Cartas de irmão e irmã 1

Este é um relato que encontrei num site russo, mas curti. Foi traduzido do russo, então tem uns detalhes de tradução, mas não atrapalham a história nem a interpretação. Dia um. — Ah! Com esse aviso sinistro, como um trovão antes do apocalipse, o desastre chegou. Um tsunami de vinho branco e cubos de gelo se espalhou pela mesa, afogando nosso único baralho de cartas. Minha irmã nunca foi conhecida pela coordenação, assim que tomava uma ou duas taças de vinho branco. Sóbria como um cristal, era uma das pessoas mais elegantes que eu conhecia. Ela é quase tão alta quanto eu, loira e magra. Com o corpo atlético, treinado e definido ao longo dos anos, sempre teve controle total de tudo. Mas quando o álcool entrava em cena, ela virava quase o oposto do que era antes. Não que a gente bebesse muito em tempos normais. Mas agora, trancados fora da faculdade. Estamos presos na casa dos nossos pais há mais de dois meses e ficamos sem internet no último mês. Nada nos mantinha sãos, exceto a TV diurna, que a gente se odiava, nossa pilha velha de jogos de tabuleiro e um único baralho de cartas todo surrado. Então é, estávamos meio doidos, então bebemos um pouco de vinho pra não pirar de vez. A falta de exercício regular também tava pegando nela. Mas, do meu ponto de vista, não era tão ruim assim. Dava um toque feminino, não que ela já não fosse feminina, mas era muito sarada e quase masculina. Graças às habilidades atléticas, que ela nem precisava, entrou na faculdade de graça. Pra ela, era motivo de orgulho estar alcançando os objetivos e tinha esperança de um dia chegar nas Olimpíadas. Por enquanto, só esperava que a gente conseguisse salvar a situação. Demos uma olhada rápida nos jogos de tabuleiro antigos e descobrimos que eram bem feitos, mas adequados pra crianças de dez anos. Mas achamos eles simples demais. Aí, armados com um livro velho cheio de jogos de baralho e nosso único baralho, começamos a jogar cartas toda noite, apostando nas tarefas de casa pra deixar as coisas mais interessantes. E a gente bebeu vinho. Não me julgue. Caitlin correu pra pegar uns panos de cozinha enquanto eu tentava juntar as cartas antes que molhassem demais. Umas meia hora depois, olhei pro relógio e anunciei: "Hora da morte 20:20". As cartas não deram pra salvar. Tavam velhas e gastas, e o vinho que elas tinham era bebido até mais rápido que a gente. Elas foram deformadas em tamanhos que eu achava que só existiam na física teórica. "Deve ter outro baralho em algum lugar dessa casa!" "É", disse Caitlin. "Com toda essa tralha que mamãe e papai pegam no exterior, deve ter algo em algum lugar." Talvez numa das malas de viagem deles... ou algo no escritório do papai. "Ele guarda as coisas mais estranhas lá", completei. "Tá bem, eu vou olhar as malas e a cômoda da mamãe, e você fuça nas coisas do papai", sugeriu Caitlin. Aceitei na hora, com certeza não queria mexer nas coisas da minha mãe. Não ia me arriscar a achar algumas das coisas mais pessoais dela que poderiam marcar minha frágil psique pra sempre. Além disso, o escritório do papai, apesar da bagunça, tava cheio de todo tipo de coisa divertida. Normalmente a gente não ia lá porque era o escritório central dele e, como ele é diplomata, podia ter coisas delicadas. Mas isso era uma emergência, e eu não ia olhar nenhum documento, só fuçar nas caixas e quinquilharias que ele ganhou como lembranças e presentes de outros diplomatas. O escritório dele, com os painéis de madeira escura e as cadeiras de couro