Universidade Primeiro Ano 3

Fala, querida comunidade! Espero que curtam os contos e tudo que vou postar por aqui. Espero que deixem pontos e compartilhem, valorizando o trampo que rola nessa conta.PARTE IIIAMIGAS INESPERADAS...

No dia seguinte, esperei Sandra e Vanesa aparecerem pra falar com a Flor, mas nenhuma das duas veio.
A Flor chegou perto de mim depois da escola e perguntou se minhas amigas iam deixar ela falar comigo ou se ela tinha que esperar elas darem o sinal verde.
Ela ficou parada me olhando nos olhos, me deu um beijo na bochecha e foi embora.

Naquele fim de semana, a gente tinha uma festa na casa de um colega, sábado às 17h era o horário combinado por todo mundo no salão, sempre começavam cedo porque alguns trabalhavam à noite.
Pra minha tristeza, a Vanesa e a Sandra não podiam ir, estavam naqueles dias e os incômodos eram muito fortes, não queriam ir naquelas condições, além disso, viriam outras festas mais divertidas, me disseram.

Sem muita motivação, me troquei, fui vestido de jeans, camiseta branca e tênis de lona preta. Quando cheguei na festa, cumprimentei alguns dos meus colegas, e no final de tudo, a Florencia me recebeu com um sorriso tímido e um abraço forte. Achei muito estranho, depois daquela conversa esquisita do outro dia, mas recebi com alegria, adoro sentir o corpo de uma mulher colado no meu, então aproveitei e segurei ela pela cintura com uma das minhas mãos. Quando nos separamos, notei como ela tinha ficado vermelha. Olhei pra baixo, minha mão ainda segurava a cintura dela, tirei devagar, olhei nos olhos dela e sorri. Fui pra área das bebidas, peguei um refrigerante e sentei pra conversar com uns amigos do salão. Todos zoavam de mim porque nas últimas semanas eu tinha sumido, queriam saber o que eu tava aprontando, mas antes de eu abrir a boca, todo mundo riu e me falou que já sabiam que eu tava namorando a Vanesa, que dava pra perceber demais e que se a gente não queria que ninguém soubesse, era melhor ser menos óbvio.

Passaram umas horas quando começaram a dançar com as meninas. Tocavam música animada e de vez em quando colocavam um lento. Eu dançava em grupo e me divertia. De repente, senti alguém me puxar pelo braço e me levar pra um canto. Quando me virei... Descubro que é a Florencia.

Flor— Vem, vamos dançar por aqui pra gente poder conversar um pouco, Nacho. — ela me disse enquanto me arrastava pra longe de todo mundo.

Nacho— Ok, Flor, mas não me puxa tão forte.

Flor— Desculpa, mas não quero que ninguém nos incomode, por isso quero ficar longe do resto.

Nacho— Bom, você me deixou intrigado...

Chegamos no fundo do pátio e nos colocamos atrás de uns vasos que tinham umas árvores pequenas, que impediam que nos vissem do outro lado.
Assim que parei, Flor me envolveu com os braços, colou o peito dela no meu e pude sentir o corpo dela roçando em mim. Meu cérebro congelou, só acordou pra envolvê-la com meus braços e fazer um movimento de vai e vem com minhas pernas pra nos mover no ritmo da música.

Flor— Posso te perguntar o que vocês fazem com a Vanesa e a Sandra? Elas não querem me contar, mas eu vi vocês na última festa muito colados e estão sempre juntos.

Nacho— Somos bons amigos e curtimos a companhia um do outro, além disso, todo mundo assume que eu tô namorando a Vanesa.

Flor— Perguntei isso pra Vanesa e ela me disse que não estavam namorando, mas que não podia me contar mais nada, que vocês eram muito amigos e não queria estragar o que tinham.

Nacho— É verdade, somos bons amigos e não queremos estragar o que temos. E se alguém descobrir, a gente pode se ferrar feio.

