Minha esposa Maribel é infiel Depois da confissão da minha esposa Maribel, sobre a vez que ela perdeu a virgindade aos 18 anos nas mãos do compadre do pai dela, nossa vida sexual ficou mais aberta e intensa. Agora a gente fantasiava abertamente sobre a possibilidade de outro ou outros comerem ela. A gente conversava sobre isso quando estava de copo na mão e excitados, transando na posição dela montando em cima da minha piroca grossa enterrada até o fundo da buceta quente dela, enquanto eu segurava as nádegas gostosas e carnudas dela, apertava e abria as bandas dela pra perguntar se ela aguentaria outra piroca entrando no cu dela. No começo ela dizia que não, meio fraca, mas conforme eu continuava metendo com minha piroca dura e perto do auge do orgasmo, ela dizia que sim pra tudo. Até sugeri que outro comesse ela pela boca, e excitada ela dizia que aguentaria três pirocas dentro dela. Mas depois, relaxados da foda violenta que a gente deu, não comentávamos nada sobre minha fantasia de ver ela transando com outro.
Maribel tinha que aguentar todo dia os olhares cheios de tesão e desejo que despertava em todos os tarados que cruzavam com ela, além de todas as gracinhas e putarias que os caras falavam quando viam ela passar, especialmente os vizinhos da rua dela, que não faziam nada além de imaginá-la dando, por causa do corpo gostoso que ela tinha. Tudo isso não importava pra Maribel, porque ela queria estar na moda igual as outras, e ainda bem que era assim — teria sido um desperdício um corpo tão suculento não se vestir daquele jeito.
E por causa dessas fantasias, nossas sessões de sexo ficavam mais quentes e intensas. Mas tudo mudou de vez no dia em que, na clínica odontológica onde trabalho, o dono, seu Mateo, organizou uma festa por causa do bom funcionamento da clínica. Pra ocasião, minha esposa Maribel foi com um vestido preto curto, justo no corpo, que chegava no meio da coxa, de alcinhas. Com um decote sugestivo que valorizava os peitões dela e aberto atrás, mostrando metade das costas brancas, sem sutiã, já que a parte de cima do vestido segurava firme os peitos grandes apesar do decote, com meia-calça escura e salto alto que realçavam as pernas, Maribel foi a sensação quando chegou no local da festa, por causa da roupa que destacava as curvas dos peitos e a bunda bonita dela.
Nos colocaram na mesa onde estava o Seu Mateus, que era viúvo e tinha quase 60 anos, era gordo com uma barriga enorme, careca e realmente sem muita sorte na aparência, mas era um chefe bacana. Também estava o Rodolfo, meu colega, e o Raul, contador da empresa, ambos com 35 anos e bonitos os dois, principalmente o Raul, era o gato da clínica, já que muitas funcionárias babavam por ele. Minha esposa sempre falava que o Raul era bonitinho e parecia muito decente, já do meu colega não, ela dizia que o Rudy era mala porque vivia olhando pra ela como se quisesse tirar a roupa dela, e que várias vezes quando ia me ver na clínica, pegou ele olhando com tesão pros peitos e pra bunda dela, e mesmo naquele dia ela ter mostrado com o olhar que não aprovava, ele nem ligou e até sorria de um jeito muito cínico. Eu falava pra ela não dar muita importância, que ele era sempre assim cínico, mas que era um bom parceiro. A gente se acomodou nos lugares depois dos cumprimentos de praxe, e fomos aproveitar a festa, que tinha música ao vivo.
Como Maribel era a única mulher na nossa mesa, os olhares dos presentes pousavam discretamente nos atributos que ela mostrava com a roupa sensual. Seu Mateus, pra brindar o bom funcionamento da clínica, serviu bebidas à base de uísque, que minha esposa adora, então ela terminou o primeiro copo rápido, e o Rudy aproveitou pra encher outro. Eu comentei baixinho com ela pra ir com calma, senão depois ia ficar alterada. Ela assentiu com um sorrisinho safado. A gente percebeu que enquanto conversávamos, eles ficavam enchendo nossos copos direto, mal a gente terminava um, já tavam enchendo de novo, principalmente o meu e o da minha esposa, talvez pra gente ficar bêbado logo e ver o que podiam tirar da situação. Rudy não tirava os olhos do decote da Maribel e, quando tocou uma música romântica, ele me disse:
— Aurelio, me permite dançar com sua esposa?
Eu falei que era como ela quisesse, e ela recusou educadamente, dizendo que talvez mais tarde. A gente continuou bebendo e já tava conversando mais animado, enquanto os olhares dos presentes não paravam, devorando minha esposa sem vergonha nenhuma, inclusive o velho dom Mateo. Serviram o jantar e, depois que acabou, a música continuou. Dessa vez foi o Raúl quem pediu a Maribel pra dançar, e ela aceitou, já meio alterada. Enquanto iam pra pista, Rudy e dom Mateo olhavam o balanço sensual da bunda da minha mulher ao andar, com certeza morrendo de inveja da sorte do Raúl por ir dançar com uma mulher tão gostosa.
