Ah, moça, já faz 4 meses assim. Você me paga a metade e depois, quando conseguir o resto, já está quase na hora do próximo aluguel. Você sabe que gosto muito de você, mas não posso ficar esperando assim todo mês", disse seu Pepe, e, pra falar a verdade, senti o quanto era difícil pra ele também ter que falar assim comigo. "Quer entrar? Não quero ficar aqui na porta quase pelada, hehe", falei, mais pra arrumar uma saída pro momento constrangedor em que eu tava. "Sim, moça, claro. Desculpa por te deixar parada na porta assim", disse seu Pepe, entrando atrás de mim no apartamento.
Passamos pra sala do meu apartamento e eu indiquei pra ele sentar, e seu Pepe, obediente, se acomodou num dos sofás. Eu fiquei em pé, principalmente porque, se eu me sentasse, a toalha minúscula não ia conseguir me cobrir toda e eu acabaria mostrando minhas partes pro meu locador. "Bom, moça, então como é que a gente faz? Não quero te pressionar, mas é dinheiro que eu também preciso e não posso ficar esperando ou você me dando em partes. Entendo sua situação, mas espero que você também me entenda e, principalmente, saiba que não tô fazendo isso pra complicar sua vida", disse seu Pepe, sinceramente contrariado.
"Sim, seu Pepe, pelo contrário, agradeço a paciência que você teve comigo. E pra te pagar, bom, deve ter algum jeito, alguma solução. Bom, quer dizer... então... é, né?" respondi, e me surpreendi pensando no que eu estava prestes a sugerir pra cobrir o pagamento do aluguel. O que acabou com a minha vergonha foi que eu não lembrava que, como não recebo visitas, deixo meus tangas e minha roupa íntima na sala, nos sofás e tal, e, pra minha azar, no sofá onde seu Pepe tava sentado, tinha um par dos meus tangas, obviamente limpos, mas no fim das contas ele ia saber que tipo de tanga eu uso. No momento em que ele encostou as costas no sofá, eles caíram em cima dele. Ele, um pouco surpreso, pegou com as mãos e, esticando um pouco, me disse: "Toma, pequena, acho que... que isso é seu enquanto me entregava, enquanto as olhava sutilmente, eu as peguei e guardei entre minhas mãos apertando-as com força. Sem dar mais importância, don Pepe e eu continuamos conversando sobre o assunto do aluguel. “Sim, don Pepe, pelo contrário, agradeço pela paciência que você teve comigo. E para pagar você, bom, deve haver algum jeito, alguma solução. Bom, quer dizer... então... sim, não é?” respondi e me surpreendi pensando no que estava prestes a sugerir para cobrir o pagamento do aluguel. Eu estava ficando boba sozinha. Sabia muito bem que não conseguiria juntar a metade que faltava do aluguel. Não tinha conseguido em todo o mês, muito menos conseguiria em um dia. E a 'solução' que estava passando pela minha mente era algo que nem em sonhos eu tinha imaginado fazer. Mas eu tinha outra opção? Claro que não. Devagar me sentei no sofá que estava em frente a onde don Pepe permanecia. Ao me sentar e por causa do tamanho curto da toalha, era óbvio que meu locatário teria uma vista das minhas pernas, minhas coxas e minha bunda. Não satisfeita com isso, abri levemente minhas pernas para que ele pudesse ter uma leve visão da minha bucetinha. Fiz tudo fingindo descuido e com cara de quem estava pensando na bendita 'solução'. Digo, se minha intenção era convencê-lo do que pensava em propor, tinha que mostrar um pouco da mercadoria.
