Beleza!
Sei que tenho deixado vocês meio de lado, mas é que simplesmente não tô quase transando nada. Minha mulher, Eve, mora fora e quando vem a gente trepa, mas é mais emocional, apaixonado e amoroso do que algo que daria pra contar aqui. Não ia agregar pro leitor.
Mas... A Martina veio passar as festas, ela também mora fora, tá estudando nos EUA.
Pra quem não acompanha a história, eu e Eve somos um casal swinger, semiaberto, e a Martina é nossa "namorada". Ao mesmo tempo, os outros protagonistas da história são o David e a Anto, um casal com quem a gente já se enfiou em várias festas, chegamos a morar junto os 4 na mesma casa quando estávamos fora. Entre os 4 rolou de tudo e tá tudo de boa, cada um sabe seu papel com o outro, quando rola, rola, quando não rola, não rola.
Mas... A Martina nunca tinha ficado com eles, simplesmente não tinha acontecido.
Vou começar descrevendo o pessoal:
Eu tenho 40, 1,75, magro, corpo definido de academia, mas sem ser marcado, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.
A Martina é baixinha, 1,57. 22 anos, loira, olhos azuis claros, uma cara linda, delicada, peitos de tamanho bonito, uma bunda maravilhosa, um corpo todo treinado. Tudo natural, uma gostosa.
O David é grandão, 1,85, moreno, musculoso, bem bonitão, 33 anos.
A Antonella tem 1,60, castanha com cachos, olhos verdes, um corpo lindo, super harmônico, delicada, peitos bonitos, agora maiores porque ela operou, mas num tamanho que combina com o corpo, uma bunda gostosa, 26 anos.
A Martina veio ver a família nas festas e comemorar o aniversário dela. Passou uma noite em casa primeiro, onde a gente transou sem parar, e no outro dia foi pro sítio da família com o carro da minha mulher, que fica a umas horas de viagem.
Na volta, ela ia ficar mais 3 noites em casa. Numa delas, saímos pra uma balada comemorar o aniversário dela com as amigas e um grupo grande, reservamos 4 mesas numa balada bem chique. De tarde, avisaram que alguns iam furar, e eu tava justo falando com o David sobre um trampo e aproveitei pra perguntar se eles queriam se juntar. Perguntei pra Anto e ela confirmou.
Entramos na balada umas 1h da manhã todo mundo junto. Na real, eu conhecia pouca gente, David e Anto não conheciam ninguém além de mim. Ficamos meio de lado com eles e mais uns dois. Martu ia e voltava entre todo mundo, bem no papel de protagonista homenageada.
A quantidade de álcool que foi consumida até eu fiquei assustado, não paravam de chegar garrafas e mais garrafas.
Lá pras 5h da manhã restavam uns 15, os mais chegados de Martu, David e Anto, claro, eles nunca descem do trem até parar na estação. Eu me divertia vendo ela dançar com uma amiga, com outra, com um cara, com outro, vinha pra gente, dançava um pouco e voltava pros outros.
Em certo momento, fiquei encarando ela, encostado no encosto de um sofá, com um copo na mão. Isso fez com que David e Anto viessem falar comigo.
A: Ahhhh tá, mas a mina te deixou todo otário.
S: Por quê?
A: Parece que tá apaixonado por ela.
S: Tô.
D: E a Eve?
S: É uma paixão diferente da Eve, mas também é, não consigo descrever.
😨 E a Eve, o que acha?
S: Sente exatamente a mesma coisa.
D: Ela é divina.
S: Adoro ver como ela se diverte.
A: É o aniversário dela, veio pra isso.
Nisso, olhamos os três pra ela e a baixinha começa a fazer uma rodada de beijinhos, um beijo em cada um e depois vem na nossa direção. Primeiro dá um beijo no David, e Anto fica olhando.
M: Desculpa, te incomoda? — A resposta ela já sabia.
A: Dá um beijo de verdade, igual a esse.
Anto agarra Martina pelo pescoço com as duas mãos e dá um beijão na boca dela, e elas começam a se pegar.
M: Um assim que você quer que eu dê?
Martina faz exatamente isso com David, depois comigo e voltou pras amigas dela.
D: Essas minas se provocam e vão na lata.
S: Vamos pra casa depois?
A: Os quatro?
S: Quer chamar mais alguém?
A: Não, na real só quero a mina, vocês vêm de brinde.
S: Vou falar com ela agora.
