Hoje quero contar pra vocês a pior experiência da minha vida, o pior dia, e talvez o que torna tudo pior é que não foi só a minha experiência. Passei muitos anos em terapia depois do que aconteceu, do que vou contar. Fiquei muito tempo sem conseguir falar sobre isso, nem pros meus melhores amigos. Por sorte, a terapia me ajudou muito a processar não só o que aconteceu naquele dia, mas também como eu reagi àquilo.
Meu nome é Samantha, mas todo mundo me chama de Sammy. Tenho 54 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha 48, já faz tanto tempo, e minha filha Alicia tinha 16. Fui casada por 12 anos, mas quando isso aconteceu, eu já tinha me divorciado do meu marido há vários anos. Ele tinha arrumado uma nova parceira e um dia decidiu que não queria mais o nosso relacionamento e foi morar com essa outra mulher em Córdoba enquanto a gente resolvia tudo do divórcio, me deixando sozinha com a Alicia. Nunca soube ao certo quanto tempo antes do divórcio ele tava me chifrando com essa outra mulher, mas sabia que tinham sido alguns meses, pelo menos.
Eu tentei levar tudo da melhor forma possível e lidar com as coisas do jeito mais diplomático que dava. Nunca fiquei realmente puta com o que ele fez. A verdade é que naquela altura, depois de tantos anos de casados, mesmo a gente nunca brigando, também não era como se a gente ainda se amasse loucamente como no começo. Me pegou de surpresa quando aconteceu, sim, mas parte de mim pensava que me incomodava mais a surpresa do que o fato em si, e talvez até aquela parte estivesse grata por ele ter explodido tudo e não eu. Ainda era jovem, pensava, e se quisesse, podia recomeçar e arrumar outro relacionamento.
O problema é que isso nunca aconteceu. Quando o divórcio foi finalizado, nunca consegui arrumar um namorado. Mais que isso, nem uma noite de sexo. Nada. Tinha baixado o Tinder no celular, mas já tinham se passado quatro anos e meio e eu só consegui dois encontros, que não levaram a nada. Não sei se é porque as fotos que eu tinha postado eram ruins ou feias, ou talvez o O fato de eu ser mãe solteira espantava os homens, ou algo assim. Nunca pensei que fosse por causa do meu físico. Não é por vaidade, de jeito nenhum, mas não me considero uma feiosa.
Sou mais baixinha. Tenho 1,65 e sou magra. Não sou de ir pra academia nem nada disso, não tenho tempo, nem grana, nem vontade, mas por sorte me alimento bem e nunca fui de engordar, mesmo sem fazer exercício. Tenho cabelo loiro e gosto de estar sempre bem arrumada e apresentável. Não tenho curvas grandes nem aquele tipo de corpo cheio e voluptuoso, mas me sinto bem com meu corpo. Com isso quero dizer que não sei o que havia com os homens, ou o que eles esperavam, pra que minhas tentativas de arrumar um parceiro tivessem fracassado tão redondamente. Até a Alicia, quando já estava mais crescida, me dizia pra continuar tentando conhecer alguém, mas eu cada vez mais me resignava de que não ia rolar. Mentalmente já tinha me fechado pra encontrar qualquer relacionamento e estava focada no meu trabalho e em criá-la.
Acho que todas essas coisas se juntaram, de algum jeito, pra tudo desembocar naquele dia horrível que tive.
Era uma quinta-feira e eu e a Alicia acordamos como sempre, como todos os dias, cedo. Tomamos café da manhã e nos vestimos. Eu naquele dia trabalhava de casa, não precisava ir pra empresa, então, como todos os dias em que isso acontecia, ia aproveitar pra acompanhar a Alicia até a escola, deixá-la lá, fazer uns trâmites e comprinhas pelo bairro e voltar pra casa pra trabalhar sozinha e tranquila até ela voltar da escola.
Lembro que a deixei na escola às 8 da manhã, fiquei um tempinho cumprimentando e conversando com outras mães, na volta passei num caixa eletrônico pra sacar um dinheiro, fui pagar umas contas num Pago Fácil, comprei umas frutas e verduras que precisava e já voltei pra casa.
A gente sempre diz, e sempre nos dizem, que tem que ficar alerta o tempo todo. Mas eu, sinceramente, não estava. Estava carregando as Bolsa numa mão, mexendo no celular e respondendo mensagens enquanto voltava pra casa, bem distraída. Entendo que se fosse de noite, talvez eu tivesse prestado mais atenção, mas nunca imaginei que uma parada dessas fosse acontecer comigo às nove e meia da manhã.
Distraída, cheguei na porta do nosso prédio e meti a chave pra abrir. Foi tudo tão rápido que não deu tempo de reagir a nada. De algum jeito, vi pelo reflexo no vidro que uma sombra grande tinha se posto atrás de mim, e não processei nada quando senti um peso enorme nas costas, alguém me apertando contra a porta com força, e ao mesmo tempo uma picada, como se tivessem encostando algo pontudo ou afiado nas minhas costas, na altura dos rins.
Ouvi a voz grossa de um cara, por cima da minha cabeça, e fiquei paralisada: "Fica quietinha e não grita, me entendeu?", ele disse, e minha pressão começou a cair. "Se gritar, te corto toda, filha da puta... me dá o celular e a carteira..."
Não sabia o que fazer, ou não tive tempo de reagir e fazer o que ele mandava, quando ele mesmo arrancou o celular da minha mão e esperou eu achar a carteira na bolsa. "Tô te dando... tô te dando, não faz nada comigo...", consegui falar. Entreguei a carteira sem olhar, e ele arrancou, guardando tudo no bolso. Vi pelo reflexo no vidro que o cara ficou uns segundos em silêncio, como se olhasse pra trás pra ver se alguém vinha ou tava vendo. De repente, ele falou algo que me deixou gelada.
"Abre a porta, vai... vamos pra dentro... quietinha, hein...", ele disse baixinho e apertou mais a faca, ou o que fosse, contra minhas costas.
"Não... para...", gaguejei de nervoso, mas ele me interrompeu com um empurrão forte e senti uma picada nas costas que quase me fez gritar. Não tinha me espetado, mas tinha certeza de que a ponta tinha cortado minha pele.
"Anda logo, filha da puta, ou eu juro... Vou te matar aqui mesmo... abre a porta e vamos pra dentro..."
Com os nervos à flor da pele e o coração a mil, abri a porta e o cara me empurrou pra dentro do hall de entrada, fechando rápido atrás dele. Me pegou pelo cabelo e com a outra mão continuava me fazendo sentir a ponta na minha costa, bem forte. "Vamos pro teu apê, dale... tem teu namorado ou marido? Quem tá aí?"
Eu, feita de otária e com os nervos da situação, não sei por que falei a verdade. Talvez não quisesse arriscar falar qualquer merda, ele perceber que era mentira e ficar pior e fazer alguma coisa comigo. "Não... não tem ninguém..."
"Beleza, então vamos pro teu apê... caladinha, hein? Nada de gritar e nada de se fazer de esperta e pedir ajuda pra vizinho... te corto toda, sua puta, se fizer isso...", ele rosnou baixinho enquanto me levava pro elevador.
"Não... calma... calma... não me faz nada... por favor...", respondi eu também num sussurro.
Nos espelhos do elevador, enquanto subíamos pro meu apartamento, pude ver ele direito. Tinha cara de ser um desses manos da quebrada que a gente via sempre no bairro revirando lixo ou sei lá o quê. Era grandão e quando vi ele bem, pensei que ainda bem que não tinha me ocorrido resistir nem nada. Do tamanho que eu era e do fortão que esse cara era, não tinha nada que eu pudesse fazer. Talvez se por sorte eu trombrasse com o porteiro ou com algum vizinho... talvez eu falasse algo e nós dois fizéssemos alguma coisa, mas sozinha eu ia perder sempre. Mas não trombei ninguém, infelizmente. Era cedo da manhã e os vizinhos que trabalhavam estariam nos seus empregos, e os aposentados que moravam ali estariam nos seus apartamentos.
Com o coração na boca, finalmente chegamos na porta do meu apê, abri e de novo ele me empurrou forte pra dentro, fechando a porta atrás dele. Me pediu as chaves e eu dei. Sem me virar, ouvi ele trancar a porta. Me levou pelo cabelo até a sala e, parece que pra ter certeza, me arrastou por todo o apartamento, pra ficar tranquilo que não tinha ninguém e que não tinha mentido pra ele.
