- Uffffff que pauzão você tem, tem uma rola grossa...Eu tinha ficado excitada mas não cheguei ao orgasmo, aquele velho me deixou com fogo... ele se levantou e tirou a camisinha pra jogar na cama e ir pro banheiro, eu fiquei deitada olhando aquela camisinha suja cheia de porra enquanto ouvia o jato forte na privada, parece que ele estava mijando, esperei um pouco ele terminar e quando acabou me sentei na cama pra arrumar minha calcinha e colocar, ele saiu do banheiro e me pergunta:
- O que você tá fazendo, putinha?
- Vou me vestir, já cumpri com o acordo, por favor faça o recibo, meu marido já deve estar pra chegar - digo
- Nada disso, gostosa - me diz enquanto arranca minha calcinha e joga num canto do quarto - ainda tem tempo pra dar mais uma, putinha - acrescenta enquanto me empurra pra deitar
Vi o pau dele e tava roliço, não estava em repouso mas também não ereto, dava pra ver um pedaço de carne grande e grosso pendurado, ele deitou do meu lado e começou a me dar beliscadinhas nas costelas e barriga e como sou muito cócegas comecei a me contorcer e tentar evitar as cócegas, ele sorrindo ao ver que eu era cócegas me diz:
- Hahaha vai me dizer que não gostou da foda que acabei de te dar...
- Hahaha gostei, gostei... mas não faz cócegas, nãooooo fica quietoooooo...
- Hahaha a senhora é cócegas hahahaha - me dizia enquanto eu tentava me negar e tentava tampar meus peitos
- Deixa as mãos quietas, Ramón... - me atrevi a tratá-lo por "você"
O homem continuou fazendo cócegas em mim e de vez em quando beliscava meus peitos principalmente os mamilos que são meu ponto fraco, gritava pra ele me deixar em paz mas ele parecia um polvo, não só tentava apalpar meus peitos mas tentava pegar minha buceta e eu não deixava fechando e cruzando as pernas, aquele jogo me excitava e mais ainda sabendo que fazia com um quase desconhecido, me dei me rendi e, como ele não tinha vindo, peguei uma de suas mãos e coloquei sobre um dos meus seios, dizendo sem me importar mais com nada:
- Você me deixou com tesão...
Puxei ele violentamente para mim e o beijei apaixonadamente. Já não era um beijo como os outros, agora era eu quem procurava sua língua pegajosa, chupei, devorei enquanto ele me agarrava e apertava meus peitos. Parei de beijá-lo para deixá-lo beijar meu pescoço e, enquanto ele fazia isso, me dizia:
- Já sei qual é seu segredo, putinha...
- Qual? - perguntei com minha melhor voz de vadia, enquanto acariciava seu cabelo e sentia ele lamber meu pescoço:
- Você fica excitada quando tocam seus peitos...
- Ah, siiiim, chupa meus peitos, seu safado, que estou excitada - disse da forma mais vulgar possível
O homem não fez cerimônia e desceu para me dar uma das melhores chupadas de peitos que já recebi. Sentia sua língua brincando com meus mamilos eretos, como ele os chupava e os roía com os dentes quando mordia. Ele fez tão forte que chegaram a doer por um tempo. Enquanto mamava meus peitos, o homem começou a pegar minha buceta, sentia seus dedos entrarem entre meus lábios úmidos e acariciarem meu clitóris... que delícia, era como se eu mesma estivesse me masturbando, já que gosto de fazer assim, me masturbar enquanto belisco meus mamilos. Estava quase gozando quando ele parou de mamar meus peitos para se ajoelhar na minha frente, abrindo minhas pernas e dizendo enquanto olhava morbidamente minha virilha:
- Vou chupar essa buceta...
Igualmente não disse nada, estava terrivelmente excitada, embora ainda sentisse um pouco de pudor e vergonha porque minha buceta não estava muito depilada. O homem, descendo da cama para se ajoelhar, posicionou seu rosto entre minhas pernas e, babando, começou a chupar minha buceta... como já disse, aquele homem acabou sendo um bom amante, minha nossa... que gostoso ele chupava minha buceta, sentia que Ele me lambia e chupava meu clitóris, teve momentos em que senti seus dentes se cravar no meu clitóris, me fazendo gozar que nem uma vagabunda... bom, na verdade eu estava que nem uma puta, de pernas abertas com aquele homem que não era meu marido chupando minha buceta, ele fazia tão bem que eu acariciava sua cabeça e apertava contra minha xota para que ele me masturbasse enquanto eu beliscava meus mamilos, não pude evitar de ter um orgasmo escandaloso que aproveitei demais, ele deitou ao meu lado sorrindo para me dizer da forma mais vulgar:
- Chupa meu pau, vagabunda...
Eu me coloquei de bruços entre suas pernas e ele me agarrando com uma mão pelos cabelos e com a outra seu pauzão, ele esfregou em todo meu rosto enquanto movia a pélvis e me dizia:
- Abre, vagabunda, segura meu pau com essa boca... vai, vagabunda, engole...
O homem estava exagerando, estava me tratando de um jeito muito vulgar e longe de me incomodar, estava gostando demais, nunca tinha me sentido tão humilhada e tão usada como naquele dia, comecei a chupar aquela rola enquanto ele mexia minha cabeça e rangendo os dentes me diz:
- Sssssss que gostoso você chupa, sente, filha da puta, sente como ele fica duro, sua suja...
E a verdade é que eu sentia aquele pau ficando duro no meu paladar, ele estava quente e gostoso, o homem empurrando minha cabeça para que eu enfiasse na boca, terminou me engasgando com a cabeça que quando ficou presa na minha garganta, ele tirou ao me ver engasgada, ficando fios de saliva conectando meus lábios carnudos com a cabeça do pau que saiu grande e pulsando da minha boca, eu disse com os olhos chorosos e tossindo:
- Toss - Eu estava engasgando...
- Uhmmmm gostoso... Sentiu como ele ficou duro na sua boca? - me pergunta o babão
- Toss - Sim, ele ficou duro - digo enquanto seguro e olho para ele
- Continua chupando, vagabunda, que você faz gostoso - me diz empurrando para que eu enfiasse de novo na boca Passando minha língua pelos lábios e respirando fundo, abro minha boquinha e enfio aquele lindo cabeção que parecia ter crescido ainda mais. Naquele momento, me senti mais vadia do que nunca, já que estava adorando aquilo. Pensar que tinha me deitado com o caseiro para pagar o aluguel me fazia sentir a mais vil das putas, ainda mais pelo tratamento de puta barata que aquele senhor tinha comigo. E pior, meu marido tinha aceitado. Chupei aquele pau melhor do que o do meu marido e até dos namorados que já tive. Estava terrivelmente excitada, e o muito safado ofegava como um porco ao sentir aquela chupada. Fiquei um bom tempo mamando quando ele tirou da minha boca e, excitada, falei com minha melhor voz de puta:
- Me come...
