Já contei um pouco sobre a Ana, agora é a vez da mãe. O pai da Ana era um baita de um corno manso, a Ana era minha gostosa e a mãe dela logo também seria. Antes de tudo isso, saibam que a mãe da Ana, que vamos chamar de Clara, não era "feliz" com o marido, o pai da Ana. Ela passava o tempo se beijando e se "esfregando" com qualquer um, porque segundo ela, o pai da Ana não a satisfazia. Ela até arrumou um namorado que almoçava e ficava de visita na casa do corno. A parada começou no aniversário do filho, o irmão mais novo da Ana. Precisava cortar o bolo pra servir pros convidados, e eu tinha passado metade da festa me beijando com a Ana e masturbando ela por baixo da saia que ela usou naquele dia. Quando enjoei da Ana, fui pra cozinha me fazer de útil, e o que encontrei foi a mãe da Ana cortando o bolo sozinha e fazendo tudo sozinha, então me ofereci pra ajudar. Acontece que a Ana tinha usado um batom super forte e me deixou todo pintado na boca e nas bochechas, aí a mãe da Ana se ofereceu pra me limpar. Ela pegou um guardanapo e, com as próprias mãos, limpou do meu rosto os beijos da filha dela. Vale deixar claro que a Clara é uma mulher de uns 36 a 40 anos, branca e loira natural. Olhos verdes, voluptuosa — se a Ana era peituda, a Clara era a dona e senhora das tetonas. E o melhor de tudo: ela era bunduda, uma raba infernal, gigante mas redondinha, com coxas grossas e largas, o que a deixava natural e nada feia, pelo contrário. Até meus amigos ficavam de pau duro quando a Clara passava na universidade pra buscar a Ana. Além disso, a Clara é uma mulher gordinha mas com a barriga lisa, e adora usar roupa íntima provocante. Enfim, voltando ao que importa: a Clara limpava os beijos da Ana de mim enquanto comentava que era uma mulher com necessidades e que não tinha ninguém pra ajudá-la com isso. Lógico que não perdi a oportunidade, sabendo que a Ana tava ocupada... Conversando com a amiga dela e prestando atenção no irmão mais novo dela, eu falei pra Clara que ajudaria ela em tudo que precisasse. Ela quis cortar um bolo pra servir pros convidados, eu peguei a faca, tirei da mão dela e falei que eu cortaria a torta bem dividida se ela deixasse. Ela sorriu, acho que entendeu minha indireta. Nisso, disfarçadamente, me esfreguei naquelas bundonas dela e ela gostou, porque chegou mais perto de mim. Em algum momento, alguma coisa rolou, mas não tenho certeza do que foi, porque quando me dei conta, tava beijando a Clara e massageando a bunda dela, com ela encurralada contra a parede da cozinha. Essa mulher tava uma delícia, e ela percebeu que eu tava bem duro por culpa dela. Ela pegou na minha piroca por cima da roupa. Eu continuei beijando e massageando até que tirei os peitos dela da blusa e do sutiã pra chupar eles. Umas tetonas brancas com aréolas grandes marrom claro e bicos duros e lindos. Chupei e lambi, acho que até mordi um pouco e deixei umas marcas fortes naquelas tetas. Deixei uns chupões bem visíveis, tanto que ela ficou meio brava e falou que iam perceber, mas eu não liguei. Eu sou um cara grande, então não foi difícil abraçar ela e subir ela no balcão da cozinha pra abrir as pernas dela e esfregar a bucetinha molhada e rosada que ela tinha. Depois de um tempo esfregando, tirei a calça dela e afastei a calcinha vermelha, e vi aquela buceta molhada deliciosa, com a cara dela preocupada se alguém ia vir pra cozinha. Eu apertei ela e comecei a lamber aquela buceta, e ela gemia baixinho enquanto sussurrava que eu tava fazendo muito bem... Até escapou um "com isso minha filha goza..." Eu continuei comendo a buceta dela com força e firmeza, ela teve um orgasmo leve, aí eu me levantei e beijei ela fundo enquanto apertava a bunda dela. Já tinha passado um tempinho, então agora sim alguém podia vir nos procurar. Só mordi o lábio dela e falei que depois a gente se via pra terminar o que a gente tinha começado. Comecei e voltei com a Ana, que justamente ia me buscar. Me beijei com a Ana e só imagina. Acabava de fazer um oral na mãe, um beijo profundo, e agora tava beijando a filha. O dia passou normal, a Clara agiu como se nada tivesse acontecido, mas depois de uma semana fomos pra piscina todos juntos, com a desculpa do Dia dos Pais pro pai da Ana. Eu consegui uns ingressos pra um clube privado e fomos pra lá. A Ana tava uma delícia e a mãe também tava muito gostosa, ambas de biquíni bem pequeno, mas justo o suficiente pro marido/pai não reclamar nada.
