Como minha melhor amiga virou minha amante – PARTE 4

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PARTE 2:
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Como minha melhor amiga virou minha amante – PARTE 4

A noite anterior tinha sido explosiva, um turbilhão de paixão e desejo que deixou nós dois exaustos e querendo mais…

A manhã começou com uma sensação que me tirou do meu sono profundo. Uma umidade quente envolvia meu pau, e quando abri os olhos, lá estava ela, ajoelhada ao meu lado ainda nua, a boca trabalhando com habilidade em volta da minha ereção. O cabelo dela caía sobre o rosto, escondendo parcialmente sua expressão concentrada, mas quando nossos olhos se encontraram, ela esboçou um sorriso cheio de safadeza.Bom dia, dorminhocodisse entre risadas, me soltando por um momento pra pegar fôlego.Alguém acordou antes de você.Os dedos dela brincavam com meu pau, que já tava durasso e molhado da saliva dela e dos meus fluidos. Olhei pra ela, ainda meio atordoado, nem tinha percebido que tava duro. Mas agora, completamente acordado e ligado, a sensação era avassaladora: o calor molhado da boca dela, o roçar da língua na minha cabecinha sensível, o jeito que ela engolia tudo de uma vez. Ela se afastou o suficiente pra me olhar, os lábios brilhando, e deu um sorriso safado antes de mergulhar de novo, com a língua dançando em volta da glande como se fosse um instrumento que ela conhecia de trás pra frente.Deus—sussurrei, minha voz carregada de sono e desejo—. Você é incrível.

Ela humedeceu em resposta, a vibração mandou uma sacudida de prazer por mim. A mão dela se juntou, acariciando o que a boca não alcançava, e senti que ia perder o controle rápido demais.O que a gente vai fazer hoje?perguntou sem parar de mover a mão no meu pau.Hoje vamos pra uma praia.respondi, tentando manter a compostura.Me disseram que tem umas bem gostosas a menos de uma hora daqui.
 
Adoro a ideia,Ela sussurrou antes de engolir meu pau de novo, dessa vez mais fundo. Senti a garganta dela se ajustar perfeitamente ao meu tamanho, os lábios dela eram como seda, a língua traçando cada sulco e veia com uma precisão que me fez agarrar os lençóis. Ela sabia exatamente o que estava fazendo, e era de enlouquecer no melhor sentido possível. Meus quadris se ergueram da cama enquanto eu tentava enfiar mais fundo na boca dela. Soltei um suspiro trêmulo, lutando pra me segurar. Não era só a boca dela, era ela. O jeito que ela me olhava, o jeito que ela se movia, o jeito que parecia saber exatamente do que eu precisava antes mesmo de eu saber.Ainda não quero gozar,murmurei com a voz trêmula, segurando a mão dela pra parar. Ela fez bico de brincadeira, mas não deixei ela reclamar. Puxei ela pra perto e nossos lábios se encontraram num beijo apaixonado, cheio de calor e fome.

O gosto de mim mesmo na língua dela só me deixou mais excitado, o sabor se misturando com o dela de um jeito que me enlouqueceu. Virei a gente pra que ela ficasse debaixo de mim, o corpo dela flexível e ansioso enquanto eu beijava o caminho até o pescoço, a clavícula, os peitos. Os mamilos dela endureceram sob meu toque, e eu passei a língua em volta de um, sentindo como ela se arqueava contra mim. As pernas dela envolveram minha cintura, me convidando pra entrar, e eu não hesitei. Guiei meu pau até a buceta dela, sentindo o calor me recebendo com vontade, me afundando nela com um gemido de puro alívio.

Ela estava tão quente, tão molhada, tão perfeita. A gente se moveu junto, num ritmo lento, cada estocada nos levando mais alto. As unhas dela cravaram nas minhas costas, a respiração virou gemidos entrecortados. As pernas dela me apertavam pra controlar o ritmo. A gente se movia em sincronia perfeita, nossos corpos se tornando um só. Os gemidos dela eram música pros meus ouvidos, cada um mais intenso que o anterior. Finalmente, senti o corpo dela se tensar, os músculos internos se apertando em volta do meu pau. Um grito abafado escapou da boca dela quando gozou, e eu, sem conseguir me segurar, me deixei levar também, enchendo ela de porra enquanto ela me apertava com força.

