Vizinha muito gostosa/cap1

Vizinha muito gostosa/cap1CAPÍTULO 1



Minha primeira vez.....



Pensando no porquê do meu gosto por mulheres milf e gordinhas, cheguei à conclusão que foi por causa do que aconteceu na minha primeira vez.




Disso que vou contar agora já fazem muitos anos, mas sempre viveu na minha mente e acho que ainda governa de algum jeito meus gostos e meus desejos.




Eu devia ter uns 16 anos na época, já estudava fora da minha cidade e voltava todo fim de semana pra casa dos meus pais.





Tinha uma vizinha que era um pouco mais velha que minha mãe, dona Chela. Uma senhora que eu diria que era gordinha, mas não seria verdade: ela era gorda, mas com forma, ou seja, dava pra ver a cintura. Tinha uns peitos enormes e uma raba maior ainda. Os tornozelos eram grossos pra caramba, já que era a única parte que ela deixava ver. Ela sempre usava saias bem compridas e vestidos que cobriam tudo, do pescoço pra baixo. Só no calor dava pra ver os braços dela. E foi com ela que tive minhas primeiras fantasias. Lembro que um dia ela passou em casa pra pedir algo pra minha mãe, vestindo um vestido sem manga, daqueles que mostram o começo do braço. Ela se abaixou e eu consegui ver só a borda do sutiã dela e o volume do peito. Aquilo foi o suficiente pra que, desde aquele dia, eu me "apaixonasse" por ela. Depois disso, passei a vê-la diferente e sempre dava um jeito de estar por perto quando ela aparecia, ou me oferecia pra levar o que minha mãe mandava, só pra ver os tornozelos dela ou o rebolado daquela rabona enorme quando ela caminhava, ou ver como os peitões balançavam. Naquela época, ela devia ter uns quarenta e poucos anos.





Sempre que tinha reunião em casa, ela e o marido eram convidados, e eu aproveitava pra ficar perto dela, olhando, seguindo ela com o olhar, e fantasiando em vê-la pelada, já que naquela idade eu ainda não conhecia mulher nua, só em fotos de revista, claro. Então sempre acabava batendo uma punheta em homenagem a ela, com umas gozadas da porra, pensando na dona Chela.





Um desses dias em casa, subi até o terraço pra pegar umas roupas que minha mãe tinha estendido lá em cima. Fui de má vontade, e meio sem querer, dei uma olhada na casa da dona Chela. O que vi me deixou impressionado: ela tava lavando roupa na mão, esfregando e jogando água, fazendo aquele movimento de esfregar e esfregar. Como ela tava na casa dela, só usava um roupão florido por cima — dava pra adivinhar porque os peitos dela balançavam de um jeito impressionante, tipo dois balões cheios d'água. Um balanço sensacional, sensual, extremamente excitante. E o movimento que ela fazia ao esfregar a roupa fazia aquele parzão de tetas se destacar ainda mais. Além disso, ela tava com uns botões soltos na parte de cima, e dava pra ver a carne branca do começo dos seios. Do ponto de vista que eu tava, conseguia ver quase os peitos dela inteiros. Fiquei besta olhando ela do meu terraço, quando minha mãe me deu um grito, me chamando e pedindo o que tinha mandado eu buscar. Isso fez a dona Chela virar pra olhar e me pegar ali, olhando pra ela. Ela se endireitou, parou de esfregar a roupa, sacudiu as mãos pra tirar o excesso de água e passou o dorso da mão na testa pra enxugar o suor. Me sorriu e disse: "Mas o que cê tá fazendo aí em cima, me espionando, meu filho? Vai, leva pra sua mãe o que ela pediu, não fica de olheiro não." E riu. Eu, nervoso, tentei balbuciar alguma desculpa, mas não saiu nada da boca. Me levantei como pude e, quase andando de costas, sem conseguir parar de olhar pra ela, fui levar as coisas pra minha mãe. Nem preciso dizer que naquela noite imaginei mil coisas e bati uma punheta daquelas de cinema.





