Fala, galera, essa é uma história nova que vim contar pra vocês.
A gente ficou meio afastado de tudo isso, tanto no virtual quanto no pessoal.
Depois de uns "desencontros", começamos a ativar aos poucos.
Sem mais enrolação, vou começar a contar a história, os fatos que tão rolando por esses dias. Quando começamos a ativar um pouco, a gente foi tentando fazer umas coisas pra se esquentar.
Acontece que perto de casa abriu um maxikiosco/mercearia, e os donos são quatro caras entre 23 e 26 anos. Um deles eu conheço desde moleque, e ele é super gente boa.
Vou direto comprar cigarro ou coca ou o que precisar… nunca são os mesmos.
E geralmente quando vou de noite, eles tão sempre fumando um beck… verdade, os caras são muito legais.
Uma noitinha, fui lá, comprei os cigarros, e tavam dois desses caras, fechados, saindo uma marola de maconha pra caralho, kkkk. Comentei sobre isso, e a gente se cagou de rir. Eles me chamaram pra fumar, mas recusei. Queria chegar em casa. O negócio é que, no meio de tanta besteira, esqueci de comprar um salgadinho que a Pato queria.
Então, quando cheguei, pedi pra ela ir. A Pato tinha chegado fazia um tempinho do trampo e já tinha se acomodado, de shortinho e uma camisetinha sem sutiã, como ela costuma fazer em casa.
FOTO REAL DO PATO, OS PEITOS E OS BICOS DELA.
Pedi pra ela ir, mas avisei, morrendo de rir, que os caras tavam doidões, e minha surpresa foi que ela falou "já volto", mas nem se deu ao trabalho de trocar a camiseta ou colocar um sutiã. Me olhou com cara de safada e saiu atrás da sweepes.
Meus ratos já estavam trabalhando a todo vapor, porque naquela mesma manhã ela me contou que nas aulas de pádel, o professor dava em cima dela. Um cara de uns 60 anos, mais ou menos. Mas que também, no terreno onde ficam as quadras, estão construindo uma cantina ou algo parecido, e ela disse que tinha 4 caras, pedreiros que não pararam de olhar pra ela o tempo todo que ela ficou lá, e a gente já sabe como a Pato fica com pedreiros. Kkkkkk.
Bom, voltando ao relato, a questão é que a Pato demorou uns 30 minutos pra voltar. Ela veio como quem vem apressada? Meio ofegante. Com a carinha vermelha.
- Love, você demorou pra caralho! Tinha gente?
- Aii... não, não tinha, e acho que fiz merda.
- Como assim fez merda? Me conta...
- Mais tarde te conto... vamos comer e ir pra cama. Lá eu te conto.
Epa, isso a gente fazia antes, quando ela tinha algo quente pra me contar. Já tinha até brotado a pica e a gente nem sabia se tinha rolado algo ou não. Mas meus ratos já estavam a mil desde a manhã.
Assim que deitamos, como sempre pego o controle remoto da TV, e ela fala "nem liga", enquanto se deitava na cama.
Ela chegou perto de mim e disse: vou te contar o quão puta eu fui, espero que não fique bravo.
- Acontece que, quando fui lá, a portinha do quiosque estava aberta, e não vi ninguém, e entrei. (geralmente essa porta fica sempre fechada, e atendem por uma janelinha). Passei e abri a geladeira onde ficam as bebidas, a Schweppes estava bem lá embaixo, então me abaixei um pouquinho deixando, sem querer, minha bunda empinada, que com a legging, marca bem a fio dental, que estava bem enfiada na racha.
- Uuui love, não me diga, que pena que nenhum dos caras estava lá! Teria sido uma coisa linda de ver! Falei eu.
- Quem disse que não tinha ninguém? Quando me levantei e me virei, estava o moreninho, não o que você conhece, o outro. Parado me olhando fixamente pra bunda. E na hora ele se fez de desentendido! Ela disse.
Minha pica obviamente já estava dura, e ainda por cima ela estava passando a mão nela. Por cima da cueca.
— Caralho, que tesão, falei pra ele. E aí, o que mais rolou? Ela parou por aí? Perguntei —
— Amor, não, não parou, cê não lembra como ela tava vestida? Ela tava com aquela regatinha sem sutiã, e com o frio da geladeira, meus bicos tinham ficado MUITO DUROS. E claro, os olhinhos dela foram direto pras minhas tetas!. Ela falava enquanto continuava passando a mão na minha pica, devagar, já fora da cueca.
