Oi, meu nome é Aurora e vou contar o final da minha história. Na manhã seguinte, bem cedo, ouvi minha mãe e minha tia se preparando para sair. Nesse momento, minha mãe entrou no meu quarto e me deu as recomendações diárias que sempre me dava. Ao sair, ela fechou a porta do meu quarto. Eu só ouvia murmúrios das conversas delas, o que me deixou curiosa para saber do que estavam falando. Eram por volta das 6h07 quando ouvi o portão de casa fechando. Me levantei rapidamente para espiar e só vi minha mãe e minha tia indo procurar casa. Isso me deixou com dúvidas: onde estava meu tio? Será que já tinha saído antes delas ou ainda estava em casa? Fiquei sentada espiando um pouco mais pela janela, pra ver se mais alguém saía, mas depois de alguns minutos ninguém mais apareceu.
Fiquei sentada na cadeira bem perto da janela esperando. Olhei o relógio e já eram 6h16. Pensei que não tinha mais ninguém além de Bruno e eu. Me levantei e fui procurar o babydoll e o roupão que Bruno tinha me dado entre os presentes. Coloquei na cama e escolhi a calcinha fio-dental mais provocante, na cor vermelho paixão. Mesmo me sentindo desconfortável usando essa peça, eu gostava de ver o Bruno feliz, e isso, pra mim, era mais que suficiente — ver meu homem satisfeito.
Quando escolhi toda a roupa que ia usar, comecei a tirar o pijama que estava vestindo. Fiquei completamente nua olhando as roupas que usaria. Procedi a vestir o babydoll e, antes de colocar a calcinha, espalhei um pouco de creme nas minhas pernas para dar um toque de frescor na minha pele. Depois, coloquei a calcinha, que ao vestir sumia no meio das minhas nádegas, o que me dava um certo desconforto, mas eu aguentava só pra ver o Bruno contente.
Quando estava colocando o roupão, ouvi o portão fechar e rapidamente me aproximei da janela para espiar quem era. Efetivamente, era meu tio, que saiu para procurar casa por outro lado. E eu, que pensava em sair assim, me salvei de ser pega pelo meu tio usando aquela roupa para... seu filho. Quando peguei um táxi e ele foi embora, saí rapidamente do meu quarto para ver se meu homem ainda estava dormindo. Quando abri a porta do quarto dele, bem devagar e quase sigilosa, entrei e observei que ele dormia muito plácido, todo destapado. Fiquei olhando e pensei em deixá-lo dormir mais um pouco, mas quando observei bem, da dobra do seu short curto sobressaía um pouco do seu pau. Fiquei olhando, e quando ele se moveu e mudou de posição, a ponta do pau dele apareceu ainda mais. Obviamente, ele tinha dormido sem cueca. Tentei mexer, mas o pau dele estava repousado sobre a perna esquerda. Não conseguia parar de olhar aquele membro que, em poucas palavras, foi o instrumento que meu homem usou para me fazer uma mulher completa, aquele volume que, cada vez que me penetra, me faz sofrer tão prazerosamente que fico submissa ao seu dono.
O desejo me dominou tanto que, cada vez que eu observava mais aquele membro ali repousado, sentia que o Bruno me dizia: "Dá um beijo nele!" Talvez sentia que o Bruno me incitava a fazer isso pelas vezes anteriores, em que ele, de maneira muito seca e com voz autoritária, me ordenava que chupasse. Me aproximei mais da beirada da cama e, como se fosse um ímã, bem devagar peguei o pau dele com a minha mão e me abaixei para colocá-lo na minha boca. Estava tão macio que, bem devagar, movi minha língua em volta da glande e, como se fosse um doce, coloquei toda a ponta do pau dele na minha boca, chupando suavemente. Com a minha língua, eu brincava na ponta da glande. Isso provocou excitação nele, porque começou a ficar duro, aumentando de tamanho e dificultando assim poder chupar à vontade aquilo que considerava minha propriedade. Ainda assim, continuei chupando enquanto ele ficava mais duro e ereto. Notei que, enquanto fazia isso, meu homem ainda não acordava. Já não tinha necessidade de segurá-lo com a mão, pois estava bem ereto e empinado. Me fascinava ver aquele membro em todo o seu esplendor, me excitava só de vê-lo assim, a ponto de começar a sentir calor em todo o meu corpo. Segui chupando suavemente a ponta do seu pene... e passava minha língua de cima a baixo, quando vi que Bruno estava me olhando, como eu me comportava diante do pau dele. Sorrindo, ele me disse:
— Você gosta tanto que já vem sozinha chupar!
Eu, um pouco tímida, olhei para ele com um ar de travessa e ao mesmo tempo envergonhada, mas não aguentei a pressão do jeito que ele me encarava. Aceitei minha realidade e disse com muita firmeza:
— Sim... sim! Aceito... você me deixou bem putinha, e tudo por causa desse pau delicioso que você tem!
Fazendo um gesto e apontando para o membro dele, que estava bem ereto, ele sorrindo me disse:
— Adoro ouvir você falando isso!
Fazendo uma cara de pervertido e me olhando dos pés à cabeça, ele me perguntou de novo:
— Você gosta de ser minha putinha?
Me encarando firme, nossos olhares se cruzaram por um breve momento. Eu fiquei nervosa de ver tanta seriedade, tentei dizer que não, hesitei nas palavras para ele não sentir que eu tinha cedido, mas diante da pressão do olhar dele e do pau ali na minha frente... me joguei, me apoiei na barriga dele, ficando meio sentada de costas para ele, e agarrando com a mão o pau ereto dele, comecei a chupar, enquanto dizia:
— Aceito, você ganhou! Sou sua putinha!
Enfiando na minha boca e chupando o pau dele, eu repetia:
— Sou sua, só sua, sua putinha, sua mulher!
E enfiando o pau dele de novo na boca, repetia:
— Você me deixou bem putinha!
