Capítulo 14 Nunca pensei que fosse acontecer algo assim comigo… Na real, se eu quisesse lembrar de uma situação parecida, teria que voltar no tempo pra alguma época em que eu tava bobão por alguma gatinha. Mas já nem sei se o que rolou antes dá pra comparar com isso. Tava na minha cama, com a pica dura na mão, pensando em como me segurar pra não bater uma. Se as circunstâncias fossem outras, provavelmente nem teria pensado duas vezes. Bastavam uns minutinhos e eu aliviava essa tensão que tava me incomodando há tempos. Mas não… Como é que faz? Só de imaginar a possibilidade na minha cabeça, já fico com a cara no chão de vergonha… Mas tá tão inchada… Nem sei quantas gotas de líquido pré-gozado já saíram. Foram muitas… E ainda por cima, tá quente, como se todo o sangue do meu corpo tivesse fervendo e indo parar ali pra me fazer explodir. Uma subida e descida da pele vai rolando sozinha. Nem percebi… O prazer foi tão grande que a tentação de fazer de novo é enorme. Imensa… Suspiro com a palma da mão fechada em volta do tronco de carne inflado. A inércia da minha vontade é mais forte. Faço de novo… Haa… Deus… Que vontade de bater uma como um louco… Pra piorar, nunca tive ela tão dura. Tô impressionado. E se eu me acabar? O jeito que ela pulsa é foda. Sei que se eu me tocar só mais um pouco, vou me sujar todo de porra. Uff… Chega… Melhor ficar paradinho um tempo. Talvez seja melhor tomar um banho frio. Assim consigo esfriar ela um pouco, já que tá quente demais ao toque. E vermelha… A nuca também tá pulsando… É inacreditável… Me olho e parece que minha pica quer sair do meu corpo. É bizarro! O que a Alina faria se me visse assim? Ha… Só de imaginar a cara dela… Que dor… Levanto a cueca de novo. A pressão do tecido faz efeito. Não sei se ligo o videogame por um tempo ou saio pra correr. Mmm… Não… Como é que vou correr com a benga toda dura e em pé? Impossível… Acho que a opção do banho é a melhor. Ou pelo menos, a mais viável. Talvez um pouco de água gelada me ajude. Senão, não tenho muitas opções. Ainda não acredito… Será que ia doer tanto assim minha pica? Por quê? Talvez seja por eu estar me esquentando há dias com todas essas situações safadas. Uma boa punheta e resolvo tudo, né? Mas sei o que vai acontecer depois… Vou me sentir um lixo. Sei disso… Além do mais, já estou sendo de um jeito ou de outro. Vou devagar até o armário, com toda a carne inchada entre as pernas. Que loucura… Pego umas roupas pra tomar banho. O que não esperava é que a solução viria de outro jeito… Meu celular toca. Bom, vibra, na verdade. Olho e são umas mensagens do meu grupo de amigos… Ha! Que bom! Tavam montando um futebolzinho. Isso… Escapei… Ia me fazer muito bem. Agradeci aos céus… Não precisava mais me masturbar, nem tomar banho frio. Só me trocar e esperar o jogo começar… E se algum amigo viesse antes pra minha casa, melhor ainda… Ufa… O que teve que acontecer… Um tempo depois… -Mano… Você errou 30 gols… Para de encher o saco… -Se a gente ganhou… Do que você reclama? Esse filho da puta me critica… Sendo que não acerta nem uma redonda. -Sério… Nunca tinha errado tanto kkk… Mas é zoeira… -Fala, Mauro… Toma a cerveja e para de encher… -É por causa do seu velho, né? Olhei pra ele. Era meu amigo. Não dava pra esconder minha situação. -Não… Na real… É pela minha mãe… E minha irmã… Ele sempre foi um foda-se pra mim… A gente tava sozinho, depois de jogar a tão esperada partida. Deixei ele de passagem na casa dele e ele abriu uma cerveja pra gente dividir. Como morava perto, não tinha problema se eu bebesse um pouco. Embora, claro, não seja o recomendado… -Claro… Óbvio… -Mas a gente tá aí… Sei lá… Temos que juntar grana e vamos nessa… -E aí? Como tá isso? Bom, “aquilo” eu não podia contar, por razões óbvias. Mas também não dava pra bancar o sonsão total. -Bem… Juntando… O advogado que você recomendou é um cara foda… -Ah é? O John? -Sim… Ainda não me cobrou nada… - Posta? Bom… - Sim, é muito maneiro… Mas é que, além de ele não me cobrar nada ainda… Fico com vergonha de ficar enchendo o saco dele com o casamento… - Jeje… Sim, era meu colega do Colégio… Bom, ele e a namorada… Que era prima dele, sabia? Olhei meio deslocado. - A prima? - Sim, viu? - Que loucura… - Pois é… E ela é uma gostosa… Mas não pensa mal… - Por quê? - Digo… São primos mas… Não têm vínculo de sangue, haja… - Ahh… não? Haha - Não, não… De vez em quando, com minha mina, a gente se junta os quatro… Quando dá tempo… - Claro… - Não