Oi, sou Laura, esposa do Ale, mãe de um filho de 8 anos e muito feliz. Nunca pensei em escrever numa página, mas como meus amigos e amigas que costumam navegar por aqui me perguntam, vou contar pra vocês porque minha loucura por paus grossos. Tamanhos não me impressionam, já comi um de 24 cm e não me impressionou. O que me fascina são os grossos, bem grossos mesmo. Isso tem a ver com o que quero confessar. Meu avô Victor, pai por parte da minha mãe, era mecânico. Eu adorava quando ele me levava pra oficina, me divertia muito. Como ele não tinha netos homens e eu gostava tanto da oficina, ele me tinha como ajudante. Mas fui crescendo e só aparecia de vez em quando pra tomar uns mates. Tinha 16 anos quando aconteceu o que quero contar. Uma terça-feira, nunca mais esqueço, tinha saído com meu namoradinho da época, que ia jogar uma partida de futebol justo no clube a duas quadras da oficina do vovô, e achei uma boa ideia, enquanto ele jogava, ir tomar uns mates com o vô. Naquela época, meu avô tinha 57 anos e um baita levante, coisa que eu não entendia porque ele não era exatamente bonitão, mas já tinha tido várias confusões com minha avó por causa de outras mulheres. Cheguei e a oficina estava fechada. Mas conhecia cada canto e sabia que, às vezes, com tanto trabalho, meu avô fechava mas ficava lá dentro. Eu sabia que atrás tinha um portãozinho que, se não estivesse com cadeado, dava pra abrir. Pra dar a surpresa, entrei devagar. O que vi me deixou muda. Meu avô estava em pé com as calças abaixadas e uma morena de uns 40 anos chupando o pau dele. Com meus 16 anos, imaginem, a cena fez minha buceta pulsar. Mesmo já transando com meu namorado, tudo que era sexo me deixava louca. Me posicionei de um jeito que dava pra olhar sem ser vista. Mas se a cena já me tinha deixado muda, o que veio a seguir quase me fez gozar sem me tocar. A morena, pra respirar, tirou o pau da boca e foi quando eu vi. Meu avô tinha um pau tão grosso que impressionava. Parecia um tubo de desodorante Axe. A cabeça era enorme. Minha boca secou. Da tesão e levei minha mão por baixo do meu thong.
A gostosa enfiou de novo na boca e era lindo ver como ela se engasgava chupando aquela rola enorme. O vovô mandou ela ficar de pé e puxou o thong pra baixo, levantando o vestidinho que ela tava usando.
Colocou ela encostada num chevy que tava ali e enfiou. O gemido que a gostosa soltou me fez gozar.
Tive que abafar o meu gemido pra não ser descoberta. Ele bombou um tempo e bufando, o vovô gozou nas nádegas dela. A gostosa limpou o pau dele com a língua, me deixando ver bem toda a rola do vô. Eles se vestiram e meu avô acompanhou ela até a porta, e eu aproveitei pra sair por trás pra não me descobrirem. Quando vi que ela foi embora, dobrei a esquina e meu avô, com um sorrisão, me abraçou forte. Esfreguei com meu joelho pra sentir o pau dele. O que eu tinha visto, mesmo depois de ter gozado, deixou minha buceta molhada.
Desde aquele dia, a rola do meu avô foi a inspiração das minhas punhetas. Dois anos depois, já com 18 anos e um bumbum bonito, aconteceu isso. Meu pai tinha me dado um fiat uno e, lógico, levei pro vovô dar uma olhada. Ele checou tudo, trocou umas coisas e disse "pronto, neném". Quanto te devo? Perguntei, e ele fez uma cara de querer me matar, kkk. Você me deve uns bons mates. Preparei e nos sentamos pra tomar mate. O vô falava do carro e eu só olhava o volume dele. Morria de vontade de dizer que pau lindo ele tinha, mas ficava só nos pensamentos. Depois de tomar mate, como quando era criança, fui sentar no colo dele – lógico, minhas intenções não eram as de uma criança, mas sentir aquele pacote que me fez dar tantas punhetas.