A Ana e eu entramos na piscina primeiro, junto com o irmão dela. Eu não perdi tempo e levei a Ana pra um lugar bem longe, onde ninguém nos visse, e lá eu masturbei ela no meio da piscina. Fiquei beijando e masturbando ela por uns 30 minutos, grudados no meio da piscina, enquanto o pai dela tentava cuidar dela e eu tava ali apalpando ela como se fosse uma qualquer em público.
Depois saímos da piscina e, como deu fome, fomos comprar comida. Mas quem foi comigo foi a Clara. Fui atrás dela vendo aquela bunda brancona enorme se mexendo, e quando ficamos fora de vista, dei um tapa na bunda dela e falei no ouvido: "Tá uma gostosa e me deixa duro, meu amor". Ela me olhou assustada e disse que os filhos e o marido estavam ali. Mas eu empurrei ela pra um banheiro que tinha perto e entramos num dos cubículos, onde ela sentou e me olhou com aquela cara que as putas fazem quando dizem que não querem, mas se você olhar bem, parece que tão babando pra ter o pau até o fundo.
Aí eu tirei o pau na frente dela, ela viu e ficou toda excitada, falou "como você pode", e eu respondi: "Você se vestiu assim pra mim, pra me tentar com essa bunda e esses peitos enormes". Ela pegou no meu pau e provou como se fosse uma menininha. Pra ser sincero, me deu um pouco de vergonha alheia, porque era uma senhora adulta, com dois filhos, com toda a cara de puta, se fazendo de santa na minha frente, sendo que eu sou um cara vários anos mais novo. Mas no fim, ela continuou me chupando naquele banheiro até engasgar com meu pau. Como não tínhamos tempo, não cheguei a gozar, mas fiz aquela puta babar e lamber os lábios. A boca dela sugando meu pau era uma delícia, como se fosse algo precioso pra ela. Saímos do banheiro e compramos algo, depois voltamos pros outros. A Ana tava brincando com o irmãozinho dela enquanto o pai vigiava, então voltei pra piscina com a Ana e vi ela dar um beijo naquele corno. Eu, claro, continuei usando a filha dela do meu jeito o dia inteiro até gozar, até que ela entrou na piscina com a Ana e comigo pra "brincar". Eu nunca parei de apalpar a filha gostosa dela e, num certo ponto, tava com as bundas das duas nas minhas mãos. Até enfiei os dedos na buceta suja da Ana enquanto tocava nos peitos e na bunda da mãe com movimentos pequenos que acho que ninguém percebeu. Até esfreguei meu pau na Clara na piscina na frente da filha preciosa dela. Depois daquele dia, tudo seguiu sem problemas. Às vezes recebia fotos da Ana e fotos da mãe, até que numa ocasião a Ana me mandou uma foto usando um baby doll que a mãe dela tinha no armário. Um baby doll preto com uma calcinha fio dental linda e um sutiã muito bonito e sexy. A Ana ficava muito bem e, sem dúvida, eu queria destruir a buceta dela. No dia seguinte era sábado, então aproveitei pra levar a Ana pra minha casa e foder ela o dia inteiro, mas enquanto usava a querida filha da mamãe como uma qualquer, eu pensava em como a Clara ficaria bem naquilo. Então escrevi pra ela depois de deixar a Ana em casa toda cheia de porra. Falei que a filha dela tinha me mostrado um baby doll preto que ela tinha no armário e até mandei a foto da Ana. Ela se surpreendeu, mas acho que gostou tanto que combinamos de nos encontrar num dia próximo. E foi assim: eu faltei nas aulas da faculdade, ela não trabalhava e o corno do marido passava o dia todo fora trabalhando. Saí como de costume pra casa dela, onde me encontrei com ela. Quando Cheguei, ela me cumprimentou com um beijo na boca bem molhado e quente, dava pra ver que era uma puta experiente. Entrando em casa, pude reparar melhor nela, tava usando aquele baby doll que a filha dela tinha usado antes e, como eu imaginei, ficava uma maravilha nela. Os peitos dela, sendo maiores que os da filha, faziam o sutiã mal cobrir os bicos. A calcinha fio