Flor— Bom, mas então quero que você me faça sentir o que elas sentiram na festa passada, porque eu ouvi elas falando que as duas sentiram seu pau duro nos corpos delas.

Quando ouvi o que ela disse, fiquei olhando pra ela, todo vermelho. Me acalmei um pouco ao notar que ela também tava vermelha e não conseguia me olhar. Também sentia como ela pressionava o quadril dela no meu e roçava o corpo dela no meu com movimentos suaves. Não pude evitar me sentir meio confuso, mas a putaria falava mais alto em mim e fui ficando duro aos poucos.

Nacho— Então tudo isso é porque você quer sentir a mesma coisa que elas no seu corpo?

Flor— Sim, eu quero. Curiosidade, e desde aquele dia não paro de pensar no que ouvi e de lembrar dos desenhos que mostraram na aula de educação sexual.

Nacho — Bom, com a gente foi a mesma coisa, e o bom de sermos tão amigos é que conseguimos tirar nossas dúvidas entre nós.

Enquanto conversávamos, meu pau ficou bem duro e marcava na minha calça. Ela percebeu e se encostou mais em mim.

Flor — Que gostoso de sentir, adoro ficar assim, tava com muita vontade de sentir como era um de verdade.

Ela dizia isso enquanto a respiração ficava mais forte e os movimentos da bunda aceleravam. Eu desci as mãos e pressionei com mais força a pélvis dela contra a minha, e aproveitando o momento, coloquei uma mão numa das nádegas dela, acariciando com delicadeza.

Ela respondeu colocando a cabeça no meu ombro e se deixando levar. Não sei quanto tempo ficamos assim, só sei que do nada Flor parou e disse que queria ir embora, que por favor eu a acompanhasse até a casa dela. Concordei com a cabeça. Ela morava perto da praça de Martínez e não era longe pra ir andando. Nos despedimos de todo mundo e fomos em silêncio em direção à praça. No caminho não falamos muito, mas ela não soltava minha mão, como se fosse minha namorada e não quisesse que eu escapasse.

Ao chegar na praça, Flor pede pra sentarmos num dos bancos do centro. Já eram umas 20 horas e tava meio escuro, embora a praça fosse iluminada, aquela parte não tinha tanta luz. Ainda passava alguém passeando com o cachorro pela praça, mas esses passavam pelos arredores, e a gente tava no centro, sentados num banco de madeira.

Ela tava linda, um vestido branco que chegava um pouco acima dos joelhos e sandálias baixinhas combinando. Tava de sutiã branco e imaginei que a calcinha ou fio dental fosse da mesma cor.

Já sentados um do lado do outro, ela me encara fixo...

Flor — Nacho, eu prometo não contar nada do que rola entre vocês. Você me contaria um pouco o que vocês fazem? Porque se começou tudo com o que Mesmo que fizemos na festa, com certeza fazem mais coisas.

Não podia negar, era muito óbvio que a gente tava numa parada estranha com as minas e a Flor percebeu.

Nacho — É verdade, a gente faz umas coisas a mais, mas olha, se você quiser saber mais, a gente devia se juntar todo mundo e você mesma falar com as minas pra elas te contarem.

Flor — Tá bom, mas agora que eu sei que você tá fazendo algo a mais, te peço pra deixar eu sentir seu pau de novo, mas com minhas mãos.

Devagar, ela colou o corpo no meu, eu nem consegui responder e já senti a mão dela acariciando meu pau por cima da calça jeans. Ele endureceu na hora e deu um pulinho. A Flor sentiu aquele movimento, abriu os olhos e sorriu.

Flor — Que foi isso? Tá bem? Tá doendo?

Nacho — Tô bem, foi um espasminho de excitação, porque eu tô gostando do que você tá fazendo.

Enquanto falava isso, levei minha mão mais perto da perna dela e apoiei na coxa, acariciando a parte de dentro. Ela sentiu e também deu um pulinho, soltando uma respiração funda, quase um gemidinho.

