Amantes y rivales...

Preciso admitir que depois do encontro com o pai dos gêmeos, após o jantar em casa, fiquei meio assustada. Naquela noite quase não consegui dormir. E não era pra menos. Ele tinha gozado dentro de mim, e eu não estava me cuidando, então o risco de uma gravidez era real. A verdade é que nesses momentos de putaria extrema, os homens pensam mais com a cabeça de baixo do que com a de cima. Depois somos nós que temos que ficar preocupadas e angustiadas. Mas não é uma reclamação, hein, eu gosto que gozem dentro de mim, e a real é que eu também não tinha feito muito pra evitar. Então também tinha minha parcela de responsabilidade. Por isso foi um alívio quando minha menstruação desceu. Sou um reloginho suíço, então tava esperando a data entre ansiosa e preocupada. Da minha parte, no dia do ocorrido, fiz tudo que estava ao meu alcance. Lavei bem a buceta, e até fiquei um tempão sentada no bidê, depois do sexo, fazendo força pra expelir até os últimos restos de porra. De manhã tomei a pílula do dia seguinte, e não dava pra fazer mais nada, só faltava a Natureza me dar uma força. E ela deu. Fui a mulher mais feliz do mundo quando, ao me vestir naquela manhã, notei o sangramento. Deixei o ciclo menstrual seguir seu curso, não mais que quatro dias, como sempre, e uma semana depois fiz um teste de gravidez, só por precaução. O resultado, negativo. Na mesma hora voltei aos anticoncepcionais. Sabia que os encontros com o pai dos gêmeos iam continuar rolando, e já que tínhamos passado pro próximo nível, que é transar sem proteção, imaginava que ele continuaria gozando dentro de mim. Então, antes de me arrepender, melhor prevenir... Uns anos atrás não me importaria de engravidar de novo, mas já não sou mais uma garota, tenho 42 anos, e a Romi ainda é uma gostosa, então a ideia já não me atrai tanto. Tava nessa divagação toda, preparando um café na copa do escritório, quando por acaso entra Marcos, meu ex-rival. Bom, tão casual assim não foi o encontro, já que ele me viu entrar e veio atrás de mim.
— Hoje você tá melhor, andava preocupada esses dias...
— Mais ou menos, é que achei que tava grávida, mas por sorte foi um falso alarme...
Ele fica me encarando, surpreso.
— Não foi você, idiota... — tranquilizo ele.
— Que bom, porque achei que você tava assim por... bom, pelo que rolou — obviamente ele se refere à transa que a gente teve no dia da discussão.
— Nada a ver, aquilo foi espetacular, e além disso fui eu quem quis — esclareço.
— Valeu pelo "espetacular"...
— Não precisa me agradecer, o crédito é de quem merece...
— Você toparia repetir? — ele pergunta de repente, se aproximando quase a ponto de me roçar.
Deixo a xícara onde tava mexendo o café instantâneo e, baixando a mão, passo ela por cima da braguilha dele.
— Isso nem precisava perguntar... — falo, apertando de leve o volume.

Depois da discussão que a gente teve, no escritório tinha rolado um certo debate sobre como foi que a gente resolveu nossas diferenças, que até então pareciam impossíveis. Principalmente a curiosidade era sobre como passamos de nos odiar a ser, praticamente, amigos. No ar, tinha um boato de que alguma coisa tinha que ter rolado. Eu, por minha vez, tentava não alimentar essa teoria tendo a menor interação possível com ele, embora, claro, não desse pra evitar o tempo todo.

— A gente devia sair separado, com alguns minutos de diferença, pra evitar a fofoca — falo.
— Beleza, te espero na esquina da... — ele responde, citando um cruzamento que fica a umas quadras do escritório.
— Te mando uma mensagem quando tiver saindo — falo.

Depois que ele vai embora, volto pra minha mesa e continuo com meu trabalho. Atendo uns dois sócios, faço uma inspeção, e quase uma hora depois, pego minha bolsa e aviso que vou sair um momento.
