Tô morando nos EUA há um tempo por causa do trabalho, junto com minha esposa Ruby, com quem já tenho um filho. A questão é que grande parte da família da Ruby mora perto da gente, então a gente se vê direto. Mas ela tem uma prima com quem não se dá bem, não são nada parecidas. A prima é morena, baixinha, peito pequeno, mas uma bunda boa. É gata, bonita, mas tem uma atitude meio arrogante, filha única, meio metida e convencida. Sempre brigava com Ruby por atenção. Tem 22 anos e geralmente tem um monte de caras atrás dela. Ela e minha esposa não se suportam. Nas reuniões onde as duas estão, se evitam ao máximo. Desde que chegamos, ela tentou se aproximar de mim várias vezes, mas eu não tô muito a fim, porque a Ruby me contou como elas se tratam e prefiro manter a paz, ainda mais vendo a cara dela. Outro dia teve uma festa do 16 de setembro, a prima, vamos chamar de Jazmin, grudou em mim. Eu tentava me afastar e minha esposa ficou puta. Meus sogros levaram o menino, e quando chegamos em casa, tivemos uma briga daquelas. Ela reclamando da prima, mas eu nem dei bola. Depois de mostrar isso, decidimos resolver no quarto. Coloquei a Ruby de quatro e comi ela bem gostoso, mas pra descontar um pouco da raiva que ela me fez passar, resolvi cuspir no cu dela e começar a meter um dedo. R: aiiii, isso, gostoso, arromba meu cu. O desejo dela era ordem. Tirei meu pau da buceta dela e comecei a meter no cu. R: filho da puta, devagar, você vai me partir no meio. J: agora aguenta, vou arrombar seu cu que você não vai conseguir sentar por uma semana. R: isso, pai, me come gostoso, sou sua putinha. Gosto quando ela fala sujo, aí continuamos por uns 5 minutos. Depois disso, deixei o cu dela cheio de porra, bem aberto, ela ainda de quatro. Aí dormimos. No dia seguinte, conversamos de novo sobre o assunto, mas mais de boa. Ela me explicou que a prima se faz de sonsa. morta, mas é muito invejosa, sempre quis o que a Ruby tem, e agora com certeza se interessou por mim. Garanti que não ia rolar nada. Nesse sábado, a Ruby e os pais iam sair de sexta e voltar na segunda, pra visitar um parente. Eu, por causa do trampo, não podia ir, então fiquei em casa. Na sexta, ela chegou na minha casa, não queria deixar ela entrar, mas ela se meteu sem pedir permissão. A gente tem câmeras de segurança com som e imagem boa, mas não são visíveis.
Jas: Sabe, a gente quase não conversa, minha prima não deixa ou o quê?
J: Amo sua prima e, pra ser sincero, não temos muito o que conversar você e eu, é mais por isso.
Jas: Ah, você é muito sem graça, parecia mais solto, achei que dava pra meter o louco com você na minha priminha.
J: Do que você tá falando?
Jas: Ela é sempre a perfeita, é a mais gostosa e tem um corpaço, odeio ela. Todos os namorados que ela teve, eu converso e faço eles me mandarem fotos pelados ou coisas assim, pra depois me gabar que tinha algo que ela queria. Mas você é diferente, não se entrega e nem me olha, mas isso acabou hoje.
J: Como assim? Não entendi.
Jas: Hahahahaha, é que vou sair daqui correndo, com a roupa rasgada, e vou dizer que você tentou me estuprar. Eu, que vim resolver as coisas com minha querida prima e o marido malvado dela quis abusar de mim.
Ela sorria triunfante, parecia segura, então decidi falar só duas palavras.
J: Tenho câmeras.
Jas: Como? O sorriso sumiu.
J: Sim, tenho câmeras e gravaram tudo, têm boa qualidade e áudio, todo mundo vai saber o tipo de pessoa que você é.
Jas: Não vão acreditar em você. Já assustada.
J: Pode ser que em mim não, mas na gravação sim. Assim você pode deixar a Ruby em paz. Não se mete comigo, garota.
Ela, assustada.
Jas: Não conta pra ninguém, por favor, faço o que você quiser.
J: Vamos conversar no meu escritório, lá não tenho câmeras.
Jas: OK.
Fomos pro meu escritório, tenho um quarto extra e, como trabalho muito de casa, montei um.
J: Olha, se você não quer que eu mostre isso pra família, vai parar de encher o saco. Tanto a Ruby, você vai aprender seus limites e parar de agir como se fosse o centro do universo.
Jas: tá bom, mais alguma coisa? Já mais irritada.
J: até onde você iria pra machucar ela?
Jas: até o fim, inclusive te comer, você é gostoso, por que não?
J: ainda tá com esse ódio, não entendo as mulheres.
Jas: pois é.
J: olha, Jazmin, para de encher o saco dela e fica de joelhos.
Jas: como?
J: falei pra ficar de joelhos, quero que cale a boca e que melhor jeito do que ter meu pau na sua boca?
Jas: com isso posso ter vantagem.
J: duvido, você não tá me gravando e com o vídeo que tenho de você, posso dizer que é mentira e vão acreditar em mim.
Jas: então você só quer que eu chupe?
J: não, não vai só chupar, vou te comer e você vai ser minha puta quando eu quiser e vai ficar calada, entendeu? Ela só concordou com a cabeça.
J: te tenho nas minhas mãos, e vou fazer o que quiser com você, então fica de joelhos e usa essa boquinha pra algo bom. Ela se ajoelhou na minha frente, começou a chupar, não parecia que eu tava forçando, no fundo ela gostava. Peguei na cabeça dela e enfiei meu pau até o fundo, ela ficou sem ar e batia nas minhas pernas, começou a engasgar e eu soltei. Ela tirou meu pau todo e começou a puxar ar.
