Acordamos no domingo, em teoria esse seria o último dia (não seria assim), tinha uma tempestade muito forte e lá fora estava tudo cheio de lama, então passamos o dia todo dentro do enorme complexo, jogamos cartas, jogos de tabuleiro, e a família dele ficou conversando, começaram perguntas tipo: Há quanto tempo vocês são um casal? Como se dão? Planejam o futuro? E coisas assim, eu obviamente mentindo em tudo, tive que improvisar, somos um casal há alguns meses, nos damos muito bem, na verdade nos gostamos muito, e não, ainda não planejamos nada, ainda não é suficiente, essas coisas precisam ser muito mais conversadas, eu dizia pra família dele enquanto tentava evitar a conversa a todo custo, mas eles continuavam, perguntaram sobre minha família, de onde eu era e até indiretamente se eu estava com ele por dinheiro, eu estava muito desconfortável, até que o Ramón chegou para me salvar. Cande, se escuta um grito, vemmmmm, imediatamente me levanto e vou, era o Ramón que queria me levar para passear pelo campo molhado, onde já tinha parado de chover, e assim foi, fomos dar um passeio, nos sujar um pouco e sair de uma conversa super desconfortável, fomos e como dois bons amigos pulamos na lama, corremos nos cavalos e nos molhamos entre as plantas, o último dia passou muito rápido, e mal tínhamos nos beijado, até que chegou a última refeição, nós fomos à adega da família buscar uns bons vinhos para degustar a última refeição em família, lá embaixo o Ramón se aproximou de mim e se colou. Ramón: Obrigado por tudo, Mati… Cande: Nesse corpo eu sou Cande Ramón: Sim, Cande… Disse quando agarrou meu pescoço e em seguida me beijou, eu sabia que aqui ele não precisava fingir, mas ele realmente estava agindo como se eu fosse sua namorada de verdade, estava me beijando muito apaixonadamente, eu me deixei levar, correspondi ao beijo e segui suas intenções, sabia o que ia acontecer e realmente desejava, meu corpo precisava, baixei meu shorts, ele desabotoou a calça.
Tivemos um encontro rápido, um rapidinho, não podíamos demorar porque tínhamos que levar o vinho. Mal chegamos a 10 minutos, eu tirei ele, falei pra ele subir a calça, que estavam nos esperando, não dava pra fazer isso aqui, íamos deixar pra cama, te esperava uma noite longa. E foi assim mesmo, chegamos meio desarrumados e suados, já estavam nos provocando, mas ignoramos e sentamos pra comer, brindamos, comemos outro bolo e depois fomos deitar. A maioria ia embora de manhã cedo, incluindo os pais dele, nós íamos ficar um pouco mais, então essa noite dava pra gente se divertir.
Foi assim, nem 5 minutos depois de termos deitado que já estávamos nos masturbando um ao outro, e mesmo eu tendo experiência nisso, ele estava tomando as rédeas, eu estava sentindo umas 4 vezes mais prazer que ele, seus dedos estavam chegando bem fundo e eu estava muito excitado, não aguentava mais e decidi mudar de posição, porque já sabia onde isso ia dar.
Comecei a chupar ele enquanto ele continuava me masturbando, foi difícil, não conseguia me concentrar com os dedos dele entrando e saindo da minha buceta, eu já estava completamente no clímax, prestes a gozar e Ramon só me olhava, ele fica excitado quando eu estou excitada, até que soltei um grande gemido (ahhhh), foi um orgasmo muito intenso, já tinha experimentado isso antes, mas esse não tinha comparação. Ele me colocou de quatro e me segurou pelos braços, ainda não tinha gozado nenhuma vez e eu já tinha acabado, sabia que me esperava uma longa noite, e assim foi, eu toda sensível, já que tinha acabado de gozar e ele fresco que nem alface, com duas cargas de porra prontas pra me dar, ele me comeu e comeu por um bom tempo.