- Ayyy, quer me matar… que cena gostosa tô imaginando. Falei toda excitada.
- Calma, love, que ainda não terminei, você queria que eu voltasse a ser uma puta?, acho que hoje passei dos limites. Disse com a voz mais puta que vocês podem imaginar.
- Mentira… se você tava na bodega, o que mais queria fazer? Perguntei curioso e muito tesudo!!
- Bom, love, é que aquela carinha de punheteiro me deixou com muito tesão. Imagina o tecido fino da camiseta roçando meus pezinhos duros, e os olhos dele grudados neles. Isso fez meu tesão explodir, love, e você que não me dá muita atenção, pois é, desculpa, mas me deixou louca de tesão! Ela me disse.
Nesse momento ela começou a me contar como tudo seguiu, a conversa com o cara e o que rolou. Ale é o nome do cara, vamos chamar ele assim.
- Pato: ah, desculpa, não te vi! Não sabia que você tava aí.
- Ale: Não, senhor, não se preocupe, espero não ter te assustado!
- Pato: ah, sim, verdade, me assustei, jejeje, tava pegando esse salgadinho, quanto é?
- Ale: já te falo, $2100. É a retornável, né?
- Pato: sim, sim… a retornável. (não parava de olhar pros pezinhos dela sempre que podia)
- Pato: aliás, de onde você saiu? Pensei que tava lá fora.
- Ale: não, não, é que a gente tem um quartinho atrás, onde guardamos umas mercadorias, e também temos um lugar confortável, sabe que ficamos 24 horas, às vezes a gente deita um pouquinho lá.
- Pato: que legal! E é lá que vocês fumam também? Jejeje (ela foi esperta, pra puxar mais conversa)
- Ale: uii… assim tão na cara? Desculpa. É que às vezes a gente fuma um baseado.
- Pato: mas e aí, é grande? Digo, o lugar lá atrás.
- Ale: quer conhecer? Vem, passa por aqui que te mostro. (primeiro ela tratou ele por tu, segundo, França, terceiro, fez ele entrar)
- Pato: vamos ver o que rola? Enquanto isso, o cara, esperto, fechou a porta da bodega.
- Ale: fecho pra ninguém entrar, de noite a gente sempre deixa fechado.
Pato ia na frente, seguindo as instruções, o quarto não é muito Grande, tem um sofazinho, uns freezers, caixas pra todo lado, de guloseimas, biscoitos, etc.
- Pato: Que bonitinho, bem ACONCHEGANTE.
- Ale: É? Cê gostou, rainha?
- Pato: Sim, sim... é bom ter esse cantinho privado, caso um dia venha alguma namorada sua, né?
- Ale: Bom... alguns dos caras têm namorada, mas eu não. Não curto compromisso nessa idade. Além disso, gosto de mulheres mais velhas.
- Pato: E aí, o que aconteceu, te deixaram sozinho? O outro cara não tava também?
- Ale: Não, não, o JC foi embora, tinha que ir num lugar, com certeza volta mais tarde. Tamo sozinhos.
Em seguida, me conta a Pato, que ele chegou bem perto por trás. Quase encostando nela. A pele dela se arrepiou. Os biquinhos dos peitos ficaram mais duros. A buceta dela ficou toda molhada. E meu pau tava prestes a explodir enquanto ela me contava e falava tudo isso.
Não vá gozar, ele me ordenou. E continuou com o relato.
- Pato: para, cê tá fazendo o quê?
- Ale: desculpa! (enquanto dava um passo pra trás) não queria te deixar desconfortável! Pensei errado.
- Pato: (se virou e deu um passo pra frente) relaxa, o problema é se alguém aparecer, além disso, o que você vai pensar de mim? Sou uma mulher casada.
- Ale: não vai vir ninguém, rainha, e não sou ciumento, também não conheço seu marido, pra mim, sem problema. (e deu outro passo pra frente)
Ficaram colados, se olharam nos olhos, e se beijaram de boca aberta.
O Pato tava muito excitado, o magrelo começou a passar a mão na bunda dele, e claro, nos peitos também.
- Ale: que bicos gostosos, como você me excita!
- Pato: mmmm sim, cê tá com o pau duro, cara?
E tocou no pau dele, que tava bem duro e empinado. (Enquanto continuava me masturbando devagar, eu tava prestes a explodir literalmente).
O magricela levantou a blusa dela e ficava chupando e apalpando os peitos dela.
