Sabia o que meu marido queria: me foder como uma puta. Então me ajoelhei na beira da cama, deixando minha raba à disposição dele. No espelho, dava pra ver a gente refletida: eu, loira, cabelão tampando quase todo o rosto, com as tetas penduradas, grandes e duras. Ele atrás, gato, moreno, com o pau duro, tateando minha buceta.
Ele me penetrou, eu já tava molhada e quente, mas quando senti a grossura dele dentro de mim, dei um pulo. As mãos dele seguraram firme minha cintura, me forçando a rebolar pra trás e pra frente. A metida e tirada dele ia até o fundo.
"Como a minha puta fode" — ele dava tapas nas minhas nádegas redondas e durinhas, enquanto me chamava de puta dele, gostosa, gatinha. Me excita ouvir essas coisas, e meus movimentos ficavam cada vez mais fortes. Sentia a ponta do pau dele no fundo de mim. Tava quase gozando, quando ele tirou.
"Vira e chupa ele"
De quatro, me virei pra poder chupar ele, e vi. Ali, olhando pela porta entreaberta, tava minha cunhada. Só de regata, se masturbando enquanto nos espiava. Fiquei ainda mais tesuda, em vez de me envergonhar, e enfiei o pau duro do meu marido até a garganta. Chupei, lambi, tava pegando fogo de saber que ela tava se punhetando olhando pra gente.
Eu queria gozar, então levantei os olhos pro meu marido, tirei o pau da boca e falei:
"Juan, enfia na minha buceta" — me virei de novo, deixando minha raba indefesa pros ataques dele, mas de um jeito que eu pudesse ver minha cunhada, enquanto meu marido me comia.
Foi brutal, eu me mexia igual uma louca, gritando pra ele me foder, dizendo que era a puta dele, a porca dele, enfim, as palavras mais obscenas do repertório. Quando comecei a gozar, olhei fixo pra porta, dedicando meu orgasmo pra ela, e percebi que a Pilar, minha cunhada, sabia que eu tinha notado que ela se tocou nos vendo. Quando o Juan soltou o leite dele, eu tava num espasmo contínuo. como as últimas convulsões de um terremoto.
Ele caiu sobre mim e eu parei de vê-la.
Meu marido dormiu na hora, eu não conseguia dormir, ainda estava excitada. A cena não saía da minha cabeça.
Pilar, minha cunhada, tinha vindo passar uns dias com a gente.
Pilar é uma mulher muito especial. Morena, com cabelo comprido e ondulado, 1,60 de altura, magra, com peitos pequenos, em formato de cone, onde os mamões se destacam com força numa pele cor de canela. Chama atenção, é uma amazona que sabe disso e brinca com isso. Mas é o rosto dela que mostra como ela é. Com uns lábios grossos, sensuais, que ao rir deixam ver uns dentes brancos e afiados, e os olhos pretos como os do irmão, incendeiam quem olham. Ela é 7 anos mais velha que eu.
Eu a conheci em Buenos Aires, quando ela foi ao nosso casamento, e lá deixou a maioria dos homens que foram à festa impressionados.
Um vestido de lamê dourado, com decote pronunciado na frente e as costas de fora, deixando pouco para a imaginação, ajudou ainda mais a ter eles como moscas ao redor do mel.
Ela tinha ido uma semana antes do casamento e foi uma boa companheira em todas aquelas coisas que a gente tem que fazer antes desse passo.
Depois, na Espanha, ela sempre se comportou como aquela amiga, mais que cunhada, que ajuda a gente a aterrissar num país estranho, porque nos primeiros dias eu custava a me integrar numa sociedade que eu não conhecia. Ela foi minha guia.
Dado o calor que fazia, mais de 30 graus, a gente a convidou para passar uns dias conosco, já que ela era diretora de um colégio para crianças da alta sociedade e estava de férias.
E até aquele dia, nossa relação tinha sido convencional, mas naquela noite, no final de junho, percebi que algo ia mudar na minha vida.
Eu não conseguia dormir e pensei no que tinha sido minha vida sexual até essa viagem para a Espanha, onde eu teria que ficar pelo menos uns anos até meu marido ser transferido de novo para Argentina.
