Olá, como vocês estão? Essa história é de muito tempo atrás, não posso dar muitos detalhes da idade pra não tomarem o post.
Foi no casamento de uns tios distantes que eu nunca vejo. Minha família e eu viajamos pra Córdoba no verão por causa do casamento, e naquela época eu tava namorando um cara que conheci na escola.
Depois de muito insistir, me deixaram convidar ele pra viajar com a gente, e fomos pra Córdoba.
Lembro que tava um calor do caralho quando chegamos, parecia que o asfalto era um forno. Pegamos um táxi e o ar condicionado parecia que não gelava nada. Chegamos na casa afastada da cidade onde íamos ficar, que era de uns primos bem mais velhos que eu. Quando o táxi nos deixou, a primeira coisa que vi foi a piscina, não conseguia pensar em outra coisa senão pular lá dentro. A piscina tinha um bar com uma sombrona que parecia mais um gazebo.
Entramos na casa e meus primos nos receberam. Na hora que vi eles, foi inevitável pensar que eram uns coroas gostosos, tatuados, meio hippies, com uma energia boa.
Cumprimentaram todo mundo, inclusive meu namorado, e quando chegaram em mim, um disse: "Como a priminha cresceu". Meu namorado na hora fez cara de bunda. Dei um beijo neles e nos levaram pra onde íamos ficar. Mostraram o quarto e eu entrei com meu namorado — finalmente íamos ter a noite só pra gente, já que me deixaram dormir com ele. Nós dois nos jogamos na cama, trocamos uns beijos e logo surgiu o assunto dos meus primos, como me olharam, o comentário, etc. Tranquilizei ele, e começamos a nos apalpar.
Eu sabia que com um boquete ele ia esquecer tudo, então começamos a nos tocar. Ele sabia como me tocar, e foi direto no ponto mágico. Soltei a rola dele e comecei a aproveitar, até que chegou um momento em que eu queria que ele metesse tudo. Tirei a mão dele e, quando ia montar em cima, ele pediu pra eu chupar ele.
Não tava com vontade de chupar, eu queria sentir aquela rola na minha buceta, mas, submissa como sempre, falei que sim, só Um pouco, queria que eu metesse, então comecei a chupar bem o tronco dele, subindo e descendo, apalpando um pouco as bolas e brincando de passar perto da buceta, que eu sabia que ele gostava. Fiquei assim uns 5 minutos até ele me mandar fazer do jeito que ele gosta, então coloquei só a cabeça na boca e chupei bem forte enquanto passava a língua na cabecinha do pau, do jeito que sabia que ele curtia. Comecei a sentir o pré-gozo, então na hora falei: "chega, bota em mim".
Ele me mandou levantar, virar de costas, colocou meus dois braços pra trás e começou a me apoiar. Não tem coisa que eu ame mais que isso. Ele me apoiava e apoiava, e eu queria a pica dentro. Falava: "por favor, mete em mim". Ele adorava que eu pedisse, então sempre me esquentava e me fazia implorar.
Ele colocou a cabeça na minha buceta e fazia pressão. "Pela buceta não", eu repetia e repetia, e ele forçava.
Dava pra sentir a cabeça entrando, quando de repente ele fala que não aguenta mais. Senti o gozo escorrendo pela minha buceta, tudo quente.
Não acreditei que ele me deixou tão excitada assim, fiquei puta quando bateram na porta. TOC TOC TOC... minha namorada sai correndo pro banheiro que tinha no quarto, e eu fiquei com a calça no joelho e o cu cheio de gozo. Abriram a porta e era meu primo.
"Primaa, vamo todo mundo pra piscina, vocês querem vir...? ui prima, não sabia que você tava pelada"
"Fecha a porra da porta!!" Gritei.
Na hora ele fechou a porta e foi embora...
Meu namorado saiu do banheiro e falou: "ela te viu pelada?"
"Sim, idiota, e com o cu cheio de gozo. Você é um doente, sempre me deixa com tesão, mais vale que me coma hoje."
"Desculpa, gorda, é que nunca fiz sua buceta, e tava bem quentinho e apertado."
Nós fomos pra piscina, os dois. Eu de biquíni bem fio-dental e um sutiã que tapava os bicos, porque nem peito eu tinha naquela época.