macias, parecia um lugar que devia feder a fumaça de charuto, mas sempre tinha um leve cheiro de pinho e sândalo no ar. Comecei a revirar as prateleiras com vários tipos de lixo, mas a maioria eram figurinhas e plaquinhas de diferentes países. Finalmente cheguei na escrivaninha, na gaveta do meio, atrás de uma caixa de charutos que papai nunca fumava, tinha uma caixa que parecia muito um baralho de cartas. Era um pouco maior que um baralho normal e tinha um desenho muito bonito na parte de trás. Tive medo que fosse algum jogo de cartas idiota, mas quando tirei as cartas da caixa, definitivamente eram cartas. Eu diria que eram baralhos normais, mas pareciam elegantes demais pra serem descritos assim. Pareciam feitos à mão com amor e cuidado. Mas no fim das contas, ainda eram cartas de baralho, embora fossem cartas muito incomuns. Na caixa ainda tinha um manual de instruções, mas estava em uma língua estrangeira. Achei que podia ser polonês ou romeno ou algo assim. Deixei o manual em cima da mesa, peguei o butim de guerra e fui contar pra minha irmã da nossa vitória. Quando entrei no quarto principal, ela estava fuçando na gaveta de calcinhas da mãe, e quando entrei, fechou a gaveta de repente, feito uma criança de quatro anos pega com a mão no pote de biscoitos. Ela parecia meio corada, até mais que o tom rosado que o vinho sempre dava nela. Agradeci mentalmente ao destino por não ser eu quem teria que revelar os segredos da nossa mãe. Pra afastar rápido esse pensamento de nós duas, estendi as cartas pra ela. "Achei no escritório do papai. São bem diferentes, mas mendigo não pode escolher, tenho certeza que vão ficar show!" — É, um minuto atrás estaria bom. Mas vamos sair daqui e voltar pro nosso jogo. Acho que ia te enganar pra fazer todas as minhas tarefas domésticas de amanhã. Sempre segura de si, Caitlin não tinha falta das habilidades de jogadora, embora o sucesso dela fizesse com que ela mesma tivesse que fazer a maior parte das tarefas de casa. Ou ajudaria se eu não importava ou ajudava ela, porque eu ia sentar e ficar entediado se não me comunicasse com ela de qualquer jeito. Só forcei ela a fazer o suficiente pra que as apostas ainda fizessem algum sentido. De volta pra sala, a gente garantiu que a mesa tava limpa e seca antes de colocar as cartas novas. Até a internet voltar ou o bloqueio total acabar, essas foram as últimas cartas que a gente conseguiu achar. Retomando o jogo, eu distribuí cartas novas e, pela expressão impassível no rosto da minha irmã, ela tava muito satisfeita com o que recebeu. Ela até recusou negociar, então ou ela tava blefando pesado ou tinha a melhor mão da noite inteira. Talvez da semana toda. — Tá bom, amanhã você lava a louça, lava a roupa e pelo resto da semana eu cozinho pra você! Acha que aguenta, bebê? Ela me chamava de bebê quando tava muito atrevida ou brincalhona, ou só queria lembrar que nasceu primeiro e, por isso, era super sábia e experiente. Afinal, ela era quase dois anos mais velha e isso tinha que valer alguma coisa. Nos seus vinte e três anos de vida, com certeza tinha acumulado um monte de conhecimento que alguém como eu não tinha. Mesmo que eu geralmente tirasse notas melhores em todas as matérias relacionadas a conhecimento. — Não tenho dúvida nenhuma, minha sábia e honrada irmã, de que vou aguentar. É, o vinho tava batendo, antes dessa quarentena eu nunca tinha experimentado bebida alcoólica, então não me julguem. — Muito bem... Mas se eu ganhar, sua bunda vai ser minha. — Tá bom, aceito a