Essa parte da história funciona por si só, mas vocês poderiam ler os relatos anteriores só pra ver a progressão.
Assim que minha esposa voltou da pandemia pra escola dela, ela percebeu que infelizmente o diretor não tinha voltado, porque morreu de COVID; aí chegou um novo diretor bem mais jovem (depois eu descobri que ele tinha 45 anos) chamado Fernando, que tinha fama de exigente; mas isso não importou pra minha mulher, que logo se pôs a "par" com os colegas Marcos, Luis e Ernesto; então desde o começo ela já foi vestida super sexy com vestidinhos curtos, calças bem justas, transparências e roupas bem sugestivas, praticamente todo dia ela saía com algum dos colegas pra trepar e as sextas-feiras voltaram a sair em grupo e ela voltava bem satisfeita depois do sexo grupal que tinha com eles; eu comentei que ela podia ser um pouco mais discreta, mas ela me disse na lata que depois da pandemia, do que ela tinha certeza era que ia curtir esse estilo de vida no talo; ela também começou a sair com os ex-colegas da escola, principalmente aos sábados (Armando e Alejandro), pra continuar as aventuras dela como esposa safada.

Parecia que tudo estava voltando ao normal, embora com um pouco mais de intensidade; mas mais ou menos dois meses depois de voltar às aulas normais, o diretor da escola onde minha mulher dá aula chamou ela no escritório e rolou mais ou menos o seguinte diálogo:
Querida professora B, não tive o prazer de conhecê-la ainda, os alunos estão encantados com você e seus colegas também. Ele começou dizendo a ela.
Muito obrigada, senhor, nos disseram que o senhor é um diretor muito competente e exigente, espero que com sua liderança possamos fazer esta escola avançar. Respondeu minha esposa no mesmo tom, ainda não sabia o que esperar do novo diretor.
Me disseram que você era uma professora muito brilhante, mas pelo que tenho percebido nestes primeiros meses, você não demonstra o menor sinal de inteligência. Ele disse com uma ironia bastante cortante.
Não entendo do que o senhor está falando. Minha esposa respondeu muito desconcertada e com a voz quase sumindo, já que não esperava aquela agressividade.
Bom, olha só, pra começar, eu sei que você só tem 15 horas fixas na escola e às vezes te dão mais 3 a 5 horas pra chegar pelo menos no meio período, então acho que você não tá muito interessada em ter carga horária completa, né? Pergunto isso bem sério.
Claro que me interessa, mas o diretor anterior só dava horas pros amigos dele, você sabe como é essa coisa. Minha mulher responde, tentando parecer madura e inteligente.
Mas pelo que vi e pelo que me contam, você tem as ferramentas e a disposição pra ganhar mais horas. Ele sorriu de forma malandra.
Como assim? Não entendi. Respondeu minha mulher com sinceridade.
Olha só, professora, vamos deixar de frescura, aqui todo mundo sabe que você anda dando a buceta pronta pra vários dos seus colegas. Ele cravou na lata e se levantou, encostando na mesa dela, bem na sua frente.
Pe, pe, pe. Minha esposa tentou responder.
Olha, não precisa negar, eu sei de uma fonte muito, muito confiável; e sinceramente, me importa bem pouco o que você faz com sua bunda, o que me surpreende é que você, sendo tão gostosa e, supostamente, tão inteligente, não perceba que está se oferecendo pros caras errados. Se escolhesse melhor seus amantes, poderia melhorar muito sua situação no trabalho. O diretor explicou de maneira muito calma.
E você acha que é a pessoa certa para melhorar minha situação no trabalho? Perguntou minha esposa, mas já bem excitada com a situação...
Vejo que você não é tão ingênua, professora. Garanto que, se escolher bem, em menos de um semestre você teria não só um cargo em tempo integral, mas vantagens como não precisar bater ponto de entrada ou saída, mas vir direto ao meu escritório. Ele falou de maneira firme, mas tranquila, sem deixar de sorrir.
Sério, amor, só com aquela demonstração de prepotência e filhadaputagem do Don Fernando eu já fiquei molhada como nunca, estava super excitada, lembra que essa é uma das minhas fantasias mais profundas, que um superior me subjugue completamente. Completou minha mulher no meio da história.

Imediatamente minha esposa se ajoelhou, pois sabia o que o diretor queria e não só concordava, como também estava desejando aquilo. Ela se aproximou, olhando nos olhos do Don Fernando (que não parecia surpreso, mas sim satisfeito) enquanto abria a calça dele. Ao abaixá-la, percebeu a tremenda ereção que dava para ver por baixo da cueca. Ela abaixou a cueca e se deparou com uma ferramenta enorme. Ela me disse que era o pau mais masculino que já tinha visto, muito grosso e grande. Pensativa, me disse que não achava que fosse tão grande quanto o do Armando, mas quase, e que definitivamente era mais gordo e venoso, com um cheiro muito limpo, mas ao mesmo tempo muito masculino. Ela adorou que ele também tivesse um saco à altura do tamanho daquele animal, muito grandes, gordos e tudo muito peludo, exatamente como minha mulher ama.
Ela não perdeu tempo, imediatamente começou a lamber e beijar a cabeça enquanto acariciava as bolas dele, e para sua surpresa, percebeu que o Don Fernando era muito vocal. Enquanto ela dava um boquete daqueles, ele não parava de dizer que não tinham mentido para ele, que ela era tão puta e complacente como tinham dito, que com um talento daqueles ela poderia ir muito longe na carreira acadêmica. Além de dar instruções, ele ordenava quando chupar, quando lamber e quando lamber as bolas. Ela estava super molhada e muito excitada, principalmente quando o diretor pegou a nuca dela e começou a meter na sua boca. Ela me contou que cada vez ele penetrava mais forte, ela estava engasgando, pois ninguém com um pauzão daqueles tinha sido tão agressivo com ela enquanto metia na sua boca. Ele dizia que já ia gozar, que ela engolisse todo o leite como uma boa puta barata, até que ele começou a esvaziar as bolas fundo na garganta dela. Embora tenha sido difícil, ela conseguiu engolir absolutamente toda a porra, e ele não soltou a cabeça dela até ficar completamente satisfeito. Mas assim que soltou, disse que ainda não tinha acabado, que ela não poderia... trabalhar assim, que tinha que limpar o pau dele, minha esposa toda animada lambeu tudo até ele ficar satisfeito. Ela achou que depois ele ia comer ela, mas o fdp subiu a cueca e a calça, foi sentar e mandou ela pra aula, não sem antes lembrar que ela tinha que voltar às 3 pra verificar a saída.