dental do baby doll mal tapava a buceta dela, sem contar que se enfiava entre as nádegas de um jeito bem gostoso. E o robe do próprio baby doll fazia ela parecer uma raposa veterana de alto nível. Óbvio que fiquei duro na hora. Empurrei ela com força pro quarto onde o marido dela dormia e joguei ela em cima da cama. Supus que, se a filha adorava ser dominada, a mãe ia adorar também. E foi o que aconteceu. Quando joguei ela na cama, peguei ela pelo cabelo e forcei ela a tirar minha pica da calça. A puta fez isso diligentemente, e ainda cheirava e se esfregava na minha pica por cima da roupa. Cheirou minha cueca ainda vestida como se fosse um pedaço de carne que deram de recompensa pelo trabalho duro dela. Foi tão excitante que agarrei ela como se fosse bater, tirei minha pica da cueca, bem dura, e bati nas bochechas dela. Ela colocou a língua pra fora e sorria como qualquer raposa. Bati minha pica nas bochechas, lábios e língua dela até que ela soltou um suspiro e pegou minha pica pra começar a lamber. Lambeu minha pica de baixo pra cima, desde a base, subindo devagar até chegar na ponta, onde começou a chupar e saborear como a puta que era. Me mamou bem gostoso e suave, até que peguei ela pelas bochechas e pelo cabelo e comecei a foder a boca dela. Metia no rostinho de puta velha dela uma vez e outra, enchia a boca dela e ia até a garganta. Fodi o rostinho dela até gozar na boca dela e, quando tirei, forcei ela a chupar minhas bolas enquanto eu me masturbava no rostinho dela. Aí gozei de novo e sujei toda aquela cara de puta. Ela tossiu e gemeu. depois ela sorriu um pouco, eu dei um tapa nela e falei firme, mandando ela levantar e me mostrar bem aquele baby doll que ela tava usando. Ela se levantou e começou a desfilar pra mim, mostrou a bunda, a buceta, os peitos e até fez umas poses bem gostosas e deliciosas. Aí eu sentei na cama do marido dela e falei: "quer provar a pica que come a sua filhinha querida?" Ela, meio irritada, respondeu num tom bem grosso (admito que era isso que eu queria provocar): "eu gosto da sua pica, tem um gosto bom. Mas é errado a gente estar fazendo isso." Eu levantei e empurrei ela contra a cama enquanto dizia: "então por que essa sua buceta de puta tá tão molhada?" Dei um tão forte e duro nela que ela sentiu dor de verdade, mas eu gostei. Enquanto ela reclamava do tapa, eu esfreguei minha pica na buceta molhada dela, afastei a calcinha fio dental, friccionei e ela gemeu baixinho. Comecei também a masturbar ela e a bater nela, enquanto apertava os peitos dela de vez em quando. Num certo ponto, ela soltou um gemido acompanhado de: "se o namorado da minha filha vai me foder, então que me foda bem duro." Aí ela se colocou de quatro, bem aberta de pernas, colocou as mãos na bunda, abriu e mordeu o travesseiro do marido, e gritou: "me come!" Eu fiquei puto porque ela tava me dando ordens, então bati nela de novo, peguei ela pelo cabelo e me posicionei por cima, enfiando a pica no cu dela, que tava bem lubrificado. A puta sempre usava lubrificante anal com aquele baby doll, eu soube porque quando a Ana usou, cheirava igual ao lubrificante que, claro, também fiz a Ana usar quando eu comi ela. Mas agora eu tava em cima da mãe da Ana, arrombando o cu dela uma e outra vez, metendo com força e batendo nela, enfiava os dedos na boca dela, a sufocava e puxava o cabelo. Aquela puta tava sendo usada por mim e ela sabia, sabia que era uma qualquer aos meus olhos e nada mais. Isso fazia ela gostar, porque começou a babar e gemer desesperada, até gritava enquanto Eu continuei empurrando a bunda dela pra dentro, uma vez e outra. Mudamos de posição e agora ela tava de pé, se olhando no espelho que tinha naquele quarto, se vendo sendo fodida pelo namorado da filha dela. Eu continuei fodendo o