"Você vai ficar quietinha?", ele perguntou por trás.
"Sim... sim, calma...", eu falei, tentando disfarçar o nervosismo que tava sentindo.
"Ok... se você gritar ou fizer barulho... primeiro te encho de porrada... depois te estupro e te mato, entendeu?"
"Eu não vou fazer nada! Por favor, fica calmo...", implorei.
Senti que ele soltou meu cabelo e tirou a ponta das costas, finalmente. Aí, os dois no meio da sala, me virei pra ver ele e ver o que queria fazer, e já vi que ele tava me olhando com um pouco de fome. Acendeu um alerta na minha cabeça que dizia que isso não ia acabar bem pra mim e que eu não ia escapar ilesa. Ele já tinha pego meu celular e a carteira, mas tava livre pra tirar um monte de coisas a mais.
Consegui ver o que ele tinha na mão, era uma faca de cozinha, serrilhada tipo Tramontina. Ele não largava e mostrava pra mim quando falava.
"Você mora sozinha?", ele perguntou.
"Não, com minha filha, mas ela não tá...", falei sem mentir. Ele já tinha visto o quarto da Alicia e as coisas dela, pensei que se mentisse ia ser pior.
"Onde ela tá? Que horas ela volta?"
"Na escola... ela vem mais tarde..."
"Que horas eu te falei...", ele rosnou.
"Umas duas..."
Ele pensou no que eu falei por um momento e me olhou, "Bom... vem, vamo' pra cozinha... faz um negócio pra eu comer."
"O quê?", perguntei sem entender.
"Faz um negócio pra eu comer, te falei. Tô com fome... anda, vamo'...", ele disse e me pegou pelo cabelo de novo, me levando pra cozinha.
"Sei lá... não tenho... o que você quer?", perguntei.
"Faz algo gostoso... anda, tô com fome...", ele falou e me empurrou um pouco pra dentro da cozinha enquanto abriu a geladeira e começou a beber um dos refrigerantes que a gente tinha.
Eu pensei um pouco. Talvez de barriga cheia ele ficasse menos agressivo, então, tentando controlar meus nervos, falei, enquanto procurava um prato, "Te esquento arroz de Ontem à noite... e te faço um sanduíche, quer?"
"Dale...", ela me disse, "Fica quietinha, hein? Senão já sabe."
Coloquei o arroz que tinha sobrado pra mim e pra Alicia de ontem à noite pra esquentar no micro-ondas e comecei a preparar um sanduíche de presunto e queijo. De repente, senti ele se colocar atrás de mim de novo, enquanto eu preparava tudo. Senti a ponta da faca dessa vez no meu pescoço e me assustei, mas logo senti ele me pressionar com os quadris contra a bancada da cozinha e encostar o volume que carregava nas minhas costas. Eu fazia o que podia pra ficar calma e não falar nada, mas logo vi a mão livre dele deslizar pelo meu lado e começar a apalpar um dos meus peitos por cima da camiseta. Ficamos em silêncio por um tempo assim, enquanto eu terminava o sanduíche e ele apertava um dos meus seios.
"Peitão bonito que você tem, filha da puta...", ele riu, "Depois de comer, você vai me mostrar eles...", senti ele tirar a mão e levar até minha bunda, apalpando ali também, "E a rabeta também parece boa..."
"Para... não... leva o que quiser, mas não me faz nada...", implorei.
"Vou fazer o que der na telha, sua puta", ele disse, "E você vai gostar..."
Fiquei ali um tempo enquanto ele me apalpava e falava putaria, eu em silêncio aguentando tudo. Quando o micro-ondas apitou, fomos levando as coisas pra mesa da sala. Ele sentou pra comer e me fez sentar do lado dele. Eu tinha feito um monte de arroz e o sanduíche era bem caprichado, mas ele comia muito rápido, dava pra ver que tava com fome de verdade, sei lá de quanto tempo.
Quando terminou de comer, ficou um tempo ali, me olhando e aproveitando a barriga cheia. Eu, em silêncio, sentada do lado, a um passo fácil da faca dele, então não ousei fazer nada. Além disso, pra onde eu ia? Ele tinha fechado a porta do apartamento e estava com a chave. Eu tava na mão dele. A única coisa que queria era dizer sim pra tudo pra tirar ele dali o mais rápido possível.
"Que horas são?", ele perguntou de repente.
Eu olhei o relógio do... Vivo, "São 11...", falei timidamente.
Ele riu, "Ah... ainda temo' tempo... vamo' toma' um banho, já que eu tô..."
Olhei séria pra ele, a última coisa que eu queria era entrar no chuveiro com esse cara, "Toma banho se quiser, mas eu não."
Ele riu de novo, "Nem fodendo que vou te deixar solta enquanto eu tomo banho... você vai entra' comigo."
Levantamos e ele me levou pro banheiro. Não me pegou pelo cabelo porque viu que eu ia sozinha, sem precisar me forçar. Abri a água pra esquentar e vi ele começar a se despir. Eu não me despia. Por mais que pareça besteira, se eu tivesse que entrar vestida no chuveiro, eu ia entrar. Não tava nem aí se minha roupa e tênis estragassem.
Ele já tava quase pelado quando percebeu que eu ainda tava vestida. "O que cê tá esperando?", perguntou, "Ou tira a roupa e entra comigo, ou eu tiro e você vai se ferrar..."
Resmunguei baixinho e comecei a me despir enquanto o cara me olhava com um sorriso. De raiva e nervoso, nem pensei em ficar de sutiã e calcinha, porque sabia que ele ia mandar tirar e ia piorar. Tirei tudo de uma vez, era o que ia acontecer e eu não podia evitar.
Ele sorriu ao me ver finalmente pelada, "Que gostosa que cê é, mami...", falou, "Vamo vê se cê gosta da minha também...", terminou e baixou a cueca, ficando pelado também e me mostrando a pica que ele tinha. Não só mostrando, mas pegou ela pela base e bateu umas punhetas, esfregando contra meu quadril. Era maior do que eu imaginava, e comprida. Tenho que admitir que olhei por uns segundos. São essas coisas que a gente, mesmo na merda de situação que tava, não consegue evitar. Não falei nada e entrei debaixo do chuveiro, com o cara colado atrás de mim.
Ele me fez dar banho nele e ensaboar ele inteiro. Eu com cara de cu e ele sorrindo e falando putaria o tempo todo. Me fez ensaboar e lavar a pica e as bolas dele com a mão. enquanto ele sorria e apalpava minha bunda debaixo do chuveiro. Quando terminei de limpá-lo, ele disse que agora era minha vez, então me virou e começou a apalpar meu corpo todo com as mãos ensaboadas. Ele se colou atrás de mim e começou a apertar meus peitos, encostando a pica dura nas minhas costas. Entre a lavada que eu dei nele e o apalpação, pra minha tristeza, eu já tava dura e ele fez questão de eu sentir aquilo nas costas, enquanto as mãos grossas dele se divertiam ensaboando e sentindo minhas tetas.
Eu não dizia nada. Até aquele momento, não quis dar nem um pingo de consideração ou incentivo, e me cuidava pra não fazer barulho, pra ele não pensar que tava gostando do que fazia. A verdade é que, tenho que admitir, meu corpo meio que me traiu. Minha mente, não. Minha mente tava focada naquela situação horrível que eu tava vivendo, mas meu corpo era outra história. Não sei se era por causa do nervoso, ou por ter passado tantos anos sem ficar perto de um homem, mas até certo ponto meu corpo tava curtindo a apalpação desse filho da puta e tava me mostrando isso. Sem eu conseguir evitar, debaixo d'água e sob os dedos ensaboados dele, meus bicos do peito começaram a endurecer e eu sentia os primeiros sinais de que tava começando a me molhar por dentro, entre as pernas. A pica dura que ele tinha encostada na minha pele das costas também não ajudava nada.
Não tive muito tempo pra pensar em como ia me controlar e disfarçar o que meu corpo tava sentindo, quando, sem parar de massagear minhas tetas, ele se abaixou e começou a chupar meu pescoço e minha orelha, lambendo tudo, me dando beijos e sussurrando coisas no meu ouvido. Por sorte, eu tava aguentando bem.