Vou pra onde ela tava, danço bem colado atrás dela, apoiando ela e... Falo no ouvido dela.
S: Gostosa, vamos fazer um after em casa?
M: Óbvio, vou perguntar quem topa.
S: Só o David e a Anto, te agrada?
M: Me agrada pra caralho.
S: Elas te excitam?
M: Me excitam.
M: A Anto quer te dar um presentinho de aniversário.
M: A Eve falou super bem dela.
S: Hoje ela vai te fazer viver isso.
Ficamos até a balada fechar, saímos todos, pedimos um carro e antes de subir a Anto tirou umas balas perigosas, deu metade pra cada um, tomamos e entramos no carro pra casa.
Eu e o David estávamos de camisa e jeans.
As minhas ambas de saia curtinha, a Martu com uma blusa transparente que dava pra ver o sutiã de renda e a Anto com um top curtinho.
Chegamos com a desculpa de fazer menos barulho no apartamento, tiramos os sapatos, colocamos música e dançamos no ritmo no tapete da sala.
Nossos corpos se roçavam, se tocavam. Dançando encostado na Martina, comecei a desabotoar a camisa dela, trabalho que a Anto terminou e tiramos. As minhas se beijaram apertando os corpos, os peitos. Nós dois homens apoiávamos elas no ritmo e, na mesma posição, esticando os pescoços, chegamos a nos beijar cruzados pela primeira vez na noite.
A Martu disse que se tiramos a camisa dela, nós também devíamos ficar sem camisa e tratou de fazer isso, deixando nós dois homens de torso nu.
Fiquei atrás da Anto, o David atrás da Martu. Elas se pegavam como loucas desenfreadas, se tocavam, se agarravam, devoravam os pescoços uma da outra. Nós metíamos a mão em tudo, encostávamos a bunda nelas, lambíamos as nucas, os pescoços.
A Anto desabotoou meu jeans e empurrou pra baixo pra eu tirar. Minha pica tava dura pra caralho, levantei a saia dela e comecei a esfregar com a cueca contra a buceta dela. A Martu tinha puxado a fio dental dela pro lado.
Quando olhei, o David já tava pelado, passando a pica na buceta da minha namoradinha.
Dei um passo pra trás pra ver a cena e tirar a cueca. A Anto aproveitou, tirou a corpiño da Martina, chupou os peitos dela e deitou ela no descanso de pé do sofá, tirou a tanga e a saia, deixando ela completamente pelada. Deitou por cima dela, beijou ela na boca e foi descendo, peitos, barriga e continuou por uma coxa até o joelho, voltou pela outra perna, ficou de quatro no chão e começou a comer a pussy dela.
De todas as gostosas que vi comer pussy na minha vida, a Anto é a que mais se apaixona e a que melhor faz a outra gostosa se sentir.
Com o David, a gente ficou um de cada lado, colocando a cock perto da boca da Martu, ela acertava chupar uma, depois a outra, se aproximava tentando enfiar as duas na boca ao mesmo tempo, mas não conseguia se controlar, não parava de gemer a ponto de mal conseguir respirar.
O David se afastou pra ver bem a cena. Eu fiquei do lado da Martu, ela me abraçou, me apertou e gozou como nunca tinha visto ela cum. Tão intenso que demorou uns minutos pra voltar ao normal.
M: A Eve tinha razão, você é uma fera.
A: Isso é só o começo, pequena.
A Anto mandou a gente se aproximar dela, se ajoelhou e começou a chupar a cock da gente toda desesperada. A Martina ativou, ficou atrás dela, tirou a roupa dela, segurou a cabeça dela e guiava pra ela chupar a minha, a do namorado dela ou as duas ao mesmo tempo. Depois ficou na frente dela e entre as duas chuparam as duas pijas juntas. De todo tipo de combinação.
M: Gente, me ajudem a devolver o favorzinho pra Anto.
S: Claro, meu amor, o que a gente faz?
M: Você deita no chão de barriga pra cima.
A Martu pegou a Anto, sentou ela na minha cock e deitou ela em cima de mim de barriga pra cima, beijou ela na boca e desceu até a pussy pra comer ela enquanto eu metia nela.
O David aproveitou que a pussy da Martina tava desejosa, ela tava de quatro e começou a garchá-la assim até fazer ela cum, ela em nenhum momento parou de comer a pussy da Anto, que tava recebendo prazer duplo e parecia que tava sempre gozando. A boca dela tava livre, me beijava, mas precisava de uma rola e o David tirou a dele da buceta da Martina e levou ela pra chupar só. A Anto chupava a rola do namorado, virava e me beijava, eu sentia na boca dela o gosto da buceta da minha namorada.