A gente ficou ali um tempo, enroscados, enquanto a respiração voltava ao normal aos poucos. — Então — ela disse finalmente, desenhando círculos preguiçosos no meu peito —,A praia, hein?Depois de um começo de dia tão intenso, era difícil não se sentir invencível. A viagem foi cheia de risadas e carinhos roubados. Eu tava usando uns shorts minúsculos que mal cobriam a bunda e uma blusinha que deixava a barriga de fora, minha sensualidade era impossível de ignorar, e cada vez que eu me mexia no banco, ele tinha que lutar contra a vontade de parar o carro e me possuir ali mesmo. Em vez disso, ele manteve uma mão no volante e a outra na minha coxa, sentindo o calor da minha pele sob os dedos, enquanto os meus dedos desenhavam padrões na coxa dele enquanto a gente dirigia.

No caminho, a gente viu uma placa anunciando uma praia perto, e decidimos parar lá. Era um lugar tranquilo e pequeno, perfeito pra relaxar. Depois de estacionar o carro, a gente caminhou pela areia, curtindo o sol e o som das ondas, meu cabelo refletia a luz do sol, e eu sorri pra ele.Isso é perfeito".
 Enquanto caminhávamos pela orla, a ficha caiu pros dois ao mesmo tempo: ainda não tínhamos tomado café. Achamos um lugarzinho aconchegante e pedimos comida, batendo um papo com o garçom simpático que parecia ter simpatizado com a gente, e conversamos animadamente com ele.

Ele recomendou vários lugares pra visitar, mas foi quando mencionou uma praia de nudismo ali perto que minha amiga apertou minha perna, toda empolgada. Quando o garçom se afastou, ela virou pra mim com uma cara que misturava curiosidade e safadeza.E aí, que tal a gente ir praquela praia de nudismo que o pessoal recomendou?— perguntou ele, com a voz carregada de emoção.Não sei, nunca fiquei pelado em público.respondi, sentindo uma mistura de vergonha e curiosidade. Mas ela não tava disposta a me deixar escapar tão fácil assim.Você vai me dizer que nunca imaginou uma coisa dessas?respondeu, inclinando-se em minha direção com um sorriso cúmplice.Vamos, me convenceu, enquanto os dedos dele percorriam meu braço.Você tá sempre pelado em casa. Isso não é tão diferente assim.As palavras dela tocaram num ponto sensível. Era verdade, eu adorava a liberdade de ficar pelado em casa, mas a ideia de fazer isso em público parecia diferente. Mesmo assim, o olhar nos olhos dela foi o suficiente pra me convencer.Tá bom",disse finalmente.Vamos fazer isso.O garçom simpático nos colocou em contato com um cara que pilotava uma lancha e ia nos levar pra praia de nudismo. Subimos no barco com uma mistura de nervosismo e tesão, e em questão de minutos, chegamos num lugar isolado com um píer improvisado. Uma placa grandona anunciava:- Praia de nudismo. Proibido usar roupa a partir deste ponto.- .
A gente se olhou e deu uma risada nervosa antes de começar a tirar a roupa. Tirei a camiseta primeiro, mostrando meu peito. Ela, por sua vez, tirou o top, deixando os peitos dela livres. Os bicos já estavam durinhos, talvez por causa da brisa do mar ou pela emoção do momento. Depois, ela se abaixou com jeito pra tirar o short, revelando uma fio dental minúscula que mal cobria a buceta dela. Meu short não conseguia esconder a pica que já tava começando a endurecer.É sua vez.disse, mordendo o lábio inferior enquanto abaixava meu short. Dessa vez eu não estava de cueca, então fiquei completamente pelado na frente dela. Fiz o mesmo com a calcinha dela, revelando a buceta lisinha e bem cuidada. Agora estávamos iguais, vestidos só com nossas sandálias.

