Há um tempo eu vinha fantasiando que minha esposa ficasse com um bull sozinha. Já tínhamos ficado os três, e durante o ato eu saía e deixava eles a sós, mas minha ideia era que ela fosse sozinha e fizesse tudo sem eu estar presente, assim eu saberia que talvez ela pudesse agir mais solta sem o olhar do marido.
A gente já tinha conversado várias vezes, mas ela não se animava. Enquanto isso, eu continuava tentando convencê-la, porque via que depois de 18 anos juntos a gente precisava reacender a chama. Foi por isso que tive a ideia de não dar tanta bola na parte sexual, quase como um abandono da minha parte — não porque eu não tivesse vontade, embora ela tivesse diminuído de certo jeito, mas para fazer o desejo sexual dela aumentar. A estratégia não parecia funcionar como eu queria, até que:
Estou no meu trabalho de atendimento ao público e trocando mensagens de vez em quando pelo WhatsApp com minha esposa sobre coisas do dia a dia. Ficamos uma hora ou mais sem conversar porque eu estava com clientes, e de repente meu celular vibra cinco vezes seguidas.
Olhei rapidamente na tela e vi que eram fotos. Terminei de atender e abri as imagens. Subiu uma sensação no estômago e nas costas que não dá pra descrever com palavras...
A primeira foto era a bunda dela com uma calcinha fio dental rosa choque (uma bunda que reconheço de longe) e um pau ereto encostado nela.
A segunda foto era um torso de frente, com alguém por trás apertando um peito dela. Aí as sensações já estavam indescritíveis...
A terceira foto, mesma posição, com alguém mordendo o pescoço dela e enfiando um dedo na boca dela, ainda sem dar pra ver o rosto de ninguém direito.
A quarta foto, aí sim! Minha esposa tirou uma selfie mamando uma rola grossa!!! Quase morri!!! Tive uns orgasmos, senti a cabeça do meu pau molhada, minhas pernas começaram a fraquejar, queria sair correndo pra ela me contar o que aconteceu, como foi, com quem, onde — fiquei louco. Acho que minha pressão deve ter ido a 180, e ainda faltava a última foto... A bunda dela, as costas dela e um pau que tinha deixado ela toda melada de porra.
Queria fechar e vazar, as 5 horas que faltavam pra eu ir pra casa pareceram uma eternidade.
Saio do trabalho igual um louco, pego o primeiro busão e não parava de pensar naquelas fotos. Desço e começo a andar pra pegar o segundo busão, e com o roçar do meu pau duro na perna, gozei sem nem me tocar!!!! Tanta era a excitação que eu tava e tanto tava me tirando do sério. Chego e peço pra ela me contar tudo enquanto começo a meter nela com uma vontade que eu não sentia desde que a gente era namorado. Gozei mais duas vezes e continuei tarado.
Passam 3 dias e tô em casa, ela chega contente e me diz bem devagar: "sente o cheiro no meu pescoço". Eu não sentia muito, mas ela diz: "voltei a ficar com o magrelo". Uhhhhh, aí veio a mesma excitação dos dias anteriores, mas agora com uma pontinha de raiva de saber que isso começou a dar tesão nela e que existia a chance de eles se verem sem eu saber de nada. Mas essa mistura continuou me excitando, e quando ela terminou de me contar, eu tranquei ela no quarto do computador e, enquanto os moleques brincavam no quintal, meti nela de pé umas bombadas fodidas de prazer e ódio ao mesmo tempo, até gozar como se fizesse meses que eu não gozava.
A parada não termina aí. Passa uma semana e no sábado a gente tá sem os moleques e temos uma sessão de sexo sem limites: várias posições, devagar, forte, tudo, completo. No dia seguinte, eu tenho que trabalhar. Justo naquele fim de semana era o aniversário da minha mãe, e minha mulher tava encarregada de umas coisas doces, então decide me levar no trampo de carro e me buscar. Assim que abrisse o mercado, comprar umas paradas que faltavam. Bom... chega a noite e, deitados, ela me diz: "olha", e me mostra um vídeo dela transando. Pergunto: "é antigo?" e ela responde: "não, é de hoje de manhã". Uhhhhhh, a safada me deixou, chamou o cara e foi tomar uma rapidinha.
Minha cabeça explodia de sensações misturadas. Por um lado, A excitação terrível que essa situação me causa é um verdadeiro viagra pra quem curte cuckold como a gente, mas por outro lado tem algo que eu não esperava sentir: um ciúme do caralho, de pensar que não é só outro cara que tá comendo ela, mas que ela já tá começando a gostar dessa pessoa, faz carinho, beija, deseja, e que com o tempo pode rolar de eu ser trocado por esse novo, por essas sensações novas que ela também deve estar sentindo e que despertaram o lado mais sexual que ela pode ter ou que tava reprimido pela própria sociedade.
Claro que eu sei no que tô me metendo, porque fui eu que coloquei o revólver na mão dela pra usar contra mim quando achar necessário, eu que arrastei ela pra esse mundo e tenho que conviver com isso, com essa ansiedade de não saber quanto tempo ela demora quando tá nos braços daquele macho que gosta do jeito que come ela, abraça e beija; isso me deixou mais grudado nela e trouxe de volta a vontade de ficar a todo momento beijando, abraçando, fazendo amor, mimando, porque toda essa bagunça virou nossa vida de cabeça pra baixo.