Ela foi enfiando a mão dentro da calça dele, não aguentou mais o tesão que tava sentindo.
Se abaixou, puxou a calça dele pra baixo, deixou o pau duro sair pra fora,
e começou a fazer o que faz de melhor, chupar a pica dele, primeiro passava a língua por toda a pica, e depois enfiou ela inteira na boca.
Ela me conta que não era muito grande, um pau normal. Nem todo mundo vai ter um monstro de pau!!! Vamos ser realistas.
Eu chupava o pau dele, engolia ele, passava a língua nos ovos enquanto batia uma pra ele, e depois voltava a chupar de novo.
Em uma dessas, percebi que ele tava prestes a gozar. E chupei com mais vontade ainda. Entre gemidos, ele foi soltando toda a porra na boca dela, enquanto ela engolia o máximo que conseguia.
(Comigo ela não faz isso, de vez em quando eu gozo na boca dela, mas ela cospe tudo).
Foi nesse exato momento que ela sentiu a porta do quiosque abrir:
— Ai, que vergonha! O outro cara voltou. Então me ajeitei um pouco e, sem dizer nada, saí do quartinho. O cara me olhou nos olhos, eu, toda envergonhada, peguei o suco e vim correndo pra casa. Não quis nem olhar pra trás. Ela disse:
— Nossa, amiga! Que merda! Me diz que não era o cara que me conhece.
— Sim, amiga. Era ele. Agora eles vão saber que você é um corno manso.
Enquanto ela me contava isso, eu jorrei toda a porra com força, não tinha parado de me tocar durante toda a história.
Fazia tempo que eu não gozava assim, tinha esquecido como tudo isso é gostoso e como me excita.
Em seguida, ela me disse:
- Agora me chupa a buceta que eu preciso gozar, tô muito tesuda!!!!
Não foi um pedido, foi mais uma ordem, que eu obedeci na hora, e dei uma chupada de buceta memorável, embora curtinha, porque com o tesão que ela tava, gozou em menos de 5 minutos.
Isso é tudo por hoje, mas não é tudo, tem muito mais pra contar. E meus chifres, brotaram de novo.
OUTRA FOTO DO PATO E DOS BICOS DELE
Até a próxima.
A gente ficou meio afastado de tudo isso, tanto no virtual quanto no pessoal.
Depois de uns "desencontros", começamos a ativar aos poucos.
Sem mais enrolação, vou começar a contar a história, os fatos que tão rolando por esses dias. Quando começamos a ativar um pouco, a gente foi tentando fazer umas coisas pra se esquentar.
Acontece que perto de casa abriu um maxikiosco/mercearia, e os donos são quatro caras entre 23 e 26 anos. Um deles eu conheço desde moleque, e ele é super gente boa.
Vou direto comprar cigarro ou coca ou o que precisar… nunca são os mesmos.
E geralmente quando vou de noite, eles tão sempre fumando um beck… verdade, os caras são muito legais.
Uma noitinha, fui lá, comprei os cigarros, e tavam dois desses caras, fechados, saindo uma marola de maconha pra caralho, kkkk. Comentei sobre isso, e a gente se cagou de rir. Eles me chamaram pra fumar, mas recusei. Queria chegar em casa. O negócio é que, no meio de tanta besteira, esqueci de comprar um salgadinho que a Pato queria.
Então, quando cheguei, pedi pra ela ir. A Pato tinha chegado fazia um tempinho do trampo e já tinha se acomodado, de shortinho e uma camisetinha sem sutiã, como ela costuma fazer em casa.
FOTO REAL DO PATO, OS PEITOS E OS BICOS DELA.Pedi pra ela ir, mas avisei, morrendo de rir, que os caras tavam doidões, e minha surpresa foi que ela falou "já volto", mas nem se deu ao trabalho de trocar a camiseta ou colocar um sutiã. Me olhou com cara de safada e saiu atrás da sweepes.

Meus ratos já estavam trabalhando a todo vapor, porque naquela mesma manhã ela me contou que nas aulas de pádel, o professor dava em cima dela. Um cara de uns 60 anos, mais ou menos. Mas que também, no terreno onde ficam as quadras, estão construindo uma cantina ou algo parecido, e ela disse que tinha 4 caras, pedreiros que não pararam de olhar pra ela o tempo todo que ela ficou lá, e a gente já sabe como a Pato fica com pedreiros. Kkkkkk.Bom, voltando ao relato, a questão é que a Pato demorou uns 30 minutos pra voltar. Ela veio como quem vem apressada? Meio ofegante. Com a carinha vermelha.