Nacho — Tá bem?

Flor — Sim, só que sua mão me assustou, mas não tira não, é gostoso.

Ela fechava os olhos e mordia o lábio de baixo. Vendo aquela cara, me animei a ir mais longe. Enfiei a mão por baixo do vestido dela e cheguei a acariciar a coxa até o limite da virilha, roçando com meu dedo mindinho a costura da calcinha dela.

Eu subia e descia o dedo na beirada da virilha dela, de vez em quando esticava um pouco o dedo acariciando o púbis e a parte de cima dos lábios da buceta dela por cima da calcinha. Tava tão solto que nem prestei atenção no que tava em volta. De repente, senti um aperto forte no meu pau. Ela segurou firme com a mão por cima da minha calça e ficou movendo pra cima e pra baixo. Fiquei exaltado e, no movimento, minha mão pousou na pélvis dela e deixei quieta por uns segundos. Percebi o que a gente tava fazendo e resolvi ir ainda mais longe. Passei a mão toda. guiada pelo meu dedo do meio acariciando a púbis dela, fui percorrendo devagar até chegar a acariciar os lábios dela com meu dedo do meio, apertei forte e sentindo a umidade da roupa dela, ouvi um gemido profundo que saiu da boca dela e como ela soltou meu pau de repente, abriu os olhos, me olhou, se levantou, e assim como foi aquele encontro rápido, saiu correndo pra casa dela, fiquei sentado com a mão no ar, a reação me surpreendeu mas não consegui evitar levar a mão ao nariz e sentir o cheiro daquela buceta, não podia acreditar como era gostoso o cheiro e assim fui pra minha casa, cheirando meu dedo, ao chegar só tive que me despir no meu quarto e bater umas punhetas pra descarregar todo o leite e tesão que tinha no meu peito e barriga, dormi todo grudento.

Acordei naquela manhã com o barulho do telefone de casa, e minha mãe gritando meu nome, era pra mim.
Atendi o telefone e pra minha surpresa era a Florencia.

Flor- Oi Nacho, cê pode vir aqui em casa hoje à tarde? Preciso que a gente termine o projeto pra segunda.

No fundo ouvi a mãe da Flor lembrando ela que hoje iam pra La Plata passar o dia com os avós.

Flor- Mãe... não esquece que tenho que terminar o trabalho sim ou sim hoje e falta muito, não vou poder ir.
Desculpa Nacho, mas cê vai poder vir?... Por favor, me fala que sim...

Nacho- Ok Flor, que horas a gente se vê?

Flor- Assim que puder vem, que minha família daqui a pouco vai embora.

Nacho- Ok, daqui a pouco a gente se vê.

Desliguei o telefone e fui tomar banho com a cabeça a mil, não entendia aquele telefonema depois do que aconteceu ontem à noite e muito menos essa história de projeto.

Cheguei na casa da Flor umas 11 da manhã, levei minha mochila da faculdade por via das dúvidas e quando toquei a campainha ela atendeu, meu olhar grudou nas pernas dela, tava de shortinho curto, que mal cobria a bunda dela e uma camiseta que chegava até o umbigo e descalça, ela me convida pra entrar e pede pra deixar as coisas na sala, tem uma mesa com várias pastas. solta e livros abertos, larguei minha mochila numa cadeira e peguei uma pasta de matemática, que era a matéria que vi nos cartazes.

Flor — Aqui, Nacho, pega um copo d'água. Deixa suas coisas aqui e vem comigo, por favor.

Tomei a água e segui ela, não conseguia parar de olhar pra cintura dela e praquele rabo voluptuoso. Ela parou na porta do quarto, abriu e entramos.

Sentei numa cadeirinha na frente de uma escrivaninha, e ela na beira da cama. Não me olhava nos olhos, mas dava pra ver que tava corada e com o olhar desviando.