Você ia tomar banho, né?" ouvi o Seu Pepe dizer e, de canto de olho, pude ver ele olhando para minha virilha, tentando ser discreto. "Sim, como eu disse, tenho uma entrevista de emprego e por isso ia tomar um banho", respondi, fazendo-me de inocente. "Você me permitiria tomar banho com você e eu perdoo metade do aluguel que você me deve?" disse o Seu Pepe, um pouco tímido e nervoso. "Seu Pepe! Mas como é que o senhor diz uma coisa dessas?" falei, fingindo surpresa, mas por dentro agradecida por ter sido ele quem falou, evitando que eu fosse a oferecida. "Tem razão, menina. Me perdoe por dizer isso. Na verdade, não sei o que estava pensando para faltar com respeito desse jeito. Esquece, por favor, essa bobagem que acabei de dizer e vamos voltar a ver como você me paga o dinheiro" – foi a vez do Seu Pepe ficar todo corado. "Puta merda! Ele já está voltando atrás e vou ter que pagar o dinheiro. Tenho que convencê-lo antes que ele se arrependa completamente", pensei comigo mesma. "Bom, Seu Pepe... eu sei que o senhor sempre me tratou com respeito e até me protegeu, e sei que o que disse não foi para abusar nem nada. E então... seria só a gente tomar banho junto, e pronto? Sem nada de nada? Ou como? Me explica, por favor" respondi, vendo seu rosto passar de arrependido para excitado como por arte de mágica. "Bom, só a gente entrar no banho. Eu esfrego seu corpo, te ensaboo toda e..." disse o Seu Pepe, deixando aquele último "e" no ar, como se houvesse algo mais a acrescentar. Olhei para ele e levantei minha sobrancelha, como dizendo que, se tinha mais alguma coisa, era hora de falar. Ele não disse nada, ficou quieto, ainda duvidoso se eu realmente estava aceitando a proposta dele. "Bom, então... tá bem. Aceito sua proposta de tomar banho junto em troca de metade do pagamento do meu aluguel. Mas só tomar banho e nada mais, ok? Esse é o trato, certo?" falei, garantindo que não haveria relação sexual nem nada parecido, ao que o Seu Pepe respondeu afirmativamente. "Ok, então só me deixa entrar no banheiro e me dá uns minutinhos nos quais... Coloco a água e você já entra, tudo bem? Falei, sem esperar resposta. Entrei no banheiro e fechei a porta sem trancar, abri os registros e, depois de regular a temperatura, entrei no box. No momento em que a água caiu sobre mim, tive um estalo de lucidez. Que diabos estou prestes a fazer? Vou tomar um banho junto com um senhor que bem poderia ser meu avô? E tudo para não pagar metade do aluguel. Bom, não tenho mais opção e será só desta vez, me disse, tentando justificar o que eu mesma havia propiciado. Estava mergulhada nos meus pensamentos quando ouvi não só o Seu Pepe entrar no banheiro, mas também ele se despindo. Caramba! Em boca fechada não entra mosquito, pensei, enquanto me virava de frente para a parede para evitar vê-lo entrar no chuveiro, dando-lhe uma visão completa da minha bunda. “Pode virar, sou feio, mas não é tanto assim, haha”, disse o Seu Pepe, e bem, não tive outra escolha a não ser virar, cobrindo meus peitos e minha buceta com as mãos e os braços. Conforme me movia lentamente para encará-lo, pude ver o Seu Pepe parado ao lado da cortina, completamente nu. Embora seu corpo mostrasse o desgaste normal de uma pessoa da sua idade, também não estava tão fodido quanto eu esperava. Ele parecia magro, sem barriga, e acho que até mais alto do que quando o via vestido. Mas o que obviamente prendeu minha atenção foi seu pau. Se tem uma coisa que adoro ver sempre que estou com algum cara é quando seus paus estão em estado de repouso. A forma quando estão num meio-termo. Nem eretos nem moles. E principalmente como ficam pendurados. Parecem pesados, como se quisessem ficar duros, mas o próprio peso os mantém para baixo. E era exatamente assim que o pau do Seu Pepe parecia. Longo, muito longo. Mas também bem grosso, um termo muito gostoso, grosso e longo, muito longo, aproximadamente uns 20 cm. E o jeito como pendia o fazia parecer ainda mais comprido. Não que eu fosse especialista em paus e soubesse tamanhos e medidas só de olhar. Mas sim, foi uma das mais longas que já me aconteceu até agora. "Você poderia tirar as mãos do seu corpo? Eu gostaria de ver você completa", disse o senhor Pepe, tirando-me do meu estado de boba fixação visual. Esboçando um leve sorriso, pouco a pouco movi o braço que cobria meus seios. A