Entro no meu carro, que tá estacionado na esquina, e mando pro Marcos a mensagem prometida. Em poucos minutos, já... Tô na esquena combinada. Passo do lado do carro dele buzinando, pra ele me seguir. Não quero arriscar ir de novo pra um hotel tão perto do escritório, então guio ele pra um que fica um pouco mais longe, até noutro bairro. Entramos na garagem, eu na frente, ele atrás, e quando a gente desce, depois de estacionar, nos abraçamos e beijamos, soltando toda aquela excitação que a gente vinha segurando desde que se encontrou no kitchenette do escritório. Pelo corredor, ele vai passando a mão na minha bunda, deslizando os dedos por toda a minha racha. Tô de calça, não tão justa, mas ainda assim sinto a intensidade do toque dele. — Acho que já vim aqui uma vez... — comenta enquanto entramos no quarto. — Com a Caro? — pergunto, me referindo à Carolina, a mina que trabalha no Broker, no RH, com quem ele tá saindo. Aquela que não gosta que ele goze na cara dela. — É, com ela... — confirma — Na verdade, a gente ficou nesse mesmo quarto — responde, me abraçando e me segurando contra o corpo dele. Parece que mencionar a namorada dele enquanto tá me traindo excita ele, percebo pelo jeito que me beija e como já tá metendo a mão naquelas partes do meu corpo que não precisam de muito estímulo pra pegar fogo. Eu também me enrosco nele, não vou mentir, depois de ter odiado e detestado ele praticamente desde que conheço, meus sentimentos viraram de um jeito tão repentino e inesperado que ainda me surpreendia estar beijando ele com a paixão que tava. Já fiquei com caras que não me despertavam nenhuma simpatia, aliás, com alguns que nem me agradavam, só pela pira de transar com alguém que te causa repulsa. Com o Marcos era diferente, a repulsa tinha sido até o outro dia, quando a gente conversou, depois foi só tesão. Sentia a mesma coisa que com o pai dos gêmeos, uma excitação sem limites. E olha que me considero amiga da Carolina, a namorada dele, mas... Bom, desculpa por te fazer corna... Marcos abaixa a calça e me oferece a pica dele, já dura, imponente. Eu me ajoelho no chão, seguro com as duas mãos, uma pra segurar ela, a outra pra envolver os ovos dele, e chupo com toda a empolgação que ter uma parada dessas na minha frente me dá. Mesmo sendo bem avantajada, eu como ela inteira, até esfregar o nariz na barriga dele. Adoro como ele suspira cada vez que a ponta arranha minha garganta. A ereção dele é forte o bastante pra derrubar uma porta na base da pica, faz doer os cantos da minha boca de tanto chupar tudo, mas não consigo evitar — se a namorada dele não aguentava uma gozada, não achava que ela fosse capaz de fazer garganta profunda. Levanto, limpo a boca com as costas da mão e começo a me despir. Marcos fica me olhando, batendo uma pra pica, atento a cada movimento meu. — Que pedaço de mulher que você é, Mary! — ele me elogia, quando já tô nua, com a buceta molhada, os peitos duros, ansiosa pra me entregar. Me ajoelho de novo e, colocando a pica entre os peitos, faço um esfrega-esfrega. Isso a Carolina não pode fazer, porque de frente ela é quase uma tábua. Quando solto, a pica fica balançando no ar, potente, vigorosa, com a cabeça tão inchada e vermelha que parece que vai explodir na minha cara. Levanto e me jogo de costas na cama, abro as pernas e me acaricio, provocante, sensual, a fenda da minha xota. Com dois dedos, pego um pouco do suquinho que sai de dentro de mim e, levando à boca, chupo com gosto. — Uau, você tá bem molhada...! — ele exclama. Me surpreende ele falar isso... Quê? Será que a namorada dele não fica molhada assim? — Tô encharcada...! — corrijo — E tô assim por você...! — Ele tira o resto da roupa e vem na minha direção. Deita entre minhas pernas e começa a chupar toda a minha fenda, voraz, guloso, empolgado. Com a língua, ele me saboreia bem fundo, enquanto com os lábios me pressionam o clitóris, provocando reações super estimulantes em mim. Quase desesperada, agarro a cabeça dele e esfrego a buceta na cara toda dele, deixando ela