Era o último dia da semana, tinha que pegar o trem pra voltar pra casa. Meu trabalho é meio informal, então posso ir de moletom e camiseta. Chegando na estação, sempre lotada por ser horário de pico, mas é algo que, dentro do possível, já tô acostumado: ir feito sardinha enlatada. Mas aquele dia ainda tinha atraso por causa de reparos nos trilhos, então os trens estavam mais lentos que o normal.
Eu não via a hora de chegar em casa, ver minha mulher, comer alguma coisa e tomar um banho.
Finalmente o trem chegou e a gente começou a subir desesperado como sempre. Eu esperei e entrei pra ficar perto das portas — afinal, nas próximas sete estações o trem ia abrir do outro lado —, mas acabei sendo empurrado pro meio pela multidão. Tinha tanta gente que nem dava pra levantar os braços, literalmente impossível se mexer. Mas, no meio do empurra-empurra, tive a impressão de que uma mão ficou agarrando minha bunda. No começo, pensei que fosse só pra se segurar, com aquele monte de gente entrando. Senti o volume dele encostado na minha nádega esquerda, mesmo eu estando de calça cargo, e a mão dele na minha nádega direita, quase como um meio abraço. Tentei não pensar muito, mesmo com a mão dele parada, mas grudada na minha bunda. Dava pra perceber que o cara era robusto, mas não muito alto — quase da minha altura — e, pelo que sentia das pernas e da mão, ele era bem grande.
Conseguiram fechar as portas com mais empurrões e, finalmente, o trem começou a andar, devagar como sempre.
Mal tinha saído da estação e já tive a impressão de que a mão dele começou a dar pequenos apertões e carícias, no ritmo do balanço do trem, e que iam aumentando. Isso começou a me deixar desconfortável, ainda mais pela impossibilidade de me mexer.
Depois de alguns minutos, o apalpamento já estava brusco. Ele amassava minha bunda, apertando e soltando sem parar. Não tinha como achar que era "sem querer".
Eu segurava minha mochila com a mão direita, então tentei levar a mão esquerda pra... afastá-lo foi um grande erro, minha mão ficou diretamente no volume dele, coisa que ele não demorou a prender minha mão com a mão esquerda, e fazendo o mesmo que fazia com a outra mão, apertando e afrouxando sobre minha mão para que eu apalpasse todo o volume que sentia como já tinha começado a ficar duro.
Não sabia o que fazer, agora ele estava apalpando minha bunda e "eu" estava apalpando o pau dele obrigatoriamente, que sentia como ficava duro a cada instante.
Xingava pra mim mesmo, nunca tinha acontecido algo assim comigo, nunca tinha ficado com um cara, mas não dava pra fazer um escândalo, porque quem estava apalpando um pau era eu. O cara entendeu como se eu tivesse feito "de propósito", então intensificou ainda mais o apalpão e começou a buscar por cima da calça meu cu, então fazia pressão no meu cu e círculos com o dedo que me faziam fechá-lo com força e voltava a apalpar minha nádega.
O trem chegou na primeira estação e eu tinha a esperança que ele afrouxasse o toque e o apalpão e sabia que as portas abririam do outro lado e que se descesse uma pessoa era muito e tentariam subir ainda mais gente e assim foi. Empurrões vão e vêm, enquanto o apalpão não parava, aliás, intensificava, como se a situação o excitasse ainda mais. Eu não sabia o que fazer e enquanto pensava, as portas se fecharam e sinto como ele me abaixa a calça e a cueca com um movimento preciso, ficando com as nádegas ao ar, embora pela frente não abaixou.
Eu tento me sacudir inutilmente mas já tinha a mão dele apalpando minha nádega bruscamente. A única coisa boa é que tanta gente que ninguém notava. Enquanto tentava relaxar e tentar não pensar, sinto como o dedo médio e anelar começam a buscar meu cu, que não demorou a encontrar. E apesar de eu estremecer da cabeça aos pés e tentar me mexer para recusar, isso não o deteve e só ouvi no meu ouvido, inaudível para qualquer outro:
"Ufff, que apertadinho isso aqui está, mmmm"
Enquanto acariciava em forma circular a periferia do cu que eu tentava manter fechado com força.
O que gerava que fazia um pouquinho de ele pressionava e subia a mão para apalpar minha bunda, tentando enfiar o dedo de novo, vendo que eu resistia ou fazendo parte do seu jogo pervertido. Ele agarra com força minha mão esquerda, que ele estava segurando enquanto eu apalpava o volume dele, e me faz abaixar o zíper, mete a mão e continua fazendo pressão com a mão dele por fora da calça.
