Miriam Caballero paga la renta con sexo1

Miriam Caballero paga la renta con sexo1Miriam Caballero pagava o aluguel com sexo

Era sexta-feira, eu ia limpar o apartamento. Naquele dia, tinha colocado um sutiã vermelho grande porque meus peitos estavam doloridos por causa da menstruação chegando. Coloquei uma calcinha fio dental bege com rendas lindas na frente e um laço que realmente parecia muito feminina. Como ia limpar, vesti um camisão rosa, coloquei uma música agradável e, quando ia pegar os materiais de limpeza, bateram na porta. Estranhei bastante por causa do horário. Olhei pelo olho mágico e vi que era o Sr. Pérez, nosso proprietário. Estranhei ele vir naquele dia e tão cedo de manhã. Sabia que ele vinha cobrar, já que estávamos devendo três meses de aluguel. Abri a porta e deixei ele entrar:

- Bom dia, Sr. Pérez.

- Bom dia, Sra. Torres... posso entrar? - ele me disse muito educadamente.

- Claro... pode entrar, Sr. Pérez. Desculpe a bagunça, mas eu ia começar a limpar - falei enquanto via ele entrar.

Notei que ele estava nervoso quando entrou e perguntei:

- Ah, Sr. Pérez, que vergonha, mas meu marido não está. Ele está no trabalho. Quer que eu ligue pra ele ou não sei se ele passa à noite pra conversar com o senhor...

Peguei meu celular que estava em cima da mesa da sala:

- Não, minha linda senhora, não vim falar com seu marido - ele disse sorrindo.

- Não? - perguntei, surpresa.

- Vim falar com a senhora - ele disse, bem decidido.

Sentei no sofá e, enquanto fazia isso, falei:

- Por favor, sente-se, Sr. Pérez... em que posso ajudar?

- Bom, minha linda dama, me desculpe, mas a senhora sabe que já estão devendo 3 meses de aluguel - o velho disse.

Eu, angustiada e alarmada, perguntei:

- Três?! Não eram dois, Sr. Pérez?

- Sim, minha linda senhora, já são três meses de aluguel que estão devendo e não posso mais esperar. Se não pagarem, vou ter que despejar vocês do cômodo até segunda-feira. já que tenho outra parte interessada — ele me diz, bem decidido

— Ah, Sr. Pérez, não me diga isso, de certeza meu marido já deve ter algo pra lhe pagar, passe aqui de noite ou amanhã e fale com ele — digo eu, muito angustiada

— Já falei com seu marido e ele diz que não tem dinheiro, que não sabe como me pagar, por isso vim falar com a senhora, pra ver se a senhora, minha linda, podia me pagar.

Eu olhei pra ele, estranha. Ele desenhava um sorriso meio sádico no rosto que não me agradou e que me deu arrepios pelo corpo todo. Ele era um homem de uns 60 anos, moreno, magro, muito feio e ordinário, e pelo que eu tinha ouvido, morava sozinho. Eu, nervosa pra caralho, digo:

— Ah, Sr. Pérez, que pena, mas a senhora sabe que eu não trabalho e não tenho como lhe pagar

— É sobre isso que queria falar — ele me diz, sorrindo

— Fale — sabendo por onde vinha aquele velho babaca

— A senhora e eu poderíamos resolver esse probleminha de outro jeito, a senhora sabe...

— Não, não sei... O que quer dizer, Sr. Pérez? — pergunto, alarmada

— Como vou dizer, senhora, a senhora é uma mulher muito atraente e gostosa, e acho que posso cancelar a dívida se a senhora e eu formos pra cama e resolvermos o assunto — ele me diz, o sem-noção, ainda com um sorriso na boca

Levantei do sofá indignada e vermelha de raiva, digo:

— Com que direito o senhor se atreve, velho nojento, a me pedir uma coisa dessas...