sei por que isso veio à tona, haha… - Porque você disse que eram seus colegas de escola… - Ah, sim… De namorada também… - Como anda a Sofi? - Bem… Deve estar trabalhando no estúdio dela… - A essa hora? - Sim… Muito obcecada… - Aprende um pouco… - Ei! Qual é, parceiro? Haha - Haha - Não falo nada porque você tá meio estranho… Não vá que você me encha de porrada… - Por que, estranho? O que eu fiz? - Dá pra perceber… Essa cara… Alguma coisa tá rolando com você… - Haha - Um dia você me conta por quê… Algum dia… Suspirei. Será que ele percebeu? Como o filho da mãe me conhece… - Tá tudo bem… É por causa das dívidas… Tô nervoso… Só isso… - Certeza? Olhei pra ele. - Sim, de boa… - Bom… Se você diz… - O que, você é meu psicólogo? Haha - Não, mas tem algo estranho no seu olhar… Te conheço… - Estranho? - Sim… Como se quisesse dizer algo… Mas não tem coragem… - Ah, é? - Sim… - Te conheço como se fosse meu amigo de toda a vida… O idiota me fez rir. Ele e suas ideias… Mas é, ele tinha razão. Além disso, ele já sabia há tempos sobre essas dívidas, então conhecia meu estado físico e mental de antes… Se ele me via diferente agora, era porque na verdade estava acontecendo algo novo. O problema é que eu não podia contar pra ele. - Haha… Mais ou menos, né? - Com certeza é alguma mina… Quase deixei a garrafa cair da mão. - Eeepaaaa! - Ele disse, provocando. - Qual é, mano? Haha… - Tava na cara… - Na cara o quê? Haha… Nada a ver… - Ah, não? - Não… Além disso, é minha irmã… - Sua irmã? - Perguntou me encarando. Congelei… Como nunca na vida… Como é que eu fui E aí? Petrificado, tentei encontrar a melhor resposta. O inconsciente… Me pregou uma peça… Senti o suor escorrendo pela minha testa, pros lados, e depois caindo como uma cachoeira. Que otário… Pra piorar, Mauro continuava me olhando, surpreso e confuso. Tive que responder com o melhor que consegui pensar naquele curto espaço de tempo. — É… É por causa da Alina… Também não consigo vê-la assim… A confusão dele aumentou, mas isso era melhor pra mim. — Hã? — Nem minha mãe… Embora a gente mantenha ela fora disso… — Ahhh… Tá falando por causa da casa… — É… O que mais poderia ser? — Qualquer coisa, haha… Achei que você ia dizer que era sua irmã que você tava afim… — Imbecil… — Falei, mordendo o lábio, agindo da melhor forma possível. — Não fica bravo… Haha… — Mas é isso… Ver minha irmã assim… Ainda mais com a história que ela tem… Mauro olhou pensativo pro gramado do jardim dele. — O quê? O que cê tá pensando? — Não, claro… Você tem vínculo de sangue… Pelo lado do seu pai… Aí não rola… — Exclamou de repente. Eu olhei pra ele, tentado, mas dada a situação que eu tinha contornado, tinha que seguir a linha das minhas respostas. — Você é idiota ou se faz? Haha. — Dei um tapa no ombro dele… — Para, otário… Dói… — Para de falar merda… — Como você se exalta, hein! — Haha, cala a boca… — É bom você cuidar dela… E da sua mãe também… Fala bem de você… Sorri de lado. Gostei que ele disse isso. Pareceu que foi de coração. — Valeu, cara… Ele piscou pra mim. — De nada, cabeção… E já sabe, se precisar de grana… Tenho mil dólares guardados que não preciso agora… — Não, tá tudo bem… Haha… Valeu mesmo assim… Suspirei, olhando pras árvores da rua. Amava sentir o som do vento batendo nas copas. Lindo… Bem de bairro. — Bom… Acho que já vou indo… — Abro mais uma cerveja? — Hmm, sua mãe vai me expulsar por causa do cheiro de bode… — Se ela não me expulsou de casa ainda… Fica, abre mais uma… — Haha… Na próxima… Já vou indo pra casa… — Beleza, viado… Então é isso… E espero que você me conte sobre ela… — Sobre quem? — Sobre a gostosa que fode a cabeça… Uff… De novo com isso… Como é que explico pra ele que…? Deus… Acho que só tenho que deixar ele acreditar nisso… Não vejo outra chance de convencê-lo com outra explicação. Além disso, esse cara não é nenhum otário. — Que chato do caralho… Talvez um dia eu te conte… — Hummm… Isso me cheira a confirmação… — Cheira a bode… E a cerveja… Levantei da cadeira pra voltar pra casa. Já tinha passado da hora do jantar. — Falou, Mau… — Beleza… Então vou tomar um banho também… — Decisão sábia… — Kkk… Se cuida… Apertamos as mãos. — Tá aberto, né? Eu saio… — Sim, sim… Vou contigo mesmo… Começamos a andar até a porta. — Quando é que você vai fazer outra festa aqui? — Hmm, a última deixou muita sujeira… — Lembro que você tirou dois caras do pescoço… — Kkk, lembra? — Sim… Você tava pagando de bonitão com a Rapunzel… Olha no que