Fala aí, galera, meu nome é Cristian, tenho 25 anos, sou de Rosário e criei uma conta no Poringa pra contar minhas histórias.
Este e todos os meus relatos são 100% reais. Vou tentar contar com o máximo de detalhes possível.
Nunca me considerei gay, sempre gostei de mulher, mas o isolamento e a quarentena por causa da pandemia de COVID mudaram muita coisa.
Sempre entrava em sites pornô, héteros, homem e mulher, e ficava vendo vídeos de homens mais velhos com mulheres jovens. A diferença de idade me dava muito tesão, a ponto de começar a ver só vídeos de coroas se tocando ou transando com caras mais novos, e eu me masturbava com essas imagens. Tudo ficava nisso: vídeos, tesão e fantasias, mas cada vez eu gostava mais e continuei vendo por muito tempo.
Dezembro de 2022, antes do Natal, tava pelo centro da cidade comprando os presentes pras festas, e peguei um busão pra voltar pra zona sul, onde meu velho ia passar pra me buscar.
O coletivo ainda tava meio vazio, então sentei num dos lugares lá no fundão. Conforme as paradas iam passando, subia mais gente, e num momento cedi o lugar pra uma mulher grandona, então fiquei quase no fundo, em pé.
Numa das paradas, sobe um homem, grisalho, uns 60/65 anos, vestindo roupa esportiva e com umas sacolas de compras na mão, e para quase atrás de mim.
Como tava um dia bem quente, eu tava de short e regata.
Sou uma pessoa que a vida inteira praticou esporte, então tenho um corpo bom, uma bunda bonita e pernas gostosas.
Conforme o coletivo ia lotando, a gente ficava meio apertado. Num momento, parou de subir gente, e o pessoal se ajeitou como dava (quem ia em pé), mas na minha área ainda tava meio apertado.
Então, num desses arranques, meu corpo foi muito pra trás, e eu apoiei a bunda no homem numa perna (sem nenhuma intenção).
Isso aconteceu duas vezes seguidas, eu tava meio nervoso com a situação chata. Num dado momento, saindo de um ponto, sinto um movimento atrás de mim, e percebo que esse cara cola mais em mim, fica bem na minha retaguarda, e não chega a encostar, mas fica roçando. Eu percebo isso, mas tava tão nervoso com a situação que tentei dar meio passo pra frente, mas não dava porque tinha muita gente, e nisso ele se aproxima mais meio passo na minha direção de novo.
Ao entender a situação e o que tava rolando, eu não sabia o que fazer, um monte de coisa passava pela minha cabeça, tava muito, muito nervoso, mas também vinha na mente os vídeos que eu via e como aquilo me deixava com tesão. Tava pensando em descer do ônibus por causa disso tudo, e numa sacudida do transporte a gente ficou bem colado, bem encostado.
Eu sem poder me mexer,Sentia uma mistura de nervosismo, tesão, adrenalina, tudo junto. Mas também pensava que tava realizando uma das minhas tantas fantasias.
E eu fiquei ali, imóvel, e cada vez que o ônibus acelerava e freava, meu corpo e o dele se encostavam. Ele, o tempo todo, buscava se esfregar e sentir minha bunda, e eu continuava paralisado pelos nervos e pela adrenalina, até que os segundos foram passando, e eu fui me soltando e esquecendo de tudo. Num dado momento, eu já estava tão envolvido pela situação que, a cada balançada, eu também empurrava pra trás, e o homem se afastava e se encostava de novo, e assim várias vezes. Viajamos assim por 20 minutos, eu já estava de pau duro, e já tinha que descer em umas quadras.
Eu já estava chegando no destino, e as últimas 5 quadras passei literalmente encostado sentindo o volume dela, sem me mexer.
Cheguei no destino, saio como se nada tivesse acontecido, não trocamos olhares com o cara, mas minha cabeça tava a mil, meu corpo tenso e cheio de adrenalina. Esperei num ponto, e meu velho finalmente veio me buscar.
Aquele dia foi um gatilho na minha vontade de ter novas experiências, que vou contar nos próximos contos. Espero que vocês gostem.
