Cierre en MDQ final

Obviamente esperei ansioso pela volta dela, junto com o Gusti, chegaram tipo 19:30, a magrinha tava muito cansada, então não quis encher o saco dela de cara com o que tinha rolado. Ela desceu do carro e me deu um beijo de língua lindo e longo, ele falou de dentro do carro: "que sorte você tem de ter uma mulher tão gostosa…….e puta." "Valeu, galera", e arrancou. Ela foi tomar banho, e aproveitei pra preparar uma tábua de frios com algo pra beber pra gente conversar de boa, os meninos tinham saído então a casa era só nossa. Ela desceu com um roupão e eu adivinhava ela pelada por baixo, foi assim que depois que ela sentou no balcão da cozinha e o roupão abriu, pude ver a buceta depilada dela que dava tanto prazer pra várias picas hoje em dia. A gente tomou algo de boa enquanto conversava sobre a semana de trabalho, o que ela tinha feito com o Gusti nesse sentido, que tinham conhecido uns lugares onde se comia muito bem e tal, até que ela notou que por baixo do short eu já tava de pau duro. Ela se aproximou, tirou ele pelo lado e deu um beijinho muito fofo na cabeça, falou com ele: "que foi, sentiu minha falta, pica preferida? eu também senti sua falta, e minha buceta nem te conto", deu uma chupada forte e guardou de volta na minha calça, a filha da puta era uma deusa na arte de me deixar louco, então ela falou: "você não ficou bravo porque demorei um pouco, né?" Claro que não, meu amor, sabia que você ia trazer algo lindo se isso acontecesse, respondi dando um selinho…… aí pude ver que na perna dela tinha algo líquido escorrendo, passei o dedo e senti o cheiro daquele líquido, na hora soube que era sêmen. Ela me olhou com uma careta safada e falou: "ainda tô escorrendo gozo, não sei como tirar isso de dentro de mim, me ajuda?Final em Mar del PlataEle me disse: "Vou te contando um pouco o que rolou. O jantar foi por causa do trampo, num hotel. Já tinha conversado com o Gusti durante a semana sobre o que a gente tinha falado, que eu já tava ficando meio de saco cheio de transar sempre com ele, então íamos dar um tempo nos encontros até a gente voltar. No jantar, a gente tinha bebido bastante vinho, então tava meio doidão os dois. Num momento, ele falou que ia no banheiro, eu levantei também com a mesma intenção e fui com ele pra lá. Quando chegamos no corredor, antes de entrar, ele me encostou na parede e me beijou do jeito que sabia que eu gostava, me deixando toda molhada, e falou: 'Você chupa minha pica no banheiro, sua puta?'... Não consegui resistir, pra ser sincera, porque fazia dois dias que eu não tocava naquela pica enorme e pensei que ia ser a última por um tempo. Então entrei com ele no banheiro fechado, sentei no vaso e tirei a pica dele. Ele deixou eu dar umas lambidas e, quando coloquei na boca, ele tirou, me puxou pelo cabelo, me beijou de novo e disse: 'Tenho uma surpresa final pra gente antes de ir embora de MDQ. Avise seu marido que a gente vai se atrasar.esposaEla me deu a chave do quarto do hotel e falou: "vai pra esse quarto, tira toda a roupa e me espera na cama de olhos vendados." Subi devagar, achando que não tinha ninguém, então tomei um banho pra ficar mais desperta e me deitei pelada na cama de casal. Coloquei uma toalha de mão nos olhos, tipo brincando de cabra-cega, e ouvi a porta abrindo, então fiquei bem quietinha. Escutei passos e depois senti uma presença na beira da cama. Algo viscoso foi derramado nos meus peitos e barriga, e duas mãos começaram a passar essa espécie de loção no meu corpo. Nessa altura, meu tesão era proporcional às massagens. Tentei esticar uma mão pra pegar na pica dele, mas ele me fez sinal pra ficar quieta e disse: "agora vem a massagem." Essas duas mãos se transformaram em seis. Quando tentei tirar a venda, a mesma mão não deixou, mas eu já sabia que eram três pessoas contra meu corpinho. Duas mãos massageavam meus trapézios, duas massageavam meus peitos e outras duas as pernas. Essas últimas foram subindo devagar, e quando chegaram na região do púbis, tentavam não tocar minha buceta diretamente, o que me fazia pirar. As duas que massageavam meus peitos intercalavam uns beliscões suaves nos bicos dos peitos. Um fio de baba começou a escorrer pela minha boca, ávida pra chupar uma pica. Minha buceta ferveu, então falei baixinho: "pica..." As duas mãos que massageavam meus trapézios se soltaram, e senti a cabeça de uma pica tocar meus lábios. Então, introduzi ela devagar na minha boca e comecei a chupar. Cada beliscão no bico do peito e cada toque na minha buceta faziam eu chupar mais forte. Os beliscões nos bicos dos peitos tinham virado uma boca que chupava e apertava eles, e quem tava tocando meus lábios vaginais tinha enfiado um dedo na minha buceta e chupava meu clitóris. Pensei que ia morrer de tanto prazer que tava sentindo, enquanto continuava chupando aquela pica que eu tinha certeza que era do Gusti, que agora tava comendo minha boca, enfiando fundo. engolindo a cabeça da pica dele e fazendo ela sair, eu já tava de pernas abertas esperando alguma rola que aliviasse minha buceta ardendo, percebi que ele tinha feito algum sinal, porque os dois que estavam me massageando se afastaram. Precisava urgente de uma rola que me enchesse, mas ele continuou comendo minha boca, até que ouvi ele dizer: "toma aqui meu leite, putinha". Senti dois jatos grossos na minha garganta que quase me fizeram engasgar, e engoli como pude.

Ele mandou: "agora tira a venda". O que vi me encantou: eram dois caras mulatos, uns 30 anos, os dois sentados na beira da cama se punhetando. Duas picas lindas mostravam a surra que eu ia tomar naquela noite. Me aproximei e me ajoelhei como uma puta possessa entre eles, e comecei a chupar a rola e as bolas, enquanto ele chegou por trás e enterrou a pica de uma vez até as bolas. Levantei a raba em sinal de aceitação daquela pica, ele me segurou pela cintura e começou a furar minha pussy. Acho que nessa altura ele já tava mais tarado que eu, então não demorou muito pra encher minha pussy de cum, gritando: "toma, vadia!NegrosOlho pros caras e falei: "Deixei ela lubrificada pra vocês comerem bem, ela adora pica." Um deles me olhou como se fosse me matar, os dois se levantaram e me ergueram no colo até a cama, me deitaram lá e fui o brinquedo sexual deles por horas. A última coisa que lembro foi dos dois me fazendo uma dupla penetração e o Gusti na minha frente perguntando: "Você é minha putinha?" Eu concordei com a cabeça, já que tinha a pica dele na boca de novo... Ele falou pros caras: "Banhem minha putinha de porra", e os dois gozaram nas minhas costas e na minha bunda. Fiquei exausta na cama, os caras foram embora e quando o Gusti voltou de fechar a porta, me deu um beijo e perguntou: "Te dou mais uma foda na sua pussy ou cansou, Ale?" Colocou minhas pernas no ombro e me montou de novo, eu já quase não sentia o pau dele de tão dilatada que minha pussy tava, e ele me encheu de porra de novo. Me beijou e disse: "Que putinha linda que você é...enfiestada

esposa gostosa

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