Conheci o Juan quando eu tinha acabado de fazer 20 anos. Meu pai era presidente da empresa argentina que era sócia da espanhola que tinha mandado o Juan, e como ele estava sozinho, convidou ele pra passar o fim de semana na chácara do Tigre.
Quando eu vi ele, fiquei impactada. Ele era lindo pra caralho, e tinha aquele sotaque dos espanhóis que a gente adora e que nos excita. A verdade é que aqui é o contrário: todo mundo fala que meu jeito de falar é muito sensual e meloso. Eu tinha terminado com o namorado que tive desde o começo do ensino médio e tava livre. Em uma semana já éramos namorados, e em alguns meses casamos.
A parada da irmã dele me deixou transtornada. Quando eu era criança, brincava com uma amiga, a Lili. Juntas descobrimos os beijos, as primeiras carícias, mas era o despertar de um sexo que não conseguíamos expressar de outro jeito.
Algumas vezes eu tinha me envolvido com outra mulher, depois de ver algum filme pornô, que geralmente tem uma cena lésbica, mas era agora que outra mulher tinha me excitado, e ainda por cima era minha cunhada.
Não conseguia dormir, ficava remoendo na cabeça o que tinha acontecido.
Decidi não me preocupar, pensar que não tinha rolado, e finalmente peguei no sono.
Acordei tarde, meu marido já tinha ido trabalhar. Percebi que as imagens da noite anterior não tinham sumido, não tinham sido nem um sonho nem um pesadelo. Acontecesse o que acontecesse, eu tinha que encarar.
Levantei e, sem me lavar, vesti uma camiseta preta do Juan, que chegava no meio da coxa, e uma calcinha, descendo pra cozinha.
Lá estava a Pilar, com a mesma regata branca da noite anterior, que contrastava com a pele morena dela. Ela estava linda. Sorriu pra mim.
"Como você passou a noite? Você não tá com boa cara."
Não sabia o que responder, então optei pela diplomacia.
"Não dormi bem, você tem razão."
"Vou te preparar o café."
Parecia que não tinha acontecido nada, e pra mim era o melhor. Fiquei observando ela enquanto me preparava. Um café com porra. Ela não usava nada por baixo da regata e, pela cava, dava pra ver os peitos quando ela se mexia. Aquilo me deixava nervosa, mas eu não conseguia tirar os olhos dela, me atraía como um ímã. Tomei café da manhã e, enquanto fumávamos um Lucky, ela me disse:
"Já é um pouco tarde, é melhor a gente ir pra piscina, depois vai encher. Vamos vestir os maiôs, pegar uns pareôs, as esteirinhas, e pegar um sol. Você tem que ficar moreninha e gostosa pro meu irmãozinho."
Subi, coloquei um biquíni preto e, calçando umas sandálias, desci depois de lavar o rosto e usar a palavra: buceta, que com o nervosismo da manhã ainda tinha restos da batalha da noite anterior. Peguei o romance que estava lendo, um best-seller histórico onde contava a vida de um homem que, de escravo, se tornava sábio na Espanha medieval.
Ao sair, tropecei na minha cunhada, com um biquíni branco minúsculo, era fio-dental, e mal cobria os bicos dos peitos. Ela me ofereceu um dos pareôs que carregava na mão.
"Filha, você ficou de boca aberta, eu gosto de pegar sol com pouca roupa, caso depois eu vá pra uma praia de nudismo. Anda, coloca o pareô enquanto eu pego um rádio pra ouvir um som, porque na piscina, com certeza as crianças vão enlouquecer a gente."
Enquanto ela ia buscar o transistor, me veio um estalo: ela ia agir como se nada tivesse acontecido pra ver minha reação. A vantagem de ser loira, jovem e gostosa é que sempre dá pra bancar a sonsa, e foi isso que decidi em segundos: eu era a ingênua explosiva que ela ia seduzir, mas que com certeza ia adorar deixá-la com tesão como uma puta no cio.
