(História das fantasias da minha cabeça, espero que gostem)
Oi, sou a Dolores, mas me chamam de Lolita carinhosamente. Comecei minha vida sexual muito cedo, primeiro com meus primos, através de nossos jogos cúmplices cheios de curiosidade, onde imitávamos os adultos fazendo sexo. O que começou como um jogo de beijos, carícias e simulações de montar um no outro, passou a eu fazer boquetes repetidamente em cada um dos pênis deles, enquanto eles chupavam meus peitos macios.
Não sei de onde tiramos a ideia de que quanto mais eu chupava os pênis deles, mais eles cresciam, e quanto mais eles mamavam meus peitinhos, mais eles cresceriam. Foi assim que não desperdiçávamos nenhum momento para nos mamar mutuamente. Como os primos com quem eu brincava eram Mateo, Manuel, Juan e José, enquanto eu chupava o pau de um deles, os outros dois mamavam meus peitos, enquanto meu quarto primo ficava de vigia para ninguém nos surpreender. Dessa forma, cada vez que eu "ordenhava" um dos meus 4 primos, esvaziando com minha boca todo o sêmen que eles acumulavam do dia anterior, eu cuidava de mamar e "ordenhar" outro primo até saciar cada um deles.
Logo, eles não se dedicavam apenas a chupar meus peitos, mas um deles optou por começar a chupar meu clitóris, ao que meu corpo reagia se contorcendo de prazer, gemendo e gozando. Isso gerou neles uma nova atração: não apenas gozar dentro da minha boca e me fazer engolir todo o néctar deles, mas eles também adoravam me fazer gozar e saborear meus fluidos e cavadas. Às vezes, competiam para ver quem conseguia me fazer gozar mais ou quem me fazia gozar mais vezes na boca, e assim passamos um tempo.
Não sei se é coincidência, mas com o tempo meus 4 primos tiveram um crescimento precoce e considerável de seus paus, assim como meus peitos, que cresceram de forma chamativa, fazendo com que todos meus colegas de classe sempre olhassem para eles e gerando ciúmes nas minhas colegas.
Com o tempo, não foram apenas boquetes, mas meus primos e eu... Precisávamos experimentar mais.
Então, depois dos beijos, das mãos bobas e de umas chupadas, eu me deitava e, um por um, eles batiam uma, mas posicionando o pau entre meus lábios vaginais suculentos e grossos, e gozavam neles. Aquele formigamento me deixava louca, fazia meu ventre palpitar e desejar que meus primos fossem além e, "sem querer", me penetrassem... Esse era meu sonho ainda não realizado.
Mesmo sentir cada pênis grande e grosso deslizando entre meus lábios vaginais, roçando no meu clitóris enquanto chupavam meus peitos, fazia meus gemidos se intensificarem e eu dava umas gozadas fortes pra eles. Mas o que eu mais queria era penetração, e não sei por que meus primos não se atreviam, nem mesmo quando minhas ancas se moviam bruscamente, buscando penetração enquanto eles se masturbavam na minha entrada vaginal. Só conseguia que algum enfiasse a cabecinha, e só com isso eu já ficava muito gostosa.
Então, propus tentar penetração anal – ideia que eles aceitaram com gosto, mas eu não fazia ideia no que estava me metendo.
Depois de todas as preliminares, um dos meus primos (o que tinha o pau menos grosso), usando meus próprios fluidos e lubrificação vaginal, passou o pau e começou a tentar me penetrar, enquanto os outros abriam minhas nádegas para facilitar a penetração e ainda ter uma visão incrível. Meu primo empurrava o pau, mas não entrava de primeira. Depois de tanto insistir, meu esfíncter foi cedendo, ainda apertando o pau do desgraçado do meu primo, até que a cabeça entrou no meu cu...
Não sabem como doeu essa primeira penetrada, e ainda faltava mais. Eu já estava me arrependendo a cada centímetro que ele forçava dentro da minha entrada. Cada empurrão me fazia gritar de dor e xingar muito eles por terem topado essa ideia. Como me arrependi de ter sido eu a sugerir esse momento de dor.
"Tira essa pica, seu babaca!", eu dizia, mas meus outros primos o encorajavam a me penetrar com mais força, e ele, agarrando... Com um único empuxo, ele enfiou tudo dentro do meu cu... Como expressar a dor dilacerante, sentir meu interior sendo profanado e aberto por algo tão comprido dentro de mim, e mesmo que eu morresse de vontade de sentir os paus deles dentro de mim, acho que a decisão de pedir para fazerem no meu culo não foi a mais acertada.