Nacho — Flor, se for por causa de ontem à noite, me desculpa pela ousadia. É que fiquei muito excitado quando você segurou meu pau tão duro que não consegui evitar de tocar sua buceta.

Flor — Não é isso, Nacho. Me desculpa você pela minha reação, mas foi a primeira vez que me senti assim. Já tinha sentido essa sensação esses dias, mas aquilo foi tão forte que achei que tinha feito xixi, e de vergonha saí correndo pra casa. Quando cheguei, fui no banheiro e percebi que não era xixi, minha calcinha tava toda molhada. Minha buceta tava muito quente, e quando passei a mão, não consegui parar de me tocar até me sentir exausta e aliviada. Não sei como explicar o bem que fez quando tudo acabou. Só que acordei e quis te ligar primeiro pra pedir desculpas por ter ido embora assim ontem à noite, e pra pedir se a gente podia repetir.

Eu não acreditava no que tava ouvindo, e como tava ficando excitado. Tava com o pau duríssimo, e com o short que eu tava usando dava pra ver bem a ereção. Tentei olhar pra ela, mas ela continuava desviando o olhar, esperando minha resposta.

Nacho — Tá tudo bem, Flor, não se preocupa. Pensei que você tivesse ficado brava, mas comigo aconteceu a mesma coisa. Fiquei muito excitado e, quando cheguei em casa, tive que me masturbar pra conseguir dormir.

Flor — Você se masturbou porque eu te toquei ontem à noite?

Nacho — Sim, gostei muito do que rolou ontem e, pode acreditar, curti pra caralho. Claro que a gente pode repetir.

Nessa hora, ela se jogou em cima de mim, me abraçou e, sorrindo, Nervoso, meio que agradeci por ela não ter ficado brava e por ter me entendido. Fiz minha parte, peguei ela pela cintura e, já na confiança, acariciei a coxa dela pela parte de baixo do short, quase como se fosse sem querer. Ela percebeu, mas não falou nada, se soltou de mim e voltou pro lugar dela na cama.

Flor — Vem, senta aqui do meu lado. — ela disse, dando uma palmada na cama como quem chama o cachorro pra perto.

Obedeci e sentei do lado esquerdo dela, deixando minha mão habilmente sobre a perna dela. Vi a mão dela ir direto pro meu pau e apertar com força. Ela começou a se mover, passando a mão por todo o meu pau por cima da calça, da cabeça até as bolas. Fiquei parado uns segundos vendo o que tava rolando, devagar comecei a mover minha mão e coloquei direto na pélvis dela. Flor mexeu o corpo e se encostou mais na borda da cama pra me deixar tocar mais à vontade. Minha mão percorreu toda a pélvis dela até meus dedos encontrarem os lábios da buceta dela. Sem pensar, apertei forte por cima da calça. Ela fechou os olhos e gemeu baixinho. Naquela hora, a campainha tocou.

Flor — Me espera aqui, já volto, vou ver quem é.

Nacho — Beleza, mas melhor descer contigo, pode ser teus pais...

Flor — Não, fica tranquilo, de certeza que é a Macarena.

Ela respondeu já andando pelo corredor que dava pra porta. Ouvi uns murmúrios e cumprimentos, e em uns segundos apareceu Flor primeiro e atrás a melhor amiga dela, Maca. Ela tava usando um short solto cor salmão, uma camiseta branca colada no corpo que destacava a silhueta. Ela não era muito magra e não tinha muito peito ou bunda, mas vestida assim tava muito gostosa.

Maca — Oi Nacho, tudo bem?

Nacho — Bem, encontrei a Flor pra terminar um trabalho.

Flor — Fica tranquilo, Nacho, a Maca já sabe de tudo. Contei pra ela o que rolou ontem na festa, o que aconteceu na praça e depois em casa. Por isso ela tá aqui, é minha melhor amiga e convidei ela pra também poder ver e sentir o que eu senti.

