
Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net.
Obrigado a todos os meus leitores pelas mensagens que me incentivam a continuar contando minhas histórias.
Como sempre peço a vocês.
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Sem mais delongas, vamos começar.Depois daquela noite, ela se tornou minha tentação.
Eu sabia que era errado e que era um grande risco para o meu relacionamento.
Não parava de pensar na minha sobrinha e em como a garota era uma putinha.
Como isso começou com ela fingindo ser minha esposa para que eu a comesse.
Aproveitando meu cansaço e a escuridão.
Ela me fez cair na armadilha como um otário e agora me tinha em suas mãos.
Cada vez o risco era maior. Mesmo assim continuamos nos dias seguintes.
Minha promessa de fidelidade e de me acertar ficava cada vez mais esquecida.
Ela tinha um plano e o executava com muita precisão.
Depois de conseguir o que queria.
Em casa comigo, ela era uma garota meiga e muito doce.
Mas na frente da tia, ela mostrava toda sua rebeldia e suas manhas.
Inconscientemente ou por competição feminina, ela rivalizava com ela, pondo tudo em risco.
Ela não tinha medo de nada, algo que eu tinha que corrigir com urgência.
A tia dela não suspeitava de nada, mas às vezes a repreendia por andar com pouca roupa.
A garota, no desejo de parecer sexy para mim, às vezes era muito óbvia.
Eu apoiava minha parceira, tentando corrigir a conduta dela e não levantar suspeitas.
Ela, como uma boa menina, me obedecia na hora e colocava uma roupa mais adequada.
Me obedecia mais do que à tia.
Minha parceira gostava que fôssemos tão unidos e que eu impusesse limites a ela.
Eu gostava de vê-la assim, com pouca roupa, onde podia ver um pouco do seu corpo lindo.
Acompanhado do seu rostinho angelical.
que só podia ver quando minha parceira trabalhava. onde eu a apreciava e percorria de ponta a ponta com meus beijos e carícias.
Mas ela adorava que eu a visse o tempo todo e me deixasse excitado.
Sempre que ficávamos sozinhos, mesmo que por um minuto.
Ela aproveitava para me fazer desejá-la tanto quanto ela me desejava.
Deixando-se ser vista.
Ela não só se exibia, às vezes procurava o atrito e quando estávamos longe do meu parceiro. Ela aproveitava para me beijar apaixonadamente.
Eu aproveitava cada oportunidade.
Seu corpo pequeno e perfeito era a minha perdição. Mas ao mesmo tempo era uma tortura para mim. Sempre estava alerta, tomando cuidado para que isso não saísse do controle.
Ou para que minha parceira não percebesse e tudo fosse por água abaixo.
Ela me dizia que me amava e que me precisava, e isso me encantava.
Eu tentava acalmá-la, até ter outra chance de ficarmos sozinhos e não nos arriscarmos.
Ela meio que entendia, já que a vontade dela de foder não tinha limites.
Já haviam passado 7 dias desde aquele primeiro incidente.
Onde a pequena tinha provado, por duas noites, ser comida – ela queria mais.
Ela me acompanhava para todo lado. Procurando aquele momento a sós que nunca chegava, e ficávamos mais excitados do que antes.
Minha parceira adorava que fôssemos tão unidos.
Sem imaginar o que realmente nos unia.
Uma tarde surgiu um serviço de guincho.
Um cliente ficou com o carro parado e preparei minhas ferramentas para ir ajudá-lo.
A garota viu uma oportunidade.
Ela pediu permissão à tia para ir comigo.
Maria: Não sei, meu amor…
Se seu tio levar, tudo bem, pergunta a ele se você pode ir com ele?
Mas se comporte direitinho, o tio está trabalhando. Ok?
Flor: Sim… Tia, eu me comporto bem…
O tio me disse para perguntar para você.
Era uma grande chance que ela não desperdiçaria – já estava tudo pronto.
Ao passar pelo centro, com as ruas desertas, típico de fim de semana.