Enquanto chupava o pau dele, senti que ele agarrou minha bunda e começou a massagear minha buceta por cima da calcinha. Isso me deixou com mais tesão, comecei a fazer movimentos suaves como se o pau dele estivesse dentro de mim. Eu estava concentrada em chupar o que tinha na boca, fechei os olhos e me perdi no momento, só sentia as carícias dele e o calor do meu corpo subindo cada vez mais. Bruno passou o dedo no meio da minha buceta, e ao sentir, comecei a me molhar de excitação. Podia sentir Bruno brincando no meio da minha buceta, metendo o dedo devagar e tirando. Eu estava tão excitada que mexi um pouco mais no dedo dele. Aí Bruno me disse para subir nele. Eu me levantei, amarre cabelo, e vi que ele tirou o shorts ficando pelado, tentei sentar em cima do pau dele mas ele me disse pra continuar chupando, me agarrou pelas pernas e me posicionou sobre ele, fiquei deitada de peito sobre o corpo dele com as pernas dobradas, eu sem que ele me dissesse continuei chupando o pau dele, ele me puxou pra trás, ficou toda minha buceta à mercê dos lábios e da língua dele, minha bunda em cima da cabeça dele tampava o rosto, quando senti que ele começou a enfiar a língua no meio da minha buceta, uma rajada de corrente e cócegas invadiu meu corpo, essa calentura do meu corpo virou fogo incontrolável, apertei bem forte as pernas dele e meus gemidos só denunciavam essa satisfação que sentia naquele momento, me perdi nessa sensação fechando meus olhos, aproximei minha cara do membro dele e como se fosse um ímã ao abrir minha boca pude sentir a ponta entrando, brincando com minha língua molhava aquele membro quente e duro, estava voando naquele mar de sensações, sentia a língua dele se mexendo no meio da minha buceta, e as mãos dele apertando minhas pernas, era inexplicável essa sensação, ele começou a dar palmadas nas minhas nádegas, o que me deixava mais excitada, e provocava em mim gemidos suaves que denunciavam minha excitação, ele deu mais palmadas mas isso fazia com que eu me mexesse e a língua dele se movia por toda minha buceta fazendo com que eu ficasse mais e mais excitada, eu já queria sentir o membro dele, tentei me acomodar mas Bruno me segurava pra continuar lambendo toda minha buceta, essa luta provocava em mim mais êxtase, estava rendida a ele, ia deixar ele continuar, mas nesse momento ouvimos o portão da minha casa abrindo, nos assustamos, e eu rapidamente saí daquele quarto e fui pro meu, ouvi passos e pela porta entreaberta espiei pra saber quem era, estava com medo, me dominou esse medo de saber, e me joguei na cama, me cobri com o lençol que tinha em cima, mas pelo medo que tive esqueci de fechar bem a porta do meu quarto, quando ouvi que subiam as escadas já era tarde pra fechar minha porta, Eu estava com medo que o Bruno fosse pego assim, ouvia cada vez mais perto os passos de alguém andando pelo corredor. Quis me cobrir com meu edredom, porque o lençol era tão fino que dava pra ver a roupa que eu estava usando, além de que denunciava minhas travessuras. Eu estava com tanto medo de ouvir aqueles passos... ouvi que entraram no quarto do Bruno e saíram logo em seguida. Tive medo, senti que pararam perto do quarto da minha mãe e do meu. Ai, meu Deus!!! eu pensava, na minha mente. Muito devagar, tentei mover meu edredom para me cobrir, mas eu tinha deitado em cima dele. Quando ouvi os passos ainda mais perto, me virei de lado, dando as costas para a porta do meu quarto, fingindo estar dormindo quando ouvi que abriram minha porta. Minhas pernas tremiam de medo, e eu só tentei ficar parada, fingindo que estava dormindo. Fiquei assim por um breve momento, quando ouvi que fecharam a porta, deixando uma abertura entreaberta. Ouvi que desceu as escadas e me levantei para espiar quem estava saindo de casa. Ao se aproximar do portão para sair, era o pai do Bruno, meu tio, que tinha voltado de repente. Não levava nada nas mãos, o que me gerou muitas dúvidas e intrigas sobre o motivo de ter voltado. Rapidamente, fui até o quarto do Bruno, que me esperava pelado de novo. Perguntei por que o pai dele tinha voltado tão inesperadamente. Ele, sorrindo, me disse: "Ele tinha esquecido de levar o passaporte e voltou pra pegar. Quase nos pegou, né?" Com um pouco de intriga, sua resposta me acalmou, e então eu disse ao Bruno: "Parece que seu pai deu uma espiada no meu quarto, não sei... será que ele pensou que a gente estava fazendo alguma coisa?" falei um pouco preocupada, pois ainda estava com medo. Ele me disse: "Talvez ele tenha pensado que você estava acordada, e se ele espiou e te viu dormindo, não tem problema!" Mas depois, com um tom mais sério, falou: "Ei... mas você estava coberta, né? Porque olha, você está assim com essa roupa que eu te dei. Se ele te viu, só me conta!" Então eu disse: "Óbvio que me cobri, nem sou tão descuidada assim!" tentando acalmá-lo, já que o vi meio irritado, mas não mencionei que me cobria com um lençol bem fino, porque se fosse assim, talvez o deixasse bravo. Quando o vi mais calmo, ele rapidamente me disse: "Onde a gente estava?" E, agarrando minha mão, me puxou para a cama. Eu disse que não estava mais com vontade, ele sugeriu: "Vamos descer para a sala, fazer o café da manhã e depois a gente vê." Fizemos tudo isso, sentamos no sofá enquanto assistíamos a uma série, ele mexia nos meus peitos e me beijava com tanta paixão que tirava meu fôlego. Eu estava me excitando aos poucos ao sentir suas carícias e como ele apertava meus mamilos com os dedos tão delicadamente, fazendo meu corpo tremer. Eu o encarava fixamente com um olhar que se perdia no desejo. Ele me viu toda excitada e, sem perguntar, me deitou no sofá, abaixou a cueca e penetrou minha buceta com seu pau quente. Era delicioso, eu gemida como uma puta no cio. Ele gozou dentro de mim e descansamos. Ficamos assim o dia todo, entre apalpadas e transas. Ao chegar a noite, recebi uma ligação da minha mãe. Eu estava chupando o pau do Bruno enquanto ele assistia ao