— Com o direito que tenho de vir cobrar meu dinheiro — ele me diz, meio irritado

— Vou ligar pro meu marido pra ele botar o senhor no seu lugar, velho maldito — digo, muito puta

Peguei o celular e comecei a discar o número do meu marido. Minhas mãos tremiam de ódio enquanto o velho me dizia:

— Olha, senhora, seu marido não tem dinheiro, só lhe restam duas opções: ou a senhora me dá essa bucetinha, ou segunda-feira estão na rua, a senhora decide?

Meu marido estava com o celular desligado e, andando até a porta, a Abro e digo pro velho:

- Vaza da minha casa, seu velho nojento, não sabe com quem tá se metendo, animal…

- Pense bem, bela dama, tem até a noite pra decidir… é um bom negócio, você solta essa bunda e eu dou a conta por encerrada. Pense bem, não dificulta, você sabe onde me chamar, sua puta… - ele diz saindo

- Velho nojento - falo batendo a porta

Comecei a chorar, fiquei irritada, furiosa e ainda mais por não conseguir falar com meu marido. Fiz um chá pra me acalmar e, enquanto bebia, revivia o episódio com aquele velho. E tenho que confessar que me deu um tesão que aquele velho nojento me desejasse. Foi tanto tesão que passei quase o dia inteiro me masturbando, pensando em como aquele homem tão indesejável me possuía e me obrigava a fazer coisas que só faria com meu marido. Passei o dia todo perturbada.

À noite, quando meu marido chegou, não quis contar na hora porque ainda tava excitada, não conseguia tirar a situação da cabeça. Eu notei meu marido meio estranho, meio nervoso, mas não liguei. Deitamos pra dormir e fui muito carinhosa, acariciei ele, nos beijamos e, enquanto isso, acariciava o pau dele por cima da cueca. Não senti os beijos tão correspondidos, sabia que tinha algo errado, ele tava estranho, mas tudo melhorou quando me enfiei debaixo das cobertas, tirei o pau dele da cueca e comecei a dar um boquete gostoso. Senti aquilo endurecer na minha boca e vi ele saindo do estresse quando senti a mão dele enfiar na minha calcinha pra acariciar minha buceta, que já tava super-molhada. Tava excitada e pedi pra ele me penetrar. Ele tirou a cueca, baixou minha calcinha deixando ela enrolada num dos meus tornozelos, abriu minhas pernas e meteu. Ele tava me comendo gostoso e a gente ofegava muito. Quando ele já tava me fodendo bem, com o pau grosso no fundo da minha buceta, falei ofegante:

- Hoje o Sr. Pérez veio, papai…

Ele enfiou mais forte quando eu disse:

- Ele veio pra Cobrar? — ele me pergunta como se não soubesse.

— A que mais esse velho filho da puta ia vir? — falo enquanto aproveitava aquela fodida tão gostosa.

— O que ele te disse? — ele me pergunta.

— Veio pra eu pagar ele, mas algo me diz que você já sabia que ele ia vir — falo meio bolada, mas sem parar de aproveitar, tava tudo uma delícia.

— Não, mami, te juro que não sabia... mas o que ele te disse? — ele pergunta, diminuindo o ritmo da fodida.

— Ele me propôs que eu transasse com ele... velho nojento, uhmmmm — falei enquanto sentia a vara dele inchar mais ao ouvir minhas palavras.

— Sssss e o que você disse? — ele me pergunta enquanto me come mais gostoso.

— Uhmmm... mandei ele tomar no cu — falei gemendo com o orgasmo que tava chegando.

Aquilo que eu disse parece que não agradou muito ele, porque ele tinha diminuído um pouco o ritmo da foda, então abraçando ele, falei que queria cavalgar. Ele tirou o pau e deitou do meu lado, eu montei nele de quatro e ele mesmo foi quem meteu enquanto eu colocava as tetas na cara dele. Tava excitada demais e quando senti que tava bem penetrada de novo, sentei no pau dele e comecei a "cavalgá-lo". Ele agarrava minhas tetas enquanto eu mexia minha cintura em busca de outro orgasmo, e foi quando ele me disse:

— Não tenho o dinheiro pra pagar o aluguel, meu amor. Por que você não me dá uma ajudinha, meu amor? — fala o sem-vergonha.