O David tirou a rola da boca dela e começou a bater punheta pra gozar nos peitos e na barriga dela, a Anto gozou automática até tremendo de tão intenso.
A Martina tirou minha rola de dentro da Anto e começou a chupar até que quando eu tava perto de gozar ela apontou pra barriga da Anto e joguei toda a porra misturada com a do David em cima dela.
M: Que puta que você é, tá toda de porra e já nem sabemos de quem é.
A: Vocês três me deixaram que não consigo nem respirar.
A Martina levantou, ajudou a Anto a levantar, de frente beijou ela, se apertaram os corpos com as duas gozadas juntas. Falaram umas coisas no ouvido e:
M: Vou levar ela pro chuveiro, vamos tomar banho juntas rapidinho.
A: Vocês podem vir ver e bater punheta, mas nada de nos tocar.
No chuveiro temos um box de vidro translúcido. As vadias entraram, se limparam uma com a outra com a boca, depois se ensaboaram os corpos enquanto se tocavam e se beijavam. O David e eu estávamos olhando pra elas de rola dura, esperando saírem. Se secaram rapidinho.
A: Meu amor, eu vou levar o Santi pro quarto, você leva a Martu pra sala, a gente se vê daqui a pouco.
O David pegou minha namorada pela mão e levou ela, a Anto me pegou pela rola e fomos andando até o quarto, fechou a porta, me olhou e soltou aquele sorriso malvado de depravada, conheço bem.
A: Vou te enlouquecer.
S: Tô pronto pro que você quiser.
A: Me dá a bolsinha mágica da sua mulher.
S: Ahhh, você é uma filha da puta.
A: Antes de você me tocar de novo, vou me tocar eu.
S: Você senta e fica quieto.
Peguei os brinquedos da minha mulher, me sentou na poltrona que temos no quarto, ela se colocou no meio da cama, apoiada na cabeceira, virou o bolsinho de brinquedos, pegou o celular e botou um pornô, começou a enfiar os dedos e se esfregar nos peitos, pegou um vibrador e passou na buceta, trocou pelo sugador de clitóris e um consolo tamanho cock real que vibra e começou a se meter com aquilo enquanto via o vídeo e eu vendo aquela cena comecei a bater uma.
A: Ninguém autorizou você a se tocar.
S: Tô desesperada.
A: Ainda falta.
Pegou um plug anal, lubrificou com a buceta e enfiou no cu.
S: Não aguento mais, amiga. Minha cock vai explodir.
Ela me olhou, enfiou o consolo até o fundo, se deitou abrindo as pernas pra eu ver os dois brinquedos saindo do corpo dela.
A: Agora vem, sem usar as mãos, tira o brinquedo de mim e mete.
Peguei o consolo com a boca, tirei e levei até a boca dela pra chupar, desci pra chupar a buceta dela uns segundos, ela me agarrou pelos ombros e pediu pra eu meter de novo.
Subi nela e enfiei a cock até o fundo.
A: Não tinha te pedido pra chupar.
S: Adoro chupar você, é uma delícia.
A: Chupa isso aqui que tem gosto de mim.
Ela pegou o consolo que eu tinha tirado e enfiou na minha boca, a gente terminou chupando junto até ela me dar na mão, me fez sair, virou de bruços.
A: Toma, já sabe o que fazer, né?
Tirei o plug, coloquei uma camisinha e encostei minha cock na entrada do cu dela, e ela foi entrando sozinha enquanto gemia baixinho, comecei a meter e enfiei o consolo de novo na buceta dela ligando no vibrar, agora ela gemia que nem uma louca, eu sentia tudo dentro dela, o consolo vibrando forte me deixava louco.
Anto gozou forte, me fez sair e tirar o brinquedo.
Ela me deitou de costas, tirou a camisinha e começou a chupar minha cock até eu gozar na boca dela, engoliu todo o leite e se deitou em cima de mim.
Ficamos em silêncio, um silêncio que deixava a gente ouvir os gemidos da Martina, conheço ela, tava quase gozando. Gozou e fez intensamente.
Poucos minutos depois, vieram pro quarto e a gente dormiu os quatro na cama por um tempinho. Depois os caras foram embora, eu e a Martina transamos mais uma vez e caímos no sono bem profundo até quase de noite.