filme. Minha mãe me perguntou o que eu estava comendo, e eu disse que estava chupando um pirulito de morango. Ela falou: "Não coma doce à noite", mas eu disse que era só um. Não íamos ficar sozinhos naquela noite e na seguinte, mas, disfarçadamente, perguntei se meus tios estavam bem. Aí minha mãe disse que meu tio ainda não tinha chegado e que talvez fosse dormir aqui. Eu me assustei e nos levantamos do sofá. Já eram quase 20h, e se ele nos pegasse assim, ia dar uma confusão bem grande. Enquanto nos trocávamos, continuei conversando com minha mãe até que ela se despediu e desligou a ligação. Começamos a limpar e arrumar tudo na sala. Entrei no meu quarto, tomei um banho rápido e troquei de roupa, uma roupa comum do dia a dia para não levantar suspeitas. Quando estava tudo limpo, já eram 21h20 e nada. Supomos que ele tinha ido para onde estavam minha mãe e minha tia, mas tentamos tomar cuidado. Eu e Bruno combinamos que, se ele não chegasse até as 22h, eu passaria a noite na casa dele... Quarto para dormirmos juntos. Para passar o tempo, Bruno ficou na sala assistindo filmes, eu entrei no meu quarto e ficava espiando pela janela para ver se meu tio chegava ou não. Quando deu 22h20, vi pela janela que Bruno se aproximou do portão para trancar com o cadeado, apagou as luzes e foi desligando as luzes da sala, da cozinha, até a do corredor, subiu as escadas e me olhou, parado na porta do meu quarto, fez sinal para eu entrar no quarto dele, eu disse que iria num instante, entrei no meu quarto e me arrumei um pouco, o cabelo, escovei os dentes e não sabia que roupa usar, então, resolvi ficar nua e usando uma blusa sem alças e um fio dental branco, fui para o quarto do meu homem. Quando entrei e fechei a porta, começamos a transar, ele estava tão excitado e cheio de vitalidade que aproveitava 100% cada segundo que estava ao meu lado. Ficamos assim a noite toda, transávamos, descansávamos, dormíamos e depois voltávamos a fazer, esquecemos do meu tio e do medo de se ele viria ou não. Quando deu 4h34, estávamos cansados, suados e melados de todas as trepadas incessantes que tivemos, eu estava corada de tanta excitação, sensível na minha buceta, que até a brisa suave me dava cócegas, o primeiro a pegar no sono foi Bruno, e para não incomodá-lo, o cobri com o lençol dele e fui para o meu quarto, estava exausta, me lavei e coloquei um pijama, deitei e dormi. Por volta das 13h45 acordei, olhei meu celular e tinha várias chamadas perdidas da minha mãe, liguei para ela e rapidamente atendeu, perguntou o que tinha acontecido e eu disse que estava terminando de limpar e que deixei meu celular no quarto, por sorte ela acreditou, me deu suas recomendações e disse que estariam por volta das 20h, levantei e assustada comecei a limpar. Bruno saiu do quarto dele e perguntou o que foi? Ao ouvir o que eu disse, me ajudou a limpar, por volta das 16h23 paramos para descansar, estava tudo limpo, ele me olhou e agarrou minha cabeça, sem me opor, abaixei seu short e sua cueca e comecei a brincar no pau dele enquanto enfiava na minha boca, ele acariciando meu cabelo e dizendo: "Assim que eu gosto, que seja obediente, minha putinha linda!!" Fiquei assim enquanto ele assistia TV, cada um na sua, quando senti que ele estava ficando duro. Pensei que ia poder foder pela última vez, mas ele me agarrou pelo cabelo e me fez chupar e enfiar mais o pau dele na minha boca. Na hora, senti uma porrada de porra saindo do membro dele, era tão grossa que atrapalhava minha respiração e tive que deixar escorrer pela boca, pingando no pau dele, e ele me obrigou a limpar com a boca. Quando ele me soltou, corri pro banheiro, toda melada de porra na cara. Cuspi o que tinha na boca, me olhei no espelho e não acreditei no que tinha me tornado. Vi através do espelho que não era mais aquela menina doce e meiga, tinha virado uma mulher insaciável, decidida a satisfazer seu homem e seus desejos mais obscuros. Quando lavei o rosto, comecei a chorar sem entender porquê. Minha boca doía, minha garganta doía, mas mesmo assim sentia satisfação de ter visto o Bruno feliz.
Quando nossos pais chegaram, minha tia disse que tinham achado uma casa na zona sul, que no dia seguinte podiam se mudar e se acomodar com o tempo. Senti uma tristeza enorme ao saber que o Bruno ia sair da minha casa. Na hora, só virei pra olhar ele, e ele, como se nada, tava comemorando com os pais por terem achado casa. Tentei disfarçar minha tristeza, mas deu uma vontade de chorar, aí me retirei pra cozinha pra tomar um copo d'água. Respirei fundo e tentei não chorar. O Bruno entrou na cozinha e chegou pertinho de mim, sussurrou no meu ouvido: "Te vejo mais tarde..." e, agarrando minha bunda com a mão toda, apertou e deu um tapa tão forte que ecoou. Me excitou tanto que me acalmei. Ao voltar pra sala, meus tios e minha mãe estavam exaustos de tanto andar. Minha mãe tinha dormido no sofá, minha tia se levantou e disse que ia descansar, e o marido foi atrás. Minha mãe me disse pra trancar tudo e apagar as Luzes, Bruno se ofereceu para me ajudar e minha mãe disse que ele era muito atencioso. Quando eles subiram para o primeiro andar, deixamos passar um tempo, ficamos em silêncio. Eu me levantei e comecei a fechar as janelas e apagar as luzes. Bruno trancou o portão com a tranca e, quando eu ia apagar a luz do corredor, ele me agarrou e me encostou na parede. Me deu um beijo forte e pegou minha bunda, apertando com força. "Nos vemos mais tarde", ele disse e subiu correndo as escadas. Fiquei ali um momento e depois subi para meu quarto. Bruno estava dentro do seu quarto falando com os pais dele. Ouvi que ele ia embora às 8h da manhã. Isso me deixou angustiada. Entrei no meu quarto e sentei pensativa, triste, chorosa. Troquei de roupa, coloquei um pijama, e depois de um tempo minha mãe entrou dizendo:
- Filha, ainda bem que encontramos casa, já não queria te deixar desconfortável... E como o Bruno se comportou enquanto te fazia companhia?
