Proposta indecente final

Olá, meu nome é Aurora e vou contar o final da minha história. Na manhã seguinte, bem cedo, ouvi minha mãe e minha tia se arrumando pra sair. Nesse momento, minha mãe entrou no meu quarto e me deu as recomendações de sempre que ela fazia. Ao sair, fechou a porta do meu quarto. Eu só escutava murmúrios das conversas delas, o que me deixava curiosa pra saber do que estavam falando. Eram umas 6h07 da manhã quando ouvi o portão da minha casa fechar. Levantei rápido pra espiar, e só vi minha mãe e minha tia indo procurar casa. Isso me deixou na dúvida: cadê meu tio? Será que ele já tinha ido embora antes delas ou ainda estava em casa? Fiquei sentada espiando mais um pouco na janela, pra ver se mais alguém saía. Mas depois de alguns minutos, ninguém mais saiu. Fiquei sentada na cadeira, bem perto da janela, esperando. Olhei o relógio e já eram 6h16. Pensei que só tinha eu e o Bruno em casa. Levantei e fui catar, entre os presentes, o baby doll e a robe que o Bruno tinha me dado. Coloquei na minha cama e escolhi a calcinha fio dental mais provocante: vermelho paixão. Mesmo me sentindo meio desconfortável usando aquela peça, eu adorava ver o Bruno feliz, e isso pra mim já era mais que suficiente — ver meu homem satisfeito. Depois de escolher toda a roupa que ia usar, comecei a tirar a pijama que tava vestindo. Fiquei completamente nua, olhando pra roupa que ia vestir. Coloquei o baby doll e, antes de vestir a calcinha, passei um pouco de creme nas pernas pra dar um toque de frescor na pele. Aí vesti a calcinha, que, quando coloquei, a parte de trás sumiu no meio da minha bunda, o que me deixou meio incomodada, mas eu aguentava tudo pra ver o Bruno contente. Quando tava colocando a robe, ouvi o portão fechar e rapidamente me espiei na janela pra ver quem era. Era meu tio, que tinha saído pra procurar casa por outro lado. E eu que ia sair assim... me salvei de ser pega pelo meu tio usando essa roupa. O filho dela. Quando peguei um táxi e fui embora, saí rapidinho do meu quarto pra ver se meu homem ainda tava dormindo. Quando abri a porta do quarto dele, bem devagar e quase sem fazer barulho, entrei e vi que ele tava dormindo tranquilão, todo destapado. Fiquei olhando pra ele e, tipo, pensei em deixar ele dormir mais um pouco, mas quando olhei bem, do vinco do shortinho dele tava saindo um pedaço da rola. Fiquei encarando, e aí quando ele se mexeu e mudou de posição, a ponta do pau dele apareceu mais. Óbvio que ele tinha dormido sem cueca. Tentei mexer, mas a rola dele tava deitada na perna esquerda. Não conseguia parar de olhar praquele membro que, em poucas palavras, foi o instrumento que meu homem usou pra me fazer toda uma mulher. Aquele volume que, toda vez que me penetra, me faz sofrer de um jeito tão gostoso que eu fico submissa ao dono dele. O desejo me dominou tanto que, cada vez que eu olhava mais pra aquela rola ali deitada, sentia que o Bruno tava me dizendo: "Dá um beijo!". Talvez eu sentisse que o Bruno tava me provocando a fazer aquilo por causa das vezes anteriores, quando ele, de um jeito bem seco e com voz autoritária, mandava eu chupar ele. Me aproximei mais da beira da cama dele e, como se fosse um ímã, bem devagar peguei o pau dele com a mão e me abaixei pra meter na boca. Tava tão macio que, bem devagar, passei a língua em volta da cabeça e, como se fosse um pirulito, meti toda a ponta da rola dele na boca, chupando de leve com a boca e brincando com a língua na ponta da glande. Isso excitou ele, porque começou a ficar dura, aumentando de tamanho e dificultando chupar à vontade aquilo que eu considerava propriedade minha. Mesmo assim, continuei chupando enquanto ele ficava mais duro e ereto. Notei que, enquanto fazia isso, meu homem ainda não acordava. Não precisava mais segurar ele com a mão, porque tava bem ereto e empinado. Ficava fascinada em ver aquele membro em todo o esplendor, me excitava só de ver ele assim, e comecei a sentir calor no corpo todo. Continuei chupando de leve a ponta do pau dele. e passava minha língua em volta, de cima pra baixo, quando vi que Bruno estava me olhando, vendo como eu me comportava na frente da pica dele. Sorrindo, ele disse:

— Cê gosta tanto que já vem sozinha chupar ela!

