Fala, galera! Tô passando aqui pra agradecer e reconhecer os casais que topam incluir um terceiro na vida (sexual) deles. Tive uma experiência que superou todas as anteriores, e é importante destacar que o papel do marido nesses casos (menage) é essencial pra rolar, ainda mais se não tiverem experiência. O marido é quem faz o filtro e com quem a gente tem que criar o primeiro vínculo. Nesse caso, foi um mês de conversa, às vezes sem tocar no assunto (menage ou sexo). A gente se conheceu pessoalmente e bateu um papo. Saí do encontro com pouca expectativa, porque na conversa ele ficou de braços cruzados o tempo todo, e quando a gente se viu (eu com um cigarro na boca, que joguei fora pra cumprimentar), percebi uma cara de desgosto, além de eles quererem alguém mais novo — tenho 45. Na volta, mandei mensagem pra ele; se ele não mandasse, eu não ia escrever pra não deixar ele na obrigação ou pressionado. Ele tirou minhas dúvidas sobre o cigarro e foi educado na despedida. Uma semana depois, ele me escreveu e começou a planejar como apresentar a esposa e a mim. Como falei várias vezes, ele tem um talento de estrategista que tá desperdiçando. Eles tiveram uma tentativa falha com um candidato anterior e uma experiência rápida numa balada swing conhecida. O primeiro encontro rolou sem a mulher saber das nossas intenções. Um ponto a meu favor, e acho que foi o que convenceu ele, além da vontade de realizar as fantasias depois de tanto tempo, foi que eu e a parceira dele compartilhamos o gosto pelas artes. O encontro foi num bar, ela acompanhando ele meio de má vontade. E quero enfatizar a importância do marido nisso. Supostamente, a gente era conhecido e se encontrou por acaso depois de anos. Conversa fiada até ele mencionar que eu pintava; na hora, a mágica da arte apareceu no rosto dela, e dali em diante tudo fluiu de um jeito que surpreendeu a gente três, uma noite eterna. Ela se abriu tanto que contou Praticamente a vida toda, em algum momento, me perguntei se fui ao encontro como amigo dela ou dele. No final da noite, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. Na manhã de segunda, ele me manda uma mensagem dizendo que a mulher dele ficou feliz com a boa energia que rolou, a ponto de ele perguntar se eu poderia ser um candidato, e ela, pra minha surpresa, disse que sim. Então, o próximo passo era como abordar o assunto.
Como nos encontramos num bar perto de onde fica a balada swing, uma das ideias era que, em algum momento, eu perguntasse se aquela balada ainda existia. Eu pergunto a ele, na conversa depois do encontro, se conhecia o lugar, e ele pergunta a ela se pode contar a experiência dela. Ela responde que sim, ele me conta como foi, e eu, pedindo desculpas, me ofereço como candidato caso eles queiram repetir algum dia. Ele mostra as mensagens pra ela e, graças à boa química que tivemos, ela ficou encantada. Ele perguntou se podia me passar o número dela, e ela aceitou.
Quem entende de um processo criativo vai sacar que a visão de um artista é diferente, e quando você encontra um par, a coisa segue por outro caminho. Não sou muito bonito esteticamente, as mulheres não olham pro meu rosto especificamente. A conexão com ela foi imediata, e começamos a conversar sem nem tocar no assunto sexo, sem pedir fotos nem nada do tipo. Depois de uma semana, começamos a ver a possibilidade de um encontro e tudo que isso envolve: que dia, onde, todos os medos, a ansiedade.
É essencial entender que realizar a fantasia de um ménage exige um trabalho (pra quem quer que a experiência seja prazerosa e sem grandes riscos) de muito tempo e uma vocação do marido de se dedicar à parceira e protegê-la. Nesse caso, pela primeira vez, tiro o chapéu pra esse cara. Ele esteve em todos os detalhes e cuidados com a parceira dele. Gostaria de passar o contato dele pra quem pretende realizar essa fantasia; esse cara seria um GURU, sem dúvida. Ajudaria muita gente, pra mim seria um profeta pra quem quer compartir a parceira. Pra quem cumpre ou quer cumprir o papel de terceiro. Parceiros, as regras do casal são respeitadas. Quem compartilha a mulher não é por ter pinto pequeno (ele é mais bem dotado que eu) nem por ser brocha (a química entre eles é foda), nem nada do tipo. É um ato de entrega pra parceira, e quem já teve a sorte de participar de um ménage sabe o prazer que a mina sente numa situação dessas. O objetivo de um terceiro — não curto a palavra bull — é ser o objeto com que o casal realiza a fantasia, no fim das contas um consolo, por mais feio que soe. O principal é satisfazer a dama, e não só sexualmente, isso é secundário. Entendam que é uma fantasia, passa mais pela cabeça do que pelo corpo, o tamanho do pau ou a resistência na hora. A mulher precisa se sentir desejada, ser o centro das atenções, é fundamental buscar o consentimento dela (porque já conheci quem aceitou só pra agradar o parceiro e se arrependeu a vida inteira). Sem o consentimento pleno dela, é impossível que seja uma experiência prazerosa e não traga consequências catastróficas. São elas que têm que quebrar várias barreiras e medos, porque são elas que colocam o corpo. Nesse caso, os dias antes foram de muito nervosismo da parte dela, a ponto de eu querer desistir, porque ela não tava bem, apesar de nós dois, eu e ele, tentarmos gerar confiança. Se você chegar a ler essas palavras, saiba que tenho uma inveja saudável de você. Pelo que vocês são como casal, pela parceira que você tem e por tudo que você faz por ela. Chegou o momento do encontro, e pretendo que ele me autorize a continuar contando depois de ler isso e me dar. Se deixarem muitos pontos e comentários, talvez ele me autorize a continuar contando.
