O tempo passava rápido, e um mês depois, numa quinta-feira de manhã, recebi uma ligação de um número que não conhecia. — Fala. — Tamara, sou o Juan, lembra de mim? — Claro que sim, oi Juan. — Como você está? — Bem, e você? — Bem, não me trate por senhor, me chama de Juan. Liguei porque estou aqui na cidade, e pensei se hoje à noite você topa jantar comigo e passar a noite juntos. Vou te pagar o mesmo que da outra vez. — Sim, parece bom. — Me diz onde te busco. Às 8 horas, tá bom pra você? — Sim, horário bom. — Moro fora da cidade e vou de carro, então onde você quiser eu vou e deixo. — Olha, vem direto pro hotel. Vou falar com o recepcionista e eles deixam você estacionar o carro lá dentro. — Valeu, parece ótimo. — Até mais, gostosa, às 8. — Sim, até mais. Depois de tirar um cochilo após o almoço, tomei um banho e fiquei escolhendo o que vestir. Não queria me arrumar como quando ia pro clube, tinha que usar algo mais discreto, não sabia onde ele ia me levar pra jantar. Depois de olhar um tempinho meu guarda-roupa, decidi por um vestido preto justo que batia na metade da coxa. De lingerie, escolhi um conjunto de renda: calcinha fio dental preta e sutiã, e uns saltos de 20 centímetros. Me vesti, me maquiei e às 7:30 saí de lá. Peguei um trânsito danado e cheguei 10 minutos atrasada. Ele estava me esperando na porta do hotel. Parei, ele abriu a porta e entrou no carro. — Boa tarde, Tamara. — Boa tarde, Juan. Nos demos dois beijinhos. — Vai pro estacionamento e estaciona do lado do meu. Depois de deixar meu carro, subimos no dele. Ele abriu a porta pra mim de novo, e saímos de lá. — Você está muito gostosa, Tamara. — Obrigada, você também. Ele dirigiu uns 15 minutos, estacionou num estacionamento, e lá tirou o dinheiro. — Toma, vou te pagar agora, como você prefere, adiantado. — Obrigada, mas não precisava, confio em você. — Valeu, mas guarda logo. E então, vamos jantar. — Sim. Ele saiu e deu a volta pra abrir a porta pra mim, mas eu já tinha aberto. Ele me ofereceu a mão e me ajudou a sair, e só soltou quando entramos no restaurante. O lugar era chique, todos os homens estavam bem vestidos e as mulheres muito elegantes. Eu era a mais simples de todas. Juan cumprimentou um garçom que nos levou até uma mesa que já estava reservada. Sentamos um de frente pro outro, ele pediu vinho pra beber. — Você gosta de frutos do mar? — Sim. — Então vou pedir isso pra nós dois. — Tá bom. Depois do primeiro brinde com o vinho: — Lembra que eu te falei que curto muito putaria e que tenho umas fantasias pra realizar? — Sim, lembro. — Então hoje eu quero realizar uma. Que calcinha você tá usando? — Preta de renda, fio-dental. — Hummm, deve ser linda. — É. — Então agora quero que você vá no banheiro, tire ela e traga na mão pra mim. — Essa é sua fantasia? — Sim. Levantei, fui no banheiro, tirei a calcinha e, com ela amassada na mão, voltei pra mesa. Ele estendeu a mão por cima, eu entreguei e ele guardou no bolso. — Tá se sentindo confortável? — Tô. — Que bom. Me conta como você tá, ou algo mais sobre você. Começamos uma conversa divertida, em pouco tempo a janta chegou e comemos animados. Depois de jantar, saímos de lá e ele me levou pra um bar musical tomar uns cubas-libres. Sentamos no fundo, num sofá, um do lado do outro. Ele começou a me beijar enquanto acariciava minhas pernas e subia em direção à minha buceta nua. Facilitei o trabalho abrindo um pouco as pernas. Ele começou a acariciar por um tempo e logo meteu dois dedos. — Tá gostando? — Tô. Assim ele me deixou uns cinco minutos e parou. Terminamos os cubas-libres e antes de ir embora: — Toma, vai