Guardamos nossas coisas numa mochila e começamos a caminhar até a praia, a areia estava quentinha sob nossos pés e o som das ondas quebrando na areia era relaxante. Conforme a gente se afundava, começamos a ver outras pessoas peladas, de todas as idades e corpos. Tinha gente largada, completamente nua, e eu senti uma mistura estranha de vergonha e tesão. Tentei focar na paisagem, mas era impossível ignorar o calor que subia em mim, ou disfarçar a ereção que só crescia. E ela percebeu na hora. Rindo, pegou minha mão e me levou pra uma área mais afastada, onde a gente podia largar as coisas e se refugiar na água.

A água nos envolveu, o frescor dela contrastando forte com o calor que se acumulava entre nós. Nadamos um pouco mais pra longe, longe das poucas pessoas que tinham na praia, até a água bater na nossa cintura. Ela se virou pra mim, com os olhos escuros de desejo, e pressionou o corpo contra o meu. Envolvi ela com meus braços, abraçando forte enquanto ela sussurrava no meu ouvido:Ninguém tá olhando pra gente…Ela disse com aquele sorriso cheio de safadeza, enquanto pegava no meu pau debaixo d'água.Vejo que a água fria não foi suficiente,disse, sorrindo enquanto o acariciava. Eu ri, meio sem graça. Minhas mãos desceram pra bunda dela, apertando com força enquanto ela cruzava as pernas na minha cintura. Com jeito, encaixei meu pau na entrada da boceta dela e, com um empurrão suave, meti. Os gemidos dela abafaram no meu ombro, as unhas cravando nas minhas costas enquanto me pedia pra continuar. A água dava uma sensação extra enquanto a gente se mexia junto. Os gemidos dela sumiam no barulho das ondas.

O contraste entre a água fria e o calor lá dentro era elétrico. A gente se movia no ritmo das ondas, os gemidos dela ecoando no meu ouvido enquanto eu comia ela com força. Logo, ela desceu do meu corpo. Quando se afastou, pensei que ia sugerir a gente voltar pra areia, mas, em vez disso, virou de costas e se apoiou numa pedra, oferecendo a raba como um convite. Uma das minhas mãos foi pra cintura dela e a outra, debaixo d'água, guiou meu pau até a boceta dela e, com um empurrão firme, meti de novo. O ritmo da maré combinava com o ritmo da nossa trepada.

A voz dela era baixa, sem fôlego, enquanto sussurrava por cima do ombro:Não para".Foi cru, primitivo e absolutamente inebriante. A ideia de sermos vistos, de alguém nos pegar naquele ato, só aumentou a intensidade. Ela se afastou um pouco, virando o olhar para mim, enquanto sussurrava:Mais rápido...Obedeci. Minhas estocadas ficaram mais fortes, mais urgentes. Ela jogou a cabeça pra trás, o corpo tremendo enquanto gozava, as paredes dela se apertaram ao meu redor. Eu gozei logo depois, me enterrando fundo dentro dela, o mundo ao nosso redor desapareceu até não restar nada além de nós dois, perdidos no momento.

Ficamos na água por um instante, recuperando o fôlego antes de voltar pra areia, onde nos deitamos na areia morna, curtindo a sensação de liberdade que a nudez nos dava.Então... o que você acha das praias de nudismo agora?Eu ri entre dentes, puxando ela mais pra perto.Acho que... talvez eu esteja me acostumando com issoMais tarde, enquanto passava protetor solar, aproveitei pra acariciar de leve as costas e a bunda dela, arrancando risadinhas e suspiros de prazer. O dia foi passando entre carícias, beijos e momentos íntimos, até o sol começar a se pôr e a gente resolver voltar pro hotel.

Quando chegamos no hotel já de noite, a gente se pelou quase na hora, e ela se deitou na cama com um sorriso de quem tava satisfeita.Deveríamos ficar pelados o tempo todo.disse ela, se espreguiçando com conforto. Eu sorri antes de responder:

“Você tá certa, a nudez é libertadora.” Me aproximei dela, meus olhos percorrendo o corpo nu dela, que parecia brilhar sob a luz fraca do quarto. Ela se espreguiçou ainda mais, como se quisesse se exibir pra mim, e os peitos dela se mexiam sutilmente a cada respiração. Não pude evitar sentir meu corpo reagindo de novo, o desejo crescendo dentro de mim como uma chama que não conseguia se apagar.E se a gente continuar explorando essa liberdade?Sussurrei, enquanto me sentava na beira da cama e pegava na mão dela, beijando delicadamente os nós dos dedos. Ela soltou uma risadinha suave, mas os olhos dela me encaravam com uma intensidade que dizia que ela estava tão pronta quanto eu. "Explorar... Parece intrigante...", ela disse, sentando-se devagar até que nossos rostos ficassem a poucos centímetros de distância.

