sofá, a gente colocava uma toalla para não sujar e ali eu penetrava ela e enchia ela com minha porra bem quentinha, mas isso já é assunto para outros capítulos. Se vocês gostaram, vou explicar com mais detalhes como minha sogra e eu continuamos transando como dois animais no cio.

3 comentários - Finalmente comi a sogra

Tu paciencia y espera tubo premio....
Muy buen relato
Excelente genio espero un día pase lo mismo con mi suegra me trate loco la hdp tiene unas tetas y un culo para llenar de leche a diario en su celular le encontré fotos desnuda y mostrando la conchita bien depilada le dije que las encontré y hablábamos
De como se veia todo Hiba bien pero se puso de novia con un tipo y se junto con el y todo se vino a abajo todo se enfrió desde ahí