viaje profundo (relato gay) primera parte

Era o último dia da semana, tinha que pegar o trem pra voltar pra casa. Meu trampo é meio informal, então posso ir de moletom e camiseta. Chegando na estação, sempre lotada por ser horário de pico, mas algo que, dentro do possível, já tô acostumado — ir feito sardinha enlatada. Só que naquele dia ainda tinha um atraso por causa de reparos nos trilhos, então os trens iam mais devagar que o normal.

Não via a hora de chegar em casa, ver minha mulher, comer alguma coisa e tomar um banho.

Finalmente o trem chegou e a gente começou a subir desesperada como sempre. Eu esperei e entrei pra ficar perto das portas, até porque nas próximas 7 estações o trem abriria as portas do outro lado, mas acabei no meio por causa do empurra-empurra. Tinha tanta gente que ninguém conseguia nem levantar os braços, impossível se mexer, literalmente. Mas com o empurrão e tudo, tive a impressão de que uma mão ficou segurando minha bunda.

No começo, pensei que era só alguém se segurando por causa da multidão entrando. Sentia o volume mole dele encostado na minha nádega esquerda, mesmo eu estando de calça cargo, e a mão dele na minha nádega direita, quase como um meio abraço. Tentei não pensar muito, apesar da mão ter ficado parada e quieta, mas colada na minha bunda. Dava pra perceber que o cara era de porte robusto, embora não muito alto, quase da minha altura, e pelo que sentia, as pernas e a mão dele eram bem grandes.

Conseguiram fechar as portas com mais um empurrão e finalmente o trem arrancou naquela marcha lenta.

Nem tinha terminado de sair da estação e a mão — tive a impressão de que ela dava pequenos apertões e carícias no ritmo do balanço do trem, e que iam aumentando. Algo que começava a me deixar desconfortável pela impossibilidade de me mexer.

Depois de alguns minutos, o apalpamento já era bruto. Ele amassava minha bunda apertando e soltando sem parar, não tinha como pensar que era "sem querer".

Eu, com a mão direita segurando minha mochila, tentei levar a mão esquerda pra... Afastá-lo
Grande erro, minha mão foi parar direto no volume dele, coisa que não demorou pra ele prender minha mão com a mão esquerda, e fazendo o mesmo que fazia com a outra mão, apertando e soltando na minha mão pra eu apalpar todo o volume que eu sentia já começando a endurecer.

Não sabia o que fazer, agora ele apalpava minha bunda e "eu" apalpava o pau dele obrigada, que eu sentia ficando duro a cada instante.
Xingava pra dentro de mim, nunca tinha passado por algo assim, nunca tinha ficado com um cara, mas não dava pra fazer escândalo, porque quem estava apalpando um pau era eu. Esse cara aí interpretou como se eu tivesse feito "de propósito", então intensificou mais a apalpação e foi procurar por cima da calça meu cu, então fazia pressão no meu cu e círculos com o dedo que me faziam fechá-lo com força e voltava a apalpar minha nádega.

O trem chegava na primeira estação e eu tinha esperança que ele afrouxasse a apalpação e sabia que as portas abririam do outro lado e que se descesse uma pessoa era muito e tentariam subir ainda mais gente e foi assim. Empurrões vão e vêm, enquanto a apalpação não parava, na verdade intensificava, como se a situação excitasse ele ainda mais. Eu não sabia o que fazer e enquanto pensava, as portas se fecharam e sinto ele baixar minha calça e cueca com um movimento preciso, deixando minhas nádegas no ar, embora na frente não tenha baixado.

Eu tento me sacudir inutilmente mas ele já tinha a mão apalpando minha nádega bruscamente. A única coisa boa era que era tanta gente que ninguém notava. Enquanto tentava relaxar e não pensar, sinto o dedo médio e anular começarem a procurar meu cu, que não demorou a encontrar. E apesar de eu ter me arrepiado da cabeça aos pés e tentado me mexer pra negar, isso não o deteve e só ouvi no meu ouvido, inaudível pra qualquer outro:

"Uff, que apertadinho isso tá, mmmm"
enquanto acariciava em círculo a periferia do cu que eu tentava manter fechado com força.
O que fazia com que eu apertasse um pouquinho pressão e subia para apalpar minha bunda e tentava enfiar o dedo de novo, vendo que eu resistia ou fazendo parte do jogo tarado dele. ele apertou com força minha mão esquerda que ele segurava presa, enquanto eu apalpava o volume dele, e me fez abaixar o zíper, colocou minha mão lá dentro e continuou fazendo pressão com a mão dele por fora da calça.

eu tinha a mão em cima da cueca dele, daquelas que ficam folgadas e têm abertura, e agora eu sentia o pau grosso dele, durasso, e os pelinhos aparecendo. não acreditava que estava com o pau de um cara na mão, praticamente. por nervoso, afrouxei o cu, ou foi o suor, sei lá, mas ele aproveitou pra começar a enfiar o dedo médio no meu cu, aquele do "fuck you". ficou assim um tempão, que parecia eterno, eu sentia que a cada empurrada o dedo entrava mais e mais fundo, a dor aumentando, enquanto eu apalpava o pau dele e dava pra ver a cabeça toda babada e a cueca molhada. enquanto isso, ele sussurrava de novo, com tom suave mas claramente excitado:

"mmmm você resistia... mas adora, né? tava morrendo por um macho, pelo visto." e ficou respirando na minha nuca, meio ofegante, pela pressão que tava fazendo e pela excitação que sentia.

já tinha passado mais duas estações e eu nem tinha percebido, porque a gente se mexeu e só desceram umas pessoas pra subir mais do que desceram.

já tava entrando e saindo quase meio dedo inteiro sem resistência, e ele começou a colocar o anular junto. era tanta dor e pressão que eu ficava na ponta dos pés, e a cada estocada eles entravam mais e mais fundo. numa hora, eu fiquei super tenso, até apertei o pau dele com força e gozei brutalmente, como se tivesse batido uma punheta fortíssima, a ponto de minhas pernas bambearam. e ouvi o sussurro de novo:

"mmmm olha só, isso foi uma gozada, né? parece que alguém achou a próstata, hehehe" e ele riu com os lábios apertados, enquanto continuava enfiando e tirando os dois dedos sem parar.

de vez em quando, eu tinha um espasmo que não conseguia controlar. Acabava de novo, os dedos entravam e saíam do meu cu sem resistência nenhuma, e notei que eu tava passando a mão na pica dele como se fosse uma punheta, já sem a pressão da mão dele. Ele tirou minha mão da calça dele, e aproveitei pra deixar ela na minha frente e parar de tocar nele. Com dificuldade e disfarçando, ele puxou a pica pra fora e senti ele se masturbando. Aí ele se ajeitou bem atrás de mim, tirou a mão do meu cu, manteve a calça o mais baixo possível e me deu uma porra daquelas no cu, e depois subiu minha calça.
Eu sentia que ia desmaiar de tanta fraqueza nas pernas, e notei que a gente tava chegando na minha estação, que as portas iam abrir do meu lado.
E lá estava eu, com o cu dilatado e pulsando como nunca, numa mistura de dor e tesão, com o rabo cheio de leite. Aí, no meio dos empurrões, desci com a multidão toda e nem consegui ver ou reconhecer meu "amante".
Mas sinto que não vai ser a última vez.
Continua...

5 comentários - viaje profundo (relato gay) primera parte

GIEGUI +1
Me encantaría que me pase algo asi