Enquanto minhas lágrimas jorravam de dor, eu os xingava e pedia para tirarem logo, meus primos começaram a me estimular, a me tocar, a me beijar e a lamber minha buceta, enquanto o primo que tinha o pau enfiado até as bolas fazia de tudo para não se mover e não me causar mais dor, enquanto meu interior se acostumava. E devo admitir que as várias estimulações dos outros 3 primos estavam me esquentando, e depois de um tempo meu interior relaxou e pulsava de excitação. Ao sentir que eu já não apertava tanto o pau, meu primo começou a meter e sacar, primeiro devagar, e ao notar que meu interior começava a lubrificá-lo, ele acelerou o movimento, fazendo-o mais intenso e rude, o que fez com que ambos gemêssemos. Em vez de insistir para ele tirar, agora eu gritava para ele me dar mais forte, pois estava realmente curtindo as sensações e um novo tipo de orgasmo que nunca tinha sentido antes, como se tivessem me elevado ao topo da montanha e eu estivesse prestes a me lançar ao vazio. Foi assim que cheguei ao meu primeiro orgasmo, enquanto meu primo, estimulado pelas minhas contrações, gozou dentro do meu cu, tirando o pau para que outro dos meus primos me penetrasse e também gozasse dentro.
Naquele momento, já não sentia dor, só vontade de mais prazer, de mais penetradas, e assim meus primos fizeram, uma e outra vez. Enquanto me penetravam, os outros se encarregavam de me beijar, chupar e enfiar os dedos na minha buceta, o que aumentava a excitação, minha vontade e meus orgasmos.
Tudo isso fazíamos na cumplicidade da natureza, pois vivíamos no campo, então havia muitos lugares para brincar sexualmente.
Passamos a tarde toda nessa atividade, sem perceber que uns olhos penetrantes e... Os escondidos estavam nos espiando, atraídos pelos meus gritos de dor e gemidos de prazer que eu soltava no ar em certos momentos da tarde.
Passaram-se os dias da semana em que meus primos vinham alegres para descarregar o sêmen na minha boca, peitos, lábios da buceta e cu, até que já nos encaixávamos melhor para que os 4 pudessem penetrar algo e gozar quase ao mesmo tempo usando meu corpo.
Justo era domingo, o único dia em que meus primos não vinham, pois tinham que ir à missa com as mães e era complicado vir à minha fazenda. Então, entediada, saí para montar a cavalo; pelo menos assim eu estimulava meu clitóris, que estava bem acostumado a receber muita atenção.
O capataz me diz que me acompanharia, pois precisa me mostrar algo, e eu aceito… Já no fundo do bosque, ele desce do cavalo e me ajuda a descer do meu, segurando minha cintura com força. Assim que me põe no chão, percebo que ele não me solta, mas se aproxima mais, quase roçando meus lábios. Fiz que não aguentava mais, e ele, levantando uma das mãos até minha nuca enquanto a outra continua firme na minha cintura, me puxa para perto e me beija com paixão, esfregando seu volume enorme no meu ventre, o que me derrete toda. Sou muito fácil de esquentar, e meus primos com nossas brincadeiras despertaram a sensibilidade e a libido em cada parte do meu corpo. Sentir o corpo musculoso e maduro de um homem forte, macho em toda sua expressão, que beijava e tocava com selvageria, cheio de vontade de me possuir, me esquentou quase na hora. Comecei a ficar toda molhada; minha virilha estava encharcada, o que dava para ver facilmente através da roupa, enquanto meus mamilos ficavam duros e pontudos contra seu peito forte. Meu capataz, depois daquele beijo que me deixou sem ar e ofegante, baixa o olhar e, mesmo com roupa, morde meus mamilos enquanto aperta meus peitos, uma ação que me faz gemer de prazer.
Depois de se deliciar com meus mamilos e gemidos, ele volta a devorar minha boca, não sem antes passar pelo meu pescoço, chupando e mordendo, o que fez com que… perdesse qualquer resquício de sanidade e meu corpo se entregasse àquele macho alfa desejoso de possuir meu corpo completamente.
Minhas pernas se agarram à sua cintura, o que lhe dá mais acesso à minha bunda e buceta, então ele aproveita colocando as mãos na minha bunda e apertando com tanta força enquanto eu movia meus quadris sobre seu volume ereto.
Meu capataz estava prestes a se tornar meu cavaleiro, notei que com meus movimentos o fazia gemer ao sentir como minha buceta molhada desejava ser penetrada. Ele continua se esfregando e me deleitando com isso, fazendo com que eu jogue minha cabeça para trás de prazer e abrace seu pescoço... quando sinto que ele anda sem parar de beijar meu pescoço e meus peitos e, em poucos minutos, me encosta a uma parede de cana enquanto uma de suas mãos busca a chave no bolso e abre a fechadura para entrar numa pequena cabana.
