Essa história começa quando Matías começa a corromper outras garotas, e Luci seria uma das primeiras a cair nas artimanhas dele.
Luci sempre foi uma garota de convicções fortes. Sua vida na congregação era impecável, e ninguém jamais imaginaria que por trás daquela fachada de pureza se escondiam pensamentos que ela mesma tentava reprimir. A culpa a consumia sempre que uma fantasia tomava conta de sua mente, mas em vez de se afastar delas, algo dentro dela se acendia.
Fisicamente, a Luci era marcante mais pelo jeito de ser do que pela aparência. Magra, de altura média, com o cabelo tingido que mostrava sua rebeldia em contraste com a vida religiosa, e o aparelho que dava um ar juvenil. Mas o que realmente a destacava era sua atitude despreocupada, quase rude. Não tinha problema em zoar como um moleque, dar um tapinha no seu ombro ou arrotar sem pedir desculpas. A confiança com que ela se portava era desconcertante e encantadora na mesma medida.
Mas havia algo que Luci escondia bem, algo que só conhecia em seus momentos de solidão. Não conseguia evitar que sua mente vagasse por caminhos sombrios, imaginando coisas que, segundo ela, não deveriam existir na cabeça de uma boa cristã. Por mais que rezasse e pedisse perdão, a sensação continuava, latente, esperando o momento certo.
Tudo mudou durante um dos cultos na igreja. Luci, algo parecia diferente. Apesar de estar cercada pelo ambiente caloroso e familiar de sua congregação, onde cada oração e canto deveriam aproximá-la mais de Deus, havia algo que ela não conseguia tirar da cabeça. Ela fechava os olhos e levantava as mãos, mas sua mente vagava por caminhos que ela tinha tentado enterrar muitas vezes. Ela sabia que, para todos os outros, ela era a cristã devota, a garota impecável que fazia tudo certo. Mas dentro dela, havia algo que queimava, algo que a fazia sentir culpada, algo que ela não podia compartilhar com ninguém, nem mesmo com sua irmã, Sofia.
Sofia, a irmã mais velha da Luci, também frequentava a igreja regularmente. Ela estava sempre por perto, observando com admiração a irmãzinha, que via como um exemplo a seguir. O que Sofia não sabia era que a Luci lutava com pensamentos e desejos que não conseguia controlar. Para a Luci, manter sua imagem intacta diante da irmã era uma das principais razões pelas quais ela nunca tinha soltado as rédeas dos seus impulsos.
Depois do culto, a congregação começou a se dispersar. O Pastor Francisco, um homem relativamente jovem que conduzia a igreja com mão firme, se aproximou de Luci e do garoto com quem ela vinha passando cada vez mais tempo ultimamente. Francisco era respeitado por todos e mantinha um controle rigoroso sobre sua igreja. Ele sabia exatamente como manter os jovens "no caminho certo".
Luci, Matías, que prazer vê-los hoje. Que o Senhor continue iluminando o caminho de vocês", disse o pastor, olhando para eles com um sorriso benevolente, porém firme. Era difícil não se sentir observado sob o olhar dele, como se ele pudesse detectar até o menor desvio do bom caminho.
Matías tinha chamado a atenção de Luci ultimamente, era conhecido por sua tranquilidade e devoção. Todos o consideravam um bom cristão, um jovem impecável. Matías construiu sua vida sob as mesmas crenças, mas o que ele não sabia era que por trás dessa aparência inocente, Matías guardava pensamentos tão intensos por ela. Mas ele, como todos, se certificava de manter sua imagem diante do pastor, diante do seu amigo Raúl, e diante de todos os outros, até aquele dia em que decidiu não ser mais tão cauteloso, publicou um story no seu Instagram mostrando um pouco do seu corpo e fez com que só as garotas que sabia que cairiam fácil vissem, como a pobre Luci.
Quando o Pastor Francisco se afastou, Raúl, o amigo de Matías, se aproximou com um sorriso malicioso nos lábios. "Nossa, mano, parece que o pastor tá de olho em você. Toma cuidado, não vá ser pego por aí", disse brincando, dando um leve tapa no braço dele.