— O que você quer é que eu transe com aquele velho, né? — falo sem parar de pensar nesse cenário.

— Me daria um tesão danado, meu amor. Você sabe que essa sempre foi nossa fantasia, você ficar com outro homem. Isso ia me deixar louco, meu amor — ele dizia enquanto eu sentia o pau dele pulsando de excitação dentro da minha buceta.

— Mas aquele homem é feio, pai... e se ele tivesse sido mais carinhoso pra pedir, talvez eu pensasse... mas foi um babaca, meu amor — falo sentindo a ereção impressionante dele.

— Sssssss — Sim, como ele pediu? — ele pergunta excitado
— Que eu desse as nádegas e a gente acertasse as contas... velho safado — falei
— Sssssss que gostosa, que vulgar — ele me diz
— Na verdade você não tem o dinheiro? — pergunto
— Não, mamãe...
— Tá bom, vou fazer, mas quero você quietinho, quietinho, ok? — falei excitada

Ele, comigo por cima, pega o celular e começa a discar o número do velho. Eu perguntei enquanto pulava igual uma louca:
— O que cê tá fazendo?
— Ligar pra ele pra você falar com ele — ele me diz emocionado
— Sssss, cê é um filho da puta, pai — falo enquanto me inclinava e beijava o pescoço dele, rebolando a cintura

Ele discou o número e depois me passou o telefone, dizendo que estava chamando. Me levantei, peguei o celular, ia falar sentada com o pau do filho da puta do meu marido enfiado no fundo da minha buceta. Depois de chamar várias vezes, ouço ele atender:
— Alô
— Seu Pereira? — pergunto como se não soubesse
— Sim, querida... então, você se decidiu? — ele me pergunta
— Sim, vou aceitar o que você propôs — falo decidida enquanto sentia as batidas do pau do meu marido dentro de mim, sabia que ele tava adorando
— Sabia que você ia aceitar, putinha — ele me diz, todo vulgar
— Então a gente se vê segunda de manhã, seu Pereira? — falo rápido pra não conversar muito com aquele homem
— Segunda não... amanhã cedo eu tô na sua casa, vagabunda...
— Amanhã? — pergunto alarmada, arregalando os olhos pro meu marido, que, excitado, me mantinha empalada, me dizendo que sim
— Tá bom, seu Pereira, vai ser amanhã de manhã — falo
— E você contou pro seu marido? — ele pergunta
— Sim, já falei com ele — respondo
— Que filho da puta, então ele já sabe que vou comer a mulherzinha dele — ele me diz, todo babão
— Sim
— Mas amanhã manda ele embora cedo, não quero plateia, hein quero só... ok, puta - ele me fala

- Ok, Sr. Pérez... então fica assim - falo pra encerrar

- Tá bom, então até amanhã, puta, me espera bem lavadinha - o homem fala todo animado

- Beleza então, a gente se vê amanhã, tchau - me despeço

- Até amanhã, puta

Desliguei a chamada e comecei a me mexer em cima da pica do meu marido, que tava dura. Ele continuava me segurando pela cintura, curtindo também, e enquanto eu fazia aquilo ele me pergunta:

- O que ela te disse?

- Que eu era uma puta - falo toda excitada enquanto me mexia

- Ssssss sério, o que ela disse? - ele me pergunta de novo

- Uhmmmn já te falei, ela me chamou de puta, que sua mulher é uma puta... - eu falava excitada, rebolando em cima dele

- Sssss quando ela vem, puta? - ele fala me agarrando os peitos e enfiando tudo até o fundo

Senti que o filho da puta ficou com o pau ainda mais duro dentro de mim enquanto eu contava. Já tinha gozado duas vezes e, pra ser sincera, ele também já não aguentava muito. Os dois gozamos quase ao mesmo tempo, senti a porra quente dele inundar minha buceta molhadinha. Eu gozei graças aos meus dedos, que não paravam de mexer no meu clitóris enquanto o desgraçado gozava. Levantei e fui pro banheiro, onde tomei um bom banho. Meu marido ficou dormindo até eu acordar ele pra jantar. Não falamos mais sobre o assunto naquela noite. Ele ficou muito carente, mas por mais que tentasse, não conseguiu me pegar. Não quis transar, mesmo ainda estando com tesão.