deu… — Hehe… Ela abriu a porta e nos despedimos de novo. — Depois a gente se fala, puta. — Valeu, cabeça de pica… Avisa quando chegar… Sabe que você fica meio mole com álcool… — Vai tomar no cu… Ele me fez rir. Assim, entrei no carro pra voltar pra casa. Provavelmente minha mãe já tinha jantado, então se guardou algo pra mim, tô salvo, pensei. A viagem de volta não demorou muito. Alguns minutos e já tava lá. Além disso, passou rápido, pensando no que Mauro tinha me dito. Me pergunto o que ele pensaria se soubesse de tudo isso que vem rolando com a Alina. Surpresa seria o mínimo… Entro em casa e vou direto pro quarto, pegar umas roupas. As luzes da casa tão apagadas, exceto as do corredor. O mais provável é que minha mãe já tivesse na cama. Pego a primeira coisa que vejo e desço as escadas, mas antes passo na cozinha pra ver se minha mãe ainda me trata como um moleque de cinco anos. Ha… Pois é, deixou a marmita do jantar. Que foda! Volto pra pegar o caminho do banheiro. “Vou tomar um banho rápido”, penso. Verdade é que queria tirar aquele tesão de ter jogado futebol, pra poder comer e ir dormir. Não queria pensar em nada que pudesse estragar o bom humor e a paz mental que o jogo tinha me dado. Cinco minutos levei… Água fresca, sabão e roupa limpa… De chinelo saí de lá e comi o bife à milanesa com purê que tava na geladeira. Assim, frio… Que delícia… Subi pro meu quarto, pronto pra dormir, quando vi no criado-mudo que meu celular não parava de vibrar. Que estranho… Olhei na hora, já que lembrei que a Alina não tava em casa. Peguei e vi que era uma ligação dela. — Oi, Ali! O que rolou? — Gordo, já tá deitado? “Gordo você chama?” ouvi de fundo, seguido de várias risadas. — É… Não… Acabei de jantar agora, por quê? — Porque a gente tá na casa da Cami… E não consegue Uber… — Ahh… Precisa que eu vá buscar? — Te incomoda? E de quebra deixamos a Tanya e a Agus na casa delas… — Não, tranquilo… Fala aí… Sem problema… — Tem certeza? Não te enche o saco? — Não, não… Manda a localização porque não lembro onde ela mora… — Beleza, mando… Você é um anjo… Te amo… “Aaaawww…” ouvi de fundo. Essas com certeza tão bem bebadas… — Fala aí, já vou… — Beleza… Te espero… Te esperamos haha… “Valeu, maninhooo…” ouvi uma das minas de fundo, enquanto a Alina mandava ela calar a boca. Acho que reconheci aquela voz… Com certeza era aquela italiana, amiga dela, que era uma gostosa… Fim das contas… Quando achava que meu dia tinha acabado, ainda me esperava mais uma aventura noturna. Não era muito longe, mas já tava preparado psicologicamente pra fechar os olhos e esperar o amanhecer… Do jeito que tava, saí de novo pra rua. A localização chegou, seguida de uma carinha feliz que me fez dar um sorriso. Entrei no carro e liguei. O GPS marcava onze minutos de viagem. Beleza… Era perto. Acho que já lembro onde era. E daí, tinha que voltar pra casa da outra pra deixar as duas minas. Essa sim era bem mais perto… Uma mansão era… Olho pro céu e parece que ficou horrível, como se fosse cair a qualquer momento. Ainda bem que ela me disse pra ir buscá-la. Já dá pra sentir no ar aquela umidade de tempestade… Uns minutos depois já tava lá, na porta da casa da Camila. Três minas, cada uma mais gostosa que a outra, se aproximaram do carro. Duas delas andavam devagar. Agustina e Tanya. A Alina, com um sorriso e o celular na mão, parecia super normal. Abriu a porta do carona, mas primeiro ajudou uma das outras duas a subir, a italiana. Pelo visto, ela tava meio bebada. Ria enquanto segurava as coisas dela. “Fala, Joa, beleza?” a Agustina perguntou. —Fala, tudo certo e você? —Tudo, tudo… Valeu por buscar a gente… Nós duas descemos na casa da Tan… —Ah, beleza, então… Sem problema… A Alina fechou a porta. —Fala, querido… Como cê tá? — falou de um jeito engraçado. —Fala, haha… Tamo bem? Ela fez sinal de “ok” com o dedo. —Desculpa te incomodar… Fala… — disse ela, me dando um beijo suave na bochecha e passando a mão no meu braço. —Quem me dera me dar tão bem com meu irmão… — a Agustina meteu o bedelho de trás. A Alina sorriu de lado, igual eu. Tava com um vestido preto, por cima de uma calça jeans justa. Mas, pra ser sincero, não sei se era vestido ou camiseta. Também não dava pra saber se tava de sutiã por baixo. —Joaquim é um amor… — minha irmã respondeu. Só me chamou a atenção o quanto os peitos dela eram carnudos, apertados pelo decote. Mas não dava pra me empolgar tanto. Não na frente das amigas dela, pelo menos. —Já tô vendo