Meus começos na putaria

Me apresento, hoje tenho 35 anos e vou contar umas experiências da minha vida.
Minha infância foi numa zona rural de algum estado do México, aos 18 anos migrei pra uma cidade por causa de trabalho e aos 24 anos emigrei pros EUA pelo mesmo motivo, trabalho. Aos 32 voltei pra minha cidade natal, de onde escrevo isso.

Meus começos de "treinamento" começaram quando eu tinha uns 11-12 anos. Eu me interessava por tudo sobre sexo, e a educação sexual que davam na escola me fascinava. Queria experimentar como era transar, qual era a sensação, etc., mas tinha medo de fazer essas coisas, porque os livros diziam que tinha que ser com muita responsabilidade e que precisava se proteger, entre outras coisas.

E conquistar uma mina era complicado pra mim, porque eu era bem tímido. Então, um dia, pensei: poderia transar comigo mesmo, enfiar algo no cu pra ver qual era a sensação. E aí, uns dias depois, tentei. Enfiei o palito de um picolé, não o picolé em si, mas o que sobra depois de comer, um palitinho feito de papel enrolado, com uns 10 cm de comprimento e alguns milímetros de grossura, uma coisa bem pequena. Então, uma noite, enfiei no meu ânus, devagar, consegui colocar mais da metade e fiquei fazendo o vai e vem. Não achei grande coisa, sentia uma queimação ou algo assim. Depois dormi, e nos dias seguintes, toda vez que comia um picolé, enfiava o palito à noite e comecei a gostar.Mis iniciosÀs vezes, saía sujo com o que seria cocô, é quando eu ia mais fundo, suponho, mas um palito de picolé começou a parecer fino demais pra mim. Depois, eu colocava dois e, em seguida, um dedo. Mais tarde, comecei a usar um palito de madeira daqueles que vendem em papelarias, era um pouco mais grosso que o palito de picolé, só que era mais áspero e muito comprido, então eu enfiava com bastante cuidado, mas o problema é que saía sujo e eu pensava em como resolver isso.

Por volta da mesma idade, fiquei sabendo que alguém da minha idade tinha feito uma lavagem intestinal por razões médicas, que seria um enema, pra curar alguma doença. Aí pensei: e se eu fizer o mesmo, só que com água mesmo pra limpar meu intestino e tudo sair limpo? Então comecei a bolar como fazer e consegui uma mangueira bem fina e macia, fui adaptando ela a outras mais grossas até chegar na grossura da mangueira de água potável.

Depois de conectar tudo, enfiei uma parte da mangueira fina e macia e abri a torneira de água potável devagar. Que delícia, era algo extremamente gostoso pra mim. Fiquei enfiando e tirando água do meu cu a tarde inteira, tudo isso eu fazia com uns treze anos. E depois de tirar a água, eu enfiava coisas, e aos poucos a grossura do que eu colocava ia aumentando. Passei de enfiar os palitos de madeira pra enfiar escovas de dente, frasquinhos pequenos, bananas, limões, etc. Aos poucos, meu buraco foi aumentando gradualmente, ano após ano, um pouco maior.

Fui descobrindo muita coisa, descobrindo que existem vários gêneros. Descobrindo a pornografia, o sexo anal na pornografia, e também experimentando muitas coisas em relação ao sexo comigo mesmo. Descobri a mucosa anal, que funciona mais ou menos como lubrificante, e adorava enfiar coisas usando só a mucosa anal como lubrificante. Também descobri o sangramento durante... Inserção forçada de algo bem grande, então usei óleo de cozinha como lubrificante por um bom tempo.
Aos 15 anos, já conseguia enfiar coisas mais ou menos "grandes" com facilidade, porque praticava umas 5 a 10 vezes por mês, enfiava tudo o que dava. Nisso tudo, aos 15 anos tive minha primeira namorada com buceta, antes dos 15 acho que tive minhas primeiras gozadas me masturbando e pré-gozadas com as inserções que massageavam minha próstata. Quando descobri a masturbação no meu pau, amei, adorava bater punheta e ver pornô, queria fazer com uma mulher, então arrumei uma namorada.

Ao ter uma namorada, percebi vários fatores: a atenção que ela precisa, os gastos, ciúmes, brigas, um monte de sentimentos diversos e, na minha opinião, não sentia uma relação ganha-ganha, porque até gozava com ela, mas não era tão intenso quanto quando eu tinha algo enfiado no cu massageando minha próstata. Continuei com minha namorada por um ano e, nesse tempo, parei com as inserções. Às vezes queria fazer, mas não tinha mais a mesma vontade.

Lá pelos 16 ou 17, quando terminei com a namorada, voltei ao velho hábito, mas descobri que meu buraco tinha fechado, então tive que começar com objetos pequenos, não tão pequenos como quando comecei pela primeira vez, mas sim com objetos pequenos: canetinhas, desodorantes pequenos, dedos, cabo de vassoura, entre muitos outros. E o jeito de "proteger" ou deixar mais suave era colocar balões por cima pra não sentir tão áspero.