no banheiro e coloca de novo. Ele me devolveu a calcinha, fui no banheiro e coloquei. — Já voltei. — Então, que tal a gente ir pro hotel? — Tá bom. No hotel, ele me levou direto pra cama e a gente passou um bom tempo transando, e depois fomos dormir. De manhã, ele foi embora antes e eu fiquei mais um tempinho na cama. Três semanas depois, ele me ligou numa segunda-feira. — Oi, Juan. — Oi, Tamara. — Como você tá? Bem... - Que bom, tô feliz. Te liguei porque no fim da semana que vem vou praí na quinta, e na sexta eu queria te encontrar de manhã pra passar o dia juntos, se der pra você, e queria te propor uma coisa. - Fala. - Tudo bem se eu marcar hora numa clínica particular pra você fazer uns exames? Eu também vou fazer pra ter certeza que não temos nenhuma doença, queria transar sem camisinha. - Pra mim não tem problema. - Ok, amanhã te ligo e falo onde você tem que ir e o horário. No dia seguinte ele me ligou e me deu o endereço e o horário pra segunda-feira seguinte. Na segunda eu passei na consulta e na quinta eu teria os resultados, que o Juan disse que ele mesmo ia buscar. Na sexta, o Juan falou pra eu estar às 12h no hotel dele. Coloquei uma minissaia preta, com uma blusa e uma calcinha fio dental de renda, e às 12h tava lá na hora. Ele me recebeu na porta e, depois de pegar o carro dele, me levou pra almoçar. Depois me levou pra dar um passeio e, pra minha surpresa, entramos numa loja de roupas femininas. - Oi, Amélia, já chegamos. - Oi, Juan. - Tamara, essa é uma boa amiga. - Oi, Tamara. - Oi, Amélia. - Você tem o que eu encomendei? - Tenho, sim, Juan. - Vamos entrar que eu vou te mostrar. - Melhor vocês duas entrarem, é pra ela. Eu vou dar uma volta. Eu não tava entendendo nada daquilo. - Tá bom, então. Só sair que eu fecho a porta pra ninguém incomodar. O Juan foi embora e eu fiquei lá com a Amélia, confusa. - Vem, me segue, Tamara. Entramos num quarto e em cima de uma mesa tinha lingerie preta, saias e mais roupas. - Tira a roupa que você vai provar essas roupas. - Mas o que é isso? - Um favor que o Juan me pediu pra você. Ele quer que você se vista pra ele com a roupa que ele escolheu. Comecei a tirar a blusa e depois a saia. - Toma, experimenta essa saia. Comecei a vestir. Era uma saia reta preta com uma fenda atrás e chegava acima dos joelhos. - Deixa eu ver, anda um pouco. Hummm, ficou perfeita em você. Vê, veste isso. Era tipo uma jaqueta de manga longa. negra e tinha só dois botões. Antes de terminar de abotoar. — Não tira, precisa de um tamanho menor? Ela me passou outra e eu experimentei. — Essa sim, gostei assim justinha, mostra um decote bonito. Tira a roupa e experimenta a lingerie. Depois de nua, ela me passou primeiro uma cinta-liga, depois a calcinha fio dental, o sutiã, tudo de renda preta, e por último as meias. — Tá divina, gata. Se veste que já volto. Não tinha terminado de me vestir e ela já tinha voltado. — Toma, experimenta os sapatos. Me deu uns saltos agulha pretos, com um salto de uns 12cm, eu coloquei. — Ficaram bem em você. — Perfeitos, como você adivinhou meu número? — O Juan me disse. — Como ele sabe o meu número? — Você deve ter contado. — Que eu saiba, não. — Tá demais, espera só o Juan te ver. Anda um pouco pra ele te ver. Dei umas voltas pelo quarto, me olhei num espelho que tinha e me vi como toda uma mocinha. — Vou ligar pro Juan pra falar que você já tá pronta. Em cima da mesa tem uma sacola, pega e guarda sua roupa. A Amélia, enquanto ligava, saiu do quarto, e assim que guardei minha roupa, saí também. Quando ela terminou de falar, abriu a loja e ficamos conversando até o Juan