Quando ela desceu, fomos pra piscina do condomínio, é grande, uns 10x40, cercada de grama com umas árvores num canto pra dar um pouco de sombra, quase não tinha ninguém, só umas crianças com as mães.
Pilar escolheu uma área perto da nossa casa onde batia sol e ia bater a manhã toda. Estendeu as esteirinhas e colocou os pareôs por cima.
Deitei, passando creme nas pernas e A parte da frente do corpo, ela me olhava disfarçadamente, e eu, como se não percebesse, demorei nas coxas e, principalmente, nos peitos. Passei o bronzeador, ajeitei bem, queria que ela percebesse que tenho umas tetas de cinema. Fechei os olhos e fingi que me isolava. Deixei o tempo passar, respirava fundo e pesado como se estivesse relaxando, meu peito acompanhava o ritmo do ar entrando nos pulmões, e, entreabrindo os olhos, vi que ela me olhava como uma safada pro rato. Me levantei, ficando de pé. "Por favor, Pilar, você pode passar creme nas minhas costas? Tô tão branca que tenho medo de me queimar, preciso de pelo menos protetor 8." "Com todo prazer" — o encanto dela tinha a ver com poder me tocar de forma justificada. Eu, me fazendo de sonsa, dava a oportunidade. Me deitei de bruços, coloquei os óculos de sol e levantei a mão pra entregar o creme pra ela. Ela afastou meu cabelo do pescoço, e senti na minha pele o frescor do bronzeador. Suavemente, passou o creme nos meus ombros. Pedi pra ela soltar o top, pra não ficar marca. Os dedos nervosos dela desabotoaram, as alças ficaram dos lados do meu corpo. Ela percorreu minhas costas bem devagar, eu sentia a excitação dela. Depois começou pelos tornozelos, subindo pelas pernas em direção às coxas. Parou, eu ouvia a respiração ofegante dela. "Pilar, vai, continua, que eu adoro como você passa creme em mim, você tem as mãos tão macias que parece que um anjo tá me acariciando." A verdade é que, como inocente, não tenho preço; mais que um anjo, era uma agarradora tarada. Ela passou creme nas mãos de novo e continuou a massagem. Agora pressionava com mais força minhas coxas, uma e outra vez, até que o creme se espalhou pela minha pele. Parou de novo pra passar creme nas mãos. E atacou minha raba, massageou minhas nádegas, primeiro devagar, suave como diz a música, depois aplicando mais pressão. Eu esfreguei minha buceta no chão e ronronei como uma gatinha. "Valeu" — dei a massagem por encerrada — "A verdade é que me dá vergonha. dizer, mas você me deixou um pouco excitada. Você tem umas mãos muito sensuais.
O anzol estava lançado.
"E você, uma pele linda."
Ao me deitar de bruços, e começar a ler as aventuras daquele homem que avançava no caminho do conhecimento, eu tinha o tronco um pouco levantado e meus peitos ficavam meio descobertos, era uma tentação para os olhos.
Saber que estava sendo observada e desejada começou a me excitar, sem quase perceber o que lia, eu sentia como começava a secretar fluidos, molhando minha pussy.
Se eu estava ardendo, ela devia estar mais, na mesma posição que eu, esfregava lentamente a pussy contra o pareô que cobria a esteira.
Eu virava páginas, sem nem perceber, estava concentrada em como minha cunhada me olhava. Aquele olhar me excitava pra caralho, então decidi tomar um banho. O problema foi que ao me levantar, meus peitos ficaram descobertos, não fiz isso de propósito, mas a Pilar parecia que ia pular em cima deles.
"Vou tomar um banho, estou muito excitada. Faz um calor infernal" — se bem que o "excitada" tinha duplo sentido, com a do calor parecia que era um jeito argentino de falar.
"Já vou, me espera na água."
Tomei uma ducha antes de entrar, o frio da água eriçou meus bicos dos peitos, que pareciam querer rasgar o pano do biquíni. Entrei devagar, pela escadinha, e fiquei vendo a Pilar, depois de uma ducha rápida, se jogar de cabeça num mergulho perfeito. Nadou até mim.
"Tá uma delícia. Vamos nadar juntas um pouco?"