Eu, meio tímida, olhei pra ele com um jeito safado e ao mesmo tempo envergonhado, mas não aguentei a pressão do olhar dele. Aceitei minha realidade e falei com toda firmeza:

— Sim... sim! Eu aceito... você me tem como uma putinha, e tudo por causa dessa pica deliciosa que você tem!

Fiz um gesto apontando pro pau dele, que tava bem duro. Ele sorriu e disse:

— Adoro ouvir você dizer isso!

Com um olhar pervertido, me examinando dos pés à cabeça, ele falou de novo:

— Cê gosta de ser minha putinha?

Olhando fixo nos meus olhos, a gente se encarou por um momento. Eu fiquei nervosa de ver tanta seriedade, tentei falar que não, gaguejei as palavras pra ele não achar que eu tinha me rendido, mas com a pressão do olhar dele e o pau ali na minha frente... eu me joguei, me apoiei na barriga dele, fiquei meio sentada de costas pra ele, segurei o pau ereto com a mão e comecei a chupar a pica dele, enquanto falava:

— Aceito, você venceu! Sou sua putinha!

Enfiei na boca e chupando o pau dele, repetia:

— Sou sua, só sua, sua putinha, sua mulher!

E enfiando o pau dele de novo na boca, repetia:

— Você me tem como uma putinha!