Já dentro da cabana, ele não me solta, continuo pendurada em seu pescoço enquanto, com uma mão na minha bunda e eu com minhas pernas entrelaçadas, continuo subindo e descendo para roçar seu volume. Meu cavaleiro sexual, com a outra mão, rápida e habilmente me tira a blusa e o sutiã e se dedica a chupar agora, diretamente, a pele dos meus mamilos duros com seus lábios e queixo áspero, enquanto ele se despia da calça e da cueca para esfregar seu pene ansioso sobre minha calça e se despia completamente. Em seguida, procedeu a se soltar do meu agarre na cintura e, embora eu não quisesse, pois seu pau se sentia maravilhoso massageando minha vulva por cima da roupa, mal senti que ele colocava minhas pernas no chão, com grande agilidade já havia puxado minha calça e calcinha de uma só vez e, voltando a subir minhas pernas ao redor de sua cintura, ele diretamente com as mãos nas minhas nádegas, me posiciona assertivamente para que minha buceta, que estava dilatada, bem aberta pela posição em que estava e escorrendo lubrificação natural, se ajustasse à ponta de seu pau grosso, quente e latejante, fazendo com que todo meu corpo caísse sobre seu pene, que ia afundando na minha buceta à medida que minha... meu novo amante me deitou e, ao ver que eu tentava me levantar, empurrando minhas pernas sobre seu quadril para evitar a penetração total, meu cavaleiro sexual me agarrou pela cintura e, com um movimento forte e certeiro, enfiou tudo que tinha, fazendo com que gotas de sangue caíssem no chão enquanto ele continuava dominando os movimentos com minha cintura, de cima para baixo, sem parar.
A sensação de finalmente ter um pau dentro da minha buceta superou qualquer expectativa, e posso confessar que, mesmo que a primeira enfiada tenha doído, as seguintes geraram tanto prazer que fiquei ainda mais louca e excitada, pedindo por mais.
Meu novo amante apenas sussurrava que eu o deixava louco e que ele não aguentava ficar sem me penetrar, enquanto me fodia com a intensidade de um animal no cio, fazendo meu corpo reagir e gozar várias vezes antes que ele ejacularasse no fundo do meu interior, sem parar de me penetrar. Ele era um verdadeiro potro selvagem… tão viril, tão macho que continuou sem descansar, me penetrando cada vez mais fundo, mas agora me levando para a cama sem tirar o pau, para continuar me fodendo, mudando de posição a todo momento.
Que sublime, e se eu já curtia muito as enfiadas no cu, as na buceta eram ainda mais incríveis. Não sei por que meus primos nunca me penetraram na vagina, mas não vou cansar de usá-la. Meu cavaleiro sexual continuou me penetrando e, quando me fez gozar de novo, colocou na minha boca, para que não ficasse mole, e assim que estava duro novamente, me penetrava com tanta selvageria que a cama dele quebrou, e mesmo assim não parou de me foder até ejacular de novo dentro do meu útero.
Ele se levantou e me levantou, me colocando em cima da mesa enquanto arrumava o colchão no chão. Assim que voltou para mim, não perdeu a oportunidade de me virar e começar a me penetrar pelo cu, o que me fez gritar e gemer entre dor e excitação, porque, mesmo acostumada a transar pelo cu com meus primos, meu garanhão do momento tinha um pau muito mais grosso que o dos meus Primos, sendo um homem de quarenta e poucos anos, mas muito bem cuidado e com muita resistência e energia, como ele me mostrou naquele domingo em que, desde a manhã até a noite, passamos desfrutando de nossos corpos, penetrações e gozadas mútuas... aquele homem, aquele macho, aquele alfa me fez dele como quis e eu aproveitei cada carícia e orgasmo que ele me proporcionou naquela tremenda foda.
Quando terminamos, eu nem conseguia ficar de pé, então ele não teve outra opção senão me levar na caminhonete dele para minha casa e, no caminho, tentamos inventar uma mentira convincente. Por sorte, meus pais não estavam, então, depois de me carregar nos braços até minha cama, ele se despiu e me posuiu intensamente de novo, enquanto eu me debatia nos braços dele de prazer, sentindo o pauzão dele dentro de mim, me impregnando novamente com suas descargas de sêmen lá dentro.
Com meus primos, eu continuava aproveitando da maneira usual, fazendo eles gozarem com minha boca, minhas mãos ou eles se masturbando entre meus lábios vaginais até gozar, ou penetrando minha bunda para ejacular, mas eles não ousavam me penetrar na vagina, acreditando inocente que eu ainda era pura e virgem, e isso me deixava com tesão e com mais desejo de ser penetrada... o bom é que, assim que eles iam embora, meu espião aparecia para terminar o trabalho que eles deixaram pela metade, penetrar minha vagina faminta e me encher de sêmen lá dentro.