- Agora você me pede para te comer, tão recatadinha que se faz, e olha que vadia você acabou sendo hahahaha... Todas as mulheres são umas vadias. Me pede para enfiar, vadia. Me pede para arrebentar essa buceta – ele disse enquanto agarrava meus cabelos e esfregava o pau na minha cara toda, de um jeito pervertido.
- Me come, por favor, enfia – falei enquanto curtia ele passar o pau pela minha cara toda.
- Seu marido tem um grande, quem dos dois tem maior? – ele perguntou batendo o membro na minha cara.
- Você, você tem enorme, é maior e mais grosso que o do meu marido – respondi desesperada enquanto ele batia.
- Hahahaha qual dos dois você gosta mais? – ele perguntou rindo.
- O seu eu gosto mais, você tem maior, mais grosso, o seu me deixa louca – falei enfiando e tirando da boca.
- Hahahaha que vadia você é, você é uma maldita puta... Me pede para te comer, para arrebentar essa xota – ele disse, muito vulgar.
- Me come, me come... você tem esse pau grande e gostoso, vai, me come gostoso, arrebenta minha xota – falei desesperada.
O cara se levantou da cama e, me agarrando pelo braço, me ajudou a levantar, dizendo:
- Fica de quatro como a puta que você é... Você é, que nem uma vadia...
- Vai me comer?
- Sim, vou te dar o que você merece por ser puta - ele me diz do jeito mais vulgar
Eu, terrivelmente excitada como estava, me coloquei como ele queria, me masturbando, vi o pau dele balançando desafiador e duro, e disse:
- Põe a camisinha...
- Por que não fazemos sem? - ele disse, se referindo a fazer sem camisinha
- Não, não, Ramón... não estou me cuidando e estou nos dias mais férteis - falei alarmada
Ele, resignado, pega o pacote e abre, terminando de colocar a camisinha. Apoiei-me nos cotovelos e baixei a cabeça, esperando a penetração. Senti que ele começou a passar a cabeça inchada por toda a minha buceta até o ânus e vice-versa, quando de repente sinto pressão neste último, na minha entrada traseira. Eu me encolhi e afastei a bunda, alarmada, dizendo:
- !!! Opa, por aí não!!!
- Seu marido não te come pelo cu? - ele pergunta enquanto me agarrava pelos quadris para me colocar em posição novamente
- Ele come, mas só dou pra ele, além do mais você tem isso muito grande - respondi
- Deve ser bem apertadinho, anda, gostosa... deixa eu meter no seu cu, anda, e não contamos pro seu marido - ele diz, todo babão
- Não, não, fique quieto, isso é dele, respeite - digo meio irritada
- Ok, tudo bem, mas não fique brava, gostosa - ele diz enquanto esfregava a cabeça do pau nos meus lábios vaginais
- Calma, não estou brava, só que...
Nisso, ele mete o pau de uma só vez, fazendo doer:
- Ai, devagar, filho da puta, não tão duro! - digo ao me sentir tão violentamente penetrada
- Ssssss, meti tudo, puta - ele me diz
- Uffff, senti sim, doeu, como você está duro...
Eu, com os cotovelos apoiados, baixei a cabeça para morder o travesseiro do meu marido, esperando a "bombeada" daquele homem que me agarrava pelos quadris, mas não foi assim, senti mais bem... que me puxava e manipulava, me agarrou pelos cabelos para me dizer:
- Vamos ver, filha da puta, fica de quatro que vou fazer o recibo de pagamento...
O grandessíssimo cabrão ia usar minhas costas para escrever e me parecia a coisa mais vulgar fazer assim, mas me dava um tesão terrível, me sentia como um objeto, como o objeto dele, mas longe de me irritar, eu gostava, ficando com uma mão apoiada na outra comecei a esfregar meu clitóris enquanto pergunto:
- Você não pode esperar até a gente terminar?
- Você tá tão desesperada assim pra levar pau, sua vagabunda? - me responde com uma pergunta
- Sim, sim... me come primeiro, papi, me come que eu tô com tesão, me come já!!!! - suplico enquanto me masturbo
- Hahahaha que puta você é, mulher, que vadia... primeiro as obrigações e depois foda-se o seu - me diz
- Sssss tá bom, pussy, mas se apressa - digo resignada
Ele começou a escrever nas minhas costas enquanto eu sentia como ele me marcava lentamente e sentia como pulsava aquele pedaço de carne dura na minha buceta, eu não parava de me masturbar até que sinto que ele arranca o recibo do talão e coloca na minha frente, não li, joguei de lado enquanto ele, colocando suas coisas também de lado, me diz agarrando meus quadris:
- Agora sim, vagabunda, se prepara que é sua vez, vou te dar seu merecido por ser puta...
- Aiiiii sim, papi, me dá duro, me come com força, me dá, me dá, me dá... - digo desesperada
Como eu estava na beirada da cama e ele em pé me penetrando, me puxou de novo pelos cabelos para evitar que eu me apoiasse nos cotovelos, colocou o pé esquerdo na cama e começou a me foder duro e selvagem, que gostoso aquele homem estava me comendo, parecia uma máquina a toda velocidade, sentia como entrava e saía aquela rola no meu buraco melado, começou a ofegar forte dizendo:
- !!! TOMA, vagabunda, TOMA!!!
- Ssssss sim, papi, me come, me come gostoso - eu dizia ofegante
- Que gostoso você balança essas tetas, puta - ele me diz enquanto puxava meu cabelo e soltava minha cintura para agarrar um dos meus seios
Agora era eu que estava curtindo aquela penetração, como falei antes... aquele homem acabou sendo um bom amante e foi no meio daquela excitação que eu disse baixinho:
- Ssssss, papi, me dá leitinho...
- O que você disse? - ele pergunta, puxando mais meu cabelo para me aproximar dele
- Quero leitinho, me dá seu leitinho... - digo excitada
- Onde você quer o leitinho, ahhhh, fala... onde você quer meu leitinho - ele diz enquanto continuava metendo
- Na boca, goza na minha boca...
Ele empurra minha cabeça para soltá-la, me agarra com as duas mãos pela cintura e começa a me foder selvagemente, fazendo com que aquelas palmadas nas nádegas soassem escandalosamente, enquanto eu sentia suas bolas pesadas batendo nos meus lábios íntimos atormentados:
- Ssssss, você é mais puta do que eu pensava, você quer leitinho... aí vai seu leitinho...
Eu estava quase gozando quando de repente ele tirou o pau e, segurando-o com o punho, me agarra pelo cabelo e com a outra mão me puxa para me sentar no chão. De uma só vez ele tira a camisinha e começa a se masturbar na minha frente, estava no meio da punheta quando quase gritando me diz, agarrando-me novamente pelo cabelo:
- !!! VAI TOMAR NO CU QUE SUJA VOCÊ É, ABRE A BOCA, PUTA DESGRAÇADA, QUE EU VOU GOZAR !!!