Eu podia sentir o hálito quente dela na minha pele, e isso foi o suficiente pra fazer meu coração disparar. Minhas mãos encontraram a cintura dela, e eu a puxei pra perto até que nossos corpos se tocassem por completo. Os peitos dela pressionavam contra o meu peito, e ela inclinou levemente a cabeça pra que nossos lábios se encontrassem num beijo lento e profundo. Foi um beijo que falava de tudo que a gente tinha compartilhado naquele dia, e de tudo que ainda estávamos dispostos a descobrir.

Quando nos separamos, ela sorriu e me olhou com malícia. "No que você tá pensando?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.perguntou, enquanto os dedos dela brincavam com meu cabelo. Eu sorri, sentindo a empolgação tomar conta de mim. "Só tava pensando que a gente podia levar isso um pouco mais longe... Que tal a gente tentar algo novo?" Os olhos dela brilharam de curiosidade, e ela assentiu devagar, sem tirar o olhar de mim.

Deslizei da cama e estendi a mão pra ela. Ela pegou sem hesitar, e eu a guiei até o centro do quarto, onde tinha um espelho grande perto do armário. A gente parou na frente dele, e a imagem refletida era impossível de ignorar: dois corpos pelados, entrelaçados, cheios de desejo e confiança mútua. "Se olha," sussurrei, colocando as mãos nos ombros dela e encarando ela no espelho. "Você é uma gostosa.Ela corou um pouquinho, mas não desviou o olhar. As mãos dela encontraram as minhas e foram guiando devagar até os peitos dela, me levando a acariciá-los. Senti os biquinhos dela endurecendo debaixo dos meus dedos, e ela fechou os olhos por um instante, soltando um suspiro de prazer. “Quero ver você se divertir,” falei, enquanto minhas mãos desciam pelo corpo dela até chegar nos quadris. “Quero ver como você se mexe, como você se toca…”Ela abriu os olhos de novo e me encarou no espelho, um sorriso safado nos lábios. Devagar, ela se virou pra ficar de frente pra mim, e as mãos dela começaram a explorar meu corpo enquanto eu fazia o mesmo com o dela. Cada toque era calculado, cada movimento pensado pra aumentar o prazer que a gente sentia. Os dedos dela encontraram minha ereção, e ela começou a massagear com movimentos suaves e circulares, fazendo um gemido escapar dos meus lábios.

Mas eu não queria que fosse só sobre mim. Segurei ela pela cintura e virei de novo, deixando ela de costas pra mim, o corpo dela pressionado contra o meu enquanto a gente continuava se olhando no espelho. Minhas mãos desceram pela barriga dela até achar a buceta dela, e comecei a acariciar com movimentos lentos e deliberados. Ela arqueou as costas, se apoiando em mim, e os gemidos dela encheram o quarto.

"Assim...", sussurrei no ouvido dela, enquanto meus dedos encontravam o clitóris e começavam a estimular. "Deixa eu ver você se derreter..." Os olhos dela se fecharam, e as mãos dela se agarraram nos meus braços enquanto o prazer tomava conta. Dava pra sentir o corpo dela tremendo sob meu toque, e isso só aumentava minha própria excitação.

Mas eu queria mais. Queria sentir ela completamente minha. Com um movimento suave, virei ela de novo e empurrei contra o espelho, as costas dela pressionadas na superfície fria enquanto eu me posicionava entre as pernas dela. Ela me olhou com olhos cheios de desejo, e eu não resisti. Peguei minha ereção e guiei até a entrada dela, penetrando devagar enquanto um gemido escapava dos lábios dela.

O calor lá dentro me envolveu, e comecei a meter nela com um ritmo constante e profundo. As mãos dela se agarraram nos meus ombros, e as unhas cravaram na minha pele enquanto ela gemia a cada estocada. O som dos nossos corpos se chocando se misturava com nossas respirações ofegantes, e o espelho começou a embaçar com o nosso calor.