Raúl era o tipo de pessoa que sempre ficava naquela linha tênue entre levar as coisas a sério e não levar tão a sério assim. Ele sabia curtir as pequenas rebeldias, mas nunca ultrapassava os limites que pudessem comprometê-lo. Era leal ao Matías, mas também tinha uma visão mais de boa sobre a vida na igreja.
Matias sorriu nervosamente, sabendo que seu amigo nem podia imaginar os pensamentos que passavam pela sua cabeça, especialmente quando ele estava perto da Luci ou o que ele planejava fazer.
Tranquilo, Raúl, não tem nada pra se preocupar", respondeu Matías, mantendo sua fachada de calma. Mas quando seus olhos se encontraram com os de Luci, ambos sabiam que estavam mentindo, não só pros outros, mas pra si mesmos.
Luci fingia estar absorta na conversa com sua amiga Ana, que estava por perto. Vane era uma das poucas pessoas na igreja que conhecia Luci desde sempre, e sempre tinha sido uma amiga de confiança. Ela também era filha de uns líderes e sempre lembrava a Luci da importância de se manter "pura", sem saber o quanto essas palavras pesavam sobre ela. "Como vão as coisas, Luci? Te vi um pouco distraída durante o culto", perguntou Vane com seu tom sempre gentil.
Sim, só estava cansada. Nada importante", mentiu Luci, sabendo que a última coisa que queria era que Vane suspeitasse da verdade. Ela não podia contar sobre o que viu ou os pensamentos que a consumiam, nem sobre o que sentia toda vez que via Matías depois de ver aquela foto.
A noite parecia que ia ser mais uma rotineira, até que Matías se aproximou dela quando todo mundo já estava indo embora. Ei, Luci, vi que você curtiu minha história do outro dia hehe... é... acho que me enganei e te coloquei nos Close Friends, espero que não tenha ficado constrangida de ver aquilo. Luci, um pouco corada, disse: Ah, não se preocupa, você sabe que eu mantenho a mente pura... Rapidamente, ela entendeu o que tinha falado. Quer dizer, não é isso, tipo, você sabe, né hehe... falou enquanto dava um tapinha nele, como sempre.
Matías, entendendo um pouco que ela gostou da foto, começou seu plano. "Ei, quer comer alguma coisa? Não sei, talvez conversar um pouco, tipo amigos... só quero bater um papo e comer, hehe", ele disse com um sorriso que parecia inofensivo, mas que escondia muito mais.
Luci hesitou por um momento e recusou, mas ao se despedir dele, o abraçou e sentiu seus seios um pouco excitados encostarem no torso do Mati. "Sabe que tá tudo bem, só um pouco", ela respondeu, com a sensação de que algo ia mudar naquela noite. Despediu-se da irmã e logo outros caras foram comer também. Lá, Matías continuou buscando momentos para excitá-la ainda mais e ver até onde poderia chegar.
Já estava quase de noite e vários foram embora depois de comer, até que só sobraram os dois. Aí o Matías fingiu derramar um pouco de sorvete na calça da Luci e sugeriu dar uma calça dele para ela trocar, usando a desculpa de que a casa dele era perto.
Chegaram na casa do Matías, um lugar simples e decorado com citações bíblicas e tal, mas o clima estava pesado, já que a família do Matías não estava. Sentaram no sofá, primeiro com uma distância prudente entre eles. A Luci tentava ignorar o calor crescente que sentia por estarem sozinhos. Conversaram um pouco até que o Mati foi ao quarto pegar uma calça, passando antes no banheiro para deixar uma surpresa pra Luci. Quando voltou, continuaram falando sobre assuntos banais, como o culto daquela noite e alguns planos futuros na igreja, mas o Matías já queria ver no que dava, então gentilmente disse que ela podia se trocar no banheiro e que depois ele a acompanharia pra tomar algo na casa dela.