Eu tava aguentando bem até sentir ele levar a mão pra baixo e começar a esfregar minha pussy devagar, roçando meu clitóris com os dedos ensaboados e, de vez em quando, enfiando a ponta de um dedo entre meus lábios vaginais. Ele sorriu no meu ouvido quando percebeu conta logo que eu tava molhada e não com a água do chuveiro. Não consegui evitar. Adoraria ter evitado, mas não deu. Sozinha, sem ele fazer mais nada além daquilo, a sensação me dominou e soltei um gemido baixinho e suave, que cortei na hora quase mordendo a língua. Mas ele percebeu e começou a me apalpar mais forte, me beijando e chupando meu pescoço enquanto os dedos dele exploravam mais fundo entre minhas pernas. Sem querer, como um reflexo, tentei afastar um pouco o quadril pra trás, longe daqueles dedos, mas a única coisa que fiz foi apertar mais minha bunda contra ele.
Ele levou a mão que segurava um dos meus peitos pra trás, e senti ele explorar entre minhas nádegas. De repente, as duas mãos do cara estavam na minha frente e atrás, os dedos ensaboados me sentindo e esfregando minha buceta e meu cu ao mesmo tempo. Eu quis protestar de novo, mas de novo escapou outro gemidinho. Eu queria que aquilo acabasse logo, mas meu corpo tinha outras ideias e queria aproveitar, como se tivesse vida própria, o toque de um homem depois de tanto tempo. As atenções daquele favelado filho da puta tavam me esquentando demais e eu não conseguia evitar.
Ficamos um minuto assim enquanto ele curtia minhas partes mais íntimas, quando de repente senti ele grunhir no meu ouvido. Ele me virou e empurrou meus ombros pra baixo, me fazendo ajoelhar no chuveiro na frente dele. De repente, tava cara a cara com a rola morena dele, que já tava bem dura e ereta.
"Chupa minha rola...", ele falou diretamente de cima. Não disse mais nada.
Eu já queria que aquilo acabasse. Pensei que, por sorte, eu tinha lavado e ensaboado bem ele um pouco antes. Nem queria imaginar a sujeira e o gosto que a rola daquele favelado devia ter. Minha mente tava horrorizada, mas meu corpo agradeceu quando, sem muito preâmbulo, peguei ela pela base e levei a ponta à boca, enfiando toda a cabeça inchada pra dentro e começando a chupar devagar. Chupei ela. chupei o melhor que pude, dadas as circunstâncias. Minha boca só conseguia enfiar metade daquela rola dura e ereta e, quando isso não era suficiente pra ele, ele me pegou pelo cabelo com as duas mãos e começou a bombar devagar com o quadril, fazendo com que entrasse mais até eu sentir ele me empurrar e raspar a entrada da minha garganta. Depois de algumas estocadas, ele me soltava de novo pra eu continuar sozinha, satisfazendo ele no meu ritmo.
Minha cabeça tava trabalhando full time tentando espantar todas as sensações e ideias que meu corpo tava jogando em mim. Ali mesmo, enquanto chupava a rola dura de um vilão na minha própria ducha. Que finalmente, depois de tanto tempo, eu tinha a rola dura de um homem na boca... que delícia que era... como me excitava ouvir ele gemer de prazer. Que lindo seria sentir aquela rola grossa e dura enchendo minha buceta até o fundo...
Não tive tempo de continuar tentando espantar sensações quando o cara tirou a rola da minha boca e segurou minha cabeça, me fazendo lamber e chupar os ovos dele, que por sorte já estavam lavados também.
Depois de um tempo disso, ele enfiou a rola de novo na minha boca e eu continuei chupando. Minha mente chorava, mas meu corpo quase gozava. Foi então que ouvi ele falar lá de cima, e ele disse algo que me fez tremer e, por sorte, tive controle pra não deixar visível.
"Que boazinha que cê tá, filha da puta... como vou encher sua buceta de porra..."
Não consegui evitar soltar um gemido ao ouvir isso, mas comecei a chupar mais rápido e mais forte. O que minha mente menos queria era que esse vilão me comesse e, pior, que me enchesse com o sêmen dele. Se fosse gozar, que fosse na minha boca ou na minha cara ali mesmo no chuveiro. Quase, quase, estive tão perto de fazer ele gozar e conseguir o que queria. Ouvi ele gemer fundo enquanto eu chupava com vontade, e senti a rola dele na minha boca endurecer mais. Tava quase... mas senti ele puxar meu cabelo e tirar ela de A boca. Não sei se ela percebeu o que eu tava fazendo ou não, mas ela me olhou sorrindo e recuperando um pouco o fôlego.
Ele desligou o chuveiro, saímos e nos secamos um pouco. Mas não muito. Enquanto eu me secava, ele me agarrou pelo braço e me tirou do banheiro, me levando pro quarto. Me empurrou sem dizer nada em cima da cama e se jogou em cima de mim. Eu tentei me esquivar um pouco, mas ele era maior, mais forte, me segurou fácil e ficou por cima, enfiando a cara no meu pescoço e lambendo a área toda.
"Por favor... eu... não...", implorei.
"Cala a boca, sua putinha...", ele sussurrou no meu ouvido.
"Por favor...", eu continuei implorando, "Pelo menos... coloca camisinha... por favor..."
Ele riu, "Que camisinha, cala a boca... vou te encher bem essa buceta, gostosa..."
Eu tentei me soltar e por alguns segundos a gente se debateu, até que de repente ele me pressionou com uma mão no ombro e com a outra me deu um tapa que virou minha cara, ficando por cima de mim.
"Você vai parar de fazer drama, sua puta!", ele disse bravo, "Ainda por cima que vou te foder, vou te encher de porrada, sua puta!"
Eu olhei pra ele com um pouco de medo enquanto sentia as agulhadas de dor que ele tinha deixado na minha bochecha, "P-para..."
"Quer que eu te encha de porrada? Hein? É isso que você quer?", eu balancei a cabeça, "Então para de bancar a sonsa... beleza?"
Não me deu tempo de responder nada porque com força ele abriu minhas pernas e ajustou o corpo dele em cima do meu. Eu fechei os olhos e senti a ponta do pau dele me procurando entre as pernas, pressionando e esfregando tudo. Eu sentia ele tão duro e rijo quanto quando eu tinha deixado ele no chuveiro. Não demorou muito pra ele encontrar minha buceta e pressionou com a cintura forte, enfiando de uma vez todo o comprimento do pau dele dentro de mim. Senti ele me encher e alargar a buceta, fechei os olhos e soltei um grito de dor e, tenho que admitir também, um pouquinho de prazer. Tentei me soltar de baixo dele. dele, mas não sabia pra quê. Eu não tinha chance. Ele me controlou de novo na hora e me pegou pelo cabelo com uma mão, me segurando firme enquanto começou a bombar com a cintura.
"Aaaahh... siiiim... que buceta gostosa!!!", ele riu e fechou os olhos. Me segurou também com a mão livre e começou a me estuprar, acelerando o ritmo da cintura até chegar num ponto que gostou e manteve, duro e constante. Eu sentia a pica dura desse favelado entrando e saindo de dentro de mim e não conseguia evitar gemer baixinho, de dor e prazer, mas logo percebia com certo nojo que a dor ia sumindo devagar da minha mente e só sobrava o prazer. Prazer que eu não tinha nenhuma intenção de mostrar pra esse filho da puta nem deixar ele saber. Mas tava ali. E eu sabia muito bem o que meu corpo tava sentindo, depois de tanto tempo. Cada vez que ele metia até o saco, eu sentia as bolas batendo na minha bunda e as estocadas faziam meus peitos balançarem no peito. Meu corpo não entendia que isso era um estupro e que minha mente não queria. Meu corpo tava gozando com a pica de um homem dentro dele, e todos os alarmes de prazer tavam acendendo na minha cabeça, numa sensação que me dominava cada vez mais e eu não podia mostrar. Sempre agradeço que o favelado nunca pensou em tampar minha boca ou tentar me sufocar de algum jeito, porque por mais vergonha que me dê admitir, o fetiche de ser sufocada sempre me deu os orgasmos mais fortes da minha vida, sempre foi uma das minhas paradas, e o que eu menos queria era gozar ali, naquele momento, naquela situação, com esse filho da puta. Se ele tivesse tampado minha boca, não sei o que teria acontecido comigo.
