Fiorela mi novia :me hace cornudo en una clande

Eu sou o Pablo, a Fiorela é minha primeira e única namorada desde o ensino médio, estamos juntos até hoje, e eu também sou o primeiro namorado dela. Nós experimentamos o sexo juntos, ela é doce, linda, muito gentil, tem altura mediana, morena caramelo, peitos grandes e redondos que não cabem na minha mão, e sem falar no bumbum dela, bem durinho e redondo graças à academia. Eu sou alto, também tenho um corpo malhado na academia. Isso aconteceu na época da pandemia, quando não tinha nada aberto aos sábados para fazer, então surgiram essas festas clandestinas para dar uma escapada. Fomos convidados para uma clandestina num campo perto da cidade, todo mundo foi de carro com caixas térmicas cheias de gelo e bebidas. Passamos para buscar um casal amigo e fomos para o lugar. Tinha muita gente, muita música, parecia que a festa estava boa. Procuramos um lugar e começamos a dançar e beber. Passamos um bom tempo e as meninas do grupo decidiram ir ao banheiro (uma árvore afastada da galera). Fiquei conversando com meu amigo e, depois de um tempo, só voltou a namorada dele.
— Eu: Cadê a Fiore? Ela não voltou com você?
— Namorada do meu amigo: Ela foi até o carro buscar um casaco porque estava com frio.
Fiquei tranquilo e continuamos dançando. Passaram 20 minutos, 30… ela não voltava.
— Eu: Vou lá procurar ela pra ver se está tudo bem.
Saí caminhando na direção do carro e, quando cheguei, vi a porta aberta e uma figura masculina em pé ao lado. Um cara magro, altura mediana, meio frangote, dava pra ver que não malhava. Quando observei melhor, ele estava com a calça aberta e tinha uma figura feminina ajoelhada chupando o pau dele… Não conseguia acreditar. Era a Fiorela, minha namorada. Fiquei gelado, parado, só conseguia olhar porque não acreditava no que estava vendo. Minha namorada, o amor da minha vida, nunca imaginei que ela seria capaz de uma coisa dessas. Ela sempre foi uma mulher com valores tão bons, nunca trairia ninguém. Mas ali estava ela, ajoelhada na frente de um desconhecido. Tentei ver melhor pra ter certeza de que meus olhos não estavam me enganando e comecei a prestar atenção em mais detalhes, até que consegui dimensionar o tamanho do pau do magrinho. Era longa e muito grossa, minha namorada agarrava com as duas mãos e ainda sobrava pra se engasgar, eu ouvia o barulho da música e os engasgos que aquela rola grande provocava na boca dela. Consegui reagir e senti uma raiva terrível, me aproximei violentamente e empurrei o magrelo desconhecido, mas nem consegui movê-lo —Desconhecido— Ei, qual é o seu problema, otário? Ainda com a Fiorela grudada na rola dele, ele me deu um soco na cara que me nocauteou. Caí de costas quase desmaiado, não sei quantos minutos se passaram, mas consegui me levantar e me recompor. Senti algo na boca e quando tirei com a mão era um dente. Quis enfrentá-lo de novo e ele me ameaçou de me bater de novo, senti medo e fiquei parado ali olhando. —Desconhecido— O que você tá pensando? Deixa eu terminar de comer essa vadia e te arrebento na porrada. —Fiorela— Para, é meu namorado. —Desconhecido— Esse é o famoso pau pequeno que você me contou? Hahahaha, ainda por cima pau pequeno, caixão! Olha como ele tá aí assustado. A Fiorela só me olhou e voltou ao seu trabalho de chupar a rola do comedor. Deixou minha namorada saborear um pouco mais a rola grande dele e a colocou no banco de trás do meu carro, a pôs de quatro e abaixou a calça dela. Ela estava usando uma calcinha branca de renda que eu tinha dado de presente no nosso aniversário. Minha namorada abaixou sozinha e se agachou mais, deixando toda a sua bunda linda à disposição do desconhecido. Ele pegou a rola e apontou pra buceta da minha namorada, que já estava bem molhada pela caloração que a rola do comedor provocava. Ao sentir a cabeça do desconhecido abrindo sua buceta, ela começou a reclamar de dor. —Fiorela— Aiii, para, tá doendo, é muito grande. —Desconhecido— Vadia, você tá muito fechada. Esse covarde não te comia? —Fiorela— Sim, mas a sua é muito grande, tá me esticando a buceta. —Desconhecido— Vamos ver, covarde, vem cá, abaixa a calça. Me aproximei com medo e obedeci, abaixei a calça e mostrei meu pauzinho quase ereto por causa da situação. —Desconhecido— Hahahaha, mas o que é isso? É minúsculo, hahahaha, parece de um menininho, olha só. isso aqui é uma rola de verdade. Ele tirou a rola da buceta da minha namorada e colocou do lado da minha. A diferença era enorme: meu pauzinho ereto tinha o tamanho da cabeça do dele, sem falar na grossura que era umas três vezes a minha. -Desconhecido- Tá vendo