Ela se ajeitou no banco.
Enquanto eu dirigia, ela falava comigo.
Flor: Tio, vai demorar muito no guincho ou é rápido?
Porque a gente pode ir na sua casa depois, né?
Quero ficar com você um tempinho sozinha.
Eu: Não sei quanto posso demorar, meu amor.
Mas não se preocupa, já te prometi.
Depois a gente vê, eu também estou com vontade.
Mas não podemos nos arriscar tanto, né.
Não quero problemas, já conversamos sobre isso.
Era como falar com uma parede.
Enquanto eu dirigia e conversávamos, ela ia se tocando e me tocando.
Flor: Estou muito excitada, tio…
Não aguento mais… mmmm…
Mmm, seu pau já… Tá parado, tio...
Mmm...
Ela pegou meu pau que pulou feito uma mola.
Olhou pros lados e, não vendo ninguém saindo da cidade,
começou a chupar que nem uma louca.
Sentir a boca e a língua dela brincando com a cabeça do meu pau.
Enquanto dirigia, curtia o boquete e, de vez em quando, metia na boca dela.
Meus dedos foram até a buceta encharcada, apertando de leve.
Minha caminhonete, com essa altura, dava toda a privacidade.
Os dois gemíamos de prazer.
Tava tão quente que já nem ligava pro cliente nem se ia chegar a tempo no socorro.
Saindo do caminho, entrei numa estrada de chácaras.
Procurei um lugar bom.
Já prontos, os dois, joguei o banco dela pra trás.
Abri as perninhas dela e, bem devagar, fui penetrando.
Flor:
Mmm... Ai... Tio... mmm...
Que gostoso é te sentir dentro de mim... mmm...
Como eu senti sua falta... mmm...
É, que gostoso é foder... a...a...ai... mmm...
Mmm... é, te amo e te precisava tanto... ai... é...
Te amo... Te amo...
Ui... tô quase gozando...
A... ai... Deus... ai... é, tio... mmm...
O tesão me deixava louco de ter essa novinha tão safada à disposição. O lugar remoto onde você não sabe o que pode acontecer.
Os gemidos dela e o cheiro de sexo que inundava o carro.
Tudo muito excitante.
Ela gozou várias vezes com uma sinfonia de gemidos.
Terminei gozando e enchendo a buceta dela de porra.
Mas não conseguia parar de meter nela.
Sempre tenho um rolo de papel descartável, então quando terminei, peguei, ela se limpou e depois eu.
Abrimos as janelas e um pouco de perfume para apagar os rastros do pecado.
Voltamos para a estrada.
Fizemos o sinal de socorro e fomos para minha casa como prometi para foder mais confortáveis.
Foi uma tarde inesquecível.
Mas à noite, mesmo acabado, cumpri também com minha parceira.
Fazendo tudo certinho para não levantar suspeitas.
Foder com as duas era o sonho do cara. Como se diz por aqui.
Mal chegava de deixar a tia dela no trabalho.
Ela me recebia de calcinha bem infantil, que sabia que me deixava com muito tesão.
Nos beijávamos como se tivessem passado dias sem nos ver. Ela me dizia:
Com aquela voz de menina triste enquanto brincava com a calcinha dela e meus músculos.
Flor: Finalmente você chegou... tio...
O que você ficou fazendo? Esqueceu que eu estava te esperando?
Senti muita sua falta... Dorme comigo? No seu quarto ou no meu?
Não exagera, querida? Não demora nada. Se dormirmos juntos como prometi.
Você terminou as tarefas da escola pra amanhã? Se não fez, sem sexo, ok?
Vai lá e me traz a pasta.
Como uma boa menina, trouxe as tarefas feitas e bem caprichadas.
Flor: Viu, já está tudo...
Onde vamos dormir? Na cama grande?
Eu: Sei que você gosta mais da cama grande, mas é melhor no seu quarto.
Essa é a cama da sua tia e vamos respeitar isso.