Jas: eu... tava morrendo... não conseguia... respirar.
J: se acostuma, porque vou te usar pra me satisfazer.
Jas: sim, amor. Ver aquela submissão me fez saber que ela era só uma puta que procurava alguém pra dominar, e esse seria meu trabalho.
J: tira a roupa e fica de quatro na mesa. Ela fez o que eu mandei, apalpei a buceta dela e tava molhada, então só coloquei a camisinha e enfiei de uma vez até o fundo.
Jas: que delíciaaaa, me rasga assim, sou sua.
J: isso mesmo, você é minha, minha puta, e vou gozar do seu corpo quando eu quiser.
Jas: sim, faz comigo o que quiser. Fiquei assim uns 10 minutos até gozar, deixei sair tudo, a camisinha segurou e foi bom, se gozasse dentro deixava ela prenha.
Jas: foi o melhor, vamos fazer mais vezes?
J: quando eu quiser, puta, só fica calada. Se fizer alguma coisa... Contra mim ou qualquer coisa que prejudique a Ruby, vou te afundar. Jas: já com isso vou deixar ela em paz.





Jas: Sabe, a gente quase não conversa, minha prima não deixa ou o quê?
J: Amo sua prima e, pra ser sincero, não temos muito o que conversar você e eu, é mais por isso.
Jas: Ah, você é muito sem graça, parecia mais solto, achei que dava pra meter o louco com você na minha priminha.
J: Do que você tá falando?
Jas: Ela é sempre a perfeita, é a mais gostosa e tem um corpaço, odeio ela. Todos os namorados que ela teve, eu converso e faço eles me mandarem fotos pelados ou coisas assim, pra depois me gabar que tinha algo que ela queria. Mas você é diferente, não se entrega e nem me olha, mas isso acabou hoje.
J: Como assim? Não entendi.
Jas: Hahahahaha, é que vou sair daqui correndo, com a roupa rasgada, e vou dizer que você tentou me estuprar. Eu, que vim resolver as coisas com minha querida prima e o marido malvado dela quis abusar de mim.
Ela sorria triunfante, parecia segura, então decidi falar só duas palavras.
J: Tenho câmeras.
Jas: Como? O sorriso sumiu.
J: Sim, tenho câmeras e gravaram tudo, têm boa qualidade e áudio, todo mundo vai saber o tipo de pessoa que você é.
Jas: Não vão acreditar em você. Já assustada.
J: Pode ser que em mim não, mas na gravação sim. Assim você pode deixar a Ruby em paz. Não se mete comigo, garota.
Ela, assustada.
Jas: Não conta pra ninguém, por favor, faço o que você quiser.
J: Vamos conversar no meu escritório, lá não tenho câmeras.
Jas: OK.
Fomos pro meu escritório, tenho um quarto extra e, como trabalho muito de casa, montei um.
J: Olha, se você não quer que eu mostre isso pra família, vai parar de encher o saco. Tanto a Ruby, você vai aprender seus limites e parar de agir como se fosse o centro do universo.
Jas: tá bom, mais alguma coisa? Já mais irritada.
J: até onde você iria pra machucar ela?
Jas: até o fim, inclusive te comer, você é gostoso, por que não?
J: ainda tá com esse ódio, não entendo as mulheres.
Jas: pois é.
J: olha, Jazmin, para de encher o saco dela e fica de joelhos.
Jas: como?
J: falei pra ficar de joelhos, quero que cale a boca e que melhor jeito do que ter meu pau na sua boca?
Jas: com isso posso ter vantagem.
J: duvido, você não tá me gravando e com o vídeo que tenho de você, posso dizer que é mentira e vão acreditar em mim.
Jas: então você só quer que eu chupe?
J: não, não vai só chupar, vou te comer e você vai ser minha puta quando eu quiser e vai ficar calada, entendeu? Ela só concordou com a cabeça.
J: te tenho nas minhas mãos, e vou fazer o que quiser com você, então fica de joelhos e usa essa boquinha pra algo bom. Ela se ajoelhou na minha frente, começou a chupar, não parecia que eu tava forçando, no fundo ela gostava. Peguei na cabeça dela e enfiei meu pau até o fundo, ela ficou sem ar e batia nas minhas pernas, começou a engasgar e eu soltei. Ela tirou meu pau todo e começou a puxar ar.
Jas: eu... tava morrendo... não conseguia... respirar.
J: se acostuma, porque vou te usar pra me satisfazer.
Jas: sim, amor. Ver aquela submissão me fez saber que ela era só uma puta que procurava alguém pra dominar, e esse seria meu trabalho.
J: tira a roupa e fica de quatro na mesa. Ela fez o que eu mandei, apalpei a buceta dela e tava molhada, então só coloquei a camisinha e enfiei de uma vez até o fundo.
Jas: que delíciaaaa, me rasga assim, sou sua.
J: isso mesmo, você é minha, minha puta, e vou gozar do seu corpo quando eu quiser.
Jas: sim, faz comigo o que quiser. Fiquei assim uns 10 minutos até gozar, deixei sair tudo, a camisinha segurou e foi bom, se gozasse dentro deixava ela prenha.
Jas: foi o melhor, vamos fazer mais vezes?
J: quando eu quiser, puta, só fica calada. Se fizer alguma coisa... Contra mim ou qualquer coisa que prejudique a Ruby, vou te afundar. Jas: já com isso vou deixar ela em paz.






3 comentários - A prima gostosa da minha esposa
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