Porque elas se esforçaram e eu devo honrar minhas palavras, vou contar o que conversei com Bian no dia seguinte, quando ficamos de ressaca no domingo, trocando histórias de amigas íntimas...
Os caras já tinham ido embora há algumas horas e eu recuperei a compostura jogada na minha cama, entre restos de porra do Lu, jurando que naquele domingo lavaria os lençóis de qualquer jeito.
Fiquei meio incomodada e decidi me mudar para a cama da Bian. Eram umas cinco e meia, mais ou menos, ainda não tinha clareado direito, o álcool ainda corria nas minhas veias e fui buscar consolo na casa da minha amiga por causa dos meus problemas para dormir naquela cama cheia de evidência do que rolou.
A madrugada estava fria, então, no escuro, peguei uma camiseta larga que estava por ali e usei como proteção para atravessar aquele corredor curto que nos separava.
Entrei e ela estava dormindo, sinceramente não dava pra ver quase nada, e fui tateando para me ajeitar. Meus movimentos atrapalhados fizeram ela acordar, e enquanto eu me deitava, ela me agarrou como um ursinho de pelúcia, ficando atrás de mim na posição de conchinha.
"O que foi, gostosa?" Ela disse, meio sonolenta.
"Não conseguia dormir na minha cama, tava um nojo kkkk", respondi, num sincericídio.
"Então você não veio pra cama certa, mas eu troquei os lençóis, não sou porca que nem você."
As duas começamos a rir, e eu dei uma rebolada pra trás com a bunda por ela me criticar. Isso fez ela rir mais. Ela me deu um beijinho carinhoso no pescoço e começamos a ficar acordadas juntas, trocando perguntas sobre a noite.
Bian: "Adoro como o Fede me fode, ele é muito animal."
Foi a primeira confissão dela e o pontapé para eu perguntar como foi a noite para ela.
Bian: "Foi incrível, cheia de putaria o tempo todo. Ainda mais com toda a história de sair de quatro. Eu gostava que, quando estávamos no bar todo mundo bebendo, ele disfarçadamente acariciava minhas pernas por baixo da mesa e ia subindo aos poucos para me deixar tensa."
Nunca tinha reparado nisso. Talvez, Lu, mas ela também não me contou. A puta da minha amiga na nossa frente deixava se apalpar.
Bian: "na verdade, nunca passou da borda da minha calcinha fio dental até a garçonete vir perguntar sobre a última rodada. Aí o filho da puta, na frente da mina que por sorte não nos viu, apertou minha calcinha fio dental fazendo eu sentir os dedos por cima do tecido. Eu, pra piorar, tava toda molhada."
Ela me contava a história e eu me sentia parte. Ela tava com as mãos me envolvendo e a boca no meu ouvido, sussurrando cada detalhe que tô contando.
Bian: "por sorte você falou pra gente ir embora, eu tava totalmente fora de mim naquele momento. Na real, no carro ele continuou me apalpando, pra piorar você fez aquela piada de que era o carro de Lu, sei lá o quê, e eu tava vermelha de tesão do jeito que esse filho da puta me deixou."
"Quando chegamos em casa, eu precisava que a gente fosse urgente pro quarto, por isso que eu levei ele, era isso ou chupar a rola dele ali na frente de vocês, hahaha."
Achei graça do comentário dela, mas também senti um certo interesse. "Não teria sido ruim o show", falei num tom picante.
Ela ignorou e continuou narrando enquanto eu sentia o hálito no meu pescoço e uma das mãos dela acariciando minha barriga devagar.
Bian: "fechei a porta do quarto e tava desesperada, me ajoelhei na frente dele e fui desabotoando a calça dele até puxar e me reencontrar com aquela rola grossa completamente dura na minha cara. Ele se apoiou na porta e eu comecei a lamber a rola dele como se fosse um sorvete. Me dediquei a dar várias lambidas de cima pra baixo e nas laterais pra cobrir a grossura."
A história começou a ficar muito pesada, dava pra perceber pela respiração dela, ela ficava com tesão me contando e eu, com a mão dela percorrendo minha anatomia, via impossível não estar molhadinha.
Bian: "me dava tesão quando eu passava a língua na rola dele, das bolas até a ponta, a rola dele tampava minha carinha e de tão grossa que era, dificultava eu ver ele. Eu sentia os gemidos dele, mas Nada mais. O Fede começou a retomar o controle em um momento, começou a dar uns tapinhas na minha bochecha com o pau dele e enfiou os dedos na minha boca enquanto se masturbava do lado do meu rosto, era um porco."