Bem depois das 3, minha esposa foi até a sala do diretor para "checar" sua saída (ela me comentou que não queria encontrar ninguém no caminho, sabia que todos iam embora por volta das 3 e meia). O filho da puta disse que achou que ela não viria, que ela tinha se assustado, mas que ficou satisfeito por ela ser fiel à sua palavra. No entanto, ele disse que as coisas não podiam ficar assim, que as putas precisavam aprender a ser obedientes. Ele ordenou que ela se ajoelhasse, desabotoou a própria calça, tirou o pau pra fora e começou a dar tapas com ele no rosto dela inteiro. Ela tentava pegá-lo com a boca, mas não conseguia, porque o Don Fernando batia com bastante força e rapidez enquanto a insultava, dizendo que se ela ia conquistar o cargo com o suor da sua bunda, deveria fazer tudo que ele mandasse, sem questionar e sem reclamar, que ela ia ser a sua putinha de bunda sempre pronta e que não podia reclamar de nada. Finalmente, ele deixou que ela começasse a chupar o pau dele. Ela me contou que estava super excitada, que não esperava que sua fantasia se realizaria tão literalmente, tendo um chefe que prometia subjugá-la completamente. Ela até chegou a gozar assim que o diretor começou a esvaziar as bolas na garganta dela de novo. Quando ele terminou de gozar e depois que ela engoliu toda a porra, ele começou a dar tapa no rosto da minha esposa enquanto dizia que queria ver como ela tinha engolido toda a porra dele. Ela abriu a boca e o filho da puta cuspiu dentro dela. Imediatamente, o diretor subiu a calça, foi até sua cadeira e disse que a esperava amanhã às 7 da manhã. Minha esposa, surpresa, informou que seu horário de entrada era só às 10 da manhã. Ele, visivelmente irritado, respondeu que, embora seu cargo de tempo integral demorasse mais ou menos um mês para ser efetivado, ela precisava conquistar essa vaga, que a partir do dia seguinte ela deveria se comportar como uma professora de tempo integral, com o horário das 7 às 15, e que se alguém perguntasse algo, ela respondesse que o diretor... ele havia comissionado ela; ela respondeu perguntando quão segura era a vaga, ao que Don Fernando, visivelmente divertido, disse que era muito segura, porque o responsável pelo RH na área central era seu primo, mas que não era de um dia para o outro, que no mínimo levavam 15 dias para processar e mais 15 para pagar integralmente, e de maneira malandra disse que já tinha decidido comprar uma puta com essa vaga e que agora ela não podia voltar atrás, ao que minha esposa, de maneira totalmente submissa, respondeu que de jeito nenhum, que faria tudo o que fosse necessário pela vaga.

Depois de me contar tudo isso, minha esposa estava visivelmente excitada, e como não ficaria? Depois de dar duas mamadas de campeonato e de seu diretor tê-la usado como ela queria, ela não teve nenhum tipo de gratificação. Então, por minha própria conta, desci para fazer sexo oral nela. Minha esposa, de um jeito muito cruel, começou a zombar de mim, perguntando se seu corno estava feliz por ela ter encontrado um macho de verdade que soubesse como tratá-la. Eu, ocupado tentando arrancar um orgasmo dela com minha língua o mais rápido possível, só gemía e assentia com a cabeça. Ela estava super molhada, dava pra ver que adorava aquilo. Não demorei muito para fazê-la gozar. Assim que terminou, ela me apressou dizendo que não era suficiente, que eu trouxesse o cintaralho, porque queria me mostrar como seu macho ia foder ela no dia seguinte. Obedientemente, eu obedeci, tirei minha roupa, virei de quatro e ela, de forma super agressiva, só cuspiu na minha bunda e me violou brutalmente. Ela nunca tinha me fodido daquele jeito, dizendo que esperava que o Don Fernando a pegasse assim, que eu me acostumasse à foda que ela estava me dando, porque com alguém ela teria que descontar depois que seu macho a usasse como a vadia que ela era. Ufa, com tudo isso eu também fiquei muito, mas muito excitado, e até gozamos quase ao mesmo tempo. Foi uma experiência muito erótica.
No dia seguinte, ela acordou junto comigo para ir trabalhar, se vestiu e me perguntou como estava. Usava um jeans bem colado no quadril, realmente estava gostosa, mas não espetacular. Tomei coragem para dizer a verdade: que talvez fosse a primeira vez que o Don Fernando ia comer ela, e que ela devia ir bem arrumada, não só gostosa, mas oferecida, muito sexy, numa palavra tinha que ir putona. Ela, com um sorriso malicioso, disse: "Por isso você é meu marido, cara, faz o melhor pelos seus chifres". Então me deu carta branca para escolher o visual. Escolhi um vestido rosa de alcinha, bem leve, com uma faixa larga vermelha na cintura. Disse que a roupa íntima era muito importante e, já que o vestido, apesar de ser muito sexy e dizer que ela estava completamente disponível, era muito meigo pela cor, o interior devia ser muito mais sugestivo. Então escolhi uma calcinha fio dental bem fina, com apenas um pequeno triângulo na frente, toda vermelha, com um discreto mas provocante laço atrás e, em cima do triângulo, uma transparência. O sutiã era combinando, vermelho, de renda e meia taça, onde metade das auréolas apareciam. Empolgado, entreguei a ela uns saltos também rosas. Minha esposa estava espetacular, muito putona, mas como o visual era rosa, parecia mais meiga e inocente do que realmente era. Ela, encantada, me beijou na boca e disse que eu era o marido perfeito, só eu escolheria tão bem uma roupa para ela se oferecer a um macho de verdade.