Depois de voltar ao tamanho que tinha antes, queria continuar experimentando com objetos mais grossos e mais fundos, mas não tinha nada tão confortável e seguro pra enfiar, porque percebi que o colão aguentava mais, dava pra mais, e descobri isso quando fazia enemas. Às vezes sentia que a água entrava além do normal e tinha medo de ficar presa lá, então me esforçava pra tirar e saía, mas suja. Por isso, pesquisei e descobri que existe o cólon sigmoide, então, todo esse tempo eu só tinha ficado abaixo do cólon sigmoide, isso seria um novo desafio.

Aos meus 18 anos, terminando o ensino médio, emigrei pra uma cidade pra trabalhar, então não tinha tempo suficiente pras inserções nem os materiais pra fazer o enema, além disso, tinha poucos sex-shops na cidade onde eu tava, e tinha medo de ir, porque era uma cidade não tão grande e eu andava pela cidade por causa do trabalho, então decidi inventar métodos caseiros como sempre fiz.

Comprei uns metros de mangueira verde, queimei uma das pontas pra não machucar na hora de enfiar no cu e a ideia funcionou, ficou macia, conectava no chuveiro e pronto, já podia fazer enemas, agora faltava outro assunto: o que enfiar em mim e de novo sair caçando objetos diferentes, e dessa vez fui pras ligas maiores.

Comecei obviamente pelo pequeno de novo e continuei, numas férias fiquei na cidade e meti o louco, um dia fazia as inserções, descansava um ou dois e depois voltava pro enema e a inserção, terminando as férias, consegui enfiar uma garrafa de Coca-Booty de 600 ml, obviamente pela metade, ainda não conseguia passar o cólon sigmoide.

E assim continuei, enfiando garrafas diferentes, pelo menos nos sábados e domingos, estando na cidade também fiquei com várias mulheres, adorava transar com mulheres diferentes, também pagava putas transexuais gostosas pra transar com elas, mas ainda não tinha ficado com nenhum homem, numa bebedeira que tive, um dos carinhas me fez um boquete e eu meti mais ou menos, mas não passou disso. Numa ocasião, chupei um cara, também tava bêbado e não passou disso.

Estando nessa mesma cidade, comecei com os enemas mais profundos, conseguia enfiar a mangueira uns 35-40 centímetros e abria tudo no chuveiro, era uma delícia, segurava a água e soltava, tudo era lindo, só que ainda não tinha algo que entrasse fundo. até o fundo do meu cu.
Fiz alguns dildos caseiros compridos, mas não funcionavam bem, doía na hora de inserir e às vezes saía muco com um pouco de sangue, e também saía sujo.
Depois de uns 6 anos fazendo de tudo que podia na cidade; inserções de até uma garrafa de Coca-Booty de 600ml, latas de cerveja, sexo com várias mulheres, com prostitutas transexuais, …, decidi migrar para os Estados Unidos aos 24 anos.
Nos Estados Unidos, fiquei em várias cidades, até me estabelecer numa cidade onde não conhecia ninguém ou não tinha gente da minha terra ou pessoas próximas, porque eu tinha algumas ideias na cabeça e não queria curiosos por perto. Na cidade onde me fixei, trabalhava como cozinheiro; no primeiro ano, me dediquei de cabeça ao trabalho e não me dei muito tempo de prazer, só me masturbava vendo pornô gay, pornô trans e contratava prostitutas trans e com buceta.
Aos poucos, fui aprendendo um inglês básico e conhecendo os lugares, procurei uma sex shop discreta e, numa vez que entrei numa e vi tudo que tinha, senti que tinha atravessado um portal e chegado a um novo mundo, mas tudo era muito caro. Fui para a seção de dildos e tinha de tudo, então comprei um econômico e padrão, não era tão grande, porque ia começar a me introduzir coisas dessa vez do jeito certo. Também comprei um lubrificante anal, daqueles que vêm em frascos pequenos, já prontos, e um kit de enema. Tudo me pareceu bem caro, porque quase nunca tinha gasto tanto; todo esse tempo, meu lubrificante tinha sido óleo de cozinha.
Cheguei no apartamento e fui brincar com o que comprei. Preparei o enema e percebi que era muito lento; para me preparar e ficar limpo, levaria muito tempo. Então fui na loja de ferragens e comprei uma mangueira igual à que tinha no México, queimando uma ponta para ficar macia, e aí consegui inserir água suficiente e ficar mais ou menos limpo. Assim, coloquei o lubrificante no dildo e me... Eu inseri e amei, nunca tinha inserido algo assim, foi lindo, macio, o cheiro do lubrificante também era tipo um afrodisíaco e eu gostei tanto que fiquei um tempão com o dildo dentro naquela noite, aí entendi que valia o preço. Fiquei com esse dildo por um bom tempo, então comecei a pensar qual seria o próximo.