Enquanto chupava a pica dele, senti ele agarrar minha bunda e começar a massagear minha buceta por cima da calcinha fio dental. Isso me acendeu, comecei a fazer movimentos suaves como se o pau dele estivesse dentro de mim. Eu tava concentrada em chupar o que tinha na boca, fechei os olhos e me perdi no momento, sentindo só as carícias dele e o calor do meu corpo subindo cada vez mais. Bruno passava o dedo no meio da minha buceta, e quando senti, comecei a me molhar de tesão. Dava pra sentir como Bruno brincava no meio da minha buceta, enfiando o dedo devagar e tirando. Eu tava tão acalorada que me mexi um pouco mais em cima do dedo dele. Nisso, Bruno mandou eu me deitar em cima dele. Eu levantei, prendi o cabelo... cabelo, e vi que ele tirou o short, ficando nu. Tentei sentar em cima da pica dele, mas ele mandou eu continuar chupando. Me segurou pelas pernas e me acomodou em cima dele, fiquei deitada de peito sobre o corpo dele com as pernas dobradas. Eu, sem ele precisar falar, continuei chupando a pica dele. Ele me puxou pra trás, e toda a minha buceta ficou à mercê dos lábios e da língua dele, minha bunda em cima da cabeça dele tampava o rosto dele. Quando senti que ele começou a meter a língua no meio da minha buceta, uma rajada de corrente e cócegas invadiu meu corpo. Aquela tesão no meu corpo virou um fogo incontrolável. Apertei as pernas dele com muita força, e meus gemidos só entregavam a satisfação que eu sentia naquele momento. Me perdi naquela sensação, fechando os olhos. Aproximei meu rosto do pau dele e, como se fosse um ímã, ao abrir a boca, senti a ponta entrando. Brincando com a língua, molhava aquele pau quente e duro. Tava voando naquele mar de sensações, sentia a língua dele se mexendo no meio da minha buceta, e as mãos dele apertando minhas pernas. Era inexplicável aquela sensação. Ele começou a dar tapas na minha bunda, o que me deixava mais excitada, e provocava em mim gemidos suaves que entregavam minha excitação. Ele deu mais tapas, mas isso fazia eu me mexer, e a língua dele se movia por toda a minha buceta, me deixando mais e mais excitada. Eu já queria sentir o pau dele. Tentei me ajeitar, mas o Bruno me segurava pra continuar lambendo toda a minha buceta. Aquele forcejo me dava ainda mais êxtase. Tava rendida a ele, ia deixar ele continuar no que tava fazendo, mas naquele momento ouvimos abrirem o portão da minha casa. Nos assustamos, e eu rapidamente saí daquele quarto e fui pro meu. Ouvi passos e, pela porta um pouco aberta, espiei pra ver quem era. Tava com medo. O medo de saber me venceu, e me joguei na cama, me cobri com o lençol que tava em cima, mas pelo medo que tive, esqueci de fechar direito a porta do meu quarto. Quando ouvi subirem as escadas, já era tarde pra fechar minha porta. Tava com medo do Bruno ser pego assim, ouvia cada vez mais perto os passos de alguém andando pelo corredor, quis me cobrir com meu edredom, porque o lençol era tão fino que dava pra ver a roupa que eu tava usando, além de entregar minhas safadezas. Tava com tanto medo de ouvir aqueles passos, ouvi que entraram no quarto do Bruno e saíram num instante. Tava com medo, senti que pararam perto do quarto da minha mãe e do meu. Omg!!! eu pensava na minha cabeça, bem devagar tentei puxar meu edredom pra me cobrir, mas tinha deitado em cima dele. Quando ouvi os passos ainda mais perto, me virei de lado, de costas pra porta do meu quarto, fingi que tava dormindo quando ouvi abrirem minha porta. Minhas pernas tremiam de medo, e só tentei ficar parada, fingindo que tava dormindo. Fiquei assim por um tempinho quando ouvi fecharem a porta, deixando uma fresta entreaberta. Ouvi descerem as escadas e levantei pra espiar quem saía de casa. Quando chegou perto do portão pra sair, era o pai do Bruno, meu tio, que tinha voltado de repente. Não tava com nada nas mãos, me deixou cheia de dúvidas e curiosidade pra saber por que ele tinha voltado. Rapidamente fui pro quarto do Bruno, que me esperava pelado de novo, perguntei por que o pai dele tinha voltado tão de repente. Ele, sorrindo, me disse: — Esqueceu de levar o passaporte dele e voltou pra pegar, quase nos pegou, né? Meio intrigada, a resposta dele me acalmou, e aí falei pro Bruno: — Parece que seu pai deu uma espiada no meu quarto, sei lá... será que ele achou que a gente tava fazendo alguma coisa? Falei meio preocupada, ainda com medo. Ele me disse: — Quem sabe ele pensou que você tava acordada