que sim! —Haha, não é pra tanto… Cê morava em Banfield, né? — perguntei pra Tanya, mas ela não respondeu, porque tava de olho fechado. —Sim, sim… Ela não vai te responder… —Haha, bebeu tanto assim? Aí a Alina respondeu. —Não… Sei lá… Fez uma mistureba… —Vai precisar de um guincho… Elas riram. —Cê sabe onde é, né? —Sim… Naquela mansão… Assom… A Alina me olhou, toda tentada, e eu parei. O quê? Que foi? me perguntei. Ela chegou perto do meu ouvido. —Gordo… Lembra que ela é viúva… Shh… Não fala que tá A casa é assombrada… — ela comentou entre risadas. Opa… Tão jovem e viúva, pensei… Quantos anos ela tem, trinta? Que merda… — Mas ela não escuta… Tá toda dormindo… Mas é uma mansão assombrada mesmo… Concordo com você… — disse Agustina. Embora, das duas amigas, a mais puta era a Tanya, por ser loira natural e toda gostosa, a Agustina sempre me pareceu muito legal. Simpática também. Daquelas pessoas que tão sempre de boa. — O que você jantou? — Umas milanesas com purê… E vocês? — Empadas… — Tavam boas? — Mais ou menos, haha… Mas quebrava um galho… — Ela olhou pra amiga. — Sim… Sempre no mesmo lugar que a Camila pede… Acho que ela não sacou que a gente odeia essas empadas… — disse Agustina. — Ai, coitada, haha — Mas, mano… A gente falou umas cinco vezes “você acha? você acha?” Acorda… Não quero gastar minha grana nessa porcaria… — Haha, pobre Cami… Pior que a Tanya nem comeu… — E ficou por isso mesmo… — Arrebentada! — Demais. Eu tava rindo por dentro. Num momento, a Alina me chama sutilmente com o braço. Quando olhei, vi que ela tava mostrando a tela do celular. Tava com o bloco de notas aberto e escrito “chegamos a 2000 dólares” e um emoji de surpresa. Fiquei tão chocado que perguntei com o olhar se era verdade. Ela respondeu com um sorriso. Então… Eram 2000 dólares, além do que já tínhamos. Foda! Nesse tempo todo, ela devia ter ficado gerando grana, haja… O olhar no rosto dela dizia tudo… Satisfação, alegria… Muitas outras coisas dava pra descrever se você observasse um pouco. Que bom… Tava cada vez mais perto do objetivo… Logo chegamos na casa da amiga dela, a Tanya. Era igualzinha como eu lembrava. Pelo menos a fachada. Desci pra ajudar ela a sair do carro, porque tava muito cansada. A Agustina ia ficar com ela, então não tinha problema com o estado de bêbada dela. — Tamo bem? — perguntei levantando o polegar… — Tô dando vergonha, né? Que desastre… — falou piscando. — Haha… Não… Quem nunca ficou bêbado alguma vez? — Valeu por trazer a gente. A qualquer momento, de longa..." — disse Agustina, me dando um beijo na bochecha. Alina, que também tinha descido, abriu o portão de grades da entrada. Tinha um veículo estacionado dentro do parque, mas dadas as circunstâncias, não precisei perguntar nada sobre isso, ha. Uma lufada de ar fresco apareceu. — Ufff... — fez Agustina, enquanto a Tanya terminava de se espreguiçar. — Esse frio do caralho... — exclamou Alina, me abraçando de lado e apoiando a cabeça no meu ombro. A amiga mais acordada dela olhou pra ela. — Bom... Durmam bem, vadias... — Ela vai dormir... Eu vou explorar a casa toda dela... Alina riu. Eu também... Nos despedimos de novo e as minas entraram. Achei muito engraçado que a dona da casa estava com o vestido um pouco levantado na área da bunda. Só um pouquinho. A boa raba dela fazia questão de aparecer quando usava roupas muito justas... Que pedaço de... Bom, melhor eu calar a boca e subir no carro antes que a tempestade nos pegue... Seguimos viagem... Alina ficava olhando o celular dela, provavelmente a página do Reddit ou o app do OF. Não queria saber muito da dinâmica. Já bastava ter que permitir, do meu lado de irmão, que a gente usasse o corpo dela pra gerar dinheiro. Mas ela parecia muito feliz com o que a gente fazia, então eu já começava a aceitar que talvez nem tudo fosse tão ruim. Se fossem só umas fotos... — Tava com as minas e não paravam de chegar mensagens privadas haha... Olhei pra ela. — Ah, é? — Sim, pra caralho... Não sabia como disfarçar... Mas de boa... Consegui fazer umas operações... — Operações haha — Mmm, transações, melhor? — perguntou com graça. — Haha sim... — Tô largando meu trampo, hein... Amo isso haha — Nãooo! — Haha, imagina? — Queria não fazer... — Mas é zoeira, tô te enchendo... — Espero que sim haha — Ai, sim, bobinha... Além disso, porque a gente faz junto... Se não, eu não faria... — Haha você falou isso tantas vezes que já acreditei... — É porque é verdade... Sabe que não tenho