Sei que tenho deixado vocês meio de lado, mas é que simplesmente não tô quase transando nada. Minha mulher, Eve, mora fora e quando vem a gente trepa, mas é mais emocional, apaixonado e amoroso do que algo que daria pra contar aqui. Não ia agregar pro leitor.
Mas... A Martina veio passar as festas, ela também mora fora, tá estudando nos EUA.
Pra quem não acompanha a história, eu e Eve somos um casal swinger, semiaberto, e a Martina é nossa "namorada". Ao mesmo tempo, os outros protagonistas da história são o David e a Anto, um casal com quem a gente já se enfiou em várias festas, chegamos a morar junto os 4 na mesma casa quando estávamos fora. Entre os 4 rolou de tudo e tá tudo de boa, cada um sabe seu papel com o outro, quando rola, rola, quando não rola, não rola.
Mas... A Martina nunca tinha ficado com eles, simplesmente não tinha acontecido.
Vou começar descrevendo o pessoal:
Eu tenho 40, 1,75, magro, corpo definido de academia, mas sem ser marcado, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.
A Martina é baixinha, 1,57. 22 anos, loira, olhos azuis claros, uma cara linda, delicada, peitos de tamanho bonito, uma bunda maravilhosa, um corpo todo treinado. Tudo natural, uma gostosa.
O David é grandão, 1,85, moreno, musculoso, bem bonitão, 33 anos.
A Antonella tem 1,60, castanha com cachos, olhos verdes, um corpo lindo, super harmônico, delicada, peitos bonitos, agora maiores porque ela operou, mas num tamanho que combina com o corpo, uma bunda gostosa, 26 anos.
A Martina veio ver a família nas festas e comemorar o aniversário dela. Passou uma noite em casa primeiro, onde a gente transou sem parar, e no outro dia foi pro sítio da família com o carro da minha mulher, que fica a umas horas de viagem.
Na volta, ela ia ficar mais 3 noites em casa. Numa delas, saímos pra uma balada comemorar o aniversário dela com as amigas e um grupo grande, reservamos 4 mesas numa balada bem chique. De tarde, avisaram que alguns iam furar, e eu tava justo falando com o David sobre um trampo e aproveitei pra perguntar se eles queriam se juntar. Perguntei pra Anto e ela confirmou.
Entramos na balada umas 1h da manhã todo mundo junto. Na real, eu conhecia pouca gente, David e Anto não conheciam ninguém além de mim. Ficamos meio de lado com eles e mais uns dois. Martu ia e voltava entre todo mundo, bem no papel de protagonista homenageada.
A quantidade de álcool que foi consumida até eu fiquei assustado, não paravam de chegar garrafas e mais garrafas.
Lá pras 5h da manhã restavam uns 15, os mais chegados de Martu, David e Anto, claro, eles nunca descem do trem até parar na estação. Eu me divertia vendo ela dançar com uma amiga, com outra, com um cara, com outro, vinha pra gente, dançava um pouco e voltava pros outros.
Em certo momento, fiquei encarando ela, encostado no encosto de um sofá, com um copo na mão. Isso fez com que David e Anto viessem falar comigo.
A: Ahhhh tá, mas a mina te deixou todo otário.
S: Por quê?
A: Parece que tá apaixonado por ela.
S: Tô.
D: E a Eve?
S: É uma paixão diferente da Eve, mas também é, não consigo descrever.
😨 E a Eve, o que acha?
S: Sente exatamente a mesma coisa.
D: Ela é divina.
S: Adoro ver como ela se diverte.
A: É o aniversário dela, veio pra isso.
Nisso, olhamos os três pra ela e a baixinha começa a fazer uma rodada de beijinhos, um beijo em cada um e depois vem na nossa direção. Primeiro dá um beijo no David, e Anto fica olhando.
M: Desculpa, te incomoda? — A resposta ela já sabia.
A: Dá um beijo de verdade, igual a esse.
Anto agarra Martina pelo pescoço com as duas mãos e dá um beijão na boca dela, e elas começam a se pegar.
M: Um assim que você quer que eu dê?
Martina faz exatamente isso com David, depois comigo e voltou pras amigas dela.
D: Essas minas se provocam e vão na lata.
S: Vamos pra casa depois?
A: Os quatro?
S: Quer chamar mais alguém?
A: Não, na real só quero a mina, vocês vêm de brinde.
S: Vou falar com ela agora.