e, se te espiou e te viu dormindo, não dá nada!! Mas depois, meio sério, falou: — Ei... mas você tava coberta, né? Porque olha, você tá assim com essa roupa que eu te dei, se ele te viu, me fala logo!! Aí eu disse: — Óbvio que me cobri, não sou tão descuidada assim!! Tentei acalmá-lo, porque vi que ele tava meio irritado, mas não mencionei que me cobri com um lençol bem fininho, porque se fosse assim, talvez ele ficasse bravo. Quando vi ele mais calmo, rapidinho ele falou: — Onde a gente tava mesmo? E me pegando pela mão, me puxou pra cama. Falei que não tava mais a fim, ele disse: vamos pra sala, fazer café da manhã e aí a gente vê. Fizemos tudo isso, sentamos no sofá vendo uma série, ele ficava apalpando meus peitos e me beijando com tanta safadeza que me tirava o ar. Fui me excitando aos poucos com as carícias dele, do jeito que ele apertava meus biquinhos com os dedos, tão delicado, que me fazia tremer toda. Olhava fixo pra ele, com um olhar que se perdia no tesão. Ele me viu toda molhada e, sem perguntar nada, me deitou no sofá, baixou a cueca e meteu a pica quente dele na minha buceta. Era uma delícia, eu gemia igual uma puta no cio. Ele gozava dentro de mim e a gente descansava. Ficamos assim o dia inteiro, entre amassos e fodas. Quando chegou a noite, recebi uma ligação da minha mãe. Eu tava chupando a rola do Bruno enquanto ele via o filme dele. Minha mãe perguntou o que eu tava comendo, e eu falei que tava chupando um pirulito de morango. Ela disse pra não comer doce de noite, mas eu falei que era só um. Não íamos ficar sozinhos naquela noite nem na seguinte, mas disfarçadamente perguntei se meus tios estavam bem. Aí minha mãe falou que meu tio ainda não tinha chegado, que talvez ele fosse dormir aqui. Me assustei e a gente levantou do sofá. Já eram quase 20h, e se ele nos pegasse naquela situação, ia dar uma merda enorme. Enquanto nos trocávamos, continuei conversando com minha mãe até ela se despedir e desligar. A gente limpou e arrumou tudo na sala. Entrei no meu quarto, tomei um banho rápido e troquei de roupa — uma roupa normal do dia a dia pra não levantar suspeitas. Quando tudo tava limpo, já eram 21h20 e nada. A gente supôs que ele tinha ido pra casa da minha mãe e da minha tia, mas ficamos na nossa. Combinamos com o Bruno que, se ele não chegasse até as 22h, eu passaria lá. Quarto pra dormir juntos. Pra passar o tempo, Bruno ficou na sala vendo filme, eu entrei no meu quarto e fiquei espiando pela janela pra ver se meu tio chegava ou não. Quando deu 22:20, vi pela janela que Bruno foi no portão trancar com cadeado, apagou as luzes e foi apagando as luzes da sala, da cozinha, até a do corredor, subiu as escadas e me olhou, parada na porta do meu quarto, fez sinal pra eu entrar no quarto dele, eu falei que ia num instante, entrei no meu quarto e me arrumei um pouco, o cabelo, escovei os dentes e não sabia que roupa usar, então, me despi e usando uma blusa sem alças e uma calcinha fio dental branca fui pro quarto do meu homem. Quando entrei e fechei a porta, começamos a foder, tava tão excitado e cheio de energia que curtia 100% cada segundo que tava do lado dele. Ficamos assim a noite toda, transávamos, descansávamos, dormíamos e depois voltávamos a fazer, esquecemos do meu tio e do medo de se ele vinha ou não. Quando deu 4:34, estávamos cansados, suados e grudados de tanta fodida sem parar que tivemos, eu tava vermelha de tanta excitação, sensível na minha buceta, que até a brisa leve me dava cócegas, o primeiro a dormir foi Bruno, e pra não incomodar ele, cobri ele com o lençol dele e fui pro meu quarto, tava exausta, me lavei e coloquei uma pijama, me deitei e dormi. Lá pelas 13:45 acordei, olhei meu celular e tinha várias chamadas perdidas da minha mãe, liguei pra ela e ela atendeu na hora, perguntou o que tinha acontecido e eu falei que tava terminando de limpar e que meu celular deixei no meu quarto, por sorte ela acreditou, me deu as recomendações dela e falou que iam chegar lá pelas 20:00, levantei e assustada comecei a limpar. Bruno saiu do quarto dele e perguntou o que foi? Quando ouviu o que eu falei, me ajudou a limpar, lá pelas 16:23 paramos pra descansar, tava tudo limpo, ele me olhou e pegou na minha cabeça, sem resistir, abaixei o shorts e a cueca dele e comecei brincando com o pau dele enquanto enfiava na minha boca, ele acariciando meu cabelo dizia: é assim que eu gosto, que você seja obediente, sua putinha