A única coisa que eu podia fazer naquela posição tão submissa era gemer como sua putinha, estava completamente entregue ao prazer que ele me fazia sentir. Cande:_mmmmm mais devagar (sussurrando), não vou conseguir aguentar. Ramón:_Então tampa a boca com a mão. E ele continuou me comendo com toda a força, muitas e muito duras investidas recaíam na minha buceta, até que.
Ele tinha gozado dentro, eu podia sentir o pau dele pulsando dentro de mim e um jato forte de porra se espalhando no meu interior. Com uma cara bem preocupada, eu disse: "O que você fez?". Mas ele me ignorou completamente e, não só isso, me agarrou ainda mais forte, prendeu meus dois braços com uma só mão e começou a dar umas palmadas devagar na minha bunda, seguindo assim para o segundo round.Eu estava completamente exausta, acabada e vencida, tinha chegado no meu limite. Mas ele não, estava mais forte e vigoroso do que nunca, metendo na minha buceta como se não houvesse amanhã. Então, a única coisa que fiz foi soltar uns leves "mm" enquanto levantava a bunda e esquecia completamente do que ele tinha acabado de fazer, só para ele continuar me comendo. O segundo round durou quase uma hora, até que ele gozou de novo, e de novo dentro. Mas como eu não aguentava mais, nem dei desculpa, simplesmente deitei e fui dormir, com a buceta feliz e cheia de porra.
No outro dia, me levantei e coloquei uma calcinha fio-dental e um roupão para me cobrir e ir ver se tinha alguém. Encontrei um bilhete que dizia: "Já fomos, todos temos coisas para fazer. Cande, quando acordar, fale com Ramón e combine um voo para amanhã. Não fiquem muito tempo no complexo. Beijos." Com esse bilhete e um copo d'água, voltei para a cama.
Deitada eu consigo sentir eles tirando minha calcinha, Ramón não tem mais ninguém além de nós, eu disse. Ramón:_Já sei, vida de rico, todo mundo tá sempre muito ocupado, não se preocupa hoje estamos sozinhos de novo, vamos nos divertir um dia aqui e amanhã cedinho a gente volta (enquanto tinha tirado minha calcinha completamente). Dessa vez você vai poder gritar o quanto quiser
Ele me colocou em cima dele e, sem qualquer preliminar, enfiou o pau de uma vez. Cande: Ahhh, devagar. Gritei, completamente vulnerável diante do seu membro enorme, mas ele não pareceu se importar. E acelerou o ritmo. Cande: Ahhh, não seja ahhh tão bruscooo ahhhh, ainda estou sensível ahhhh por causa de ahhh ontem à noite. E enquanto ele me comia com a determinação de um mórmom batendo à porta, a única coisa que eu fazia era gemer com todas as minhas forças, sem a menor intenção de parar. Por um bom tempo, só transamos, até que ele chegou ao seu limite e disparou dentro de mim mais uma carga de porra, embora essa não fosse tão grande quanto as anteriores. Depois disso, ele me disse para me trocar enquanto acariciava minha bunda, para irmos tomar um café da manhã, recuperar um pouco as energias e continuar por aí.Tomamos o café da manhã, que foi mais um almoço, já que eram 12h20 da tarde, e fomos tomar banho. Essa tarde íamos fazer muitas coisas, e assim foi. Novamente, ele me levou para cavalgar, dessa vez pela trilha que não estava enlameada. Eu, na frente dele, ele me mostrando como guiar um cavalo. Eu estava sentindo uma emoção estranha, estava me divertindo muito, me sentia o centro do mundo. Parecia que ele realmente gostava de mim. Ele terminou de me mostrar toda a propriedade, os campos, outros churrasqueiros, as plantações. Passando pelos vinhedos, fizemos amor na grama, onde senti muita emoção; no estábulo, como se fôssemos dois fazendeiros; eu chupei ele dentro do lago, como dois apaixonados.