a diferença? Por isso sua namorada implorou pra eu comer ela quando mostrei minha rola. Vou te fazer de corno bem feito e você vai ficar aí parado ou vou te encher de porrada? Fiquei parado vendo aquele macho pirocudo se preparando para comer minha namorada no meu carro, sem dizer nada nem reclamar com medo de apanhar de novo. Ele direcionou a rola dele de volta pra buceta da minha namorada, que estava cada vez mais molhada e dava pra ver o fluxo escorrendo de tesão. Sem piedade, enfiou a rola grande na buceta dela. Gritos e gemidos ecoaram ao mesmo tempo, minha namorada começou a tremer e ter espasmos. -Fiorela- Ai, tá doendo! Para, para! Tira, ai ai, o que tá acontecendo comigo? Um jato de squirt saiu da buceta da minha namorada. -Desconhecido- Hahaha, meti a rola e você gozou. Nunca te fizeram gozar, corno? Haha, seu primeiro orgasmo e com squirt, nada mal. -Fiorela- Não é a primeira vez que eu gozo, mas nunca tinha sentido isso em 14 anos de namoro com o Pablo. Só se ouvia a risada do desconhecido e os gemidos da minha namorada com a música de fundo. Dava pra ver o quadril do macho que estava me fazendo de corno empurrando cada vez com mais força contra a bucetinha da minha namorada, que já estava bem esticada e aberta pela rola grande do magrelo. Era hipnotizante ver aquela rola penetrando sem piedade a mulher que eu amo e ouvir os gemidos da Fiorela gritando de prazer e dor, as bolas batendo nas nádegas dela a cada investida. Ainda não conseguia acreditar como algo tão grande cabia no corpo da minha namorada. Aí entendi que meu pauzinho nunca mais ia conseguir entrar ali, ia ficar dançando depois que aquele macho terminasse com minha namorada. A diferença era muito grande. Minha namorada já jogada sobre o banco... que em 4, já que seu corpo não aguentava mais, ela continuou aguentando as investidas daquele macho, até que ele parou de bombear e soltou todo o seu sêmen de macho dotado dentro da minha namorada, tirou o pau dele e pude ver como ele tinha deixado ela toda aberta, coitadinha, minha namorada estava ali jogada no banco de trás toda fodida, logo começou a sair uma quantidade enorme de porra, começou a manchar o banco do carro e não parava de escorrer.
-Desconhecido- Bom, já terminei aqui, levo seu fio dental de lembrança, coleciono as calcinhas de todas as putinhas que eu como, tirou do bolso mais 3 calcinhas além da da minha namorada.
-Desconhecido- Hoje à noite comi 4 hahaha.
-Eu- Mas essa calcinha eu te dei de presente pro nosso aniversário.
-Fiorela- E o que eu tô ligando? Ele ganhou porque me comeu tão bem e tem um pau bem grande.
Não disse nada, só olhei pro chão, derrotado.
-Desconhecido- Escuta a puta da sua namorada, e não volte a falar sem permissão ou eu quebro outro dente seu.
O magrelo começou a ir embora e minha namorada chamou ele de volta.
-Fiorela- Espera, papi, não vai não, me dá teu número pra você me comer de novo.
-Desconhecido- Mas o que você tá pensando, que você vai me dizer quando te como, puta?
-Fiorela- Não, papi, não fica bravo, foda-se, me dá teu número e você me manda mensagem quando tiver vontade de me comer, tá bom?
-Desconhecido- Bom, tá, vou te salvar como puta, a partir de agora você vai se chamar assim, entendeu?
-Fiorela- Sim, papi, sim, eu sou puta agora.
-Desconhecido- E você vai se chamar de corno hahaha.
Aí ele foi andando pra festa, eu reclamei com minha namorada pelo que tinha acontecido, mas ela só reclamou do meu pau pequeno.
-Fiorela- Para de reclamar, corno, perdi tempo com você, não sabia o prazer de transar até experimentar um pau de verdade, o seu não serve, pirulito, bem corno eu vou fazer você ficar de agora em diante.
Eu só baixei a cabeça e não disse nada, ela tinha me destruído com as palavras dela e doía pra falar por causa do soco que o macho dotado tinha me dado.
-Fiorela- Ai, e agora não tenho calcinha e tá vazando a porra do magrelo. quando eu andava, nunca perguntei como ele se chamava, como a gente pode chamar ele? Vergudo, macho ou touro? Qual você gosta mais? ... continua

3 comentários - Fiorela mi novia :me hace cornudo en una clande

Buen relato. Nunca me peleé con ninguno de mis muchos corneadores, al contrario, siempre estuve aradecido que hicieran gozar a mi novia/esposa y que me dejaran disfrutar de su semen al limpiarla a ella. Ser cornudo es lo mássss
Concuerdo es mejor tratar de no entrar en agresiones porque un mal golpe puede suceder cuando uno menos se lo espera.
Siempre es mejor ser agradecido con quién está haciendo gozar a nuestras esposas de formas que nosotros nunca podremos
Amo ser cornudo
Que cornudo resulto ser, excelente relato!!