Meu amante já não queria parar de me foder e não aguentou mais de uma semana esperando meus primos me foderem na boca, nos peitos e na bunda para depois ele vir foder minha vagina. Então, naquele sábado, ele aproveitou que eu desci de casa para tapar minha boca e me fazer sinais para segui-lo. Assim que não estávamos mais perto da casa, ele começou a me beijar com tanta paixão e luxúria que rapidamente me esquentou, e ali mesmo, quase imediatamente, ele tirou o pauzão dele da calça, me levantou fazendo com que eu enlaçasse minhas pernas na cintura dele, moveu minha calcinha de lado e enfiou até o fundo, me fazendo sentir tão profundamente que comecei a gemer alto enquanto com minhas... Com meus braços em seu pescoço, comecei a me mover e ele me ajudava com as mãos, empurrando meus quadris para tornar suas penetradas mais ágeis e profundas. Ao ar livre, ele me fodeu e me fez gozar várias vezes até que ele ejaculou tudo dentro de mim.
Pensei que tinha acabado, mas ele enfiou o pau de volta e me pegou pela mão, quase me arrastando para levar até sua cabana. Assim que me jogou na cama, se despiu rapidamente e se lançou em cima de mim, me beijando bruscamente enquanto suas mãos ágeis me despiam de todas as minhas roupas, jogando-as para fora da cama, só para continuar nos devorando como um casal de sedentos no meio do deserto.
Realmente, esse homem tem muita força e resistência, pois ficamos fodendo uma vez atrás da outra e, mesmo quando ele meio que perdia a ereção, continuava me beijando, me mordendo, lambendo minha pele e, ao ouvir meus gemidos, ele ficava duro de novo e me obrigava a chupá-lo até sentir que estava pronto para me penetrar outra vez... Não sei se em algum momento o esperma dele acabou, já que em jorros ele me presenteou a manhã toda, até que chegou a hora do encontro com meus priminhos.
Meus priminhos nunca falhavam, eram muito pontuais desde que comecei a ordenhá-los diariamente, então eu disse ao capataz que já devia ir embora. Ele me disse que só me deixava ir se eu não me limpasse e fosse embora impregnada com seu sêmen e sem calcinha... Não tive escolha a não ser aceitar, porque senão ele não me soltaria e continuaria aproveitando meu corpo e paixão, fazendo com que meus primos se preocupassem ao não me ver chegar, e eles eram capazes de ir até a casa perguntar e me entregariam. Então acabei aceitando seu pedido, apenas com meu vestidinho sobre meu corpo marcado de tanto foder, mas mesmo assim meu corpo pedia para dar e receber mais prazer.
Ele me acompanhou bem perto do ponto de encontro que eu sempre tinha com meus primos e foi para seu lugar habitual para nos espiar, enquanto eu me afastava e me aproximava dos meus primos, que me cumprimentam com beijos na boca enquanto começam a se despir e me dar para mamar cada um de seus paus, então um por um eu fui... chupando até conseguir que eles ejaculassem na minha boca e me levantei para a segunda sessão de punhetas como de costume, e foi justamente aí, ao tirar meu vestido, que eles viram com espanto que eu não estava usando calcinha, mas não se atreveram a dizer nada, apenas trocaram olhares entre si. Quando voltaram a me encarar, seus olhares transmitiam muito mais tesão e luxúria do que o habitual. Percebi que seus paus moles começavam a ficar um pouco eretos diante do meu repentino atrevimento na frente deles. Depois me deitei e abri minhas pernas, e ao ver minhas coxas escorrendo de muito porra e minha buceta ainda encharcada daquele delicioso néctar, foi exatamente aí que meus primos notaram minha vagina bem aberta, inchada e cheia de sêmen. Eles se entreolharam e, sorrindo, disseram apenas: "Priminha, você é mais puta do que imaginávamos. Agora você vai receber o que tanto implorou, sem piedade". E imediatamente, seus paus estavam tão estimulados que os vi crescer tanto diante dos meus olhos que não conseguia acreditar que eram os mesmos que eu sempre chupava, pois todos haviam aumentado de tamanho e pareciam mais grossos e latejantes. Talvez por ser a primeira vez que me penetrariam, e isso, somado ao fato de me ver bem aberta e usada por algum desconhecido, os deixou mais excitados do que o normal. Mas finalmente senti cada um dos paus dos meus primos começando a me foder pela vagina, me enchendo todos com seu sêmen dentro de mim, repetindo uma terceira vez até que foram para casa muito satisfeitos, e eu, meio sonolenta e extasiada de tanto sexo e orgasmo como nunca havia tido na vida.
Mas essa paz não durou muito tempo, pois poucos minutos depois, sinto como se, de repente, um delicioso pau entrasse e saísse violentamente do meu canal vaginal, me fazendo gemer enquanto abria lentamente os olhos e via meu amante me fodendo de forma insaciável, pois toda essa situação de ver como meus primos finalmente conseguiram me penetrar o havia excitado muito mais do que antes.
Agora não só tinha meu garanhão depositando sua... ele gozava dentro de mim todas as vezes que podia,agora era a dose diária de porra dos meus primos, que já me comiam todosao mesmo tempo, recebendo dupla penetração enquanto aos dois restantes eusatisfazia com a minha boca alternadamente.