- Eu, meio tristonha, disse que ele se comportou bem, que só era de falar pouco, mas que é um bom rapaz... Minha mãe me contou que lá na casa do pai dele, eles discutiram e ele tratou mal minha tia, e falou muito mal do Bruno. Isso me deu muita raiva, mas minha mãe disse que ia perguntar para minha tia se o Bruno podia vir nos fins de semana, para te fazer companhia, filha!!! Enquanto eu estou trabalhando!! Isso me encheu de alegria, mas notei que ela estava bem cansada, quase dormindo. Disse para ela ir descansar. Todos foram dormir, ainda eram 22h08. Saí para espiar o corredor e, lembrando do que o Bruno tinha dito, deixei a porta do meu quarto entreaberta. Estava tudo escuro, e eu não sabia se ele ia vir ou não... Deitei e dormi como se tivesse tomado algum remédio. No escuro, senti uma mão mexendo entre minhas pernas, por baixo do meu edredom. Me assustei e acendi a luz do abajur, que estava coberto com uma blusa minha. Era o Bruno. Ao vê-lo, me assustei e disse que era perigoso ele estar ali. Ele disse que eles estavam bem cansados e dormiam como pedra. Sentei na minha cama e ele disse que tinha trancado minha porta com chave. quarto. Ele sentou ao meu lado e me disse: "Troca de roupa!" Eu, muito obediente, me levantei e comecei a tirar meu pijama, ficando só com um fio dental azul. Ele, ao me ver, disse: "Você estava preparada!" E sem pensar, abaixou o short e a cueca, deitou-se e eu, sem desperdiçar um segundo, me joguei para chupar seu membro, enquanto ele apalpava minhas nádegas com as mãos. Estávamos contra o tempo, e cada segundo era importante. Eu chupava o máximo que podia e ele, igualmente, começou a chupar minha buceta. Me esquentou tão rápido e eu a ele. Seu pau foi ficando duro. Deitei de lado e seu pau foi me penetrando enquanto ele me abraçava e apertava meus peitos. Tínhamos tanto para dar naquele momento que cada gemido que saía de mim, eu fazia bem perto do seu ouvido, me segurando para não explodir e gritar tudo o que sentia naquele momento. Ele apertava minhas nádegas tão forte que parecia uma palmada. Fazíamos tudo com o menor ruído possível, embora em breves momentos saíssem da minha boca gemidos um pouco incômodos, que Bruno, ao me ouvir, tapava minha boca e metia seus dedos na minha boca, simulando que era seu pau. Eu chupava seus dedos tão suavemente que ele me sussurrava: "Você é minha putinha!" E eu, com um gesto de afirmação, balançava a cabeça dizendo sim. Naquele momento, senti seu pau mais duro, parecia que um pau me atravessava. Ele me levantou e me fez sentar sobre ele. Eu estava extasiada, me movia tão rápido que minhas nádegas batiam em suas bolas e geravam um leve ruído de batida. Ele segurou minhas nádegas e controlou meus movimentos. Estávamos tão sincronizados. Apertando minhas nádegas com as mãos, ele me ajudava a subir e descer em seu pau. Ele fazia com que eu sentasse completamente sobre ele, minha buceta fazia todo seu pau desaparecer dentro de mim, batendo dentro e gerando uma leve dor que eu aguentava para agradar meu homem. Naquele momento, um de seus dedos chegou a tocar a entrada do meu cu. Me assustei e disse que não, mas ele começou a massagear em círculos com a intenção de meter seu dedo dentro. Com muita malícia, apertei como pude e evite que ele fizesse tal coisa, me puxou para ele e disse que da próxima vez essa bunda seria dele, eu estava contente, disse que sim para tudo naquele momento, montei naquela pica até deixá-la totalmente desgastada, as últimas gotas de porra saíam da pica dele e se guardavam na minha buceta, ficamos exaustos, quando vi o relógio, eram 2 da manhã e Bruno, espiando, saiu do meu quarto com muito sigilo, fiquei observando se alguém falava mas tudo estava em silêncio. Estava contente, me lavei e me deitei para dormir. Na manhã seguinte, eram 6:25 da manhã, acordei como se meu despertador tivesse tocado, ouvi minha tia e Bruno arrumando as malas, minha mãe estava na cozinha, todos tinham acordado cedo, minha mãe fazia café da manhã e então me lavei, troquei de roupa e muito disfarçada me aproximei do quarto de Bruno, perguntei se podia ajudar mas minha tia me disse que já estavam terminando, ao ver Bruno colocando a mala no chão, minha tia disse vamos filho vai se banhar para irmos rápido, e quando o marido dela saiu do banho de toalha me olhou fixamente como se eu lhe devesse algo, me afastei dali e desci para a sala, ajudei minha mãe a arrumar a mesa, tomamos café todos e então chegada a hora, buzinou o carro que os levaria para a nova casa, minha mãe se despediu do tio e da minha tia, eu me despedi da minha tia e enquanto conversavam se aproximou meu tio, foi um momento desconfortável porque se despediu e me apertou forte contra seu corpo, tentava me abraçar mais mas me afastei rapidamente, me aproximei de Bruno e disse para ele não me esquecer, ele me respondeu no ouvido: - sobe lá no meu quarto, e eu obediente enquanto se despediam e saíam lá fora Bruno disse à mãe que traria a bolsa, quando olhei pela janela minha mãe estava lá fora com minha tia e meu tio, Bruno me agarrou por trás e me puxou para longe da janela, me beijou tão apaixonado que enquanto fazia isso meteu a mão entre minha calcinha e tocou minha buceta, enfiando seu dedo e massageando, me excitou tanto que me abaixei e ele sacou sua pica e dei uma chupada nele, dizendo: não me esquece, por favor!! Ele me disse: - Você é minha mulher! Minha putinha! Sou seu dono, nem pense em foder com outro!! Apertando meus peitos, ele desceu e discretamente se despediu da minha mãe. Eles foram embora e ele se afastou de mim, o cara que me transformou numa putinha completa. Ao entrar, minha mãe me disse que minha tia aceitou que Bruno passe os fins de semana em casa... feliz e contente... aguardo cada finde para me divertir ao lado do cara que me fez sua mulher e sua putinha. Espero vocês na próxima história que viver na minha vida, beijinhos a todos, e comentem o que acharam... sejam gentis, pois sou nova nisso tudo!!!! Fim.