Na pista, Raúl (Maribel me contou depois), animado pela bebida, foi puxando minha esposa cada vez mais pra perto do corpo dele. Ela sentiu o volume na virilha dele e as mãos dele no decote das costas, acariciando a pele macia da ninfa. Ele dizia que ela era a mulher mais linda da festa, e ela sorria satisfeita, porque no fundo gostava do Raúl. Ele se animou e enfiou as mãos dentro do decote traseiro, apoiando na cintura dela, roçando sutilmente com os dedos a tanga vermelha que ela usava naquela noite. Ela, que tinha as mãos nos ombros dele, tentou afastá-lo um pouco, porque já sentia a ereção dele mais clara, mas não conseguiu. E, ao sentir que tava gostando daquilo, se deixou levar. Raúl, com caminho livre, desceu mais as mãos e massageou a bunda deliciosa da minha mulher, enquanto sussurrava bem perto do ouvido dela:
— Que bundinha bonita a senhora tem, dona Maribel.
E puxou ela ainda mais pra perto. Minha esposa, vendo que ele não desistia e apesar de gostar do cara, aproveitou que a música acabou e pediu pra ele parar. pararam e foram se sentar, mas ele pediu que dançassem mais uma música que já estava começando, sem tirar as mãos dos quadris dela, esfregou o volume dele nela e apertou ainda mais as bundas da minha esposa. Maribel estava ficando excitada e, como já estava alterada, resistia fracamente, pedindo que ele parasse, que era casada e que ainda podiam ser vistos. Mais um minuto de apalpada e finalmente foram se sentar, com dom Mateo recebendo Maribel com mais uma dose e brindando com ela de propósito para que ela bebesse rápido e enchesse o copo dela de novo por mais duas vezes. Todos brindavam com ela, que por educação correspondia com risadinhas sensuais por já estar meio bêbada. Depois de um bom tempo, ela me disse:
— Aurelio, amor, tô me sentindo meio tonta, que tal a gente ir embora já?... Notei a decepção dos presentes com as palavras da minha mulher, porque ela era o centro das atenções na festa. Eu já estava eufórico pela bebida, sentia que faltava pouco pra ficar bêbado:
— Vamos esperar mais um pouquinho, meu amor, a festa tá ficando boa… Aí o Raúl, me apoiando e olhando fixamente nos olhos dela com um sorriso sedutor, disse:
— É sim, dona, fica mais um tempinho. Se tiver tonta, trago um café pra senhora se controlar… Minha esposa aceitou encantada porque foi o Raúl quem pediu, e ela gostava dele mesmo, ainda mais depois da apalpada que ele deu na pista de dança, porque as mãos dele a excitaram. E ela respondeu animada:
— Tá bom, fico mais um pouco, mas nada de café, vou continuar tomando esse uísque gostoso, mas agora mais devagar, que tal?... Todos rimos e concordamos satisfeitos. Continuamos brindando, mas ela tentava não beber tanto, apesar da insistência deles, que brindavam direto comigo, mas principalmente com minha esposa. Agora o Rudy chamou minha esposa pra dançar, e dessa vez ela não recusou. De propósito, ele a levou até a parte mais escura da pista onde se dançava e, imediatamente, a puxou pra perto. Ele apertou ela bem junto ao corpo, minha esposa tentou se soltar, mas Rudy impediu, prendendo-a com os braços, enquanto dizia:
— Vamos, dona Maribel, que essas músicas se dançam assim bem juntinhos, vamos aproveitar o momento, além disso, há pouco vi você dançando com o Raul e notei você bem satisfeita sendo acariciada nessas bundas gostosas que você tem… e na mesma hora enfiou a mão pelo decote traseiro, puxando ela para si para apalpar a bunda boa da Maribel, que logo sentiu a ereção do Rudy na sua entreperna. Minha esposa resistiu um pouco, mas sucumbiu às lambidas no pescoço e na orelha que o habilidoso Rodolfo dava na Maribel, lambidas na orelha que era o ponto fraco dela para logo se excitar, com isso ela começou a se sentir tesuda e parou de resistir, aceitando tudo que Rudy fazia, que, dono da situação, começou a lamber os peitos dela pelo vestido decotado. Maribel, dentro da sua excitação e estado etílico, ainda estava consciente e tentou fracamente impedir, mas Rodolfo não deixou e continuou lambendo o pescoço e os peitos da minha esposa, enquanto as mãos dele cuidavam da bunda gostosa dela, que, com medo e tesão, só virava para a nossa mesa, onde eu fingia não saber de nada e continuava bebendo com eles, que de canto de olho não perdiam detalhe de como Rodolfo a tinha presa entre seus braços fortes, e como ela era baixinha, não conseguia se soltar, e ele continuava acariciando e aproveitando o corpinho gostoso dela, que já não resistia a nada. Minha esposa, mais excitada, se esfregava contra o volume do Rudy, se sentindo com certeza molhada. Então Rudy se aproximou do ouvido dela e disse:
— Quanto você me cobra para sair dessa festa chata e irmos transar agora mesmo no primeiro hotel que encontrarmos? O que acha da ideia, putinha? Tá bem tesuda, hein…? Jejeje… ele dizia e ria sem parar de apalpar a bunda dela.