Luci aceitou e, quando entrou no banheiro e tirou a calça, percebeu que bem ali estava o cesto de roupa suja do Mati. Ela ficou excitadíssima porque, ao virar o rosto, viu uma cueca usada dele. Tapou a boca e apertou as pernas, com muito medo e tesão pegou a cueca do chão e, aos poucos, cheirou. Havia umas manchas brancas por dentro e ela já não conseguia ignorar sua vontade. Guardou a cueca entre sua calça suja e vestiu a nova. Então, saiu para a sala onde Matías estava e ele disse:
Não acha que o pastor ficou mais... sério hoje?", perguntou, tentando ver como ela reagia. "Sim, acho que ele tá preocupado com os jovens. Quer que todo mundo mantenha o caminho reto", respondeu Luci, embora houvesse uma ironia escondida nas suas palavras. "Às vezes sinto que todo mundo acha que a gente é tão perfeito, não sente?
Mati olhou para ela surpreso. Era a primeira vez que ele insinuava algo assim. "Sim, eu sei. Sempre há expectativas... e nem sempre são fáceis de cumprir", admitiu ele, enquanto percebeu diretamente que um pouco da sua cueca aparecia sobressaindo da calça que ele tinha trocado.
Houve um momento de silêncio. Matías respirou fundo e decidiu quebrar a barreira. "Luci, tem uma coisa que eu preciso te confessar. Tentei reprimir, tentar não pensar nisso, mas toda vez que estou com você, não consigo evitar. Não sou tão inocente quanto todo mundo pensa.
O coração da Luci deu um salto. Será que ele também...?
Eu... também sinto muito", respondeu ela, com a voz trêmula. "Tentei ignorar, mas é mais forte do que eu imaginava." Ela se sentou, muito afetada por toda a atmosfera, será que isso está mesmo acontecendo? Pensou, um pouco tonta.
Suas mãos se tocaram sem querer, e o contato foi como uma faísca. Nenhum dos dois fez esforço para se afastar. Naquele momento, o peso de todas as suas lutas internas parecia se dissipar. Eles sabiam que o que sentiam ia contra tudo que lhes haviam ensinado, mas não conseguiam parar.
O que estamos fazendo, Luci?", perguntou Matías, mesmo que os dois já soubessem a resposta.
Não sei... mas não quero parar", ela murmurou, se aproximando sem pensar duas vezes.
Sem querer, foi Luci quem deu o primeiro passo. Seus lábios roçaram os de Matías, um beijo suave, cheio de desejo contido. Naquele instante, tudo que haviam reprimido explodiu, e mesmo estando em casa, cercados por símbolos religiosos, o momento parecia proibido, mas inevitável.
Eles se olharam nos olhos, a respiração ofegante. E foi aí que Luci reagiu dizendo: NÃO, não, espera, a gente não é assim. Então Mati fez seu movimento e, puxando a calça suja que ela tinha, a deixou exposta. Luci, por acaso essa é a minha cueca que estava no banheiro?
Luci, com o rosto corado, disse quase chorando: "Desculpa, desculpa, é que a foto, suas carícias, seus seus seus..." Ela tentava se desculpar quando Mati colocou as mãos em suas bochechas redondas. "Shhhh, está tudo bem, eu gosto de você", disse Matias. "Não tem nada de errado nisso, todos podemos pecar, mas... e se a gente esquecer isso hoje à noite?
Luci, muito emocionada, já não conseguia esconder as batidas do coração e se deixou guiar por ele. Mati, por sua vez, gentilmente a levantou e a levou para o quarto, queria que aquele momento fosse especial. A colocou na cama e deitou-se ao lado dela, os dois estavam muito nervosos, mas mesmo assim continuaram.
Mati a acariciou e, aos poucos, ela foi respondendo, tentou falar, mas ele a calou com um beijo. Entre carícias e beijos, ela levou a mão até a calça e começou a se tocar. Ao ver isso, ele não perdeu a chance de apalpar seus seios por baixo da roupa. Ela simplesmente curtiu o momento até que o telefone interrompeu aquele clima.