Eu não sabia de nada até que nos encontramos à tarde, ela estava muito, mas muito feliz, assim que me viu me abraçou e beijou bem fundo, me disse que estava feito, que finalmente tinha pau principal, já à noite com as crianças dormindo ela me contou mais ou menos o seguinte:
amor, eu estava super excitada desde que saí daqui, então cheguei 15 minutos antes das 7 e, para minha surpresa, não só a escola estava aberta, mas quem tinha aberto era o Seu Fernando. Assim que entrei no escritório dele, ele sorriu largamente e disse que gostava assim, que dava pra ver que eu queria ganhar aquele tempo integral. Me aproximei da cadeira dele e ele imediatamente começou a apalpar minha bunda por baixo do vestidinho, sem nem se levantar. Uma coisa que eu adoro nele é que ele é muito verbal, fica me dizendo um monte de coisas. Ele me disse que eu tava bem gostosa, que tinha uma bundona, que ele queria me usar pelo cu. Eu só acariciava aquele pauzão por cima da calça. Depois de uma apalpada daquelas, ele me pegou pela nuca e disse que era hora de checar. Então me ajoelhei e chupei ele enquanto o Seu Fernando continuava falando, dizendo que eu era uma chupadora de mão cheia, que dava pra ver que tinha experiência como chupadora de rola, e coisas ainda mais safadas. Só que dessa vez ele não gozou na minha boca. Ele me pegou pelo queixo, me levantou e disse que era hora de continuar ganhando meu tempo integral. Ele levantou meu vestido e, sorrindo, disse: "Vejo que veio pronta e preparada pra me entregar a bunda". Me pegou pela cintura pela frente e me fez inclinar sobre a mesa. Puxou meu vestido pra cima, tirou a calcinha de lado e começou a enfiar os dedos. Parecia estranhamente agressivo, mas muito gostoso, como se eu fosse propriedade dele. Enquanto fazia isso, ele me dizia que estava com muita vontade de mim, que tava louco pra me comer. Não aguentei mais e pedi pra ele me penetrar logo, pra me fazer sua putinha. Ele disse pra eu esperar ele pegar a camisinha. Eu disse que não, que era pra ser no pelo, que não tinha risco de gravidez nem de doença, que eu tava sã e salva. Então imediatamente senti aquele pauzão na minha bucetinha e, com um só empurrão, ele enfiou até o fundo. Só senti as mãozona dele e os ovão batendo na minha bunda. Eu estava tão excitada e tão molhada que entrou como se nada, que nem manteiga. Estava delicioso. mas tentei não gemer nem gritar, não queria que percebessem o que estava acontecendo no escritório, mas o Don Fernando estava me dando cada vez mais forte e sem baixar a voz me chamava de puta, puta, rabo fácil, que ele não tinha imaginado que fosse foder uma bunda grande como a minha, que eu estava deliciosa e que ele adorava que eu fosse tão obediente, me disse que ia me arrebentar e que eu ia acabar pedindo mais, apesar de eu já ter tido pelo menos um orgasmo, continuei só suspirando e gemendo o mais discretamente possível, mas cada vez estava mais difícil porque ele aumentava sem parar o ritmo que estava me comendo, o auge foi quando ele tirou o pau, cuspiu na minha bundinha e assim sem avisar meteu com tudo por ali, quase me derreti, ele disse que eu estava muito apertadinha, que não podia acreditar que uma puta tão rodada ainda estivesse como se fosse virgem, me disse que usaria minha bunda quanto quisesse, o bom do ritmo endiabrado que ele tava é que ele não aguentou tanto, mas de repente (e eu já estava no meu terceiro orgasmo) ele disse que nunca tinha tido a oportunidade de gozar na cara da puta que estava comendo, então imediatamente fiquei de joelhos enquanto ele se masturbava freneticamente, tentei fazer a cara mais de puta que pude e botar minha linguinha pra fora ao mesmo tempo, ele estava suando e bufando e quando finalmente acabou me disse, assim puta de merda assim, recebe o creme quente de um homem de verdade e nossa como ele gozou, porque apesar de ter batido punheta três vezes em menos de 24 horas ele me encheu até o cabelo, embora a maior parte do leite tenha caído nas minhas bochechas e testa, foi incrível, ainda suja de porra eu limpei o pau dele.



Quando terminamos ele colocou a cueca e a calça e foi se sentar no lugar dele, enquanto me passava umas lenços umedecidos que guardava numa gaveta, e eu comecei a me limpar o melhor que pude com um enorme sorriso no rosto.
Enquanto eu me limpava, rolou a seguinte conversa:
Professora, a foda que dei em você estava uma delícia, me surpreende que mesmo com essa fama de puta que você carrega, aperte tão gostoso em todos os seus buracos. A única coisa que me decepcionou é que me disseram que você era muito barulhenta, mas parece que não é assim. Disse enquanto penteava o cabelo e arrumava a gravata.
Mestre, foi muito difícil segurar meus gritos e gemidos de prazer, ainda mais com esse pauzão delicioso que você tem, mas não quero dar o que falar, imagina se as secretárias começam a chegar e ouvem gritos e gemidos de prazer e depois me veem saindo do escritório. Respondo de maneira safada enquanto limpava os restos de porra do meu rosto.
Kkkkkkk, não seja ingênua, professora, você já deve saber que escola é terra pequena, inferno grande; todo mundo acaba sabendo de tudo sobre todo mundo, então em menos de um mês até a equipe da limpeza vai descobrir que você é minha putinha pessoal. Riram o diretor.