Mal tinha terminado de abrir a boca quando ele dispara um jato de porra que atravessa meu rosto, me molhando até o cabelo. Desesperado, ele enfia a cabeça do pau na minha boca sem parar de se masturbar, dizendo enquanto continuava me agarrando pelos cabelos com a outra mão:
- !!! VAI SE FUDER QUE PUTA VOCÊ É, ENGULA, MOÇA, VOCÊ QUERIA LETINHO... ENGULA TODO MEU LETINHO, PUTA !!!
E eu tive que engolir toda a porra daquele homem. O leitinho estava quente, grosso e abundante, um pouco salgado para o meu gosto. Gostoso, mas engoli tudo, eu não conseguia acreditar que o proprietário tinha acabado de gozar seu sêmen na minha boca e eu estava engolindo como uma puta. Ele se acalmou um pouco, embora eu ainda sentisse sua respiração ofegante, e o safado sacudiu e espremeu a cabeça do pau para me dar até a última gota de porra, enquanto acariciava minha cabeça como se eu fosse um animal:
- Isso que é ser putinha, me limpa bem o pau... que delícia que eu gozei, você é uma boceta boa da sua mãe...
Fiquei chupando ele por um tempo até que tirei da boca e, olhando de má vontade, digo:
- Pronto, espero que a conta esteja quitada agora...
- Completamente, aqui está o recibo - ele me diz sorrindo com uma cara de satisfação
- Vista-se que meu marido deve estar chegando - digo enquanto me levanto do chão
Peguei rapidamente o roupão de banho e o coloquei para cobrir minha nudez e esperei aquele velho nojento se vestir. Quando ele colocou a cueca, vi que ainda tinha o membro meio roxo. Quando terminou de se vestir, pegou minha calcinha e, cheirando, me diz:
- Posso levar sua calcinha de lembrança?
- Leve - falei de má vontade enquanto esperava na porta do quarto com os braços cruzados
O homem pegou suas coisas e saímos do quarto. Abri a porta e, por coincidência, meu marido estava chegando e, ao nos ver, não disse surpreso:
- Ahhhh já terminaram...
- Sim, sim... tudo pronto - diz o homem sorrindo e satisfeito
Meu marido, longe de se sentir humilhado, fazia uma cara alegre de curiosidade. Olhando para mim, tenta me dar um beijo que eu esquivo virando os olhos, e ele me diz:
- Como você está, meu amor?
Não respondi nada. Ele, sem se importar com meu mau humor, pergunta ao homem:
- Como foi, Sr. Pérez, ficou satisfeito?
- Demais... sua mulher tem o recibo de pagamento, espero que essa experiência se repita - diz o homem olhando para mim
- Duvido muito, Na próxima eu mesma faço o pagamento, pode ter certeza - digo irritada
- Hahaha isso eu espero, gostosa. Por mim... adoraria que você me pagasse assim de novo - ele diz tentando me abraçar
- Nem sonhe - respondo
- Amigo, te invejo - diz o homem sorrindo para meu marido
- Obrigado, Sr. Pérez - responde o safado
- Que mulherão sua esposa, amigo, um verdadeiro mulherão. Se me permite? - diz cavalheirescamente ao meu marido, fazendo-o se aproximar
- À vontade, Sr. Pérez, diga - diz meu marido prestando atenção
- Nunca comi uma puta tão gostosa como sua mulher - diz quase no ouvido dele e me encarando
- O que foi, Sr. Pérez? Respeite que é minha senhora - diz meu marido olhando para ele
- Não se irrite, homem, mas é verdade. Sua mulher é super putinha... Se fosse você, vigiaria mais. Se hoje ela topou fazer comigo, amanhã tem meio bairro entre as pernas, fica esperto - diz o tarado
- Por favor, Sr. Pérez, pedimos discrição. O que aconteceu aqui fica entre nós, ok? - pede meu esposo enquanto eu observava incrédula
- Hahahaha relaxa, safado. Dessa foda só sabemos nós três hahahaha - responde ele rindo
Eu, irritada e excitada pela safadeza da conversa, abri a porta e disse:
- Se for tão gentil assim, Sr. Pérez, tenha um bom dia...
- Até depois, gostosa. Me liga se precisar de companhia... Tchau, safado - diz ao meu marido saindo
Bati a porta e, irritada, agarrei meu marido pela mão. Caminhando até o quarto, disse:
- Vamos pro quarto, safado, você e eu precisamos conversar...
Mal entrei no quarto, tirei o roupão e me joguei na cama de pernas abertas, me masturbando e digo:
- Tira a roupa, safado, e vem me comer que não fiquei satisfeita...
- O que foi, amor? O Sr. Pérez te machucou? - pergunta alarmado enquanto se despia
- Ah, cala a boca e anda logo...
Continuei me masturbando enquanto via como ele se despia, e o safado já estava de pau duro. Ele se deitou ao meu lado e agarrou meus peitos para chupá-los. Ele sabe que eu gosto que ele faça isso enquanto me masturbo, mas, irritada, eu disse:
- Mete logo, porra, que eu tô com tesão...
Ele montou em cima de mim e, colocando a cabeça do pau na entrada da minha buceta, me penetrou de uma só vez. Quando me senti bem enfiada, procurei sua boca para beijá-lo com selvageria, sabendo que ela estava pegajosa por causa do sêmen que eu tinha engolido. Ele parou de me beijar para dizer:
- Sua boca tá fedendo a porra...
- O que você esperava, safado? Que cheirasse a rosas? Acabaram de encher minha boca de gozo - digo, carinhosamente, mordiscando sua orelha.
- Você engoliu? - ele pergunta, excitado, enquanto me fode.
- Claro, safado. A sua eu não engulo - respondo, ofegante.
Ele estava excitado, estava me comendo gostoso (embora eu não me sentisse tão "cheia" com o pau dele como me sentia com o do Sr. Pérez). Ele me perguntou, enquanto me fodia:
- Você vai me contar como foi com ele?
- O que você quer saber, safado? - respondo com uma pergunta no ouvido, excitada.
- Como é o pau dele?
- Sssss... é grande - respondo, ofegante.
- Maior que o meu? - ele pergunta, me dando.
- Sim, safado. O Sr. Pérez tem um pau enorme - digo, sem parar de imaginá-lo.
- Mas como é? Como é? - ele pergunta, desesperado.
- Já te falei, é grande, grosso, quente... uhmmm, é gostoso...
- Você gostou de ficar com ele? - ele pergunta.
- Aquele velho é nojento, mas me comeu divinamente - digo, enquanto ele me fodia e eu o abraçava com pernas e braços.