Dava pra ver que minha amiga falou "porco" de um jeito positivo, ela adorou aquele tratamento. Na verdade, ao ouvir aquilo, senti muita inveja dela. O Lu era mais tranquilo, menos dominador. Levei a mão até minha virilha e comecei a brincar suavemente com minha buceta. Não conseguia me segurar depois de uma experiência dessas que minha amiga tava compartilhando.
Bian: "aí começou a parte boa, ele me levou pra cama e me deitou, cruzou uma das pernas dele do lado do meu rosto e apoiou a outra. Aquele pedaço de carne dele pendurado na minha frente e eu abri os lábios entendendo o que vinha. Ele começou a foder minha boca com o pau dele igual um animal. Minha mandíbula doía de tanto deixar entrar a grossura do pau dele. Entrava e saía sem piedade, ignorando meus engasgos e gemidos. Meus olhos estavam cheios de lágrimas e no canto dos meus lábios escorria um monte de saliva que tentava lubrificar aquele momento."
Nesse ponto, eu já tava enfiando uns dedinhos enquanto ouvia a voz dela calma, mas entrecortada. Eu assumia, porque ela ainda tinha uma mão livre, que ela devia estar fazendo o mesmo enquanto contava a história. A mão que explorava por baixo da minha regata, a Bian fez brincar com meus peitos, adicionando mais estímulos a uma situação que já não aguentava mais um.
Bian: "por sorte, em um momento ele tirou e eu consegui falar umas palavras: 'me fode, por favor', mas como você sabe, ele revirou os bolsos e não tinha camisinha, o filho da puta. Aí decidi sair, vesti a camisa dele do jeito que dava pra me cobrir e bati na porta do seu quarto. Mal conseguia falar de tanta dor na mandíbula que ele me deixou."
"Foi uma surpresa danada quando saí no corredor e vi que você tava pelada no sofá e o Lu chupando sua buceta. Juro que quase esqueci do Fede e fui com você."
Eu: "lembro da sua cara hahaha"
Bian: "e eu da cara do Lu, que inveja de como tava tudo. ensopada de tanto chupar sua buceta
Ela me virou como quem tem uma visão.
Não disse uma palavra e desceu pras minhas pernas, beijando e acariciando junto do meu quadril.
Não perdeu muito tempo porque não precisava mais de preliminares, foi direto no que queria. Comer minha buceta, voltar no tempo fez ela lembrar daquele momento e o quanto queria estar naquela posição.
A língua dela já era expert no assunto. Percorreu cada centímetro com uma maestria incrível. Minhas pernas se contorciam de prazer enquanto o sol aparecia fraquinho pela janela e me deixava ver Bianca focada na tarefa dela enquanto a rabuda dela decorava uma imagem impecável.
Estendi minha mão e enfiei os dedos nela, tava tão molhada quanto eu. Masturbei ela enquanto entre gemidos ela continuava chupando minha buceta. Nada ia parar ela.
Senti que isso ainda tava injusto, não sei se pra mim ou pra ela, mas decidi trazer igualdade praquela cama.
Com as duas mãos agarrei a bunda dela, puxei ela pra mim e sentei na minha cara. Ficamos num 69 que por poucas horas, só o sol da manhã foi testemunha. Que cena que nossos convidados perderam.
Os fluidos dela caíam em mim, enquanto minha língua aumentava a intensidade pra acompanhar o ritmo da Bian.
Não tinha mais histórias, não precisava usar a imaginação. Estávamos nós duas em "silêncio" se não contar os gemidos diferentes que foram enchendo aquele quarto.
Quem gozou primeiro fui eu. Quis gritar mas a buceta da minha amiga tava incrível e também não me deixou parar com minha tarefa. Ela fez pressão pra eu chupar com ainda mais intensidade e foi o que eu fiz.
Ela ficou sentada completamente na minha cara, quando levantou começou a se tocar um pouquinho enquanto acompanhava minha língua dentro dela.
Posso garantir que fui a inveja de qualquer um que já conheceu a Bianca. Não importava se você gostava de homem ou mulher, qualquer pessoa sã fantasiaria em ter a bunda dela na cara dela um dia. na vida. Era exatamente isso que tava rolando.
Bian começou com uns espasmos que foram os prenúncios de um gemido abafado que escapou. Senti o gozo dela escorrendo pela minha garganta, passando pela minha língua. Foi uma sensação linda que eu nunca tinha vivido antes.
Caímos exaustas. Sinceramente, nem sei como a noite dela terminou, a gente nunca mais tocou no assunto e também não tava nem aí. Eu tinha certeza de que tinha ficado com a melhor parte.