gostosa!! fiquei assim, enquanto ele via tv, os dois ocupados com suas coisas, quando senti que o pau dele foi endurecendo, pensei que ia poder dar uma última foda, mas ele me pegou pelo cabelo e me fez chupar e enfiar mais o pau dele na minha boca, naquele instante, senti uma descarga forte de porra saindo do membro dele, era tão grossa que dificultava minha respiração e tive que babar pra fora da boca, escorria pelo pau e ele me obrigava a limpar com a boca, quando me soltou fui correndo pro banheiro, tava toda manchada daquele líquido no meu rosto, cuspi o que tinha na boca, me olhei no espelho e não podia acreditar no que tinha me tornado, vi através do espelho que já não era mais aquela menina doce e meiga, tinha me tornado uma mulher insaciável, decidida a satisfazer seu homem e seus desejos mais obscuros, quando lavei o rosto comecei a chorar inexplicavelmente, doía minha boca, minha garganta, mas apesar disso, sentia satisfação de ter visto Bruno feliz. Quando nossos pais chegaram, minha tia disse que tinham encontrado uma casa na zona sul, que no dia seguinte podiam se mudar e se acomodar com o tempo, senti uma tristeza enorme ao saber que Bruno ia sair da minha casa, naquele momento só virei pra olhar ele e ele como se nada festejava com os pais por terem encontrado uma casa, eu tentei disfarçar minha tristeza mas deu uma vontade de chorar, que me retirei pra cozinha pegar um copo d'água, respirei fundo e tentei não chorar, Bruno entrou na cozinha e se encostou do meu lado, sussurrou no meu ouvido: Te vejo mais tarde.......e agarrando com toda a mão minha bunda apertou e deu um tapa tão forte que ecoou, me excitou tanto que me acalmou, ao voltar pra sala, meus tios e minha mãe estavam muito exaustos de tanto andar, minha mãe dormia no sofá, minha tia pegou e disse que ia descansar e o marido seguiu ela, minha mãe me disse pra fechar tudo e apagar as Luzes, Bruno se ofereceu pra me ajudar e minha mãe disse que ele era muito atencioso. Quando subiram pro primeiro andar, a gente deixou passar um tempinho, ficamos em silêncio, eu levantei e comecei a fechar as janelas e apagar as luzes. Bruno fechou o portão com cadeado e, quando eu ia apagar a luz do corredor, ele me agarrou e me encostou na parede, me deu um beijo forte e apertou minhas nádegas com força. "A gente se vê mais tarde", ele disse e subiu as escadas correndo. Fiquei ali parada por um momento, e depois subi pro meu quarto. Bruno tava dentro do quarto dele conversando com os pais, ouvi que ele ia embora às 8 da manhã, isso me deu uma angústia. Entrei no meu quarto e sentei pensativa, triste, chorosa. Troquei de roupa, coloquei uma pijama, e daí a pouco minha mãe entrou dizendo: "Filha, ainda bem que encontramos casa, já não queria mais te deixar desconfortável... E como é que o Bruno se comportou enquanto te fazia companhia?" Eu, meio tristonha, falei que ele se comportou bem, que só era quieto, mas que é um bom garoto... Minha mãe me disse que lá o pai dela discutiu e tratou mal minha tia, e falou muito mal do Bruno. Isso me deu muita raiva, mas minha mãe disse que ia falar com minha tia pra ver se o Bruno pode vir nos fins de semana, pra te fazer companhia, filha! Enquanto eu tô trabalhando! Isso me encheu de alegria, mas notei ela bem cansada, quase dormindo. Falei pra ela ir descansar. Todo mundo foi dormir, ainda eram 22h08. Eu saí pra espiar o corredor e, lembrando do que o Bruno disse, deixei a porta do meu quarto semiaberta. Tava tudo escuro, e poxa, não sabia se ele ia vir ou não... Me deitei e dormi como se tivesse tomado um remédio. Quando, no escuro, senti um apalpamento entre minhas pernas, por baixo do meu edredom, me assustei e acendi a luz do abajur, que tava coberta com uma blusa minha. Era o Bruno. Ao vê-lo, me assustei e falei que era perigoso ele estar ali. Ele disse que todo mundo tava bem cansado e dormindo como pedra. Sentei na minha cama e ele disse que tinha trancado a porta do meu quarto com o cadeado. Quarto. Ele sentou do meu lado e me disse: — Troca de roupa! Eu, bem obediente, me levantei e comecei a tirar meu pijama, ficando só com uma calcinha fio dental azul. — Ele me olhou e disse: — Você já estava preparada! E sem pensar, baixou o short e a cueca, deitou, e eu, sem perder um segundo, me joguei pra chupar o pau dele, enquanto ele apalpava minha bunda com as mãos. A gente tava contra o relógio, e cada segundo era importante. Eu chupava o máximo que