encharcada com meu fluxo. Na urgência do momento, ele pega uma camisinha, coloca, e se jogando em cima de mim, enfia tudo, inteirinho, me fazendo soltar uns gemidos que não precisam de tradução. Ele também solta um suspiro de alívio, como se estar dentro de mim fosse tudo que ele mais precisava. Envolvo o corpo dele com as pernas e me mexo junto, me agitando, me sacudindo, aproveitando cada estocada, cada enfiada, cada vai e vem... Sem parar de trepar, a gente se beija, se chupa, enfatizando com cada gesto o tesão que um sente pelo outro. Sempre se movendo dentro de mim, ele coloca minhas pernas nos ombros e dobra o ritmo da penetração, intensificando ainda mais o prazer que ele me dá, que já transborda meus sentidos. -¡¡¡Ahhhhhhhhhh... Siiiiiiiiiiii... Ahhhhhhhhhhh... Que gostoso você me come, Marcos... Siiiiiiiiiii... Ahhhhhhhhhhh... Vai... Continua... Não para... Ahhhhhhhhhhh...!!!- Eu me molhava sem parar, sem pausa, então o barulho molhado da trepada era quase tão alto quanto nossos ofegos ou o PLAP-PLAP dos corpos batendo um no outro. Quando ele dá uma pausa, eu fico de quatro, toda aberta e perfumada, completamente entregue pra essa pica que me faz delirar de prazer. Quando ele se posiciona atrás de mim, se preparando pra continuar me comendo, eu viro e falo: -Você faz a Booty pra mim...?- Os olhos dele brilham como se tivesse recebido o melhor presente do mundo. Eu chupo meus dedos e enfio no meu cu pra dilatar um pouco, nada demais, porque gosto de sentir a pressão da carne e o alargamento conforme ele vai entrando. Quando tô pronta, faço um sinal pra ele avançar. Ele coloca então ali, entre as nádegas, bem na beirada da abertura, e começa a empurrar, firme e vigoroso, sem recuar nem me seguro, mesmo que no começo meus gemidos sejam de dor. Uma enfiada e um pouco, outra enfiada e um pouco mais, até que tenho ela toda enfiada pra dentro, bem enterrada, algo que a namorada do Marcos com certeza não pode se gabar. — Arrebenta... Arrebenta meu cu...!!! — peço, metaforicamente, claro, já que mais que arrebentado, ele tá destruído. O Marcos me bombeia com tudo que tem, jogando o corpo todo em cima de mim, me aniquilando na base da porrada. — Vai... Vai... Vaaaaaaaaai...!!! — exijo, já sentindo o redemoinho se formando na minha barriga. Mais umas enfiadas, e a transa me sacode com a mesma energia e intensidade de um choque elétrico. O Marcos também goza, meu orgasmo é tão forte, tão potente, que ele vem junto comigo, ficando os dois mergulhados num prazer pleno e absoluto. — Inacreditável, Mary... cada vez você me surpreende mais...! — me elogia, ainda sem sair de dentro de mim. — Você que me surpreende me comendo desse jeito! — respondo. Depois de um tempo entre beijos e carinhos, voltamos à ação. Chupo a pica dele, e depois de deixá-la no modo XL, eu mesma coloco a camisinha e sento em cima. De cócoras, começo a cavalgá-lo, subindo, descendo, enfiando a pica até o talo. Entre gemidos apaixonados, o Marcos aperta meus peitos, deixando os dedos marcados na pele. O clímax chega muito mais rápido que antes, e também muito mais intenso. Dessa vez ele não me pede nada, só espera o final chegar, mas eu não me contento só com isso, quero dar algo mais, algo que marque a diferença em relação à namorada dele. Então, de repente, quando ele já tá quase lá, na beira do colapso, eu levanto, tiro a camisinha, e enfiando a pica na boca, chupo ela até receber na garganta todo o leite dele. A porra sai com força, mas mesmo escapando um pouco pelos cantos dos lábios, não solto, continuo mamando, engolindo tudo com a maior avidez possível. Quando ele termina de gozar, mostro a língua, exibindo que tomei toda a porra... Mas ainda tenho um pouco de sêmen na boca, Marcos me beija, ávido e profundamente. Tomamos um banho rápido, e saímos do hotel, cada um no seu carro, e seguindo direções diferentes, já que depois do sexo, a gente tinha que continuar com a rotina. Ele ia pra uma inspeção, e eu voltava pro escritório pra continuar meu dia, bem fudida, isso sim...Amantes y rivales...