- Love, você demorou pra caralho! Tinha gente?
- Aii... não, não tinha, e acho que fiz merda.
- Como assim fez merda? Me conta...
- Mais tarde te conto... vamos comer e ir pra cama. Lá eu te conto.
Epa, isso a gente fazia antes, quando ela tinha algo quente pra me contar. Já tinha até brotado a pica e a gente nem sabia se tinha rolado algo ou não. Mas meus ratos já estavam a mil desde a manhã.
Assim que deitamos, como sempre pego o controle remoto da TV, e ela fala "nem liga", enquanto se deitava na cama.
Ela chegou perto de mim e disse: vou te contar o quão puta eu fui, espero que não fique bravo.
- Acontece que, quando fui lá, a portinha do quiosque estava aberta, e não vi ninguém, e entrei. (geralmente essa porta fica sempre fechada, e atendem por uma janelinha). Passei e abri a geladeira onde ficam as bebidas, a Schweppes estava bem lá embaixo, então me abaixei um pouquinho deixando, sem querer, minha bunda empinada, que com a legging, marca bem a fio dental, que estava bem enfiada na racha.
- Uuui love, não me diga, que pena que nenhum dos caras estava lá! Teria sido uma coisa linda de ver! Falei eu.
- Quem disse que não tinha ninguém? Quando me levantei e me virei, estava o moreninho, não o que você conhece, o outro. Parado me olhando fixamente pra bunda. E na hora ele se fez de desentendido! Ela disse.
Minha pica obviamente já estava dura, e ainda por cima ela estava passando a mão nela. Por cima da cueca.
— Caralho, que tesão, falei pra ele. E aí, o que mais rolou? Ela parou por aí? Perguntei —
— Amor, não, não parou, cê não lembra como ela tava vestida? Ela tava com aquela regatinha sem sutiã, e com o frio da geladeira, meus bicos tinham ficado MUITO DUROS. E claro, os olhinhos dela foram direto pras minhas tetas!. Ela falava enquanto continuava passando a mão na minha pica, devagar, já fora da cueca.
- Ayyy, quer me matar… que cena gostosa tô imaginando. Falei toda excitada. - Calma, love, que ainda não terminei, você queria que eu voltasse a ser uma puta?, acho que hoje passei dos limites. Disse com a voz mais puta que vocês podem imaginar.
- Mentira… se você tava na bodega, o que mais queria fazer? Perguntei curioso e muito tesudo!!
- Bom, love, é que aquela carinha de punheteiro me deixou com muito tesão. Imagina o tecido fino da camiseta roçando meus pezinhos duros, e os olhos dele grudados neles. Isso fez meu tesão explodir, love, e você que não me dá muita atenção, pois é, desculpa, mas me deixou louca de tesão! Ela me disse.
Nesse momento ela começou a me contar como tudo seguiu, a conversa com o cara e o que rolou. Ale é o nome do cara, vamos chamar ele assim.
- Pato: ah, desculpa, não te vi! Não sabia que você tava aí.
- Ale: Não, senhor, não se preocupe, espero não ter te assustado!
- Pato: ah, sim, verdade, me assustei, jejeje, tava pegando esse salgadinho, quanto é?
- Ale: já te falo, $2100. É a retornável, né?
- Pato: sim, sim… a retornável. (não parava de olhar pros pezinhos dela sempre que podia)
- Pato: aliás, de onde você saiu? Pensei que tava lá fora.
- Ale: não, não, é que a gente tem um quartinho atrás, onde guardamos umas mercadorias, e também temos um lugar confortável, sabe que ficamos 24 horas, às vezes a gente deita um pouquinho lá.
- Pato: que legal! E é lá que vocês fumam também? Jejeje (ela foi esperta, pra puxar mais conversa)
- Ale: uii… assim tão na cara? Desculpa. É que às vezes a gente fuma um baseado.
- Pato: mas e aí, é grande? Digo, o lugar lá atrás.
- Ale: quer conhecer? Vem, passa por aqui que te mostro. (primeiro ela tratou ele por tu, segundo, França, terceiro, fez ele entrar)
- Pato: vamos ver o que rola? Enquanto isso, o cara, esperto, fechou a porta da bodega.
- Ale: fecho pra ninguém entrar, de noite a gente sempre deixa fechado.