Oi, sou a Dolores, mas me chamam de Lolita carinhosamente. Comecei minha vida sexual muito cedo, primeiro com meus primos, através de nossos jogos cúmplices cheios de curiosidade, onde imitávamos os adultos fazendo sexo. O que começou como um jogo de beijos, carícias e simulações de montar um no outro, passou a eu fazer boquetes repetidamente em cada um dos pênis deles, enquanto eles chupavam meus peitos macios.
Não sei de onde tiramos a ideia de que quanto mais eu chupava os pênis deles, mais eles cresciam, e quanto mais eles mamavam meus peitinhos, mais eles cresceriam. Foi assim que não desperdiçávamos nenhum momento para nos mamar mutuamente. Como os primos com quem eu brincava eram Mateo, Manuel, Juan e José, enquanto eu chupava o pau de um deles, os outros dois mamavam meus peitos, enquanto meu quarto primo ficava de vigia para ninguém nos surpreender. Dessa forma, cada vez que eu "ordenhava" um dos meus 4 primos, esvaziando com minha boca todo o sêmen que eles acumulavam do dia anterior, eu cuidava de mamar e "ordenhar" outro primo até saciar cada um deles.
Logo, eles não se dedicavam apenas a chupar meus peitos, mas um deles optou por começar a chupar meu clitóris, ao que meu corpo reagia se contorcendo de prazer, gemendo e gozando. Isso gerou neles uma nova atração: não apenas gozar dentro da minha boca e me fazer engolir todo o néctar deles, mas eles também adoravam me fazer gozar e saborear meus fluidos e cavadas. Às vezes, competiam para ver quem conseguia me fazer gozar mais ou quem me fazia gozar mais vezes na boca, e assim passamos um tempo.
Não sei se é coincidência, mas com o tempo meus 4 primos tiveram um crescimento precoce e considerável de seus paus, assim como meus peitos, que cresceram de forma chamativa, fazendo com que todos meus colegas de classe sempre olhassem para eles e gerando ciúmes nas minhas colegas.
Com o tempo, não foram apenas boquetes, mas meus primos e eu... Precisávamos experimentar mais.
Então, depois dos beijos, das mãos bobas e de umas chupadas, eu me deitava e, um por um, eles batiam uma, mas posicionando o pau entre meus lábios vaginais suculentos e grossos, e gozavam neles. Aquele formigamento me deixava louca, fazia meu ventre palpitar e desejar que meus primos fossem além e, "sem querer", me penetrassem... Esse era meu sonho ainda não realizado.
Mesmo sentir cada pênis grande e grosso deslizando entre meus lábios vaginais, roçando no meu clitóris enquanto chupavam meus peitos, fazia meus gemidos se intensificarem e eu dava umas gozadas fortes pra eles. Mas o que eu mais queria era penetração, e não sei por que meus primos não se atreviam, nem mesmo quando minhas ancas se moviam bruscamente, buscando penetração enquanto eles se masturbavam na minha entrada vaginal. Só conseguia que algum enfiasse a cabecinha, e só com isso eu já ficava muito gostosa.
Então, propus tentar penetração anal – ideia que eles aceitaram com gosto, mas eu não fazia ideia no que estava me metendo.
Depois de todas as preliminares, um dos meus primos (o que tinha o pau menos grosso), usando meus próprios fluidos e lubrificação vaginal, passou o pau e começou a tentar me penetrar, enquanto os outros abriam minhas nádegas para facilitar a penetração e ainda ter uma visão incrível. Meu primo empurrava o pau, mas não entrava de primeira. Depois de tanto insistir, meu esfíncter foi cedendo, ainda apertando o pau do desgraçado do meu primo, até que a cabeça entrou no meu cu...
Não sabem como doeu essa primeira penetrada, e ainda faltava mais. Eu já estava me arrependendo a cada centímetro que ele forçava dentro da minha entrada. Cada empurrão me fazia gritar de dor e xingar muito eles por terem topado essa ideia. Como me arrependi de ter sido eu a sugerir esse momento de dor.
"Tira essa pica, seu babaca!", eu dizia, mas meus outros primos o encorajavam a me penetrar com mais força, e ele, agarrando... Com um único empuxo, ele enfiou tudo dentro do meu cu... Como expressar a dor dilacerante, sentir meu interior sendo profanado e aberto por algo tão comprido dentro de mim, e mesmo que eu morresse de vontade de sentir os paus deles dentro de mim, acho que a decisão de pedir para fazerem no meu culo não foi a mais acertada.