Maribel, totalmente tonta e quase em estado de choque com tanta safadeza, só Ela começou a fazer gestos com a boquinha dela, pensando naquela proposta que o amigo do marido dela tava fazendo — o homem que tinha ensinado ela a conhecer o verdadeiro significado do amor, segundo ela. Já tinham sido muitos os caras que cortejavam ela com palavras lisonjeiras, umas mais ousadas que outras, mas nenhum tinha dito na cara que queria ir pra cama com ela por dinheiro. Nem os peão da rua com seus cantadas vulgares foram tão sem-vergonha e ordinários quando conheceram ela, ela pensava sem parar. A música terminou e finalmente sentaram. Maribel tava com o rosto vermelho e parecia toda acalorada.
E os brindes continuaram. Eu já tava me sentindo tonto, porque de propósito meus amigos nunca deixaram meu copo vazio. Só restavam na festa eu, minha esposa e mais dois casais que logo se despediram. Levantei pra ir ao banheiro e percebi, ao andar, que tava bêbado mesmo. Lavei o rosto pra clarear um pouco, mas não adiantou muito, e decidi que já era hora de ir embora com minha esposa.
Ao sair do banheiro, notei que Raúl e Rodolfo estavam sentados, um de cada lado da minha esposa, mas colados demais — com certeza enfiando a mão por baixo do vestido dela, que, quando sentada, subia até o meio das coxas. Enquanto isso, o Dom Mateo, que tava na frente da minha esposa, não tirava os olhos dos peitões dela, enquanto servia de novo a bebida pra gente e brindava com ela, chegando perto do ouvido dela pra comentar algo que eu não consegui ouvir — com certeza era desculpa pra elogiar e ver de perto aquelas tetonas. Ela correspondeu com um sorrisinho safado, enquanto, por baixo da mesa, Raúl e principalmente o Rudy continuavam passando a mão nas coxas dela e, com certeza, na calcinha vermelha molhada da minha esposa. Foi nesse momento que eu falei pra Maribel que a gente já ia embora.
Dom Mateo respondeu na hora que não era justo a gente ir embora naquele momento, já que ele ainda não tinha dançado com minha esposa. Então, virando pra mim mas sem tirar os olhos do decote da Maribel, ele falou: — Você se importa se eu tirar ela pra dançar? Dançar com sua bela esposa, Aurélio?... — Se ela quiser, pode ir... respondi com a voz rouca por causa da minha bebedeira...
— Vem cá, moça gostosa, seu marido quer que eu dance com você... e Maribel aceitou na hora, sem pensar duas vezes, dava pra ver que ela já estava mais altinha por causa das doses que tomou, além de excitada por ser o centro das atenções daqueles três lobos que babavam por ela, e excitada por se sentir desejada por todos eles. Quando chegaram na pista, pra minha surpresa, foi uma música lenta, e minha esposa já colocou os braços no pescoço dele, e don Mateo a segurou pela cintura, esfregando os dois corpos. Ela, com certeza, não conseguia sentir o pau duro dele por causa da barriga grande, e logo o velho baixou as mãos direto pra bunda grande da minha esposa, massageando com gosto, e ela sem reclamar, olhando fixo nos olhos dele. Tanto Raúl quanto Rudy não paravam de se tocar, sem tirar os olhos do movimento erótico da bunda de Maribel. Dançaram a música inteira assim, minha esposa se deixando tocar, presa no estado de embriaguez e no tesão que os três caras tinham deixado nela. Voltaram pra mesa com don Mateo segurando ela pela cintura e roçando na bunda dela, e por trás ele disse:
— Então fala com seu marido, diz que você vai comigo!!! Que só hoje não vai ser ele quem vai te comer!!!
— Mas senhor, quais são suas verdadeiras intenções...
— Quero meter essa buceta gostosa, você não sabe o tesão que tô acumulando pra quando você me der o gosto, tenho litros de porra grossa e quente pra você lamber de todos os seus buracos, e do jeito que você quiser, hehehe, o que me diz, rainha?... Quer provar agora mesmo?, hehehe...
Quando percebi que a situação toda estava saindo do nosso controle, aí sim eu falei:
— Bom, já vamos embora, muito obrigado por tudo. Eles se despediram de mim com um aperto de mão, mas quando foram se despedir da minha esposa, deram um beijo perto dos lábios dela, mas o mais ousado foi Rodolfo, que de Plano plantou um beijo direto na boca dela, e no meio da minha bebedeira, jurei ver que Maribel correspondia, abrindo um pouco os lábios sensuais. Rudy aproveitou pra meter a língua na dela e dar uma rápida chupada na boca molhada de Maribel, enquanto, discretamente, dava um último apalpão na bunda dela. Ela adorou, eu fingi que não vi nada, e finalmente vazamos da festa.