Muito assustada, ela viu que era sua irmã, que tinha mandado várias mensagens perguntando onde ela estava. Ela respondeu dizendo: "Oi, o que foi? Já estou voltando pra casa, eu fui... fui dar uma caminhada, é... queria espairecer um pouco." Mati ouvia isso com o pau duro, e não conseguia segurar a vontade de tirá-lo ali mesmo, vendo que ela não ficaria por muito mais tempo. Luci, ao ver isso, ficou chocada, nunca imaginou que veria um pênis antes de casar e, como em um vídeo pornô, ela o tocou enquanto falava com a irmã. Logo depois, desligou e disse que não poderia ficar muito mais, senão poderia ter problemas.
Matías balançou a cabeça e disse: não vamos ficar na vontade, vamos pelo menos brincar 5 minutos. Ela, absorta, aceitou e, submissa às ordens dele, fez seu primeiro boquete. Para Matías era a primeira vez que sentia algo assim, e para Luci também - nenhuma das duas sabia direito o que fazer, mas se deixaram levar. Ele não aguentou muito e gozou na boca dela sem nem perguntar. Luci nunca imaginou que sêmen teria um gosto tão ruim, mas pelo menos segurou até cuspir na pia do banheiro. Eles riram, e Luci, com vontade de mais, foi embora levando suas roupas e a cueca dele, sem saber o que isso causaria.
Já Matías me acabou de tanto bater punheta lembrando de tudo que aconteceu e de como a Luci sempre parecia tão santinha, mas aí vinham na mente dele os momentos mais safados, tipo quando ela se ajoelhava e deixava a bunda no ar, ou quando adorava e ele via algo balançando de cima a baixo na blusa dela. Tudo isso deu ainda mais confiança pra ele fazer ainda mais coisas, e ele se acabou na punheta pela quarta vez dizendo.
Todas são umas putas mesmo... e se não são, vão ser.
Se você gostou, não esquece de deixar seus pontos e comentar o que mais eu poderia colocar nessas histórias, ou se você quer que eu coloque o nome de alguma das suas amigas em alguma história futura.
Também não se esqueçam de ler o primeiro post que fiz, se quiserem saber mais sobre o que fazemos nessa conta. E sim, a foto da capa é de uma das minhas amigas e é dela que se fala nesse relato. Me segue, comenta e a gente se vê em outro relato (quanto mais interesse eu ver, mais rápido terá mais relatos ou fotos das minhas amigas) :)
Fisicamente, a Luci era marcante mais pelo jeito de ser do que pela aparência. Magra, de altura média, com o cabelo tingido que mostrava sua rebeldia em contraste com a vida religiosa, e o aparelho que dava um ar juvenil. Mas o que realmente a destacava era sua atitude despreocupada, quase rude. Não tinha problema em zoar como um moleque, dar um tapinha no seu ombro ou arrotar sem pedir desculpas. A confiança com que ela se portava era desconcertante e encantadora na mesma medida.
Mas havia algo que Luci escondia bem, algo que só conhecia em seus momentos de solidão. Não conseguia evitar que sua mente vagasse por caminhos sombrios, imaginando coisas que, segundo ela, não deveriam existir na cabeça de uma boa cristã. Por mais que rezasse e pedisse perdão, a sensação continuava, latente, esperando o momento certo.
Tudo mudou durante um dos cultos na igreja. Luci, algo parecia diferente. Apesar de estar cercada pelo ambiente caloroso e familiar de sua congregação, onde cada oração e canto deveriam aproximá-la mais de Deus, havia algo que ela não conseguia tirar da cabeça. Ela fechava os olhos e levantava as mãos, mas sua mente vagava por caminhos que ela tinha tentado enterrar muitas vezes. Ela sabia que, para todos os outros, ela era a cristã devota, a garota impecável que fazia tudo certo. Mas dentro dela, havia algo que queimava, algo que a fazia sentir culpada, algo que ela não podia compartilhar com ninguém, nem mesmo com sua irmã, Sofia.
Sofia, a irmã mais velha da Luci, também frequentava a igreja regularmente. Ela estava sempre por perto, observando com admiração a irmãzinha, que via como um exemplo a seguir. O que Sofia não sabia era que a Luci lutava com pensamentos e desejos que não conseguia controlar. Para a Luci, manter sua imagem intacta diante da irmã era uma das principais razões pelas quais ela nunca tinha soltado as rédeas dos seus impulsos.