Enquanto minhas lágrimas jorravam de dor, eu os xingava e pedia para tirarem logo, meus primos começaram a me estimular, a me tocar, a me beijar e a lamber minha buceta, enquanto o primo que tinha o pau enfiado até as bolas fazia de tudo para não se mover e não me causar mais dor, enquanto meu interior se acostumava. E devo admitir que as várias estimulações dos outros 3 primos estavam me esquentando, e depois de um tempo meu interior relaxou e pulsava de excitação. Ao sentir que eu já não apertava tanto o pau, meu primo começou a meter e sacar, primeiro devagar, e ao notar que meu interior começava a lubrificá-lo, ele acelerou o movimento, fazendo-o mais intenso e rude, o que fez com que ambos gemêssemos. Em vez de insistir para ele tirar, agora eu gritava para ele me dar mais forte, pois estava realmente curtindo as sensações e um novo tipo de orgasmo que nunca tinha sentido antes, como se tivessem me elevado ao topo da montanha e eu estivesse prestes a me lançar ao vazio. Foi assim que cheguei ao meu primeiro orgasmo, enquanto meu primo, estimulado pelas minhas contrações, gozou dentro do meu cu, tirando o pau para que outro dos meus primos me penetrasse e também gozasse dentro.
Naquele momento, já não sentia dor, só vontade de mais prazer, de mais penetradas, e assim meus primos fizeram, uma e outra vez. Enquanto me penetravam, os outros se encarregavam de me beijar, chupar e enfiar os dedos na minha buceta, o que aumentava a excitação, minha vontade e meus orgasmos.
Tudo isso fazíamos na cumplicidade da natureza, pois vivíamos no campo, então havia muitos lugares para brincar sexualmente.
Passamos a tarde toda nessa atividade, sem perceber que uns olhos penetrantes e... Os escondidos estavam nos espiando, atraídos pelos meus gritos de dor e gemidos de prazer que eu soltava no ar em certos momentos da tarde.
Passaram-se os dias da semana em que meus primos vinham alegres para descarregar o sêmen na minha boca, peitos, lábios da buceta e cu, até que já nos encaixávamos melhor para que os 4 pudessem penetrar algo e gozar quase ao mesmo tempo usando meu corpo.
Justo era domingo, o único dia em que meus primos não vinham, pois tinham que ir à missa com as mães e era complicado vir à minha fazenda. Então, entediada, saí para montar a cavalo; pelo menos assim eu estimulava meu clitóris, que estava bem acostumado a receber muita atenção.
O capataz me diz que me acompanharia, pois precisa me mostrar algo, e eu aceito… Já no fundo do bosque, ele desce do cavalo e me ajuda a descer do meu, segurando minha cintura com força. Assim que me põe no chão, percebo que ele não me solta, mas se aproxima mais, quase roçando meus lábios. Fiz que não aguentava mais, e ele, levantando uma das mãos até minha nuca enquanto a outra continua firme na minha cintura, me puxa para perto e me beija com paixão, esfregando seu volume enorme no meu ventre, o que me derrete toda. Sou muito fácil de esquentar, e meus primos com nossas brincadeiras despertaram a sensibilidade e a libido em cada parte do meu corpo. Sentir o corpo musculoso e maduro de um homem forte, macho em toda sua expressão, que beijava e tocava com selvageria, cheio de vontade de me possuir, me esquentou quase na hora. Comecei a ficar toda molhada; minha virilha estava encharcada, o que dava para ver facilmente através da roupa, enquanto meus mamilos ficavam duros e pontudos contra seu peito forte. Meu capataz, depois daquele beijo que me deixou sem ar e ofegante, baixa o olhar e, mesmo com roupa, morde meus mamilos enquanto aperta meus peitos, uma ação que me faz gemer de prazer.
Depois de se deliciar com meus mamilos e gemidos, ele volta a devorar minha boca, não sem antes passar pelo meu pescoço, chupando e mordendo, o que fez com que… perdesse qualquer resquício de sanidade e meu corpo se entregasse àquele macho alfa desejoso de possuir meu corpo completamente.
Minhas pernas se agarram à sua cintura, o que lhe dá mais acesso à minha bunda e buceta, então ele aproveita colocando as mãos na minha bunda e apertando com tanta força enquanto eu movia meus quadris sobre seu volume ereto.
Meu capataz estava prestes a se tornar meu cavaleiro, notei que com meus movimentos o fazia gemer ao sentir como minha buceta molhada desejava ser penetrada. Ele continua se esfregando e me deleitando com isso, fazendo com que eu jogue minha cabeça para trás de prazer e abrace seu pescoço... quando sinto que ele anda sem parar de beijar meu pescoço e meus peitos e, em poucos minutos, me encosta a uma parede de cana enquanto uma de suas mãos busca a chave no bolso e abre a fechadura para entrar numa pequena cabana.