Nos devorávamos de beijos e no quarto transamos por horas.
Onde eu aproveitava minha pequena safada faminta por sexo.
Sempre quente e com a bucetinha molhadinha, ela estava pronta.
Mas eu adorava dar uma boa chupada nela.
Ela se derretia com umas lambidas boas.
Adorava chupar seus peitinhos pequenos. Sua buceta saborosa e suculenta e sua bunda, nem se fala.
Embriagado de tesão, eu tirava fotos dela.
Para que a lembrança desses encontros fosse eterna.
Ela adorava e posava pra mim com gosto.
Quanto mais pervertido eu ficava, mais ela gostava. E mais puta ela ficava.
Ela me chupava com gosto.
Assim começamos a noite.
Para acabar transando feito loucos depois.Com o passar das semanas.
Ficamos desleixados.
Era claro que o tesão e a putaria tavam me tirando a sanidade.
Mesmo eu sendo o experiente no assunto, ela conseguia me deixar maluco.
Eu tinha muito a perder, mas já não me importava com nada.
Era mais forte do que eu.
A regra de não foder na cama grande foi pro beleléu.
Era mais confortável e excitante ao mesmo tempo, foder a novinha no mesmo lugar onde eu comia a tia dela. Misturando nos lençóis os cheiros dos meus dois amores.
Os molas do colchão divertiam ela, que pulava sobre ele enquanto se enfiava na minha rola.
Quebrando todas as regras de comportamento, a gente se arriscava cada vez mais.
Como se estivéssemos sozinhos, às vezes eu curtia a mina mesmo com minha mulher em casa.
Uma loucura, mas não dava pra evitar.
Os toques ou as provocações que antes não passavam de nada ou só uma brincadeira
agora terminavam em sexo ao mínimo contato.
Quase todas as manhãs, antes de ir trabalhar, ela tomava o café da manhã com porra.
Enquanto a tia dela dormia.
Nem ela nem eu conseguíamos mais esperar para ficar sozinhos. Sempre no limite e nos arriscando.
Isso tornava tudo tão excitante quanto quente ao mesmo tempo.
Óbvio que não queríamos ser descobertos.
Mas não conseguíamos evitar a adrenalina que o perigo nos dava.
As sonecas da minha parceira, que antes eu acompanhava e até usávamos para transar,
eu aproveitava para foder com a novinha.
Seja na cozinha ou na sala.
Essa desorganização da minha parte alertou minha parceira de que algo estava acontecendo.
O que era o sonho do cara virou um pesadelo.
Mari começou a desconfiar.
Ela, para tirar as dúvidas, tirou uma licença no trabalho.
Trabalhava nos horários em que eu estava na oficina.
Já não dormia mais as sonecas à tarde, a menos que dormisse ou transasse com ela.
Logo me pediu para não passar tanto tempo com a novinha.
Que ela não gostava.
Mas percebi que algo estava rolando e dei um basta com a garota.
A tia dela ficava nos perseguindo e dava pra ver que estava atenta a todos os nossos movimentos.
Com a suspeita dela a mil, ela não encontrava falhas em mim.
Mas ao prestar atenção na novinha, sua desconfiança subiu ao máximo.
Os olhares, os gestos da pequena a entregavam.
As irritações dela quando não a deixava ficar a sós ou sair comigo inventando desculpas
ligaram o alerta.
Ela não sabia o que estava acontecendo, mas tomou uma decisão.
Uma tarde, estando na minha oficina,
minha parceira chegou e me disse assim:
María: Amor, precisamos conversar.
Você sabe que te amo e confio em você.
Mas não gosto e já não me dá confiança você ficar tanto tempo sozinho com a Flor.
Não é que não confie em você, é que não confio nela.
Não quero que você tenha problemas e muito menos eu.
Acho melhor você não morar mais conosco.
Como sempre nessa situação, há uma única saída:
Fazer-se de bobo e tentar escapar.