chegar, que não demorou nem 5 minutos. — Já cheguei, buff, você tá linda demais, Tamara. — Obrigada, mas isso tudo é pra quê? — Uma fantasia minha que você vai descobrir logo. Ele conversou um pouco com a Amélia, passou umas contas, fecharam a conta e ele pagou, e disse que a gente ia embora. Saímos da loja pra pegar o carro, fomos conversando pelo caminho e ele foi pra fora da cidade. — Onde a gente vai? — Não seja impaciente, já vai ver. Uns 5 km depois, ele saiu da estrada e, uns 300 metros adiante, parou na entrada de uma empresa. — Chegamos, vou te mostrar minha empresa. — Essa é sua empresa? — Sim, vamos. Eu segui ele, ele abriu a porta e fechou de novo por dentro. — Agora não tem ninguém, sexta à tarde não se trabalha. Me segue. Comecei a segui-lo e ele me deu uma volta pela fábrica toda, explicando o que faziam. Na área de Paramos nos escritórios numa sala que tinha uma cafeteira. - Quer um café? - Quero. Fez dois cafés enquanto me explicava como funcionava a cafeteira, e depois me levou pro fundo do corredor, abriu uma porta com uma salinha pequena com uma mesa. - Essa mesa é da Tamara, minha secretária. - Tem o mesmo nome que o meu. - Hoje você é minha secretária, vamos pro meu escritório. Abriu a porta que tinha ali e entramos num escritório amplo com uma mesa grande, um sofá, uma mesa de trabalho. - E esse é o meu. - Que grande. - Sim, bem espaçoso. Vou revisar uns documentos, você vai pra sua mesa, liga o notebook que tá em cima e espera minhas ordens. Olhei pra ele surpresa. - O quê? - Faz o que eu falei, essa é minha fantasia. - Tá bom. Sentei na minha mesa, abri o notebook e liguei. Depois de 5 minutos. - Tamara, pode vir com o notebook, preciso ditar um e-mail que tenho que enviar. Entrei e ele fez sinal pra eu sentar numa cadeira na frente da mesa dele, e começou a ditar e eu a escrever. Quando terminou. - Deixa o notebook comigo pra eu revisar o texto. Depois de revisar, escreveu algo, fechou o notebook e me deu. - Deixa na sua mesa e me traz um café. Saí do escritório, deixei na mesa e fui até a cafeteira, fiz o café e voltei pra levar pra ele. - Obrigado, Tamara. Vem por aqui, fica do meu lado. Deixei o café na mesa e o Juan começou a acariciar minha bunda. - Você é uma boa secretária, e sabe que tem que manter seu chefe satisfeito. Ele puxou a cadeira pra trás e fez um sinal com a cabeça que eu entendi na hora. Me coloquei na frente, me ajoelhei, e ele fez com que eu me metesse debaixo da mesa, puxando a cadeira pra frente, e fiquei ajoelhada entre as pernas dele. Desabotoei a calça dele, toquei um pouco por cima da cueca, tirei o pau pra fora e comecei a chupar. A situação me excitou pra caralho, e curti como nunca aquela mamada, engoli toda a porra quando ele gozou. Aí ele puxou a cadeira pra trás e eu saí debaixo da mesa. Quando me levantei... agarro e me grudei nele, que ainda tava sentado, e com uma mão ele começou a apalpar meu peito e com a outra minha bunda. Ele baixou a mão e enfiou debaixo da saia até quase chegar lá em cima. Aí ele se levantou, se colocou atrás de mim, e com uma mão continuou pegando nas minhas tetas e a outra nas minhas pernas, devagarzinho levantando minha saia. Ele parou de pegar nas minhas tetas e baixou a mão até a bunda, me deixou grudada na mesa. Apoiei minhas mãos, ele subiu minha saia, passou a mão na minha bunda com uma mão e com a outra começou a tocar minha buceta e enfiou os dedos. Ele me empurrou, fazendo eu me deitar na mesa, levantou minha saia até deixar minha bunda toda à mostra. Eu tava muito cachorra e abri bem as pernas. Ele afastou a calcinha fio dental pro