Vou pra onde ela tava, danço bem colado atrás dela, apoiando ela e... Falo no ouvido dela.
S: Gostosa, vamos fazer um after em casa?
M: Óbvio, vou perguntar quem topa.
S: Só o David e a Anto, te agrada?
M: Me agrada pra caralho.
S: Elas te excitam?
M: Me excitam.
M: A Anto quer te dar um presentinho de aniversário.
M: A Eve falou super bem dela.
S: Hoje ela vai te fazer viver isso.
Ficamos até a balada fechar, saímos todos, pedimos um carro e antes de subir a Anto tirou umas balas perigosas, deu metade pra cada um, tomamos e entramos no carro pra casa.
Eu e o David estávamos de camisa e jeans.
As minhas ambas de saia curtinha, a Martu com uma blusa transparente que dava pra ver o sutiã de renda e a Anto com um top curtinho.
Chegamos com a desculpa de fazer menos barulho no apartamento, tiramos os sapatos, colocamos música e dançamos no ritmo no tapete da sala.
Nossos corpos se roçavam, se tocavam. Dançando encostado na Martina, comecei a desabotoar a camisa dela, trabalho que a Anto terminou e tiramos. As minhas se beijaram apertando os corpos, os peitos. Nós dois homens apoiávamos elas no ritmo e, na mesma posição, esticando os pescoços, chegamos a nos beijar cruzados pela primeira vez na noite.
A Martu disse que se tiramos a camisa dela, nós também devíamos ficar sem camisa e tratou de fazer isso, deixando nós dois homens de torso nu.
Fiquei atrás da Anto, o David atrás da Martu. Elas se pegavam como loucas desenfreadas, se tocavam, se agarravam, devoravam os pescoços uma da outra. Nós metíamos a mão em tudo, encostávamos a bunda nelas, lambíamos as nucas, os pescoços.
A Anto desabotoou meu jeans e empurrou pra baixo pra eu tirar. Minha pica tava dura pra caralho, levantei a saia dela e comecei a esfregar com a cueca contra a buceta dela. A Martu tinha puxado a fio dental dela pro lado.
Quando olhei, o David já tava pelado, passando a pica na buceta da minha namoradinha.
Dei um passo pra trás pra ver a cena e tirar a cueca. A Anto aproveitou, tirou a corpiño da Martina, chupou os peitos dela e deitou ela no descanso de pé do sofá, tirou a tanga e a saia, deixando ela completamente pelada. Deitou por cima dela, beijou ela na boca e foi descendo, peitos, barriga e continuou por uma coxa até o joelho, voltou pela outra perna, ficou de quatro no chão e começou a comer a pussy dela.
De todas as gostosas que vi comer pussy na minha vida, a Anto é a que mais se apaixona e a que melhor faz a outra gostosa se sentir.
Com o David, a gente ficou um de cada lado, colocando a cock perto da boca da Martu, ela acertava chupar uma, depois a outra, se aproximava tentando enfiar as duas na boca ao mesmo tempo, mas não conseguia se controlar, não parava de gemer a ponto de mal conseguir respirar.
O David se afastou pra ver bem a cena. Eu fiquei do lado da Martu, ela me abraçou, me apertou e gozou como nunca tinha visto ela cum. Tão intenso que demorou uns minutos pra voltar ao normal.
M: A Eve tinha razão, você é uma fera.
A: Isso é só o começo, pequena.
A Anto mandou a gente se aproximar dela, se ajoelhou e começou a chupar a cock da gente toda desesperada. A Martina ativou, ficou atrás dela, tirou a roupa dela, segurou a cabeça dela e guiava pra ela chupar a minha, a do namorado dela ou as duas ao mesmo tempo. Depois ficou na frente dela e entre as duas chuparam as duas pijas juntas. De todo tipo de combinação.
M: Gente, me ajudem a devolver o favorzinho pra Anto.
S: Claro, meu amor, o que a gente faz?
M: Você deita no chão de barriga pra cima.
A Martu pegou a Anto, sentou ela na minha cock e deitou ela em cima de mim de barriga pra cima, beijou ela na boca e desceu até a pussy pra comer ela enquanto eu metia nela.
O David aproveitou que a pussy da Martina tava desejosa, ela tava de quatro e começou a garchá-la assim até fazer ela cum, ela em nenhum momento parou de comer a pussy da Anto, que tava recebendo prazer duplo e parecia que tava sempre gozando. A boca dela tava livre, me beijava, mas precisava de uma rola e o David tirou a dele da buceta da Martina e levou ela pra chupar só. A Anto chupava a rola do namorado, virava e me beijava, eu sentia na boca dela o gosto da buceta da minha namorada.