essa confiança com mais ninguém... Sorri. — E sabe que você é bom no que faz... Então... — Baita time haha... — disse ela. Coloquei a mão e ele bateu o punho… — Sabe que o yankee americano continua me falando… — Ele ainda tá insistindo na foto pelada? — Haha… Mais ou menos… — Que cara… — Te digo que isso é uma negociação como qualquer outra, hein… — O que ele te ofereceu dessa vez? 250 dólares? — Não, trezentos… Haha… — Meu Deus… — Mas eu falei que pelada, não… Que não faria… — Certo… — Ele me oferece mil dólares e sabe o quê, né? — Ela me olhou com cara de safada — Haha, eu faria também… Soltou uma gargalhada enorme. — Pois é, haha… — Que idiota… — Haha — Você tiraria uma foto de pau por mil dólares? — Três eu tiraria… — Ah… Viu? Depois me fala pra não fazer… — Bom, mas eu não quero que você faça isso… Eu me sacrifico por você… Ela me olhou. Mas foi de um jeito muito doce e tímido. Será que tava corando? Uff… — Você é um idiota… — Se quiser, eu minto… — Mas se não tem risco nenhum… Te incomodaria se eu fizesse? — Olha… É sua decisão… Se fosse minha… Nem fodendo!… — Haha, que ciumento… Chegamos em casa. — Vou deixar o carro lá fora… É tarde… — Beleza… É, melhor… Estacionei em cima da calçada rapidinho. Não era um bairro perigoso, mas “olá, Argentina!”… Descemos e entramos em casa, que continuava escura e silenciosa do jeito que eu tinha deixado. Os relâmpagos estavam cada vez mais perto. — Bom… Até amanhã… — Até amanhã… Valeu por me buscar… Ela me deu um beijo carinhoso na bochecha. Senti o batom rosa transparente grudar no meu rosto. — Beleza… De nada… Assim, fui pro quarto. Subi as escadas de novo e entrei no meu cômodo. O jogo de futebol tinha me esgotado, pra ser sincero. Tava com muita vontade de dormir. Tirei tudo, menos a camiseta e a cueca, e me enfiei na cama, acompanhado pelo clarão do raio que via pela janela. A tempestade tava chegando… Olhei pro teto, agora sim pela última vez no dia, e me preparei pra fechar os olhos. Mas aí, um clarão de luz no quarto me fez abri-los de novo. Olhei pro lado e vi que era meu celular. Aparecia um Mensagem do WhatsApp na tela. Da Alina. "Ainda acordado?" E agora o que será que ela quer? Ha. Sabe que tenho que acordar cedo amanhã… EU: Sim, o que foi? ALI: Vem aqui no meu quarto ALI: É urgente! Olhei estranho. Se fosse urgente mesmo, ela tinha arrombado a porta do meu quarto sem se importar com nada. Como assim "urgente"? EU: Haha o que foi? ALI: Fala sério, gordo ALI: Tem que ser agora ALI: 😱 Bom… Parece que não era nada grave. Mas fiquei tão curioso que larguei o celular e fui pra lá. O que será que ela quer agora? Não ia ficar tirando foto dela, não. Não, agora… Saio do meu quarto na surdina de novo, tentando não fazer barulho nenhum. Bato na porta do quarto dela e ela manda eu entrar. Ela tá deitada na cama, com uma camiseta rosa e cara de safada… -O que foi? Ha… É tarde… -Vem cá, olha… Fico observando, curioso. O que será que ela quer? Não dava pra ver como ela tava debaixo do lençol, mas parecia que tava só de camiseta e calcinha. Principalmente pelo contorno das pernas dela através do tecido. Ela me mostrou o celular… A única coisa que vi foi "posso te pagar 500 dólares por ela". Na hora lembrei… -Ele ainda tá te enchendo o saco com a foto pelada? Que chato… -Mas calma, gor… -O quê? -Continua lendo… "Só peço que não use roupa, de nenhum tipo. Mas também não precisa me mostrar nada. Você escolhe…" Olhei pra ela, meio confuso. -O que esse cara tem? -Vamos fazer? - Ela exclamou toda animada. Arregalei os olhos. Como assim? Ela queria que eu…? -Ali… -Antes de você falar qualquer coisa… Cala a boca! -O quê? -Ele disse pra eu ficar nua… Não que eu precise mostrar nada… Entendeu? Suspirei. Claro… Maluco do caralho… -Mas… -Pensei em me cobrir com a mão nas partes íntimas haha… - Ela falou, envergonhada. -O quê? -Fala sério, burro… Já tô morrendo de vergonha de te pedir… -Cê tá bebada? -Vai logo! -Não, faz você… Se quiser, não vou te impedir… Mas pode contar comigo não… Não vou te ver pelada… Já com o negócio de hoje de… - Parei na hora. Arrepiei todo… Quase escapou… -Que negócio de hoje? -Hmm… Não, nada… -Fala, o quê? Haha -Não, não… A foto de… De… Da escada… Foi a primeira coisa que me veio à cabeça. — Ahhh... Jeje... É, essa foi quente... Engoli seco, quase suando. Nem imagino o que ela me diria se descobrisse que eu vi ela se tocando... Uff... Já sentia aquele tesão na entreperna... Porra! — Beleza, então... O que você