Chegamos em casa sem problemas, apesar do estado de bebedeira em que estávamos. Maribel ficou à vontade, tirou seu sexy vestido preto e vestiu uma curta camisola vermelha de seda, estava muito sensual. Eu tirei meu paletó e gravata e, sentados na sala, perguntei como ela tinha se divertido na festa.— Muito bem, meu amor, seus colegas são legais, embora um pouco atirados, principalmente o tal do Rudy, que não me desce nada e não parou de me assediar a noite toda. Você percebeu, amor?... E pensei comigo: claro que percebi, mas acho que ele não caiu tão mal assim, porque ela se deixou apalpar quando dançou com ele, e correspondeu bem na despedida quente de beijo e mão no rabo, quando a gente foi embora da festa. E, fingindo que não sabia das mãos que meus colegas passaram na minha esposa, respondi:
— Não se preocupa, amor, o Rudy é assim mesmo, sem-vergonha quando toma uns copos, mas acho que não passa do limite. Ou você teria gostado que, enquanto dançavam, ele se animasse e acariciasse essa bunda gostosa e esses peitões que você tem? — falei enquanto apalpava esses dois atributos da minha esposa.
— Ai, nem pensar, Aurelio, você sabe que essa bunda e esses peitos são só seus... — e ela se aninhou no meu colo. — Mas também, o Raul e o seu Mateo estavam muito grudados quando dancei com eles.
— Você tem razão, meu amor, percebi como eles se encostavam demais e queriam se passar comigo, mas eu os afastava na hora. E, apesar do seu chefe, com aquela barriga, a única coisa que eu sentia era a gordura dele no meu corpo, kkkkkk. Já com o Raul, dava pra sentir algo ali embaixo, dava pra ver que ele tinha um bom pedaço, kkkkkk.
— Escuta, meu amor, você teria gostado se o Raul tivesse ido mais longe e apertado essa bunda gostosa e esses peitos que você tem?... — perguntei enquanto passava a mão na bucetinha dela por cima da calcinha vermelha, que já estava molhadinha por causa da conversa quente que a gente tava tendo.
— Éééé... não, meu amor, já te falei que meu corpo é só seu. Vamos logo pro nosso quarto. quarto, já é tarde e quero que agora me coma bem gostoso, porque você já me deixou com tesão com suas carícias… mas na real acho que eu já tava era com vontade mesmo, porque lembrei da surra que levei na festa. Don Mateo, Rudy e Raúl, a gente ia subir pro quarto quando de repente ouvimos a campainha. Nos olhamos incrédulos, quem poderia ser a essa hora da noite?… Espiei pelo olho mágico e vi que eram Raúl, Rudy e Don Mateo, cada um com uma garrafa de uísque na mão. Abri a porta e eles disseram que vieram ver se a gente tinha chegado bem, porque estavam preocupados já que eu tava bêbado, e que de quebra iam convidar a gente pra uns últimos tragos pra dormir bem relaxados. Deixei eles entrarem meio desconfiado, porque já sabia que na real eles tinham voltado pra ver se podiam de novo aproveitar os encantos da minha linda esposa, que ainda tava sentada na sala exibindo sua anatomia sensual. Quando viu eles entrarem, ela fez uma cara de surpresa e satisfação e, como pôde, puxou a camisola pra baixo pra tentar esconder as pernas lindas e a calcinha fio dental vermelha, enquanto Don Mateo dizia:
— Oi de novo, linda senhora, espero que não se importe com a nossa presença, mas passamos só pra ter certeza de que chegaram bem, e de quebra tomar um último drinque com a senhora… — ele disse, enquanto a olhava com desejo, e os outros dois com luxúria. Minha esposa se levantou, sensual, satisfeita com os olhares dos caras, e de um jeito provocante disse pra eles entrarem e ficarem à vontade, que já voltava, que ia se trocar pra ficar mais apresentável. Na hora, Don Mateo respondeu:
— De jeito nenhum, assim já está mais que apresentável, o que vocês acham? — ele disse, se virando pra gente.