aposta! Olha só e chora! Com essas palavras, e com mais pompa do que necessário, ela colocou as cartas na mesa. — As damas venceram os reis, como tem que ser. Trinca! A expressão triunfante no rosto dela deixava ela uma gostosa do caralho. Foi quase uma pena destruir aquilo. — Quem precisa de reis quando se tem ases? Mostrei minhas cartas, uma por uma. Dois de Trevo, Ás de Paus, Ás de Espadas, Ás de Copas, Ás de Ouros. "Acho que isso significa que eu ganhei!" Devo ter esquecido de respirar ou algo assim, ou talvez tenha sido o vinho. Mas por alguns segundos, pareceu que a realidade estava atrasada. A luz pareceu diminuir e um arrepio percorreu minha alma. Depois, acho que o atraso passou e a realidade voltou a fluir suavemente. O rosto de Kaylee parecia atônito, depois confuso, e então pareceu tomar uma decisão. "Tá bom, acho que isso significa que tenho que lavar a louça por uma semana e lavar a roupa amanhã, e que minha bunda gostosa agora é sua." Então, o que você vai fazer a respeito? E agora? Ah, sim, acho que fiz um comentário sarcástico sobre ela colocar a bunda gostosa em jogo, mesmo que fosse só uma brincadeira. A gente fazia isso o tempo todo. Pôquer sem dinheiro é uma atividade muito chata, se você não está zoando. — O que devo fazer com sua bunda? — Bem, tecnicamente é sua bunda agora. Embora ela ainda esteja ligada ao resto de mim, acho que vamos ter que dar um jeito de contornar isso. Você ganhou de forma justa e honesta. Pensei que ela devia estar tentando me irritar, se vingar de mim. Às vezes ela só precisa fazer o que for preciso para me envergonhar. Especialmente se acabou de perder uma aposta que tinha certeza que ia ganhar. Tá bom, se ela quer jogar um contra um, então acho que posso vencê-la nesse jogo também. Eu tava numa sorte danada essa noite! "Se é minha, acho que posso tocar bem, acariciar suavemente, por assim dizer..." Fiz um movimento como se fosse agarrar a bunda dela, tentando fazer ela reagir. Fazer ela tremer primeiro. "Continua acariciando", eu digo, só toma cuidado pra não se distrair. Você só tem minha bunda, todo o resto é meu, então não importa. Tá, ela não resistiu e eu continuei acariciando, mas com cuidado. Ela virou a bunda na minha direção pra facilitar um pouco. A calça de yoga dela não escondia nada das curvas. Talvez foi pelo vinho. Talvez foi porque ela era a única mulher que eu tinha olhado por mais de um mês. Por causa da falta de internet, eu não podia me dar ao luxo de ver pornografia fácil. Então ficou cada vez mais difícil ignorar o quão gostosa minha irmã realmente tinha ficado. Ela podia achar que estava perdendo a forma, mas eu achava que o corpo dela estava uma delícia. Uns quilinhos a mais fizeram maravilhas para realçar a feminilidade dela, e era óbvio pra todo mundo, menos pra ela, que ela ainda era uma mulher muito em forma. A cara de uma Valquíria, pronta pra batalha quando veste um biquíni de cota de malha e um pouco depele.É que, pela primeira vez, não me importei. Simplesmente dei de ombros e fui em frente. Devagar, como se estivesse acariciando e dando tapinhas na bunda dela, esperando que ela pudesse parar a qualquer momento. Tentando arrancar uma reação dela, subi um pouco, massageando as nádegas dela, admirando a firmeza e a maciez. Mesmo encantado, uma parte da minha mente notou que minha calça estava apertando pra caralho. A única reação que eu tinha recebido da Kaylee até então foi ela empinar a bunda ainda mais, me dando o máximo de acesso possível sem cair de cara no chão.