Os caras já tinham ido embora há algumas horas e eu recuperei a compostura jogada na minha cama, entre restos de porra do Lu, jurando que naquele domingo lavaria os lençóis de qualquer jeito.
Fiquei meio incomodada e decidi me mudar para a cama da Bian. Eram umas cinco e meia, mais ou menos, ainda não tinha clareado direito, o álcool ainda corria nas minhas veias e fui buscar consolo na casa da minha amiga por causa dos meus problemas para dormir naquela cama cheia de evidência do que rolou.
A madrugada estava fria, então, no escuro, peguei uma camiseta larga que estava por ali e usei como proteção para atravessar aquele corredor curto que nos separava.
Entrei e ela estava dormindo, sinceramente não dava pra ver quase nada, e fui tateando para me ajeitar. Meus movimentos atrapalhados fizeram ela acordar, e enquanto eu me deitava, ela me agarrou como um ursinho de pelúcia, ficando atrás de mim na posição de conchinha.
"O que foi, gostosa?" Ela disse, meio sonolenta.
"Não conseguia dormir na minha cama, tava um nojo kkkk", respondi, num sincericídio.
"Então você não veio pra cama certa, mas eu troquei os lençóis, não sou porca que nem você."
As duas começamos a rir, e eu dei uma rebolada pra trás com a bunda por ela me criticar. Isso fez ela rir mais. Ela me deu um beijinho carinhoso no pescoço e começamos a ficar acordadas juntas, trocando perguntas sobre a noite.
Bian: "Adoro como o Fede me fode, ele é muito animal."
Foi a primeira confissão dela e o pontapé para eu perguntar como foi a noite para ela.
Bian: "Foi incrível, cheia de putaria o tempo todo. Ainda mais com toda a história de sair de quatro. Eu gostava que, quando estávamos no bar todo mundo bebendo, ele disfarçadamente acariciava minhas pernas por baixo da mesa e ia subindo aos poucos para me deixar tensa."
Nunca tinha reparado nisso. Talvez, Lu, mas ela também não me contou. A puta da minha amiga na nossa frente deixava se apalpar.
Bian: "na verdade, nunca passou da borda da minha calcinha fio dental até a garçonete vir perguntar sobre a última rodada. Aí o filho da puta, na frente da mina que por sorte não nos viu, apertou minha calcinha fio dental fazendo eu sentir os dedos por cima do tecido. Eu, pra piorar, tava toda molhada."
Ela me contava a história e eu me sentia parte. Ela tava com as mãos me envolvendo e a boca no meu ouvido, sussurrando cada detalhe que tô contando.
Bian: "por sorte você falou pra gente ir embora, eu tava totalmente fora de mim naquele momento. Na real, no carro ele continuou me apalpando, pra piorar você fez aquela piada de que era o carro de Lu, sei lá o quê, e eu tava vermelha de tesão do jeito que esse filho da puta me deixou."
"Quando chegamos em casa, eu precisava que a gente fosse urgente pro quarto, por isso que eu levei ele, era isso ou chupar a rola dele ali na frente de vocês, hahaha."
Achei graça do comentário dela, mas também senti um certo interesse. "Não teria sido ruim o show", falei num tom picante.
Ela ignorou e continuou narrando enquanto eu sentia o hálito no meu pescoço e uma das mãos dela acariciando minha barriga devagar.
Bian: "fechei a porta do quarto e tava desesperada, me ajoelhei na frente dele e fui desabotoando a calça dele até puxar e me reencontrar com aquela rola grossa completamente dura na minha cara. Ele se apoiou na porta e eu comecei a lamber a rola dele como se fosse um sorvete. Me dediquei a dar várias lambidas de cima pra baixo e nas laterais pra cobrir a grossura."
A história começou a ficar muito pesada, dava pra perceber pela respiração dela, ela ficava com tesão me contando e eu, com a mão dela percorrendo minha anatomia, via impossível não estar molhadinha.
Bian: "me dava tesão quando eu passava a língua na rola dele, das bolas até a ponta, a rola dele tampava minha carinha e de tão grossa que era, dificultava eu ver ele. Eu sentia os gemidos dele, mas Nada mais. O Fede começou a retomar o controle em um momento, começou a dar uns tapinhas na minha bochecha com o pau dele e enfiou os dedos na minha boca enquanto se masturbava do lado do meu rosto, era um porco."