Ele tava adorando encher minha buceta e como meu corpo tremia debaixo do dele. Gemia do prazer que minha vagina sem querer tava dando e sorria pra mim, sussurrando coisas que eu nem ouvia. De repente senti ele se tensar e me segurar mais forte, acelerando as estocadas me penetrando mais forte e mais fundo. Eu não consegui evitar e também gemi, tentando desesperadamente manter os olhos fechados, imaginar outras coisas e não começar a gozar também, por mais que minha buceta e meu clitóris estivessem pedindo por isso aos gritos. De repente, senti ele enterrar até o mais fundo que conseguiu e começou a gemer alto de prazer, senti o pau dele ficar ainda mais duro dentro de mim e a sensação do esperma dele se espalhando por dentro.
"Aaaahhh sssseee toma... toma, filha da puta... mmmm...", ele sorria de olhos fechados enquanto dava empurrõezinhos pra deixar os jatos de sêmen um pouco mais fundo dentro de mim. Eu só fechei os olhos e fiquei ali, tentando esvaziar a mente. Não tive muito sucesso, mas pelo menos não dei o gosto de me ver gozar. Consegui me controlar o suficiente pra ficar debaixo dele e disfarçar minhas exclamações de prazer como protestos desconfortáveis.
Finalmente, ele tirou e me deixou vazia, enquanto eu começava a sentir o esperma dele escorrendo lentamente pra fora. Não tinha medo de engravidar, na minha idade já era muito difícil acontecer, mas não sabia que doença esse cara podia ter. Podia ter qualquer coisa. Comecei a soluçar baixinho, o prazer da foda que ele acabou de dar logo se dissipando e sendo substituído pela tristeza de ter sido usada e estuprada tão descaradamente, e a gravidade da situação que ainda existia com o cara ali. Só queria que ele levasse o que quisesse e fosse embora da minha casa.
Fiquei lá largada na cama enquanto ele voltava pro banheiro e trazia a roupa dele de novo, se vestindo no meu quarto enquanto me olhava.
"Gostou, filha da puta, hein?", ele riu enquanto se vestia. Eu não falei nada. Nem olhei pra ele. "Me diz onde é que tá a grana..."
Eu enxuguei uma lágrima da bochecha e apontei sem olhar, "Ali... segunda gaveta... ali deixo um trocado..."
Ouvi ele remexer na gaveta, "Só isso que você tem?", ele perguntou
"É tudo que Tô aqui. Leva pro hotel", falei pra ele.
"Beleza, depois mais tarde a gente vai no caixa eletrônico e tu vai me dar o resto, ouviu?"
"Não... pelo amor... já chega, o que mais tu quer...", falei sem olhar, chorando.
Ouvi ele rir de novo e remexer outras gavetas. De repente, levei um susto com um barulho de pano rasgando. Me levantei um pouco pra ver e vi que ele tinha pegado um par de lençóis da minha gaveta e tava rasgando tudo em tiras, com força, com as mãos.
"Para! O que cê tá fazendo! O que tu quer!", gritei assustada.
Ele resmungou alguma coisa que não entendi, veio pra cima de mim de novo, se jogou em cima, me agarrando forte pelo cabelo e me xingando. Senti com dor ele levantar minha cabeça pelo cabelo no ar e eu me antecipei, pensando que ia levar outro tapa, mas não. Ele fechou o punho e me deu um soco forte na cara, que sacudiu minha cabeça e me deixou atordoada por uns momentos. Tudo girava e os ossos da bochecha onde ele bateu doíam pra caralho. Senti ele me pegar pelos braços e me esticar, depois pelas pernas. Eu não conseguia reagir por causa da tontura e da dor. Não conseguia ver o que ele tava fazendo, mas depois de um tempo mais ou menos me recuperei e vi como ele, com os pedaços compridos de lençol que tinha rasgado, tava amarrando meus pulsos nos parafusos pesados da cabeceira da cama. Tentei me soltar e comecei a chutar e puxar, mas vi ele se mover rápido e com força segurar meu tornozelo, depois o outro, e me amarrou com mais lençol rasgado ali também no pé da cama. Tentei mexer as articulações e puxar, mas ele tinha me amarrado tão forte que tava cortando minha circulação e eu mal conseguia me mexer.
De desespero, comecei a xingar ele, mas ele veio pra cima e me deu outro soco forte no mesmo lugar, me deixando atordoada de novo por um tempo. Ouvi ele sair do meu quarto e o escutei remexendo por tudo, procurando sei lá o quê. Qualquer coisa que pudesse achar. Voltou depois de um tempinho, quando eu já tava... me recuperando do último golpe dele e ele montou em cima de mim. Tava com a faca de novo na mão e encostou ela forte na minha bochecha, perto do olho.
"Vai continuar se revoltando e eu te estouro, filha da puta, 'tá me ouvindo?", ele rosnou, "Te corto em pedaço aqui mesmo, tô nem aí..."
Eu calei a boca e olhei pra ele com raiva, no meio das minhas lágrimas. Quando ele me viu, começou a rir, "Nem comecei com você, mami... sabe a quantidade de foda que vou te dar?... Tamo só começando, gostosa."
Vi ele voltar pra gaveta e voltar pra cima de mim com uma meia grossa minha, de inverno, na mão. Ele amassou ela, fez uma bola e me forçou a abrir a boca, enfiando a meia até o fundo, enchendo ela toda. Eu sentia o pano arranhando o fundo da minha garganta e dava ânsia, e minha boca tava tão cheia de pano que minha mandíbula parecia aberta e esticada, quase sem conseguir mexer. Eu reclamei alto e comecei a me debater, tentando me soltar das amarras, mas só consegui me cansar. Minha cama era tão pesada e eu tão leve em comparação que nem mexia ou fazia barulho. Dessa vez ele me deixou lutar, pra eu perceber que não tinha jeito de me libertar. Ele sorria. Já não precisava mais me bater ou ameaçar pra eu calar a boca. Eu só conseguia reclamar pelo nariz e nem parecia muito alto, pra chamar a atenção de algum vizinho ou algo assim.
Vi ele sumir e me deixar ali. Escutava ele mexer nas coisas, ir pra cozinha, abrir a geladeira, continuar revirando tudo procurando sei lá o quê. Já tinha meu celular, minha carteira, minhas chaves, o pouco de dinheiro que eu tinha na gaveta. Já tinha tudo.
Ele ficou assim por um tempo que pareceu uns 20 minutos, até que voltou pro quarto e me olhou. Riu de novo, baixou a cueca e se aproximou, se colocando entre minhas pernas que estavam meio abertas por causa das amarras. Continuava me olhando, falando putaria e rindo das minhas reações enquanto se masturbava de novo, colocando o pau pra fora. de novo dura.
Começou a me estuprar de novo, mas dessa vez no meu cu. Não quero contar porque a única coisa que recebi nessa segunda vez foi muita dor. Dor que me fez chorar, com a boca completamente cheia de meia. Por sorte não durou muito, parece que meu cu conseguiu satisfazê-lo rápido ou talvez ele ficasse mais excitado me ver presa assim e indefesa. Ele gozou dentro de novo, entre seus gemidos de prazer, enquanto eu sentia aquela pica dura me abrindo dolorosamente e finalmente enchendo meu intestino com seus jatos de porra quente. Não curti nada e foi uma das piores sensações que já tive. Eu não odiava sexo anal, em condições normais, mas essa não era uma delas. Esse filho da puta estava estuprando meu cu e só buscava o prazer dele, que ele conseguiu. O meu não importava e não existiu.
Depois que acabou e depois de um tempo que consegui me acalmar e começar a sentir a dor entre minhas nádegas bem devagar, lentamente, parecia que estava diminuindo, de repente nós dois olhamos pra porta porque ouvimos barulho de chave na entrada.
O cara me olhou em silêncio e eu estiquei a cabeça pra ver as horas. Eram 13:50. Eu olhei pra ele desesperada e comecei a grunhir de terror, mas ele só me olhou, se aproximou e de novo mostrou a faca, bem perto do meu olho. Ele falou bem baixinho: "Se você começar a gritar... já sabe... calminha, filha da puta, me ouviu..."