Nos dias seguintes, tentando vê-la de novo, subia no terraço pra espiar, mas não via nada. Ela não lavava mais roupa, então só ficava olhando ela se virar de um quarto pra outro (quero mencionar que tô falando de uma casa na roça, onde todos os quartos dão pra um pátio central). Isso me deixava frustrado, até que um dia ela apareceu lá em casa. Quando ouvi ela entrando, corri pra recebê-la. Ela tava conversando com minha mãe, eu só cumprimentei ela.




Oi, dona Chela...



Oi, meu filho, como você tá, como tão as coisas na cidade?



Muito bem, dona Chela. E a senhora?




Então nada, meu filho, tudo bem.




Aí ela continuou falando com a minha mãe e eu fiquei olhando pra bunda dela, imaginando que ela mexia pra me provocar, sendo que não era nada disso. Ela terminou de falar com a minha mãe e, se despedindo de mim, disse assim pra minha mãe:




Bom, comadre, vou nessa. Acho que já tem água suficiente pra eu lavar. Faz tempo que não lavo e tô com um baita garrero (é como chamam a roupa suja). E, me olhando, ela disse:




Tchau, filhão, sorrindo.



Não sei se foi minha imaginação, mas naquele sorriso vi que o olhar dela era tipo um convite. Aí esperei um tempão que pareceu uma eternidade e, nervoso, subi no terraço. E ela já tava lá, lavando com a mesma bata florida, com os dois botões abertos, deixando eu ver o balanço daqueles peitões enormes. Lavava com muita força, e lembro que aquela gordurinha que balança debaixo dos braços se mexia. Eu tava extasiado olhando, óbvio que entre nervoso e excitado, meu pau já tava mais duro que tudo. Via ela se mexer lavando e os peitos dela balançando dentro da bata, aquela rabuda enorme se movendo — era um espetáculo incrivelmente sexual pra mim. Num momento, ela se endireitou pra descansar e, repetindo o movimento de limpar o suor com as costas da mão, olhou pra cima e, me encarando, acenou me cumprimentando.




O que cê tá fazendo aí em cima, meu filho?




Nada... nada... dona Chela, só vim pegar uma coisa.




E aí, já achou ele, mermão? E caiu na risada gostoso.





Eu falei pra ela:





Sim, sim, já achei, já vou.





Ela me respondeu;



Anda, filho, vai fazer a lição de casa.




Então eu me afastei dali, pra mim aquilo que tava rolando era realmente excitante, eu pensei que algo tava acontecendo, mas agora sei que era só o comportamento normal de uma senhora mais velha com um jovem tarado.




Preciso contar também que dona Chela era casada com dom Miguel, um senhor um pouco mais velho que ela e beberrão inveterado, dono de umas sinucas da cidade, lugar que dava motivo pra ele viver bêbado. Então eu sempre soube dos problemas que eles tinham, mas como nas cidades do interior, naquela época, as mulheres eram criadas pra aguentar o que os maridos faziam, pra mim era normal ver ela de vez em quando pelas ruas com o marido quase pendurado no ombro, levando ele pra casa. Não foi uma vez só que ela me chamava em casa pra ajudar a colocar ele pra dentro, quando ele dormia na porta. Preciso dizer que eu ansiava que esses dias chegassem, porque quando ajudava a carregar o bêbado, podia ficar perto dela, e às vezes até encostar na bunda dela, ou roçar nos braços. Mas daí não passava, depois ajudava a acomodar ele na cama e era só.





Eles tinham três quartos pra dormir: um onde eles dormiam, outro onde os dois filhos homens dormiam e outro onde as duas meninas dormiam. O deles era o maior, com uma cama encostada na parede direita, do lado da janela, bem no canto, e um guarda-roupa bem na frente. E do lado desse quarto tinha um cômodo pequeno que, quando cheguei pra dar uma olhada, eles usavam pra guardar roupa suja ou coisas assim. Era pequeno e ligado ao quarto por uma abertura na parede coberta só com uma cortina de pano, e dava pro pátio central por outra porta. Nesse cômodo tinha uma cama de solteiro e umas mesas onde, acho, passavam roupa ou algo do tipo.