Era sábado e normalmente eu acordava tarde, já que não precisava preparar café da manhã tão cedo pro meu marido. Tava nervosa por causa da visita que íamos receber naquele dia. Até pensei em ligar pro Sr. Pérez e falar que tava indisposta, mas o tesão e as fantasias que eu e meu marido tínhamos falaram mais alto. Depois de tomar um café, fui tomar banho pra me preparar pro encontro. Quando saí, meu marido já tava acordado. A gente se cumprimentou e ele tava Mimoso, me procurando como se tivesse remorso, mas não me encontrou. A gente trocou pouquíssimas palavras e, pra ser sincera, eu tava muito nervosa. A gente sabia que aquele velho ia chegar cedo pra "cobrar" o aluguel. Tomamos café, depois de comer lavei a louça e fui pro meu quarto me vestir, porque eu só tava de roupão e toalha na cabeça. Coloquei uma calcinha fio dental de renda preta transparente, não tinha me depilado e tava com uns pelinhos na buceta. Pensei que assim o cara ia se decepcionar e desistir do "pagamento". Botei um shortinho de nylon azul super curto e, em cima, só uma regata sem sutiã. Dava pra ver claramente como minhas tetas balançavam por baixo do tecido fino. Enxuguei meio que o cabelo com a toalha e, quando tava fazendo isso, ouço a campainha tocar. Saí do quarto e vejo meu marido indo pra porta. Quando ele me vê, pergunta surpreso:

- Não vai se vestir?

- Já tô vestida, porra - falo meio puta.

- Mas se olha... cê tá quase pelada...

- E... não vão me desnudar? - respondo.

- Bom, sim... mas pelo menos coloca um sutiã - ele fala rindo.

- Não, termina de abrir a porta de uma vez, caralho? - falo de mal humor.

Nisso, a campainha toca de novo e meu marido me pergunta:

- Será ele?

- Quem? - grito irritada.

- Sou eu, dona Torres, o Pérez - fala do outro lado da porta.

Faço um gesto com a cara pro meu marido, tipo "é óbvio que é ele", e reviro os olhos dizendo:

- Abre a porta, porra....

Eu tava um caco de nervos, não tinha um nervo no meu corpo que não tivesse nervoso, kkkk. Meu marido abriu a porta e deixou aquele homem indesejado entrar. E, pra ser sincera, naquele dia eu o indesejava ainda mais. Ele vestia uma calça jeans e uma camisa xadrez que nem teve a delicadeza de colocar pra dentro da calça. Ao entrar, nos cumprimentou:

- Bom dia, dona Torres...

- Bom dia, Sr. Torres - falo sorrindo, me cobrindo. O nojo terrível que senti naquele momento

- Como está, Sr. Pérez? - meu marido o cumprimenta

- E aí, Carlos - ele responde, meio que ignorando

Ele me olhando de cima a baixo, surpreso, me diz com um sorriso sádico:

- Uhnnnn, a senhora está muito gostosa, Sra. Torres... muito sexy - completa

- Obrigada, Sr. Pérez - falo, sorrindo hipocritamente

- Pode me chamar de Ramón, pra você é Ramón... - ele me diz

- Kkkk... tá bom, Ramón - falo, estranhando

- Posso te chamar de Miriam, gata? - o homem me pergunta

- Claro, senh... desculpa, Ramón - respondo, confusa

- Vai sair, Carlos? - o velho pergunta pro meu marido

- Sim, sim... já vou indo pra vocês ficarem à vontade - meu marido fala com um sorriso irônico no rosto

Mas antes de sair, meu esposo pergunta pro homem bem discretamente e preocupado:

- O senhor trouxe... camisinhas?