Eu só olhava pra ele com raiva, respirando forte pelo nariz, mas em silêncio, enquanto imagens de horror invadiam minha cabeça. Essas imagens só pioraram quando nós dois ouvimos o que veio depois.
A porta do apartamento abrir, fechar, e a voz da Alicia: "Mãããe... cheguei...
Meu nome é Samantha, mas todo mundo me chama de Sammy. Tenho 54 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha 48, já faz tanto tempo, e minha filha Alicia tinha 16. Fui casada por 12 anos, mas quando isso aconteceu, eu já tinha me divorciado do meu marido há vários anos. Ele tinha arrumado uma nova parceira e um dia decidiu que não queria mais o nosso relacionamento e foi morar com essa outra mulher em Córdoba enquanto a gente resolvia tudo do divórcio, me deixando sozinha com a Alicia. Nunca soube ao certo quanto tempo antes do divórcio ele tava me chifrando com essa outra mulher, mas sabia que tinham sido alguns meses, pelo menos.
Eu tentei levar tudo da melhor forma possível e lidar com as coisas do jeito mais diplomático que dava. Nunca fiquei realmente puta com o que ele fez. A verdade é que naquela altura, depois de tantos anos de casados, mesmo a gente nunca brigando, também não era como se a gente ainda se amasse loucamente como no começo. Me pegou de surpresa quando aconteceu, sim, mas parte de mim pensava que me incomodava mais a surpresa do que o fato em si, e talvez até aquela parte estivesse grata por ele ter explodido tudo e não eu. Ainda era jovem, pensava, e se quisesse, podia recomeçar e arrumar outro relacionamento.
O problema é que isso nunca aconteceu. Quando o divórcio foi finalizado, nunca consegui arrumar um namorado. Mais que isso, nem uma noite de sexo. Nada. Tinha baixado o Tinder no celular, mas já tinham se passado quatro anos e meio e eu só consegui dois encontros, que não levaram a nada. Não sei se é porque as fotos que eu tinha postado eram ruins ou feias, ou talvez o O fato de eu ser mãe solteira espantava os homens, ou algo assim. Nunca pensei que fosse por causa do meu físico. Não é por vaidade, de jeito nenhum, mas não me considero uma feiosa.
Sou mais baixinha. Tenho 1,65 e sou magra. Não sou de ir pra academia nem nada disso, não tenho tempo, nem grana, nem vontade, mas por sorte me alimento bem e nunca fui de engordar, mesmo sem fazer exercício. Tenho cabelo loiro e gosto de estar sempre bem arrumada e apresentável. Não tenho curvas grandes nem aquele tipo de corpo cheio e voluptuoso, mas me sinto bem com meu corpo. Com isso quero dizer que não sei o que havia com os homens, ou o que eles esperavam, pra que minhas tentativas de arrumar um parceiro tivessem fracassado tão redondamente. Até a Alicia, quando já estava mais crescida, me dizia pra continuar tentando conhecer alguém, mas eu cada vez mais me resignava de que não ia rolar. Mentalmente já tinha me fechado pra encontrar qualquer relacionamento e estava focada no meu trabalho e em criá-la.
Acho que todas essas coisas se juntaram, de algum jeito, pra tudo desembocar naquele dia horrível que tive.
Era uma quinta-feira e eu e a Alicia acordamos como sempre, como todos os dias, cedo. Tomamos café da manhã e nos vestimos. Eu naquele dia trabalhava de casa, não precisava ir pra empresa, então, como todos os dias em que isso acontecia, ia aproveitar pra acompanhar a Alicia até a escola, deixá-la lá, fazer uns trâmites e comprinhas pelo bairro e voltar pra casa pra trabalhar sozinha e tranquila até ela voltar da escola.
Lembro que a deixei na escola às 8 da manhã, fiquei um tempinho cumprimentando e conversando com outras mães, na volta passei num caixa eletrônico pra sacar um dinheiro, fui pagar umas contas num Pago Fácil, comprei umas frutas e verduras que precisava e já voltei pra casa.
A gente sempre diz, e sempre nos dizem, que tem que ficar alerta o tempo todo. Mas eu, sinceramente, não estava. Estava carregando as Bolsa numa mão, mexendo no celular e respondendo mensagens enquanto voltava pra casa, bem distraída. Entendo que se fosse de noite, talvez eu tivesse prestado mais atenção, mas nunca imaginei que uma parada dessas fosse acontecer comigo às nove e meia da manhã.
Distraída, cheguei na porta do nosso prédio e meti a chave pra abrir. Foi tudo tão rápido que não deu tempo de reagir a nada. De algum jeito, vi pelo reflexo no vidro que uma sombra grande tinha se posto atrás de mim, e não processei nada quando senti um peso enorme nas costas, alguém me apertando contra a porta com força, e ao mesmo tempo uma picada, como se tivessem encostando algo pontudo ou afiado nas minhas costas, na altura dos rins.
Ouvi a voz grossa de um cara, por cima da minha cabeça, e fiquei paralisada: "Fica quietinha e não grita, me entendeu?", ele disse, e minha pressão começou a cair. "Se gritar, te corto toda, filha da puta... me dá o celular e a carteira..."
Não sabia o que fazer, ou não tive tempo de reagir e fazer o que ele mandava, quando ele mesmo arrancou o celular da minha mão e esperou eu achar a carteira na bolsa. "Tô te dando... tô te dando, não faz nada comigo...", consegui falar. Entreguei a carteira sem olhar, e ele arrancou, guardando tudo no bolso. Vi pelo reflexo no vidro que o cara ficou uns segundos em silêncio, como se olhasse pra trás pra ver se alguém vinha ou tava vendo. De repente, ele falou algo que me deixou gelada.
"Abre a porta, vai... vamos pra dentro... quietinha, hein...", ele disse baixinho e apertou mais a faca, ou o que fosse, contra minhas costas.
"Não... para...", gaguejei de nervoso, mas ele me interrompeu com um empurrão forte e senti uma picada nas costas que quase me fez gritar. Não tinha me espetado, mas tinha certeza de que a ponta tinha cortado minha pele.
"Anda logo, filha da puta, ou eu juro... Vou te matar aqui mesmo... abre a porta e vamos pra dentro..."
Com os nervos à flor da pele e o coração a mil, abri a porta e o cara me empurrou pra dentro do hall de entrada, fechando rápido atrás dele. Me pegou pelo cabelo e com a outra mão continuava me fazendo sentir a ponta na minha costa, bem forte. "Vamos pro teu apê, dale... tem teu namorado ou marido? Quem tá aí?"
Eu, feita de otária e com os nervos da situação, não sei por que falei a verdade. Talvez não quisesse arriscar falar qualquer merda, ele perceber que era mentira e ficar pior e fazer alguma coisa comigo. "Não... não tem ninguém..."
"Beleza, então vamos pro teu apê... caladinha, hein? Nada de gritar e nada de se fazer de esperta e pedir ajuda pra vizinho... te corto toda, sua puta, se fizer isso...", ele rosnou baixinho enquanto me levava pro elevador.
"Não... calma... calma... não me faz nada... por favor...", respondi eu também num sussurro.
Nos espelhos do elevador, enquanto subíamos pro meu apartamento, pude ver ele direito. Tinha cara de ser um desses manos da quebrada que a gente via sempre no bairro revirando lixo ou sei lá o quê. Era grandão e quando vi ele bem, pensei que ainda bem que não tinha me ocorrido resistir nem nada. Do tamanho que eu era e do fortão que esse cara era, não tinha nada que eu pudesse fazer. Talvez se por sorte eu trombrasse com o porteiro ou com algum vizinho... talvez eu falasse algo e nós dois fizéssemos alguma coisa, mas sozinha eu ia perder sempre. Mas não trombei ninguém, infelizmente. Era cedo da manhã e os vizinhos que trabalhavam estariam nos seus empregos, e os aposentados que moravam ali estariam nos seus apartamentos.
Com o coração na boca, finalmente chegamos na porta do meu apê, abri e de novo ele me empurrou forte pra dentro, fechando a porta atrás dele. Me pediu as chaves e eu dei. Sem me virar, ouvi ele trancar a porta. Me levou pelo cabelo até a sala e, parece que pra ter certeza, me arrastou por todo o apartamento, pra ficar tranquilo que não tinha ninguém e que não tinha mentido pra ele.
"Você vai ficar quietinha?", ele perguntou por trás.