vadia

15 comentários - Amantes y rivales...

42 años... Como los vinos. Estás entrando en la categoría Premium.
Ufff Marita, esas tetas son todo lo que quiero con esa carita chupando
Sute41
Por Dios. Que pedazo de hembra.
Que lindo seria cojerte y que seas mi puta por una noche.
Van 10 pts @Maritainfiel.
Saludos de un coterraneo santiagueño, viviendo en la costa atlántica
que caliente y hermosa putita que sos @maritainfiel, cada relato tuyo, representa una imagen de como te están cogiendo por lo vividos que son, gracias por compartir +10
Qué envidia me dan esos tipos q te cogen. Y vos los premiás dándoles el orto y tomándote la lechita. Mi señora es reacia a eso. Se tiene q alinear la galaxia para cogerla por el culo. Y después pueden pasar meses para q me lo dé de nuevo.
Me encantó la historía, excelente, y con respecto a lo que dijiste "La verdad es que en esos momentos de calentura extrema, los hombres piensan más con la cabeza de abajo, que con la de arriba. Después somos nosotras las que tenemos que estar preocupadas y angustiadas" los hombres en general los que suelen tener levante y aventuras y los que te gustan a vos para tener encuentros así, casi siempre piensan con la de abajo y descargan con todo adentro, y después no les preocupa ni están angustiados ya que el problema no es de ellos, es de ustedes, ellos ya descargaron, la pasaron genial y para ellos ya está. Yo con mi mujer viví algo así, pero fue medio raro, yo que uso preservativo y soy bastante cuidadoso pero bueno cuando me dijo que tenía el atraso, le dije que podría haberse corrido el preservativo (sabiendo que eso no era cierto) y decidí asumirlo yo para evitar esa angustia tanto en ella como en mí, es todo una cuestion de como se tomen las cosas y es más si tuvieses un marido como yo (que te deja ser libre), no hubieses sentido esa angustia.
Excelente comentario y agregaría q las cosas no son siempre como se dicen o piensan …!
La verdad q tu comentario habla claramente de que hay hombres mucho más elevados q los q todavía les cuesta salir de las cavernas q son la mayoría …
@Vergatuyabb Si si obvio el tema es q el hombre de las cavernas es el q tiene más levante habitualmente y el q tiene la oportunidad de hacer estás "travesuras" ojo no me molesta q la haya dejado embarazada al contrario entiendo q ellos sexualmente le dan
@Alecuckold2023 más y entiendo cual es mi posición en la naturaleza y la acepto, pero también aceptemos q ellos son así y no van a cambiar porque la pasan fantástico
ldrja
Si no sos la 1... Estás entre la 0 y la 2 jajajaja
Marii que lindo seria que te embararecen de nuevo... ame tus relatos de embarazo
Siempre espléndida Mary !!!! 😈😈😈😈