A verdade é que eu era um pato perto do estilo dela, ela se movia como uma enguia na água. Decidi sair e me aproximei da escada, onde a água era mais rasa.
Enquanto ia para a ducha tirar o cloro, vi ela sair com força, rápida, numa demonstração do seu jeito de amazona. Fiquei até ela vir para o meu lado, ela era linda. Molhada, dava para ver os bicos escuros dos peitos por trás do pano branco. Ela me pegou pela mão para voltarmos a pegar sol.
Nos deitamos, percebi que, mesmo eu fazendo o maior teatro, Da inocente, ela sabia que eu também a desejava. O sol acariciava minha pele, mas eu ansiava pelas que minha cunhada podia me dar. A noite mal dormida fez com que eu cochilasse.
"Acorda, Malena, acorda" – Pilar me sacudiu com força.
"Desculpa, acabei dormindo, o que foi?"
"Minha filha, não sei o que você tava sonhando, mas começou com um assim, assim, assim que podia chamar atenção. Tipo, você tava num sonho erótico e já tava começando a dar pinta."
"É, não lembro de nada" – era verdade, não me lembrava do que tava sonhando.
"Que horas são? Porque tô começando a ficar com fome."
"Quase três horas. Se quiser, vamos pra casa comer alguma coisa e depois voltamos."
Meu marido chegava às seis, e eu queria ficar com ela, sozinhas, tínhamos quase três horas.
"Prefiro ir pra casa, tomar um banho e passar um pouco de creme, senão vou descascar a pele."
A resposta rápida dela, um "vamos", me fez ver que ela pensava igual a mim, e que o negócio do creme que eu tinha sugerido podia ser o começo de um final.
Ao chegar em casa, fui pro banheiro do meu quarto pra tomar banho sozinha, não dei chance pra Pilar tomar banho comigo. Queria duas coisas: primeiro, fazer com que ela me desejasse mais, e segundo, aliviar o tesão que eu tava sentindo.
Abri o chuveiro e deixei a água correr pela minha pele, agradeci o frescor que contrastava com o tanto de sol que eu tinha pegado.
Depois, coloquei a água morna, passei pro modo ducha manual, aumentei a pressão e apontei o jato direto na minha buceta. Milhares de agulhinhas se cravavam no meu mais íntimo, meus lábios inferiores recebiam uma carícia forte que aumentava minha excitação. Com a mão esquerda, levantei meu púbis, deixando o botãozinho rosa praticamente exposto, e fiz a água me massagear. Logo senti que tava chegando perto da explosão do orgasmo.
Mais calma, me enxuguei devagar, enrolei uma toalha no cabelo, vesti o roupão, fechei com o cinto e saí com o creme hidratante na mão, indo em direção ao... banheiro, onde estava minha cunhada.
Encontrei ela nua, era uma gostosa, o cabelo preto molhado se espalhava em cachos até os ombros. A buceta era um mato forte e crespo, formando um triângulo perfeitamente desenhado pra não sair do biquíni, ali descansava a mão direita dela se acariciando.
"Desculpa, vou embora." – falei ao entrar, me fazendo de surpresa ao ver ela se tocando.
"O que você quer?" – a voz dela rouca de tesão, não era de bronca, mas de convite.
"Passar creme nas minhas costas, mas..." – continuei com meu papel de inocente.
"Vem, vou passar agora."
Estendi a mão com o pote de creme e depois abri o roupão, deixando ele cair e ficando nua na frente dela.
Ela me olhou me devorando, não sei quanto tempo ficamos uma de frente pra outra, devem ter sido segundos que pareceram horas. As mãos dela me pegaram pela cintura e me puxaram pro corpo dela. Ela me apertou contra si, e os lábios dela buscaram minha boca, a língua percorreu e entrou caçando a minha. Senti a coxa dela se abrindo caminho entre as minhas, se apoiando na minha pussy, acariciando minha área mais íntima. Fiz o mesmo, e minha coxa ficou molhada com os sucos secretos dela. Nos beijamos, os corpos colados, os peitos endurecendo na batalha do roçar.