Já dentro da cabana, ele não me solta, continuo pendurada em seu pescoço enquanto, com uma mão na minha bunda e eu com minhas pernas entrelaçadas, continuo subindo e descendo para roçar seu volume. Meu cavaleiro sexual, com a outra mão, rápida e habilmente me tira a blusa e o sutiã e se dedica a chupar agora, diretamente, a pele dos meus mamilos duros com seus lábios e queixo áspero, enquanto ele se despia da calça e da cueca para esfregar seu pene ansioso sobre minha calça e se despia completamente. Em seguida, procedeu a se soltar do meu agarre na cintura e, embora eu não quisesse, pois seu pau se sentia maravilhoso massageando minha vulva por cima da roupa, mal senti que ele colocava minhas pernas no chão, com grande agilidade já havia puxado minha calça e calcinha de uma só vez e, voltando a subir minhas pernas ao redor de sua cintura, ele diretamente com as mãos nas minhas nádegas, me posiciona assertivamente para que minha buceta, que estava dilatada, bem aberta pela posição em que estava e escorrendo lubrificação natural, se ajustasse à ponta de seu pau grosso, quente e latejante, fazendo com que todo meu corpo caísse sobre seu pene, que ia afundando na minha buceta à medida que minha... meu novo amante me deitou e, ao ver que eu tentava me levantar, empurrando minhas pernas sobre seu quadril para evitar a penetração total, meu cavaleiro sexual me agarrou pela cintura e, com um movimento forte e certeiro, enfiou tudo que tinha, fazendo com que gotas de sangue caíssem no chão enquanto ele continuava dominando os movimentos com minha cintura, de cima para baixo, sem parar.
A sensação de finalmente ter um pau dentro da minha buceta superou qualquer expectativa, e posso confessar que, mesmo que a primeira enfiada tenha doído, as seguintes geraram tanto prazer que fiquei ainda mais louca e excitada, pedindo por mais.
Meu novo amante apenas sussurrava que eu o deixava louco e que ele não aguentava ficar sem me penetrar, enquanto me fodia com a intensidade de um animal no cio, fazendo meu corpo reagir e gozar várias vezes antes que ele ejacularasse no fundo do meu interior, sem parar de me penetrar. Ele era um verdadeiro potro selvagem… tão viril, tão macho que continuou sem descansar, me penetrando cada vez mais fundo, mas agora me levando para a cama sem tirar o pau, para continuar me fodendo, mudando de posição a todo momento.
Que sublime, e se eu já curtia muito as enfiadas no cu, as na buceta eram ainda mais incríveis. Não sei por que meus primos nunca me penetraram na vagina, mas não vou cansar de usá-la. Meu cavaleiro sexual continuou me penetrando e, quando me fez gozar de novo, colocou na minha boca, para que não ficasse mole, e assim que estava duro novamente, me penetrava com tanta selvageria que a cama dele quebrou, e mesmo assim não parou de me foder até ejacular de novo dentro do meu útero.
Ele se levantou e me levantou, me colocando em cima da mesa enquanto arrumava o colchão no chão. Assim que voltou para mim, não perdeu a oportunidade de me virar e começar a me penetrar pelo cu, o que me fez gritar e gemer entre dor e excitação, porque, mesmo acostumada a transar pelo cu com meus primos, meu garanhão do momento tinha um pau muito mais grosso que o dos meus Primos, sendo um homem de quarenta e poucos anos, mas muito bem cuidado e com muita resistência e energia, como ele me mostrou naquele domingo em que, desde a manhã até a noite, passamos desfrutando de nossos corpos, penetrações e gozadas mútuas... aquele homem, aquele macho, aquele alfa me fez dele como quis e eu aproveitei cada carícia e orgasmo que ele me proporcionou naquela tremenda foda.
Quando terminamos, eu nem conseguia ficar de pé, então ele não teve outra opção senão me levar na caminhonete dele para minha casa e, no caminho, tentamos inventar uma mentira convincente. Por sorte, meus pais não estavam, então, depois de me carregar nos braços até minha cama, ele se despiu e me posuiu intensamente de novo, enquanto eu me debatia nos braços dele de prazer, sentindo o pauzão dele dentro de mim, me impregnando novamente com suas descargas de sêmen lá dentro.
Com meus primos, eu continuava aproveitando da maneira usual, fazendo eles gozarem com minha boca, minhas mãos ou eles se masturbando entre meus lábios vaginais até gozar, ou penetrando minha bunda para ejacular, mas eles não ousavam me penetrar na vagina, acreditando inocente que eu ainda era pura e virgem, e isso me deixava com tesão e com mais desejo de ser penetrada... o bom é que, assim que eles iam embora, meu espião aparecia para terminar o trabalho que eles deixaram pela metade, penetrar minha vagina faminta e me encher de sêmen lá dentro.