"Cuidado, senhor, é mais coxa e menos bunda, então não se desvie mais."

Pra ser sincero, ela tinha razão, eu tava perdendo um pouco o controle, quase completamente seduzido pela carne feminina dela. Tive que me lembrar que ela era minha irmã e que eu só tava tentando fazê-la tremer primeiro. Mas tava claro que apalpar a bunda dela não ia dar em nada. Ia ter que levar pra um nível mais alto.

"Nesse caso, talvez você devesse voltar aqui e me dar uma dança erótica?"
Então você tem que ter certeza de que só vai esfregar a bunda em mim. Isso deve ser normal, né? Ela revirou os olhos, mas assentiu e disse: "É, acho que isso é aceitável." Mas vou precisar de uma música. Espera! Levou cerca de um minuto procurando a música perfeita no celular dela e colocando pra tocar. Acho que era algum tipo de K-pop. A gente tinha gostos musicais diferentes. Principalmente porque eu nunca liguei muito pra música. Tolerava se tivesse por perto e nunca sentia falta se não tivesse. Nesse caso, acho que realmente deu um bom ritmo pros movimentos dela. A música começou a tocar e ela começou a performance, claramente se divertindo, o cabelo loiro voando, aí se virou e sentou de pernas abertas no meu colo, se pressionando com força contra minha virilha. Onde já tinha armado uma barraca que poderia abrigar um acampamento beduíno inteiro. Isso não a impediu em nada. absoluto. Esperava que ela deixasse de ser tímida ao se esfregar na ereção evidente do irmão mais novo. Em vez disso, ela se esfregou em mim no ritmo da música, igual uma stripper no terceiro copo de Coca-Booty. Queria tocá-la, colocar minhas mãos nela, mas tava ligado na regra dela de "só a bunda", então não tinha onde colocar as mãos, do jeito que ela mexia a bunda, fazendo oitos no meu colo, apertando e soltando alternadamente as nádegas contra minha ereção dolorida. Em vez disso, fui obrigado a me agarrar na cadeira como se fosse salvar minha vida e tentar manter o equilíbrio pra nós dois enquanto os movimentos vigorosos dela ameaçavam derrubar a gente. Dava até pra sentir com meu pau o buraquinho do cu dela através do tecido fino. Queria dizer que tive força de vontade pra resistir a essa tortura sofisticada, ou que ela hesitasse e cancelasse tudo. Mas não foi nem um nem outro. Quando a música pareceu chegar ao fim e ela começou a apertar e abrir a bunda de novo, de repente eu explodi. Meu orgasmo veio de repente, quase sem aviso. Gozei de uma vez, um jato de porra espirrou direto na minha cueca, encharcando o tecido e a calça de moletom, criando na hora uma mancha molhada enorme. Não tinha nada que eu pudesse fazer pra esconder. Mesmo que ela realmente não tivesse notado minha ereção entre as nádegas dela, meu corpo inteiro tava em êxtase, e eu só conseguia me segurar o máximo possível e tentar não gemer mais alto do que o necessário. Ela continuou se mexendo durante meu orgasmo e, quando consegui respirar de novo, foi desacelerando devagar. "Aconteceu muito mais rápido do que eu esperava." Nem precisei adicionar aquela música extra na playlist. "É só isso que você consegue fazer pela minha bunda por enquanto?" Não sabia o que responder pra isso. Ela nem pestanejou. Tecnicamente eu também não. Então tive que inventar alguma coisa pra manter o rolo rolando. — É, até agora tá de boa. Mas vou exigir, pra que sua bunda doce se esfregue em mim o máximo possível. E de preferência pelada. Aliás, por que você não me mostra sua bunda pelada agora mesmo? Se ela é minha, não devia ser problema, né?
Ela pensou por um momento.
"Sim, claro, você pode olhar minha bunda, pelada ou não, o quanto quiser." Mas só na bunda. Então deixa eu trocar essa calça de yoga por algo mais adequado. Já volto!
Enquanto subia as escadas, notei que a parte de baixo da calça dela estava escura de umidade. Não achei que tinha esperma suficiente pra encharcar a calça dela também, mas claro que foi bom ela trocar até ficar desconfortável meu gozo encharcando a calça da minha irmã. Isso já era loucura o bastante. Ela voltou com uma saia preta bem curta. Uma que ficaria perfeita no treino de líder de torcida, mas que também garantiria que ela brilharia a cada rajada de vento.Cartas de irmão e irmã 1Ela parou bem na minha frente, depois inclinou levemente as costas na minha direção e levantou a saia, revelando a bunda nua dela.