Dava pra ver que minha amiga falou "porco" de um jeito positivo, ela adorou aquele tratamento. Na verdade, ao ouvir aquilo, senti muita inveja dela. O Lu era mais tranquilo, menos dominador. Levei a mão até minha virilha e comecei a brincar suavemente com minha buceta. Não conseguia me segurar depois de uma experiência dessas que minha amiga tava compartilhando.
Bian: "aí começou a parte boa, ele me levou pra cama e me deitou, cruzou uma das pernas dele do lado do meu rosto e apoiou a outra. Aquele pedaço de carne dele pendurado na minha frente e eu abri os lábios entendendo o que vinha. Ele começou a foder minha boca com o pau dele igual um animal. Minha mandíbula doía de tanto deixar entrar a grossura do pau dele. Entrava e saía sem piedade, ignorando meus engasgos e gemidos. Meus olhos estavam cheios de lágrimas e no canto dos meus lábios escorria um monte de saliva que tentava lubrificar aquele momento."
Nesse ponto, eu já tava enfiando uns dedinhos enquanto ouvia a voz dela calma, mas entrecortada. Eu assumia, porque ela ainda tinha uma mão livre, que ela devia estar fazendo o mesmo enquanto contava a história. A mão que explorava por baixo da minha regata, a Bian fez brincar com meus peitos, adicionando mais estímulos a uma situação que já não aguentava mais um.
Bian: "por sorte, em um momento ele tirou e eu consegui falar umas palavras: 'me fode, por favor', mas como você sabe, ele revirou os bolsos e não tinha camisinha, o filho da puta. Aí decidi sair, vesti a camisa dele do jeito que dava pra me cobrir e bati na porta do seu quarto. Mal conseguia falar de tanta dor na mandíbula que ele me deixou."
"Foi uma surpresa danada quando saí no corredor e vi que você tava pelada no sofá e o Lu chupando sua buceta. Juro que quase esqueci do Fede e fui com você."
Eu: "lembro da sua cara hahaha"
Bian: "e eu da cara do Lu, que inveja de como tava tudo. ensopada de tanto chupar sua buceta
Ela me virou como quem tem uma visão.
Não disse uma palavra e desceu pras minhas pernas, beijando e acariciando junto do meu quadril.
Não perdeu muito tempo porque não precisava mais de preliminares, foi direto no que queria. Comer minha buceta, voltar no tempo fez ela lembrar daquele momento e o quanto queria estar naquela posição.
A língua dela já era expert no assunto. Percorreu cada centímetro com uma maestria incrível. Minhas pernas se contorciam de prazer enquanto o sol aparecia fraquinho pela janela e me deixava ver Bianca focada na tarefa dela enquanto a rabuda dela decorava uma imagem impecável.
Estendi minha mão e enfiei os dedos nela, tava tão molhada quanto eu. Masturbei ela enquanto entre gemidos ela continuava chupando minha buceta. Nada ia parar ela.
Senti que isso ainda tava injusto, não sei se pra mim ou pra ela, mas decidi trazer igualdade praquela cama.
Com as duas mãos agarrei a bunda dela, puxei ela pra mim e sentei na minha cara. Ficamos num 69 que por poucas horas, só o sol da manhã foi testemunha. Que cena que nossos convidados perderam.
Os fluidos dela caíam em mim, enquanto minha língua aumentava a intensidade pra acompanhar o ritmo da Bian.
Não tinha mais histórias, não precisava usar a imaginação. Estávamos nós duas em "silêncio" se não contar os gemidos diferentes que foram enchendo aquele quarto.
Quem gozou primeiro fui eu. Quis gritar mas a buceta da minha amiga tava incrível e também não me deixou parar com minha tarefa. Ela fez pressão pra eu chupar com ainda mais intensidade e foi o que eu fiz.
Ela ficou sentada completamente na minha cara, quando levantou começou a se tocar um pouquinho enquanto acompanhava minha língua dentro dela.
Posso garantir que fui a inveja de qualquer um que já conheceu a Bianca. Não importava se você gostava de homem ou mulher, qualquer pessoa sã fantasiaria em ter a bunda dela na cara dela um dia. na vida. Era exatamente isso que tava rolando.
Bian começou com uns espasmos que foram os prenúncios de um gemido abafado que escapou. Senti o gozo dela escorrendo pela minha garganta, passando pela minha língua. Foi uma sensação linda que eu nunca tinha vivido antes.
Caímos exaustas. Sinceramente, nem sei como a noite dela terminou, a gente nunca mais tocou no assunto e também não tava nem aí. Eu tinha certeza de que tinha ficado com a melhor parte.
9 comentários - Una chica sencilla (30)
Sobre tu pregunta... No era la primera pero si la cantidad 🤭