Você deve saber muito sobre isso, né? Já são quase 12 anos como diretor e antes era subdiretor, sugiro de forma nada sutil.
Não se engane, professora, eu nunca tinha feito algo assim, mas quando fui vice-diretor aprendi muito com o diretor que eu tinha, e o mais importante que percebi foi que, sendo o diretor, você é dono e senhor da escola. Porque mesmo que você não tenha a liberdade de demitir quem quiser, pode fazer a vida um inferno para quem merecer, e como meu cargo é efetivo, é mais fácil que eles peçam demissão ou transferência. Por isso ninguém, absolutamente ninguém vai falar nada, não importa o quanto saibam como eu enfio o pau na sala da diretoria. E não se preocupe, acho que ninguém vai falar nada para você também, porque arriscariam me irritar. Respondeu de maneira muito calma o senhor Fernando. Mas também queria perguntar uma coisa, professora. Me informaram que você é casada, e não me importo de comer a mulher de outro otário, mas não gostaria que seu marido viesse armar confusão no galinheiro quando você chegar toda dolorida e nem conseguir ou querer atender o cara. Disse sarcasticamente o diretor.
Ah professor, vejo que suas fontes ainda não são tão confiáveis e não te contaram direito toda a fofoca. Meu marido não só sabe de todas as minhas aventuras, como é por causa dele que faço tudo isso. A fantasia dele é que eu ponha chifres nele, quanto mais eu faço, mais ele fica excitado e mais me incentiva a continuar. Deixei bem claro pra ele de um jeito bem divertido.
Sério que o marido dela é quem incentiva ela a ser uma putinha de bunda pronta, mestra? - pergunta incrédulo Don Fernando, com uma cara de surpresa que é uma delícia.
Kkkkk, sim mestre, sério, aliás, quem você acha que escolheu esse look pra eu vir me oferecer como sua putinha? Perguntei do jeito mais sexy possível.
Então o cara do marido dela não só incentiva, como ainda ajuda ela a vir toda arrumada pra dar o bumbum, poxa, não conheço homem mais cara. Mas o que ele ganha com tudo isso? Como ele sente prazer com você andando de putinha? O diretor se interessa muito.
Pois olha, mestre, ele fica muito excitado toda vez que eu conto como um macho de verdade me usa enquanto faz sexo oral, seja na minha bucetinha ou no meu cuzinho, ele fica doidinho, imagina, já chegou a gozar sem nem tocar no pau, só de eu contar como eles me deixam gostosa. Eu explico com o máximo de detalhes possível.
Então seu marido é um pau pequeno ou um impotente, ou os dois, né? Já que você menciona "machos de verdade", seu marido então não é um deles, é um macho a menos, não? kkkkk. O senhor Fernando já zoa mais abertamente.
Bom, na verdade como amante ele é muito bom fazendo sexo oral em mim, mas certamente ele prefere ser dominado a dominar, e pra falar a verdade eu gosto de um sexo muito mais agressivo. Mas acho que estamos em perfeito equilíbrio, porque ao dar vazão aos meus gostos com outros homens, eu preciso de um lugar onde me sinta desejada, cuidada e amada, e ele me dá tudo isso. Por isso acho que posso me soltar com outros caras. Tento ser o mais explícita possível, adorava que alguém de fora se interessasse tanto pelo nosso estilo de vida e relacionamento, e principalmente pelo que tenho visto nesses encontros, a relação vai ser de longo prazo.
Então não vai ter problema com seu marido, você também vai poder sair pra trepar quando quiser? Continuou perguntando o Fernando.
Olha, na verdade a única coisa que vai acontecer é deixar meu marido muito mais feliz toda vez que ele me comer, e pra ser completamente sincera, eu também. Respondi com um excesso de sinceridade.
Vamos ver, vamos ver, essa última parte eu não entendi. Por que você vai ser mais feliz? – continuou o interrogatório.
Porque sempre foi minha fantasia que um superior no trabalho ou na faculdade me dominasse, me submetesse sexualmente. Senti que fiquei toda corada com essa última confissão.
Kkkk, pois você devia ter me falado antes, acho que nosso acordo vai ser muito frutífero e completo, porque eu adoraria dominar você completamente, que você fosse minha putinha pessoal. Já fui casado e percebi que não é pra mim; então não custa nada tentar algo assim, não pense que tenho muita experiência, só com relações casuais, mas normalmente elas se assustam quando percebem que posso ser um filho da puta dos perigosos, principalmente as putas casadas, já que nunca tinha conhecido nenhuma com permissão. Completou meu chefe.
Don Fernando, não hesite em fazer isso, por isso me senti tão molhada hoje, nunca pensei que encontraria um macho de verdade, exatamente como eu procurava em você. Farei o que você pedir, e naturalmente meu marido também. Já deixei claro que estou totalmente entregue.
Perfeito, professora. Agora vou explicar como vai funcionar. Mesmo que toda a escola descubra que você é a bucetinha do meu pau, não posso justificar um tempo integral só com isso. Então vou te colocar como responsável pelo laboratório de informática. Não temos ninguém e é a forma perfeita de justificar uma vaga nova. Por outro lado, não quero mais que você fique de perna aberta pros outros professores. Só eu vou te dar rola nessa escola. Mas se você me garantir que se cuida, pra mim não tem problema você ficar de bunda pronta com outros caras fora da escola. Entendeu?
Claro, mestre, como quiser. Responder completamente no meu papel; só com isso já estava ficando molhada de novo.
Então você já pode ir para o laboratório, lembre-se, sempre que não tiver aula terá que estar lá; por outro lado e para finalizar, diga ao seu imbecil do marido que minhas putas eu gosto completamente depiladas. Terminou o diretor. Ai amor, nesse momento e com essas ordens quase gozei de tanta emoção.
Sim, chefe, amanhã a gente resolve esse detalhe. Respondo e já saio do escritório.