Quando entramos na piscina, tava cheio de parente, tavam fazendo um churrasco pelo casamento e tava tudo lotado. de gente. Todos os caras do lugar ficaram olhando minha bunda, não tiravam os olhos de mim. Todo mundo metendo daikiri, caipirinha, fernet, cerveja. Comemos uns choripanes, e continuamos com música e bebida.
Já tinha anoitecido, mas o calor não passava, todo mundo já tava bem alterado, eu tomei uns daikiris que já estavam batendo por causa da minha baixa tolerância, mas tava de boa, só alegre. Já meu namorado tomou tudo, meus primos ficavam dando bebida pra ele, meu pai também, ele já não aguentava mais, então se jogou numa espreguiçadeira e ficava me olhando de longe com os olhos semicerrados.
Meus primos começaram a zoar na piscina, molhar todo mundo e aquelas merdas típicas.
Então, como não gosto muito de molhar o cabelo, passei na frente deles pedindo pra não me molharem e subi pela escada. Dava pra sentir que eles não tiravam os olhos da minha bunda. Quando consigo sair, vem meu tio que ia casar, que tava muito bêbado, e me empurra e cai na risada. Eu caí e engoli água, então meu primo, que antes tinha me visto pelada, me pega e me ajuda a sair.
Quando ele me ajuda a sair, eu pensei que era sem intenção, mas agora duvido. Ele me pega e eu não via nada por causa do cloro, então ele me leva pra escada, e eu senti a encostada de uma pica mole e como ela foi acordando na minha bunda. Ele me ajuda a sair, sai comigo e me fala: "Prima, cê tá bem?"
"Tô, tô, só engoli um pouco de água"
"Me desculpa por ter entrado no quarto hoje"
"De boa, já foi, você não viu nada"
"Não, não, não vi quase nada..."
Naquela noite, meu namorado dormiu obviamente, mas antes de dormir, bêbado, ele me fala: "Aquele idiota te apoiou, e ainda por cima você gosta, puta, sempre mostra a bunda pra ser apoiada"
"QUE QUE CÊ TÁ FALANDO, DOENTE"
"Sim, sim, você sempre faz a mesma merda, adora sentir uma pica na bunda"
"Cala a boca e dorme, idiota."
No dia seguinte, eu tava puta da vida com ele. Nunca ninguém tinha me tratado assim, e muito menos meu namorado. Chegou o casamento, coloquei um vestido bem curto porque tava Muito calor, sem sutiã, só com pezinhos, e uma tanga bem fininha. No casamento, eu continuava puta com meu namorado, e como sabia que isso incomodava ele, comecei a beber pra caralho. Bebia tudo que me passavam, meu namorado tava com uma cara de bunda.
Bebia e bebia, fazia tudo que irritava ele. "Pode parar de beber um pouco?"
"Não, tô na festa, e você é um idiota, não fala comigo."
"Olha como tão te olhando."
"Deixa olhar, sabe que vou dançar."
Nisso, vejo que formaram uma rodinha e fui. Começamos a dançar todo mundo junto, tinha uma pistola que jogava vodka e eu já tava doida, trouxeram fernet e a mistura me matou. Já tava tudo girando, mas continuei dançando, até que num momento lembro que meu primo chega com dois daiquiris e fala "toma". "Valeu".. respondi, e começamos a dançar. Entre uma dança e outra, sentia a mão dele descendo pela minha cintura, cada vez mais perto da minha bunda, e a cada movimento ele aproveitava pra esfregar o pau no meu corpo. Lembro do olhar do meu namorado da mesa, cheio de raiva, até que num momento meu primo me vira e rebola comigo, fazendo eu sentir todo aquele pau entre minhas nádegas. Lembro que a gente caiu de tanto que rebolamos baixo. Nessa hora, meu namorado saiu pra fora pra tomar ar, super puto.
Meu primo me levanta e traz algo pra beber. Depois disso, lembro de estar no banheiro do salão, inclinada pra frente, vomitando, enquanto alguém segurava meu cabelo, e percebo que com uma mão me segurava pelo peito. Eu tava em pé, então ele tava atrás de mim, me apoiando toda.
"Vomita tranquila, ninguém vai saber."
Eu não aguentava mais, já não saía quase nada de vômito.
