Cap 8 - El comienzo de mis servicios

> Desculpem muito pela demora, saí de viagem com minha dona e a verdade é que estive bem ocupada, se é que vocês me entendem ¬3¬ hehe, bom, espero que não tenham esquecido como ela é, se quiserem ir direto ao que interessa, procurem os
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.


, Beijo e leitura gostosa!!!
 
Já tinham se passado uns meses desde que me "formei" como mascote, e sinceramente nunca imaginei que as coisas mudariam tanto desde aquele dia. E não me interpretem mal, tudo mudou pra melhor — meu relacionamento com minha dona ficou ainda mais forte, e chegamos num ponto em que até o pessoal achava que a gente era "namorada", coisa que não nos incomodava, e a gente até "brincava" com isso de vez em quando. Vale lembrar que isso acontece numa época em que namoro entre duas pessoas do mesmo sexo não era tão comum. Até já era bem aceito, mas expressar isso tão abertamente e com tão pouca idade não era tanto, mas a gente não tava nem aí.
Meu dia a dia no Ensino Médio tinha virado uma caixa de surpresas, não usar calcinha já era a coisa mais normal do mundo, mesmo quando a gente fazia educação física eu só usava um short que, de tão folgado, às vezes mostrava tudo se você soubesse achar o ângulo certo. Minha Senhora brincava com o controle do vibrador, o que transformava meu dia a dia numa roleta-russa emocionante e excitante. A mistura de sentimentos que eu sentia, como "medo", "ansiedade", "impotência", etc., tudo isso somado a não saber quando e onde ela ia ligar aquilo, me fazia explodir de tesão. Só de pensar que eu poderia ser descoberta, me excitava ainda mais.

- Assim passamos a maior parte do curso. Nas férias de inverno, duas das nossas professoras tiveram que se ausentar por um longo período: uma por licença-maternidade e a outra por uma cirurgia. Isso nos deixava com duas horas livres quase todos os dias da semana entre as matérias. Foi aí que minha mãe teve uma ideia brilhante — e essa ideia não era nada mais, nada menos do que "me usar" para ganhar uma grana.
- Tá mais que claro que ela me consultou antes de fazer qualquer coisa relacionada ao assunto, mas eu, sabendo de tudo que "devia" moralmente pra ela, não conseguia recusar. Me sentia quase que "obrigada" a dizer sim, mas num bom sentido. Passamos boa parte da primeira semana pensando em como conseguir clientes sem revelar diretamente quem eu era.
A solução no final foi simples: se lembram, já tinha um par de jovens, primos da minha patroa, que sabiam do nosso segredo. Eles mesmos iam espalhando o boato entre os colegas. Se recomeçava? Bom, dependia dos lucros, e eles iam ganhando uma porcentagem até terem livre acesso ao meu corpo, o que era um baita incentivo pra eles.
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O lugar dos encontros ia ser o Banheiro dos Meninos no corredor do fundo, já que nessa área geralmente não passava ninguém, porque aquelas salas eram usadas pra exposições e laboratórios, que não eram usados no turno da manhã, já que era pros anos mais avançados. Além disso, a gente ia usar uma máscara, caso alguém resolvesse espiar pelo buraco, e eu tinha que disfarçar minha voz. Por sorte, eu sabia fazer vários tipos diferentes de vozes, uma habilidade que quase ninguém conhecia em mim.
<3 O esquema de serviço? Fácil, um Glory Hole, feito entre as divisórias de dois banheiros usando os dispensadores de papel pra tampar e evitar que descobrissem o que rolava ali, além de usar um código que a gente usava pra indicar que quem entrava era um cliente e não um usuário do banheiro comum. O código era: "Que bom um pouco de porra", e a resposta: "Pro meu café".
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Na primeira manhã de "serviço", entre as horas de aula, me escorreguei disfarçadamente até aquele banheiro onde já tinha ordens da minha dona de entrar no último gabinete, fechar a porta, esperar e ficar em silêncio.
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Não demora muito até que alguém chega no banheiro, eu tava nervosa e bem "assustada" porque era a primeira vez que ia fazer um boquete de verdade, só tinha umas noções básicas de como fazer e tudo era através de vídeos e relatos que minha dona me contava, além de praticar com um dildo que ela colocava no Strap.
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O cara falou a senha, e eu, meio nervosa, respondi gaguejando. Dava pra ouvir um leve som de surpresa, como se ele não acreditasse que eu realmente estava ali. Depois disso, ouvi uns passos leves e a porta do banheiro foi aberta rápido. Fiquei meio assustada, achei que estava ferrada, mas não passou nem um minuto até que uma mensagem da minha Senhora me avisou que meu primeiro cliente estava chegando. Ela pedia desculpas por mandar alguém sem me avisar, porque esse cara não acreditava que aquilo fosse real.



Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Não passo muito tempo, na verdade, desde que respondi a mensagem até ouvir a porta do banheiro bater com força e a mesma voz repetindo a senha. Respondi de novo meio hesitante, a tampa se abriu e, quase sem trocar palavra, ouvi o zíper de uma calça se abrir enquanto um enorme pau jovem aparecia por aquele buraco.


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Titubeei um pouco, era a primeira vez que enfrentava isso de verdade, apesar de já ter visto as picas dos primos da minha Ama e até eles terem gozado em mim, era a primeira vez que tinha que chupar uma de verdade, e esperava que meu treino com a minha Ama desse resultado. Devagarzinho, me aproximei, começando a lamber a base daquele pau, tinha um gosto suave, tipo quando você lambe a própria mão ou algo assim. Só quando cheguei na cabeça que senti um gosto meio salgado.


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Naquele momento, pude sentir o jovem hesitar um pouco, ele realmente gostava do que estava fazendo, então continuei. Devagar, subi e me ajustei um pouco, começando a colocar aquele membro na minha boca, usando meus lábios como almofadas para evitar que roçasse nos meus dentes, assim como minha língua, que usava para lamber a cabeça enquanto entrava e saía da minha boca.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
O jovem não me dizia nada, não sabia se era por medo ou por ordem da minha ama, mas dava pra ver que ele estava agitado. E, pra ser sincera, eu também estava ficando excitada, então comecei a me masturbar devagar com a mão esquerda. A excitação que eu sentia me fazia ser um pouco mais frenética nos meus boquetes, chegando cada vez mais fundo, quase batendo na minha garganta. Embora tivesse praticado, mal conseguia fazer isso com o dildo que minha Ama usava pra me treinar, mas esse pau era um pouco menor, então tentei.


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Consegui muito mais fácil do que com o dildo, e naquele mesmo momento senti uma grande descarga de porra na minha boca, sendo solta em grandes quantidades enquanto ouvia um leve gemido do outro lado. Quase engasguei, pra ser sincero, e por pouco não mordi o pau por causa disso, mas consegui me controlar e só fui engolindo e engolindo enquanto tirava a vara da minha boca, deixando um pouco de porra pra trás. Quando tirei, tossi um pouco e simplesmente "agradeci" pela comida, sem receber resposta, e só ouvi a porta do banheiro.

Depois de um tempo, recebi a mensagem da minha dona me parabenizando pelo primeiro cliente, e me mandando limpar tudo e vazar, que o expediente tinha acabado por hoje, e que eu me preparasse, porque a partir de amanhã os clientes iam aumentar por causa desse serviço que eu tinha feito.




- Bom, peço desculpas de novo pela demora, mas sinceramente, como eu disse, estava numa viagem bem longa com minha Dona e, sinceramente, teve umas coisas que precisei ajustar. E peço desculpas pelo texto curto, mas esse aqui já estava quase pronto. E é isso, gosto de contar as coisas na ordem cronológica. Daqui pra frente tem várias coisas pra contar, mas não quero ser repetitiva. Porque, mesmo sendo uma grande raposa, meu dia a dia acaba virando um copia e cola. Olha, não me entenda mal, eu adoro isso, mas não é a mesma coisa viver fisicamente o que a gente narra toda hora, sentindo as sensações na pele, do que ler o mesmo texto com pequenas variações. Por isso, vou pular entre fatos chave ou experiências relativamente interessantes ao longo da minha história. Então, a gente se vê no próximo relato!!! Bye bye!

2 comentários - Cap 8 - El comienzo de mis servicios

UMBRAMX +1
Extrañaba tus relatos, gracias por volver