Fiquei sentada na cadeira bem perto da janela esperando. Olhei o relógio e já eram 6h16. Pensei que não tinha mais ninguém além de Bruno e eu. Me levantei e fui procurar o babydoll e o roupão que Bruno tinha me dado entre os presentes. Coloquei na cama e escolhi a calcinha fio-dental mais provocante, na cor vermelho paixão. Mesmo me sentindo desconfortável usando essa peça, eu gostava de ver o Bruno feliz, e isso, pra mim, era mais que suficiente — ver meu homem satisfeito.
Quando escolhi toda a roupa que ia usar, comecei a tirar o pijama que estava vestindo. Fiquei completamente nua olhando as roupas que usaria. Procedi a vestir o babydoll e, antes de colocar a calcinha, espalhei um pouco de creme nas minhas pernas para dar um toque de frescor na minha pele. Depois, coloquei a calcinha, que ao vestir sumia no meio das minhas nádegas, o que me dava um certo desconforto, mas eu aguentava só pra ver o Bruno contente.
Quando estava colocando o roupão, ouvi o portão fechar e rapidamente me aproximei da janela para espiar quem era. Efetivamente, era meu tio, que saiu para procurar casa por outro lado. E eu, que pensava em sair assim, me salvei de ser pega pelo meu tio usando aquela roupa para... seu filho. Quando peguei um táxi e ele foi embora, saí rapidamente do meu quarto para ver se meu homem ainda estava dormindo. Quando abri a porta do quarto dele, bem devagar e quase sigilosa, entrei e observei que ele dormia muito plácido, todo destapado. Fiquei olhando e pensei em deixá-lo dormir mais um pouco, mas quando observei bem, da dobra do seu short curto sobressaía um pouco do seu pau. Fiquei olhando, e quando ele se moveu e mudou de posição, a ponta do pau dele apareceu ainda mais. Obviamente, ele tinha dormido sem cueca. Tentei mexer, mas o pau dele estava repousado sobre a perna esquerda. Não conseguia parar de olhar aquele membro que, em poucas palavras, foi o instrumento que meu homem usou para me fazer uma mulher completa, aquele volume que, cada vez que me penetra, me faz sofrer tão prazerosamente que fico submissa ao seu dono.
O desejo me dominou tanto que, cada vez que eu observava mais aquele membro ali repousado, sentia que o Bruno me dizia: "Dá um beijo nele!" Talvez sentia que o Bruno me incitava a fazer isso pelas vezes anteriores, em que ele, de maneira muito seca e com voz autoritária, me ordenava que chupasse. Me aproximei mais da beirada da cama e, como se fosse um ímã, bem devagar peguei o pau dele com a minha mão e me abaixei para colocá-lo na minha boca. Estava tão macio que, bem devagar, movi minha língua em volta da glande e, como se fosse um doce, coloquei toda a ponta do pau dele na minha boca, chupando suavemente. Com a minha língua, eu brincava na ponta da glande. Isso provocou excitação nele, porque começou a ficar duro, aumentando de tamanho e dificultando assim poder chupar à vontade aquilo que considerava minha propriedade. Ainda assim, continuei chupando enquanto ele ficava mais duro e ereto. Notei que, enquanto fazia isso, meu homem ainda não acordava. Já não tinha necessidade de segurá-lo com a mão, pois estava bem ereto e empinado. Me fascinava ver aquele membro em todo o seu esplendor, me excitava só de vê-lo assim, a ponto de começar a sentir calor em todo o meu corpo. Segui chupando suavemente a ponta do seu pene... e passava minha língua de cima a baixo, quando vi que Bruno estava me olhando, como eu me comportava diante do pau dele. Sorrindo, ele me disse:
— Você gosta tanto que já vem sozinha chupar!
Eu, um pouco tímida, olhei para ele com um ar de travessa e ao mesmo tempo envergonhada, mas não aguentei a pressão do jeito que ele me encarava. Aceitei minha realidade e disse com muita firmeza:
— Sim... sim! Aceito... você me deixou bem putinha, e tudo por causa desse pau delicioso que você tem!
Fazendo um gesto e apontando para o membro dele, que estava bem ereto, ele sorrindo me disse:
— Adoro ouvir você falando isso!
Fazendo uma cara de pervertido e me olhando dos pés à cabeça, ele me perguntou de novo:
— Você gosta de ser minha putinha?
Me encarando firme, nossos olhares se cruzaram por um breve momento. Eu fiquei nervosa de ver tanta seriedade, tentei dizer que não, hesitei nas palavras para ele não sentir que eu tinha cedido, mas diante da pressão do olhar dele e do pau ali na minha frente... me joguei, me apoiei na barriga dele, ficando meio sentada de costas para ele, e agarrando com a mão o pau ereto dele, comecei a chupar, enquanto dizia:
— Aceito, você ganhou! Sou sua putinha!
Enfiando na minha boca e chupando o pau dele, eu repetia:
— Sou sua, só sua, sua putinha, sua mulher!
E enfiando o pau dele de novo na boca, repetia:
— Você me deixou bem putinha!