Ela me separou e me olhou de cima a baixo, eu tremia de desejo.
"Que gostosa você é! Vem, vamos pra cama."
De mãos dadas, ela me levou pro quarto dela.
Ele me penetrou, eu já tava molhada e quente, mas quando senti a grossura dele dentro de mim, dei um pulo. As mãos dele seguraram firme minha cintura, me forçando a rebolar pra trás e pra frente. A metida e tirada dele ia até o fundo.
"Como a minha puta fode" — ele dava tapas nas minhas nádegas redondas e durinhas, enquanto me chamava de puta dele, gostosa, gatinha. Me excita ouvir essas coisas, e meus movimentos ficavam cada vez mais fortes. Sentia a ponta do pau dele no fundo de mim. Tava quase gozando, quando ele tirou.
"Vira e chupa ele"
De quatro, me virei pra poder chupar ele, e vi. Ali, olhando pela porta entreaberta, tava minha cunhada. Só de regata, se masturbando enquanto nos espiava. Fiquei ainda mais tesuda, em vez de me envergonhar, e enfiei o pau duro do meu marido até a garganta. Chupei, lambi, tava pegando fogo de saber que ela tava se punhetando olhando pra gente.
Eu queria gozar, então levantei os olhos pro meu marido, tirei o pau da boca e falei:
"Juan, enfia na minha buceta" — me virei de novo, deixando minha raba indefesa pros ataques dele, mas de um jeito que eu pudesse ver minha cunhada, enquanto meu marido me comia.
Foi brutal, eu me mexia igual uma louca, gritando pra ele me foder, dizendo que era a puta dele, a porca dele, enfim, as palavras mais obscenas do repertório. Quando comecei a gozar, olhei fixo pra porta, dedicando meu orgasmo pra ela, e percebi que a Pilar, minha cunhada, sabia que eu tinha notado que ela se tocou nos vendo. Quando o Juan soltou o leite dele, eu tava num espasmo contínuo. como as últimas convulsões de um terremoto.
Ele caiu sobre mim e eu parei de vê-la.
Meu marido dormiu na hora, eu não conseguia dormir, ainda estava excitada. A cena não saía da minha cabeça.
Pilar, minha cunhada, tinha vindo passar uns dias com a gente.
Pilar é uma mulher muito especial. Morena, com cabelo comprido e ondulado, 1,60 de altura, magra, com peitos pequenos, em formato de cone, onde os mamões se destacam com força numa pele cor de canela. Chama atenção, é uma amazona que sabe disso e brinca com isso. Mas é o rosto dela que mostra como ela é. Com uns lábios grossos, sensuais, que ao rir deixam ver uns dentes brancos e afiados, e os olhos pretos como os do irmão, incendeiam quem olham. Ela é 7 anos mais velha que eu.
Eu a conheci em Buenos Aires, quando ela foi ao nosso casamento, e lá deixou a maioria dos homens que foram à festa impressionados.
Um vestido de lamê dourado, com decote pronunciado na frente e as costas de fora, deixando pouco para a imaginação, ajudou ainda mais a ter eles como moscas ao redor do mel.
Ela tinha ido uma semana antes do casamento e foi uma boa companheira em todas aquelas coisas que a gente tem que fazer antes desse passo.
Depois, na Espanha, ela sempre se comportou como aquela amiga, mais que cunhada, que ajuda a gente a aterrissar num país estranho, porque nos primeiros dias eu custava a me integrar numa sociedade que eu não conhecia. Ela foi minha guia.
Dado o calor que fazia, mais de 30 graus, a gente a convidou para passar uns dias conosco, já que ela era diretora de um colégio para crianças da alta sociedade e estava de férias.
E até aquele dia, nossa relação tinha sido convencional, mas naquela noite, no final de junho, percebi que algo ia mudar na minha vida.
Eu não conseguia dormir e pensei no que tinha sido minha vida sexual até essa viagem para a Espanha, onde eu teria que ficar pelo menos uns anos até meu marido ser transferido de novo para Argentina.