- Quantas vezes ele gozou? - pergunta o safado.
- Sssssss... duas vezes, safado. Ele gozou duas vezes, na minha buceta e na minha boca - digo, excitada.
- Ele usou camisinha? - pergunta. entupida - Claro, por ali estão os dois usados, um cheio de porra... - E você gozou? - outra pergunta idiota - Só uma vez, depois que ele gozou pela primeira vez eu estava mais excitada... gozei quando ele estava chupando minha buceta - disse sem vergonha, já no ponto do clímax - E chupou seus peitos? - pergunta ridícula - Uhmmm sim, chupou meus peitos gostosos, mordeu meus mamilos e acho que arrebentou o direito - digo enquanto me contorço - Você ficou excitada, né? - me pergunta como se não soubesse que eu gosto - Ssssss você sabe muito bem que eu adoro que chupem meus peitos, você sabe que é um jeito fácil de me fazer dar a buceta... - Ssssss que puta você é, mami, que vadia você é - me diz dando mais forte Agora sim eu estava prestes a gozar, estava muito excitada, enquanto ele me comia revivia na minha mente os momentos que tinha vivido com o Sr. Pérez e, excitada, dizia no seu ouvido: - E você é um corno, se fodeu... gostei que outro macho me comesse, se prepara porque vou te meter uns chifres da porra, seu corno, porque é isso que você é, um corno e vai ter que engolir, entendeu, corno? - Sim mami, sim mami - disse ele, muito submisso - Agora me come direito, corno, me dá forte que estou imaginando o pauzão do Sr. Pérez uhmmm, me dá, me dá que vou gozar ahhgggg... Ele me deu forte como pedi e gozei deliciosamente, tive um orgasmo prolongado que aproveitei e enquanto isso o grandíssimo corno também gozou, me deixando cheia de porra, descansou em cima de mim para depois desmontar e descansar ao meu lado, me levantei e disse: - Vou tomar um banho.... E assim fiz, me tranquei no banheiro e tomei um banho reparador, enquanto fazia isso pensei no que tinha feito, me prostituí e me senti humilhada, suja, mas gostei, tinha gostado de fazer com aquele homem quase desconhecido e horrível, tinha gostado do tamanho daquele pau e o que mais me... O que tinha gostado foi me sentir tão puta. O filho da puta do meu marido ficou batendo na porta para tomar banho comigo, mas não deixei, saí e nem falei com ele. Ele entrou no banheiro para se lavar, vi ele com cara de arrependido, mas ignorei. Sequei o cabelo e procurei roupa para sair, estava pensando em ir para a casa da minha mãe e estava colocando a calcinha quando vi a carteira do meu marido. Ela estava bem grossa, abri e levei o maior susto: o grande filho da puta tinha dinheiro suficiente para pagar seis meses de aluguel. Naquele momento, meu sangue ferveu. O desgraciado me prostituiu por prazer, queria matá-lo. Me vesti rápido, peguei o dinheiro e saí de casa. Eu tinha ganho aquilo. Gastei fazendo os pés, as mãos, coloquei extensões no cabelo e comprei umas roupinhas. Gastei tudo, eu merecia e ele também, por ser um cuzão... E isso foi só o começo, esperem que vou contar o que fiz depois.
Já tinham passado quinze dias desde o encontro que tive com o nosso senhorio, um encontro que, além de vulgar e nojento, eu gostei, já que aquele homem me tratou como nunca me trataram. Naqueles dias, eu ficava me masturbando dia e noite, fazia amor com meu marido contando detalhes daquele encontro, já que ele adorava... Os dias foram passando e eu não conseguia tirar o pênis do Sr. Pérez da minha cabeça. Tinha que fazer algo para aproveitar de novo e não podia esperar até o próximo pagamento do aluguel, muito menos sem saber se meu marido teria o dinheiro.
O que vou contar aconteceu numa segunda-feira, quando meu marido tinha ido trabalhar e eu estava com muito tesão. Era por volta das sete da manhã, e assim que ele saí, coloquei em ação um plano para trazer o Sr. Pérez para a cama. Fui ao banheiro e peguei a mangueira do chuveiro de mão que temos ao lado do vaso sanitário (aquela que só eu uso para lavar minhas partes íntimas) e puxei para quebrar, mas como não conseguia, procurei na cozinha uma faca e o martelo de carne e com isso quebrei. Estava terrivelmente excitada. Voltei pro quarto e, tirando minha calcinha, me joguei na cama, mas não sem antes pegar meu consolo que guardava na mesa de cabeceira. Me masturbei pensando na minha única fantasia: ter o pau do proprietário de novo. Enfiei o consolo enquanto esfregava meu clitóris desesperadamente. Dava uma raiva que meu consolo estava estragado e sem bateria. Aí parei a masturbação e, sem tirar o consolo da buceta, peguei o telefone e liguei pro Sr. Pérez. Quando começou a tocar, hesitei em desligar e esquecer tudo, mas a curiosidade e a puta que tenho dentro falaram mais alto. Ele atendeu:
- Alô
- Alô... Sr. Pérez? – perguntei nervosa
- Sim, quem fala? – me perguntou sem reconhecer minha voz
- Oi, como vai? Aqui é a Miriam Caballero, a esposa do Carlos, seus inquilinos, lembra de mim? – falei
- Como não lembrar, gostosa – me incomoda quando ele fala assim, mas me excita – a gente não para de pensar em você – acrescentou
- Quem, Sr. Pérez? – perguntei surpresa
- Meu pau e eu, gostosa. A gente não para de pensar em você nem por uma hora, nos divertimos muito com a calcinha que você deixou. Aliás, já deixamos ela ainda mais suja do que estava...
Aquela frase, por mais vulgar que fosse, me excitou demais e fez com que eu começasse a me masturbar enquanto falava com aquele homem:
- Ai, Sr. Pérez, você e suas coisas…
- Mas então, a que devo essa ligação tão surpresa? Ainda falta pra pagar o aluguel, hahahaha – aquele homem riu ironicamente
- Estou ligando pra saber se poderia me fazer um favor, Sr. Pérez… – falei decidida
- Diga, pra que sou bom, bela dama? Peça com essa boquinha deliciosa – ele disse, me deixando desconfortável, mas sem deixar de me excitar
- Estou com um problema no banheiro e queria saber se você poderia vir ver se consegue resolver – soltei, envergonhada
- Hahaha, tá com problema no cano, é? Hahaha – ele disse rindo
- Sério, pode vem dar uma olhada, por favor - digo com a melhor voz de putinha
- E seu marido? - ele pergunta
- Não está, está no trabalho - respondo
- Está sozinha?
