Depois que me comeram muito, eles foram embora e me chamaram de puta vagabunda. Meu padrasto disse: "Te espero pra tomar um negócio". Troquei de roupa e desci toda cheia de porra e mijo. Não sei por que, mas fiquei com muito tesão. Desci e meu padrasto falou: "Olha, amor, agora a família vai embora e a gente fica com você. Vamos te enfiar uma festa, com o tio." "Ok, dale, papai, tô muito quente e quero pica." Quase todo mundo foi embora e ficamos: Nicolau, eu, meu pai, meu tio, meu primo, o amigo e o cunhado do meu tio. Começamos a dançar e a beber muito bagaço. Meu primo tirou umas flores e eu comecei a fumar. Quando percebi, tinha meu tio e o cunhado do meu tio do meu lado. Começaram a falar um monte de coisa, me beijavam e me apalpavam toda. Nicolau já tava chupando a pica do meu pai e a do amigo do meu primo. Tito, o cunhado, puxou a pica e falou: "Vamos ver como você chupa, segundo seu tio você é uma cabeçuda do caralho." Comecei a chupar a pica e nisso me despiram. Meu primo me deu a pica dele e, enquanto chupava as duas, meu tio disse: "Vamos te comer entre três." Só de pensar nisso, comecei a gemer. Tito deitou e me fez montar na pica dele. Meu primo pediu pra eu chupar a pica dele e meu tio meteu no meu cu. Que delícia, nunca tinha acontecido isso comigo. Três picas me comiam, eu gemia que nem uma louca. Até que meu primo gozou na minha boca. Nicolau tava pensando muito bem pelos gemidos dele. Meu primo chegou perto e falou: "Toma, engole, puta." Era pó. Cheirei a carreira e Tito tirou a pica e falou pro meu tio: "Sai daí." Gozou na minha cara. Meu tio me colocou de quatro e continuou com minha raba, gozou. E vi o Nico no chão, cheio de porra. Meu pai falou: "E aí, putas, gostaram de como a gente comeu vocês?" "Sim, papai", disse Nicolau. Meu tio fez a gente se beijar, todas cheias de porra, e todos ficaram em volta da gente e começaram a mijar em nós. Adorei a festa.
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