Conheci o Juan quando eu tinha acabado de fazer 20 anos. Meu pai era presidente da empresa argentina que era sócia da espanhola que tinha mandado o Juan, e como ele estava sozinho, convidou ele pra passar o fim de semana na chácara do Tigre.
Quando eu vi ele, fiquei impactada. Ele era lindo pra caralho, e tinha aquele sotaque dos espanhóis que a gente adora e que nos excita. A verdade é que aqui é o contrário: todo mundo fala que meu jeito de falar é muito sensual e meloso. Eu tinha terminado com o namorado que tive desde o começo do ensino médio e tava livre. Em uma semana já éramos namorados, e em alguns meses casamos.
A parada da irmã dele me deixou transtornada. Quando eu era criança, brincava com uma amiga, a Lili. Juntas descobrimos os beijos, as primeiras carícias, mas era o despertar de um sexo que não conseguíamos expressar de outro jeito.
Algumas vezes eu tinha me envolvido com outra mulher, depois de ver algum filme pornô, que geralmente tem uma cena lésbica, mas era agora que outra mulher tinha me excitado, e ainda por cima era minha cunhada.
Não conseguia dormir, ficava remoendo na cabeça o que tinha acontecido.
Decidi não me preocupar, pensar que não tinha rolado, e finalmente peguei no sono.
Acordei tarde, meu marido já tinha ido trabalhar. Percebi que as imagens da noite anterior não tinham sumido, não tinham sido nem um sonho nem um pesadelo. Acontecesse o que acontecesse, eu tinha que encarar.
Levantei e, sem me lavar, vesti uma camiseta preta do Juan, que chegava no meio da coxa, e uma calcinha, descendo pra cozinha.
Lá estava a Pilar, com a mesma regata branca da noite anterior, que contrastava com a pele morena dela. Ela estava linda. Sorriu pra mim.
"Como você passou a noite? Você não tá com boa cara."
Não sabia o que responder, então optei pela diplomacia.
"Não dormi bem, você tem razão."
"Vou te preparar o café."
Parecia que não tinha acontecido nada, e pra mim era o melhor. Fiquei observando ela enquanto me preparava. Um café com porra. Ela não usava nada por baixo da regata e, pela cava, dava pra ver os peitos quando ela se mexia. Aquilo me deixava nervosa, mas eu não conseguia tirar os olhos dela, me atraía como um ímã. Tomei café da manhã e, enquanto fumávamos um Lucky, ela me disse:
"Já é um pouco tarde, é melhor a gente ir pra piscina, depois vai encher. Vamos vestir os maiôs, pegar uns pareôs, as esteirinhas, e pegar um sol. Você tem que ficar moreninha e gostosa pro meu irmãozinho."
Subi, coloquei um biquíni preto e, calçando umas sandálias, desci depois de lavar o rosto e usar a palavra: buceta, que com o nervosismo da manhã ainda tinha restos da batalha da noite anterior. Peguei o romance que estava lendo, um best-seller histórico onde contava a vida de um homem que, de escravo, se tornava sábio na Espanha medieval.
Ao sair, tropecei na minha cunhada, com um biquíni branco minúsculo, era fio-dental, e mal cobria os bicos dos peitos. Ela me ofereceu um dos pareôs que carregava na mão.
"Filha, você ficou de boca aberta, eu gosto de pegar sol com pouca roupa, caso depois eu vá pra uma praia de nudismo. Anda, coloca o pareô enquanto eu pego um rádio pra ouvir um som, porque na piscina, com certeza as crianças vão enlouquecer a gente."
Enquanto ela ia buscar o transistor, me veio um estalo: ela ia agir como se nada tivesse acontecido pra ver minha reação. A vantagem de ser loira, jovem e gostosa é que sempre dá pra bancar a sonsa, e foi isso que decidi em segundos: eu era a ingênua explosiva que ela ia seduzir, mas que com certeza ia adorar deixá-la com tesão como uma puta no cio.
Quando ela desceu, fomos pra piscina do condomínio, é grande, uns 10x40, cercada de grama com umas árvores num canto pra dar um pouco de sombra, quase não tinha ninguém, só umas crianças com as mães.