- Sim, sozinha... Vai vir? - pergunto
- Com prazer, gostosa, já estou saindo praí - ele diz animado
- Vem, te espero
Enquanto conversava com ele, me masturbava silenciosamente, imaginava o membro daquele homem entre minhas pernas, enfiava o consolo e gozava como uma puta, o coração saía pela boca, estava louca pra fazer aquilo e ainda mais escondida do meu marido, mas queria ver, tocar, chupar o pau do Sr. Pérez. Estava nervosa, então fui pro banheiro e tomei um banho caprichado, especialmente nas partes íntimas. Enquanto fazia isso, percebi que a buceta estava super peluda, como meu marido gosta, não tinha me dado ao trabalho de depilar. Aliás, as pernas e as axilas já precisavam de manutenção, mas realmente não tinha mais tempo pra isso. Saí do banheiro e coloquei uma calcinha branca fio-dental, daquelas que cobrem metade da bunda e ficam enfiadas entre as nádegas. Coloquei um sutiã um número menor que tinha guardado há tempos e não tinha jogado fora. Como era velho, os elásticos estavam vencidos e realmente não ia "segurar" muito, sabia que com o mínimo movimento uma teta ia escapar hahaha... E pra cobrir aquelas peças íntimas "pra nada", coloquei uma camisa branca do meu marido que era meio transparente e marcava generosamente minha humanidade. Estava muito nervosa, mas ansiosa pra que aquele homem chegasse. O interfone tocou e, suspirando, abri a porta. Ao entrar, ele me olha surpreso e diz sorrindo:
- Bom dia, gostosa
- Bom dia, Sr. Pérez, pode entrar - respondo, abrindo passagem
Eu definitivamente estava louca, como era possível uma garota como eu se envolver com um cara daquele tipo? Ele se vestia mal, cheirava mal e me olhava com uma cara de tarado, era babaca, mas só de pensar naquilo... O que eu tinha entre as pernas fazia com que eu molhasse a calcinha, mal ele entrou eu disse nervosa: - Como está Sr. Pérez, como vai, obrigada por vir... - Me diz, gostosa, para que eu posso ser útil? - ele me diz sorrindo enquanto me despia com o olhar - Tenho um problema no banheiro e gostaria que desse uma olhada e se possível consertasse – eu digo - Vamos ver, gostosa - ele me diz - Quer um cafezinho? - ofereço - Por favor... - Já trago - digo, caminhando para a cozinha Senti que ele veio atrás de mim para a cozinha, abri o armário onde estão as xícaras e como estavam muito altas fiquei na ponta dos pés, fazendo com que a minha blusa subisse e deixasse à vista o começo das minhas nádegas e, claro, minha calcinha enfiada entre elas, o homem tossiu e me pergunta: - Está sozinha? - Sim Sr. Pérez, estou sozinha, meu marido está no trabalho - digo com malícia - Já disse para me chamar de Ramón... Eu sinto que ele se põe atrás de mim, me abraçando, me enrolando e beijando meu pescoço, eu empurrei ele com minha bunda e servindo o café digo, me fazendo de difícil: - Fique quieto e vamos ao que veio... aqui está seu café... - Obrigado, gostosa - ele diz, se afastando enquanto pegava a xícara Saí da cozinha em direção ao meu quarto enquanto dizia nervosa: - Venha por aqui Sr. Pérez para mostrar o problema... - Lá vem de novo... diga Ramón, me chamo Ramón - o homem me diz - Desculpe, mas é difícil te tratar por "você" - digo enquanto caminhava - Estamos em confiança, Miriam Caballero, me chame como quiser - ele diz, muito babão - Tá bom, Ramón hehe - respondo com um sorriso malicioso Quando passávamos em frente à minha cama o homem me diz surpreso: - Uhiiiii mas olha os brinquedos da senhora!!!! Eu me viro e quase morro de vergonha, tinha deixado o vibrador na cama e ele pegou e examinou:
- Gostosinha a menina, gosta de grande, né? - cheira e acrescenta - e tava usando, tem cheiro de gostosa, cheiro de buceta quente hahahaha - acrescenta rindo
- Que pena, me dá aqui, me devolve - eu dizia tentando tirar dele
O homem me empurrava com um braço e afastava de mim enquanto ria e lambia, eu pulando tentava pegar sem conseguir, aquele forcejo fez com que um peito escapasse, enquanto continuava pulando e mechendo eu colocava de volta no sutiã para que o muito safado escapasse de novo do sutiã, tudo isso para que ele visse e ficasse mais excitado, deixei pra fora e parei de pular quando ele me disse:
- Tá danificado, falta a tampinha e as pilhas, isso não serve...
- É, acabei com ele, por aí tá a tampa, desmontou tudo - digo sem vergonha nenhuma
- Devia jogar fora e usar esse aqui - me diz enquanto passa pelo volume
- Ahhhh me dá aqui seu velho tarado... - digo arrancando da mão dele
- Hahahaha e você, é a própria puta... mas olha, eu posso consertar ele pra você - me diz sorrindo
- Sério! - digo surpresa
- Sério, deixa ele aí e a gente arruma depois - me diz
- Ok, agradeço, mas vamos ao que veio
Entramos no banheiro e mostro a mangueira e rindo ele me diz de novo surpreso:
- Hahahaha é o "lava-buceta" que estragou, hahahaha... E como quebrou isso, mulher? - me diz
- Não sei como quebrou, hoje de manhã encontrei assim - digo sorrindo - Tem conserto? - pergunto como se não soubesse que tem conserto
- Claro que tem conserto, mulher, compra uma mangueira nova e resolve o problema - me diz
- Pode consertar pra mim? - pergunta boba, já tinha ele onde queria
- Claro, putinha, claro que posso consertar... me diz sorrindo
- Quanto vai me cobrar? - pergunto colocando meu melhor cara de puta
- Você sabe como vai me pagar - me diz o tarado
- Como? - digo, encostando na porta e com uma voz sensual
Ele se aproxima e, me dando um beijo na boca, diz:
- Me solta as nádegas e eu conserto isso e sua "coisinha" que está no quarto e a gente testa tudo junto... topa? - me diz
- Vamos lá - digo, empurrando-o para que não me beijasse de novo - mas primeiro trabalhe - acrescento, me afastando
- Ok, deixa eu comprar os materiais e volto, gostosa - me diz o homem
- Ok, te espero
Ele saiu para comprar, me deixando ainda mais excitada do que já estava, me sentia uma vadia, uma puta barata por fazer aquilo, mas eu gostava, nunca tinha me sentido assim, tão desejada e de que forma, ia me masturbar, mas pensei melhor em ligar para meu marido para me certificar de que ele estava no trabalho e assim fiz, estava falando com ele, dizendo o quanto o amava e sentia falta, que ele era meu amor e todas essas coisas bregas quando a campainha tocou, disse apressada que estavam batendo na porta e que ligaria depois, nos despedimos com um beijo, desliguei o telefone e corri para abrir para o Sr. Pérez, que entrou dizendo:
- Aqui está tudo, gostosa...