Meu amante já não queria parar de me foder e não aguentou mais de uma semana esperando meus primos me foderem na boca, nos peitos e na bunda para depois ele vir foder minha vagina. Então, naquele sábado, ele aproveitou que eu desci de casa para tapar minha boca e me fazer sinais para segui-lo. Assim que não estávamos mais perto da casa, ele começou a me beijar com tanta paixão e luxúria que rapidamente me esquentou, e ali mesmo, quase imediatamente, ele tirou o pauzão dele da calça, me levantou fazendo com que eu enlaçasse minhas pernas na cintura dele, moveu minha calcinha de lado e enfiou até o fundo, me fazendo sentir tão profundamente que comecei a gemer alto enquanto com minhas... Com meus braços em seu pescoço, comecei a me mover e ele me ajudava com as mãos, empurrando meus quadris para tornar suas penetradas mais ágeis e profundas. Ao ar livre, ele me fodeu e me fez gozar várias vezes até que ele ejaculou tudo dentro de mim.
Pensei que tinha acabado, mas ele enfiou o pau de volta e me pegou pela mão, quase me arrastando para levar até sua cabana. Assim que me jogou na cama, se despiu rapidamente e se lançou em cima de mim, me beijando bruscamente enquanto suas mãos ágeis me despiam de todas as minhas roupas, jogando-as para fora da cama, só para continuar nos devorando como um casal de sedentos no meio do deserto.
Realmente, esse homem tem muita força e resistência, pois ficamos fodendo uma vez atrás da outra e, mesmo quando ele meio que perdia a ereção, continuava me beijando, me mordendo, lambendo minha pele e, ao ouvir meus gemidos, ele ficava duro de novo e me obrigava a chupá-lo até sentir que estava pronto para me penetrar outra vez... Não sei se em algum momento o esperma dele acabou, já que em jorros ele me presenteou a manhã toda, até que chegou a hora do encontro com meus priminhos.
Meus priminhos nunca falhavam, eram muito pontuais desde que comecei a ordenhá-los diariamente, então eu disse ao capataz que já devia ir embora. Ele me disse que só me deixava ir se eu não me limpasse e fosse embora impregnada com seu sêmen e sem calcinha... Não tive escolha a não ser aceitar, porque senão ele não me soltaria e continuaria aproveitando meu corpo e paixão, fazendo com que meus primos se preocupassem ao não me ver chegar, e eles eram capazes de ir até a casa perguntar e me entregariam. Então acabei aceitando seu pedido, apenas com meu vestidinho sobre meu corpo marcado de tanto foder, mas mesmo assim meu corpo pedia para dar e receber mais prazer.
Ele me acompanhou bem perto do ponto de encontro que eu sempre tinha com meus primos e foi para seu lugar habitual para nos espiar, enquanto eu me afastava e me aproximava dos meus primos, que me cumprimentam com beijos na boca enquanto começam a se despir e me dar para mamar cada um de seus paus, então um por um eu fui... chupando até conseguir que eles ejaculassem na minha boca e me levantei para a segunda sessão de punhetas como de costume, e foi justamente aí, ao tirar meu vestido, que eles viram com espanto que eu não estava usando calcinha, mas não se atreveram a dizer nada, apenas trocaram olhares entre si. Quando voltaram a me encarar, seus olhares transmitiam muito mais tesão e luxúria do que o habitual. Percebi que seus paus moles começavam a ficar um pouco eretos diante do meu repentino atrevimento na frente deles. Depois me deitei e abri minhas pernas, e ao ver minhas coxas escorrendo de muito porra e minha buceta ainda encharcada daquele delicioso néctar, foi exatamente aí que meus primos notaram minha vagina bem aberta, inchada e cheia de sêmen. Eles se entreolharam e, sorrindo, disseram apenas: "Priminha, você é mais puta do que imaginávamos. Agora você vai receber o que tanto implorou, sem piedade". E imediatamente, seus paus estavam tão estimulados que os vi crescer tanto diante dos meus olhos que não conseguia acreditar que eram os mesmos que eu sempre chupava, pois todos haviam aumentado de tamanho e pareciam mais grossos e latejantes. Talvez por ser a primeira vez que me penetrariam, e isso, somado ao fato de me ver bem aberta e usada por algum desconhecido, os deixou mais excitados do que o normal. Mas finalmente senti cada um dos paus dos meus primos começando a me foder pela vagina, me enchendo todos com seu sêmen dentro de mim, repetindo uma terceira vez até que foram para casa muito satisfeitos, e eu, meio sonolenta e extasiada de tanto sexo e orgasmo como nunca havia tido na vida.
Mas essa paz não durou muito tempo, pois poucos minutos depois, sinto como se, de repente, um delicioso pau entrasse e saísse violentamente do meu canal vaginal, me fazendo gemer enquanto abria lentamente os olhos e via meu amante me fodendo de forma insaciável, pois toda essa situação de ver como meus primos finalmente conseguiram me penetrar o havia excitado muito mais do que antes.
Agora não só tinha meu garanhão depositando sua... ele gozava dentro de mim todas as vezes que podia,agora era a dose diária de porra dos meus primos, que já me comiam todosao mesmo tempo, recebendo dupla penetração enquanto aos dois restantes eusatisfazia com a minha boca alternadamente.
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