- Não - o homem responde

Eu, alarmada, falo pros dois meio puta:

- Então não, esquece, Sr. Pérez, assim não, assim a gente não vai fazer nada...

- Vocês não têm? - o homem nos pergunta

- Não - falamos eu e meu marido ao mesmo tempo

O homem, sorrindo, olha pro meu esposo e me diz:

- Por que você não manda seu marido comprar uma na farmácia...

- Quer ir, amor? - falo sorrindo pra humilhar ele

- Tá bom - ele responde, todo submisso

- Dá o dinheiro pra ele - falo pro Sr. Pérez

Vejo o Sr. Pérez pegar a carteira e, dando o dinheiro pro meu marido, fala:

- Toma, compra uns bons...

- Compra daqueles com sabor, tô curiosa - falo pro meu marido, sorrindo com cara de raiva e pra humilhar ele

- Quer experimentar? - o Sr. Pérez me pergunta, sorrindo

- Sim, quero ver qual é o gosto, kkkk - falo com um sorriso safado

- Beleza, traz uns desses pra sua mulher... não demora... - o velho fala Meu marido
- Já volto - ele responde

Meu marido saiu pra fazer o recado, me deixando com aquele velho tarado que, assim que viu a porta fechar, me agarrou pelas nádegas dizendo, enquanto me beijava o pescoço:

- Vamos pro que interessa, gostosa...

Eu, muito nervosa, me afasto e com um sorriso falso digo:

- Podemos esperar meu marido trazer as camisinhas...

- Sim, mas podemos ir nos conhecendo, sabe... ir esquentando um pouco, gostosa - ele diz enquanto tenta me agarrar de novo pelas nádegas

- Ok, mas espera eu secar o cabelo - falo nervosa, prolongando o inevitável

- Tá bom, gostosa, mas não demora - ele diz, meio resignado, me dando um tapa forte na bunda

Entrei no meu quarto pra secar o cabelo, estava muito nervosa, pensando como pude chegar tão baixo, não acreditava que ia me deitar com aquele homem tão nojento. Já estava quase terminando de secar o cabelo quando sinto que me agarram pela cintura e se encostam em mim. Era o cobrador, que ansioso me dizia enquanto me apertava e beijava meu pescoço:

- Tá pronta, gostosa? Não aguento mais, vamos fazer logo o que a gente veio fazer...

- Tá bom, Sr. Pérez, vamos pra sala... - falo resignada

- Não, não, não, sala nada, vamos fazer aqui mesmo. Me dá mais tesão fazer aqui... na sua própria cama de casal - ele sussurra no meu ouvido enquanto sinto ele baixar meu short até os joelhos

Ele me levou pra cama, andando com dificuldade por causa da rouba enrolada nos joelhos, me roubou um beijo que foi impossível negar, pelo menos o homem sabia beijar muito bem. Parou de me beijar e me sentou na cama, perguntando:

- Você chupa o pau do seu marido?

- Claro, Sr. Pérez - falo enquanto tirava o short de vez

- Me chama de Ramón... estamos à vontade, gostosa - ele reclama de novo

- Tá bom Ramón — falo com um pouco de vergonha de tratá-lo por tu

— Você vai chupar minha rola igual chupa a do seu marido... olha, agora eu sou seu marido — ele me diz, o sem-vergonha

— Ok — respondo resignada

Nisso ele termina de abrir a calça, enfia a mão lá dentro e tira o pau pra fora... minha mãe, aquilo não era um pau, era uma mangueira de bombeiro... uau, ele tinha imenso e grosso, era marrom e dava pra ver que tava duríssimo, ele sacudiu ele na minha cara dizendo:

— Abre a boca, gostosa...

Segurei ele e confirmei o que falei... tava duríssimo, pesado e quente, surpresa, falo sem sair do espanto:

— Uauuuuu...