"Sim... sim, calma...", eu falei, tentando disfarçar o nervosismo que tava sentindo.
"Ok... se você gritar ou fizer barulho... primeiro te encho de porrada... depois te estupro e te mato, entendeu?"
"Eu não vou fazer nada! Por favor, fica calmo...", implorei.
Senti que ele soltou meu cabelo e tirou a ponta das costas, finalmente. Aí, os dois no meio da sala, me virei pra ver ele e ver o que queria fazer, e já vi que ele tava me olhando com um pouco de fome. Acendeu um alerta na minha cabeça que dizia que isso não ia acabar bem pra mim e que eu não ia escapar ilesa. Ele já tinha pego meu celular e a carteira, mas tava livre pra tirar um monte de coisas a mais.
Consegui ver o que ele tinha na mão, era uma faca de cozinha, serrilhada tipo Tramontina. Ele não largava e mostrava pra mim quando falava.
"Você mora sozinha?", ele perguntou.
"Não, com minha filha, mas ela não tá...", falei sem mentir. Ele já tinha visto o quarto da Alicia e as coisas dela, pensei que se mentisse ia ser pior.
"Onde ela tá? Que horas ela volta?"
"Na escola... ela vem mais tarde..."
"Que horas eu te falei...", ele rosnou.
"Umas duas..."
Ele pensou no que eu falei por um momento e me olhou, "Bom... vem, vamo' pra cozinha... faz um negócio pra eu comer."
"O quê?", perguntei sem entender.
"Faz um negócio pra eu comer, te falei. Tô com fome... anda, vamo'...", ele disse e me pegou pelo cabelo de novo, me levando pra cozinha.
"Sei lá... não tenho... o que você quer?", perguntei.
"Faz algo gostoso... anda, tô com fome...", ele falou e me empurrou um pouco pra dentro da cozinha enquanto abriu a geladeira e começou a beber um dos refrigerantes que a gente tinha.
Eu pensei um pouco. Talvez de barriga cheia ele ficasse menos agressivo, então, tentando controlar meus nervos, falei, enquanto procurava um prato, "Te esquento arroz de Ontem à noite... e te faço um sanduíche, quer?"
"Dale...", ela me disse, "Fica quietinha, hein? Senão já sabe."
Coloquei o arroz que tinha sobrado pra mim e pra Alicia de ontem à noite pra esquentar no micro-ondas e comecei a preparar um sanduíche de presunto e queijo. De repente, senti ele se colocar atrás de mim de novo, enquanto eu preparava tudo. Senti a ponta da faca dessa vez no meu pescoço e me assustei, mas logo senti ele me pressionar com os quadris contra a bancada da cozinha e encostar o volume que carregava nas minhas costas. Eu fazia o que podia pra ficar calma e não falar nada, mas logo vi a mão livre dele deslizar pelo meu lado e começar a apalpar um dos meus peitos por cima da camiseta. Ficamos em silêncio por um tempo assim, enquanto eu terminava o sanduíche e ele apertava um dos meus seios.
"Peitão bonito que você tem, filha da puta...", ele riu, "Depois de comer, você vai me mostrar eles...", senti ele tirar a mão e levar até minha bunda, apalpando ali também, "E a rabeta também parece boa..."
"Para... não... leva o que quiser, mas não me faz nada...", implorei.
"Vou fazer o que der na telha, sua puta", ele disse, "E você vai gostar..."
Fiquei ali um tempo enquanto ele me apalpava e falava putaria, eu em silêncio aguentando tudo. Quando o micro-ondas apitou, fomos levando as coisas pra mesa da sala. Ele sentou pra comer e me fez sentar do lado dele. Eu tinha feito um monte de arroz e o sanduíche era bem caprichado, mas ele comia muito rápido, dava pra ver que tava com fome de verdade, sei lá de quanto tempo.
Quando terminou de comer, ficou um tempo ali, me olhando e aproveitando a barriga cheia. Eu, em silêncio, sentada do lado, a um passo fácil da faca dele, então não ousei fazer nada. Além disso, pra onde eu ia? Ele tinha fechado a porta do apartamento e estava com a chave. Eu tava na mão dele. A única coisa que queria era dizer sim pra tudo pra tirar ele dali o mais rápido possível.
"Que horas são?", ele perguntou de repente.
Eu olhei o relógio do... Vivo, "São 11...", falei timidamente.
Ele riu, "Ah... ainda temo' tempo... vamo' toma' um banho, já que eu tô..."
Olhei séria pra ele, a última coisa que eu queria era entrar no chuveiro com esse cara, "Toma banho se quiser, mas eu não."
Ele riu de novo, "Nem fodendo que vou te deixar solta enquanto eu tomo banho... você vai entra' comigo."
Levantamos e ele me levou pro banheiro. Não me pegou pelo cabelo porque viu que eu ia sozinha, sem precisar me forçar. Abri a água pra esquentar e vi ele começar a se despir. Eu não me despia. Por mais que pareça besteira, se eu tivesse que entrar vestida no chuveiro, eu ia entrar. Não tava nem aí se minha roupa e tênis estragassem.
Ele já tava quase pelado quando percebeu que eu ainda tava vestida. "O que cê tá esperando?", perguntou, "Ou tira a roupa e entra comigo, ou eu tiro e você vai se ferrar..."
Resmunguei baixinho e comecei a me despir enquanto o cara me olhava com um sorriso. De raiva e nervoso, nem pensei em ficar de sutiã e calcinha, porque sabia que ele ia mandar tirar e ia piorar. Tirei tudo de uma vez, era o que ia acontecer e eu não podia evitar.
Ele sorriu ao me ver finalmente pelada, "Que gostosa que cê é, mami...", falou, "Vamo vê se cê gosta da minha também...", terminou e baixou a cueca, ficando pelado também e me mostrando a pica que ele tinha. Não só mostrando, mas pegou ela pela base e bateu umas punhetas, esfregando contra meu quadril. Era maior do que eu imaginava, e comprida. Tenho que admitir que olhei por uns segundos. São essas coisas que a gente, mesmo na merda de situação que tava, não consegue evitar. Não falei nada e entrei debaixo do chuveiro, com o cara colado atrás de mim.
Ele me fez dar banho nele e ensaboar ele inteiro. Eu com cara de cu e ele sorrindo e falando putaria o tempo todo. Me fez ensaboar e lavar a pica e as bolas dele com a mão. enquanto ele sorria e apalpava minha bunda debaixo do chuveiro. Quando terminei de limpá-lo, ele disse que agora era minha vez, então me virou e começou a apalpar meu corpo todo com as mãos ensaboadas. Ele se colou atrás de mim e começou a apertar meus peitos, encostando a pica dura nas minhas costas. Entre a lavada que eu dei nele e o apalpação, pra minha tristeza, eu já tava dura e ele fez questão de eu sentir aquilo nas costas, enquanto as mãos grossas dele se divertiam ensaboando e sentindo minhas tetas.
Eu não dizia nada. Até aquele momento, não quis dar nem um pingo de consideração ou incentivo, e me cuidava pra não fazer barulho, pra ele não pensar que tava gostando do que fazia. A verdade é que, tenho que admitir, meu corpo meio que me traiu. Minha mente, não. Minha mente tava focada naquela situação horrível que eu tava vivendo, mas meu corpo era outra história. Não sei se era por causa do nervoso, ou por ter passado tantos anos sem ficar perto de um homem, mas até certo ponto meu corpo tava curtindo a apalpação desse filho da puta e tava me mostrando isso. Sem eu conseguir evitar, debaixo d'água e sob os dedos ensaboados dele, meus bicos do peito começaram a endurecer e eu sentia os primeiros sinais de que tava começando a me molhar por dentro, entre as pernas. A pica dura que ele tinha encostada na minha pele das costas também não ajudava nada.
Não tive muito tempo pra pensar em como ia me controlar e disfarçar o que meu corpo tava sentindo, quando, sem parar de massagear minhas tetas, ele se abaixou e começou a chupar meu pescoço e minha orelha, lambendo tudo, me dando beijos e sussurrando coisas no meu ouvido. Por sorte, eu tava aguentando bem.