Coloca as sacolas sobre a mesa e tira a mangueira para o chuveirinho e umas pilhas, e pergunto curiosa:
- E essas pilhas?
- Para seu brinquedo, mulher, quero ver como você usa - me diz o babão
- Legal, mas primeiro tem que consertar - digo
- Calma que isso eu arrumo, se não... usa o meu - me diz, agarrando o volume
Não disse nada, fingi que não vi, tirei de outra sacola que ele trouxe uma caixa de camisinhas, da mesma marca das anteriores e com sabores, não disse nada, só sorri ao vê-las e até molhei mais a calcinha, ele me olhou e diz:
- Vou trocar isso, me acompanha? - me diz, mostrando a mangueira
- Sim, já vou... Fomos até o banheiro e ele começou a consertar o chuveiro, me pediu várias ferramentas que peguei da caixa do meu marido.
Me encostei na porta para esperar, ele me olhava e eu olhava pra ele, não dizíamos nada até que decidi avançar um pouco mais e disse, cruzando as pernas enquanto me contorcia:
- Tô com vontade de fazer xixi
- Vem, senhora, faz xixi, se quiser eu ajudo? - ele diz, levantando e deixando as ferramentas no chão
- Hahahaha e como vai me ajudar... Vai fazer xixi por mim? - digo brincando
- Não, mas se quiser eu ajudo a baixar sua calcinha - ele diz
- Nããão, que isso, não seja tão doido, continue trabalhando e não olhe - digo ingenuamente
Virei de costas para a privada, baixei a calcinha e levantei a camisa para sentar e urinar, o homem não tirou os olhos do meu traseiro nem por um segundo, eu estava definitivamente louca por estar fazendo aquilo, o homem sem se levantar se posicionou na minha frente, abrindo minhas pernas para ver como eu urinava, eu dei um tapa na mão dele que estava no meu joelho e disse:
- Fique quieto, me deixa fazer xixi, trabalhe é o que tem que fazer...
- Ummm, gostosa, abre as pernas, deixa eu ver, não me tire esse privilégio - o homem diz, me tocando
Fiz xixi sob o olhar do homem que continuava tentando me tocar e eu recusando, naquele forcejo ele diz:
- Tem a buceta peluda, se quiser eu raspo também, sou muito bom fazendo a barba - ele diz, todo babão
- Sério? - pergunto, fazendo de boba
- Sério, gostosa, deixo essa bucetinha lisinha e raspo suas pernas, as axilas, me torno seu cabeleireiro íntimo - ele diz com as mãos entre minhas pernas
O homem me olhava esperando minha decisão, brincava enrolando meus pelinhos da buceta, me excitando mais do que já estava, levantei da privada para tentar me controlar e pegando papel higiênico digo:
- Tá bom, mas Trabalhei, terminei com isso e a gente vê... - Quer que eu seque? - ele me diz enquanto se levanta, vendo como eu pegava papel - Não, eu consigo sozinha, obrigada - digo de má vontade Me sequei e subi a calcinha para sair do banheiro, estava muito excitada e desesperadinha, queria transar com aquele homem mas tinha que me segurar, embora não pudesse acreditar no que estava fazendo, eu tinha que me controlar, tinha que fazer um pouco de difícil, aquele homem estava me deixando louca, fui até a cozinha beber água pra ver se me acalmava, voltei ao banheiro e ele já estava terminando de trocar a mangueira, sorrindo me diz: - Já estamos prontos por aqui, bela senhora... - Que bom, que rápido... pra tudo você é assim tão rápido? - digo provocante - Não, pra outras coisas não sou tão rápido não, gostosa - ele diz sorrindo - Ficou bom? - Por que não se lava, dá uma lavadinha e testa - me propõe o tarado sorrindo Já era demais, o tesão era terrível mas eu tinha que testar se ficou bom, então passando ao lado dele me coloco de costas para a privada de novo e pela segunda vez baixei a calcinha na frente daquele homem, me sentei para tomar a duchinha e lavei a buceta na frente dele enquanto dizia: - Uhmmm ficou bom... O homem pegando o sabonete me entrega dizendo com um sorriso: - Toma, se ensaboa - Obrigada - digo de modo provocante pegando o sabonete Enquanto me ensaboava vejo que se marcava um volume enorme e ele se agarrava descaradamente enquanto me olhava: - Você tá excitado? - Gata, tô com o pau duríssimo - me responde rangendo os dentes - Tira pra eu ver - digo Terminei de me ensaboar e via como ele baixava o zíper e tirava por aquela abertura seu imenso membro ereto, não sei se era coisa da minha cabeça ou o desejo de ver aquilo mas parecia maior que da última vez, ele se masturbava enquanto via como eu terminava de lavar. Coloquei no lugar do chuveiro e, sem me levantar da privada, disse a ele:
- Me passa a toalha...
O homem, parando de se masturbar, me alcança a toalha e, enquanto secava minhas mãos, eu disse, olhando para o objeto dos meus desejos:
- Chega mais...
Mal tinha terminado de falar e já o tinha em pé na minha frente, com o pau dele na minha cara. Agarrei e confirmei que estava duro como uma pedra e bem quente. Desabotoei o cinto e a calça, puxando tudo junto com a cueca. Peguei nas bolas dele e as acariciei até começar a punhetá-lo. Enquanto fazia isso, olhava para o rosto dele e ele me disse:
- Beija ele
Aproximei da minha cara e, antes de "beijá-lo", passei pelo nariz para sentir aquele cheiro de macho que tanto me deixa louca... Adorava aquele membro viril, a dureza, o calor, o comprimento, o tamanho. Aquela pica me deixava maluca. Tirei da minha mão e, segurando minha cabeça com a mão esquerda, ele começou a passar nos meus lábios, dizendo:
- Chupa meu pau, sua puta, que eu não aguento...
Obedeci e abri a boca para aquele homem enfiar até minha garganta. Que delícia que estava! No caminho até minha garganta, minha língua o saboreou e o ensalivou, deixando aquele gostinho salgado que tanto gostei da última vez que o chupei. Comecei a chupar de um jeito selvagem, desesperada, enquanto com uma das mãos me masturbava. Não podia acreditar no que estava fazendo. Ele berrava como um touro e movia minha cabeça com as duas mãos para que eu fizesse a punheta do jeito que ele quisesse. Praticamente estava me comendo pela boca e, verdade seja dita, não aguentei muito. Gozei enquanto ainda o chupava e foi quando entrei em razão e, antes que ele ejaculasse, tirei da boca e disse:
- Chega... ainda tem trabalho...
- Nããão, mulher, não me deixa assim - ele disse, segurando o membro enquanto o sacudia
Ainda sentada na privada, tirei a calcinha e me levantei pergunto bem pertinho:
- Você não vai fazer a barba da minha bucetinha?