Pilar escolheu uma área perto da nossa casa onde batia sol e ia bater a manhã toda. Estendeu as esteirinhas e colocou os pareôs por cima.
Deitei, passando creme nas pernas e A parte da frente do corpo, ela me olhava disfarçadamente, e eu, como se não percebesse, demorei nas coxas e, principalmente, nos peitos. Passei o bronzeador, ajeitei bem, queria que ela percebesse que tenho umas tetas de cinema. Fechei os olhos e fingi que me isolava. Deixei o tempo passar, respirava fundo e pesado como se estivesse relaxando, meu peito acompanhava o ritmo do ar entrando nos pulmões, e, entreabrindo os olhos, vi que ela me olhava como uma safada pro rato. Me levantei, ficando de pé. "Por favor, Pilar, você pode passar creme nas minhas costas? Tô tão branca que tenho medo de me queimar, preciso de pelo menos protetor 8." "Com todo prazer" — o encanto dela tinha a ver com poder me tocar de forma justificada. Eu, me fazendo de sonsa, dava a oportunidade. Me deitei de bruços, coloquei os óculos de sol e levantei a mão pra entregar o creme pra ela. Ela afastou meu cabelo do pescoço, e senti na minha pele o frescor do bronzeador. Suavemente, passou o creme nos meus ombros. Pedi pra ela soltar o top, pra não ficar marca. Os dedos nervosos dela desabotoaram, as alças ficaram dos lados do meu corpo. Ela percorreu minhas costas bem devagar, eu sentia a excitação dela. Depois começou pelos tornozelos, subindo pelas pernas em direção às coxas. Parou, eu ouvia a respiração ofegante dela. "Pilar, vai, continua, que eu adoro como você passa creme em mim, você tem as mãos tão macias que parece que um anjo tá me acariciando." A verdade é que, como inocente, não tenho preço; mais que um anjo, era uma agarradora tarada. Ela passou creme nas mãos de novo e continuou a massagem. Agora pressionava com mais força minhas coxas, uma e outra vez, até que o creme se espalhou pela minha pele. Parou de novo pra passar creme nas mãos. E atacou minha raba, massageou minhas nádegas, primeiro devagar, suave como diz a música, depois aplicando mais pressão. Eu esfreguei minha buceta no chão e ronronei como uma gatinha. "Valeu" — dei a massagem por encerrada — "A verdade é que me dá vergonha. dizer, mas você me deixou um pouco excitada. Você tem umas mãos muito sensuais.
O anzol estava lançado.
"E você, uma pele linda."
Ao me deitar de bruços, e começar a ler as aventuras daquele homem que avançava no caminho do conhecimento, eu tinha o tronco um pouco levantado e meus peitos ficavam meio descobertos, era uma tentação para os olhos.
Saber que estava sendo observada e desejada começou a me excitar, sem quase perceber o que lia, eu sentia como começava a secretar fluidos, molhando minha pussy.
Se eu estava ardendo, ela devia estar mais, na mesma posição que eu, esfregava lentamente a pussy contra o pareô que cobria a esteira.
Eu virava páginas, sem nem perceber, estava concentrada em como minha cunhada me olhava. Aquele olhar me excitava pra caralho, então decidi tomar um banho. O problema foi que ao me levantar, meus peitos ficaram descobertos, não fiz isso de propósito, mas a Pilar parecia que ia pular em cima deles.
"Vou tomar um banho, estou muito excitada. Faz um calor infernal" — se bem que o "excitada" tinha duplo sentido, com a do calor parecia que era um jeito argentino de falar.
"Já vou, me espera na água."
Tomei uma ducha antes de entrar, o frio da água eriçou meus bicos dos peitos, que pareciam querer rasgar o pano do biquíni. Entrei devagar, pela escadinha, e fiquei vendo a Pilar, depois de uma ducha rápida, se jogar de cabeça num mergulho perfeito. Nadou até mim.
"Tá uma delícia. Vamos nadar juntas um pouco?"
A verdade é que eu era um pato perto do estilo dela, ela se movia como uma enguia na água. Decidi sair e me aproximei da escada, onde a água era mais rasa.