cu dela e mexia meu pau de baixo pra cima, de um lado pro outro e em círculos pra abrir ela bem. Quando eu fazia isso, a putinha babava mais e até os olhos dela ficavam vidrados. Eu bati forte na bunda dela e cravei minhas unhas na carne enquanto segurava a cabeça dela por trás com meus dedos na testa, mantendo os olhos dela abertos, fazendo ela ver sem parar como ela tava gozando e curtindo o pau que a própria filha dela também usava. Ela já tinha sido dominada com aquilo, o rosto dela sorria, babava e gemia por tudo que eu tava fazendo, então só coloquei ela de quatro de novo, passando meu cinto no pescoço dela pra segurar e continuar fodendo bem forte até eu gozar dentro dela. Eu tinha gozado naquele cu gordo, branco e grande, e a vista era espetacular: a cara dela toda fodida e pegajosa do boquete que ela me deu no começo, a boca cheia de saliva e o cu dela aberto no máximo, escorrendo porra, com aquelas nádegas brancas bem vermelhas e roxeadas.
Virei ela na cama do marido dela e abri as pernas dela. A buceta dela tava tão molhada e quente que parecia que não aguentava mais. Coloquei minhas mãos no pescoço dela enquanto com meus braços segurava as pernas dela e enfiei. Senti que empalei aquela gostosa com meu pau e comecei a meter nela na cama uma vez e outra com força até ela gritar e gemer, se engasgando com os próprios gemidos. Cada vez que eu batia na pélvis dela, ouvia os sucos se mexendo dentro e fora dela. Dava pra sentir também aquela buceta, que eu não resisti e acho que na hora eu comi ela como se fosse qualquer uma, bati e bati lá dentro por umas uma hora até gozar dentro dela, depois baixei uma perna e deixei a outra no meu braço. Aquela puta não aguentava mais nada, quando eu percebi, ela já não gritava nem Geninha só tinha um sorriso nojento, os olhos virados e babava pra caralho. O único barulho que fazia era uma vozinha de gemido, quase inaudível, que acompanhava o ritmo das estocadas, igual quando você aperta um boneco de plástico e cada apertão faz barulho. Pois com ela era a mesma coisa, só que em vez de um guincho agudo, era a voz dela gemendo num chorinho molhado que fazia você pensar que ela já não aguentava mais, era uma boneca de carne que tinham fudido até esgotar e continuavam comendo. Os olhos dela começaram a lacrimejar e ficou ainda mais gostoso, porque ela tava maquiada e a maquiagem começou a escorrer pelas bochechas, mas mesmo assim ela não parava de gemer e sorrir enquanto eu metia com força. Dava até pra sentir meu pau batendo no fundo dela a cada estocada. Passei a manhã inteira nisso, eu já tinha gozado umas vezes, ela definitivamente tava travada, porque quando eu parei ela parecia uma torneira aberta, uma cachoeira. Tirei meu pau dela e ela começou a ter espasmos e contrações enquanto praticamente se mijava toda. Quando parou, sentei do lado dela e levantei ela pelo cabelo, ela sorriu e sabia o que viria a seguir. Ela abriu a boca na hora e começou a engolir meu pau de novo até eu gozar dentro da boca dela de novo. Já eram umas 2 ou 2:30 da tarde, a Ana tinha saído da faculdade, o que significava que ela e o irmão mais novo chegariam logo. Eu levantei, tomei um banho rápido e fui embora, deixando a Clara toda arrombada em cima da cama do marido dela. Sei que ela se levantou, se arrumou e de algum jeito evitou que o marido desconfiasse da bagunça na cama. No dia seguinte, falei pra Ana vir na minha casa pra "ver filmes". Depois de tudo, eu continuei com a Ana por um ano e, claro, continuei comendo a mãe e a filha sem a Ana nunca desconfiar que eu tava saboreando a rabuda da mãe dela, às vezes até enquanto a Ana tava por perto. Valeu por ler, espero que tenham gostado dessa história/relato. Depois eu conto mais. Vou trazer a história sobre a melhor amiga da Ana.