"Fica de boa, priminha, consegue falar?"
Eu não conseguia formular uma palavra, só balbuciava.
"Que bunda gostosa você tem, posso provar?"
Balancei de novo, não tinha quase forças. Me apoiei como pude no vaso, já de joelhos, e sentia ele passando a língua por toda a minha buceta, subindo até minha bunda, sentia como De repente a língua dela só focava em chupar minha bunda, eu ouvia o barulho da saliva e como ela chupava e dava beijinhos.
"Prima, o que rola aqui fica aqui, né?"
Eu tava deitada imóvel, começo a sentir um dedo na minha buceta que tirava e enfiava na minha raba, diferente da outra vez, dessa vez entrava como se fosse nada, sem resistência, não sei se minha bunda tinha ficado dilatada da situação anterior ou o quê.
Ela enfiou dois dedos agora, tirava da bunda e colocava na minha boca, até que num momento sinto uma coisa enorme entrando no meu cu mas não doía, não sei se era o álcool ou o que tava rolando.
"Que cuzão gostoso que você tem, meu deus, tinha esquecido como são esses cuzinhos nessa idade."
A partir daí ela começou a me detonar de um jeito que me sacudia pra caralho, sentia plaf plaf plaf na minha raba, os ovos batendo na minha buceta, tava super tonta mas com muito tesão.
"Ô prima, vou encher sua raba de porra igual seu namoradinho deixa."
Lembro da sensação quando ela tirou a pica, minha bunda tava super aberta, do jeito que dava olho pra trás e vejo que a porta do banheiro tava entreaberta e meu namorado tava lá.
Ele entrou no banheiro e me levou pra casa, quando chegamos e deitamos, ele pediu desculpas.
Eu não conseguia nem falar, virei de lado e queria dormir, mas meu namorado ficava falando comigo e num momento sinto alguém chupando minha bunda, era meu namorado que falava e dizia "amo que vocês sejam tão putinhas".
No dia seguinte tava doendo tudo, e a gente voltou pra nossa casa, meu primo nunca se despediu e meu namorado não tocou no assunto.
Um conto curtinho de uma experiência de muitos anos atrás, espero que gostem, deem pontos, leio sempre quando vocês escrevem ♥
Foi no casamento de uns tios distantes que eu nunca vejo. Minha família e eu viajamos pra Córdoba no verão por causa do casamento, e naquela época eu tava namorando um cara que conheci na escola.
Depois de muito insistir, me deixaram convidar ele pra viajar com a gente, e fomos pra Córdoba.
Lembro que tava um calor do caralho quando chegamos, parecia que o asfalto era um forno. Pegamos um táxi e o ar condicionado parecia que não gelava nada. Chegamos na casa afastada da cidade onde íamos ficar, que era de uns primos bem mais velhos que eu. Quando o táxi nos deixou, a primeira coisa que vi foi a piscina, não conseguia pensar em outra coisa senão pular lá dentro. A piscina tinha um bar com uma sombrona que parecia mais um gazebo.
Entramos na casa e meus primos nos receberam. Na hora que vi eles, foi inevitável pensar que eram uns coroas gostosos, tatuados, meio hippies, com uma energia boa.
Cumprimentaram todo mundo, inclusive meu namorado, e quando chegaram em mim, um disse: "Como a priminha cresceu". Meu namorado na hora fez cara de bunda. Dei um beijo neles e nos levaram pra onde íamos ficar. Mostraram o quarto e eu entrei com meu namorado — finalmente íamos ter a noite só pra gente, já que me deixaram dormir com ele. Nós dois nos jogamos na cama, trocamos uns beijos e logo surgiu o assunto dos meus primos, como me olharam, o comentário, etc. Tranquilizei ele, e começamos a nos apalpar.
Eu sabia que com um boquete ele ia esquecer tudo, então começamos a nos tocar. Ele sabia como me tocar, e foi direto no ponto mágico. Soltei a rola dele e comecei a aproveitar, até que chegou um momento em que eu queria que ele metesse tudo. Tirei a mão dele e, quando ia montar em cima, ele pediu pra eu chupar ele.