Comecei a ficar excitado de novo, apesar da bagunça na minha calça. Ela estendeu a mão, agarrou as duas nádegas e começou a massageá-las. A sensação da pele macia dela sob minhas mãos. Ao amassá-las, vi a estrelinha enrugada dela e, olhando para aquela bunda nua, macia e feminina, despertou em mim uma fome. Uma necessidade. Não ia voltar atrás. Não ia voltar atrás. Tendo chegado até aqui, nunca teria aceitado se falhasse.

"Nunca soube que você estava tão interessado na minha bunda, querido, mas acho que deveria ter percebido pelo jeito que você tem me olhado no último mês." Não pense que não notei.

Quase senti meu rosto corar, tinha que agir com calma, senão ela ia pensar que tinha vencido nossa pequena competição.

"Não sei, mas claro, agora que tenho ela, vou brincar com ela direto." É uma bunda muito gostosa, afinal.

"Não se empolga com seus planos, quero ter a chance de me vingar, sabia?"

"Acho justo", concordei. "Mas deixa isso pra amanhã à noite, primeiro tenho que aproveitar um pouco meus ganhos e, além disso, ainda temos um pouco de vinho pra nos fortalecer."

— É verdade, e ainda temos que ver o filme de hoje. Minha escolha, se você lembra. E vai ser O Feitiço do Tempo de novo.