- Uiii, claro que vou, gostosa - você diz sorrindo
- Então vamos...
Saímos do banheiro e assim que saímos, tirei a camiseta, ficando só de sutiã. Tinha um peito fora da copa, tentei arrumar mas desisti, virando de costas pra ele e dizendo:
- Desabotoa meu sutiã...
O homem fez isso e deixei cair no chão, me virei e ele quase ficou de olhos esbugalhados ao ver meus peitos, falei:
- Fique à vontade, tira a camisa e a calça enquanto eu procuro a máquina de barbear...
Abri uma gaveta do penteadeiro e peguei uma daquelas máquinas de barbear de lâmina dupla pra mulher, mas ao fazer isso ele viu que tinha uma navalha de barbeiro e me diz:
- Com essa é melhor...
- Sabe usar? - pergunto
- Claro, gostosa - me diz bem confiante
- Espero que sim, não vai me destruir a bucetinha hahahaha - disse rindo
Passei a navalha e procurei uma toalha pra colocar na cama e não encher de pelos, coloquei e me deitei confortavelmente abrindo as pernas, comecei a me tocar de novo enquanto ele perguntava onde tinha espuma de barbear e falei onde estava a do meu marido, ele se aproximou de mim e pôs mãos à obra hahaha... era um trabalho sujo mas alguém tem que fazer, né hahaha, abri mais as pernas e não podia acreditar que estava de pernas abertas na frente daquele homem oferecendo o "tesourinho" do meu marido, com cuidado ele começou a me barbear e realmente sabia usar aquela navalha, foi muito delicado e aquela manipulação me deixou excitada de novo, o homem além de me barbear muito bem aproveitava pra me tocar descaradamente na buceta, tinha momentos que sentia ele metendo o dedo na minha buceta, quando terminou de barbear ele abriu um pouco minhas nádegas e vendo o outro "tesourinho" do meu marido me diz sorrindo enquanto tocava com o dedo:
- Você tem o cuzinho peludinho... Quer que eu faça a barba nele também?
E colocando Minha melhor cara de puta, concordei com a cabeça, ele sorrindo e abrindo espaço me diz:
- Fica de quatro pra eu te barbear esses pelinhos chatos...
Virei pra ficar de quatro como ele pediu, deixando à vista e agora à mercê dele meu buraco íntimo. Eu estava terrivelmente excitada, queria que aquele homem me penetrasse de uma vez. Comecei a me masturbar enquanto ele raspava os supostos pelos do cu. Como estava me masturbando, mexia muito, então o homem me deu uma boa palmada na bunda e disse:
- Fica quieta, puta, que vou te cortar...
- Cuidado com minha bunda! - gritei enquanto parei de me masturbar.
- Então fica quieta, não se desespera, já vou te dar o que é seu... não mexe que já termino - disse ele todo babão.
Fiquei quieta e senti ele raspar meu cuzinho. Depois de um tempo, pegando uma toalha pequena que tinha tirado pro trabalho íntimo, ele me limpou minhas partes, dizendo desesperadamente:
- Olha como você me deixou, gata - mostrando a tremenda ereção - se não te foder, te mato - acrescentou enquanto se colocava atrás de mim, batendo nas minhas nádegas com o pau.
- Não, prefiro que me coma... mas primeiro chupa minha buceta, gata... - disse ao homem, que não parava de me dar palmadas na bunda com o pau.
- Com prazer, gostosa...
Deitei rapidamente e abri as pernas pro Sr. Pérez, que pegando a toalha de novo me limpou muito bem a buceta pra "comer". Eu via o tremendo "tronco" que ele tinha entre as pernas. Depois que terminou de me limpar, ele se deitou de bruços, metendo a cara entre minhas pernas enquanto segurava minhas coxas... nossa, que boa chupada aquele homem me dava! Sentia sua língua áspera e pegajosa lamber meu clitóris enquanto chupava e mordia. No meio desse prazer profundo, meu celular tocou. Agarrei a cabeça do Sr. Pérez pra que não parasse de chupar minha buceta enquanto pegava meu telefone, que estava... na mesa de cabeceira, vi quem estava ligando e digo pro homem que estava chupando minha buceta antes de atender a ligação:
- Amor, é meu marido... não fala nada - digo pro homem
Me sentei um pouco pra atender e quando fiz isso o homem parou de chupar:
- Alô - respondo
- Oi, meu amor - ele responde
- Oi, querido
- O que você tá fazendo, meu amor? - ele pergunta
- Deitadinha, papai, tô com vontade - digo dengosa
- Tá com tesão? Tá se masturbando?
- Tô sim, papai, que bom que você ligou... Vai me dizer coisas gostosas? - digo excitada, piscando o olho pro Sr. Pérez que estava se masturbando enquanto olhava minha buceta
- O que você quer que eu diga? Como você quer que eu te trate? - ele pergunta
- Seja safadinho com sua mulher, me trata como uma puta, papai...
- Me diz uma coisa, puta... Você gostaria que o Sr. Pérez estivesse aí com você? - pergunta o safadinho
- Ai sim, papai, eu adoraria - digo enquanto me acomodava de novo, abrindo as pernas
Fiz sinal pro Sr. Pérez sair do estado letárgico em que estava pra me chupar a buceta enquanto eu tinha sexo telefônico com meu marido, aquele homem voltou a se enfiar entre minhas pernas e começou a me chupar deliciosamente enquanto meu marido me perguntava:
- Você gostou tanto assim daquele pau?
- Adorei, papai, você sabe que sim - digo excitada
- Você gosta mais do que o meu, puta? - ele pergunta
- É... bom, o seu eu gosto, mas o pau do Sr. Pérez eu adoro...
- Ele é maior que o meu? - pergunta o safadinho
- É, papai, você tem que ver, aquele homem tem um pau enorme, grosso e fica duríssimo - digo enquanto pisco o olho pra ele, que continuava me chupando a buceta
- Você é mesmo uma puta, gata - ele diz
Enquanto meu marido falava comigo, o Sr. Pérez para de me chupar a buceta e pega meu consolo danificado pra me enfiar, não consegui deixei de soltar um gemido ao sentir a penetração brusca do meu consolador, meu marido me pergunta:
- O que foi, gostosa?
- Que delícia, amor, enfiei o consolador...
O Sr. Pérez se dedicou a consertar meu consolador dentro de mim, achei excitante e muito safado, ele colocou as pilhas e ajustou a tampa que estava danificada e quando colocou fez com que ligasse violentamente, quase gritei ao sentir a vibração na minha buceta atormentada, estava à beira do orgasmo, pedi pro meu marido ser grosseiro pra me masturbar gostoso:
- Que delícia, amor
- Você gostaria de trepar com o Sr. Pérez de novo? - ele me pergunta no meio de um monte de obscenidades que me dizia
- Sim, amor, quero, quero, quero...