Não tava com vontade de chupar, eu queria sentir aquela rola na minha buceta, mas, submissa como sempre, falei que sim, só Um pouco, queria que eu metesse, então comecei a chupar bem o tronco dele, subindo e descendo, apalpando um pouco as bolas e brincando de passar perto da buceta, que eu sabia que ele gostava. Fiquei assim uns 5 minutos até ele me mandar fazer do jeito que ele gosta, então coloquei só a cabeça na boca e chupei bem forte enquanto passava a língua na cabecinha do pau, do jeito que sabia que ele curtia. Comecei a sentir o pré-gozo, então na hora falei: "chega, bota em mim".
Ele me mandou levantar, virar de costas, colocou meus dois braços pra trás e começou a me apoiar. Não tem coisa que eu ame mais que isso. Ele me apoiava e apoiava, e eu queria a pica dentro. Falava: "por favor, mete em mim". Ele adorava que eu pedisse, então sempre me esquentava e me fazia implorar.
Ele colocou a cabeça na minha buceta e fazia pressão. "Pela buceta não", eu repetia e repetia, e ele forçava.
Dava pra sentir a cabeça entrando, quando de repente ele fala que não aguenta mais. Senti o gozo escorrendo pela minha buceta, tudo quente.
Não acreditei que ele me deixou tão excitada assim, fiquei puta quando bateram na porta. TOC TOC TOC... minha namorada sai correndo pro banheiro que tinha no quarto, e eu fiquei com a calça no joelho e o cu cheio de gozo. Abriram a porta e era meu primo.
"Primaa, vamo todo mundo pra piscina, vocês querem vir...? ui prima, não sabia que você tava pelada"
"Fecha a porra da porta!!" Gritei.
Na hora ele fechou a porta e foi embora...
Meu namorado saiu do banheiro e falou: "ela te viu pelada?"
"Sim, idiota, e com o cu cheio de gozo. Você é um doente, sempre me deixa com tesão, mais vale que me coma hoje."
"Desculpa, gorda, é que nunca fiz sua buceta, e tava bem quentinho e apertado."
Nós fomos pra piscina, os dois. Eu de biquíni bem fio-dental e um sutiã que tapava os bicos, porque nem peito eu tinha naquela época.
Quando entramos na piscina, tava cheio de parente, tavam fazendo um churrasco pelo casamento e tava tudo lotado. de gente. Todos os caras do lugar ficaram olhando minha bunda, não tiravam os olhos de mim. Todo mundo metendo daikiri, caipirinha, fernet, cerveja. Comemos uns choripanes, e continuamos com música e bebida.
Já tinha anoitecido, mas o calor não passava, todo mundo já tava bem alterado, eu tomei uns daikiris que já estavam batendo por causa da minha baixa tolerância, mas tava de boa, só alegre. Já meu namorado tomou tudo, meus primos ficavam dando bebida pra ele, meu pai também, ele já não aguentava mais, então se jogou numa espreguiçadeira e ficava me olhando de longe com os olhos semicerrados.
Meus primos começaram a zoar na piscina, molhar todo mundo e aquelas merdas típicas.
Então, como não gosto muito de molhar o cabelo, passei na frente deles pedindo pra não me molharem e subi pela escada. Dava pra sentir que eles não tiravam os olhos da minha bunda. Quando consigo sair, vem meu tio que ia casar, que tava muito bêbado, e me empurra e cai na risada. Eu caí e engoli água, então meu primo, que antes tinha me visto pelada, me pega e me ajuda a sair.
Quando ele me ajuda a sair, eu pensei que era sem intenção, mas agora duvido. Ele me pega e eu não via nada por causa do cloro, então ele me leva pra escada, e eu senti a encostada de uma pica mole e como ela foi acordando na minha bunda. Ele me ajuda a sair, sai comigo e me fala: "Prima, cê tá bem?"
"Tô, tô, só engoli um pouco de água"
"Me desculpa por ter entrado no quarto hoje"
"De boa, já foi, você não viu nada"
"Não, não, não vi quase nada..."
Naquela noite, meu namorado dormiu obviamente, mas antes de dormir, bêbado, ele me fala: "Aquele idiota te apoiou, e ainda por cima você gosta, puta, sempre mostra a bunda pra ser apoiada"
"QUE QUE CÊ TÁ FALANDO, DOENTE"
"Sim, sim, você sempre faz a mesma merda, adora sentir uma pica na bunda"
"Cala a boca e dorme, idiota."
