Faz um tempo que não consigo parar de pensar na pastora. Ela tem 56 anos, mas o corpo dela é de matar. É alta e tem umas curvas que me deixam louco. É curvilínea, sem rodeios. O quadril dela é largo, a cintura bem marcada, e o peito é grande e firme, dá pra ver através dessas malditas saias que ela usa.
Mas o que realmente me mata é a bunda dela. Mesmo com esses vestidos, aquela raba é tão grande que não tem como disfarçar. Tô morrendo de vontade de meter nela sem parar, imaginando como seria ter ela de quatro e batendo naquela bunda enorme. A ideia de estar enfiando nela, sentindo aquele rabo mexer e se ajustar, me deixa louco. Me vejo dando tapas na bunda dela enquanto como ela, e esse pensamento só aumenta mais minha vontade.
Toda vez que vejo ela se mexer, aquela bunda balança de um jeito que me faz pensar em como seria incrível meter nela sem parar, aproveitando cada estocada e cada movimento. Mesmo sabendo que é loucura, que ela é a pastora e tudo mais, a vontade que sinto por ela é tão forte que não consigo pensar em mais nada. A fantasia de ficar com ela, batendo naquela buceta enorme, me consome por completo.
Faz um tempo que eu tô respondendo os stories do Instagram da pastora, tentando me aproximar dela. Ela sempre foi muito educada nas respostas, comentando sobre meu jeito de vestir e como eu tô bonita. Às vezes, nossas interações são leves e amigáveis, e isso me deixou criar uma conexãozinha com ela. Vai rolar uma pool party na igreja, e fui convidado. A parada é que só tão convidados quem tem algum cargo na igreja, então vou ser um dos poucos que vai estar lá. Eu sou o fotógrafo, então me deram o passe pra cobrir o evento. A festa vai ser pequena, só umas 12 pessoas no total: 8 mulheres, a pastora, o pastor, o filho deles, e eu.
A pastora chegou perto de mim enquanto eu tava na igreja. Com um sorriso, ela puxou conversa.
— Fala, Kevin! Queria trocar uma ideia contigo sobre a pool party desse sábado. Já que você é o fotógrafo, tá convidado.
Respondi com um sorriso e um toque de safadeza:
— Olá, pastora! Que bom que quem tem um papel na igreja está convidado. Mas, por favor, garanta que vai levar seu biquíni. Senão, acho que vou ter que repensar minha presença.
Ela riu e respondeu:
— (Rindo) Bom, sim, vou levar meu biquíni. É pra você poder me ver ou só pra festa?
Com um tom brincalhão, falei pra ela:
— Bom, um pouco dos dois. Mas sério, sim, é pra te ver de biquíni.
Ela sorriu, mas depois se inclinou um pouco pra mim e falou num tom mais baixo:
— Só lembra de não fazer esses comentários na frente do pastor. Não quero que interpretem errado.
Percebi que ela estava sendo cuidadosa e, ao mesmo tempo, dava pra notar um interesse no tom e na atitude dela. Respondi com um sorriso e um toque de cumplicidade:
— Entendo, vou levar isso em conta. Não queria causar problemas. Mas parece que você tá se interessando pelos meus comentários.
Ela riu baixinho e acrescentou:
— Bom, percebi que você sempre responde e dá corações em todas as minhas histórias. Parece que você curte mesmo o meu conteúdo.
Respondi com um sorriso sincero:
— O que posso dizer? Gosto de ficar de olho no que você faz. E se isso significa te ver de biquíni, então, que delícia!
Ela sorriu de novo e disse:
— Bom, fico feliz que você tá animada. A gente se vê sábado!
Eu garanti a ela:
— Com certeza, vou estar lá com minha câmera pronta pra tudo. Não quero perder nem um minuto.
Mas o que realmente me mata é a bunda dela. Mesmo com esses vestidos, aquela raba é tão grande que não tem como disfarçar. Tô morrendo de vontade de meter nela sem parar, imaginando como seria ter ela de quatro e batendo naquela bunda enorme. A ideia de estar enfiando nela, sentindo aquele rabo mexer e se ajustar, me deixa louco. Me vejo dando tapas na bunda dela enquanto como ela, e esse pensamento só aumenta mais minha vontade.
Toda vez que vejo ela se mexer, aquela bunda balança de um jeito que me faz pensar em como seria incrível meter nela sem parar, aproveitando cada estocada e cada movimento. Mesmo sabendo que é loucura, que ela é a pastora e tudo mais, a vontade que sinto por ela é tão forte que não consigo pensar em mais nada. A fantasia de ficar com ela, batendo naquela buceta enorme, me consome por completo.
Faz um tempo que eu tô respondendo os stories do Instagram da pastora, tentando me aproximar dela. Ela sempre foi muito educada nas respostas, comentando sobre meu jeito de vestir e como eu tô bonita. Às vezes, nossas interações são leves e amigáveis, e isso me deixou criar uma conexãozinha com ela. Vai rolar uma pool party na igreja, e fui convidado. A parada é que só tão convidados quem tem algum cargo na igreja, então vou ser um dos poucos que vai estar lá. Eu sou o fotógrafo, então me deram o passe pra cobrir o evento. A festa vai ser pequena, só umas 12 pessoas no total: 8 mulheres, a pastora, o pastor, o filho deles, e eu.
A pastora chegou perto de mim enquanto eu tava na igreja. Com um sorriso, ela puxou conversa.
— Fala, Kevin! Queria trocar uma ideia contigo sobre a pool party desse sábado. Já que você é o fotógrafo, tá convidado.
Respondi com um sorriso e um toque de safadeza:
— Olá, pastora! Que bom que quem tem um papel na igreja está convidado. Mas, por favor, garanta que vai levar seu biquíni. Senão, acho que vou ter que repensar minha presença.
Ela riu e respondeu:
— (Rindo) Bom, sim, vou levar meu biquíni. É pra você poder me ver ou só pra festa?
Com um tom brincalhão, falei pra ela:
— Bom, um pouco dos dois. Mas sério, sim, é pra te ver de biquíni.
Ela sorriu, mas depois se inclinou um pouco pra mim e falou num tom mais baixo:
— Só lembra de não fazer esses comentários na frente do pastor. Não quero que interpretem errado.
Percebi que ela estava sendo cuidadosa e, ao mesmo tempo, dava pra notar um interesse no tom e na atitude dela. Respondi com um sorriso e um toque de cumplicidade:
— Entendo, vou levar isso em conta. Não queria causar problemas. Mas parece que você tá se interessando pelos meus comentários.
Ela riu baixinho e acrescentou:
— Bom, percebi que você sempre responde e dá corações em todas as minhas histórias. Parece que você curte mesmo o meu conteúdo.
Respondi com um sorriso sincero:
— O que posso dizer? Gosto de ficar de olho no que você faz. E se isso significa te ver de biquíni, então, que delícia!
Ela sorriu de novo e disse:
— Bom, fico feliz que você tá animada. A gente se vê sábado!
Eu garanti a ela:
— Com certeza, vou estar lá com minha câmera pronta pra tudo. Não quero perder nem um minuto.
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