- Mas esse homem é muito feio, gostosa - me diz o meu safado
- Hahaha feio mas lindo por onde mija - digo rindo enquanto piscava o olho pro protagonista da fantasia
- Hahaha putinha, gostosa, você é uma putinha - ele me diz
- Mas você vai deixar eu colocar ele na nossa cama de novo? - pergunto excitada
- Não sei, gostosa, foi excitante você fazer isso, meu amor, e eu gostei mas não sei se deixo você fazer de novo, você é minha mulher - ele me diz
- Já tem o dinheiro do aluguel? - pergunto enquanto sorria pro Sr. Pérez que não parava de bater punheta me olhando
- Esquece, putinha, esquece... já tenho o dinheiro - ele me diz
Ele começou de novo a me excitar me dizendo obscenidades enquanto o Sr. Pérez se divertia vendo como eu me masturbava quando meu marido, apressado, me diz:
- Gostosa, vou ter que ir, estão me chamando, eu te ligo agora...
- Nããão, amor, não me deixa assim, já tô quase gozando - digo fazendo cara de desesperada
- Não dá, gostosa, foda-se, te dou permissão pra fazer sexo por telefone, procura um homem no Chat e faz gostoso - ele me diz apressado
- Será? Vou ver se tomo um copo de porra - piscando o olho pro Sr. Pérez - e fico tranquila - acrescento sorrindo - Como quiser, meu amor, se fizer pelo telefone me conta, me deixa no chão - ele me diz, o safado - Ok, meu amor, se eu fizer, pode ter certeza que vou te deixar no chão mesmo, isso eu te garanto, meu amor - digo ainda sorrindo - Gostoso, agora sim vou te deixar... - Tchau, safadinho, te amo muito - digo - Eu também te amo muito Desligo a chamada e digo olhando para o celular: - Coitado... se ele soubesse que tipo de leite vou tomar... - Vai beber meu leite? - o homem me pergunta como se não soubesse - Claro... Vai me dar? - Com certeza, putinha - ele me diz animado Tirando o consolo da minha buceta, digo excitada: - Me come, por favor, quero sentir isso dentro de mim - digo agarrando o pau dele - Se prepara que vou enfiar - ele diz excitado, se masturbando Quando ele estava se posicionando em cima de mim para meter, pergunto alarmada: - Não vai botar uma camisinha? - Não, gostosa... fica tranquila que vou gozar na sua boquinha - diz o sádico Faço cara de desconfiada olhando para ele enquanto segurava para ele não meter. Era enorme e bem duro, e a verdade é que eu queria sentir assim dentro de mim, que ele me comesse "no pelo". Então pergunto: - Tem certeza que não vai gozar dentro? - Certeza, putinha... se não, qual o problema?... boto um menino e aquele corno do seu marido cria, hahahaha - ele diz, o babaca - Idiota - digo fingindo estar chateada - enfia, mas com cuidado - digo soltando o pau dele O Sr. Pérez, rindo, sentado de frente para mim, me puxa pelas pernas e as coloca sobre seus ombros (ele ia me comer do jeito que eu gosto). Depois de babar a cabeça do pau, ele esfrega na minha buceta aflita e, com um só golpe de quadril, enfia até o fundo. fazendo eu sentir dor e reclamar com ele: - Uffffff filho da puta, não tão duro... - Jajajaja foi isso que você disse da última vez e vejo que você gosta - ele me diz rindo enquanto me fodia - Cala a boca e me come, gostoso - eu digo ofegante O Sr. Pérez me agarra pelos tornozelos, abre minhas pernas levantando-as e começa a me embestir brutalmente, eu adorava como aquele homem me comia e dava pra ver que ele curtia, já que suava, me beijava e lambia as pernas e até chupou meus dedos dos pés enquanto me dava com força, sou uma mulher multiorgásmica (isso sim é real jajaja) e não sei quantas vezes gozei, era delicioso, eu gostava do tesão daquela manhã e daquele homem, nisso ele me diz ofegante, com os olhos fechados e sem soltar meus pés: - Vou gozar, puta, vou gozar... - Cuidado!... fora, goza fora - eu digo angustiada, empurrando ele - Calma que vou gozar na sua boca, puta... se prepara que tô gozando – ele acrescenta Ele me deu energicamente mais um pouco até que tirou e se levantou na cama em cima de mim, arqueou as pernas para mirar na minha cara com o pau e balançando ele me diz ofegante: - Abre a boca, puta, que vou gozar.... toma o que é seu... ahggggg.... Ele arqueou mais as pernas para mirar bem na minha boca, mas foi inútil, vi o jato enorme de porra que foi direto no meu olho direito, me deixando cega daquele olho, ele corrigiu o curso e os outros 5 jatos foram direto na minha boca, eu fechei e engoli, foi abundante e quente e com aquele gosto forte que arranhava descendo pela minha garganta, ele esfregou a cabeça do pau nos meus lábios enquanto me dizia: - Que puta gostosa, anda... me limpa o pau.. Ele enfiou a cabeça do pau na minha boca e eu me encarreguei de chupar para extrair as últimas gotas de porra que saíam, depois lambi o pau para deixar como ele queria... bem limpinho, quando eu estava no meio do processo de higiene bucal soa de novo meu celular, tirei ele da boca e vi (com um olho já que o outro estava apagado pelo leite) que era meu marido, empurrei o homem para tirá-lo de cima de mim e atendi:
- Alô
- Oi minha vida, o que você estava fazendo? - me pergunta o coitado
- Oi meu amor, acabei de terminar o leite - digo dengosa enquanto o Sr. Pérez se deita ao meu lado e começa a limpar meu olho
- Você se masturbou? - me pergunta
- Não amor, já passou a vontade - digo enquanto recebia a porra que o Sr. Pérez aproximava da minha boca com seu dedo
- Que pena meu amor, já estou livre - me diz meu maridinho
- Te ligo mais tarde meu amor, vou ver se começo a limpar - digo
- Tá bom então, me liga, te amo muito...
- Eu também te amo, tchau
Desliguei a chamada e rindo digo ao Sr. Pérez que me olhava sorrindo enquanto continuava tocando meu rosto:
- Coitado...
- Hahaha você é uma puta mesmo, mulher - me diz rindo
- É hora de você ir - digo decidida me levantando
- Espera mulher, espera... vamos fazer mais uma... olha, meu pau está ficando duro de novo - me diz o muito vulgar
- Não, já chega, tenho que limpar, melhor você ir - digo já um pouco mais séria
O homem resignado se veste enquanto eu colocava a calcinha e um roupão, acompanhei-o até a porta e me despedi dele, fechei a porta para voltar para a cama e como não tinha gozado me masturbei pensando no encontro recente e no nojo daquele homem, estava ficando muito puta mas precisava daquilo e estava me preocupando.
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