Caitlin pegou a jarra de vinho e eu agarrei a bunda dela e fomos pra sala terminar a noite vendo um dos filmes da coleção da família. Uma coleção que não via material novo desde que o streaming chegou. Mas por causa da falta de internet, tivemos que nos contentar com isso. O filme foi muito agradável. Não tanto porque eu já vi umas cem vezes, mas porque de vez em quando Caitlin lembrava do meu pedido e ficava esfregando a bunda nua em mim. Um dia, quando precisei de mais gelo, ela me deu um breve striptease. e sua bunda nua roçou levemente minha ereção dolorida. Aquele rabo gostoso e saber que eu podia acariciar ela à vontade me deixava constantemente excitado. Várias vezes ela teve que mover minha mão quando eu entrava em áreas que ela achava que estavam fora do meu controle, e até uma vez me avisou que se eu não fizesse um esforço de boa fé para respeitar os limites da nossa aposta, ela ia anular tudo. Isso me deixou bem cuidadoso com os limites pelo resto da noite, pode crer. • • • Em algum momento o filme acabou e acho que nenhum de nós percebeu de cara. Eu tava ocupado acariciando suavemente a bunda nua da Caitlin por baixo da saia mínima dela, mal tocando a parte mais sensível. Já tinha me permitido umas liberdades e achei que tocar direto no cu dela ia acabar com a inocência do nosso jogo. Claro, eu vim pelo striptease da minha irmã, mas isso dá pra relevar. Nós dois estávamos completamente vestidos. Era só um jogo idiota. Em algum momento ela limpou a garganta de leve. Um som pequeno rompeu o silêncio tenso como um trovão, me tirando do devaneio. — Preciso ir ao banheiro. — ela disse. — Justo, justo. Relutante, tirei minha mão da racha dela. Enquanto ela se levantava e ia pro banheiro, tive quase certeza de ter visto umas gotas de umidade escorrendo pela coxa dela. Parece que nosso joguinho não tava afetando só a mim. Eu podia ter vencido! Podia fazer ela tremer! Quando ela voltou, decidimos que era melhor encerrar o dia. Nós dois estávamos bem bêbados do vinho, e embora eu soubesse que dava pra passar mais umas horas brincando com a bunda dela, não parecia que minhas carícias preguiçosas iam fazer ela tremer, se já não tinham feito. Mal tinha me acomodado na cama quando a porta abriu e fechou atrás da minha irmã quando ela entrou. Não dava pra ver luz, mas éramos só nós dois em casa, então quem mais poderia ser? Irmãzinha, o que você está fazendo? "Estou aqui para esfregar minha bunda nua em você, igual você me pediu antes". Bom, ela me pegou. Ela estava determinada a me quebrar, mas eu não podia ser quebrado, então, em vez disso, falei: "Claro, irmã, é verdade, quase esqueci". Ela deslizou debaixo dos lençóis com a camiseta comprida que usava pra dormir. Eu sempre durmo pelado e ela sabia disso. Então ela pensou que talvez conseguisse me quebrar se se juntasse a mim enquanto eu tava nu na cama. O que vou dizer pra ela pra não acabar esfregando a bunda nua em mim? Em vez disso, tentei ser a colher grande enquanto ela pressionava a bunda contra minha virilha como a colher pequena. Ela não pareceu se importar com isso, pelo contrário, esfregou a bunda em mim, acordando minha ereção, que finalmente tinha resolvido descansar. Eu me movi contra a carne quente e macia dela. Enfiando nela, como se procurasse cegamente um calor bem-vindo. De repente, ela parou de esfregar. "Você tem que mexer essa coisa". Ela tá empurrando minha buceta e é demais, senhor. - Desculpa, mas esse cara às vezes tem opinião própria. Em vez de atender ao pedido dela, garanti que meu pau ficasse bem preso entre as nádegas dela. Decidi que seria uma vingança doce passar de uma zona proibida pra uma área que, se não fosse pela nossa aposta, provavelmente seria ainda mais proibida, mesmo que eu não fosse irmão dela. - É isso, tá tudo bem. Não queremos que aconteça nenhum acidente. Só pra ser mais convincente, pressionei meu pau contra o cu quentinho dela a cada palavra. O suficiente pra provocar ela. Se ela prefere que meu pau meta no cu dela em vez de tocar a buceta dela de forma inofensiva, quem sou eu pra discutir? - Claro, querido. Eu realmente acho que talvez você seja um pervertido que gosta de se divertir com a irmã. Mas quem sou eu pra julgar isso? Sou a idiota que apostou a bunda. Enquanto dizia isso, ela começou a esfregar a bunda. contra meu pau, permitindo que eu deslizasse pela racha dela. Praticamente movendo a bunda dela ao longo de todo o meu eixo. Da ponta até a base e vice-versa. De vez em quando ela mudava de ação, quando minha ponta estava bem no cu dela, ela apertava e soltava as nádegas, apertando meu ponto mais sensível. Foi muito difícil pra mim me controlar. Nesse ponto, eu tava pouco me lixando que ela era minha