Pato ia na frente, seguindo as instruções, o quarto não é muito Grande, tem um sofazinho, uns freezers, caixas pra todo lado, de guloseimas, biscoitos, etc.
- Pato: Que bonitinho, bem ACONCHEGANTE.
- Ale: É? Cê gostou, rainha?
- Pato: Sim, sim... é bom ter esse cantinho privado, caso um dia venha alguma namorada sua, né?
- Ale: Bom... alguns dos caras têm namorada, mas eu não. Não curto compromisso nessa idade. Além disso, gosto de mulheres mais velhas.
- Pato: E aí, o que aconteceu, te deixaram sozinho? O outro cara não tava também?
- Ale: Não, não, o JC foi embora, tinha que ir num lugar, com certeza volta mais tarde. Tamo sozinhos.
Em seguida, me conta a Pato, que ele chegou bem perto por trás. Quase encostando nela. A pele dela se arrepiou. Os biquinhos dos peitos ficaram mais duros. A buceta dela ficou toda molhada. E meu pau tava prestes a explodir enquanto ela me contava e falava tudo isso.
Não vá gozar, ele me ordenou. E continuou com o relato.
- Pato: para, cê tá fazendo o quê? - Ale: desculpa! (enquanto dava um passo pra trás) não queria te deixar desconfortável! Pensei errado.
- Pato: (se virou e deu um passo pra frente) relaxa, o problema é se alguém aparecer, além disso, o que você vai pensar de mim? Sou uma mulher casada.
- Ale: não vai vir ninguém, rainha, e não sou ciumento, também não conheço seu marido, pra mim, sem problema. (e deu outro passo pra frente)
Ficaram colados, se olharam nos olhos, e se beijaram de boca aberta.
O Pato tava muito excitado, o magrelo começou a passar a mão na bunda dele, e claro, nos peitos também. - Ale: que bicos gostosos, como você me excita!
- Pato: mmmm sim, cê tá com o pau duro, cara?
E tocou no pau dele, que tava bem duro e empinado. (Enquanto continuava me masturbando devagar, eu tava prestes a explodir literalmente).
O magricela levantou a blusa dela e ficava chupando e apalpando os peitos dela.
Ela foi enfiando a mão dentro da calça dele, não aguentou mais o tesão que tava sentindo. Se abaixou, puxou a calça dele pra baixo, deixou o pau duro sair pra fora,
e começou a fazer o que faz de melhor, chupar a pica dele, primeiro passava a língua por toda a pica, e depois enfiou ela inteira na boca.
Ela me conta que não era muito grande, um pau normal. Nem todo mundo vai ter um monstro de pau!!! Vamos ser realistas. Eu chupava o pau dele, engolia ele, passava a língua nos ovos enquanto batia uma pra ele, e depois voltava a chupar de novo.
Em uma dessas, percebi que ele tava prestes a gozar. E chupei com mais vontade ainda. Entre gemidos, ele foi soltando toda a porra na boca dela, enquanto ela engolia o máximo que conseguia.

(Comigo ela não faz isso, de vez em quando eu gozo na boca dela, mas ela cospe tudo). Foi nesse exato momento que ela sentiu a porta do quiosque abrir:
— Ai, que vergonha! O outro cara voltou. Então me ajeitei um pouco e, sem dizer nada, saí do quartinho. O cara me olhou nos olhos, eu, toda envergonhada, peguei o suco e vim correndo pra casa. Não quis nem olhar pra trás. Ela disse:
— Nossa, amiga! Que merda! Me diz que não era o cara que me conhece.
— Sim, amiga. Era ele. Agora eles vão saber que você é um corno manso.
Enquanto ela me contava isso, eu jorrei toda a porra com força, não tinha parado de me tocar durante toda a história.
Fazia tempo que eu não gozava assim, tinha esquecido como tudo isso é gostoso e como me excita.
Em seguida, ela me disse: - Agora me chupa a buceta que eu preciso gozar, tô muito tesuda!!!!

Não foi um pedido, foi mais uma ordem, que eu obedeci na hora, e dei uma chupada de buceta memorável, embora curtinha, porque com o tesão que ela tava, gozou em menos de 5 minutos. Isso é tudo por hoje, mas não é tudo, tem muito mais pra contar. E meus chifres, brotaram de novo.
OUTRA FOTO DO PATO E DOS BICOS DELEAté a próxima.
Comentarios Destacados
15 comentários - Pato e os caras do Kiosque parte1 GIFS
Excelente relato