Vou continuar contando como a história segue.

A gente já tinha conversado várias vezes, mas ela não se animava. Enquanto isso, eu continuava tentando convencê-la, porque via que depois de 18 anos juntos a gente precisava reacender a chama. Foi por isso que tive a ideia de não dar tanta bola na parte sexual, quase como um abandono da minha parte — não porque eu não tivesse vontade, embora ela tivesse diminuído de certo jeito, mas para fazer o desejo sexual dela aumentar. A estratégia não parecia funcionar como eu queria, até que:
Estou no meu trabalho de atendimento ao público e trocando mensagens de vez em quando pelo WhatsApp com minha esposa sobre coisas do dia a dia. Ficamos uma hora ou mais sem conversar porque eu estava com clientes, e de repente meu celular vibra cinco vezes seguidas.
Olhei rapidamente na tela e vi que eram fotos. Terminei de atender e abri as imagens. Subiu uma sensação no estômago e nas costas que não dá pra descrever com palavras...
A primeira foto era a bunda dela com uma calcinha fio dental rosa choque (uma bunda que reconheço de longe) e um pau ereto encostado nela.
A segunda foto era um torso de frente, com alguém por trás apertando um peito dela. Aí as sensações já estavam indescritíveis...
A terceira foto, mesma posição, com alguém mordendo o pescoço dela e enfiando um dedo na boca dela, ainda sem dar pra ver o rosto de ninguém direito.
A quarta foto, aí sim! Minha esposa tirou uma selfie mamando uma rola grossa!!! Quase morri!!! Tive uns orgasmos, senti a cabeça do meu pau molhada, minhas pernas começaram a fraquejar, queria sair correndo pra ela me contar o que aconteceu, como foi, com quem, onde — fiquei louco. Acho que minha pressão deve ter ido a 180, e ainda faltava a última foto... A bunda dela, as costas dela e um pau que tinha deixado ela toda melada de porra.
Queria fechar e vazar, as 5 horas que faltavam pra eu ir pra casa pareceram uma eternidade.
Saio do trabalho igual um louco, pego o primeiro busão e não parava de pensar naquelas fotos. Desço e começo a andar pra pegar o segundo busão, e com o roçar do meu pau duro na perna, gozei sem nem me tocar!!!! Tanta era a excitação que eu tava e tanto tava me tirando do sério. Chego e peço pra ela me contar tudo enquanto começo a meter nela com uma vontade que eu não sentia desde que a gente era namorado. Gozei mais duas vezes e continuei tarado.
Passam 3 dias e tô em casa, ela chega contente e me diz bem devagar: "sente o cheiro no meu pescoço". Eu não sentia muito, mas ela diz: "voltei a ficar com o magrelo". Uhhhhh, aí veio a mesma excitação dos dias anteriores, mas agora com uma pontinha de raiva de saber que isso começou a dar tesão nela e que existia a chance de eles se verem sem eu saber de nada. Mas essa mistura continuou me excitando, e quando ela terminou de me contar, eu tranquei ela no quarto do computador e, enquanto os moleques brincavam no quintal, meti nela de pé umas bombadas fodidas de prazer e ódio ao mesmo tempo, até gozar como se fizesse meses que eu não gozava.
A parada não termina aí. Passa uma semana e no sábado a gente tá sem os moleques e temos uma sessão de sexo sem limites: várias posições, devagar, forte, tudo, completo. No dia seguinte, eu tenho que trabalhar. Justo naquele fim de semana era o aniversário da minha mãe, e minha mulher tava encarregada de umas coisas doces, então decide me levar no trampo de carro e me buscar. Assim que abrisse o mercado, comprar umas paradas que faltavam. Bom... chega a noite e, deitados, ela me diz: "olha", e me mostra um vídeo dela transando. Pergunto: "é antigo?" e ela responde: "não, é de hoje de manhã". Uhhhhhh, a safada me deixou, chamou o cara e foi tomar uma rapidinha.
Minha cabeça explodia de sensações misturadas. Por um lado, A excitação terrível que essa situação me causa é um verdadeiro viagra pra quem curte cuckold como a gente, mas por outro lado tem algo que eu não esperava sentir: um ciúme do caralho, de pensar que não é só outro cara que tá comendo ela, mas que ela já tá começando a gostar dessa pessoa, faz carinho, beija, deseja, e que com o tempo pode rolar de eu ser trocado por esse novo, por essas sensações novas que ela também deve estar sentindo e que despertaram o lado mais sexual que ela pode ter ou que tava reprimido pela própria sociedade.
Claro que eu sei no que tô me metendo, porque fui eu que coloquei o revólver na mão dela pra usar contra mim quando achar necessário, eu que arrastei ela pra esse mundo e tenho que conviver com isso, com essa ansiedade de não saber quanto tempo ela demora quando tá nos braços daquele macho que gosta do jeito que come ela, abraça e beija; isso me deixou mais grudado nela e trouxe de volta a vontade de ficar a todo momento beijando, abraçando, fazendo amor, mimando, porque toda essa bagunça virou nossa vida de cabeça pra baixo.
Vou continuar contando como a história segue.


6 comentários - Primeiros chifres sem eu estar presente.