— O que foi? — ele pergunta sorrindo

— O senhor tem isso grande — falo olhando pra ele

Meu comentário pareceu ter feito graça, porque ele caiu na risada e perguntou:

— É maior que o do seu marido?

— Aiiii sim, que pena, mas é... é maior que o do meu marido — falo enquanto manipulava ele pra limpar um pouco

— Você gostou? — ele pergunta enquanto acariciava minha cabeça

— Sim — falo, me surpreendendo com a minha própria resposta

— Enfia na boca, vai, dale... chupa ele — ele me ordena, todo tarado, enquanto empurrava minha cabeça pra eu fazer

— Calma... vamos ver se isso cabe na minha boca — falo limpando ele um pouco com a mão

— Claro que cabe, vai... abre essa boquinha...

Fiz sinal de "calma" e, colocando ele na portinha da boca, umedeci os lábios com a língua, engoli saliva e abri a boca. Assim que fiz, ele meteu o pau... uau, que pedaço de carne eu tinha na boca. Não tava muito limpo, tinha um cheiro forte de urina e era salgado. Ele gemeu ao sentir o calor e a umidade da minha boca, e como tinha enfiado sem tirar a pele, segurei com a mão livre e ele falou enquanto tirava um pouco da minha boca: boca:
- Deixa eu raspar minha cabeça pra você engolir melhor, gostosa...

Ele fez isso e eu conferi o que falei quando passei a língua por toda a glande, ele tinha a cabeça grande e suja, o gosto amargo confirmava. O homem me agarrou pela cabeça e me usou pra se masturbar, literalmente tava me comendo pela boca, mexia a pélvis e rangia os dentes de tesão enquanto me dizia:

- Ssssss puta, que bem você chupa, tão recatadinha quando te vejo toda vez que venho e olha como você chupa... você é a própria piranha...

Não falei nada, não dava com aquele bicho na boca e a verdade é que o tesão me venceu e comecei a curtir, fiquei com calor e comecei a chupar com mais força, ele sentiu e me dizia:

- Sssssss que gostoso você chupa, vagabunda, chupa bem...

Aquele homem tava me sufocando com aquela vara que ia além da garganta, e enquanto eu tô no meio do boquete ele abaixa uma das mãos e começa a apalpar meus peitos, e ao notar que eu não tava de sutiã me diz sem tirar o pau da boca e muito menos parar de pegar nas minhas tetas:

- Ssssss tá sem sutiã... que gostosas que são...

Eu não falava nada, não dava, o homem levantou minha blusa e ergueu meus braços pra tirar, e esperou até o último momento pra tirar o pau da minha boca e assim conseguir tirar a roupa, agora sim fiquei só de calcinha. O homem encostando o pênis no meu rosto me agarra as tetas dizendo:

- Faz a punheta com esses peitos, vagabunda...

Eu coloquei os peitos pra frente e agarrei eles, ele meteu o membro no canal das minhas tetas e eu apertei com a ajuda dele, começou a meter como se tivesse me comendo pelos peitos enquanto excitado me ordenava:

- Vai... lambe a pontinha...

Eu lambia a cabeça dele que mal saía dos meus peitos volumosos, ele excitado berrava como um touro enquanto me dizia:

- Ssssss sortudo seu marido, eu passaria o dia todo O dia inteiro me masturbando nesse par de peitos, uffffffff, que inveja....

Ficou "se masturbando" literalmente nos meus peitos por um bom tempo até que meteu de novo na minha boca pra eu chupar e, enquanto eu chupava, sentimos meu marido chegando gritando pra chamar a gente, já que estávamos trancados no meu quarto:

- !!! Cheguei, aqui estão as camisinhas, vou entrar !!!