sugere? — Eu? — Quem mais? — Você não precisa de mim pra fazer uma selfie pelada... — Demais... — Por quê? — Pela sua criatividade... Porque você sabe como tirar... O ângulo... De onde... Além disso, é mais artístico se você tirar... Não preciso te explicar... — Deus... — Fala, gostosa... Tá conectado... Falo que sim? — Haha mas... — Ela fez algo com o celular. E soltou uma risada safada. — O que você fez? — Uppss... — Exclamou com cara de sapeca. — Você falou que sim? — Escapou... — Alina! Você é louca, mulher? — Pronto... Já falei que sim... — Você passa do ponto... Um suor frio percorreu meu corpo. Como é que ela pensa nisso? Tá completamente doida... — Ela disse que já vai me pagar, wiiii! Aquela maldita risada que ela dava... Por quê? Olhei pra ela como quem diz "não é possível". — Então, como a gente faz? — Pelada... — Aham... — Exclamou, já mais tímida, passando a mão no cabelo. Eu estalei o pescoço... — Mmm... — Mas... Não vou mostrar nada... O que você acha? Como a gente faz? — Sem mostrar nada... Deixa eu ver... Senti que ela me olhava feliz, com admiração. Como não se sentir inspirado assim? — Para de me comprar com esse sorriso, gata... Ela riu olhando pra baixo. — Jeje... — Mmm... Você podia... — Sim, o quê? — Perguntou atenta. — Ficar deitada... E coberta... Nas partes, claro... Com o lençol... Dá pra ver que você tá sem roupa... Mas sem mostrar, entendeu? — Hummm... Viu? Haha... — É, é... Fala o que quiser... — Você é um gênio... Ela levou a mão pra baixo do lençol. Pelo movimento, parecia que tava tirando a calcinha. Deus... A pontada que senti na pica... Foi foda ver ela tirar a peça íntima por um lado, com a cara de vergonha, e me entregar. Por que ela tava me dando? Por instinto, peguei. — Assim não jogo no chão... — Ok... Engoli seco, todo vermelho. Tinha na minha mão uma calcinha fio-dental minúscula da Alina, que até segundos atrás, tinha estado colada na buceta dela. O coração começou a bater muito forte. Forte. Ela se cobriu um pouco mais, pra conseguir tirar a camiseta. Por isso, me virei, pra que ela pudesse fazer isso mais à vontade. Não contava que o espelho na minha frente podia me mostrar tudo. Embora não tenha visto muito, pra ser sincero. No momento em que notei que aparecia mais pele do que devia, desviei o olhar. Só vi quando ela se cobriu com um braço as tetas. — Pronto… — Posso ver? — Sim! — Tem certeza? — Haha sim, bobo… Pelo espelho vi que ela ria, meiga. As duas bolas que formavam os peitos apertados dela me fez dar um pulo na pica, como se quisesse sair do meu corpo. — Já nos transferiu… — Sério? — Sim haha — Incrível… — Você que sabe… Ela tinha se coberto completamente com o lençol, exceto a parte de cima do corpo. Como eu tava com a pica muito dura e inchada, tinha que acabar logo com isso. Então, me aproximei da cama e comecei a puxar o pano que a cobria devagar. Ela me observava, meio corada, pra ser sincero. Isso me agradou… De lado, eu via cada reação, enquanto descobria as pernas dela quase por completo. — Vou tirar… Um pouco… Aqui… — Falei tocando o quadril dela. — Oki… — Pra parecer que não… Que não… — Haha já entendi, sim… Que não tô de calcinha… — Isso haha… Cada palavra era uma injeção de calor no meu corpo. Nem me preocupava com a ereção enorme e evidente que eu tava. Se já fazia parte disso… Mais ainda, ela ria, baixinho. Talvez fosse por isso… Que loucura… — Tá a um passo de ver sua irmã pelada, porco… — Ha… Não se faz de engraçada — Jeje… Piada… Pra ser sincero, o corpo dela era insano. E ainda por cima, eu fazia tudo tão devagar que a coisa ficava erótica demais. — Não se mexe… Quase deixei a virilha dela na beira do abismo. — Jeje… — Sério, Ali… Não se mexe… — Oki… Fala… — Acho que já foi… — E aqui em cima? A área das tetas… Fiquei pensando. Era tão arriscado… — Sei lá… Já tens os braços e ombros descobertos… Não precisa… — São quinhentos dólares… Tem que ser condizente… Não podemos perder essa fonte de renda haha Suspirei fundo. Ela tinha um ponto. Mas eu achei que já dava. Olhava pra ela… —Mmm… Só um pouquinho… Desse lado… —Aqui? — perguntou, se tocando —Cuidado! Para, haha… —Não dá pra ver… —Cuidado, Ali! Vai, haha —Dá pra ver mais teu pau duro do que meu peito… — disse entre risadas, mas corada. —Não seja filha da… —Como? Haha —Você exagera… Vai… Deixa eu ver… Move um pouco… Não muito… —Assim? Ela mexeu um pouco o lençol da cama. Quase deu pra ver o contorno do mamilo… Que pedaço de peito, meu Deus… —Sim, sim… Só