A Ana e eu entramos na piscina primeiro, junto com o irmão dela. Eu não perdi tempo e levei a Ana pra um lugar bem longe, onde ninguém nos visse, e lá eu masturbei ela no meio da piscina. Fiquei beijando e masturbando ela por uns 30 minutos, grudados no meio da piscina, enquanto o pai dela tentava cuidar dela e eu tava ali apalpando ela como se fosse uma qualquer em público.
Depois saímos da piscina e, como deu fome, fomos comprar comida. Mas quem foi comigo foi a Clara. Fui atrás dela vendo aquela bunda brancona enorme se mexendo, e quando ficamos fora de vista, dei um tapa na bunda dela e falei no ouvido: "Tá uma gostosa e me deixa duro, meu amor". Ela me olhou assustada e disse que os filhos e o marido estavam ali. Mas eu empurrei ela pra um banheiro que tinha perto e entramos num dos cubículos, onde ela sentou e me olhou com aquela cara que as putas fazem quando dizem que não querem, mas se você olhar bem, parece que tão babando pra ter o pau até o fundo.
Aí eu tirei o pau na frente dela, ela viu e ficou toda excitada, falou "como você pode", e eu respondi: "Você se vestiu assim pra mim, pra me tentar com essa bunda e esses peitos enormes". Ela pegou no meu pau e provou como se fosse uma menininha. Pra ser sincero, me deu um pouco de vergonha alheia, porque era uma senhora adulta, com dois filhos, com toda a cara de puta, se fazendo de santa na minha frente, sendo que eu sou um cara vários anos mais novo. Mas no fim, ela continuou me chupando naquele banheiro até engasgar com meu pau. Como não tínhamos tempo, não cheguei a gozar, mas fiz aquela puta babar e lamber os lábios. A boca dela sugando meu pau era uma delícia, como se fosse algo precioso pra ela. Saímos do banheiro e compramos algo, depois voltamos pros outros. A Ana tava brincando com o irmãozinho dela enquanto o pai vigiava, então voltei pra piscina com a Ana e vi ela dar um beijo naquele corno. Eu, claro, continuei usando a filha dela do meu jeito o dia inteiro até gozar, até que ela entrou na piscina com a Ana e comigo pra "brincar". Eu nunca parei de apalpar a filha gostosa dela e, num certo ponto, tava com as bundas das duas nas minhas mãos. Até enfiei os dedos na buceta suja da Ana enquanto tocava nos peitos e na bunda da mãe com movimentos pequenos que acho que ninguém percebeu. Até esfreguei meu pau na Clara na piscina na frente da filha preciosa dela. Depois daquele dia, tudo seguiu sem problemas. Às vezes recebia fotos da Ana e fotos da mãe, até que numa ocasião a Ana me mandou uma foto usando um baby doll que a mãe dela tinha no armário. Um baby doll preto com uma calcinha fio dental linda e um sutiã muito bonito e sexy. A Ana ficava muito bem e, sem dúvida, eu queria destruir a buceta dela. No dia seguinte era sábado, então aproveitei pra levar a Ana pra minha casa e foder ela o dia inteiro, mas enquanto usava a querida filha da mamãe como uma qualquer, eu pensava em como a Clara ficaria bem naquilo. Então escrevi pra ela depois de deixar a Ana em casa toda cheia de porra. Falei que a filha dela tinha me mostrado um baby doll preto que ela tinha no armário e até mandei a foto da Ana. Ela se surpreendeu, mas acho que gostou tanto que combinamos de nos encontrar num dia próximo. E foi assim: eu faltei nas aulas da faculdade, ela não trabalhava e o corno do marido passava o dia todo fora trabalhando. Saí como de costume pra casa dela, onde me encontrei com ela. Quando Cheguei, ela me cumprimentou com um beijo na boca bem molhado e quente, dava pra ver que era uma puta experiente. Entrando em casa, pude reparar melhor nela, tava usando aquele baby doll que a filha dela tinha usado antes e, como eu imaginei, ficava uma maravilha nela. Os peitos dela, sendo maiores que os da filha, faziam o sutiã mal cobrir os bicos. A calcinha fio dental do baby doll mal tapava a buceta dela, sem contar que se enfiava entre as nádegas de um jeito bem gostoso. E o robe do próprio baby doll fazia ela parecer uma raposa veterana de alto nível. Óbvio que fiquei duro na hora. Empurrei ela com força pro quarto onde o marido dela dormia e joguei ela em cima da cama. Supus que, se a filha adorava ser dominada, a mãe ia adorar também. E foi o que aconteceu. Quando joguei ela na cama, peguei ela pelo cabelo e forcei ela a tirar