Este e todos os meus relatos são 100% reais. Vou tentar contar com o máximo de detalhes possível.
Nunca me considerei gay, sempre gostei de mulher, mas o isolamento e a quarentena por causa da pandemia de COVID mudaram muita coisa.
Sempre entrava em sites pornô, héteros, homem e mulher, e ficava vendo vídeos de homens mais velhos com mulheres jovens. A diferença de idade me dava muito tesão, a ponto de começar a ver só vídeos de coroas se tocando ou transando com caras mais novos, e eu me masturbava com essas imagens. Tudo ficava nisso: vídeos, tesão e fantasias, mas cada vez eu gostava mais e continuei vendo por muito tempo.
Dezembro de 2022, antes do Natal, tava pelo centro da cidade comprando os presentes pras festas, e peguei um busão pra voltar pra zona sul, onde meu velho ia passar pra me buscar.
O coletivo ainda tava meio vazio, então sentei num dos lugares lá no fundão. Conforme as paradas iam passando, subia mais gente, e num momento cedi o lugar pra uma mulher grandona, então fiquei quase no fundo, em pé.
Numa das paradas, sobe um homem, grisalho, uns 60/65 anos, vestindo roupa esportiva e com umas sacolas de compras na mão, e para quase atrás de mim.
Como tava um dia bem quente, eu tava de short e regata.
Sou uma pessoa que a vida inteira praticou esporte, então tenho um corpo bom, uma bunda bonita e pernas gostosas.
Conforme o coletivo ia lotando, a gente ficava meio apertado. Num momento, parou de subir gente, e o pessoal se ajeitou como dava (quem ia em pé), mas na minha área ainda tava meio apertado.
Então, num desses arranques, meu corpo foi muito pra trás, e eu apoiei a bunda no homem numa perna (sem nenhuma intenção).
Isso aconteceu duas vezes seguidas, eu tava meio nervoso com a situação chata. Num dado momento, saindo de um ponto, sinto um movimento atrás de mim, e percebo que esse cara cola mais em mim, fica bem na minha retaguarda, e não chega a encostar, mas fica roçando. Eu percebo isso, mas tava tão nervoso com a situação que tentei dar meio passo pra frente, mas não dava porque tinha muita gente, e nisso ele se aproxima mais meio passo na minha direção de novo.
Ao entender a situação e o que tava rolando, eu não sabia o que fazer, um monte de coisa passava pela minha cabeça, tava muito, muito nervoso, mas também vinha na mente os vídeos que eu via e como aquilo me deixava com tesão. Tava pensando em descer do ônibus por causa disso tudo, e numa sacudida do transporte a gente ficou bem colado, bem encostado.
Eu sem poder me mexer,Sentia uma mistura de nervosismo, tesão, adrenalina, tudo junto. Mas também pensava que tava realizando uma das minhas tantas fantasias.
E eu fiquei ali, imóvel, e cada vez que o ônibus acelerava e freava, meu corpo e o dele se encostavam. Ele, o tempo todo, buscava se esfregar e sentir minha bunda, e eu continuava paralisado pelos nervos e pela adrenalina, até que os segundos foram passando, e eu fui me soltando e esquecendo de tudo. Num dado momento, eu já estava tão envolvido pela situação que, a cada balançada, eu também empurrava pra trás, e o homem se afastava e se encostava de novo, e assim várias vezes. Viajamos assim por 20 minutos, eu já estava de pau duro, e já tinha que descer em umas quadras.
Eu já estava chegando no destino, e as últimas 5 quadras passei literalmente encostado sentindo o volume dela, sem me mexer.
Cheguei no destino, saio como se nada tivesse acontecido, não trocamos olhares com o cara, mas minha cabeça tava a mil, meu corpo tenso e cheio de adrenalina. Esperei num ponto, e meu velho finalmente veio me buscar.
Aquele dia foi um gatilho na minha vontade de ter novas experiências, que vou contar nos próximos contos. Espero que vocês gostem.
5 comentários - Minha primeira vez com um homem