aí… — respondi, azul… —O que mais? Tremendo, olhei ela de cima a baixo… Tava praticamente pelada… —Levanta um pouco essa perna… Só um pouco… Devagar… Mordendo o lábio, ela fez. Era um momento tão foda, que nem liguei pra barraca que tava armada entre minhas pernas… Aliás, sabia que tava mais dura que uma tábua de mármore… Deus… —Leva as mãos na cabeça, como se estivesse puxando o cabelo pra trás. Ela sorriu. —Devagar… Que você vai ficar de peito de fora… —Depois diz que não preciso de você… —Haha… O pedacinho de lençol que cobria os peitos dela tava prestes a cair. As bolas de carne deliciosas dela estavam a um passo de se mostrarem pra mim. Quase certo que ia rolar… —Calma, haha… Que Deusa que ela tava! Por favor… Isso tava me deixando cada vez mais louco. Muito mais. Eu ri. Não consegui evitar. —Do que você tá rindo? —Nada, nada… —Fala! —Nada, haha… Você sai muito bem… Só isso… —E a câmera? Certo! Tinha ficado no meu quarto. Mas também não precisava, já que o celular dela era muito bom também. —Vou usar teu phone… —Sério? —Sim… Fica assim… O celular tava do lado dela. Hmm… Tinha que chegar perto dos peitos dela pra pegar. Juro que tava derretendo vivo… Me aproximei, devagar e nervoso. Nisso, Alina me olhava, meio provocante. —Com licença… —Pode passar… Haha… Fiquei tão perto dela que senti o cheiro natural dela. Delicioso… Cada fibra do meu corpo tremia. E não era pra menos, tava na frente de uma gostosa… Peguei o celular e liguei o máximo de luz possível. Depois disso, me posicionei na frente Ela, perto dos pés da cama. Quando eu olhei pra entreperna dela, quase tive um troço. Quase que… Deus… Acho que se eu ficasse olhando mais um pouco, dava pra ver a buceta dela. Me ajeitei pra fotografar. -Jeje… Ela sorriu, meio tentada. -Que foi? -Nada, não… Continua… Olhei pra ela estranho. O que será que tem? Pensei. Provavelmente tava com vergonha de ficar assim na minha frente. Apontei… Mas ela continuava sorrindo. -O que foi? Haha… -Nada, não… -Fala, vai… O que é? -Nada… É que acho engraçado te ver aí… Com a minha calcinha na mão… E o seu… Seu negocinho… Assim…- Ela falou, me fazendo sentir que tava caindo no abismo. Uff… Nem tinha percebido que ainda tava com a calcinha dela na mão. E ainda por cima comentou minha ereção. Isso era quente demais. -Para de me olhar… Haha… -Claro, porque não dá pra ver, né?- Ela exclamou, toda engraçadinha. Quando olhei pra baixo, vi que tava dura pra caralho. Era uma coisa inexplicável. E eu tava assim, na frente dela… -Fica quieta! Haha -Vai, vai… -Além disso, se você mexer… Não vai sair bom… -Óbvio, sim, sim… Vai… De repente, ela ficou séria. Como se tivesse se transformado. Fiquei tipo “uau”. Foi na hora. Como se ela tivesse feito isso a vida inteira. “Perfeição” era a palavra certa pra aquele momento. Nem pensei duas vezes e fotografei sem esperar mais nada. Tudo tava certo. E o resultado não podia ser outro senão o esperado. Ou até melhor. Minha cara de satisfação foi evidente e chamou a atenção da Alina. -Ah, deixa eu ver… Vai… Satisfeito, me aproximei pra mostrar. Ela pegou o lençol e cobriu bem os peitos, mas ficou sentada. Dava pra ver a parte de cima e a beirada da coxa direita dela, que tava de fora. Hmmm… -Olha… Ela fixou os olhos na foto. A surpresa dela foi óbvia. Não acreditou. -Caralho! -Viu? -Meu Deus! Haha Como você tira essas fotos? -Espera que vou colocar um efeito… -Sensacional! Essa deusa sou eu? Haha -Sim… Ficou foda… Ela mordeu o lábio, surpresa e feliz. -Você é um gênio… Sério… Com as ferramentas do próprio celular, fui atrás da melhor edição possível. Testei uns tons, embora eu já soubesse qual ia usar. Enquanto isso, ela me olhava, contente. —Não acredito nessa foto… —Jeje… —Por que não pensei nisso antes? Jaja —Ter onlyfans ou ser modelo? —As duas! Jaja Ela me fez rir. Tinha uma facilidade em transmitir vitalidade para os outros. E, pra completar, estava pelada, só coberta na frente de mim, depositando toda a confiança dela… —Mmm… Acho que vai ser essa… —Deixa eu ver… Mostrei a imagem de novo pra ela. —Ah, nãooo! —Gostou? —Se eu gostei? Amo ela! —Jaja… —Ia pular pra te beijar, mas ia ficar pelada jaja… Você arrasou… Ela mordia o lábio enquanto olhava a imagem. Pra ser sincero, era fascinante…
— Já vou mandar pra ela… — Ok… E depois, dorme, haha
— É, né, haha
Nesse instante, ouviu-se um trovão fortíssimo. Realmente ensurdecedor. E foi tamanho o susto que ela levou, que quase ficou pelada de verdade.