Ele ficou surpreso quando sentei no colo dele e me deu um beijo na bochecha. Bom, bom, Lau, foi linda essa lembrança, mas você já não serve pro meu colo, ele disse. Por quê? Perguntei, movendo meu primeiro peão. Porque você tem 18 anos e... E o quê? Perguntei seca. Você cresceu, neném, e como... Me levantei e, dando uma volta, falei: tá falando por causa da minha bunda? Ele respirou e disse: pode ser. Tô gorda? Perguntei. fazendo bico. Não seja má, você é minha neta, não me faça dizer o que estou pensando. De quatro, eu joguei: eu sempre fui sua preferida, pode me dizer o que sente, é nosso segredo, vô. Acho que isso acabou com ele. Já esquecendo que eu era sua neta, ele disse: Vamos, dá mais uma voltinha. Eu girei, tentando mostrar bem minha bunda, que era o desejo de todos os homens. Tenho uma bunda durinha, empinada até hoje, imaginem aos meus 18. Ele suspirou e disse: uau, menina, você cresceu mesmo, sua putinha da mãe. De novo, fiquei de quatro e perguntei: por que você diz isso, vô? Ele sorriu e disse: acho que você nasceu putinha, netinha, está me mostrando essa bunda linda desde que chegou. Não dei tempo, me joguei e o tranquei. "Lau, isso não está certo", ele disse com suas últimas defesas. Peguei as mãos dele e coloquei sobre meu jeans apertado para que ele apalpasse minhas coxas. "Vai e tranca a porta", ele disse. Quando voltei, o encontrei sentado com as calças e a cueca nos tornozelos, seu pau grosso bem duro. Não houve palavras, comecei a chupar como ele nunca foi chupado antes. Ele gemeu e me guiou: "Assim, meu amor, passa a língua no meu cu, agora chupa minhas bolas, assim... engole meu pau, garota". A comissura dos meus lábios doía, era super, super grosso. "Quer transar?", ele perguntou docemente. "Sim, me faz sua", eu implorei. Ele baixou meus jeans e a calcinha fio-dental. Ficou um longo tempo chupando minha bunda. "Que bunda incrível, Lau, meu Deus, como você está gostosa, garota doce", ele dizia. Eu me contorcia com a língua dele na minha bunda. Ele se sentou em uma cadeira e disse: "Lauri, não tem volta, se você deixar o avô te comer, isso tem que morrer aqui". Não respondi, me posicionei para enfiar o pau na minha... use a palavra: buceta. Hoje, que sou mãe, posso descrever como um parto, aquele pau era mais grosso do que imaginei e rasgou minha... use a palavra: buceta. Quando a dor passou, comecei com o sobe e desce. Parava e o comia de novo. Ele chupou meus peitos sem soltar minha bunda, que estava apertada em suas mãos. No ouvido, ele perguntou: "Já fizeram anal em você, docinho?" Eu disse que sim, mas nunca um pau assim. "Quero essa bunda". Lau me disse, gemendo. Cavalguei ele um pouco mais. Enquanto cavalgava, tomei a decisão da minha vida. Foda-se o cu, Abu, mas por favor vai com calma. Ele me tirou de cima e, como tinha feito com aquela gostosa, me fez apoiar no capô do meu Fiat, me fez levantar a bunda e abrir as pernas. Ele chupou, babando minha bunda. Senti como um ferro quente e um estalo — ele estava arrombando meu cu. Chorei muito, mas o Abu não parou, continuou metendo mais e mais. Senti o sangue escorrer pelas minhas pernas, minha bunda já não era a mesma, sentia o ar entrando de tão aberta que estava.
Ele me comeu muito e, dando-me palmadas, encheu meu cu de porra. Foi lindo.
Ele me comeu até o dia anterior ao meu casamento, mesmo com mais de 60 anos, ele era um garanhão. Na noite antes de me casar, deixei ele encher minha... use a palavra: buceta com o leite dele. Essa foi nossa última transa.
A partir daí, só me enchem paus grossos, bem grossos, gordos mesmo. Esse episódio cem por cento real é a lembrança mais linda do vovô Victor.
A gostosa enfiou de novo na boca e era lindo ver como ela se engasgava chupando aquela rola enorme. O vovô mandou ela ficar de pé e puxou o thong pra baixo, levantando o vestidinho que ela tava usando.
Colocou ela encostada num chevy que tava ali e enfiou. O gemido que a gostosa soltou me fez gozar.
Tive que abafar o meu gemido pra não ser descoberta. Ele bombou um tempo e bufando, o vovô gozou nas nádegas dela. A gostosa limpou o pau dele com a língua, me deixando ver bem toda a rola do vô. Eles se vestiram e meu avô acompanhou ela até a porta, e eu aproveitei pra sair por trás pra não me descobrirem. Quando vi que ela foi embora, dobrei a esquina e meu avô, com um sorrisão, me abraçou forte. Esfreguei com meu joelho pra sentir o pau dele. O que eu tinha visto, mesmo depois de ter gozado, deixou minha buceta molhada.
Desde aquele dia, a rola do meu avô foi a inspiração das minhas punhetas. Dois anos depois, já com 18 anos e um bumbum bonito, aconteceu isso. Meu pai tinha me dado um fiat uno e, lógico, levei pro vovô dar uma olhada. Ele checou tudo, trocou umas coisas e disse "pronto, neném". Quanto te devo? Perguntei, e ele fez uma cara de querer me matar, kkk. Você me deve uns bons mates. Preparei e nos sentamos pra tomar mate. O vô falava do carro e eu só olhava o volume dele. Morria de vontade de dizer que pau lindo ele tinha, mas ficava só nos pensamentos. Depois de tomar mate, como quando era criança, fui sentar no colo dele – lógico, minhas intenções não eram as de uma criança, mas sentir aquele pacote que me fez dar tantas punhetas.