Continua. . .
Assim que minha esposa voltou da pandemia pra escola dela, ela percebeu que infelizmente o diretor não tinha voltado, porque morreu de COVID; aí chegou um novo diretor bem mais jovem (depois eu descobri que ele tinha 45 anos) chamado Fernando, que tinha fama de exigente; mas isso não importou pra minha mulher, que logo se pôs a "par" com os colegas Marcos, Luis e Ernesto; então desde o começo ela já foi vestida super sexy com vestidinhos curtos, calças bem justas, transparências e roupas bem sugestivas, praticamente todo dia ela saía com algum dos colegas pra trepar e as sextas-feiras voltaram a sair em grupo e ela voltava bem satisfeita depois do sexo grupal que tinha com eles; eu comentei que ela podia ser um pouco mais discreta, mas ela me disse na lata que depois da pandemia, do que ela tinha certeza era que ia curtir esse estilo de vida no talo; ela também começou a sair com os ex-colegas da escola, principalmente aos sábados (Armando e Alejandro), pra continuar as aventuras dela como esposa safada.

Parecia que tudo estava voltando ao normal, embora com um pouco mais de intensidade; mas mais ou menos dois meses depois de voltar às aulas normais, o diretor da escola onde minha mulher dá aula chamou ela no escritório e rolou mais ou menos o seguinte diálogo:
Querida professora B, não tive o prazer de conhecê-la ainda, os alunos estão encantados com você e seus colegas também. Ele começou dizendo a ela.
Muito obrigada, senhor, nos disseram que o senhor é um diretor muito competente e exigente, espero que com sua liderança possamos fazer esta escola avançar. Respondeu minha esposa no mesmo tom, ainda não sabia o que esperar do novo diretor.
Me disseram que você era uma professora muito brilhante, mas pelo que tenho percebido nestes primeiros meses, você não demonstra o menor sinal de inteligência. Ele disse com uma ironia bastante cortante.
Não entendo do que o senhor está falando. Minha esposa respondeu muito desconcertada e com a voz quase sumindo, já que não esperava aquela agressividade.
Bom, olha só, pra começar, eu sei que você só tem 15 horas fixas na escola e às vezes te dão mais 3 a 5 horas pra chegar pelo menos no meio período, então acho que você não tá muito interessada em ter carga horária completa, né? Pergunto isso bem sério.
Claro que me interessa, mas o diretor anterior só dava horas pros amigos dele, você sabe como é essa coisa. Minha mulher responde, tentando parecer madura e inteligente.
Mas pelo que vi e pelo que me contam, você tem as ferramentas e a disposição pra ganhar mais horas. Ele sorriu de forma malandra.
Como assim? Não entendi. Respondeu minha mulher com sinceridade.
Olha só, professora, vamos deixar de frescura, aqui todo mundo sabe que você anda dando a buceta pronta pra vários dos seus colegas. Ele cravou na lata e se levantou, encostando na mesa dela, bem na sua frente.
Pe, pe, pe. Minha esposa tentou responder.
Olha, não precisa negar, eu sei de uma fonte muito, muito confiável; e sinceramente, me importa bem pouco o que você faz com sua bunda, o que me surpreende é que você, sendo tão gostosa e, supostamente, tão inteligente, não perceba que está se oferecendo pros caras errados. Se escolhesse melhor seus amantes, poderia melhorar muito sua situação no trabalho. O diretor explicou de maneira muito calma.
E você acha que é a pessoa certa para melhorar minha situação no trabalho? Perguntou minha esposa, mas já bem excitada com a situação...
Vejo que você não é tão ingênua, professora. Garanto que, se escolher bem, em menos de um semestre você teria não só um cargo em tempo integral, mas vantagens como não precisar bater ponto de entrada ou saída, mas vir direto ao meu escritório. Ele falou de maneira firme, mas tranquila, sem deixar de sorrir.
Sério, amor, só com aquela demonstração de prepotência e filhadaputagem do Don Fernando eu já fiquei molhada como nunca, estava super excitada, lembra que essa é uma das minhas fantasias mais profundas, que um superior me subjugue completamente. Completou minha mulher no meio da história.

Imediatamente minha esposa se ajoelhou, pois sabia o que o diretor queria e não só concordava, como também estava desejando aquilo. Ela se aproximou, olhando nos olhos do Don Fernando (que não parecia surpreso, mas sim satisfeito) enquanto abria a calça dele. Ao abaixá-la, percebeu a tremenda ereção que dava para ver por baixo da cueca. Ela abaixou a cueca e se deparou com uma ferramenta enorme. Ela me disse que era o pau mais masculino que já tinha visto, muito grosso e grande. Pensativa, me disse que não achava que fosse tão grande quanto o do Armando, mas quase, e que definitivamente era mais gordo e venoso, com um cheiro muito limpo, mas ao mesmo tempo muito masculino. Ela adorou que ele também tivesse um saco à altura do tamanho daquele animal, muito grandes, gordos e tudo muito peludo, exatamente como minha mulher ama.
Ela não perdeu tempo, imediatamente começou a lamber e beijar a cabeça enquanto acariciava as bolas dele, e para sua surpresa, percebeu que o Don Fernando era muito vocal. Enquanto ela dava um boquete daqueles, ele não parava de dizer que não tinham mentido para ele, que ela era tão puta e complacente como tinham dito, que com um talento daqueles ela poderia ir muito longe na carreira acadêmica. Além de dar instruções, ele ordenava quando chupar, quando lamber e quando lamber as bolas. Ela estava super molhada e muito excitada, principalmente quando o diretor pegou a nuca dela e começou a meter na sua boca. Ela me contou que cada vez ele penetrava mais forte, ela estava engasgando, pois ninguém com um pauzão daqueles tinha sido tão agressivo com ela enquanto metia na sua boca. Ele dizia que já ia gozar, que ela engolisse todo o leite como uma boa puta barata, até que ele começou a esvaziar as bolas fundo na garganta dela. Embora tenha sido difícil, ela conseguiu engolir absolutamente toda a porra, e ele não soltou a cabeça dela até ficar completamente satisfeito. Mas assim que soltou, disse que ainda não tinha acabado, que ela não poderia... trabalhar assim, que tinha que limpar o pau dele, minha esposa toda animada lambeu tudo até ele ficar satisfeito. Ela achou que depois ele ia comer ela, mas o fdp subiu a cueca e a calça, foi sentar e mandou ela pra aula, não sem antes lembrar que ela tinha que voltar às 3 pra verificar a saída.