lado e eu senti a ponta na entrada da buceta, e ele começou a meter. Entrou fácil toda, e começou um vai e vem contínuo que me fez gemer que nem uma louca, até sentir o calor da porra enchendo minha buceta. — Que foda da porra, você curtiu hoje, Tamara? — Siiim, muito, quase me matou de prazer. — Que bom, eu também gozei pra caralho. Comer minha secretária era uma das minhas maiores fantasias. — Isso me deixou muito excitada, me ver de secretária. — Que tal a gente ir jantar? Eu já tinha me levantado, e a porra tava escorrendo da buceta descendo pelas minhas pernas. — Tem algum banheiro pra eu me limpar um pouco? — Sim, no corredor à direita. Ainda com a saia levantada, tirei a calcinha fio dental ali mesmo pra não sujar, e fui pro banheiro me lavar. Me enxuguei com papel higiênico e depois passei um lenço umedecido feminino. Coloquei a calcinha de volta, arrumei a saia, passei o batom nos lábios e saí. Ele tava me esperando na porta, e saímos da empresa. Voltamos pra cidade, e essa noite ele me levou pra jantar em barzinhos de petiscos e depois me levou pra dançar. Ficamos dançando abraçados um bom tempo. Lá pelas 2 da madrugada, ele falou de ir pro hotel, onde a gente transou de novo. De manhã, acordei antes dele, umas 11 horas. Fui pro banheiro pelada como tava, me sentei pra mijar. Tava Restos de porra que minha buceta tinha expelido, me limpei e voltei pra cama. Quando me deitei, ele acordou e virou de barriga pra cima. A gente se deu bom dia e meu olhar foi direto pro pau dele, que tava durasso, e eu não resisti. Se tem uma coisa que me deixa muito puta é um pau bom e duro. Peguei com uma mão e baixei a cabeça na hora, comecei a chupar. Olhei pra ele e nossos olhares se cruzaram. — Você gosta, Juan. — Sim. — Sabe, eu gosto que acariciem meu cabelo enquanto eu chupo e falem umas coisinhas, me deixa muito puta. Ele começou a passar a mão na minha cabeça. — Que coisinhas você gosta de ouvir? — Tipo que eu faço bem, puta, que sou uma vadiazinha. Continuei curtindo a boquete deliciosa que tava dando enquanto ele mexia no meu cabelo e me chamava de puta, rabuda, safada e um monte de outras coisas. Demorou pra gozar, e quando gozou, engoli até a última gota. Subi pra cima, mas continuei masturbando ele. — Essa puta tá doida por uma boa foda. Sem dizer nada, ele enfiou a mão entre minhas pernas e começou a meter os dedos. Quando o pau dele ficou bem duro, abri as pernas pra ele se enfiar entre elas. Ele meteu de uma vez e me fez gritar, e começou a me foder forte. — Você é uma putinha mesmo. — Sim, sou muito puta, adoro sexo. Depois de uma boa trepada, a gente ficou um tempão deitado na cama. — Que tal pedir o café da manhã? — Sim, seria bom. Vou tomar um banho e depois de comer, acho que tenho que ir. — Tá bom. Peguei a bolsa com a roupa que eu tinha levado pro encontro e tomei um banho caprichado. Saí vestida, e Juan avisou que o café já tinha chegado, então saí sem maquiagem. Enquanto a gente comia, Juan pegou dinheiro na mesinha do lado da cama e me deu. — São 2.000 euros por essa fantasia e pela boa noite e boa companhia que tive. — É muito, me dá 1.000 e já tá bom, eu também me diverti pra caralho. — Não, é tudo seu. — Então valeu, mas quero que você aceite que Te convidei pra comer hoje. — Tá bom, aceito. — Mas escolhe o lugar você, porque eu não conheço restaurante. — Combinado. A gente se arrumou e foi pro lugar que ele escolheu, um restaurante que fazia carne na brasa. Durante a comida, a gente teve uma conversa agradável, tava muito à vontade com a companhia dele. Saímos de lá umas 5 da tarde. — Agora, quando a gente chegar