Como é que vocês estão, espero que bem. Queria terminar com mais dois posts da minha esposa, mas é que tem tanta coisa pra contar. Queria dar uma pausa até ela se animar a tirar umas fotos boas, ela tá com a autoestima meio baixa com essa coisa de redes sociais e cada modelo que ela segue, ela acaba se sentindo pra baixo. Nos comentários, vou deixar mais duas fotos dela. Pra mim, ela é perfeita, faz três anos que não vai na academia, trabalha demais, nem tempo tem. Mas o corpo dela ainda mantém aquela disciplina que ela teve por 7 anos seguidos, sem parar. Essas fotos são de agora, quando a gente deu uma escapada pra Corrientes Capital.
O que aconteceu e que tá no título foi uma vez na saída da balada em Santo Tomé, Corrientes, chama Santino. Naquela época, eles faziam festas só pra universitários às quintas e sextas. Iam as melhores gostosas, e os caras que tinham grana eram tudo estudante estrangeiro, e uns 30% era argentino também com dinheiro haha. Serviam um speed com vodka num copo, dois desses e a gente já tava no chão.
Deixamos o carro dela estacionado perto e fomos de reme pra nossa locação. Assim que chegamos, tava tudo pegando fogo, ela queria experimentar coisas novas, eu não tinha coragem de pedir porque sabia o que ela achava sobre sexo anal (ela é médica, na época ainda era estudante), além disso, nem passava pela minha cabeça, nem via porno com isso, tô te falando tudo. Bom, a questão é que a gente conversou e eu dei o ok haha, tudo ao contrário a parada. Fomos tomar banho e no chuveiro comecei a beijar o pescoço dela, desci pros peitos durinhos, continuei na buceta, me agachei e virei ela. Como ela tinha as nádegas duras da academia, foi difícil abrir a bundinha pequena dela e beijar aquele cuzinho. Mas consegui, ela empurrava minha cabeça pra eu meter a língua mais e mais pra dentro. Enquanto se tocava na buceta e enfiava os dedos.
Assim, molhados e tudo, peguei uma vaselina líquida que tinha e ela disse: "A gente tem que experimentar, mas eu me mexo e controlo", disse. Obviamente, aqui o Tipo de boa "sim sim amor, pode meter sem medo". Começamos de conchinha mas não entrava (não sou um mandinga, na real tenho ela média pra pequena haha) E não entrava, até que ela ficou de quatro, passei mais vaselina na pica, e também no cuzinho dela, e ela me bateu uma punheta me deixou bem duro. Não tinha como não entrar. Bom, encostei a cabeça da minha pica no cuzinho apertado dela e comecei a entrar. Chegou na metade e ela pedia pra eu tocar a buceta dela enquanto isso, gritava de prazer, nisso a pica entrava e saía toda lubrificada. Sentia como apertava aquilo, os peitos dela balançavam, a buceta escorria toda na minha mão até a perna dela. E eu tava quase gozando e ela costuma demorar um pouco pra chegar ao orgasmo. Ela se mexia cada vez mais... até que gozei tudo dentro, enchi ela completa. Não falei nada, só continuei comendo e a pica não aguentava mais até que finalmente ela gozou. Aí fiz que gozei fora mas já tava toda cheia. Essa foi nossa primeira vez por trás. Ela gostou e eu também, que é o que importa. Agora anos depois ela me dá de vez em quando porque tô na seca haha assunto pra outro post. Bom pessoal, vou viajar uns dias por causa das festas então vou ficar desconectado esses dias. Espero voltar com as fotos que prometi 🔥 Abraços!
O que aconteceu e que tá no título foi uma vez na saída da balada em Santo Tomé, Corrientes, chama Santino. Naquela época, eles faziam festas só pra universitários às quintas e sextas. Iam as melhores gostosas, e os caras que tinham grana eram tudo estudante estrangeiro, e uns 30% era argentino também com dinheiro haha. Serviam um speed com vodka num copo, dois desses e a gente já tava no chão.
Deixamos o carro dela estacionado perto e fomos de reme pra nossa locação. Assim que chegamos, tava tudo pegando fogo, ela queria experimentar coisas novas, eu não tinha coragem de pedir porque sabia o que ela achava sobre sexo anal (ela é médica, na época ainda era estudante), além disso, nem passava pela minha cabeça, nem via porno com isso, tô te falando tudo. Bom, a questão é que a gente conversou e eu dei o ok haha, tudo ao contrário a parada. Fomos tomar banho e no chuveiro comecei a beijar o pescoço dela, desci pros peitos durinhos, continuei na buceta, me agachei e virei ela. Como ela tinha as nádegas duras da academia, foi difícil abrir a bundinha pequena dela e beijar aquele cuzinho. Mas consegui, ela empurrava minha cabeça pra eu meter a língua mais e mais pra dentro. Enquanto se tocava na buceta e enfiava os dedos.
Assim, molhados e tudo, peguei uma vaselina líquida que tinha e ela disse: "A gente tem que experimentar, mas eu me mexo e controlo", disse. Obviamente, aqui o Tipo de boa "sim sim amor, pode meter sem medo". Começamos de conchinha mas não entrava (não sou um mandinga, na real tenho ela média pra pequena haha) E não entrava, até que ela ficou de quatro, passei mais vaselina na pica, e também no cuzinho dela, e ela me bateu uma punheta me deixou bem duro. Não tinha como não entrar. Bom, encostei a cabeça da minha pica no cuzinho apertado dela e comecei a entrar. Chegou na metade e ela pedia pra eu tocar a buceta dela enquanto isso, gritava de prazer, nisso a pica entrava e saía toda lubrificada. Sentia como apertava aquilo, os peitos dela balançavam, a buceta escorria toda na minha mão até a perna dela. E eu tava quase gozando e ela costuma demorar um pouco pra chegar ao orgasmo. Ela se mexia cada vez mais... até que gozei tudo dentro, enchi ela completa. Não falei nada, só continuei comendo e a pica não aguentava mais até que finalmente ela gozou. Aí fiz que gozei fora mas já tava toda cheia. Essa foi nossa primeira vez por trás. Ela gostou e eu também, que é o que importa. Agora anos depois ela me dá de vez em quando porque tô na seca haha assunto pra outro post. Bom pessoal, vou viajar uns dias por causa das festas então vou ficar desconectado esses dias. Espero voltar com as fotos que prometi 🔥 Abraços!
4 comentários - Primer anal con mi esposa