— Obrigada, então vou na pegar copos e um gelo na cozinha — ela foi, enquanto os olhares cheios de tesão dos meus companheiros a seguiam até ela sumir na cozinha. Quando voltou, serviu uma dose generosa de uísque pra todo mundo. Principalmente pra mim, que entre os brindes me apressaram pra beber mais rápido e me embebedar logo, e de fato, já me sentia bêbado de novo. Minha esposa tava sentada num sofá de frente pra eles, de pernas cruzadas, mostrando o começo da sua biquíni vermelha sexy e dando uma visão geral dos seus atributos pra eles, que só ficavam esfregando as ereções por cima das calças. Todos estavam com o olhar cheio de tesão no corpo da minha esposa, e ela, com o copo de uísque se entornando de novo, retribuía sorrindo, principalmente pro Raúl, que trocavam olhares de cumplicidade direto. E comigo continuavam brindando pra me embebedar de novo, e de fato já tava me sentindo mal, então falei que ia no banheiro molhar o rosto pra clarear um pouco. Quando tava saindo do banheiro, ouvi a voz do Raúl dizendo pra minha esposa como ela tava linda e gostosa. Espiei por uma janelinha que dá pra sala, ele tava de pé na frente da minha esposa, falando bem animado:
— Que linda e gostosa a senhora tá, dona Maribel, olha como me deixou excitado… — disse enquanto pegava a mãozinha dela e colocava na ereção evidente dele. Colocou lá sem soltar a mão dela, e ela, excitada e com uma certa timidez, começou a apalpar e massagear, sob o olhar de inveja do Rudy e do dom Mateus…
— Isso não tá certo, Raúl, sou uma mulher casada e meu marido pode chegar a qualquer momento… — dizia minha esposa sem fazer muito esforço pra tirar a mãozinha do volume dele, que, mais animado, abaixou o zíper da calça e enfiou rapidinho a mão da Maribel na braguilha. Agora minha esposa apalpava o pau ereto no pelo, balançando devagar, enquanto o Raúl acariciava o rostinho lindo dela e descia a mão pra fazer o mesmo nos peitos dela. Minha esposa se deixava fazer, excitada, sem parar de olhar nos olhos do Raúl, que continuava elogiando minha mulher:
— Que peitão gostoso a senhora tem, grande e durinho, do jeito que eu gosto… — e aproximou mais o pau da boca dela. cara, quem com certeza sentiu o cheiro de safadeza foi eu, enquanto o Rudy e o Dom Mateo já estavam com os paus enormes pra fora, e vi que o do Dom Mateo era maior que os três juntos, era grosso, cheio de veias, com uma cabeça inchada que parecia um cogumelo, saindo pra fora da barriga protuberante dele, ele tava balançando a rola vendo a Maribel ser seduzida, minha mulher, de canto de olho, percebeu o baita pedaço que o velho carregava e fingiu resistir…
— Por favor, Raúl, para com isso, sou casada e se o Aurelio chegar vai nos ver, melhor continuar bebendo…
Eu, vendo e ouvindo tudo, comecei a ficar com tesão porque meu pau já tava duro de ver como seduziam minha esposa, e pra ela não se sentir constrangida e também pelo tesão de ver como queriam comer minha mulher, gritei do banheiro que ia deitar um pouco porque ainda tava mal, isso fez eles ficarem felizes por estarem sozinhos com minha mulher, então, aproveitando o momento, o Raúl se inclinou um pouco pra beijar a boca da minha esposa, que, sem soltar o pau da mão dela e tomada pela excitação, correspondeu abrindo a boca pra receber ele. Depois de se beijarem um pouco, ele se ergueu e aproximou o pau duro que tava na altura do rosto dela e incentivou ela a chupar…
— Gostou do meu pau, sua gostosa? — perguntou pra minha esposa, que só murmurou um "sim", e abrindo a boquinha começou a chupar, lambendo a cabeça vermelha e inchada pra depois ir enfiando aos poucos aquele pedaço enorme de carne que tinha na boca, enquanto os outros dois caras olhavam babando de tesão e balançavam as ereções, loucos de ver minha mulherzinha chupando o pau do Raúl, que baixou o vestido dela até a cintura, revelando os peitões grandes e com as duas mãos amassava eles, gemendo com o boquete que minha mulher tava fazendo, que, de verdade, sabe mamar um bom pau, o meu ela come inteiro e me faz gozar muito, mas esses três paus são maiores que o meu, principalmente o do velho que tem um gigante, em Então se aproximaram Dom Mateo e Rudy com seus paus eretos até onde Maribel estava com o pau de Raúl enfiado até a garganta. Eles também queriam a parte deles. Ela ficou excitada ao vê-los chegar, mas quis fingir resistência, da qual já lhe restava pouca:
— Nãooo, esperem, deixem eu ir ver se meu marido está dormindo — com dificuldade, ela se afastou deles e eu a vi vindo. Me deitei na cama e fingi estar dormindo a bebedeira. Ao confirmar meu estado, vi ela se arrumar no espelho do quarto, ajeitando os cabelos e alisando sua camisola, colocando-a no lugar, para depois voltar com eles andando bem sensual. Na sala, os três já estavam nus, com seus paus eretos prontos. Minha esposa, em silêncio, ficou olhando para eles, principalmente para o pau grande do velho, com cara de excitação. Então, agora entre Rudy e Dom Mateo, foram até ela e a sentaram no sofá, com eles de cada lado e Raúl na frente, vendo suas lindas pernas, em parte por como ela estava sentada e também pelo shortinho da camisola, mostrando sua calcinha fio dental vermelha. Ele se inclinou para começar a acariciar suas coxas torneadas, subindo as mãos até tocar e esfregar sua buceta molhada. Minha esposa abria as pernas para facilitar a manobra dele, enquanto Rudy e o velho Mateo continuavam acariciando seus peitos grandes, que já estavam para fora da pequena camisola, e cada um começou a mamar com desejo aqueles lindos peitos, deixando seus bicos duros e eretos com as chupadas que davam. O corpo dela estava respondendo às carícias que os três lhe davam, e timidamente ela aproximou sua mãozinha do pau enorme do velho e começou a apalpar, como se não acreditasse que fosse de verdade...