no hotel, como ainda é cedo, vou aproveitar pra ir no shopping fazer umas compras e arrumar as unhas. — Não tenho nada pra fazer, se quiser eu te acompanho. — Como você quiser. Quando chegamos no shopping, a primeira coisa que fiz foi ir no salão de manicure, e depois comprei umas saias, uma camisola e umas lingeries. O Juan me acompanhou em tudo sem reclamar. — Acho que já deu, que tal a gente tomar alguma coisa? Eu te convido. — Não, dessa vez não vou deixar, eu pago. — Tá bom. — No fim, a gente acabou comendo umas pizzas, e já passava das 10 quando voltamos pro hotel. — Tamara, cê tá a fim de ir tomar um negócio e dançar um pouco? — Tomar alguma coisa vale, mas dançar tô meio cansada. — A gente deixa o carro no hotel e vai num bar musical que tem perto. — Vale. Ele me levou num lugar pequeno, mas tinha um clima bom e música boa. Não tinha lugar pra sentar, então a gente ficou em pé num canto do balcão. Entre conversa e risada, a gente acabou se beijando. Saímos de lá com três cubas-livres cada um. Na volta pro hotel, ele me levou de mão na cintura e, sem dizer nada, subi com ele pro quarto. Depois de um bom tempo de sexo, a gente dormiu. De manhã, acordei primeiro e tomei um banho. Quando saí, ele já tinha pedido o café da manhã. Quando terminamos: — Juan, já tenho que ir. — É, eu também tenho que arrumar minhas coisas, porque tenho que pegar o avião às 5. A gente se deu um beijo na boca e se despediu. A gente continuou se vendo toda vez que ele vinha por mais 5 meses. Na última vez que a gente se viu, ele me disse que tinha arrumado uma namorada e que, por respeito, não ia mais ficar comigo. Última vez só me convidou pra jantar e me deu 500 euros de presente, e a gente não transou. Quando comecei a trabalhar como prostituta, minha ideia era ir procurando emprego, mas quando vi que tava ganhando tanta grana, parei com isso. Os dias passavam voando e, 3 meses depois, recebi uma ligação num sábado de manhã.
— Sim, quem é?
— Sou o Pascual, como cê tá, Tamara?
— Bem, esse não é seu número.
— Troquei, e tô ligando pra saber se cê quer vir jantar aqui no meu apê hoje à noite, pra gente colocar o papo em dia.
— Olha, tô afim, tô com saudade de te ver, faz mais de um ano que a gente não se encontra.
— Que tal às 7?
— Valeu.
Me vesti bem sexy, lingerie vermelha de renda e um vestido vermelho curtinho bem justo. Cheguei 20 minutos depois, apertei a campainha lá embaixo e subi. Bati na porta e ele abriu só de boxer.
— Oi, como cê tá gostosa.
— Valeu, você também, assim que me recebe.
A gente se deu dois beijos e ele me convidou pra entrar. Passei na frente e ele me deu um tapa na bunda.
— Não se faz de surpresa, cê sabe que eu ando sempre assim em casa, quero você já de calcinha.
Entrei na sala e tirei o vestido.
— Vem cá, na minha frente.
Fiquei na frente dele.
— Então, eu não tô mais com a minha parceira, terminei. Ela não gosta de receber ordens. No começo pensei que ia dominar ela, mas não deu certo. E essa casa precisa da mão de uma mulher, e eu nunca esqueci de você, e cê sabe o lugar que cê deve ocupar.
Eu escutava em silêncio e, assim que ele terminou de falar, me empurrou a cabeça pra baixo. Eu, submisso, me ajoelhei e fiquei olhando fixo nos olhos dele.
— Viu como cê sabe perfeitamente qual é seu lugar? Assim, de joelhos na minha frente, submissa e obediente. Tô certo, né?
— Sim.
Ele foi acariciando minha cabeça enquanto falava, e com a outra mão pegou no pau e aproximou minha cabeça até encostar na ponta. Eu já tava esperando de boca aberta.
— Cê quer isso, né, putinha? Tá morrendo de vontade de satisfazer seu dono.
— Sim.