minha pica da calça. A puta fez isso diligentemente, e ainda cheirava e se esfregava na minha pica por cima da roupa. Cheirou minha cueca ainda vestida como se fosse um pedaço de carne que deram de recompensa pelo trabalho duro dela. Foi tão excitante que agarrei ela como se fosse bater, tirei minha pica da cueca, bem dura, e bati nas bochechas dela. Ela colocou a língua pra fora e sorria como qualquer raposa. Bati minha pica nas bochechas, lábios e língua dela até que ela soltou um suspiro e pegou minha pica pra começar a lamber. Lambeu minha pica de baixo pra cima, desde a base, subindo devagar até chegar na ponta, onde começou a chupar e saborear como a puta que era. Me mamou bem gostoso e suave, até que peguei ela pelas bochechas e pelo cabelo e comecei a foder a boca dela. Metia no rostinho de puta velha dela uma vez e outra, enchia a boca dela e ia até a garganta. Fodi o rostinho dela até gozar na boca dela e, quando tirei, forcei ela a chupar minhas bolas enquanto eu me masturbava no rostinho dela. Aí gozei de novo e sujei toda aquela cara de puta. Ela tossiu e gemeu. depois ela sorriu um pouco, eu dei um tapa nela e falei firme, mandando ela levantar e me mostrar bem aquele baby doll que ela tava usando. Ela se levantou e começou a desfilar pra mim, mostrou a bunda, a buceta, os peitos e até fez umas poses bem gostosas e deliciosas. Aí eu sentei na cama do marido dela e falei: "quer provar a pica que come a sua filhinha querida?" Ela, meio irritada, respondeu num tom bem grosso (admito que era isso que eu queria provocar): "eu gosto da sua pica, tem um gosto bom. Mas é errado a gente estar fazendo isso." Eu levantei e empurrei ela contra a cama enquanto dizia: "então por que essa sua buceta de puta tá tão molhada?" Dei um tão forte e duro nela que ela sentiu dor de verdade, mas eu gostei. Enquanto ela reclamava do tapa, eu esfreguei minha pica na buceta molhada dela, afastei a calcinha fio dental, friccionei e ela gemeu baixinho. Comecei também a masturbar ela e a bater nela, enquanto apertava os peitos dela de vez em quando. Num certo ponto, ela soltou um gemido acompanhado de: "se o namorado da minha filha vai me foder, então que me foda bem duro." Aí ela se colocou de quatro, bem aberta de pernas, colocou as mãos na bunda, abriu e mordeu o travesseiro do marido, e gritou: "me come!" Eu fiquei puto porque ela tava me dando ordens, então bati nela de novo, peguei ela pelo cabelo e me posicionei por cima, enfiando a pica no cu dela, que tava bem lubrificado. A puta sempre usava lubrificante anal com aquele baby doll, eu soube porque quando a Ana usou, cheirava igual ao lubrificante que, claro, também fiz a Ana usar quando eu comi ela. Mas agora eu tava em cima da mãe da Ana, arrombando o cu dela uma e outra vez, metendo com força e batendo nela, enfiava os dedos na boca dela, a sufocava e puxava o cabelo. Aquela puta tava sendo usada por mim e ela sabia, sabia que era uma qualquer aos meus olhos e nada mais. Isso fazia ela gostar, porque começou a babar e gemer desesperada, até gritava enquanto Eu continuei empurrando a bunda dela pra dentro, uma vez e outra. Mudamos de posição e agora ela tava de pé, se olhando no espelho que tinha naquele quarto, se vendo sendo fodida pelo namorado da filha dela. Eu continuei fodendo o cu dela e mexia meu pau de baixo pra cima, de um lado pro outro e em círculos pra abrir ela bem. Quando eu fazia isso, a putinha babava mais e até os olhos dela ficavam vidrados. Eu bati forte na bunda dela e cravei minhas unhas na carne enquanto segurava a cabeça dela por trás com meus dedos na testa, mantendo os olhos dela abertos, fazendo ela ver sem parar como ela tava gozando e curtindo o pau que a própria filha dela também usava. Ela já tinha sido dominada com aquilo, o rosto dela sorria, babava e gemia por tudo que eu tava fazendo, então só coloquei ela de quatro de novo, passando meu cinto no pescoço dela pra segurar e continuar fodendo bem forte até eu gozar dentro dela. Eu tinha gozado naquele cu gordo, branco e grande, e a vista era espetacular: a cara dela toda fodida e pegajosa do boquete que ela me deu no começo, a boca cheia de saliva e o cu dela aberto no máximo, escorrendo porra, com aquelas nádegas brancas bem vermelhas e roxeadas.