Pra mim era tipo minha segunda casa, primeiro porque eu sempre ia lá fazer os recados da minha mãe, ou porque cheguei a entrar várias vezes ajudando dona Chela a levar seu Miguel pra dormir a bebedeira.




Assim passaram dias e mais dias, e eu continuava com a excitação e a fantasia de ver a dona Chela pelada, de ver os peitos dela ou ver debaixo das saias, coisa que até aquele momento eu não tinha conseguido, exceto pelo que contei aí em cima.





Mas um dia minha sorte mudou... foi numa comemoração de aniversário dos meus pais ou num aniversário de um deles. Não lembro direito, só lembro que eu tinha saído de casa pra ver minha namorada e voltei cedo porque sabia que teria jantar em casa. Cheguei quando já tinha gente lá, todo mundo bebendo e conversando, entre eles dona Chela, que como sempre tava enfiada na cozinha com minha mãe ajudando a preparar e servir o jantar. Terminaram a janta, onde todo mundo comeu e bebeu, e foram pra uma sala que tem na casa dos meus pais, onde sentaram pra prosear. Mas como eu tava dizendo, em cidade pequena não é igual na cidade grande, aqui no interior os homens separam as mulheres das conversas deles, então as mulheres estavam num canto fofocando e os homens bebendo e falando de política no outro. Dona Chela tava nervosa e puta da vida. Eu, como sempre, rondava ela e ficava de olho enquanto escutava a conversa dos homens, via ela cabisbaixa esperando o vexame que o marido dela ia fazer quando ficasse completamente bêbado. Numa dessas, ela me chamou com a mão, foi andando pra fora do nosso quintal e eu segui ela. Fiquei olhando ela caminhar, rebolando aquela bunda enorme, hipnotizado. Ela para e me diz.





Ei, meu filho, cê não fica bravo se eu te pedir um favor?





Claro que não, dona Chela. Me diga em que posso te ajudar?





Olha, meu filho... Meu marido já tá bem bêbado e não quer ir embora, eu preciso ir ver como estão meus filhos (eles ainda eram pequenos, o mais velho de 12). Então vou deixar ele com você, tá? Não demoro pra voltar, e quando eu for pra casa, você me ajuda a levar ele? Ela me dizia isso muito envergonhada, muito envergonhada.





Então não sei por quê, mas pela primeira vez na minha vida me senti não mais um menino (que eu era). Coloquei minha mão no braço dela (senti a glória), e falei.




Claro, dona Chela, eu fico de olho, a senhora pode ficar tranquila. Eu vejo o seu Miguel e, quando ele cair (de bêbado), te aviso.




Ela sorriu pra mim e disse.





Tá bom, meu filho, então daqui a pouco eu volto.





E foi embora.





Passaram as horas e ela não vinha, lá pelas 2 da manhã, quase 3, todo mundo já tinha ido embora e só ficou meu pai discutindo política com dois amigos e com seu Miguel, que nessa hora já tava completamente doidão largado no sofá. Aí saí de casa, fui na porta do lado e bati, quase na hora saiu dona Chela ainda vestida e eu falei:




Dona Chela, acho que seu Miguel já dormiu. A senhora quer que a gente traga ele?




Ela me respondeu.




Sim, meu filho, se me fizer o favor, vamos.




Então ela fechou a porta da casa dela e a gente foi pra minha casa. Minha mãe tava meio dormindo e recebeu ela. Dona Chela falou pra ela:



Comadre, o Pablito vai me ajudar a levar o Miguel pra casa, tá bem?



Sim, comadre, respondeu minha mãe, deixa eu ajudar a levar ele pra ver se não dá problema.



Então, do jeito que deu, a gente tentou levantar seu Miguel, nós dois. Meu pai e os dois amigos dele continuavam na conversa e quase nem falaram nada quando a gente tirou ele quase arrastando os pés. Dona Chela xingava seu Miguel pra ele andar, e ele só respondia com uns grunhidos. É justo dizer que seu Miguel era um cara pesado, e claro, com aquele cheiro de bêbado, era uma merda carregar ele.