água, os nervos, ou sei lá, tinha feito meus mamilos ficarem eretos e duros. Assim que destapei meus seios, pude ver como o pau do senhor Pepe ganhava vida e começava a se levantar, apontando para mim. Fazia tempo que eu não tinha um parceiro sexual, por isso não sentia necessidade de depilar minha área púbica, então minha bucetinha estava coberta por uma mata grossa de pelos castanhos. E isso, por alguma razão, me dava mais vergonha do que mostrar meus seios. Demorei um pouco mais para mover a mão que cobria minha virilha, mas quando o fiz, o pau do senhor Pepe ficou completamente ereto. Agora parecia ainda mais longo, mas grosso. Me lembrava do cassetete que os policiais usam para bater. Ri internamente pela comparação tão boba que fiz. Apontei onde estavam o sabão e a bucha e me virei, dando as costas para ele, para, nem um minuto depois, sentir as mãos do senhor Pepe percorrendo meu corpo. Na verdade, não estava sendo tão desconfortável quanto pensei que seria. Senti ele me ensaboando, começando pelo meu pescoço, para depois descer por toda minha costas. Fechei meus olhos ao sentir as suaves carícias que o senhor Pepe fazia enquanto esfregava gentilmente a bucha por toda minha costas, de cima a baixo e subindo novamente. Não demorou muito até finalmente chegar na minha bunda carnuda. Senti o toque de suas mãos hesitante no início, para depois ganhar confiança e não apenas ensaboar minhas nádegas, mas também passar sua mão pelo sulco que divide minhas nádegas, roçando minha bucetinha. Sem nem pensar, separei minhas pernas para dar melhor acesso à sua mão, para que ele pudesse se introduzir entre elas e ensaboar minha boceta com mais facilidade. Eu permanecia de olhos fechados, aproveitando a perversa carícia que O que o don Pepe fazia comigo. Senti sua mão passar pela minha mata grossa de pelos, ensaboando e esfregando com força minha virilha. Não demorou muito para eu começar a sentir meu grelo ficar molhado.
Abre suas nádegas pra te limpar direitinho, mija" ouvi don Pepe dizer e, de novo, sem hesitar nem um segundo, peguei as bochechas gordas da minha bunda e as abri de forma impudica, dando a ele uma vista total do meu buraco mais secreto. As mãos de don Pepe percorriam frenéticas toda a fenda da minha bunda, para depois parar no meu cu, esfregando com força como se quisesse enfiar a barra de sabão em mim. Não pude evitar soltar um gemido quando um de seus dedos magros e rugosos penetrou meu ânus.
Aff! Não, seu Pepe, não... me... fure por trás"
"Você não gosta no cu?" me perguntou seu Pepe sem tirar o dedo da minha bunda.
"Gosto sim. Mas não fiz cocô desde ontem e tô suja" respondi, mas ele não tirou o dedo. Tive que repetir de novo e dessa vez ele finalmente tirou o dedo do meu cu.
Eu tava sentindo tanto tesão que virei sozinha, me colocando de frente pra ele, como se autorizasse ele a ensaboar a parte da frente do meu corpo. Eu continuava de olhos fechados, como se assim negasse estar fazendo as coisas já com total intenção. E mesmo que tudo isso fosse por conveniência do pagamento do meu aluguel, de jeito nenhum seu Pepe tava me forçando.
Meu senhorio não perdeu tempo. Senti as mãos dele se apoderando do par de bolinhas que formavam meus peitos e, esquecendo o sabão, ele começou a apertar e amassar cada vez mais forte. Não consegui evitar começar a gemer, o que deixou seu Pepe ainda mais excitado. Imagino que ver meu rosto de menina inocente, com a água escorrendo e soltando gemidos igual uma putinha, era um verdadeiro espetáculo pra esse homem que poderia ser meu avô.
O que veio depois foi sentir a boca dele dominando meus seios, chupando meus mamilos com fúria. Primeiro um, depois o outro. Passei uma mão na nuca dele e empurrei pra que continuasse devorando meus mamilos duros. Como ele era mais alto que eu, isso obrigava ele a curvar o corpo pra me chupar sem problema. Eu mesma ficava na pontinha dos pés pra facilitar o trabalho.
Ele me pegou pela bunda com as mãos e me levantou no ar, me apoiando contra a parede sem parar de chupar meus peitos. Sentia a cabeça dura do pau dele ereto cutucando a entrada da minha buceta. Era só questão de me deixar cair pra ser empalada completamente no mastro duro dele.
Tínhamos passado de tomar banho juntos pra um amasso entre um velho e uma menina puta, e de jeito nenhum eu tava desgostando da situação.