No dia seguinte, eu tava puta da vida com ele. Nunca ninguém tinha me tratado assim, e muito menos meu namorado. Chegou o casamento, coloquei um vestido bem curto porque tava Muito calor, sem sutiã, só com pezinhos, e uma tanga bem fininha. No casamento, eu continuava puta com meu namorado, e como sabia que isso incomodava ele, comecei a beber pra caralho. Bebia tudo que me passavam, meu namorado tava com uma cara de bunda.
Bebia e bebia, fazia tudo que irritava ele. "Pode parar de beber um pouco?"
"Não, tô na festa, e você é um idiota, não fala comigo."
"Olha como tão te olhando."
"Deixa olhar, sabe que vou dançar."
Nisso, vejo que formaram uma rodinha e fui. Começamos a dançar todo mundo junto, tinha uma pistola que jogava vodka e eu já tava doida, trouxeram fernet e a mistura me matou. Já tava tudo girando, mas continuei dançando, até que num momento lembro que meu primo chega com dois daiquiris e fala "toma". "Valeu".. respondi, e começamos a dançar. Entre uma dança e outra, sentia a mão dele descendo pela minha cintura, cada vez mais perto da minha bunda, e a cada movimento ele aproveitava pra esfregar o pau no meu corpo. Lembro do olhar do meu namorado da mesa, cheio de raiva, até que num momento meu primo me vira e rebola comigo, fazendo eu sentir todo aquele pau entre minhas nádegas. Lembro que a gente caiu de tanto que rebolamos baixo. Nessa hora, meu namorado saiu pra fora pra tomar ar, super puto.
Meu primo me levanta e traz algo pra beber. Depois disso, lembro de estar no banheiro do salão, inclinada pra frente, vomitando, enquanto alguém segurava meu cabelo, e percebo que com uma mão me segurava pelo peito. Eu tava em pé, então ele tava atrás de mim, me apoiando toda.
"Vomita tranquila, ninguém vai saber."
Eu não aguentava mais, já não saía quase nada de vômito.
"Fica de boa, priminha, consegue falar?"
Eu não conseguia formular uma palavra, só balbuciava.
"Que bunda gostosa você tem, posso provar?"
Balancei de novo, não tinha quase forças. Me apoiei como pude no vaso, já de joelhos, e sentia ele passando a língua por toda a minha buceta, subindo até minha bunda, sentia como De repente a língua dela só focava em chupar minha bunda, eu ouvia o barulho da saliva e como ela chupava e dava beijinhos.
"Prima, o que rola aqui fica aqui, né?"
Eu tava deitada imóvel, começo a sentir um dedo na minha buceta que tirava e enfiava na minha raba, diferente da outra vez, dessa vez entrava como se fosse nada, sem resistência, não sei se minha bunda tinha ficado dilatada da situação anterior ou o quê.
Ela enfiou dois dedos agora, tirava da bunda e colocava na minha boca, até que num momento sinto uma coisa enorme entrando no meu cu mas não doía, não sei se era o álcool ou o que tava rolando.
"Que cuzão gostoso que você tem, meu deus, tinha esquecido como são esses cuzinhos nessa idade."
A partir daí ela começou a me detonar de um jeito que me sacudia pra caralho, sentia plaf plaf plaf na minha raba, os ovos batendo na minha buceta, tava super tonta mas com muito tesão.
"Ô prima, vou encher sua raba de porra igual seu namoradinho deixa."
Lembro da sensação quando ela tirou a pica, minha bunda tava super aberta, do jeito que dava olho pra trás e vejo que a porta do banheiro tava entreaberta e meu namorado tava lá.
Ele entrou no banheiro e me levou pra casa, quando chegamos e deitamos, ele pediu desculpas.
Eu não conseguia nem falar, virei de lado e queria dormir, mas meu namorado ficava falando comigo e num momento sinto alguém chupando minha bunda, era meu namorado que falava e dizia "amo que vocês sejam tão putinhas".
No dia seguinte tava doendo tudo, e a gente voltou pra nossa casa, meu primo nunca se despediu e meu namorado não tocou no assunto.
Um conto curtinho de uma experiência de muitos anos atrás, espero que gostem, deem pontos, leio sempre quando vocês escrevem ♥
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