- Não deixa ele entrar, fala pra ele não entrar - ele me diz tirando o pau da minha boca

- Glup - Por quê?... é meu marido - pergunto surpresa enquanto a glande dele roçava meus lábios desafiadoramente

- Toc, toc, toc - !!! Me abre, mulher !!! - meu maridinho grita batendo na porta

- O que eu falo? - pergunto alarmada enquanto vejo ele começar a tirar a roupa

- Sei lá, fala que você tá nua, que a gente tá pelado - o homem me diz

- !!! Aqui estão as camisinhas, abre !!! - toc, toc, toc - meu marido grita de novo

- !!! Já vou, tô de calcinha e o Sr. Pérez tá pelado, já vou !!! - me ocorreu falar pra ele

O homem sorrindo enquanto se despia me diz enquanto eu me levantava pra receber o pedido:

- Você é uma puta mesmo, hein mulher...

Não falei nada, só revirei os olhos, abri a porta e, me escondendo atrás dela, falo pro meu marido que esperava impaciente:

- Me dá as camisinhas... - falo esticando a mão

- Posso entrar? - ele pergunta animado

- !!! Manda ele deixar os preservativos e vazar !!! - o Sr. Pérez me diz

- Me dá os preservativos pra gente acabar logo com isso - falo meio irritada

- Deixa eu entrar - meu marido diz empurrando a porta

- Que parte você não entende que não... o Sr. Pérez tá pelado - falo enquanto recebia as camisinhas

- E você tá nua? - ele pergunta segurando o próprio volume

- Não, porra, tô de calcinha - falo

- Espera aí pra ele Dá o troco - meu marido disse, revirando os bolsos

- !!! Fica com o troco e manda ele ir tomar um café enquanto a gente cuida dos nossos negócios, sua puta !!! - diz o homem enquanto ouço o rangido da cama, imagino que ele se deitou pra apreciar minha bunda

- Já ouviu, não!!! - falo pro meu marido

- Já te chamou de puta? - ele me pergunta sorrindo

- E o que você esperava, seu corno... vai andando... - falo fechando a porta

- !!! Volto daqui a meia hora !!! - ouvimos ele dizer do outro lado da porta

Quando me viro pra cama, quase tenho um infarto... se aquele homem era feio vestido, nu era horrível, era muito peludo e tinha a pele envelhecida pelos anos, estava confortavelmente deitado na minha cama com as pernas abertas mostrando as bolas enormes enquanto se punhetava, não parava de me olhar enquanto dizia:

Você é uma mulherão, que gostosa, sua filha da puta... vem deitar do meu lado que quero te comer todinha...

Ele se afastou um pouco, coloquei as camisinhas na mesa de cabeceira do lado do corno do meu marido e me deitei ao lado dele, assim que fiz isso ele me abraçou e começou a beijar meu pescoço enquanto me agarrava os peitos com força, procurou minha boca pra beijar e eu deixei, e como falei antes... pelo menos sabia beijar, sentia um tesão doentio mas não parava de ficar nervosa, pensava em como ia ver aquele homem depois quando viesse cobrar o aluguel, me sentia uma puta por estar fazendo aquilo, o homem parou de me beijar pra dizer enquanto lambia meu pescoço e mordiscava minha orelha:

- Como eu gosto de mulher dos outros e como gosto da senhora, sempre te desejei...

Não falei nada, o tesão era enorme, o homem começou a lamber meus ombros e foi descendo pelo meu peito em direção aos meus peitos que ele segurava nas mãos, como um bebê faminto começou a chupar meus peitos divinamente, pelo menos ele tinha se mostrado um bom amante, me sentia estranha, sempre fui tive relações carinhosas e meio eróticas com meus namorados e atualmente com meu marido, mas aquilo era diferente, era desconhecido, vulgar, grosseiro e, apesar de ter fantasiado com meu marido, não deixava de ser estranho pra mim. Ficou chupando meus peitos por um bom tempo (coisa que agradecia, porque adoro que chupem meus peitos) até que me beijou de novo na boca pra me dizer:

- Coloca a camisinha, putinha...

