De marcha con mi cuñada.

Eram meia-noite e já tínhamos tomado mais de cinco cubas-libres. Meio bêbados, minha cunhada me chama pra dançar. Eu mantinha distância e minha cunhada fala:
— Chega pra cá que eu não mordo.

E minha cunhada gruda em mim, apertando os peitos dela no meu peito e meu pau encostado na buceta dela. Como eu tava de calça justa, dava pra sentir a buceta dela. Dançamos assim colados por mais de cinco músicas e, quando fomos embora, estourou uma tempestade.

— Cunhado, vem dormir comigo que eu tenho medo da tempestade.

Então fomos pra casa dela. Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Sem cerimônia, tirou a blusa e os peitos dela, sem sutiã, ficaram na minha cara. Depois, baixou a calça e ficou só de uma tanguinha linda.

— Se importa se a gente dormir pelados? No verão, eu gosto de dormir assim.

Ela tirou a tanguinha e eu vi a buceta dela depilada. Eu me despi e decidi não esconder meu pau duro. Deitamos na cama e minha cunhada pediu pra eu fazer colherinha. Encostei meu pau na bunda dela. Fiquei assim por mais de cinco minutos até que ela se virou e me abraçou, colando os peitos dela no meu peito e a buceta dela no meu pau. Ela baixou a mão, pegou no meu pau e continua...

2 comentários - De marcha con mi cuñada.

Me cagan estos relatos yo te contaré uno.
Conocí a una chica buenísima le dije hola y luego me ma cogí......