Depois de um tempo, fui comprar um dildo longo de cabeça dupla, porque queria passar pelo cólon sigmoide e ver que sensações novas ia conhecer, e também comprei o j-lube, um dos lubrificantes que ia me acompanhar por muito tempo. Depois da compra, fiz uma limpeza com um enema profundo e longo e meti o dildo longo e, nossa, que delícia, algo nunca sentido antes.

Depois de um tempo, fui comprar consolos mais grossos, grossos e longos e de todo tipo, e era um prazer enfiá-los com o lubrificante, só que tinha alguns probleminhas: o tempo; muitas vezes chegava cansado do trabalho e só tinha um dia de folga; o dinheiro; os dildos e o lubrificante eram caros; e a limpeza às vezes não funcionava tão bem com os dildos profundos. E o último problema é que se eu parasse de fazer inserções por longos períodos, o cu ia fechando e, quando voltava a inserir, doía e tinha que começar dos finos até os grossos. Em algumas ocasiões, me ajudava com os poppers, mas se usasse muito, me dava uma dor de cabeça tipo estresse.

Então comecei a bolar um plano: arrumar um trabalho que exigisse menos tempo e começar a trabalhar como escort gay passivo de meio período, e melhorar a limpeza profunda. Tudo era novo pra mim, então comecei devagar; mudei para trabalhar como entregador de comida, a renda era menor, mas me parecia uma boa fachada pra minha próxima fase.

Fui experimentar como seria uma limpeza profunda e bem feita, já que minha ideia era oferecer um serviço de sexo extremo como passivo. Já tinha olhado as páginas dos escorts gay da minha cidade e tinha poucos que ofereciam o sexo extremo, tipo fisting, meter dildos grandes, etc. A maioria oferecia sexo padrão, também perguntei pra alguns que ofereciam esses serviços extremos sobre o preço e o tempo de duração do serviço, e me pareceu que valia todo o sacrifício. Então parti pra experimentar pra fazer uma limpeza excelente do meu cu e cólon, e descobri que essas seriam as maneiras recomendadas dependendo do tipo de serviço:·Inserção normal com pinto ou relação padrão, vamos chamar assim; o tempo de preparo vai de meia hora a uns 20 minutos, enemas sem passar pelo cólon sigmoide, enemas leves pra evacuar só o que tá no reto, depois eu colocava lubrificante j-lube e um pouco de lubrificante com afrodisíacos pra deixar tudo molhadinho lá dentro.·Inserção com paus grandes, ou sexo com caras bem dotados; o tempo de preparo levava de 40 minutos a 1 hora. A mangueira do enema só precisa passar pelo cólon sigmoide, com água em baixa pressão. Depois, eu enfiava dildos compridos pra tirar o excesso de água ou resíduos, até que tudo que saísse estivesse limpo. Aí eu passava a me lubrificar. Essa era a limpeza que eu costumava fazer pros encontros.·Inserção pra sexo extremo e sessões longas; isso seria o serviço mais exclusivo, já que eu poderia ficar muito tempo num serviço, dando desde sexo padrão até as inserções mais extremas. Pra preparar isso, eu levava umas 24 horas. Por exemplo, se o serviço começasse lá pelas 9-10 da manhã e pudesse terminar só de noite, podia ser um dia de acompanhamento completo, umas 12-15 horas de serviço, não o tempo todo transando, então a preparação começava um dia antes.

Primeiro era a comida: parava de comer comidas pesadas, só saladas pequenas, e aí começava o primeiro enema, 24 horas antes. Um enema profundo, com água sob pressão, não muita, mas sim mais do que o normal, o suficiente pra não machucar, inserindo dildos longos pra verificar a limpeza e pra tirar a água lá do fundo. Durante o resto do dia, não comia mais nada, só suplementos. Umas 8-10 horas depois, tomava laxantes e, em seguida, outro enema. Fazia com água, com cum ou com a água coada do cozimento da aveia, e a mesma coisa: com inserções de dildos pra tirar a água e verificar a limpeza. Dormia cedo naquela noite pra acordar cedo na manhã seguinte.

Ao acordar, geralmente sentia fome. Tomava suplementos, muita água e proteína em cápsula. Fazia outro enema com água umas duas horas antes do encontro, enema profundo, e verificava a limpeza o mais fundo possível. Nesse ponto, fazia uma inserção profunda de lubrificantes, o suficiente pra não estar escorrendo, já que o cólon começa a expelir ou absorver o líquido de dentro. Até esse momento, não tinha introduzido nada grosso e meu cu não tava nada dolorido, então levava alguns poppers caso precisasse. No fim dessa preparação, garantia que o cólon ia ficar limpo por várias horas.

Já tendo mais ou menos conhecimento sobre limpeza anal, passo a planejar encontros com outros seres humanos pra que me penetrassem, já que até então eu só tinha enfiado dildos e objetos variados, e isso seria meu primeiro contato de verdade…

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