Depois do culto, a congregação começou a se dispersar. O Pastor Francisco, um homem relativamente jovem que conduzia a igreja com mão firme, se aproximou de Luci e do garoto com quem ela vinha passando cada vez mais tempo ultimamente. Francisco era respeitado por todos e mantinha um controle rigoroso sobre sua igreja. Ele sabia exatamente como manter os jovens "no caminho certo".
Luci, Matías, que prazer vê-los hoje. Que o Senhor continue iluminando o caminho de vocês", disse o pastor, olhando para eles com um sorriso benevolente, porém firme. Era difícil não se sentir observado sob o olhar dele, como se ele pudesse detectar até o menor desvio do bom caminho.
Matías tinha chamado a atenção de Luci ultimamente, era conhecido por sua tranquilidade e devoção. Todos o consideravam um bom cristão, um jovem impecável. Matías construiu sua vida sob as mesmas crenças, mas o que ele não sabia era que por trás dessa aparência inocente, Matías guardava pensamentos tão intensos por ela. Mas ele, como todos, se certificava de manter sua imagem diante do pastor, diante do seu amigo Raúl, e diante de todos os outros, até aquele dia em que decidiu não ser mais tão cauteloso, publicou um story no seu Instagram mostrando um pouco do seu corpo e fez com que só as garotas que sabia que cairiam fácil vissem, como a pobre Luci.
Quando o Pastor Francisco se afastou, Raúl, o amigo de Matías, se aproximou com um sorriso malicioso nos lábios. "Nossa, mano, parece que o pastor tá de olho em você. Toma cuidado, não vá ser pego por aí", disse brincando, dando um leve tapa no braço dele.
Raúl era o tipo de pessoa que sempre ficava naquela linha tênue entre levar as coisas a sério e não levar tão a sério assim. Ele sabia curtir as pequenas rebeldias, mas nunca ultrapassava os limites que pudessem comprometê-lo. Era leal ao Matías, mas também tinha uma visão mais de boa sobre a vida na igreja.
Matias sorriu nervosamente, sabendo que seu amigo nem podia imaginar os pensamentos que passavam pela sua cabeça, especialmente quando ele estava perto da Luci ou o que ele planejava fazer.
Tranquilo, Raúl, não tem nada pra se preocupar", respondeu Matías, mantendo sua fachada de calma. Mas quando seus olhos se encontraram com os de Luci, ambos sabiam que estavam mentindo, não só pros outros, mas pra si mesmos.
Luci fingia estar absorta na conversa com sua amiga Ana, que estava por perto. Vane era uma das poucas pessoas na igreja que conhecia Luci desde sempre, e sempre tinha sido uma amiga de confiança. Ela também era filha de uns líderes e sempre lembrava a Luci da importância de se manter "pura", sem saber o quanto essas palavras pesavam sobre ela. "Como vão as coisas, Luci? Te vi um pouco distraída durante o culto", perguntou Vane com seu tom sempre gentil.
Sim, só estava cansada. Nada importante", mentiu Luci, sabendo que a última coisa que queria era que Vane suspeitasse da verdade. Ela não podia contar sobre o que viu ou os pensamentos que a consumiam, nem sobre o que sentia toda vez que via Matías depois de ver aquela foto.
A noite parecia que ia ser mais uma rotineira, até que Matías se aproximou dela quando todo mundo já estava indo embora. Ei, Luci, vi que você curtiu minha história do outro dia hehe... é... acho que me enganei e te coloquei nos Close Friends, espero que não tenha ficado constrangida de ver aquilo. Luci, um pouco corada, disse: Ah, não se preocupa, você sabe que eu mantenho a mente pura... Rapidamente, ela entendeu o que tinha falado. Quer dizer, não é isso, tipo, você sabe, né hehe... falou enquanto dava um tapinha nele, como sempre.