Eu tinha a mão sobre a cueca boxer dele, que era daquelas folgadas com abertura, e agora sentia o pau dele, grosso e duríssimo, e os pelinhos que apareciam. Não podia acreditar que estava praticamente com o pau de um cara na mão. Por causa dos nervos, eu relaxei a bunda, ou talvez o suor tenha ajudado, não sei, mas ele aproveitou para começar a me abrir o cu com o dedo médio, aquele do "fuck you". Ficou assim por um bom tempo, que me pareceu uma eternidade. Sentia que a cada empurrada o dedo entrava mais e mais fundo, a dor ia aumentando, enquanto eu apalpava o pau dele e via toda a cabecinha babada e a cueca molhada. Ele volta a sussurrar com um tom suave, mas claramente excitado:
"Mmmm, você resistia... mas como você ama, né? Tava morrendo por um macho, dá pra ver." Ele fica respirando na minha nuca, meio ofegante, pela pressão que fazia e pela excitação que sentia.
Já havíamos passado mais duas estações e eu nem tinha percebido, já que as pessoas se mexeram e só desceram algumas, para que subissem mais do que desceram.
Já metade do dedo entrava e saía quase sem resistência, e ele começou a adicionar o anelar. Era tanta dor e pressão que me mantinha na ponta dos pés. A cada investida, os dedos entravam mais e mais fundo. Em um momento, eu fico super tenso, até seguro o pau dele com força e gozo brutalmente, como se tivesse feito uma punheta fortíssima, a ponto de minhas pernas ficarem moles. E ouço o sussurro de novo:
"Mmmm, olha só, isso foi uma gozada, né? Parece que alguém achou a próstata, hehehe." Ele ri com os lábios apertados, enquanto continuava metendo e sacando os dois dedos sem parar.
De vez em quando, eu tinha outro espasmo que não conseguia controlar e... Acabava de novo, os dedos entravam e saíam do cu sem qualquer resistência agora, e notei que eu estava apalpando o pau dele como se estivesse me masturbando, sem a pressão da mão dele. Ele tirou minha mão da calça e aproveitei para deixá-la na minha frente, parando de tocá-lo. Com dificuldade e disfarçando, ele puxou o pau para fora e senti como ele se masturbava. Ele se posicionou bem atrás de mim, tirou a mão do meu cu e manteve a calça o mais baixo possível, então gozou uma carga enorme na minha bunda e puxou minha calça para cima.
Eu sentia que estava desmaiando, com as pernas fracas, e notei que estávamos chegando na minha estação, onde as portas abririam do meu lado.
E lá estava eu, com o cu dilatado e pulsando como nunca, uma mistura de dor e excitação, com a bunda toda melada. Então, entre empurrões, desci com a multidão e nem cheguei a ver ou reconhecer meu "amante".
Embora eu sinta que essa não vai ser a última vez...
Continua....
Eu não via a hora de chegar em casa, ver minha mulher, comer alguma coisa e tomar um banho.
Finalmente o trem chegou e a gente começou a subir desesperado como sempre. Eu esperei e entrei pra ficar perto das portas — afinal, nas próximas sete estações o trem ia abrir do outro lado —, mas acabei sendo empurrado pro meio pela multidão. Tinha tanta gente que nem dava pra levantar os braços, literalmente impossível se mexer. Mas, no meio do empurra-empurra, tive a impressão de que uma mão ficou agarrando minha bunda. No começo, pensei que fosse só pra se segurar, com aquele monte de gente entrando. Senti o volume dele encostado na minha nádega esquerda, mesmo eu estando de calça cargo, e a mão dele na minha nádega direita, quase como um meio abraço. Tentei não pensar muito, mesmo com a mão dele parada, mas grudada na minha bunda. Dava pra perceber que o cara era robusto, mas não muito alto — quase da minha altura — e, pelo que sentia das pernas e da mão, ele era bem grande.
Conseguiram fechar as portas com mais empurrões e, finalmente, o trem começou a andar, devagar como sempre.
Mal tinha saído da estação e já tive a impressão de que a mão dele começou a dar pequenos apertões e carícias, no ritmo do balanço do trem, e que iam aumentando. Isso começou a me deixar desconfortável, ainda mais pela impossibilidade de me mexer.
Depois de alguns minutos, o apalpamento já estava brusco. Ele amassava minha bunda, apertando e soltando sem parar. Não tinha como achar que era "sem querer".
Eu segurava minha mochila com a mão direita, então tentei levar a mão esquerda pra... afastá-lo foi um grande erro, minha mão ficou diretamente no volume dele, coisa que ele não demorou a prender minha mão com a mão esquerda, e fazendo o mesmo que fazia com a outra mão, apertando e afrouxando sobre minha mão para que eu apalpasse todo o volume que sentia como já tinha começado a ficar duro.
Não sabia o que fazer, agora ele estava apalpando minha bunda e "eu" estava apalpando o pau dele obrigatoriamente, que sentia como ficava duro a cada instante.
