Já tinham se passado alguns dias desde a última experiência intensa do Julián e da Lucía. A vida parecia ter voltado ao normal, e por três dias eles não tinham transado, algo compreensível depois da explosão de prazer que os dois tinham vivido. Naquela quinta, a Lucía tava trabalhando no escritório, enquanto o Julián ficava em casa fazendo home office. A rotina parecia ter retomado o curso, até que a Lucía voltou mais tarde do que o normal, lá pras 19:30.
Quando chegou, cumprimentou ele com um beijo carinhoso, mas sem nenhum sinal do que tava na cabeça dela. Foi direto pro banheiro e, em vez de voltar pra sala com o Julián, chamou ele do quarto.
— Love, cê pode vir? — falou com uma voz sedutora que já deixava no ar o que vinha pela frente.
Intrigado, o Julián levantou e foi pro quarto. Quando entrou, encontrou ela pelada, deitada na cama de pernas abertas e com um sorriso safado no rosto. Do lado dela, tinha uma caixinha embrulhada em papel de presente.
— Vem, love… — sussurrou a Lucía, com um tom que arrepiou a pele dele —. Tô com vontade… começa me chupando a buceta enquanto te conto uma coisa… rolou umas paradas.
O Julián sentiu a excitação tomar conta do corpo na hora. O coração batia forte, aquela mistura de desejo e adrenalina que aparecia toda vez que a Lucía assumia o controle. Ele se aproximou entre as pernas dela e começou a lamber a buceta, saboreando enquanto ela gemia baixinho.
— Que língua gostosa, papai… — gemeu a Lucía, acariciando o cabelo dele e guiando os movimentos —. Cê tem o pau pequeno, mas compensa com essa língua, do jeito que eu gosto…
O Julián sentia cada palavra acender ele mais. Enquanto continuava com a língua, a Lucía segurava ele com mais força, guiando com as mãos, se deixando levar pelo prazer.
— O filho da puta do Juanchi não para de encher meu saco com o cu — disse a Lucía entre suspiros —. Ele ficou sabendo que cê não come meu cu e isso deixou ele louco. Me perguntou como que a gente nunca fez isso… mas eu falei que com ele nem fudendo… Hoje, Antes de ir embora, me deu essa caixinha. Falou: "Toma, pra que o cuck prepare a sua tiny ass pra eu comer você". —Lúcia sorriu com malícia—. Quer abrir? Quer me preparar pra ser comida?
Julián, meio nervoso mas profundamente excitado, saiu de entre as pernas dela e, enquanto limpava o rosto, pegou a caixinha com as mãos trêmulas. Começou a abrir devagar, sabendo que o que tinha dentro ia mudar alguma coisa na relação deles.
Quando finalmente tirou o papel, viu uma caixa de sex shop que tinha um plug anal e um pote de lubrificante. A surpresa foi evidente no rosto dele.
—Nunca viu um, né? —disse Lúcia, rindo baixinho—. Idiota, isso vai no cu. É um plug anal, você coloca e a joia fica pra fora, pra você ver.
Com um sorriso safado, Lúcia olhou bem nos olhos dele.
—Quer testar? Não vai ser bruto, olha que é grande... e no meu cu nunca entrou nada.
Lúcia ficou de quatro, e Julián, nervoso mas animado, passou lubrificante na mão e depois na bunda dela. Ainda meio inexperiente, apontou o plug e começou a fazer pressão.
—Para, porra! —riu Lúcia, olhando por cima do ombro—. Sê mais carinhoso com a minha buceta, brinca um pouco. Encosta a ponta e faz círculos, como se fosse o pad de um joystick.
A situação, longe de ser tensa, era relaxada e divertida. Os dois riam enquanto Julián seguia as instruções, entendendo aos poucos como funcionava. O corpo de Lúcia, devagar, foi aceitando o plug, até que finalmente entrou por completo, deixando a joia vermelha aparecendo pra Julián ver.
Lúcia se deitou de bruços na cama, mexendo os quadris devagar, sentindo o plug dentro dela.