Enquanto chupava o pau dele, senti que ele agarrou minha bunda e começou a massagear minha buceta por cima da calcinha. Isso me deixou com mais tesão, comecei a fazer movimentos suaves como se o pau dele estivesse dentro de mim. Eu estava concentrada em chupar o que tinha na boca, fechei os olhos e me perdi no momento, só sentia as carícias dele e o calor do meu corpo subindo cada vez mais. Bruno passou o dedo no meio da minha buceta, e ao sentir, comecei a me molhar de excitação. Podia sentir Bruno brincando no meio da minha buceta, metendo o dedo devagar e tirando. Eu estava tão excitada que mexi um pouco mais no dedo dele. Aí Bruno me disse para subir nele. Eu me levantei, amarre cabelo, e vi que ele tirou o shorts ficando pelado, tentei sentar em cima do pau dele mas ele me disse pra continuar chupando, me agarrou pelas pernas e me posicionou sobre ele, fiquei deitada de peito sobre o corpo dele com as pernas dobradas, eu sem que ele me dissesse continuei chupando o pau dele, ele me puxou pra trás, ficou toda minha buceta à mercê dos lábios e da língua dele, minha bunda em cima da cabeça dele tampava o rosto, quando senti que ele começou a enfiar a língua no meio da minha buceta, uma rajada de corrente e cócegas invadiu meu corpo, essa calentura do meu corpo virou fogo incontrolável, apertei bem forte as pernas dele e meus gemidos só denunciavam essa satisfação que sentia naquele momento, me perdi nessa sensação fechando meus olhos, aproximei minha cara do membro dele e como se fosse um ímã ao abrir minha boca pude sentir a ponta entrando, brincando com minha língua molhava aquele membro quente e duro, estava voando naquele mar de sensações, sentia a língua dele se mexendo no meio da minha buceta, e as mãos dele apertando minhas pernas, era inexplicável essa sensação, ele começou a dar palmadas nas minhas nádegas, o que me deixava mais excitada, e provocava em mim gemidos suaves que denunciavam minha excitação, ele deu mais palmadas mas isso fazia com que eu me mexesse e a língua dele se movia por toda minha buceta fazendo com que eu ficasse mais e mais excitada, eu já queria sentir o membro dele, tentei me acomodar mas Bruno me segurava pra continuar lambendo toda minha buceta, essa luta provocava em mim mais êxtase, estava rendida a ele, ia deixar ele continuar, mas nesse momento ouvimos o portão da minha casa abrindo, nos assustamos, e eu rapidamente saí daquele quarto e fui pro meu, ouvi passos e pela porta entreaberta espiei pra saber quem era, estava com medo, me dominou esse medo de saber, e me joguei na cama, me cobri com o lençol que tinha em cima, mas pelo medo que tive esqueci de fechar bem a porta do meu quarto, quando ouvi que subiam as escadas já era tarde pra fechar minha porta, Eu estava com medo que o Bruno fosse pego assim, ouvia cada vez mais perto os passos de alguém andando pelo corredor. Quis me cobrir com meu edredom, porque o lençol era tão fino que dava pra ver a roupa que eu estava usando, além de que denunciava minhas travessuras. Eu estava com tanto medo de ouvir aqueles passos... ouvi que entraram no quarto do Bruno e saíram logo em seguida. Tive medo, senti que pararam perto do quarto da minha mãe e do meu. Ai, meu Deus!!! eu pensava, na minha mente. Muito devagar, tentei mover meu edredom para me cobrir, mas eu tinha deitado em cima dele. Quando ouvi os passos ainda mais perto, me virei de lado, dando as costas para a porta do meu quarto, fingindo estar dormindo quando ouvi que abriram minha porta. Minhas pernas tremiam de medo, e eu só tentei ficar parada, fingindo que estava dormindo. Fiquei assim por um breve momento, quando ouvi que fecharam a porta, deixando uma abertura entreaberta. Ouvi que desceu as escadas e me levantei para espiar quem estava saindo de casa. Ao se aproximar do portão para sair, era o pai do Bruno, meu tio, que tinha voltado de repente. Não levava nada nas mãos, o que me gerou muitas dúvidas e intrigas sobre o motivo de ter voltado. Rapidamente, fui até o quarto do Bruno, que me esperava pelado de novo. Perguntei por que o pai dele tinha voltado tão inesperadamente. Ele, sorrindo, me disse: "Ele tinha esquecido de levar o passaporte e voltou pra pegar. Quase nos pegou, né?" Com um pouco de intriga, sua resposta me acalmou, e então eu disse ao Bruno: "Parece que seu pai deu uma espiada no meu quarto, não sei... será que ele pensou que a gente estava fazendo alguma coisa?" falei um pouco preocupada, pois ainda estava com medo. Ele me disse: "Talvez ele tenha pensado que você estava acordada, e se ele espiou e te viu dormindo, não tem problema!" Mas depois, com um tom mais sério, falou: "Ei... mas você estava coberta, né? Porque olha, você está assim com essa roupa que eu te dei. Se ele te viu, só me conta!" Então eu disse: "Óbvio que me cobri, nem sou tão descuidada assim!" tentando acalmá-lo, já que o vi meio irritado, mas não mencionei que me cobria com um lençol bem fino, porque se fosse assim, talvez o deixasse bravo. Quando o vi mais calmo, ele rapidamente me disse: "Onde a gente estava?" E, agarrando minha mão, me puxou para a cama. Eu disse que não estava mais com vontade, ele sugeriu: "Vamos descer para a sala, fazer o café da manhã e depois a gente vê." Fizemos tudo isso, sentamos no sofá enquanto assistíamos a uma série, ele mexia nos meus peitos e me beijava com tanta paixão que tirava meu fôlego. Eu estava me excitando aos poucos ao sentir suas carícias e como ele apertava meus mamilos com os dedos tão delicadamente, fazendo meu corpo tremer. Eu o encarava fixamente com um olhar que se perdia no desejo. Ele me viu toda excitada e, sem perguntar, me deitou no sofá, abaixou a cueca e penetrou minha buceta com seu pau quente. Era delicioso, eu gemida como uma puta no cio. Ele gozou dentro de mim e descansamos. Ficamos assim o dia todo, entre apalpadas e transas. Ao chegar a noite, recebi uma ligação da minha mãe. Eu estava chupando o pau do Bruno enquanto ele assistia ao