Eu: Você acha que eu tenho algo com sua sobrinha?
Lamento muito que pense isso.
Foda-se a confiança que você tinha em mim.
Então acabamos aqui, não é? María: Amor, não estamos terminando... Eu te amo...
Confio em você, não nela. Ela me deixa insegura.
Trouxe algumas das suas coisas, vou vir te ver e ficar com você.
Só peço que me entenda, é até ela não morar mais comigo.
Obviamente, fiz-me de ofendido e disse que não a entendia.
Que ela estava errada, mas que se era decisão dela, eu respeitava.
Disse para deixar as coisas no meu escritório.
Que estava ocupado e tinha muito o que fazer.
Até quando ela ofereceu ficar e tomar um chimarrão, eu recusei.
Com lágrimas nos olhos, ela foi embora.
Enquanto ela saía, liguei para a mina para contar o que aconteceu.
Expliquei tudo e ela ficou muito puta.
Pedi que se acalmasse e que, por um tempinho, cortássemos toda comunicação.
Por alguns dias, continuei fingindo estar ofendido com minha namorada e sem contato com a novinha.
A relação entre tia e sobrinha se acalmou e voltou a ser boa de novo.
Ficou como um mal-entendido da minha parceira.
Logo chegou minha cunhada que, por não gostar do lugar, sentia muita saudade da vida dela e por não conseguir um emprego.
Além disso, suspeito que ela desconfiou que algo não estava certo com minha saída de casa.
Pensei que minha história com a mina ia acabar.
Ela voltou a morar com a mãe.
As coisas voltaram ao normal.
Não voltei a morar com minha namorada. Preferi terminar antes de ter problemas.
Apesar de termos ficado como amigos e transar de vez em quando, decidi ficar sozinho.
Depois de esclarecer algumas coisas.
Ela nunca mais desconfiou de nós e até hoje acha que nada aconteceu entre a novinha e eu.
Estando sozinho, a novinha saía da escola e dava um jeito de me fazer uma visita.
Ela se sentia mal pela tia, mas feliz por estar comigo.
Onde podia, era minha putinha, como ela tanto gostava.
Disposta como sempre, ela se entregava completamente.
Enquanto eu fazia todas as vontades dela.
Comia ela pela casa toda e ela, toda feliz.
Logo suas escapadas ficaram mais frequentes. Sua mãe já não a controlava mais.
Ela abusava disso.
Fazendo o que queria.
A única coisa que importava era foder e se divertir com seu amado tio.
Suas mentiras para a mãe foram descobertas uma tarde.
Ela disse que ficaria estudando na casa de uma colega.
Mas na verdade estaria dando em casa.
Naquela tarde, transamos como se fosse a última vez.
Da sala ao quarto e até no banheiro.
Ainda bem fodida, com o cabelo molhado, ela saiu de casa.Bem na hora que a mãe dela passava de táxi.
Quando chegou, a mãe estava esperando para que ela explicasse tudo.
Negou o quanto pôde, mas a mãe acabou descobrindo a verdade toda.
As duas mantiveram o segredo.
Mari nunca ficou sabendo.
Para evitar problemas e mais mentiras nem enganações, a mãe dela deu permissão para eu ir à casa.
Quantas vezes eu quisesse, mas que avisasse.
E foi assim que, até hoje, continuamos transando e nos amando muito.
A compreensão da minha cunhada e o segredo.
Depois ela me cobraria.
Mas essa é outra história.
---------- FIM ----------
PS: Bom, queridos leitores, espero que tenham gostado da minha história.
Gostaria de ler vocês e que deixem seus comentários para eu saber e seguir melhorando, não se esqueçam que publico para vocês.
Sem mais, me despeço deixando um grande abraço.
Até a próxima......
Saudações. Maury-solo-yo.
7 comentários - Como falo pra sua tia que te comi sem querer?
gracias por comenter y tus alagos y cuando pueda te vere tus relatos. saludos gracias por comentar.
gracias por comentar