"Nila... Menina... preciso te comer agora mesmo, menina" disse seu Pepe, afastando a boca dos meus peitos, esperando minha... resposta. Já era muito tarde para parar, mas mesmo assim parei para pensar no que estava fazendo e no que estava prestes a fazer. Eu ia transar com um homem muito mais velho que eu, e ia fazer isso em troca de um benefício financeiro. No que isso me transforma? E se alguém descobrisse? Minha resposta era SIM ou NÃO, e eu tinha que decidir na hora. Será que minha puta tinha razão em dizer que eu era uma puta? Parte 3? ....
Passamos pra sala do meu apartamento e eu indiquei pra ele sentar, e seu Pepe, obediente, se acomodou num dos sofás. Eu fiquei em pé, principalmente porque, se eu me sentasse, a toalha minúscula não ia conseguir me cobrir toda e eu acabaria mostrando minhas partes pro meu locador. "Bom, moça, então como é que a gente faz? Não quero te pressionar, mas é dinheiro que eu também preciso e não posso ficar esperando ou você me dando em partes. Entendo sua situação, mas espero que você também me entenda e, principalmente, saiba que não tô fazendo isso pra complicar sua vida", disse seu Pepe, sinceramente contrariado.
"Sim, seu Pepe, pelo contrário, agradeço a paciência que você teve comigo. E pra te pagar, bom, deve ter algum jeito, alguma solução. Bom, quer dizer... então... é, né?" respondi, e me surpreendi pensando no que eu estava prestes a sugerir pra cobrir o pagamento do aluguel. O que acabou com a minha vergonha foi que eu não lembrava que, como não recebo visitas, deixo meus tangas e minha roupa íntima na sala, nos sofás e tal, e, pra minha azar, no sofá onde seu Pepe tava sentado, tinha um par dos meus tangas, obviamente limpos, mas no fim das contas ele ia saber que tipo de tanga eu uso. No momento em que ele encostou as costas no sofá, eles caíram em cima dele. Ele, um pouco surpreso, pegou com as mãos e, esticando um pouco, me disse: "Toma, pequena, acho que... que isso é seu enquanto me entregava, enquanto as olhava sutilmente, eu as peguei e guardei entre minhas mãos apertando-as com força. Sem dar mais importância, don Pepe e eu continuamos conversando sobre o assunto do aluguel. “Sim, don Pepe, pelo contrário, agradeço pela paciência que você teve comigo. E para pagar você, bom, deve haver algum jeito, alguma solução. Bom, quer dizer... então... sim, não é?” respondi e me surpreendi pensando no que estava prestes a sugerir para cobrir o pagamento do aluguel. Eu estava ficando boba sozinha. Sabia muito bem que não conseguiria juntar a metade que faltava do aluguel. Não tinha conseguido em todo o mês, muito menos conseguiria em um dia. E a 'solução' que estava passando pela minha mente era algo que nem em sonhos eu tinha imaginado fazer. Mas eu tinha outra opção? Claro que não. Devagar me sentei no sofá que estava em frente a onde don Pepe permanecia. Ao me sentar e por causa do tamanho curto da toalha, era óbvio que meu locatário teria uma vista das minhas pernas, minhas coxas e minha bunda. Não satisfeita com isso, abri levemente minhas pernas para que ele pudesse ter uma leve visão da minha bucetinha. Fiz tudo fingindo descuido e com cara de quem estava pensando na bendita 'solução'. Digo, se minha intenção era convencê-lo do que pensava em propor, tinha que mostrar um pouco da mercadoria.