Ele ficou surpreso quando sentei no colo dele e me deu um beijo na bochecha. Bom, bom, Lau, foi linda essa lembrança, mas você já não serve pro meu colo, ele disse. Por quê? Perguntei, movendo meu primeiro peão. Porque você tem 18 anos e... E o quê? Perguntei seca. Você cresceu, neném, e como... Me levantei e, dando uma volta, falei: tá falando por causa da minha bunda? Ele respirou e disse: pode ser. Tô gorda? Perguntei. fazendo bico. Não seja má, você é minha neta, não me faça dizer o que estou pensando. De quatro, eu joguei: eu sempre fui sua preferida, pode me dizer o que sente, é nosso segredo, vô. Acho que isso acabou com ele. Já esquecendo que eu era sua neta, ele disse: Vamos, dá mais uma voltinha. Eu girei, tentando mostrar bem minha bunda, que era o desejo de todos os homens. Tenho uma bunda durinha, empinada até hoje, imaginem aos meus 18. Ele suspirou e disse: uau, menina, você cresceu mesmo, sua putinha da mãe. De novo, fiquei de quatro e perguntei: por que você diz isso, vô? Ele sorriu e disse: acho que você nasceu putinha, netinha, está me mostrando essa bunda linda desde que chegou. Não dei tempo, me joguei e o tranquei. "Lau, isso não está certo", ele disse com suas últimas defesas. Peguei as mãos dele e coloquei sobre meu jeans apertado para que ele apalpasse minhas coxas. "Vai e tranca a porta", ele disse. Quando voltei, o encontrei sentado com as calças e a cueca nos tornozelos, seu pau grosso bem duro. Não houve palavras, comecei a chupar como ele nunca foi chupado antes. Ele gemeu e me guiou: "Assim, meu amor, passa a língua no meu cu, agora chupa minhas bolas, assim... engole meu pau, garota". A comissura dos meus lábios doía, era super, super grosso. "Quer transar?", ele perguntou docemente. "Sim, me faz sua", eu implorei. Ele baixou meus jeans e a calcinha fio-dental. Ficou um longo tempo chupando minha bunda. "Que bunda incrível, Lau, meu Deus, como você está gostosa, garota doce", ele dizia. Eu me contorcia com a língua dele na minha bunda. Ele se sentou em uma cadeira e disse: "Lauri, não tem volta, se você deixar o avô te comer, isso tem que morrer aqui". Não respondi, me posicionei para enfiar o pau na minha... use a palavra: buceta. Hoje, que sou mãe, posso descrever como um parto, aquele pau era mais grosso do que imaginei e rasgou minha... use a palavra: buceta. Quando a dor passou, comecei com o sobe e desce. Parava e o comia de novo. Ele chupou meus peitos sem soltar minha bunda, que estava apertada em suas mãos. No ouvido, ele perguntou: "Já fizeram anal em você, docinho?" Eu disse que sim, mas nunca um pau assim. "Quero essa bunda". Lau me disse, gemendo. Cavalguei ele um pouco mais. Enquanto cavalgava, tomei a decisão da minha vida. Foda-se o cu, Abu, mas por favor vai com calma. Ele me tirou de cima e, como tinha feito com aquela gostosa, me fez apoiar no capô do meu Fiat, me fez levantar a bunda e abrir as pernas. Ele chupou, babando minha bunda. Senti como um ferro quente e um estalo — ele estava arrombando meu cu. Chorei muito, mas o Abu não parou, continuou metendo mais e mais. Senti o sangue escorrer pelas minhas pernas, minha bunda já não era a mesma, sentia o ar entrando de tão aberta que estava.
Ele me comeu muito e, dando-me palmadas, encheu meu cu de porra. Foi lindo.
Ele me comeu até o dia anterior ao meu casamento, mesmo com mais de 60 anos, ele era um garanhão. Na noite antes de me casar, deixei ele encher minha... use a palavra: buceta com o leite dele. Essa foi nossa última transa.
A partir daí, só me enchem paus grossos, bem grossos, gordos mesmo. Esse episódio cem por cento real é a lembrança mais linda do vovô Victor.
15 comentários - Por que eu gosto de paus grossos (amador real)
Me ha pasado que chicas me dicen que la tengo gordita
La última aventura cuando la empece a penetrar , me decia mmmm es gruesita disfrutando
Se ve q es el grosor el que las hace sentir más
Cada vez me da mas intriga ver ese hermoso culo