filme. Minha mãe me perguntou o que eu estava comendo, e eu disse que estava chupando um pirulito de morango. Ela falou: "Não coma doce à noite", mas eu disse que era só um. Não íamos ficar sozinhos naquela noite e na seguinte, mas, disfarçadamente, perguntei se meus tios estavam bem. Aí minha mãe disse que meu tio ainda não tinha chegado e que talvez fosse dormir aqui. Eu me assustei e nos levantamos do sofá. Já eram quase 20h, e se ele nos pegasse assim, ia dar uma confusão bem grande. Enquanto nos trocávamos, continuei conversando com minha mãe até que ela se despediu e desligou a ligação. Começamos a limpar e arrumar tudo na sala. Entrei no meu quarto, tomei um banho rápido e troquei de roupa, uma roupa comum do dia a dia para não levantar suspeitas. Quando estava tudo limpo, já eram 21h20 e nada. Supomos que ele tinha ido para onde estavam minha mãe e minha tia, mas tentamos tomar cuidado. Eu e Bruno combinamos que, se ele não chegasse até as 22h, eu passaria a noite na casa dele... Quarto para dormirmos juntos. Para passar o tempo, Bruno ficou na sala assistindo filmes, eu entrei no meu quarto e ficava espiando pela janela para ver se meu tio chegava ou não. Quando deu 22h20, vi pela janela que Bruno se aproximou do portão para trancar com o cadeado, apagou as luzes e foi desligando as luzes da sala, da cozinha, até a do corredor, subiu as escadas e me olhou, parado na porta do meu quarto, fez sinal para eu entrar no quarto dele, eu disse que iria num instante, entrei no meu quarto e me arrumei um pouco, o cabelo, escovei os dentes e não sabia que roupa usar, então, resolvi ficar nua e usando uma blusa sem alças e um fio dental branco, fui para o quarto do meu homem. Quando entrei e fechei a porta, começamos a transar, ele estava tão excitado e cheio de vitalidade que aproveitava 100% cada segundo que estava ao meu lado. Ficamos assim a noite toda, transávamos, descansávamos, dormíamos e depois voltávamos a fazer, esquecemos do meu tio e do medo de se ele viria ou não. Quando deu 4h34, estávamos cansados, suados e melados de todas as trepadas incessantes que tivemos, eu estava corada de tanta excitação, sensível na minha buceta, que até a brisa suave me dava cócegas, o primeiro a pegar no sono foi Bruno, e para não incomodá-lo, o cobri com o lençol dele e fui para o meu quarto, estava exausta, me lavei e coloquei um pijama, deitei e dormi. Por volta das 13h45 acordei, olhei meu celular e tinha várias chamadas perdidas da minha mãe, liguei para ela e rapidamente atendeu, perguntou o que tinha acontecido e eu disse que estava terminando de limpar e que deixei meu celular no quarto, por sorte ela acreditou, me deu suas recomendações e disse que estariam por volta das 20h, levantei e assustada comecei a limpar. Bruno saiu do quarto dele e perguntou o que foi? Ao ouvir o que eu disse, me ajudou a limpar, por volta das 16h23 paramos para descansar, estava tudo limpo, ele me olhou e agarrou minha cabeça, sem me opor, abaixei seu short e sua cueca e comecei a brincar no pau dele enquanto enfiava na minha boca, ele acariciando meu cabelo e dizendo: "Assim que eu gosto, que seja obediente, minha putinha linda!!" Fiquei assim enquanto ele assistia TV, cada um na sua, quando senti que ele estava ficando duro. Pensei que ia poder foder pela última vez, mas ele me agarrou pelo cabelo e me fez chupar e enfiar mais o pau dele na minha boca. Na hora, senti uma porrada de porra saindo do membro dele, era tão grossa que atrapalhava minha respiração e tive que deixar escorrer pela boca, pingando no pau dele, e ele me obrigou a limpar com a boca. Quando ele me soltou, corri pro banheiro, toda melada de porra na cara. Cuspi o que tinha na boca, me olhei no espelho e não acreditei no que tinha me tornado. Vi através do espelho que não era mais aquela menina doce e meiga, tinha virado uma mulher insaciável, decidida a satisfazer seu homem e seus desejos mais obscuros. Quando lavei o rosto, comecei a chorar sem entender porquê. Minha boca doía, minha garganta doía, mas mesmo assim sentia satisfação de ter visto o Bruno feliz.
Quando nossos pais chegaram, minha tia disse que tinham achado uma casa na zona sul, que no dia seguinte podiam se mudar e se acomodar com o tempo. Senti uma tristeza enorme ao saber que o Bruno ia sair da minha casa. Na hora, só virei pra olhar ele, e ele, como se nada, tava comemorando com os pais por terem achado casa. Tentei disfarçar minha tristeza, mas deu uma vontade de chorar, aí me retirei pra cozinha pra tomar um copo d'água. Respirei fundo e tentei não chorar. O Bruno entrou na cozinha e chegou pertinho de mim, sussurrou no meu ouvido: "Te vejo mais tarde..." e, agarrando minha bunda com a mão toda, apertou e deu um tapa tão forte que ecoou. Me excitou tanto que me acalmei. Ao voltar pra sala, meus tios e minha mãe estavam exaustos de tanto andar. Minha mãe tinha dormido no sofá, minha tia se levantou e disse que ia descansar, e o marido foi atrás. Minha mãe me disse pra trancar tudo e apagar as Luzes, Bruno se ofereceu para me ajudar e minha mãe disse que ele era muito atencioso. Quando eles subiram para o primeiro andar, deixamos passar um tempo, ficamos em silêncio. Eu me levantei e comecei a fechar as janelas e apagar as luzes. Bruno trancou o portão com a tranca e, quando eu ia apagar a luz do corredor, ele me agarrou e me encostou na parede. Me deu um beijo forte e pegou minha bunda, apertando com força. "Nos vemos mais tarde", ele disse e subiu correndo as escadas. Fiquei ali um momento e depois subi para meu quarto. Bruno estava dentro do seu quarto falando com os pais dele. Ouvi que ele ia embora às 8h da manhã. Isso me deixou angustiada. Entrei no meu quarto e sentei pensativa, triste, chorosa. Troquei de roupa, coloquei um pijama, e depois de um tempo minha mãe entrou dizendo:
- Filha, ainda bem que encontramos casa, já não queria te deixar desconfortável... E como o Bruno se comportou enquanto te fazia companhia?