podia, e ele começou a chupar minha buceta também. Me esquentou tão rápido, e eu esquentei ele também. O pau dele foi ficando duro. Eu me deitei de lado, e o pau dele foi me penetrando enquanto ele me abraçava e apertava meus peitos. A gente tinha tanta coisa pra dar naquele momento que cada gemido que saía de mim, eu dava bem perto do ouvido dele, me segurando pra não explodir e gritar tudo que eu sentia na hora. Ele apertava minha bunda tão forte que parecia um tapa. A gente fazia tudo com o menor barulho possível, mesmo que por uns segundos saíssem da minha boca uns gemidos meio estranhos. Quando Bruno ouvia, ele tapava minha boca e colocava os dedos nela, como se fosse o pau dele. Eu chupava os dedos dele tão suave que ele sussurrava: — Você é minha putinha! E eu balançava a cabeça, dizendo que sim. Naquele momento, senti o pau dele mais duro, parecia que eu tava sendo atravessada por um pedaço de pau. Ele me levantou e me fez sentar em cima dele. Eu tava em êxtase. Me mexia tão rápido que minha bunda batia nas bolas dele e fazia um barulho leve de batida. Ele segurou minha bunda e controlou meus movimentos. A gente tava tão sincronizado. Apertando minha bunda com as mãos, ele me ajudava a subir e descer no pau dele. Me fazia sentar completamente em cima dele. Minha buceta sumia com o pau dele todo dentro de mim, batendo lá dentro e causando uma dor leve que eu aguentava pra satisfazer meu homem. Naquele momento, um dos dedos dele chegou na entrada do meu cu. Eu me assustei e falei que não, mas ele começou a massagear em círculos, com a intenção de colocar o dedo dentro. Com muita mesquinharia, apertei como pude e... evitei que ele fizesse tal coisa, me puxei pra ele e ele disse que da próxima vez aquela buceta seria dele, eu tava feliz, concordei com tudo na hora, montei naquela pica até deixar ela toda desgastada, as últimas gotas de sainha saíam da pica dele e se guardavam na minha buceta, ficamos exaustos, quando olhei o relógio, eram 2 da manhã e o Bruno espiando saiu do meu quarto bem na surdina, fiquei observando se alguém falava mas tava tudo em silêncio. Tava feliz, me lavei e deitei pra dormir. Na manhã seguinte, eram 6:25 da manhã, acordei como se meu despertador tivesse tocado, ouvi minha tia e o Bruno arrumando as malas, minha mãe tava na cozinha, todo mundo tinha acordado cedo, minha mãe fazia café da manhã e então me lavei, troquei de roupa e bem disfarçada me aproximei do quarto do Bruno, perguntei se podia ajudar mas minha tia disse que já tavam terminando, ao ver o Bruno colocando a mala no chão, minha tia falou vamos filho vai tomar banho pra gente ir rápido, e quando o marido dela saiu do chuveiro de toalha me olhou fixo como se eu devesse algo pra ele, me afastei dali e desci pra sala, ajudei minha mãe a arrumar a mesa, café da manhã todo mundo e chegou a hora, a van que ia levar eles pra casa nova buzinou, minha mãe se despediu do tio e da minha tia, eu me despedi da minha tia e enquanto conversavam meu tio se aproximou, foi um momento estranho porque ele se despediu e me apertou forte contra o corpo dele, tentava me abraçar mais mas me afastei rápido, me aproximei do Bruno e falei pra ele não me esquecer, ele respondeu no meu ouvido: — sobe lá no meu quarto, e eu obediente enquanto eles se despediam e saíam pra fora, Bruno falou pra mãe dele que ia pegar a bolsa, quando olhei pela janela minha mãe tava lá fora com minha tia e meu tio, Bruno me agarrou por trás e me puxou pra longe da janela, me beijou tão apaixonado que enquanto beijava enfiou a mão entre minha calcinha e tocou minha buceta, enfiando o dedo e massageando, me excitou tanto que me abaixei e ele tirou a pica dele e dei uma chupada nele, falando: não me esquece, por favor!! Ele me disse: —você é minha mulher! minha putinha! sou seu dono, nem pense em dar pra outro!! apertando meus peitos, ele se abaixou e, disfarçadamente, se despediu da minha mãe. Eles foram embora e ele foi se afastando de mim, o cara que me transformou numa putinha completa. Quando minha mãe entrou, ela me disse que minha tia aceitou o Bruno passar os fins de semana em casa... feliz e contente.... espero cada finde pra me divertir ao lado do cara que me fez sua mulher e sua putinha. Espero vocês na próxima história que eu viver na minha vida, beijinhos pra todos, e comentem o que acharam... sejam legais, porque sou nova nisso tudo!!!! Fim

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