- Já vai me comer? - pergunto assustada

- Sssss sim, sua vadia, vou meter, não aguento mais, quero te fazer minha - ele diz ofegante

O homem se levantando um pouco sobre mim, pega as camisinhas e, olhando pra elas, me pergunta:

- Qual você quer experimentar, gostosa, a de morango ou a de framboesa?

- Morango - falo decidida

Ele me dá e se deita confortavelmente com aquele pau durasso, fico olhando o tamanhão que ele tinha e ele me tira do susto:

- O que tá esperando... coloca, sua vadia...

- Eu? - pergunto de novo assustada

- Quem mais, garota! - ele fala irritado

Não falei nada, abri o pacote pra tirar a camisinha que era rosa e que encheu o ambiente com cheiro de morango, me sentei confortavelmente na cama segurando o membro dele que tava mais duro enquanto ele me observava apoiando a cabeça com as mãos bem à vontade. Coloquei a borrachinha em cima da cabeça daquele homem, não sabia como fazer (com meus namorados sempre fiz de boa, igual com meu amado marido) e tava com nervoso de machucar ele. Por mais que tentasse colocar, não passava da cabeça, ele curtia minha inexperiência em colocar camisinhas e foi que, entre risadas, o sem-vergonha me fala de forma "didática":

- Hahaha não consegue... hahaha, usa a boca... enfia a pontinha do pau na boca e desenrola pra baixo com as duas mãos...

Achei uma sacanagem da parte dele aquela explicação, era mais fácil ele mesmo colocar, mas enfim... me ajoelhei e coloquei. de novo na ponta como consegui e coloquei na boca igual ele mandou (na hora eu soube que realmente tinha gosto de morango kkkkk) e com as duas mãos desenrolei pra baixo, verdade que foi mais fácil, mas ele terminou de ajeitar porque puxei um pouco dos pelos dele, ele falou enquanto sacudia:

- Chupa um pouquinho, não queria provar a camisinha sabor morango... vai lá, prova...

Não quis dizer que já tinha provado, só me inclinei de novo e comecei a chupar, ele gemia e urrava enquanto me segurava pelos cabelos pra mexer minha cabeça e se masturbar com minha boca do jeito dele, ficou me chupando por um bom tempo até que, puxando meus cabelos, tira de dentro da minha boca falando:

- Se ajeita, slut, que vou meter...

Deitei e, segurando minha calcinha dos dois lados, ele ordena:

- Levanta a bunda pra eu tirar sua calcinha, gostosa...

Levantei e ele tirou, eu terminei de tirar porque, na pressa dele, ficou enroscada nos meus tornozelos, ele abriu minhas pernas, passou saliva na ponta do pau pra roçar nos lábios da minha buceta procurando a entrada, sabia que ia doer porque não tava completamente molhada, e foi isso, ele meteu a pontinha de uma vez e doeu:

- Aiiii, devagar que dói... - falei com dor

- Que apertada você é, pussy da sua mãe - ele falou enquanto se ajeitava e começava a beijar meu pescoço de novo

Quando já tava acomodado em cima de mim, meteu de uma vez, arrancando um gemido de dor ao me sentir completamente penetrada, começou a me comer rápido, eu abracei ele com braços e pernas e a dor virou prazer, comecei a ficar excitada ao me sentir sendo comida por aquele homem, ele meteu forte e, verdade, a coisa não durou muito porque, gritando, ele fala:

- Pussy da sua mãe, vou gozar...

E sinto ele gozar, senti o pau dele pulsando dentro de mim, ele parou de me comer e descansou uns segundos dentro de mim, ele tirou e se deitou ao lado, todo suado e com a respiração pesada de cansaço. Me assustei ao ver a ponta do pau dele, a camisinha tinha acumulado uma boa quantidade de porra, tava branca na ponta. Enquanto ele se recuperava, me dizia:amador

1 comentários - Miriam Caballero paga la renta con sexo1

Me da mucha curiosidad quien hizo esto esa tal Miriam si existe jaja ufff ya vi su perfil ... https://www.facebook.com/miriam.caballero.50767