Chegamos como deu na casa dele. No caminho, seu Miguel meio que reagiu e nos ajudou dando uns passos, então foi um pouco mais fácil carregar ele. Só que como ele tinha acordado meio grogue, começou a dar uns tapas no ar, tentando voltar pra festa. Chegamos na porta da casa dele e, como dona Chela era quem tava mais segurando seu Miguel, ela não conseguia pegar as chaves. Aí ela me disse:





Filho, solta isso e me ajuda a tirar as chaves.



Dom Miguel passava a mão na dona Chela, e ela travava uma batalha pra segurar ele com as duas mãos e evitar que ele caísse no chão. Aí eu soltei ele e fui pegar as chaves, fiquei parado olhando pra dona Chela, tipo perguntando onde estavam as chaves. Ela me olhou e disse.




Tô com elas penduradas no pescoço, meu filho, puxa a fita aí...




Então, todo nervoso, aproximei minha mão do pescoço dela e ela, levantando o rosto, me mostrou o pescoço e ali encontrei a fita de pano que continha as chaves. Peguei a fita como quem não quer tocar a pele, mas ao mesmo tempo querendo tocá-la. Puxei um pouco, mas elas não cederam ao puxão da minha mão... e então ela, meio que se queixando, me disse.




Ai, meu filho, tá me machucando, as chaves prenderam entre as tetas, vai, puxa devagar.




Eu puxei de novo, agora mais devagar, mas as chaves estavam presas no meio daquele par enorme de peitos. Dona Chela, já desesperada, me disse.




Vai logo, meu filho, tira essas peças que esse homem vai acordar.




Então, aproveitando a situação, meio sem vergonha, já que a dona Chela tava meio que controlando o dom Miguel, enfiei a mão por cima dentro do vestido dela e, seguindo o caminho marcado pelo tecido, meti meus dedos entre aqueles dois montes de carne. Tava úmido de suor entre os dois peitos, então meus dedos entraram fácil e, pegando as chaves mais de perto, puxei elas. Foi um momento especial, eu tava mais que excitado, com meu pau endurecendo dentro da calça.




Então peguei as chaves, passei pelo pescoço dela e abri a casa.




Nós trouxemos seu Miguel pra dentro de casa e depois pro quarto dela. Nessa hora, seu Miguel se soltou e, já um pouco mais acordado, começou a gritar e dar tapas em dona Chela, que, desesperada, dizia: "Miguel, se acalma, que aqui é o Pablito, o filho dos meus compadres.





Dom Miguel ficou me encarando na bebedeira dele e balbuciava umas merdas sobre se desculpar, mas mesmo assim, esquecendo o assunto, começou a querer sair de novo. Aí eu, tentando ajudar dona Chela, que tava desesperada e envergonhada comigo, falei pra ele.




Ouve, seu Miguel, se quiser, eu trago outra Cuba (bebida de rum com água e buceta).




Dona Chela me olhou e falou.




Não, mano, já não traz mais pra ela.




Ao que eu respondi.




Dona Chela, eu só quero que a senhora se acalme, deixa eu trazer ela pra senhora e aí a senhora dorme.




Dona Chela entendeu que era uma boa ideia, e como parecia que minha presença no lugar pelo menos impedia que Dom Miguel batesse nela (coisa que fiquei sabendo depois que acontecia com frequência quando ele ficava naquele estado de bebedeira). E Dona Chela, tentando que eu não a deixasse sozinha com Dom Miguel, disse:




Olha, meu filho, é melhor você ficar aqui fazendo companhia pro Miguel, que eu vou buscar uma garrafa de tequila pra você acompanhar com um gole.




Dom Miguel me abraçou e me puxou pra sentar do lado dele na cama, começou a falar comigo como se fôssemos amigos, como se tivéssemos uma conversa pendente. Eu consegui entender um pouco das incoerências que o homem dizia e só fui na onda dele.