Bem depois das 3, minha esposa foi até a sala do diretor para "checar" sua saída (ela me comentou que não queria encontrar ninguém no caminho, sabia que todos iam embora por volta das 3 e meia). O filho da puta disse que achou que ela não viria, que ela tinha se assustado, mas que ficou satisfeito por ela ser fiel à sua palavra. No entanto, ele disse que as coisas não podiam ficar assim, que as putas precisavam aprender a ser obedientes. Ele ordenou que ela se ajoelhasse, desabotoou a própria calça, tirou o pau pra fora e começou a dar tapas com ele no rosto dela inteiro. Ela tentava pegá-lo com a boca, mas não conseguia, porque o Don Fernando batia com bastante força e rapidez enquanto a insultava, dizendo que se ela ia conquistar o cargo com o suor da sua bunda, deveria fazer tudo que ele mandasse, sem questionar e sem reclamar, que ela ia ser a sua putinha de bunda sempre pronta e que não podia reclamar de nada. Finalmente, ele deixou que ela começasse a chupar o pau dele. Ela me contou que estava super excitada, que não esperava que sua fantasia se realizaria tão literalmente, tendo um chefe que prometia subjugá-la completamente. Ela até chegou a gozar assim que o diretor começou a esvaziar as bolas na garganta dela de novo. Quando ele terminou de gozar e depois que ela engoliu toda a porra, ele começou a dar tapa no rosto da minha esposa enquanto dizia que queria ver como ela tinha engolido toda a porra dele. Ela abriu a boca e o filho da puta cuspiu dentro dela. Imediatamente, o diretor subiu a calça, foi até sua cadeira e disse que a esperava amanhã às 7 da manhã. Minha esposa, surpresa, informou que seu horário de entrada era só às 10 da manhã. Ele, visivelmente irritado, respondeu que, embora seu cargo de tempo integral demorasse mais ou menos um mês para ser efetivado, ela precisava conquistar essa vaga, que a partir do dia seguinte ela deveria se comportar como uma professora de tempo integral, com o horário das 7 às 15, e que se alguém perguntasse algo, ela respondesse que o diretor... ele havia comissionado ela; ela respondeu perguntando quão segura era a vaga, ao que Don Fernando, visivelmente divertido, disse que era muito segura, porque o responsável pelo RH na área central era seu primo, mas que não era de um dia para o outro, que no mínimo levavam 15 dias para processar e mais 15 para pagar integralmente, e de maneira malandra disse que já tinha decidido comprar uma puta com essa vaga e que agora ela não podia voltar atrás, ao que minha esposa, de maneira totalmente submissa, respondeu que de jeito nenhum, que faria tudo o que fosse necessário pela vaga.

Depois de me contar tudo isso, minha esposa estava visivelmente excitada, e como não ficaria? Depois de dar duas mamadas de campeonato e de seu diretor tê-la usado como ela queria, ela não teve nenhum tipo de gratificação. Então, por minha própria conta, desci para fazer sexo oral nela. Minha esposa, de um jeito muito cruel, começou a zombar de mim, perguntando se seu corno estava feliz por ela ter encontrado um macho de verdade que soubesse como tratá-la. Eu, ocupado tentando arrancar um orgasmo dela com minha língua o mais rápido possível, só gemía e assentia com a cabeça. Ela estava super molhada, dava pra ver que adorava aquilo. Não demorei muito para fazê-la gozar. Assim que terminou, ela me apressou dizendo que não era suficiente, que eu trouxesse o cintaralho, porque queria me mostrar como seu macho ia foder ela no dia seguinte. Obedientemente, eu obedeci, tirei minha roupa, virei de quatro e ela, de forma super agressiva, só cuspiu na minha bunda e me violou brutalmente. Ela nunca tinha me fodido daquele jeito, dizendo que esperava que o Don Fernando a pegasse assim, que eu me acostumasse à foda que ela estava me dando, porque com alguém ela teria que descontar depois que seu macho a usasse como a vadia que ela era. Ufa, com tudo isso eu também fiquei muito, mas muito excitado, e até gozamos quase ao mesmo tempo. Foi uma experiência muito erótica.
No dia seguinte, ela acordou junto comigo para ir trabalhar, se vestiu e me perguntou como estava. Usava um jeans bem colado no quadril, realmente estava gostosa, mas não espetacular. Tomei coragem para dizer a verdade: que talvez fosse a primeira vez que o Don Fernando ia comer ela, e que ela devia ir bem arrumada, não só gostosa, mas oferecida, muito sexy, numa palavra tinha que ir putona. Ela, com um sorriso malicioso, disse: "Por isso você é meu marido, cara, faz o melhor pelos seus chifres". Então me deu carta branca para escolher o visual. Escolhi um vestido rosa de alcinha, bem leve, com uma faixa larga vermelha na cintura. Disse que a roupa íntima era muito importante e, já que o vestido, apesar de ser muito sexy e dizer que ela estava completamente disponível, era muito meigo pela cor, o interior devia ser muito mais sugestivo. Então escolhi uma calcinha fio dental bem fina, com apenas um pequeno triângulo na frente, toda vermelha, com um discreto mas provocante laço atrás e, em cima do triângulo, uma transparência. O sutiã era combinando, vermelho, de renda e meia taça, onde metade das auréolas apareciam. Empolgado, entreguei a ela uns saltos também rosas. Minha esposa estava espetacular, muito putona, mas como o visual era rosa, parecia mais meiga e inocente do que realmente era. Ela, encantada, me beijou na boca e disse que eu era o marido perfeito, só eu escolheria tão bem uma roupa para ela se oferecer a um macho de verdade.