— Porra! Haha
Sério, tinha retumbado. A cara de terror que ela fez olhando pra janela…
— Forte, né? — perguntei.
Mas a cara de pânico dela não passava.
— Não, mano… Que horror… — exclamou assustada.
— Ouviu-se forte…
— Eu morro se vier outro…
— Você ainda tem med…? — e ela me fulminou com o olhar.
Sempre teve medo de tempestade. Por isso, quando éramos crianças, ela vinha pra minha cama…
— Ok… Não falei nada…
— Vou mandar a foto…
— Manda…
Ela olhou pra trás e pegou a camiseta que estava usando antes. Eu me virei pra ela vestir, mas ela estava tão cagada de medo que nem pediu, haha. Não ousei olhar o reflexo dela no espelho… Sei que se tivesse olhado… Uff… Engoli seco…
— Pronto?
— Sim…
Me aproximei pra me despedir. Me deu uma ternura a preocupação dela com o tempo, haha.
— É só uma tempestade…
— Medo…
— Haha… Descansa… Você tá 2500 dólares mais gostosa…
— Jeje… A gente…
— Sim…
Me virei e caminhei até a porta. Abri sem fazer barulho pra sair, mas antes apaguei a luz.
— Até amanhã… — falei baixinho.
Ela respondeu do mesmo jeito.
Assim, voltei pro meu quarto. Por sorte, a velha não tinha acordado. Ou pelo menos, ainda estava no quarto dela. Cheguei na minha cama e abri pra deitar, mas quando fui tirar o short, percebi uma coisa absurda. E muito louca… Haha…
Ainda estava com a calcinha fio dental da Alina na mão… Como não percebi que tinha que devolver? Não ia cheirar igual um completo tarado, mas o aroma dava pra sentir e era muito, muito gostoso. E pra piorar, eu ainda tava com a pica dura. Abri a gaveta do criado-mudo e guardei lá. Não podia deixar à vista…
Agora vinha a parte mais difícil. Tentar dormir sem cair na tentação de fazer uma punheta daquelas… Vontade não faltava, mas como consegui superar isso… Naquele mesmo dia, eu podia fazer de novo. Virei de lado, na direção da janela. Os clarões eram enormes… Porra, como tava chovendo… Que tempestade do caralho. Tinha vindo com tudo. Ainda por cima, outro relâmpago quase me fez ter um infarto… Ufff… Que loucura! Com isso, meu pau ia murchar na hora. E ainda vi uma luz branca tão forte que parecia que um exterminador tinha voltado no tempo, ha. Levantei pra ver. Não fosse o caso de ter acertado em algum lugar. Fui até a janela e olhei pra fora. Se aconteceu alguma coisa, não dava pra ver. Só a chuva e o vento. A porta do meu quarto se abriu. Imediatamente me virei. Era a Alina… — O que foi? A cara de susto ainda tava nela. Atrevo a dizer que era pior do que antes. — Você ouviu isso? — Sim, haha… Por isso levantei… — Eu nem fudendo durmo sozinha… Me desculpa… — Ela exclamou, indo direto pra minha cama. Fiquei tipo "hã?" Mas ao mesmo tempo me deu graça e muita ternura. Com a camiseta longa rosa, ela se meteu na minha cama, praticamente sem ouvir minha resposta. — Ali, haha — Shh… Deita… Tranca a porta por via das dúvidas… Não tive outra escolha a não ser rir. — Não tenho outra opção? — Não… — Ela falou, apoiando a cabeça no meu travesseiro. — Haha, ok… Sorrindo pela infantilidade dela, fui trancar a porta. Parecia tudo tão louco… Assim, voltei pra minha cama. — Meu Deus… Deitei como pude, na outra metade que tinha sobrado. Ela não dizia nada. Era óbvio que ela se sentia mal por ter que recorrer a isso. E se mostrar assim, ha. — Até amanhã… — Até amanhã… Obrigada por deixar eu vir… — Ela exclamou e me abraçou de lado, passando o braço por todo o meu peito e apoiando a cabeça ali mesmo. Uff… Essas situações já não eram mais como antes… Não depois das coisas que a gente vinha compartilhando. Sem mais, ela fechou os olhos e ficou sobre mim. Sempre era um perigo, porque se por algum motivo ela baixasse o braço, ia tocar no meu pau, totalmente duro. Não podia acreditar nas coisas que eu tinha que me acostumar, ha. Mas, devo admitir, eu gostava. Gostava muito… Sorri. Suspirando e olhando pro teto. Acho que agora sim tava pronto pra descansar. Tava muito à vontade, apesar da excitação. Fechei os olhos e respirei fundo. Mas aí abri eles de novo na hora. E foi quando lembrei que minha fio dental tava na gaveta dela, então ela com certeza… Com certeza… Tava sem calcinha!
Comentarios Destacados
11 comentários - Alina. Capítulo 14
Segui así 💪🏼 A la gilada ni cabida, como decimos nosotros
Se viene el XV antes de cerrar el año?