Dona Chela saiu correndo de casa, foi até a minha e voltou em poucos minutos com uma garrafa de tequila. Logo chegou perto da gente com a garrafa e uns copos, se colocou na nossa frente e deu um copo pra cada um. Dom Miguel, ao ver a garrafa de tequila, apressou Dona Chela pra servir. Ela serviu tequila nos dois copos, colocando só um pouquinho no meu. Me olhando, fez sinal pra eu não beber. Então, só fingi que tava tomando pra acompanhar a situação, mas Dom Miguel me forçou a beber, me desafiando a tomar igual ele, de um gole só. Aqui tenho que dizer que eu sempre tomei tequila, então não foi difícil virar o copo. Depois disso, Dom Miguel pegou a garrafa de novo, serviu mais duas doses e começou a brindar comigo. Eu via Dona Chela tentando evitar que eu bebesse, talvez pensando que minha mãe ia ficar brava e sentindo que a culpa era dela por ter me pedido ajuda.





Então eu falei baixinho pra ela:




Dona Chela, não se preocupe, não vai me acontecer nada, até porque eu já tinha bebido antes.




Mas, meu filho, se sua mãe te ver assim, ela vai te dar uma bronca por minha causa.




Pra essa altura, Dom Miguel já tinha voltado pro mesmo nível de bebedeira que tava antes de a gente fazer ele andar, e tinha se soltado: falando um monte de besteira, levantando o copo, dando tapa na mesa, tentando se levantar, xingando Dona Chela... enfim, a cena era realmente patética. Eu tava envergonhado, mas ao mesmo tempo excitado de ver Dona Chela, que por causa da situação tinha se descuidado e eu tinha conseguido apalpar os peitos dela. E agora, ali sentada na nossa frente, ela me mostrava o começo do peito, porque o vestido tinha ficado aberto em cima e dava pra ver o início das tetas dela e as bordas do sutiã.





Seja como for, entre dona Chela e eu a gente tinha controlado o dom Miguel, que já tava quase dormindo em cima da cama, com os pés no chão e meio encostado na cabeceira. Ainda dava sinais de vida, era um bêbado mesmo incansável, nessa altura dona Chela só olhava pra mim e eu pra ela, aí eu me levantei e falei:




Dona Chela, acho que já tá tudo certo, vou pra minha casa agora.




Ela, triste pelo que tinha acontecido, me disse.




Sim, meu filho, obrigada, mas tô preocupada que sua mãe te veja assim. Deixa eu fazer um café pra você perder esse bafo de tequila.




E aí eu falei pra ela:



Fica tranquila, dona Chela, a essa hora minha mãe já tá dormindo e meu pai vai continuar na conversa de política até amanhã (era normal ele fazer isso), então eles nem vão se preocupar em saber se cheguei ou não. Além disso, minha mãe sabia que eu vinha pra sua casa e amanhã vou falar pra ela que me atrasei porque ajudei o seu Miguel.




Dona Chela tava nervosa pra caralho porque meus pais me viram daquele jeito bêbado (tudo bem que eu tomei uns três tequilas, mas o que Dona Chela não sabia é que antes eu já tinha tomado mais de três tequilas com meus amigos). Ela ficava esfregando as mãos e falando...




Ô, meu filho, não quero que seu pai te veja assim (meu pai sempre teve um gênio muito forte e, sim, era arriscado ele me ver daquele jeito, me daria uma surra corretiva, mas naquele momento acho que ele nem percebeu meu estado). Olha, filho, melhor eu falar com sua mãe que você vai ficar aqui me ajudando a cuidar do Miguel, e que amanhã você vai embora cedo, assim ele não fica te esperando. Senta aqui e vou avisar sua mãe.




Saiu dona Chela e voltou uns minutos depois, me dizendo:




Já tá resolvido, meu filho, já avisei sua mãe, pode ficar aqui. Além disso, na sua casa, com as visitas que tão aí, iam te mandar dormir no sofá. Então sua mãe achou de boa você ficar comigo pra que o Miguel não me maltrate e assim você me faz companhia. Deixa eu arrumar a cama pra você deitar.