Ela arqueou as costas ainda mais, e Os gemidos dela ficaram mais altos, mais urgentes. "Não para…", ela sussurrou, enquanto as mãos dela desciam até minha bunda, me incentivando a continuar. Eu obedeci, aumentando o ritmo, sentindo o prazer se acumular dentro de mim, pronto para explodir a qualquer momento.

Mas, bem quando eu estava na beira do orgasmo, ela me parou com um grito abafado. "Espera…", ela disse, ofegante enquanto tentava recuperar o fôlego. "Quero experimentar algo diferente…Ela me olhou com uma mistura de expectativa e nervosismo, e eu não consegui evitar de sorrir.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O que você tem em mente?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação., perguntei, me afastando dela e esperando pacientemente. Ela pegou na minha mão e me levou de volta pra cama, onde se deitou de barriga pra cima e me olhou com uma cara que dizia claramente que tinha um plano.RDeslizei até a borda da cama e minha cabeça se enfiou entre as pernas dela. O cheiro feminino dela era inebriante, a buceta dela brilhava de tesão. Beijei seus lábios de baixo, um gemido escapou da boca dela. Minha língua começou a percorrer todo o contorno íntimo dela, e ela apertava minha cabeça com as pernas. Encontrei o ponto mais sensível quando minha língua tocou o clitóris dela. Ela deu um grito enquanto enroscava os dedos no meu cabelo pra garantir que eu continuasse na minha missão. Lambi o clitóris dela em círculos, chupei e suguei, e ela gemia desesperada. Isso me deu a deixa pra aumentar o prazer dela.

Devagar, deslizei meus dedos indicador e médio na cavidade já molhada de tesão dela. Outro grito encheu o quarto, a respiração dela ficou ofegante, ela se mexia ansiosa na cama enquanto arqueava levemente as costas quando, com a ponta dos meus dedos, alcancei a textura inconfundível do ponto G dela.

Com os dedos levemente curvados, me dediquei a estimular aquela zona sensível da cavidade dela, e o inevitável aconteceu. Um grito, as mãos dela puxando meu cabelo, as costas arqueadas e, na minha boca, os fluidos dela causados por um orgasmo incrível.

Ela ergueu minha cabeça com as mãos, me olhou extasiada: “Dessa vez, quero ficar por cima…”, disse, e eu não consegui evitar sorrir ainda mais. A ideia me excitava tanto quanto a ela. Deitei ao lado dela e ajudei a subir em cima de mim, até que ela ficou sentada no meu quadril, o corpo nu brilhando sob a luz do quarto, ainda ofegante e corada.

As mãos dela encontraram meu pau duro e o guiaram até a entrada dela, descendo sobre mim com um movimento lento, mas seguro. O calor do interior dela me envolveu mais uma vez, e eu mal consegui segurar um gemido enquanto ela começava a se mexer, subindo e descendo em cima de mim num ritmo que me levava à loucura.

Os peitos dela balançavam a cada movimento, e ela inclinou a cabeça pra trás, soltando gemidos de prazer que enchiam o quarto. Eu coloquei Minhas mãos nos quadris dela, ajudando a manter o ritmo enquanto sentia o prazer se acumular dentro de mim feito uma tempestade prestes a explodir.

"Não aguento mais...", sussurrei, sentindo meu corpo tenso, pronto pra explodir. Ela me olhou com os olhos cheios de desejo e sorriu, acelerando o ritmo até que eu não consegui mais me segurar. Um gemido escapou dos meus lábios enquanto o orgasmo me sacudia, enchendo ela por completo... Ela também gozou, o corpo tremendo sobre o meu enquanto gritava meu nome.

Ficamos assim por um momento, ofegantes, tentando recuperar o fôlego enquanto nossos corações batiam no mesmo ritmo. Finalmente, ela desabou sobre mim, o corpo suado colado no meu. "Isso foi... incrível...", sussurrou, e eu não consegui evitar um sorriso enquanto acariciava as costas dela, curtindo aquele momento íntimo que a gente tinha criado juntos... não queria que aquilo terminasse nunca. Mas ela tinha que voltar pro trabalho no dia seguinte, e eu ia ficar longe do corpo dela por pelo menos uma semana...

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