Eu não sabia de nada até que nos encontramos à tarde, ela estava muito, mas muito feliz, assim que me viu me abraçou e beijou bem fundo, me disse que estava feito, que finalmente tinha pau principal, já à noite com as crianças dormindo ela me contou mais ou menos o seguinte:
amor, eu estava super excitada desde que saí daqui, então cheguei 15 minutos antes das 7 e, para minha surpresa, não só a escola estava aberta, mas quem tinha aberto era o Seu Fernando. Assim que entrei no escritório dele, ele sorriu largamente e disse que gostava assim, que dava pra ver que eu queria ganhar aquele tempo integral. Me aproximei da cadeira dele e ele imediatamente começou a apalpar minha bunda por baixo do vestidinho, sem nem se levantar. Uma coisa que eu adoro nele é que ele é muito verbal, fica me dizendo um monte de coisas. Ele me disse que eu tava bem gostosa, que tinha uma bundona, que ele queria me usar pelo cu. Eu só acariciava aquele pauzão por cima da calça. Depois de uma apalpada daquelas, ele me pegou pela nuca e disse que era hora de checar. Então me ajoelhei e chupei ele enquanto o Seu Fernando continuava falando, dizendo que eu era uma chupadora de mão cheia, que dava pra ver que tinha experiência como chupadora de rola, e coisas ainda mais safadas. Só que dessa vez ele não gozou na minha boca. Ele me pegou pelo queixo, me levantou e disse que era hora de continuar ganhando meu tempo integral. Ele levantou meu vestido e, sorrindo, disse: "Vejo que veio pronta e preparada pra me entregar a bunda". Me pegou pela cintura pela frente e me fez inclinar sobre a mesa. Puxou meu vestido pra cima, tirou a calcinha de lado e começou a enfiar os dedos. Parecia estranhamente agressivo, mas muito gostoso, como se eu fosse propriedade dele. Enquanto fazia isso, ele me dizia que estava com muita vontade de mim, que tava louco pra me comer. Não aguentei mais e pedi pra ele me penetrar logo, pra me fazer sua putinha. Ele disse pra eu esperar ele pegar a camisinha. Eu disse que não, que era pra ser no pelo, que não tinha risco de gravidez nem de doença, que eu tava sã e salva. Então imediatamente senti aquele pauzão na minha bucetinha e, com um só empurrão, ele enfiou até o fundo. Só senti as mãozona dele e os ovão batendo na minha bunda. Eu estava tão excitada e tão molhada que entrou como se nada, que nem manteiga. Estava delicioso. mas tentei não gemer nem gritar, não queria que percebessem o que estava acontecendo no escritório, mas o Don Fernando estava me dando cada vez mais forte e sem baixar a voz me chamava de puta, puta, rabo fácil, que ele não tinha imaginado que fosse foder uma bunda grande como a minha, que eu estava deliciosa e que ele adorava que eu fosse tão obediente, me disse que ia me arrebentar e que eu ia acabar pedindo mais, apesar de eu já ter tido pelo menos um orgasmo, continuei só suspirando e gemendo o mais discretamente possível, mas cada vez estava mais difícil porque ele aumentava sem parar o ritmo que estava me comendo, o auge foi quando ele tirou o pau, cuspiu na minha bundinha e assim sem avisar meteu com tudo por ali, quase me derreti, ele disse que eu estava muito apertadinha, que não podia acreditar que uma puta tão rodada ainda estivesse como se fosse virgem, me disse que usaria minha bunda quanto quisesse, o bom do ritmo endiabrado que ele tava é que ele não aguentou tanto, mas de repente (e eu já estava no meu terceiro orgasmo) ele disse que nunca tinha tido a oportunidade de gozar na cara da puta que estava comendo, então imediatamente fiquei de joelhos enquanto ele se masturbava freneticamente, tentei fazer a cara mais de puta que pude e botar minha linguinha pra fora ao mesmo tempo, ele estava suando e bufando e quando finalmente acabou me disse, assim puta de merda assim, recebe o creme quente de um homem de verdade e nossa como ele gozou, porque apesar de ter batido punheta três vezes em menos de 24 horas ele me encheu até o cabelo, embora a maior parte do leite tenha caído nas minhas bochechas e testa, foi incrível, ainda suja de porra eu limpei o pau dele.



Quando terminamos ele colocou a cueca e a calça e foi se sentar no lugar dele, enquanto me passava umas lenços umedecidos que guardava numa gaveta, e eu comecei a me limpar o melhor que pude com um enorme sorriso no rosto.
Enquanto eu me limpava, rolou a seguinte conversa:
Professora, a foda que dei em você estava uma delícia, me surpreende que mesmo com essa fama de puta que você carrega, aperte tão gostoso em todos os seus buracos. A única coisa que me decepcionou é que me disseram que você era muito barulhenta, mas parece que não é assim. Disse enquanto penteava o cabelo e arrumava a gravata.
Mestre, foi muito difícil segurar meus gritos e gemidos de prazer, ainda mais com esse pauzão delicioso que você tem, mas não quero dar o que falar, imagina se as secretárias começam a chegar e ouvem gritos e gemidos de prazer e depois me veem saindo do escritório. Respondo de maneira safada enquanto limpava os restos de porra do meu rosto.
Kkkkkkk, não seja ingênua, professora, você já deve saber que escola é terra pequena, inferno grande; todo mundo acaba sabendo de tudo sobre todo mundo, então em menos de um mês até a equipe da limpeza vai descobrir que você é minha putinha pessoal. Riram o diretor.