Eu tava aguentando bem até sentir ele levar a mão pra baixo e começar a esfregar minha pussy devagar, roçando meu clitóris com os dedos ensaboados e, de vez em quando, enfiando a ponta de um dedo entre meus lábios vaginais. Ele sorriu no meu ouvido quando percebeu conta logo que eu tava molhada e não com a água do chuveiro. Não consegui evitar. Adoraria ter evitado, mas não deu. Sozinha, sem ele fazer mais nada além daquilo, a sensação me dominou e soltei um gemido baixinho e suave, que cortei na hora quase mordendo a língua. Mas ele percebeu e começou a me apalpar mais forte, me beijando e chupando meu pescoço enquanto os dedos dele exploravam mais fundo entre minhas pernas. Sem querer, como um reflexo, tentei afastar um pouco o quadril pra trás, longe daqueles dedos, mas a única coisa que fiz foi apertar mais minha bunda contra ele.
Ele levou a mão que segurava um dos meus peitos pra trás, e senti ele explorar entre minhas nádegas. De repente, as duas mãos do cara estavam na minha frente e atrás, os dedos ensaboados me sentindo e esfregando minha buceta e meu cu ao mesmo tempo. Eu quis protestar de novo, mas de novo escapou outro gemidinho. Eu queria que aquilo acabasse logo, mas meu corpo tinha outras ideias e queria aproveitar, como se tivesse vida própria, o toque de um homem depois de tanto tempo. As atenções daquele favelado filho da puta tavam me esquentando demais e eu não conseguia evitar.
Ficamos um minuto assim enquanto ele curtia minhas partes mais íntimas, quando de repente senti ele grunhir no meu ouvido. Ele me virou e empurrou meus ombros pra baixo, me fazendo ajoelhar no chuveiro na frente dele. De repente, tava cara a cara com a rola morena dele, que já tava bem dura e ereta.
"Chupa minha rola...", ele falou diretamente de cima. Não disse mais nada.
Eu já queria que aquilo acabasse. Pensei que, por sorte, eu tinha lavado e ensaboado bem ele um pouco antes. Nem queria imaginar a sujeira e o gosto que a rola daquele favelado devia ter. Minha mente tava horrorizada, mas meu corpo agradeceu quando, sem muito preâmbulo, peguei ela pela base e levei a ponta à boca, enfiando toda a cabeça inchada pra dentro e começando a chupar devagar. Chupei ela. chupei o melhor que pude, dadas as circunstâncias. Minha boca só conseguia enfiar metade daquela rola dura e ereta e, quando isso não era suficiente pra ele, ele me pegou pelo cabelo com as duas mãos e começou a bombar devagar com o quadril, fazendo com que entrasse mais até eu sentir ele me empurrar e raspar a entrada da minha garganta. Depois de algumas estocadas, ele me soltava de novo pra eu continuar sozinha, satisfazendo ele no meu ritmo.
Minha cabeça tava trabalhando full time tentando espantar todas as sensações e ideias que meu corpo tava jogando em mim. Ali mesmo, enquanto chupava a rola dura de um vilão na minha própria ducha. Que finalmente, depois de tanto tempo, eu tinha a rola dura de um homem na boca... que delícia que era... como me excitava ouvir ele gemer de prazer. Que lindo seria sentir aquela rola grossa e dura enchendo minha buceta até o fundo...
Não tive tempo de continuar tentando espantar sensações quando o cara tirou a rola da minha boca e segurou minha cabeça, me fazendo lamber e chupar os ovos dele, que por sorte já estavam lavados também.
Depois de um tempo disso, ele enfiou a rola de novo na minha boca e eu continuei chupando. Minha mente chorava, mas meu corpo quase gozava. Foi então que ouvi ele falar lá de cima, e ele disse algo que me fez tremer e, por sorte, tive controle pra não deixar visível.
"Que boazinha que cê tá, filha da puta... como vou encher sua buceta de porra..."
Não consegui evitar soltar um gemido ao ouvir isso, mas comecei a chupar mais rápido e mais forte. O que minha mente menos queria era que esse vilão me comesse e, pior, que me enchesse com o sêmen dele. Se fosse gozar, que fosse na minha boca ou na minha cara ali mesmo no chuveiro. Quase, quase, estive tão perto de fazer ele gozar e conseguir o que queria. Ouvi ele gemer fundo enquanto eu chupava com vontade, e senti a rola dele na minha boca endurecer mais. Tava quase... mas senti ele puxar meu cabelo e tirar ela de A boca. Não sei se ela percebeu o que eu tava fazendo ou não, mas ela me olhou sorrindo e recuperando um pouco o fôlego.
Ele desligou o chuveiro, saímos e nos secamos um pouco. Mas não muito. Enquanto eu me secava, ele me agarrou pelo braço e me tirou do banheiro, me levando pro quarto. Me empurrou sem dizer nada em cima da cama e se jogou em cima de mim. Eu tentei me esquivar um pouco, mas ele era maior, mais forte, me segurou fácil e ficou por cima, enfiando a cara no meu pescoço e lambendo a área toda.
"Por favor... eu... não...", implorei.
"Cala a boca, sua putinha...", ele sussurrou no meu ouvido.
"Por favor...", eu continuei implorando, "Pelo menos... coloca camisinha... por favor..."
Ele riu, "Que camisinha, cala a boca... vou te encher bem essa buceta, gostosa..."
Eu tentei me soltar e por alguns segundos a gente se debateu, até que de repente ele me pressionou com uma mão no ombro e com a outra me deu um tapa que virou minha cara, ficando por cima de mim.
"Você vai parar de fazer drama, sua puta!", ele disse bravo, "Ainda por cima que vou te foder, vou te encher de porrada, sua puta!"
Eu olhei pra ele com um pouco de medo enquanto sentia as agulhadas de dor que ele tinha deixado na minha bochecha, "P-para..."
"Quer que eu te encha de porrada? Hein? É isso que você quer?", eu balancei a cabeça, "Então para de bancar a sonsa... beleza?"
Não me deu tempo de responder nada porque com força ele abriu minhas pernas e ajustou o corpo dele em cima do meu. Eu fechei os olhos e senti a ponta do pau dele me procurando entre as pernas, pressionando e esfregando tudo. Eu sentia ele tão duro e rijo quanto quando eu tinha deixado ele no chuveiro. Não demorou muito pra ele encontrar minha buceta e pressionou com a cintura forte, enfiando de uma vez todo o comprimento do pau dele dentro de mim. Senti ele me encher e alargar a buceta, fechei os olhos e soltei um grito de dor e, tenho que admitir também, um pouquinho de prazer. Tentei me soltar de baixo dele. dele, mas não sabia pra quê. Eu não tinha chance. Ele me controlou de novo na hora e me pegou pelo cabelo com uma mão, me segurando firme enquanto começou a bombar com a cintura.
"Aaaahh... siiiim... que buceta gostosa!!!", ele riu e fechou os olhos. Me segurou também com a mão livre e começou a me estuprar, acelerando o ritmo da cintura até chegar num ponto que gostou e manteve, duro e constante. Eu sentia a pica dura desse favelado entrando e saindo de dentro de mim e não conseguia evitar gemer baixinho, de dor e prazer, mas logo percebia com certo nojo que a dor ia sumindo devagar da minha mente e só sobrava o prazer. Prazer que eu não tinha nenhuma intenção de mostrar pra esse filho da puta nem deixar ele saber. Mas tava ali. E eu sabia muito bem o que meu corpo tava sentindo, depois de tanto tempo. Cada vez que ele metia até o saco, eu sentia as bolas batendo na minha bunda e as estocadas faziam meus peitos balançarem no peito. Meu corpo não entendia que isso era um estupro e que minha mente não queria. Meu corpo tava gozando com a pica de um homem dentro dele, e todos os alarmes de prazer tavam acendendo na minha cabeça, numa sensação que me dominava cada vez mais e eu não podia mostrar. Sempre agradeço que o favelado nunca pensou em tampar minha boca ou tentar me sufocar de algum jeito, porque por mais vergonha que me dê admitir, o fetiche de ser sufocada sempre me deu os orgasmos mais fortes da minha vida, sempre foi uma das minhas paradas, e o que eu menos queria era gozar ali, naquele momento, naquela situação, com esse filho da puta. Se ele tivesse tampado minha boca, não sei o que teria acontecido comigo.