O David tirou a rola da boca dela e começou a bater punheta pra gozar nos peitos e na barriga dela, a Anto gozou automática até tremendo de tão intenso.
A Martina tirou minha rola de dentro da Anto e começou a chupar até que quando eu tava perto de gozar ela apontou pra barriga da Anto e joguei toda a porra misturada com a do David em cima dela.
M: Que puta que você é, tá toda de porra e já nem sabemos de quem é.
A: Vocês três me deixaram que não consigo nem respirar.
A Martina levantou, ajudou a Anto a levantar, de frente beijou ela, se apertaram os corpos com as duas gozadas juntas. Falaram umas coisas no ouvido e:
M: Vou levar ela pro chuveiro, vamos tomar banho juntas rapidinho.
A: Vocês podem vir ver e bater punheta, mas nada de nos tocar.
No chuveiro temos um box de vidro translúcido. As vadias entraram, se limparam uma com a outra com a boca, depois se ensaboaram os corpos enquanto se tocavam e se beijavam. O David e eu estávamos olhando pra elas de rola dura, esperando saírem. Se secaram rapidinho.
A: Meu amor, eu vou levar o Santi pro quarto, você leva a Martu pra sala, a gente se vê daqui a pouco.
O David pegou minha namorada pela mão e levou ela, a Anto me pegou pela rola e fomos andando até o quarto, fechou a porta, me olhou e soltou aquele sorriso malvado de depravada, conheço bem.
A: Vou te enlouquecer.
S: Tô pronto pro que você quiser.
A: Me dá a bolsinha mágica da sua mulher.
S: Ahhh, você é uma filha da puta.
A: Antes de você me tocar de novo, vou me tocar eu.
S: Você senta e fica quieto.
Peguei os brinquedos da minha mulher, me sentou na poltrona que temos no quarto, ela se colocou no meio da cama, apoiada na cabeceira, virou o bolsinho de brinquedos, pegou o celular e botou um pornô, começou a enfiar os dedos e se esfregar nos peitos, pegou um vibrador e passou na buceta, trocou pelo sugador de clitóris e um consolo tamanho cock real que vibra e começou a se meter com aquilo enquanto via o vídeo e eu vendo aquela cena comecei a bater uma.
A: Ninguém autorizou você a se tocar.
S: Tô desesperada.
A: Ainda falta.
Pegou um plug anal, lubrificou com a buceta e enfiou no cu.
S: Não aguento mais, amiga. Minha cock vai explodir.
Ela me olhou, enfiou o consolo até o fundo, se deitou abrindo as pernas pra eu ver os dois brinquedos saindo do corpo dela.
A: Agora vem, sem usar as mãos, tira o brinquedo de mim e mete.
Peguei o consolo com a boca, tirei e levei até a boca dela pra chupar, desci pra chupar a buceta dela uns segundos, ela me agarrou pelos ombros e pediu pra eu meter de novo.
Subi nela e enfiei a cock até o fundo.
A: Não tinha te pedido pra chupar.
S: Adoro chupar você, é uma delícia.
A: Chupa isso aqui que tem gosto de mim.
Ela pegou o consolo que eu tinha tirado e enfiou na minha boca, a gente terminou chupando junto até ela me dar na mão, me fez sair, virou de bruços.
A: Toma, já sabe o que fazer, né?
Tirei o plug, coloquei uma camisinha e encostei minha cock na entrada do cu dela, e ela foi entrando sozinha enquanto gemia baixinho, comecei a meter e enfiei o consolo de novo na buceta dela ligando no vibrar, agora ela gemia que nem uma louca, eu sentia tudo dentro dela, o consolo vibrando forte me deixava louco.
Anto gozou forte, me fez sair e tirar o brinquedo.
Ela me deitou de costas, tirou a camisinha e começou a chupar minha cock até eu gozar na boca dela, engoliu todo o leite e se deitou em cima de mim.
Ficamos em silêncio, um silêncio que deixava a gente ouvir os gemidos da Martina, conheço ela, tava quase gozando. Gozou e fez intensamente.
Poucos minutos depois, vieram pro quarto e a gente dormiu os quatro na cama por um tempinho. Depois os caras foram embora, eu e a Martina transamos mais uma vez e caímos no sono bem profundo até quase de noite.
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