E ele empurrou minha cabeça, e entrou devagar até bater as bolas. Meu queixo. — Assim, olha pra mim, como eu sentia falta de ver esse olhar gostoso de putinha que você faz. Ele soltou minha cabeça e tirou a pica da minha boca. — Toda sua, putinha. Olhei pra ele e sorri, e comecei a chupar. — Como você faz bem, putinha, dessa vez não vou deixar você escapar, agora você vai ser minha pra sempre, minha putinha, minha dona de casa. Sabe muito bem quais são suas tarefas, eu vou cuidar de você, você só vai se dedicar à casa como é seu dever. Vai vir todo dia cuidar da limpeza e da comida, os fins de semana vai passar comigo ou vem morar comigo, vai ser minha esposa, não vai mais trabalhar como putinha. Sabe quando descobri que você trabalhava como putinha, sofri pra caralho porque uma mulher não merece isso, mas eu tava preso, não podia fazer nada, tava com minha ex-namorada. Nunca parei de pensar em você e sofria imaginando que podia te acontecer alguma coisa, que te batessem, te pegassem e te metessem numa rede de prostituição. Agora você tá livre. Eu ia ouvindo e tentei tirar a pica da boca, tava surpresa com o que ele dizia, mas ele não deixou, segurou minha cabeça e enfiou de novo. Entendi que tinha que continuar mamando. Quando ele parou de falar, não demorou pra gozar e encher minha boca de porra. Depois de deixar bem limpinha, tirei a pica da boca e olhei direto nos olhos dele, sem saber o que dizer. — Obrigada, Pascual, eu também nunca esqueci de você, não vou te decepcionar. — Tomara. Levanta. De pé na frente dele, a gente se olhou um tempo em silêncio. — Acho que já tá na hora de preparar o jantar. Na cozinha tem tudo pra fazer carne ao molho, mas primeiro me traz uma cerveja e, se quiser, pega uma pra você enquanto cozinha. — Já vou. Levei a cerveja dele e peguei outra pra mim, e enquanto preparava o jantar, me sentia feliz, mas minha cabeça não parava de pensar em tudo que ele tinha dito. A gente teve um jantar bem divertido, explicamos tudo que aconteceu desde que não nos víamos. Depois, eu arrumei a mesa, lavei os pratos, limpei um pouco a cozinha e sentei com ele no Ver um filme, depois do gozo fomos direto pra cama, tivemos uma boa sessão de sexo. De manhã, levantei e preparei café pra nós dois. — Você vai ficar hoje também, Tamara? — Não tenho roupa limpa e preciso processar um monte de coisas. Queria ir pra casa e pensar. — Tá bom, entendo. — Mas vou só de tarde, assim arrumo a cama na calma, dou uma limpada que tá precisando e preparo a comida. — Beleza, eu vou sair agora, tenho umas coisas pra fazer e volto pra almoçar. Ele me deu um beijo na boca e foi embora. Fiz todas as tarefas e quando ele chegou, a mesa já tava posta pra servir o almoço. Depois de comer e limpar a cozinha, sentei um pouco com ele e no meio da tarde fui pra casa. Lá estavam Lúcia e Maria, que tinha ido passar o fim de semana. — Oi, meninas, como vocês estão? — Oi, Tamara, bem. E aí, como foi com o Pascual? — Muito bem, tenho que contar uma coisa pra vocês. — Conta. Contei tudo pra elas. — E o que você tá esperando pra fazer as malas e ir morar com ele? — Calma, mas me sinto mal por você, Lúcia. Tô muito bem aqui e você vive mais aliviada com minha ajuda em casa e financeiramente. — Não se preocupa com isso, vai com ele, você tá morrendo de vontade. — Tem certeza? — Claro, bobinha. Me aproximei pra dar um abraço nela, e a Maria se juntou. Comecei a chorar de emoção e acabamos as três chorando. — Vou começar a arrumar as malas e amanhã me mudo. — A gente ajuda. Enquanto preparávamos tudo, percebi a quantidade de roupa que eu tinha — enchi duas malas. Depois do almoço, fomos tomar umas cervejas no jardim. — Que tal a gente sair pra jantar fora e fazer uma boa festa de despedida pra Tamara? — disse a Maria. — Vamos nessa! — falou a Lúcia. — Bora sim, tô com vontade de farra, faz tempo que não saio com vocês. Nos arrumamos e saímos pra jantar, depois era hora de cair na festa. — Onde a gente vai? — Qualquer lugar, menos no clube de sempre. Lá não vou ficar tranquila, os clientes que eu tinha vão me procurar. Passamos a noite inteira dançando e chegamos em casa perto das 6 da manhã. Acordei ao meio-dia, comemos as três juntas e, depois de comer, liguei pro Pascual pra saber se ele ia estar em casa naquela tarde. Ele disse que não ia sair, e eu falei que iria até a casa dele à tarde, mas não expliquei nada. Cheguei na casa dele perto das 7 da noite e, quando ele abriu a porta e me viu com as malas, sorriu. — Oi, Tamara, cê vem carregada mesmo. — Oi, é, se vou morar com você, tenho que trazer minhas coisas. — Rápido que você pensou nisso. — É, bom, posso entrar? — Pode, entra. Ele me deu um beijo na boca. — Deixa as malas no quarto. Fui deixar as malas, tirei a roupa e saí de lingerie, do jeito que ele gostava. Quando me aproximei, ele me agarrou e me deu um beijo longo na boca, que acabou em sexo de pé ali na sala. Na segunda, quando ele foi trabalhar, primeiro fiz as tarefas de casa e a comida, e depois, com a permissão dele, organizei o armário e coloquei minhas roupas. O primeiro dia da minha nova vida como dona de casa, como uma puta na cama, e muito orgulhosa de ser assim. Seis meses depois, viramos um casal de fato e eu passei a ser a esposa feliz dele. Fim.