Xingava pra mim mesmo, nunca tinha acontecido algo assim comigo, nunca tinha ficado com um cara, mas não dava pra fazer um escândalo, porque quem estava apalpando um pau era eu. O cara entendeu como se eu tivesse feito "de propósito", então intensificou ainda mais o apalpão e começou a buscar por cima da calça meu cu, então fazia pressão no meu cu e círculos com o dedo que me faziam fechá-lo com força e voltava a apalpar minha nádega.
O trem chegou na primeira estação e eu tinha a esperança que ele afrouxasse o toque e o apalpão e sabia que as portas abririam do outro lado e que se descesse uma pessoa era muito e tentariam subir ainda mais gente e assim foi. Empurrões vão e vêm, enquanto o apalpão não parava, aliás, intensificava, como se a situação o excitasse ainda mais. Eu não sabia o que fazer e enquanto pensava, as portas se fecharam e sinto como ele me abaixa a calça e a cueca com um movimento preciso, ficando com as nádegas ao ar, embora pela frente não abaixou.
Eu tento me sacudir inutilmente mas já tinha a mão dele apalpando minha nádega bruscamente. A única coisa boa é que tanta gente que ninguém notava. Enquanto tentava relaxar e tentar não pensar, sinto como o dedo médio e anelar começam a buscar meu cu, que não demorou a encontrar. E apesar de eu estremecer da cabeça aos pés e tentar me mexer para recusar, isso não o deteve e só ouvi no meu ouvido, inaudível para qualquer outro:
"Ufff, que apertadinho isso aqui está, mmmm"
Enquanto acariciava em forma circular a periferia do cu que eu tentava manter fechado com força.
O que gerava que fazia um pouquinho de ele pressionava e subia a mão para apalpar minha bunda, tentando enfiar o dedo de novo, vendo que eu resistia ou fazendo parte do seu jogo pervertido. Ele agarra com força minha mão esquerda, que ele estava segurando enquanto eu apalpava o volume dele, e me faz abaixar o zíper, mete a mão e continua fazendo pressão com a mão dele por fora da calça.
Eu tinha a mão sobre a cueca boxer dele, que era daquelas folgadas com abertura, e agora sentia o pau dele, grosso e duríssimo, e os pelinhos que apareciam. Não podia acreditar que estava praticamente com o pau de um cara na mão. Por causa dos nervos, eu relaxei a bunda, ou talvez o suor tenha ajudado, não sei, mas ele aproveitou para começar a me abrir o cu com o dedo médio, aquele do "fuck you". Ficou assim por um bom tempo, que me pareceu uma eternidade. Sentia que a cada empurrada o dedo entrava mais e mais fundo, a dor ia aumentando, enquanto eu apalpava o pau dele e via toda a cabecinha babada e a cueca molhada. Ele volta a sussurrar com um tom suave, mas claramente excitado:
"Mmmm, você resistia... mas como você ama, né? Tava morrendo por um macho, dá pra ver." Ele fica respirando na minha nuca, meio ofegante, pela pressão que fazia e pela excitação que sentia.
Já havíamos passado mais duas estações e eu nem tinha percebido, já que as pessoas se mexeram e só desceram algumas, para que subissem mais do que desceram.
Já metade do dedo entrava e saía quase sem resistência, e ele começou a adicionar o anelar. Era tanta dor e pressão que me mantinha na ponta dos pés. A cada investida, os dedos entravam mais e mais fundo. Em um momento, eu fico super tenso, até seguro o pau dele com força e gozo brutalmente, como se tivesse feito uma punheta fortíssima, a ponto de minhas pernas ficarem moles. E ouço o sussurro de novo:
"Mmmm, olha só, isso foi uma gozada, né? Parece que alguém achou a próstata, hehehe." Ele ri com os lábios apertados, enquanto continuava metendo e sacando os dois dedos sem parar.
De vez em quando, eu tinha outro espasmo que não conseguia controlar e... Acabava de novo, os dedos entravam e saíam do cu sem qualquer resistência agora, e notei que eu estava apalpando o pau dele como se estivesse me masturbando, sem a pressão da mão dele. Ele tirou minha mão da calça e aproveitei para deixá-la na minha frente, parando de tocá-lo. Com dificuldade e disfarçando, ele puxou o pau para fora e senti como ele se masturbava. Ele se posicionou bem atrás de mim, tirou a mão do meu cu e manteve a calça o mais baixo possível, então gozou uma carga enorme na minha bunda e puxou minha calça para cima.
Eu sentia que estava desmaiando, com as pernas fracas, e notei que estávamos chegando na minha estação, onde as portas abririam do meu lado.
E lá estava eu, com o cu dilatado e pulsando como nunca, uma mistura de dor e excitação, com a bunda toda melada. Então, entre empurrões, desci com a multidão e nem cheguei a ver ou reconhecer meu "amante".
Embora eu sinta que essa não vai ser a última vez...
Continua....
5 comentários - Viagem Profunda (Conto Gay) Parte 1