Como nos encontramos num bar perto de onde fica a balada swing, uma das ideias era que, em algum momento, eu perguntasse se aquela balada ainda existia. Eu pergunto a ele, na conversa depois do encontro, se conhecia o lugar, e ele pergunta a ela se pode contar a experiência dela. Ela responde que sim, ele me conta como foi, e eu, pedindo desculpas, me ofereço como candidato caso eles queiram repetir algum dia. Ele mostra as mensagens pra ela e, graças à boa química que tivemos, ela ficou encantada. Ele perguntou se podia me passar o número dela, e ela aceitou.
Quem entende de um processo criativo vai sacar que a visão de um artista é diferente, e quando você encontra um par, a coisa segue por outro caminho. Não sou muito bonito esteticamente, as mulheres não olham pro meu rosto especificamente. A conexão com ela foi imediata, e começamos a conversar sem nem tocar no assunto sexo, sem pedir fotos nem nada do tipo. Depois de uma semana, começamos a ver a possibilidade de um encontro e tudo que isso envolve: que dia, onde, todos os medos, a ansiedade.
É essencial entender que realizar a fantasia de um ménage exige um trabalho (pra quem quer que a experiência seja prazerosa e sem grandes riscos) de muito tempo e uma vocação do marido de se dedicar à parceira e protegê-la. Nesse caso, pela primeira vez, tiro o chapéu pra esse cara. Ele esteve em todos os detalhes e cuidados com a parceira dele. Gostaria de passar o contato dele pra quem pretende realizar essa fantasia; esse cara seria um GURU, sem dúvida. Ajudaria muita gente, pra mim seria um profeta pra quem quer compartir a parceira. Pra quem cumpre ou quer cumprir o papel de terceiro. Parceiros, as regras do casal são respeitadas. Quem compartilha a mulher não é por ter pinto pequeno (ele é mais bem dotado que eu) nem por ser brocha (a química entre eles é foda), nem nada do tipo. É um ato de entrega pra parceira, e quem já teve a sorte de participar de um ménage sabe o prazer que a mina sente numa situação dessas. O objetivo de um terceiro — não curto a palavra bull — é ser o objeto com que o casal realiza a fantasia, no fim das contas um consolo, por mais feio que soe. O principal é satisfazer a dama, e não só sexualmente, isso é secundário. Entendam que é uma fantasia, passa mais pela cabeça do que pelo corpo, o tamanho do pau ou a resistência na hora. A mulher precisa se sentir desejada, ser o centro das atenções, é fundamental buscar o consentimento dela (porque já conheci quem aceitou só pra agradar o parceiro e se arrependeu a vida inteira). Sem o consentimento pleno dela, é impossível que seja uma experiência prazerosa e não traga consequências catastróficas. São elas que têm que quebrar várias barreiras e medos, porque são elas que colocam o corpo. Nesse caso, os dias antes foram de muito nervosismo da parte dela, a ponto de eu querer desistir, porque ela não tava bem, apesar de nós dois, eu e ele, tentarmos gerar confiança. Se você chegar a ler essas palavras, saiba que tenho uma inveja saudável de você. Pelo que vocês são como casal, pela parceira que você tem e por tudo que você faz por ela. Chegou o momento do encontro, e pretendo que ele me autorize a continuar contando depois de ler isso e me dar. Se deixarem muitos pontos e comentários, talvez ele me autorize a continuar contando.
3 comentários - Trio com experiência
La idea es que de alguna manera sirva para quienes estén en esa situación .Por experiencia los comiéndose de una pareja en tríos no siempre son satisfactorios y es porque lograr cumplir la fantasía depende de muchos factores