— Gostou do meu pau, dona linda? Pois é todo seu. Vai, toca nele e aproveita como preferir... — Minha esposa, também bêbada de desejo, começou a masturbá-lo lentamente. Depois, virou-se para Rudy, oferecendo a boca, que sem pensar a beijou ardentemente. Em seguida, virou-se para Dom Mateo e ofereceu os lábios, sem se importar que o velho não era... Ele era bem dotado fisicamente e também devorou a boca dela com avidez. Era verdade que minha mulherzinha já estava completamente entregue à luxúria, pois continuava massageando o grande pau de Dom Mateo, passando as mãos pelos seus enormes e peludos sacos, e com a outra mão já batia uma para o pau de Rudy, que era o menor dos três. Enquanto isso, Raúl tirava a calcinha fio dental vermelha dela e começou a chupar a bucetinha quente. Ela abria mais as pernas para facilitar as lambidas na sua xota molhada. Aproveitando o estado de excitação, ele pegou o próprio pau duro e apontou para a rachinha encharcada dela, enfiando de uma só vez…
-Aaaaahhhhhhhhhhh… foi só o que Maribel soltou, ao sentir o pau duro do Raúl enfiado até o fundo, que pegou ela pela cintura e começou a meter com força e prazer, minha doce esposa com certeza sentia a glória entrando entre as pernas dela, que ela enroscou na cintura do Raúl, pra sentir melhor as estocadas que recebia, e começou também a se mexer como a posição permitia, enquanto o Rudy e o seu Mateo pararam de babar a boca e os peitos da Maribel, pra se levantar um pouco e colocar os paus perto da cara da minha mulherzinha, que olhou de perto e, extasiada, escolheu a piroca enorme do seu Mateo, pegou com as duas mãozinhas e notei que não conseguia abocanhar tudo, sobrava um pedaço ao longo do pau!…-Uuuuuuy, é muito grandona!... se admirou ao ver de perto e não era pra menos, porque era enorme, esticou a língua e lambeu a largura da cabeçona, pegando umas gotas de pré-gozo, depois abriu o máximo que pôde a boquinha e começou a engolir o máximo que dava daquele pedaço de carne dura e começou a chupar como só ela sabe fazer, seu Mateo curtia ao máximo a habilidade bucal da minha mulher, que continuava sendo fodida pelo pau do Raúl…
---Aaahhhhh, oohhhhh, você tem razão Raúl, essa puta chupa o pau gostoso pra caralho, oohhhhh,… e minha esposa, lisonjeada pelo comentário, virou pro pau do Rudy, que esperava ansioso o mesmo tratamento, e por ser menor que o do velho, engoliu de uma bocada só até o fundo da garganta, chupando gulosamente, no prazer do Rudy, eu observava escondido do quarto, num estado de tesão e nojo vendo como o corpo frágil da minha esposa fazia gozar triplamente aqueles três caras fortes que quase tapavam por completo a anatomia sensual e gostosa da minha mulherzinha, um pouco depois que estavam curtindo ela e antes que fizessem eles gozarem, saíram dela e se reorganizaram no sofá, seu Mateo se sentou, montando de pernas abertas o corpinho da Maribel, que sabendo o que fazer, pegou com sua mãozinha o enorme membro e o guiou com cuidado até a entrada da sua bucetinha molhada, e foi se sentando devagarinho naquela pica enorme, entrando com dificuldade a cabeçona...
Com Maribel apoiada no peito peludo do velho, fechando seus olhinhos em clara demonstração de estar aguentando a pressão da pica na entrada da sua buceta, e com o velho Dom Mateo com o rosto todo desfigurado pela força que fazia com seu apêndice sem ceder na sua feroz estocada, sentiram que finalmente este último fez entrar a cabeça da sua ferramenta descomunal na carne da mulher espetacular.
A mulher, já fora de si ao sentir a entrada da cabeça daquele grosso pilão de carne quente, soltou um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo, ficando estática e respirando convulsivamente pelo nariz, até que ao sentir como aquela monstruosidade de pau começava a deslizar para dentro da sua buceta, fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, em clara demonstração de estar sentindo e curtindo a penetração daquele tronco de carne cheio de nervos e veias, para finalmente ficar totalmente atravessada vaginalmente pelo instrumento animalesco de Dom Mateo.