Você ia tomar banho, né?" ouvi o Seu Pepe dizer e, de canto de olho, pude ver ele olhando para minha virilha, tentando ser discreto. "Sim, como eu disse, tenho uma entrevista de emprego e por isso ia tomar um banho", respondi, fazendo-me de inocente. "Você me permitiria tomar banho com você e eu perdoo metade do aluguel que você me deve?" disse o Seu Pepe, um pouco tímido e nervoso. "Seu Pepe! Mas como é que o senhor diz uma coisa dessas?" falei, fingindo surpresa, mas por dentro agradecida por ter sido ele quem falou, evitando que eu fosse a oferecida. "Tem razão, menina. Me perdoe por dizer isso. Na verdade, não sei o que estava pensando para faltar com respeito desse jeito. Esquece, por favor, essa bobagem que acabei de dizer e vamos voltar a ver como você me paga o dinheiro" – foi a vez do Seu Pepe ficar todo corado. "Puta merda! Ele já está voltando atrás e vou ter que pagar o dinheiro. Tenho que convencê-lo antes que ele se arrependa completamente", pensei comigo mesma. "Bom, Seu Pepe... eu sei que o senhor sempre me tratou com respeito e até me protegeu, e sei que o que disse não foi para abusar nem nada. E então... seria só a gente tomar banho junto, e pronto? Sem nada de nada? Ou como? Me explica, por favor" respondi, vendo seu rosto passar de arrependido para excitado como por arte de mágica. "Bom, só a gente entrar no banho. Eu esfrego seu corpo, te ensaboo toda e..." disse o Seu Pepe, deixando aquele último "e" no ar, como se houvesse algo mais a acrescentar. Olhei para ele e levantei minha sobrancelha, como dizendo que, se tinha mais alguma coisa, era hora de falar. Ele não disse nada, ficou quieto, ainda duvidoso se eu realmente estava aceitando a proposta dele. "Bom, então... tá bem. Aceito sua proposta de tomar banho junto em troca de metade do pagamento do meu aluguel. Mas só tomar banho e nada mais, ok? Esse é o trato, certo?" falei, garantindo que não haveria relação sexual nem nada parecido, ao que o Seu Pepe respondeu afirmativamente. "Ok, então só me deixa entrar no banheiro e me dá uns minutinhos nos quais... Coloco a água e você já entra, tudo bem? Falei, sem esperar resposta. Entrei no banheiro e fechei a porta sem trancar, abri os registros e, depois de regular a temperatura, entrei no box. No momento em que a água caiu sobre mim, tive um estalo de lucidez. Que diabos estou prestes a fazer? Vou tomar um banho junto com um senhor que bem poderia ser meu avô? E tudo para não pagar metade do aluguel. Bom, não tenho mais opção e será só desta vez, me disse, tentando justificar o que eu mesma havia propiciado. Estava mergulhada nos meus pensamentos quando ouvi não só o Seu Pepe entrar no banheiro, mas também ele se despindo. Caramba! Em boca fechada não entra mosquito, pensei, enquanto me virava de frente para a parede para evitar vê-lo entrar no chuveiro, dando-lhe uma visão completa da minha bunda. “Pode virar, sou feio, mas não é tanto assim, haha”, disse o Seu Pepe, e bem, não tive outra escolha a não ser virar, cobrindo meus peitos e minha buceta com as mãos e os braços. Conforme me movia lentamente para encará-lo, pude ver o Seu Pepe parado ao lado da cortina, completamente nu. Embora seu corpo mostrasse o desgaste normal de uma pessoa da sua idade, também não estava tão fodido quanto eu esperava. Ele parecia magro, sem barriga, e acho que até mais alto do que quando o via vestido. Mas o que obviamente prendeu minha atenção foi seu pau. Se tem uma coisa que adoro ver sempre que estou com algum cara é quando seus paus estão em estado de repouso. A forma quando estão num meio-termo. Nem eretos nem moles. E principalmente como ficam pendurados. Parecem pesados, como se quisessem ficar duros, mas o próprio peso os mantém para baixo. E era exatamente assim que o pau do Seu Pepe parecia. Longo, muito longo. Mas também bem grosso, um termo muito gostoso, grosso e longo, muito longo, aproximadamente uns 20 cm. E o jeito como pendia o fazia parecer ainda mais comprido. Não que eu fosse especialista em paus e soubesse tamanhos e medidas só de olhar. Mas sim, foi uma das mais longas que já me aconteceu até agora. "Você poderia tirar as mãos do seu corpo? Eu gostaria de ver você completa", disse o senhor Pepe, tirando-me do meu estado de boba fixação visual. Esboçando um leve sorriso, pouco a pouco movi o braço que cobria meus seios. A água, os nervos, ou sei lá, tinha feito meus mamilos ficarem eretos e duros. Assim que destapei meus seios, pude ver como o pau do senhor Pepe ganhava vida e começava a se levantar, apontando para mim. Fazia tempo que eu não tinha um parceiro sexual, por isso não sentia necessidade de depilar minha área púbica, então minha bucetinha estava coberta por uma mata grossa de pelos castanhos. E isso, por alguma razão, me dava mais vergonha do que mostrar meus seios. Demorei um pouco mais para mover a mão que cobria minha virilha, mas quando o fiz, o pau do senhor Pepe ficou completamente ereto. Agora parecia ainda mais longo, mas grosso. Me lembrava do cassetete que os policiais usam para bater. Ri internamente pela comparação tão boba que fiz. Apontei onde estavam o sabão e a bucha e me virei, dando as costas para ele, para, nem um minuto depois, sentir as mãos do senhor Pepe percorrendo meu corpo. Na verdade, não estava sendo tão desconfortável quanto pensei que seria. Senti ele me ensaboando, começando pelo meu pescoço, para depois descer por toda minha costas. Fechei meus olhos ao sentir as suaves carícias que o senhor Pepe fazia enquanto esfregava gentilmente a bucha por toda minha costas, de cima a baixo e subindo novamente. Não demorou muito até finalmente chegar na minha bunda carnuda. Senti o toque de suas mãos hesitante no início, para depois ganhar confiança e não apenas ensaboar minhas nádegas, mas também passar sua mão pelo sulco que divide minhas nádegas, roçando minha bucetinha. Sem nem pensar, separei minhas pernas para dar melhor acesso à sua mão, para que ele pudesse se introduzir entre elas e ensaboar minha boceta com mais facilidade. Eu permanecia de olhos fechados, aproveitando a perversa carícia que O que o don Pepe fazia comigo. Senti sua mão passar pela minha mata grossa de pelos, ensaboando e esfregando com força minha virilha. Não demorou muito para eu começar a sentir meu grelo ficar molhado.