irmã. Queria enterrar até as bolas dentro dela. Mas consegui me recompor. E só fiquei me esfregando na entrada dela. Ainda não podia entrar, mesmo estando seco. Em vez disso, senti meu clímax chegando quando ela estava prestes a voltar a simplesmente deslizar meu pau na racha dela. Por mais sexy que fosse, naquele momento eu queria que a carne dela apertasse meu pau, então falei: "Não para, continua fazendo o que você tá fazendo!". E ela obedeceu. Pressionando as costas contra mim, relaxou as nádegas, depois agarrou com força a cabeça do meu pau e moveu pra frente e pra trás. De repente, mas não surpreendentemente, gozei num jato enorme de porra. Horas do que pareciam intermináveis preliminares me deixaram louco várias vezes. Agora todo o sêmen acumulado estava espirrando direto na racha dela, respingando no cu pulsante dela. Quando gozei, instintivamente me inclinei um pouco pra frente, jato após jato saindo de mim, e aí aconteceu. Senti um empurrão enquanto ela recuava, relaxando as nádegas, e senti resistência, aí a resistência diminuiu por uma fração de segundo. Eu estava dentro dela. Minha irmã. Talvez só uns dois centímetros, se tanto. Não importa o quão rápido aconteceu, ela estremeceu e jogou o quadril pra frente. Talvez tenha ofegado ou murmurado algo. Não tenho certeza. Ela se pressionou contra mim quase que instantaneamente depois que se afastou. Não sei se foi porque tava excitada ou se ainda tava tentando fazer com que ela parasse esse jogo idiota. Nem sei se ela ainda acreditava nesse jogo. Só senti que Eu precisava disso. Quando ela tentou se afastar de novo, me pressionei contra ela, meu pau ainda disparando vários jatos de sêmen sobre a bunda e o cu dela, já encharcados de porra. A gente se moveu um pouco mais devagar que antes, e quando apertei com força o cu dela, ele cedeu um pouco. Senti o anel do cu deslizando pela ponta do meu pau. Talvez só o último centímetro. As últimas gotas de sêmen foram direto pro cu dela. Ela lentamente se pressionou contra mim, e eu me atrevi a empurrar um pouco mais. Um centímetro a mais. De repente, a resistência diminuiu e minha cabeça deslizou completamente pra dentro dela. Foi a sensação mais incrível. Tava quente pra caralho e apertada. O cu dela pulsava, tremia ao meu redor, e se eu já não tivesse esgotado minha carga, tinha certeza que teria gozado naquele segundo. Aí aconteceu a coisa mais surpreendente. A bunda dela de repente se tensionou. Ela apertou tão forte em volta do meu pau que fui empurrado pra fora, junto com a maior parte do sêmen que eu tinha generosamente doado uns segundos antes pra minha irmã. Caitlin se contorceu selvagemente, perdeu o controle e gemeu no travesseiro, obviamente um orgasmo poderoso sacudindo o corpo dela. Incapaz de se ajudar, ou melhor, querendo se ajudar, dependendo de como se olha, ela enfiou uma mão entre as pernas, cuidando febrilmente da buceta gotejante enquanto a outra mão apertava o peito dela com tanta força que dava pra espremer o suco de um coco. Ela continuou gozando por um minuto inteiro, e foi a visão sexual mais incrível que eu já tinha visto. Quase foi o suficiente pra acordar meu bebê, mas não completamente. Eu tava exausto de ficar em pé por muito tempo e finalmente experimentei o orgasmo mais perfeito, disparando sêmen direto no cu da minha irmã gostosa. É, naquele momento, não tava nem aí que ela era minha irmã. Era uma mulher incrivelmente sexy e eu não conseguia me fartar dela. Seria aconselhável adiar o Confronto depois da "noz" até de manhã. Ela virou de lado e me olhou. "Bom, já sabia que você era um tarado, mas agora tô começando a pegar também." Beleza. Acho que ela merecia um orgasmo daqueles, depois de todo o esforço que eu coloquei na nossa aposta. Mas amanhã eu compenso você, vai ver. Por enquanto, tô acabado. Então, se precisar da minha bunda pra alguma coisa, serve você mesmo ou me acorda se realmente precisar. Com essas palavras, me desejou boa noite, virou de bruços e dormiu. Me apertei contra o corpo quente dela e a abracei com um braço. "Só a bunda, senhor", murmurou no travesseiro. Na verdade, era meu travesseiro, mas em algum momento ela tinha tomado. — Beleza. Coloquei a mão na bunda dela, deixando meu dedo médio deslizar pra cima e pra baixo na racha cheia de porra. De novo, não resisti à vontade de castigar um pouco, então brinquei devagar com o cu grudento dela com meu dedo médio, esfregando na beirada, e depois enfiei até a primeira junta. Vou na calma, só brincando com ela. — Isso é gostoso. Ouvi ela murmurar alguma coisa no travesseiro. Quando o sono também me pegou, meu último pensamento antes de acordar foi: "Amanhã vai ser um dia foda!

0 comentários - Cartas de irmão e irmã 1