-Aaaahhhhhhhhhh, mmmmmhhhh, como é grande o pau do Dom Mateo, me preenche toda, aaahhhhhhhhh, foi o que exclamou minha esposa ao estar completamente empalada, ficou assim sentada e cravada por um instante, como para se acostumar e curtir o invasor que tinha dentro, para depois, sem se importar com nada, começar a mexer sua bunda grande de frente para trás e de cima para baixo de forma lenta, gemendo de prazer com aquela pica grande e grossa do Dom Mateo enfiada até o fundo da sua bucetinha, ele se agarrou nas grandes nádegas da Maribel e marcava o ritmo da foda, tirava meia pica escorrendo os sucos da minha esposa, para com firmeza enterrá-la de novo por completo. Ela cavalgava com os olhos fechados de forma desesperada no seu macho, subindo e descendo. descendo os quadris dela pelo pau oleoso e bem duro do velho, ele a segurava pelas ancas ajudando ela a subir e descer, aproveitando também que as tetonas dela quicavam na cara do velho extasiado, que com a boca aberta já pegava um ou outro mamilo ereto, chupando e até dando pequenas mordidas, diante do prazer extremo da minha mulherzinha, que nunca imaginou que aquele velho feio e barrigudo pudesse lhe dar tanto prazer com aquela tranca enorme e a experiência sexual dele, o que ele mostrou ao pegar as duas nádegas com as mãos grandes e abri-las ao máximo, expondo o cuzinho rosado da minha mulher para Raúl e Rudy. Eles entenderam a proposta do velho lobo, e foi Raúl quem chegou antes do Rudy, começando a massagear e dilatar com os dedos e saliva o buraco traseiro dela. Maribel virou para ver quem ia comer ela pelo cu e, ao saber quem era, deu um sorriso safado e sensual, enquanto abria os lábios e mostrava a língua num convite claro que Raúl aceitou de bom grado, grudando naqueles lábios sensuais e na língua dela de um jeito ardente, misturando as duas salivas, que usaram de lubrificante para continuar dilatando o cuzinho dela. Depois, ele pegou o pau grande dele, que, embora não fosse tão grosso quanto o do velho, tinha um tamanho considerável, mas era fino e com uma cabeça estilizada, perfeito para enfiar no cu da minha esposa. Ele apontou a ponta para a entrada do cu lubrificado, que continuava exposto pelas mãos do seu Mateus, que, com uma resistência incrível, não parava de foder a Maribel. Ele empurrou um pouco e a cabeça entrou…
— Aaaghhhhhh, mmmmmhhhh… com cuidado, meu amor… ouuuchhhhhh… devagar… siii… assim… mmmmghhhh… — eram os gemidos da minha esposa, enquanto ele lentamente ia enterrando o pau no cu gostoso dela…
— AAAGGGHHHHHHHHHH… — Maribel gritou de repente quando sentiu Raúl enfiar de uma vez mais da metade do pau que faltava. Seu Mateus, com aquela investida, soltou as nádegas carnudas, que enterraram completamente o pau do Raúl naquele cu delicioso de campeã…
---Ooohhhhhh, que buceta gostosa e apertadinha tem a dona Maribel, ela tá gostando de como a gente tá comendo ela, sua putinha, vamos me responder, sua vadiazinha... me diz se seu marido te faz gozar igual a gente, hein??? eu sussurrava no ouvido da minha esposa, que ficava ainda mais excitada, enquanto segurava ela pelos quadris, enfiava e tirava do cu da minha mulher com estocadas firmes, adorei a expressão de luxúria da minha esposa gostosa, pedindo mais enquanto se mexia como uma possessa... ---Aaahhhhhh... siiiim, eu gosto de como vocês me comem... me enchem toda... aaahhhhhh... mais, me deem mais com essas pirocas de vocês, maaaiiiisss... que delícia, aaaahhhhhhhhhhhh seus putos, seus mendigos, ela gritava louca de prazer antes do seu orgasmo monumental, o que Rudy aproveitou pra calar ela, enfiando o pau na boquinha dela, que recebeu de bom grado e começou a chupar com gosto, tanto que fez Rudy gozar rápido, descarregando uma boa quantidade de porra quente na boquinha dela, que engoliu tudo quase sem derramar, Rudy se jogou no sofá exausto, claramente esse metido não era um bom amante pra minha mulher, agora Raúl começou a ficar tenso com a gozada iminente, isso foi notado por dom Mateo, que pediu pra ele parar e relaxar...
---Espera, Raúl, relaxa, vamos fazer uma posição que vi num filme pornô, hehehehe, e essa putinha com esse corpinho gostoso que ela tem é ideal pra fazer ela berrar de prazer com esse jeito novo de enfiar, hehehehe, não goza ainda nem tira do cu dela... o que esse velho estava tramando, eu me perguntei, o que mais viria, porque eu já tinha gozado quase ao mesmo tempo que minha esposa, os dois se sincronizaram pra levantar o corpo frágil dela sem que os dois paus saíssem dos buracos, já estavam de pé e Maribel teve que se agarrar no pescoço e enrolar as pernas na barriga mole do velho pra não cair, mas isso não podia acontecer porque os dois paus estavam bem encaixados, no cu e na buceta dela, o que impedia...