Enquanto ia para a ducha tirar o cloro, vi ela sair com força, rápida, numa demonstração do seu jeito de amazona. Fiquei até ela vir para o meu lado, ela era linda. Molhada, dava para ver os bicos escuros dos peitos por trás do pano branco. Ela me pegou pela mão para voltarmos a pegar sol.
Nos deitamos, percebi que, mesmo eu fazendo o maior teatro, Da inocente, ela sabia que eu também a desejava. O sol acariciava minha pele, mas eu ansiava pelas que minha cunhada podia me dar. A noite mal dormida fez com que eu cochilasse.
"Acorda, Malena, acorda" – Pilar me sacudiu com força.
"Desculpa, acabei dormindo, o que foi?"
"Minha filha, não sei o que você tava sonhando, mas começou com um assim, assim, assim que podia chamar atenção. Tipo, você tava num sonho erótico e já tava começando a dar pinta."
"É, não lembro de nada" – era verdade, não me lembrava do que tava sonhando.
"Que horas são? Porque tô começando a ficar com fome."
"Quase três horas. Se quiser, vamos pra casa comer alguma coisa e depois voltamos."
Meu marido chegava às seis, e eu queria ficar com ela, sozinhas, tínhamos quase três horas.
"Prefiro ir pra casa, tomar um banho e passar um pouco de creme, senão vou descascar a pele."
A resposta rápida dela, um "vamos", me fez ver que ela pensava igual a mim, e que o negócio do creme que eu tinha sugerido podia ser o começo de um final.
Ao chegar em casa, fui pro banheiro do meu quarto pra tomar banho sozinha, não dei chance pra Pilar tomar banho comigo. Queria duas coisas: primeiro, fazer com que ela me desejasse mais, e segundo, aliviar o tesão que eu tava sentindo.
Abri o chuveiro e deixei a água correr pela minha pele, agradeci o frescor que contrastava com o tanto de sol que eu tinha pegado.
Depois, coloquei a água morna, passei pro modo ducha manual, aumentei a pressão e apontei o jato direto na minha buceta. Milhares de agulhinhas se cravavam no meu mais íntimo, meus lábios inferiores recebiam uma carícia forte que aumentava minha excitação. Com a mão esquerda, levantei meu púbis, deixando o botãozinho rosa praticamente exposto, e fiz a água me massagear. Logo senti que tava chegando perto da explosão do orgasmo.
Mais calma, me enxuguei devagar, enrolei uma toalha no cabelo, vesti o roupão, fechei com o cinto e saí com o creme hidratante na mão, indo em direção ao... banheiro, onde estava minha cunhada.
Encontrei ela nua, era uma gostosa, o cabelo preto molhado se espalhava em cachos até os ombros. A buceta era um mato forte e crespo, formando um triângulo perfeitamente desenhado pra não sair do biquíni, ali descansava a mão direita dela se acariciando.
"Desculpa, vou embora." – falei ao entrar, me fazendo de surpresa ao ver ela se tocando.
"O que você quer?" – a voz dela rouca de tesão, não era de bronca, mas de convite.
"Passar creme nas minhas costas, mas..." – continuei com meu papel de inocente.
"Vem, vou passar agora."
Estendi a mão com o pote de creme e depois abri o roupão, deixando ele cair e ficando nua na frente dela.
Ela me olhou me devorando, não sei quanto tempo ficamos uma de frente pra outra, devem ter sido segundos que pareceram horas. As mãos dela me pegaram pela cintura e me puxaram pro corpo dela. Ela me apertou contra si, e os lábios dela buscaram minha boca, a língua percorreu e entrou caçando a minha. Senti a coxa dela se abrindo caminho entre as minhas, se apoiando na minha pussy, acariciando minha área mais íntima. Fiz o mesmo, e minha coxa ficou molhada com os sucos secretos dela. Nos beijamos, os corpos colados, os peitos endurecendo na batalha do roçar.
Ela me separou e me olhou de cima a baixo, eu tremia de desejo.
"Que gostosa você é! Vem, vamos pra cama."
De mãos dadas, ela me levou pro quarto dela.
3 comentários - minha cunhada gostosa
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