—Não é desconfortável... gostei —disse com um sorriso enquanto olhava pra Julián, que já tinha uma ereção considerável—. Nossa... olha como você tá. Te excitou colocar o plug enquanto eu tava de quatro ou te excita saber que você tá preparando meu cu pra outro me comer? —Hã?
A voz de Lúcia era intensa e dominadora, e Juliano, preso na excitação, confessou o que sentia.
—Me excita saber que outro vai te comer o cu… —disse num sussurro, completamente entregue.
—Ah, é, corno? —respondeu Lúcia, com um sorriso de satisfação—. Te excita? Você é tão corno que nem me perguntou se eu queria experimentar primeiro com você. Mas sabe o quê… meu cu vai ser de quem quiser arrebentar ele, menos seu. Ficou claro?
Juliano assentiu, o olhar perdido no prazer e na submissão. Lúcia o encarava com poder absoluto, aproveitando cada segundo.
—Vem agora, me come… —disse ela, virando-se e levantando a bundinha—. Tô bem excitada, imaginando como essa pica vai me arrebentar toda.
Juliano, completamente consumido pelo desejo, se posicionou atrás dela e meteu de uma vez. Lúcia já estava extremamente excitada, o corpo dela respondia a cada estocada.
—Isso… me come, corno… vai, me dá pica. —Lúcia gemia com força, a voz rouca, completamente perdida no prazer—. ISSO, me come, corno, vai, me dá pica, vai Juan, come essa puta, mandou o corno preparar meu cu pra arrebentar, você é um filho da puta, me faz sua, me faz bem puta…
Juliano não conseguiu se segurar mais. A mistura de humilhação e desejo fez ele gozar rápido, liberando toda a tensão acumulada enquanto Lúcia gemia debaixo dele, chegando ao clímax ao mesmo tempo.
Os dois ficaram largados na cama, exaustos, com o cheiro de sexo e lubrificante tomando o ambiente. Depois de alguns minutos se recuperando, Lúcia virou a cabeça e olhou pra ele.
—Foi incrível, amor —disse com um sorriso satisfeito—. Que transa gostosa, como me excita imaginar aquele filho da puta…
Juliano a encarou com um sorriso cansado, e então dormiram abraçados, aproveitando a proximidade depois de uma experiência tão intensa e prazerosa.
Quando chegou, cumprimentou ele com um beijo carinhoso, mas sem nenhum sinal do que tava na cabeça dela. Foi direto pro banheiro e, em vez de voltar pra sala com o Julián, chamou ele do quarto.
— Love, cê pode vir? — falou com uma voz sedutora que já deixava no ar o que vinha pela frente.
Intrigado, o Julián levantou e foi pro quarto. Quando entrou, encontrou ela pelada, deitada na cama de pernas abertas e com um sorriso safado no rosto. Do lado dela, tinha uma caixinha embrulhada em papel de presente.
— Vem, love… — sussurrou a Lucía, com um tom que arrepiou a pele dele —. Tô com vontade… começa me chupando a buceta enquanto te conto uma coisa… rolou umas paradas.
O Julián sentiu a excitação tomar conta do corpo na hora. O coração batia forte, aquela mistura de desejo e adrenalina que aparecia toda vez que a Lucía assumia o controle. Ele se aproximou entre as pernas dela e começou a lamber a buceta, saboreando enquanto ela gemia baixinho.
— Que língua gostosa, papai… — gemeu a Lucía, acariciando o cabelo dele e guiando os movimentos —. Cê tem o pau pequeno, mas compensa com essa língua, do jeito que eu gosto…
O Julián sentia cada palavra acender ele mais. Enquanto continuava com a língua, a Lucía segurava ele com mais força, guiando com as mãos, se deixando levar pelo prazer.
— O filho da puta do Juanchi não para de encher meu saco com o cu — disse a Lucía entre suspiros —. Ele ficou sabendo que cê não come meu cu e isso deixou ele louco. Me perguntou como que a gente nunca fez isso… mas eu falei que com ele nem fudendo… Hoje, Antes de ir embora, me deu essa caixinha. Falou: "Toma, pra que o cuck prepare a sua tiny ass pra eu comer você". —Lúcia sorriu com malícia—. Quer abrir? Quer me preparar pra ser comida?