---Agora se solta, dona, vamos fazer malabarismo com essa corpinho kkkkkkkk... aí minha esposa, com um certo medo, desceu as pernas do corpo obeso de Dom Mateus e ficou suspensa no meio deles, os pezinhos dela não tocavam o chão, os dois paus serviam de eixo pra segurar minha esposa, e por causa da gravidade, os dois mastros ficaram enterrados nas profundezas da bunda gostosa e da bucetinha da minha mulher, que sentia eles até o estômago, eu não acreditava nessa nova posição, parecia engraçada e ao mesmo tempo safada, ela sendo carregada por aqueles dois paus enormes...
-Aaaaaaaahhhhhhh, siiiim, que gostosooo isso é, uummmhhhhhh, de novo sinto que me enchem todaaahhhhhh, obrigada por esse prazer que meus dois machos me dão, ela dizia pra Dom Mateus, depois pegava a cabeça careca dele pra dar uma série de beijos e lambidas naquele rosto feio e suado, e finalmente beijava ele na boca de um jeito apaixonado e safado, como agradecendo por ser o autor daquela forma diferente de dar prazer, e como se tivessem ensaiado, começaram a comer o corpinho gostoso e frágil da minha esposa, Dom Mateus começou com o vai e vem daquele pauzão dentro da buceta dilatada da Maribel, e Raúl fez o mesmo na bunda não menos dilatada dela, bem firme nas cadeiras dela, ele pegou o ritmo e enquanto um entrava o outro saía, como se fosse um pistão bem lubrificado, eles comiam ela com firmeza e delicadeza ao mesmo tempo, Rudy já tinha broxado de novo e via a cena com inveja de não estar participando, parecia um cachorrinho faminto esperando um pedaço de carne, mas esses cachorros não estavam dispostos a compartilhar aquela carne gostosa de primeira que estavam comendo e saboreando, e aquela carne gostosa de primeira era da minha deliciosa esposa Maribel, mas tudo tem um fim, e esse já era iminente, pra azar da minha esposa que continuava aproveitando aqueles dois paus nos buraquinhos dela...
-Oooohhhhhhhh, siiiim, que prazer meus machos me dão, aaaahhhhhhhh, continuem me comendo forte, assiiim, me deem maaais, perrooooos aaahhhhhh, nisso dom Mateo se tensionou, cravou o pauzão dele até o fundo da buceta da Maribel…
—Aaaaahhhhhhhhh, que gostoso aperta meu cuzinho, puta, yummy, ooohhhhaaahhhhhhhh… — e começou a jorrar toda a descarga de sêmen dele até o fundo da vagina, inundando ela por completo, dando os últimos espasmos de prazer e virando os olhos, até pensei que a qualquer momento ia ter um infarto, mas não foi assim, dava pra ver que aquele velho era feito de boa madeira. Ao mesmo tempo, Raúl se tensionou e do mesmo jeito enfiou o pauzão dele até o fundo do cu da minha esposa…
—Aaaaaahhhhhhh, toma seu leite, puta, tomaaaaa, oooooohhhhhhhhh — ofegava Raúl, agora agarrado nas peitudonas dela onde se apoiava pra descarregar outra boa quantidade de leite no cobiçado cu da minha esposa puta, que recebeu as duas descargas que fizeram ela também gozar outro orgasmo enorme…
—Aaaaahhhhhhhhhhh, que gostoso me inundam meus dois garanhões, aaaahhhhhhhhhhh… — e se agarrava no corpo mole do velho, com o corpinho dela tenso e vibrando de prazer recebido por aqueles membros duros e potentes. Quando tudo terminou, minha esposa ficou exausta e desmontada como se fosse uma boneca de pano nas mãos dos caras que deram a foda da vida dela. Eles se desconectaram dela e deixaram ela escarrapachada no sofá, cansada mas feliz, olhando agradecida pros meus três "amigos" que já se vestiam pra ir embora mais que satisfeitos, com exceção do Rudy que foi o que talvez curtiu menos. Minha esposa se levantou e vestiu só o robe, porque não achou a calcinha vermelha que o Rudy tava segurando e depois de cheirar guardou. Minha esposa deixou ele levar, talvez como compensação. Ela se despediu deles na porta sendo beijada por todos e acariciada por muitas mãos no corpinho dela como despedida. Eu voltei pra cama do quarto esperar ela fingindo que tava dormindo. Ela voltou logo depois assim, sem tomar banho, cheirando a sexo, embora já tivesse colocado uma calcinha nova. Ela se aninhou ao meu lado com cuidado pra não me acordar, senti o corpo dela ainda quente da puta foda que levou. Finalmente dormi com uma inquietação doentia por ter permitido a infidelidade da minha esposa Maribel, mas satisfeito e orgulhoso por ter uma esposa que foi capaz de dar e receber muito prazer pros meus três colegas de trabalho, e de quebra pra mim, que curti ver como comeram ela….
Fim.
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