Valeu, dona Chela. Agradeci e fiquei na espera dela arrumar a cama.




Então ele me disse:



Vou trocar as crianças pro quarto das meninas pra você ficar nessa cama.




Ao que eu respondi





Não, dona Chela, não levanta eles não, eu fico no sofá da sala, não se preocupa, tá frio e pode fazer mal pros meninos (minha intenção era que ela me deixasse dormir no quartinho ao lado do quarto dela).




Ela me disse.





Não, meu filho, como é que cê acha que vou mandar você dormir no sofá? Olha, melhor eu arrumar a cama do quartinho da tábua de passar, e aí você deita lá, tá bom?





Claro, dona Chela, tá beleza, assim eu posso te ajudar caso seu Miguel se levante de noite.



Ela, sorrindo, tocou meu rosto e me disse.





Valeu, meu filho, me ajudou pra caralho.



Foi arrumar a cama do quartinho enquanto eu continuava sentado lá na cama deles, olhando pro bêbado e vendo a sombra de dona Chela através da cortina enquanto mexia com os lençóis pra arrumar onde eu ia dormir.




Em pouco tempo ela voltou e me disse



Vai, meu filho, vai dormir e me desculpa pelos momentos que te fiz passar.



Dona Chela, não se preocupe, cê sabe que tô aqui pra te ajudar, respondi.



Então entrei no quartinho ao lado e depois ouvi dona Chela me chamando




Ei, meu filho, não seja ruim, me ajuda a levantar esse homem pra colocar ele na cama.




Saí do quartinho e fui ajudar ela, levantando o Dom Miguel pelos pés, enquanto ela tirava as botas dele e cobria ele com um cobertor.





Boa noite, dona Cerveja, eu falei pra ela.





Boa noite, meu filho, obrigada, se aproximando pra me dar um beijo na bochecha.




Fui pra minha cama e, todo excitado, comecei a imaginar o que tinha acontecido, a lembrar do calor molhado entre os peitos da dona Chela, a lembrar daquele cheiro forte que senti quando ela se aproximou pra me dar um beijo no rosto. Tava me preparando pra bater uma punheta em homenagem à dona Chela, completamente excitado, tirei a roupa, fiquei só de cueca e me enfiei debaixo das cobertas.





Na escuridão e no silêncio, eu ouvia dona Chela ainda se mexendo, com certeza se despindo e se preparando pra dormir. Escutei o rangido da cama deles, provavelmente quando ela subiu. Depois, um longo momento de silêncio tomou conta do quarto. Dona Chela devia estar tentando pegar no sono, quando de repente ouvi um grunhido, seguido de um som peculiar e bem conhecido: seu Miguel estava vomitando. Escutei dona Chela se levantar na hora e falar com ele (com certeza isso já era algo comum, e depois descobri que era mesmo). Eu não sabia o que fazer, se levantava ou não. Mesmo assim, como eu estava ali pra ajudar, levantei. Além disso, com a esperança de ver dona Chela sem aqueles vestidos enormes que ela usa. Saí do quartinho e vi dona Chela de costas, em pé ao lado da cama, tentando arrumar seu Miguel e limpando aquela vomitada horrível.




Aconteceu algo, dona Chela? Posso ajudar?





Dizendo isso, eu olhava pra ela de costas. Ela tava com um roupão de algodão branco até os joelhos, mas ainda assim dava pra ver agora completamente os tornozelos e as panturrilhas dela, que eram grossas e gordas como postes. E quando ela se abaixou pra arrumar a cama, pude ver o começo das pernas dela, grandes, brancas e muito gordas. Por baixo do tecido do roupão, dava pra adivinhar a bunda enorme dela, que se mexia meio flácida, e marcava claramente uma calcinha daquelas que cobrem da cintura até o começo das coxas.




A tristeza do que aconteceu fez com que dona Chela nem reparasse como estava vestida, então ela só me disse, quase chorando.