Virei ela na cama do marido dela e abri as pernas dela. A buceta dela tava tão molhada e quente que parecia que não aguentava mais. Coloquei minhas mãos no pescoço dela enquanto com meus braços segurava as pernas dela e enfiei. Senti que empalei aquela gostosa com meu pau e comecei a meter nela na cama uma vez e outra com força até ela gritar e gemer, se engasgando com os próprios gemidos. Cada vez que eu batia na pélvis dela, ouvia os sucos se mexendo dentro e fora dela. Dava pra sentir também aquela buceta, que eu não resisti e acho que na hora eu comi ela como se fosse qualquer uma, bati e bati lá dentro por umas uma hora até gozar dentro dela, depois baixei uma perna e deixei a outra no meu braço. Aquela puta não aguentava mais nada, quando eu percebi, ela já não gritava nem Geninha só tinha um sorriso nojento, os olhos virados e babava pra caralho. O único barulho que fazia era uma vozinha de gemido, quase inaudível, que acompanhava o ritmo das estocadas, igual quando você aperta um boneco de plástico e cada apertão faz barulho. Pois com ela era a mesma coisa, só que em vez de um guincho agudo, era a voz dela gemendo num chorinho molhado que fazia você pensar que ela já não aguentava mais, era uma boneca de carne que tinham fudido até esgotar e continuavam comendo. Os olhos dela começaram a lacrimejar e ficou ainda mais gostoso, porque ela tava maquiada e a maquiagem começou a escorrer pelas bochechas, mas mesmo assim ela não parava de gemer e sorrir enquanto eu metia com força. Dava até pra sentir meu pau batendo no fundo dela a cada estocada. Passei a manhã inteira nisso, eu já tinha gozado umas vezes, ela definitivamente tava travada, porque quando eu parei ela parecia uma torneira aberta, uma cachoeira. Tirei meu pau dela e ela começou a ter espasmos e contrações enquanto praticamente se mijava toda. Quando parou, sentei do lado dela e levantei ela pelo cabelo, ela sorriu e sabia o que viria a seguir. Ela abriu a boca na hora e começou a engolir meu pau de novo até eu gozar dentro da boca dela de novo. Já eram umas 2 ou 2:30 da tarde, a Ana tinha saído da faculdade, o que significava que ela e o irmão mais novo chegariam logo. Eu levantei, tomei um banho rápido e fui embora, deixando a Clara toda arrombada em cima da cama do marido dela. Sei que ela se levantou, se arrumou e de algum jeito evitou que o marido desconfiasse da bagunça na cama. No dia seguinte, falei pra Ana vir na minha casa pra "ver filmes". Depois de tudo, eu continuei com a Ana por um ano e, claro, continuei comendo a mãe e a filha sem a Ana nunca desconfiar que eu tava saboreando a rabuda da mãe dela, às vezes até enquanto a Ana tava por perto. Valeu por ler, espero que tenham gostado dessa história/relato. Depois eu conto mais. Vou trazer a história sobre a melhor amiga da Ana.
1 comentários - Ya veo por que la hija salió tan puta