Matías, entendendo um pouco que ela gostou da foto, começou seu plano. "Ei, quer comer alguma coisa? Não sei, talvez conversar um pouco, tipo amigos... só quero bater um papo e comer, hehe", ele disse com um sorriso que parecia inofensivo, mas que escondia muito mais.
Luci hesitou por um momento e recusou, mas ao se despedir dele, o abraçou e sentiu seus seios um pouco excitados encostarem no torso do Mati. "Sabe que tá tudo bem, só um pouco", ela respondeu, com a sensação de que algo ia mudar naquela noite. Despediu-se da irmã e logo outros caras foram comer também. Lá, Matías continuou buscando momentos para excitá-la ainda mais e ver até onde poderia chegar.
Já estava quase de noite e vários foram embora depois de comer, até que só sobraram os dois. Aí o Matías fingiu derramar um pouco de sorvete na calça da Luci e sugeriu dar uma calça dele para ela trocar, usando a desculpa de que a casa dele era perto.
Chegaram na casa do Matías, um lugar simples e decorado com citações bíblicas e tal, mas o clima estava pesado, já que a família do Matías não estava. Sentaram no sofá, primeiro com uma distância prudente entre eles. A Luci tentava ignorar o calor crescente que sentia por estarem sozinhos. Conversaram um pouco até que o Mati foi ao quarto pegar uma calça, passando antes no banheiro para deixar uma surpresa pra Luci. Quando voltou, continuaram falando sobre assuntos banais, como o culto daquela noite e alguns planos futuros na igreja, mas o Matías já queria ver no que dava, então gentilmente disse que ela podia se trocar no banheiro e que depois ele a acompanharia pra tomar algo na casa dela.
Luci aceitou e, quando entrou no banheiro e tirou a calça, percebeu que bem ali estava o cesto de roupa suja do Mati. Ela ficou excitadíssima porque, ao virar o rosto, viu uma cueca usada dele. Tapou a boca e apertou as pernas, com muito medo e tesão pegou a cueca do chão e, aos poucos, cheirou. Havia umas manchas brancas por dentro e ela já não conseguia ignorar sua vontade. Guardou a cueca entre sua calça suja e vestiu a nova. Então, saiu para a sala onde Matías estava e ele disse:
Não acha que o pastor ficou mais... sério hoje?", perguntou, tentando ver como ela reagia. "Sim, acho que ele tá preocupado com os jovens. Quer que todo mundo mantenha o caminho reto", respondeu Luci, embora houvesse uma ironia escondida nas suas palavras. "Às vezes sinto que todo mundo acha que a gente é tão perfeito, não sente?
Mati olhou para ela surpreso. Era a primeira vez que ele insinuava algo assim. "Sim, eu sei. Sempre há expectativas... e nem sempre são fáceis de cumprir", admitiu ele, enquanto percebeu diretamente que um pouco da sua cueca aparecia sobressaindo da calça que ele tinha trocado.
Houve um momento de silêncio. Matías respirou fundo e decidiu quebrar a barreira. "Luci, tem uma coisa que eu preciso te confessar. Tentei reprimir, tentar não pensar nisso, mas toda vez que estou com você, não consigo evitar. Não sou tão inocente quanto todo mundo pensa.
O coração da Luci deu um salto. Será que ele também...?
Eu... também sinto muito", respondeu ela, com a voz trêmula. "Tentei ignorar, mas é mais forte do que eu imaginava." Ela se sentou, muito afetada por toda a atmosfera, será que isso está mesmo acontecendo? Pensou, um pouco tonta.
Suas mãos se tocaram sem querer, e o contato foi como uma faísca. Nenhum dos dois fez esforço para se afastar. Naquele momento, o peso de todas as suas lutas internas parecia se dissipar. Eles sabiam que o que sentiam ia contra tudo que lhes haviam ensinado, mas não conseguiam parar.
O que estamos fazendo, Luci?", perguntou Matías, mesmo que os dois já soubessem a resposta.
Não sei... mas não quero parar", ela murmurou, se aproximando sem pensar duas vezes.
