Faz ventosa com a bunda que o bagulho é longo.
Acontece que no ensino médio, lá por 2010, uma mina não parava de me encher o saco – e com encher o saco quero dizer que me batia, me xingava e uma vez quase fez eu cair pelas escadas do segundo andar, basicamente bullying na veia. Fui falar com os professores, orientadores e diretores da escola pra eles intervirem, mas como sempre acontece nesses casos, a ajuda foi pouca e inútil. Essa garota não parava de me perturbar, jogava meu material no lixo, ria na minha cara com as amigas, cuspia em mim e me xingava de graça. Eu também não podia fazer nada além de pedir pra ela parar. Bater nela não era uma opção, porque provavelmente quem ia se foder era eu, mesmo estando me defendendo. Bom, aguentei isso até chegarmos no 4º ano, e finalmente essa mina foi transferida de escola. Quando isso aconteceu, foi paz pra mim – ou pelo menos era o que eu achava, até que uma tarde uma das amigas dela, que ainda era minha colega, me confrontou e perguntou:Por que você nunca deu bola pra Rocio?E eu, totalmente surpreso, falei pra ela que nunca dei bola porque ela sempre me tratou mal sem motivo nenhum, e foi aí que essa colega me revelou que a Rocío estava secretamenteapaixonadade mim e que o bullying que ela me fez sofrer durante 4 anos era o jeito dela de interagir comigo, fiquei duro e totalmente incrédulo com o que ela me disse, porque pela minha lógica e acho que da maioria, quando você gosta de alguém, faz coisas pra chamar a atenção dessa pessoa, mas sem machucar a pessoa em questão, mas parece que a Rocío não era exatamente normalzinha e vocês já vão entender.
Passam os anos, me formei no colégio, sigo minha vida e esqueço da Rocío, até uma noite que cruzei com ela num baile, a gente se cumprimentou, conversou, bebeu junto, dançou, tudo muito cordial e numa boa, como se fôssemos amigos de infância, mas eu não esqueci tudo que ela me fez passar, então na saída do baile levei ela pro meu apê, já lá e os dois prontos pra transar, me vinguei de tudo, não fui direto ao ponto, primeiro tateei a situação.
Enquanto a gente tava se pegando e esquentando, agarrei forte a bunda dela e dei um tapa, ela soltou um gemido leve e eu pergunteiVocê gosta de pau duro?Aí ela, olhando nos meus olhos e mordendo o lábio, balança a cabeça concordando, na hora. Peguei ela pelo pescoço, beijei ela de língua e fui tirando a roupa dela bruscamente, ela só se deixou levar, parecia um saco de batatas porque eu jogava ela de um lado pro outro. Depois disso, ela desceu e me chupou tão forte e tão bem que por um segundo esqueci a raiva que sentia dela. Já no meio do ato, meti nela pra ela guardar e arquivar, até que num momento peguei ela pelo pescoço e falei:Me pede desculpas por tudo, sua puta de merdaE como ela era super masoquista e submissa, fez tudo que eu pedi, no final eu me satisfiz e com juros. E caso estejam se perguntando, não, esse relacionamento não deu certo.
Ela tentou, depois daquela noite me pediu desculpas já num clima mais sério, digamos assim, e ficou me enchendo o saco pra sair por semanas, mas eu não aceitei,
falei pra ela que o nosso rolê tinha sido só coisa daquela noite e que, pelo menos da minha parte, não tinha a menor intenção de ter um relacionamento com ela, nem de amizade.
Acontece que no ensino médio, lá por 2010, uma mina não parava de me encher o saco – e com encher o saco quero dizer que me batia, me xingava e uma vez quase fez eu cair pelas escadas do segundo andar, basicamente bullying na veia. Fui falar com os professores, orientadores e diretores da escola pra eles intervirem, mas como sempre acontece nesses casos, a ajuda foi pouca e inútil. Essa garota não parava de me perturbar, jogava meu material no lixo, ria na minha cara com as amigas, cuspia em mim e me xingava de graça. Eu também não podia fazer nada além de pedir pra ela parar. Bater nela não era uma opção, porque provavelmente quem ia se foder era eu, mesmo estando me defendendo. Bom, aguentei isso até chegarmos no 4º ano, e finalmente essa mina foi transferida de escola. Quando isso aconteceu, foi paz pra mim – ou pelo menos era o que eu achava, até que uma tarde uma das amigas dela, que ainda era minha colega, me confrontou e perguntou:Por que você nunca deu bola pra Rocio?E eu, totalmente surpreso, falei pra ela que nunca dei bola porque ela sempre me tratou mal sem motivo nenhum, e foi aí que essa colega me revelou que a Rocío estava secretamenteapaixonadade mim e que o bullying que ela me fez sofrer durante 4 anos era o jeito dela de interagir comigo, fiquei duro e totalmente incrédulo com o que ela me disse, porque pela minha lógica e acho que da maioria, quando você gosta de alguém, faz coisas pra chamar a atenção dessa pessoa, mas sem machucar a pessoa em questão, mas parece que a Rocío não era exatamente normalzinha e vocês já vão entender.
Passam os anos, me formei no colégio, sigo minha vida e esqueço da Rocío, até uma noite que cruzei com ela num baile, a gente se cumprimentou, conversou, bebeu junto, dançou, tudo muito cordial e numa boa, como se fôssemos amigos de infância, mas eu não esqueci tudo que ela me fez passar, então na saída do baile levei ela pro meu apê, já lá e os dois prontos pra transar, me vinguei de tudo, não fui direto ao ponto, primeiro tateei a situação.
Enquanto a gente tava se pegando e esquentando, agarrei forte a bunda dela e dei um tapa, ela soltou um gemido leve e eu pergunteiVocê gosta de pau duro?Aí ela, olhando nos meus olhos e mordendo o lábio, balança a cabeça concordando, na hora. Peguei ela pelo pescoço, beijei ela de língua e fui tirando a roupa dela bruscamente, ela só se deixou levar, parecia um saco de batatas porque eu jogava ela de um lado pro outro. Depois disso, ela desceu e me chupou tão forte e tão bem que por um segundo esqueci a raiva que sentia dela. Já no meio do ato, meti nela pra ela guardar e arquivar, até que num momento peguei ela pelo pescoço e falei:Me pede desculpas por tudo, sua puta de merdaE como ela era super masoquista e submissa, fez tudo que eu pedi, no final eu me satisfiz e com juros. E caso estejam se perguntando, não, esse relacionamento não deu certo.
Ela tentou, depois daquela noite me pediu desculpas já num clima mais sério, digamos assim, e ficou me enchendo o saco pra sair por semanas, mas eu não aceitei,
falei pra ela que o nosso rolê tinha sido só coisa daquela noite e que, pelo menos da minha parte, não tinha a menor intenção de ter um relacionamento com ela, nem de amizade.
2 comentários - Me vengué de mi bully de la mejor forma.