- Eu, meio tristonha, disse que ele se comportou bem, que só era de falar pouco, mas que é um bom rapaz... Minha mãe me contou que lá na casa do pai dele, eles discutiram e ele tratou mal minha tia, e falou muito mal do Bruno. Isso me deu muita raiva, mas minha mãe disse que ia perguntar para minha tia se o Bruno podia vir nos fins de semana, para te fazer companhia, filha!!! Enquanto eu estou trabalhando!! Isso me encheu de alegria, mas notei que ela estava bem cansada, quase dormindo. Disse para ela ir descansar. Todos foram dormir, ainda eram 22h08. Saí para espiar o corredor e, lembrando do que o Bruno tinha dito, deixei a porta do meu quarto entreaberta. Estava tudo escuro, e eu não sabia se ele ia vir ou não... Deitei e dormi como se tivesse tomado algum remédio. No escuro, senti uma mão mexendo entre minhas pernas, por baixo do meu edredom. Me assustei e acendi a luz do abajur, que estava coberto com uma blusa minha. Era o Bruno. Ao vê-lo, me assustei e disse que era perigoso ele estar ali. Ele disse que eles estavam bem cansados e dormiam como pedra. Sentei na minha cama e ele disse que tinha trancado minha porta com chave. quarto. Ele sentou ao meu lado e me disse: "Troca de roupa!" Eu, muito obediente, me levantei e comecei a tirar meu pijama, ficando só com um fio dental azul. Ele, ao me ver, disse: "Você estava preparada!" E sem pensar, abaixou o short e a cueca, deitou-se e eu, sem desperdiçar um segundo, me joguei para chupar seu membro, enquanto ele apalpava minhas nádegas com as mãos. Estávamos contra o tempo, e cada segundo era importante. Eu chupava o máximo que podia e ele, igualmente, começou a chupar minha buceta. Me esquentou tão rápido e eu a ele. Seu pau foi ficando duro. Deitei de lado e seu pau foi me penetrando enquanto ele me abraçava e apertava meus peitos. Tínhamos tanto para dar naquele momento que cada gemido que saía de mim, eu fazia bem perto do seu ouvido, me segurando para não explodir e gritar tudo o que sentia naquele momento. Ele apertava minhas nádegas tão forte que parecia uma palmada. Fazíamos tudo com o menor ruído possível, embora em breves momentos saíssem da minha boca gemidos um pouco incômodos, que Bruno, ao me ouvir, tapava minha boca e metia seus dedos na minha boca, simulando que era seu pau. Eu chupava seus dedos tão suavemente que ele me sussurrava: "Você é minha putinha!" E eu, com um gesto de afirmação, balançava a cabeça dizendo sim. Naquele momento, senti seu pau mais duro, parecia que um pau me atravessava. Ele me levantou e me fez sentar sobre ele. Eu estava extasiada, me movia tão rápido que minhas nádegas batiam em suas bolas e geravam um leve ruído de batida. Ele segurou minhas nádegas e controlou meus movimentos. Estávamos tão sincronizados. Apertando minhas nádegas com as mãos, ele me ajudava a subir e descer em seu pau. Ele fazia com que eu sentasse completamente sobre ele, minha buceta fazia todo seu pau desaparecer dentro de mim, batendo dentro e gerando uma leve dor que eu aguentava para agradar meu homem. Naquele momento, um de seus dedos chegou a tocar a entrada do meu cu. Me assustei e disse que não, mas ele começou a massagear em círculos com a intenção de meter seu dedo dentro. Com muita malícia, apertei como pude e evite que ele fizesse tal coisa, me puxou para ele e disse que da próxima vez essa bunda seria dele, eu estava contente, disse que sim para tudo naquele momento, montei naquela pica até deixá-la totalmente desgastada, as últimas gotas de porra saíam da pica dele e se guardavam na minha buceta, ficamos exaustos, quando vi o relógio, eram 2 da manhã e Bruno, espiando, saiu do meu quarto com muito sigilo, fiquei observando se alguém falava mas tudo estava em silêncio. Estava contente, me lavei e me deitei para dormir. Na manhã seguinte, eram 6:25 da manhã, acordei como se meu despertador tivesse tocado, ouvi minha tia e Bruno arrumando as malas, minha mãe estava na cozinha, todos tinham acordado cedo, minha mãe fazia café da manhã e então me lavei, troquei de roupa e muito disfarçada me aproximei do quarto de Bruno, perguntei se podia ajudar mas minha tia me disse que já estavam terminando, ao ver Bruno colocando a mala no chão, minha tia disse vamos filho vai se banhar para irmos rápido, e quando o marido dela saiu do banho de toalha me olhou fixamente como se eu lhe devesse algo, me afastei dali e desci para a sala, ajudei minha mãe a arrumar a mesa, tomamos café todos e então chegada a hora, buzinou o carro que os levaria para a nova casa, minha mãe se despediu do tio e da minha tia, eu me despedi da minha tia e enquanto conversavam se aproximou meu tio, foi um momento desconfortável porque se despediu e me apertou forte contra seu corpo, tentava me abraçar mais mas me afastei rapidamente, me aproximei de Bruno e disse para ele não me esquecer, ele me respondeu no ouvido: - sobe lá no meu quarto, e eu obediente enquanto se despediam e saíam lá fora Bruno disse à mãe que traria a bolsa, quando olhei pela janela minha mãe estava lá fora com minha tia e meu tio, Bruno me agarrou por trás e me puxou para longe da janela, me beijou tão apaixonado que enquanto fazia isso meteu a mão entre minha calcinha e tocou minha buceta, enfiando seu dedo e massageando, me excitou tanto que me abaixei e ele sacou sua pica e dei uma chupada nele, dizendo: não me esquece, por favor!! Ele me disse: - Você é minha mulher! Minha putinha! Sou seu dono, nem pense em foder com outro!! Apertando meus peitos, ele desceu e discretamente se despediu da minha mãe. Eles foram embora e ele se afastou de mim, o cara que me transformou numa putinha completa. Ao entrar, minha mãe me disse que minha tia aceitou que Bruno passe os fins de semana em casa... feliz e contente... aguardo cada finde para me divertir ao lado do cara que me fez sua mulher e sua putinha. Espero vocês na próxima história que viver na minha vida, beijinhos a todos, e comentem o que acharam... sejam gentis, pois sou nova nisso tudo!!!! Fim.
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