— Sim, quem é?
— Sou o Pascual, como cê tá, Tamara?
— Bem, esse não é seu número.
— Troquei, e tô ligando pra saber se cê quer vir jantar aqui no meu apê hoje à noite, pra gente colocar o papo em dia.
— Olha, tô afim, tô com saudade de te ver, faz mais de um ano que a gente não se encontra.
— Que tal às 7?
— Valeu.
Me vesti bem sexy, lingerie vermelha de renda e um vestido vermelho curtinho bem justo. Cheguei 20 minutos depois, apertei a campainha lá embaixo e subi. Bati na porta e ele abriu só de boxer.
— Oi, como cê tá gostosa.
— Valeu, você também, assim que me recebe.
A gente se deu dois beijos e ele me convidou pra entrar. Passei na frente e ele me deu um tapa na bunda.
— Não se faz de surpresa, cê sabe que eu ando sempre assim em casa, quero você já de calcinha.
Entrei na sala e tirei o vestido.
— Vem cá, na minha frente.
Fiquei na frente dele.
— Então, eu não tô mais com a minha parceira, terminei. Ela não gosta de receber ordens. No começo pensei que ia dominar ela, mas não deu certo. E essa casa precisa da mão de uma mulher, e eu nunca esqueci de você, e cê sabe o lugar que cê deve ocupar.
Eu escutava em silêncio e, assim que ele terminou de falar, me empurrou a cabeça pra baixo. Eu, submisso, me ajoelhei e fiquei olhando fixo nos olhos dele.
— Viu como cê sabe perfeitamente qual é seu lugar? Assim, de joelhos na minha frente, submissa e obediente. Tô certo, né?
— Sim.
Ele foi acariciando minha cabeça enquanto falava, e com a outra mão pegou no pau e aproximou minha cabeça até encostar na ponta. Eu já tava esperando de boca aberta.
— Cê quer isso, né, putinha? Tá morrendo de vontade de satisfazer seu dono.
— Sim.
E ele empurrou minha cabeça, e entrou devagar até bater as bolas. Meu queixo. — Assim, olha pra mim, como eu sentia falta de ver esse olhar gostoso de putinha que você faz. Ele soltou minha cabeça e tirou a pica da minha boca. — Toda sua, putinha. Olhei pra ele e sorri, e comecei a chupar. — Como você faz bem, putinha, dessa vez não vou deixar você escapar, agora você vai ser minha pra sempre, minha putinha, minha dona de casa. Sabe muito bem quais são suas tarefas, eu vou cuidar de você, você só vai se dedicar à casa como é seu dever. Vai vir todo dia cuidar da limpeza e da comida, os fins de semana vai passar comigo ou vem morar comigo, vai ser minha esposa, não vai mais trabalhar como putinha. Sabe quando descobri que você trabalhava como putinha, sofri pra caralho porque uma mulher não merece isso, mas eu tava preso, não podia fazer nada, tava com minha ex-namorada. Nunca parei de pensar em você e sofria imaginando que podia te acontecer alguma coisa, que te batessem, te pegassem e te metessem numa rede de prostituição. Agora você tá livre. Eu ia ouvindo e tentei tirar a pica da boca, tava surpresa com o que ele dizia, mas ele não deixou, segurou minha cabeça e enfiou de novo. Entendi que tinha que continuar mamando. Quando ele parou de falar, não demorou pra gozar e encher minha boca de porra. Depois de deixar bem limpinha, tirei a pica da boca e olhei direto nos olhos dele, sem saber o que dizer. — Obrigada, Pascual, eu também nunca esqueci de você, não vou te decepcionar. — Tomara. Levanta. De pé na frente dele, a gente se olhou um tempo em silêncio. — Acho que já tá na hora de preparar o jantar. Na cozinha tem tudo pra fazer carne ao molho, mas primeiro me traz uma cerveja e, se quiser, pega uma pra você enquanto cozinha. — Já vou. Levei a cerveja dele e peguei outra pra mim, e enquanto