Assim, quase perdemos a tarde toda. Quando percebi, o efeito da pilula estava acabando. Ele me deu uma e disse: "A última, irmão. Hoje a gente curte, e depois a gente finge que nunca aconteceu. Mesmo eu tendo me divertido pra caralho e nunca tendo me sentido tão bem com alguém, essa é para a nossa despedida." Cande: Peguei a pilula da mão dele, para fechar o melhor fim de semana da minha vida. Beijei ele em um beijo longo e apaixonado, onde tantas emoções transbordavam do meu corpo. Entramos novamente na sala para o que seria a nossa despedida. Jantamos como reis e fomos embora. para o quarto.
Nós demos prazer um ao outro, eu chupava seu pau com a língua dentro da minha buceta, ambos estávamos sentindo muito prazer e chegando ao clímax, até que gozamos ao mesmo tempo. Depois ele mete em minha vagina enquanto eu abro as pernas e as enlaço na sua cintura, tentando que ele fique o mais colado em mim, para que em seguida ele me beije, enquanto agarra meus peitos com uma mão, estávamos nos dando todo o amor que podíamos, talvez não da melhor maneira, mas tentamos, até que ele interrompe o beijo e me pede uma última coisa. Ramón: É a despedida, por favor, deixa eu meter no seu cu. Eu imediatamente pulo e grito que não. Mas ele corta o sexo tirando o pau, e apoiando na minha entrada traseira, por favor, a última coisa que te peço, depois disso não vamos transar mais, preciso saber como é a sensação. Com mais dúvidas que certezas respondo que não outra vez, mas ele continua insistindo, até que aceito, devagarinho e só um pouquinho porque é a última vez, certo?
Ele começa a enfiar no meu cu, ahhhh eu gemo, enquanto milímetro a milímetro, o pau dele vai avançando até entrar tudo, as bolas dele batem no meu ânus e ele começa a tirar devagarinho, ahhhh gemo de novo, o pau dele era muito grande, estava me alargando a bunda, dava pra sentir se expandindo, enquanto ele lentamente tirava o cacete, até que saiu tudo de novo, e depois entrou de volta, a cabeça foi o que mais doeu novamente, mas dessa vez um pouco menos e depois menos e menos até finalmente parar de doer, e começou a ficar muito gostoso, enquanto eu me masturbava com uma mão e segurava uma perna com a outra, ele começou a acelerar o ritmo, metendo e tirando cada vez mais rápido, diante dos meus gritos de prazer. Até que não era mais rápido, era muito forte e muito rápido, 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏 as estocadas duras soavam como palmas, eu gemia aos gritos enquanto ele estava arrombando meu cu, não conseguia nem pensar, a mente ficou completamente em branco, a única coisa que conseguia fazer era gemer, ahhh, mais mais, meu deusss, issooo assimmm, ahh Ramón, eu saía de dentro e ele concentrado, arremetendo contra minha bunda, dessa vez segurando uma perna com cada mão, para deixá-las bem abertas e começar a me masturbar, fazendo círculos no meu clitóris, enquanto enfiava 2 dedos, meus olhos ficaram completamente brancos, enquanto eu gemia (ahhhhhh issoooooo assimmmmm), até que gozei de novo, um orgasmo completamente diferente dos outros, esse foi o ápice máximo do prazer, tinha 2 buracos cheios e meu ponto mais sensível estimulado, estava no céu, até que de repente uma sensação estranha me invadiu, ahh ele geme dessa vez, dava pra sentir o pau dele engrossando e soltando porra no meu cu, ahhhhh ahhhh ahhh gritei, foi muito estranho, ele estava disparando a semente lá no fundo, e estava quente, ele tira o pau, agora completamente mole e um jorro sai do meu ânus, a porra estava escorrendo, eu estava completamente exausta, e amanhã tinha que acordar cedo, então nem fui me banhar e simplesmente trocamos os lençóis e caímos na cama pra dormir. Na última noite, dessa vez dormi de bruços, já que não conseguia apoiar a bunda. De manhã, acordamos e fomos pro aeroporto, pra voltar pra nossa cidade. Era o fim, tinha acabado, eu não ia mais ser mulher, mas estranhamente sentia um vazio por dentro. Não sabia o quê, mas tinha alguma coisa errada. Será que eu tava com saudade disso? Fim. Continua??
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