Abre suas nádegas pra te limpar direitinho, mija" ouvi don Pepe dizer e, de novo, sem hesitar nem um segundo, peguei as bochechas gordas da minha bunda e as abri de forma impudica, dando a ele uma vista total do meu buraco mais secreto. As mãos de don Pepe percorriam frenéticas toda a fenda da minha bunda, para depois parar no meu cu, esfregando com força como se quisesse enfiar a barra de sabão em mim. Não pude evitar soltar um gemido quando um de seus dedos magros e rugosos penetrou meu ânus.
Aff! Não, seu Pepe, não... me... fure por trás" "Você não gosta no cu?" me perguntou seu Pepe sem tirar o dedo da minha bunda.
"Gosto sim. Mas não fiz cocô desde ontem e tô suja" respondi, mas ele não tirou o dedo. Tive que repetir de novo e dessa vez ele finalmente tirou o dedo do meu cu.
Eu tava sentindo tanto tesão que virei sozinha, me colocando de frente pra ele, como se autorizasse ele a ensaboar a parte da frente do meu corpo. Eu continuava de olhos fechados, como se assim negasse estar fazendo as coisas já com total intenção. E mesmo que tudo isso fosse por conveniência do pagamento do meu aluguel, de jeito nenhum seu Pepe tava me forçando.
Meu senhorio não perdeu tempo. Senti as mãos dele se apoderando do par de bolinhas que formavam meus peitos e, esquecendo o sabão, ele começou a apertar e amassar cada vez mais forte. Não consegui evitar começar a gemer, o que deixou seu Pepe ainda mais excitado. Imagino que ver meu rosto de menina inocente, com a água escorrendo e soltando gemidos igual uma putinha, era um verdadeiro espetáculo pra esse homem que poderia ser meu avô.
O que veio depois foi sentir a boca dele dominando meus seios, chupando meus mamilos com fúria. Primeiro um, depois o outro. Passei uma mão na nuca dele e empurrei pra que continuasse devorando meus mamilos duros. Como ele era mais alto que eu, isso obrigava ele a curvar o corpo pra me chupar sem problema. Eu mesma ficava na pontinha dos pés pra facilitar o trabalho.
Ele me pegou pela bunda com as mãos e me levantou no ar, me apoiando contra a parede sem parar de chupar meus peitos. Sentia a cabeça dura do pau dele ereto cutucando a entrada da minha buceta. Era só questão de me deixar cair pra ser empalada completamente no mastro duro dele.
Tínhamos passado de tomar banho juntos pra um amasso entre um velho e uma menina puta, e de jeito nenhum eu tava desgostando da situação.
"Nila... Menina... preciso te comer agora mesmo, menina" disse seu Pepe, afastando a boca dos meus peitos, esperando minha... resposta. Já era muito tarde para parar, mas mesmo assim parei para pensar no que estava fazendo e no que estava prestes a fazer. Eu ia transar com um homem muito mais velho que eu, e ia fazer isso em troca de um benefício financeiro. No que isso me transforma? E se alguém descobrisse? Minha resposta era SIM ou NÃO, e eu tinha que decidir na hora. Será que minha puta tinha razão em dizer que eu era uma puta? Parte 3? ....
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