Ô, meu filho, que dó de você, olha só as loucuras que esse homem faz, que pena que me dá.




Vai dormir, meu filho, que esse homem já não acorda mais. Agora só vou limpar ele e dormir também.




Me ofereci pra ajudar ela e ela aceitou, me pedindo pra pegar uns cobertores no quarto onde eu dormia. Então peguei os cobertores e levei pra ela. Aí, com a minha ajuda e do jeito que dava, a gente tirou a roupa de cama de debaixo do seu Miguel, que dona Chela já tinha tirado a camisa suja dele e, como conseguiu, já tinha limpado ele.




Tiro o saco de roupa suja pra fora do quarto, depois cubro seu Miguel com um cobertor limpo.




Então ela me disse.




Já percebeu, meu filho, o que acontece quando esse homem fica bêbado? Por isso que a gente tem a caminha lá dentro, porque quando isso rola, eu vou dormir lá. Na verdade, quase sempre durmo lá, ele tá sempre bêbado.




Então eu disse a ela




Mmm, dona Chela, então agora onde é que a senhora vai se deitar? Se quiser, eu vou pra minha casa, assim a senhora dorme naquela cama ali.




Não, mano, como é que cê acha que vou mandar ele pra casa dele agora, não. Olha, melhor vai se deitar, que eu vejo onde vou dormir.




Oia, dona Chela, respondi eu, então onde é que a senhora vai se deitar?




Eu tava realmente preocupado, além disso não queria perder de ver um espetáculo daqueles. Agora, vendo ela de frente, dava pra ver o roupão quase aberto debaixo dos peitos, a barriguinha dela e as pernas. Com o movimento que ela fazia, eu via claramente como aqueles melões enormes que ela tem de peitos balançavam. Dava pra perceber que, do tamanho que eram, chegavam quase na cintura dela, e a marca mais escura que aparecia no tecido com certeza era dos bicos. Essa imaginação fez minha ereção aparecer na hora, e do jeito que pude, coloquei as mãos no meu pau pra tentar esconder. Isso com certeza não passou despercebido pra dona Chela, porque ela virou pra olhar onde eu tava me escondendo e deu uma risada.




Então ele me disse,



Já sei o que vou fazer, olha, meu filho, vou colocar um colchonete no chão lá naquele quartinho onde você está e vou dormir ali.




Falei: "Tá bom, dona Chela, estica o colchonete, mas deixa que eu deito em cima dele, o chão tá duro pra você.




Ela sorriu e, vendo que não ia conseguir que eu aceitasse ela dormir no chão e eu na cama, aceitou dizendo.




Beleza, meu filho, tá bom. Então vamos dormir, já são quase 4 da manhã.




Rapidamente puxo um colchonete de dentro de um armário e, estendendo no chão, coloquei lençóis limpos, um cobertor e travesseiros. Eu a observava na penumbra fazendo isso. A cada movimento de se abaixar quase até o chão, o roupão dela se abria e me deixava ver quase um peito inteiro. Numa dessas, quase um escapou. Ela, como se fosse normal, só ajustou o roupão e continuou se mexendo, mas sem fechar o roupão. Então ela olhou pra mim e disse, como se fosse pra si mesma.




Tem que problema com essas coisas grandes que eu tenho, melhor eu colocar um sutiã, senão vou te dar um show aqui.




E dizendo isso, foi pro quarto dela e quando voltou, já dava pra ver que tava de sutiã, embora o tamanho dos peitos dela agora parecesse menor, ainda estavam caídos, mas não tanto por estarem presos dentro daquele sutiã enorme. Nessa hora, meu pau já tava querendo pular pra fora da cueca, então, sem mais delongas, me enfiei no colchão estendido no chão e me cobri, esperando ela ocupar o lugar dela na cama...........




CONTINUA


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1 comentários - Vizinha muito gostosa/cap1

La fuente es demasiado pequeña al menos para mi.
No se si habra normas de tematicas a tratar, pero fijate en eso