Julián, meio nervoso mas profundamente excitado, saiu de entre as pernas dela e, enquanto limpava o rosto, pegou a caixinha com as mãos trêmulas. Começou a abrir devagar, sabendo que o que tinha dentro ia mudar alguma coisa na relação deles.
Quando finalmente tirou o papel, viu uma caixa de sex shop que tinha um plug anal e um pote de lubrificante. A surpresa foi evidente no rosto dele.
—Nunca viu um, né? —disse Lúcia, rindo baixinho—. Idiota, isso vai no cu. É um plug anal, você coloca e a joia fica pra fora, pra você ver.
Com um sorriso safado, Lúcia olhou bem nos olhos dele.
—Quer testar? Não vai ser bruto, olha que é grande... e no meu cu nunca entrou nada.
Lúcia ficou de quatro, e Julián, nervoso mas animado, passou lubrificante na mão e depois na bunda dela. Ainda meio inexperiente, apontou o plug e começou a fazer pressão.
—Para, porra! —riu Lúcia, olhando por cima do ombro—. Sê mais carinhoso com a minha buceta, brinca um pouco. Encosta a ponta e faz círculos, como se fosse o pad de um joystick.
A situação, longe de ser tensa, era relaxada e divertida. Os dois riam enquanto Julián seguia as instruções, entendendo aos poucos como funcionava. O corpo de Lúcia, devagar, foi aceitando o plug, até que finalmente entrou por completo, deixando a joia vermelha aparecendo pra Julián ver.
Lúcia se deitou de bruços na cama, mexendo os quadris devagar, sentindo o plug dentro dela.
—Não é desconfortável... gostei —disse com um sorriso enquanto olhava pra Julián, que já tinha uma ereção considerável—. Nossa... olha como você tá. Te excitou colocar o plug enquanto eu tava de quatro ou te excita saber que você tá preparando meu cu pra outro me comer? —Hã?
A voz de Lúcia era intensa e dominadora, e Juliano, preso na excitação, confessou o que sentia.
—Me excita saber que outro vai te comer o cu… —disse num sussurro, completamente entregue.
—Ah, é, corno? —respondeu Lúcia, com um sorriso de satisfação—. Te excita? Você é tão corno que nem me perguntou se eu queria experimentar primeiro com você. Mas sabe o quê… meu cu vai ser de quem quiser arrebentar ele, menos seu. Ficou claro?
Juliano assentiu, o olhar perdido no prazer e na submissão. Lúcia o encarava com poder absoluto, aproveitando cada segundo.
—Vem agora, me come… —disse ela, virando-se e levantando a bundinha—. Tô bem excitada, imaginando como essa pica vai me arrebentar toda.
Juliano, completamente consumido pelo desejo, se posicionou atrás dela e meteu de uma vez. Lúcia já estava extremamente excitada, o corpo dela respondia a cada estocada.
—Isso… me come, corno… vai, me dá pica. —Lúcia gemia com força, a voz rouca, completamente perdida no prazer—. ISSO, me come, corno, vai, me dá pica, vai Juan, come essa puta, mandou o corno preparar meu cu pra arrebentar, você é um filho da puta, me faz sua, me faz bem puta…
Juliano não conseguiu se segurar mais. A mistura de humilhação e desejo fez ele gozar rápido, liberando toda a tensão acumulada enquanto Lúcia gemia debaixo dele, chegando ao clímax ao mesmo tempo.
Os dois ficaram largados na cama, exaustos, com o cheiro de sexo e lubrificante tomando o ambiente. Depois de alguns minutos se recuperando, Lúcia virou a cabeça e olhou pra ele.
—Foi incrível, amor —disse com um sorriso satisfeito—. Que transa gostosa, como me excita imaginar aquele filho da puta…
Juliano a encarou com um sorriso cansado, e então dormiram abraçados, aproveitando a proximidade depois de uma experiência tão intensa e prazerosa.
4 comentários - O começo da chifrada - parte 6
PD: A este tambien esta para hacerlo cornudo eh ! 😈