Ele tava adorando encher minha buceta e como meu corpo tremia debaixo do dele. Gemia do prazer que minha vagina sem querer tava dando e sorria pra mim, sussurrando coisas que eu nem ouvia. De repente senti ele se tensar e me segurar mais forte, acelerando as estocadas me penetrando mais forte e mais fundo. Eu não consegui evitar e também gemi, tentando desesperadamente manter os olhos fechados, imaginar outras coisas e não começar a gozar também, por mais que minha buceta e meu clitóris estivessem pedindo por isso aos gritos. De repente, senti ele enterrar até o mais fundo que conseguiu e começou a gemer alto de prazer, senti o pau dele ficar ainda mais duro dentro de mim e a sensação do esperma dele se espalhando por dentro.
"Aaaahhh sssseee toma... toma, filha da puta... mmmm...", ele sorria de olhos fechados enquanto dava empurrõezinhos pra deixar os jatos de sêmen um pouco mais fundo dentro de mim. Eu só fechei os olhos e fiquei ali, tentando esvaziar a mente. Não tive muito sucesso, mas pelo menos não dei o gosto de me ver gozar. Consegui me controlar o suficiente pra ficar debaixo dele e disfarçar minhas exclamações de prazer como protestos desconfortáveis.
Finalmente, ele tirou e me deixou vazia, enquanto eu começava a sentir o esperma dele escorrendo lentamente pra fora. Não tinha medo de engravidar, na minha idade já era muito difícil acontecer, mas não sabia que doença esse cara podia ter. Podia ter qualquer coisa. Comecei a soluçar baixinho, o prazer da foda que ele acabou de dar logo se dissipando e sendo substituído pela tristeza de ter sido usada e estuprada tão descaradamente, e a gravidade da situação que ainda existia com o cara ali. Só queria que ele levasse o que quisesse e fosse embora da minha casa.
Fiquei lá largada na cama enquanto ele voltava pro banheiro e trazia a roupa dele de novo, se vestindo no meu quarto enquanto me olhava.
"Gostou, filha da puta, hein?", ele riu enquanto se vestia. Eu não falei nada. Nem olhei pra ele. "Me diz onde é que tá a grana..."
Eu enxuguei uma lágrima da bochecha e apontei sem olhar, "Ali... segunda gaveta... ali deixo um trocado..."
Ouvi ele remexer na gaveta, "Só isso que você tem?", ele perguntou
"É tudo que Tô aqui. Leva pro hotel", falei pra ele.
"Beleza, depois mais tarde a gente vai no caixa eletrônico e tu vai me dar o resto, ouviu?"
"Não... pelo amor... já chega, o que mais tu quer...", falei sem olhar, chorando.
Ouvi ele rir de novo e remexer outras gavetas. De repente, levei um susto com um barulho de pano rasgando. Me levantei um pouco pra ver e vi que ele tinha pegado um par de lençóis da minha gaveta e tava rasgando tudo em tiras, com força, com as mãos.
"Para! O que cê tá fazendo! O que tu quer!", gritei assustada.
Ele resmungou alguma coisa que não entendi, veio pra cima de mim de novo, se jogou em cima, me agarrando forte pelo cabelo e me xingando. Senti com dor ele levantar minha cabeça pelo cabelo no ar e eu me antecipei, pensando que ia levar outro tapa, mas não. Ele fechou o punho e me deu um soco forte na cara, que sacudiu minha cabeça e me deixou atordoada por uns momentos. Tudo girava e os ossos da bochecha onde ele bateu doíam pra caralho. Senti ele me pegar pelos braços e me esticar, depois pelas pernas. Eu não conseguia reagir por causa da tontura e da dor. Não conseguia ver o que ele tava fazendo, mas depois de um tempo mais ou menos me recuperei e vi como ele, com os pedaços compridos de lençol que tinha rasgado, tava amarrando meus pulsos nos parafusos pesados da cabeceira da cama. Tentei me soltar e comecei a chutar e puxar, mas vi ele se mover rápido e com força segurar meu tornozelo, depois o outro, e me amarrou com mais lençol rasgado ali também no pé da cama. Tentei mexer as articulações e puxar, mas ele tinha me amarrado tão forte que tava cortando minha circulação e eu mal conseguia me mexer.
De desespero, comecei a xingar ele, mas ele veio pra cima e me deu outro soco forte no mesmo lugar, me deixando atordoada de novo por um tempo. Ouvi ele sair do meu quarto e o escutei remexendo por tudo, procurando sei lá o quê. Qualquer coisa que pudesse achar. Voltou depois de um tempinho, quando eu já tava... me recuperando do último golpe dele e ele montou em cima de mim. Tava com a faca de novo na mão e encostou ela forte na minha bochecha, perto do olho.
"Vai continuar se revoltando e eu te estouro, filha da puta, 'tá me ouvindo?", ele rosnou, "Te corto em pedaço aqui mesmo, tô nem aí..."
Eu calei a boca e olhei pra ele com raiva, no meio das minhas lágrimas. Quando ele me viu, começou a rir, "Nem comecei com você, mami... sabe a quantidade de foda que vou te dar?... Tamo só começando, gostosa."
Vi ele voltar pra gaveta e voltar pra cima de mim com uma meia grossa minha, de inverno, na mão. Ele amassou ela, fez uma bola e me forçou a abrir a boca, enfiando a meia até o fundo, enchendo ela toda. Eu sentia o pano arranhando o fundo da minha garganta e dava ânsia, e minha boca tava tão cheia de pano que minha mandíbula parecia aberta e esticada, quase sem conseguir mexer. Eu reclamei alto e comecei a me debater, tentando me soltar das amarras, mas só consegui me cansar. Minha cama era tão pesada e eu tão leve em comparação que nem mexia ou fazia barulho. Dessa vez ele me deixou lutar, pra eu perceber que não tinha jeito de me libertar. Ele sorria. Já não precisava mais me bater ou ameaçar pra eu calar a boca. Eu só conseguia reclamar pelo nariz e nem parecia muito alto, pra chamar a atenção de algum vizinho ou algo assim.
Vi ele sumir e me deixar ali. Escutava ele mexer nas coisas, ir pra cozinha, abrir a geladeira, continuar revirando tudo procurando sei lá o quê. Já tinha meu celular, minha carteira, minhas chaves, o pouco de dinheiro que eu tinha na gaveta. Já tinha tudo.
Ele ficou assim por um tempo que pareceu uns 20 minutos, até que voltou pro quarto e me olhou. Riu de novo, baixou a cueca e se aproximou, se colocando entre minhas pernas que estavam meio abertas por causa das amarras. Continuava me olhando, falando putaria e rindo das minhas reações enquanto se masturbava de novo, colocando o pau pra fora. de novo dura.
Começou a me estuprar de novo, mas dessa vez no meu cu. Não quero contar porque a única coisa que recebi nessa segunda vez foi muita dor. Dor que me fez chorar, com a boca completamente cheia de meia. Por sorte não durou muito, parece que meu cu conseguiu satisfazê-lo rápido ou talvez ele ficasse mais excitado me ver presa assim e indefesa. Ele gozou dentro de novo, entre seus gemidos de prazer, enquanto eu sentia aquela pica dura me abrindo dolorosamente e finalmente enchendo meu intestino com seus jatos de porra quente. Não curti nada e foi uma das piores sensações que já tive. Eu não odiava sexo anal, em condições normais, mas essa não era uma delas. Esse filho da puta estava estuprando meu cu e só buscava o prazer dele, que ele conseguiu. O meu não importava e não existiu.
Depois que acabou e depois de um tempo que consegui me acalmar e começar a sentir a dor entre minhas nádegas bem devagar, lentamente, parecia que estava diminuindo, de repente nós dois olhamos pra porta porque ouvimos barulho de chave na entrada.O cara me olhou em silêncio e eu estiquei a cabeça pra ver as horas. Eram 13:50. Eu olhei pra ele desesperada e comecei a grunhir de terror, mas ele só me olhou, se aproximou e de novo mostrou a faca, bem perto do meu olho. Ele falou bem baixinho: "Se você começar a gritar... já sabe... calminha, filha da puta, me ouviu..."
Eu só olhava pra ele com raiva, respirando forte pelo nariz, mas em silêncio, enquanto imagens de horror invadiam minha cabeça. Essas imagens só pioraram quando nós dois ouvimos o que veio depois.
A porta do apartamento abrir, fechar, e a voz da Alicia: "Mãããe... cheguei...
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