Você deve saber muito sobre isso, né? Já são quase 12 anos como diretor e antes era subdiretor, sugiro de forma nada sutil.
Não se engane, professora, eu nunca tinha feito algo assim, mas quando fui vice-diretor aprendi muito com o diretor que eu tinha, e o mais importante que percebi foi que, sendo o diretor, você é dono e senhor da escola. Porque mesmo que você não tenha a liberdade de demitir quem quiser, pode fazer a vida um inferno para quem merecer, e como meu cargo é efetivo, é mais fácil que eles peçam demissão ou transferência. Por isso ninguém, absolutamente ninguém vai falar nada, não importa o quanto saibam como eu enfio o pau na sala da diretoria. E não se preocupe, acho que ninguém vai falar nada para você também, porque arriscariam me irritar. Respondeu de maneira muito calma o senhor Fernando. Mas também queria perguntar uma coisa, professora. Me informaram que você é casada, e não me importo de comer a mulher de outro otário, mas não gostaria que seu marido viesse armar confusão no galinheiro quando você chegar toda dolorida e nem conseguir ou querer atender o cara. Disse sarcasticamente o diretor.
Ah professor, vejo que suas fontes ainda não são tão confiáveis e não te contaram direito toda a fofoca. Meu marido não só sabe de todas as minhas aventuras, como é por causa dele que faço tudo isso. A fantasia dele é que eu ponha chifres nele, quanto mais eu faço, mais ele fica excitado e mais me incentiva a continuar. Deixei bem claro pra ele de um jeito bem divertido.
Sério que o marido dela é quem incentiva ela a ser uma putinha de bunda pronta, mestra? - pergunta incrédulo Don Fernando, com uma cara de surpresa que é uma delícia.
Kkkkk, sim mestre, sério, aliás, quem você acha que escolheu esse look pra eu vir me oferecer como sua putinha? Perguntei do jeito mais sexy possível.
Então o cara do marido dela não só incentiva, como ainda ajuda ela a vir toda arrumada pra dar o bumbum, poxa, não conheço homem mais cara. Mas o que ele ganha com tudo isso? Como ele sente prazer com você andando de putinha? O diretor se interessa muito.
Pois olha, mestre, ele fica muito excitado toda vez que eu conto como um macho de verdade me usa enquanto faz sexo oral, seja na minha bucetinha ou no meu cuzinho, ele fica doidinho, imagina, já chegou a gozar sem nem tocar no pau, só de eu contar como eles me deixam gostosa. Eu explico com o máximo de detalhes possível.
Então seu marido é um pau pequeno ou um impotente, ou os dois, né? Já que você menciona "machos de verdade", seu marido então não é um deles, é um macho a menos, não? kkkkk. O senhor Fernando já zoa mais abertamente.
Bom, na verdade como amante ele é muito bom fazendo sexo oral em mim, mas certamente ele prefere ser dominado a dominar, e pra falar a verdade eu gosto de um sexo muito mais agressivo. Mas acho que estamos em perfeito equilíbrio, porque ao dar vazão aos meus gostos com outros homens, eu preciso de um lugar onde me sinta desejada, cuidada e amada, e ele me dá tudo isso. Por isso acho que posso me soltar com outros caras. Tento ser o mais explícita possível, adorava que alguém de fora se interessasse tanto pelo nosso estilo de vida e relacionamento, e principalmente pelo que tenho visto nesses encontros, a relação vai ser de longo prazo.
Então não vai ter problema com seu marido, você também vai poder sair pra trepar quando quiser? Continuou perguntando o Fernando.
Olha, na verdade a única coisa que vai acontecer é deixar meu marido muito mais feliz toda vez que ele me comer, e pra ser completamente sincera, eu também. Respondi com um excesso de sinceridade.
Vamos ver, vamos ver, essa última parte eu não entendi. Por que você vai ser mais feliz? – continuou o interrogatório.
Porque sempre foi minha fantasia que um superior no trabalho ou na faculdade me dominasse, me submetesse sexualmente. Senti que fiquei toda corada com essa última confissão.
Kkkk, pois você devia ter me falado antes, acho que nosso acordo vai ser muito frutífero e completo, porque eu adoraria dominar você completamente, que você fosse minha putinha pessoal. Já fui casado e percebi que não é pra mim; então não custa nada tentar algo assim, não pense que tenho muita experiência, só com relações casuais, mas normalmente elas se assustam quando percebem que posso ser um filho da puta dos perigosos, principalmente as putas casadas, já que nunca tinha conhecido nenhuma com permissão. Completou meu chefe.
Don Fernando, não hesite em fazer isso, por isso me senti tão molhada hoje, nunca pensei que encontraria um macho de verdade, exatamente como eu procurava em você. Farei o que você pedir, e naturalmente meu marido também. Já deixei claro que estou totalmente entregue.
Perfeito, professora. Agora vou explicar como vai funcionar. Mesmo que toda a escola descubra que você é a bucetinha do meu pau, não posso justificar um tempo integral só com isso. Então vou te colocar como responsável pelo laboratório de informática. Não temos ninguém e é a forma perfeita de justificar uma vaga nova. Por outro lado, não quero mais que você fique de perna aberta pros outros professores. Só eu vou te dar rola nessa escola. Mas se você me garantir que se cuida, pra mim não tem problema você ficar de bunda pronta com outros caras fora da escola. Entendeu?
Claro, mestre, como quiser. Responder completamente no meu papel; só com isso já estava ficando molhada de novo.
Então você já pode ir para o laboratório, lembre-se, sempre que não tiver aula terá que estar lá; por outro lado e para finalizar, diga ao seu imbecil do marido que minhas putas eu gosto completamente depiladas. Terminou o diretor. Ai amor, nesse momento e com essas ordens quase gozei de tanta emoção.
Sim, chefe, amanhã a gente resolve esse detalhe. Respondo e já saio do escritório.
Continua. . .
2 comentários - Casos de um casal corno.