preparava o jantar, me sentia feliz, mas minha cabeça não parava de pensar em tudo que ele tinha dito. A gente teve um jantar bem divertido, explicamos tudo que aconteceu desde que não nos víamos. Depois, eu arrumei a mesa, lavei os pratos, limpei um pouco a cozinha e sentei com ele no Ver um filme, depois do gozo fomos direto pra cama, tivemos uma boa sessão de sexo. De manhã, levantei e preparei café pra nós dois. — Você vai ficar hoje também, Tamara? — Não tenho roupa limpa e preciso processar um monte de coisas. Queria ir pra casa e pensar. — Tá bom, entendo. — Mas vou só de tarde, assim arrumo a cama na calma, dou uma limpada que tá precisando e preparo a comida. — Beleza, eu vou sair agora, tenho umas coisas pra fazer e volto pra almoçar. Ele me deu um beijo na boca e foi embora. Fiz todas as tarefas e quando ele chegou, a mesa já tava posta pra servir o almoço. Depois de comer e limpar a cozinha, sentei um pouco com ele e no meio da tarde fui pra casa. Lá estavam Lúcia e Maria, que tinha ido passar o fim de semana. — Oi, meninas, como vocês estão? — Oi, Tamara, bem. E aí, como foi com o Pascual? — Muito bem, tenho que contar uma coisa pra vocês. — Conta. Contei tudo pra elas. — E o que você tá esperando pra fazer as malas e ir morar com ele? — Calma, mas me sinto mal por você, Lúcia. Tô muito bem aqui e você vive mais aliviada com minha ajuda em casa e financeiramente. — Não se preocupa com isso, vai com ele, você tá morrendo de vontade. — Tem certeza? — Claro, bobinha. Me aproximei pra dar um abraço nela, e a Maria se juntou. Comecei a chorar de emoção e acabamos as três chorando. — Vou começar a arrumar as malas e amanhã me mudo. — A gente ajuda. Enquanto preparávamos tudo, percebi a quantidade de roupa que eu tinha — enchi duas malas. Depois do almoço, fomos tomar umas cervejas no jardim. — Que tal a gente sair pra jantar fora e fazer uma boa festa de despedida pra Tamara? — disse a Maria. — Vamos nessa! — falou a Lúcia. — Bora sim, tô com vontade de farra, faz tempo que não saio com vocês. Nos arrumamos e saímos pra jantar, depois era hora de cair na festa. — Onde a gente vai? — Qualquer lugar, menos no clube de sempre. Lá não vou ficar tranquila, os clientes que eu tinha vão me procurar. Passamos a noite inteira dançando e chegamos em casa perto das 6 da manhã. Acordei ao meio-dia, comemos as três juntas e, depois de comer, liguei pro Pascual pra saber se ele ia estar em casa naquela tarde. Ele disse que não ia sair, e eu falei que iria até a casa dele à tarde, mas não expliquei nada. Cheguei na casa dele perto das 7 da noite e, quando ele abriu a porta e me viu com as malas, sorriu. — Oi, Tamara, cê vem carregada mesmo. — Oi, é, se vou morar com você, tenho que trazer minhas coisas. — Rápido que você pensou nisso. — É, bom, posso entrar? — Pode, entra. Ele me deu um beijo na boca. — Deixa as malas no quarto. Fui deixar as malas, tirei a roupa e saí de lingerie, do jeito que ele gostava. Quando me aproximei, ele me agarrou e me deu um beijo longo na boca, que acabou em sexo de pé ali na sala. Na segunda, quando ele foi trabalhar, primeiro fiz as tarefas de casa e a comida, e depois, com a permissão dele, organizei o armário e coloquei minhas roupas. O primeiro dia da minha nova vida como dona de casa, como uma puta na cama, e muito orgulhosa de ser assim. Seis meses depois, viramos um casal de fato e eu passei a ser a esposa feliz dele. Fim.
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