Sem querer, foi Luci quem deu o primeiro passo. Seus lábios roçaram os de Matías, um beijo suave, cheio de desejo contido. Naquele instante, tudo que haviam reprimido explodiu, e mesmo estando em casa, cercados por símbolos religiosos, o momento parecia proibido, mas inevitável.
Eles se olharam nos olhos, a respiração ofegante. E foi aí que Luci reagiu dizendo: NÃO, não, espera, a gente não é assim. Então Mati fez seu movimento e, puxando a calça suja que ela tinha, a deixou exposta. Luci, por acaso essa é a minha cueca que estava no banheiro?
Luci, com o rosto corado, disse quase chorando: "Desculpa, desculpa, é que a foto, suas carícias, seus seus seus..." Ela tentava se desculpar quando Mati colocou as mãos em suas bochechas redondas. "Shhhh, está tudo bem, eu gosto de você", disse Matias. "Não tem nada de errado nisso, todos podemos pecar, mas... e se a gente esquecer isso hoje à noite?
Luci, muito emocionada, já não conseguia esconder as batidas do coração e se deixou guiar por ele. Mati, por sua vez, gentilmente a levantou e a levou para o quarto, queria que aquele momento fosse especial. A colocou na cama e deitou-se ao lado dela, os dois estavam muito nervosos, mas mesmo assim continuaram.
Mati a acariciou e, aos poucos, ela foi respondendo, tentou falar, mas ele a calou com um beijo. Entre carícias e beijos, ela levou a mão até a calça e começou a se tocar. Ao ver isso, ele não perdeu a chance de apalpar seus seios por baixo da roupa. Ela simplesmente curtiu o momento até que o telefone interrompeu aquele clima.
Muito assustada, ela viu que era sua irmã, que tinha mandado várias mensagens perguntando onde ela estava. Ela respondeu dizendo: "Oi, o que foi? Já estou voltando pra casa, eu fui... fui dar uma caminhada, é... queria espairecer um pouco." Mati ouvia isso com o pau duro, e não conseguia segurar a vontade de tirá-lo ali mesmo, vendo que ela não ficaria por muito mais tempo. Luci, ao ver isso, ficou chocada, nunca imaginou que veria um pênis antes de casar e, como em um vídeo pornô, ela o tocou enquanto falava com a irmã. Logo depois, desligou e disse que não poderia ficar muito mais, senão poderia ter problemas.
Matías balançou a cabeça e disse: não vamos ficar na vontade, vamos pelo menos brincar 5 minutos. Ela, absorta, aceitou e, submissa às ordens dele, fez seu primeiro boquete. Para Matías era a primeira vez que sentia algo assim, e para Luci também - nenhuma das duas sabia direito o que fazer, mas se deixaram levar. Ele não aguentou muito e gozou na boca dela sem nem perguntar. Luci nunca imaginou que sêmen teria um gosto tão ruim, mas pelo menos segurou até cuspir na pia do banheiro. Eles riram, e Luci, com vontade de mais, foi embora levando suas roupas e a cueca dele, sem saber o que isso causaria.
Já Matías me acabou de tanto bater punheta lembrando de tudo que aconteceu e de como a Luci sempre parecia tão santinha, mas aí vinham na mente dele os momentos mais safados, tipo quando ela se ajoelhava e deixava a bunda no ar, ou quando adorava e ele via algo balançando de cima a baixo na blusa dela. Tudo isso deu ainda mais confiança pra ele fazer ainda mais coisas, e ele se acabou na punheta pela quarta vez dizendo.
Todas são umas putas mesmo... e se não são, vão ser.
Se você gostou, não esquece de deixar seus pontos e comentar o que mais eu poderia colocar nessas histórias, ou se você quer que eu coloque o nome de alguma das suas amigas em alguma história futura.
Também não se esqueçam de ler o primeiro post que fiz, se quiserem saber mais sobre o que fazemos nessa conta. E sim, a foto da capa é de uma das minhas amigas e é dela que se fala nesse relato. Me segue, comenta e a gente se vê em outro relato (quanto mais interesse eu ver, mais rápido terá mais relatos ou fotos das minhas amigas) :)
3 comentários - Nem toda Cristã é tão pura assim (Relato)