Maca — É, Nacho, quando me Contei o que aconteceu, não consegui parar de pensar naquilo e comecei a me sentir estranha, meu coração batia forte e sentia vontade de tocar meus peitos e acariciar minha buceta. A verdade é que era muito bom estar assim e eu gostei pra caralho, por isso insisti pra Flor te convidar pra casa dela e a gente pudesse experimentar a mesma coisa de ontem à noite.

Fiquei gelado com o que ouvia, vi as duas ficarem vermelhas quando contaram e senti meu coração começar a bater muito forte, naquele momento, eu tava com o pau durasso e queria rasgar a calça e sair disparado.

Nacho — Bom, falei com a voz fraca, mas isso que a gente vai fazer não pode sair daqui, só nós três, por favor.

Falei sério, olhando bem fixo pra Flor.

Flor — Desculpa, Nacho, ela é minha melhor amiga, não dava pra esconder isso, além disso ela não vai contar nada. Né, Maca...

Maca — Sim, certeza que não vou comentar nada do que rolar aqui.

Nacho — Ok, então senta nessa cadeira, e você, Flor, volta a sentar do meu lado.

As duas sentaram e Flor levou a mão direto pro meu pau que continuava duro por causa do que ouvi, me concentrei na Flor e coloquei a mão de novo entre as pernas dela, agora ela tava mais relaxada e sentou bem na beirada, abrindo mais as pernas pra deixar eu tocá-la mais à vontade.
Quando ela abriu mais as pernas, o short que ela usava deixou ver a calcinha dela e como já tava molhada com os sucos dela, enfiei a mão por dentro da calça dela e comecei a acariciar os lábios dela com os dedos indicador e anelar, com o dedo do meio percorria a buceta dela apertando devagar, molhando ainda mais a calcinha dela, ficamos assim uns minutos até a Flor parar.

Flor — Nacho, por que você não tira a calça? Porque você tá me tocando por baixo da minha e é muito gostoso, e a verdade é que eu também quero tocar mais.

Nacho — Tá bom, Flor, mas já que a gente tá aqui, por que a gente não tira a roupa e fica só de calcinha e cueca, assim você vê o que quiser ver e eu também não te Parece melhor.
Flor - Sim, melhor. E você, Maca, faz a mesma coisa?
Maca - Sim, gato, eu sigo vocês, mas deixa eu te tocar um pouco, Nacho, assim em pé, por favor.

Eu assenti com a cabeça e me levantei. Maca se aproximou de mim e começou a massagear minha pica por cima da calça, enquanto eu desabotoava, abaixava o zíper e deixava cair no chão. Maca percebeu e segurou minha pica por cima da cueca, que já estava molhada na ponta. Enquanto Flor se despia, Maca e eu nos tocávamos. Enfiei a mão por baixo da calça de Maca, e foi tão suave que, ao mover a mão até o púbis dela, passei por baixo da calcinha e toquei seus pelos e seus lábios molhados de tesão. Meu dedo acariciou o clitóris dela. Maca soltou um gemido enquanto apoiava a cabeça no meu ombro e apertava minha pica com força. Movi meu dedo mais algumas vezes, percorrendo o máximo que conseguia da buceta dela, e ela mordia meu ombro a cada movimento. Parei, tirei minha mão bem devagar. Ela soltou minha pica, recuou e começou a tirar a roupa. Foi tão rápido que mal consegui ver Flor, que estava de sutiã e calcinha branca, e vi Maca ficar só de calcinha.

Eu devia estar com o olhar perdido, sem conseguir me concentrar. Flor se aproximou por trás e tirou minha camiseta. Fiquei só de cueca direto. E antes de me sentar de novo com Flor, Maca se ajoelhou na minha frente e puxou a cueca de uma vez, deixando minha pica pulando na frente das duas.

Elas arregalaram os olhos e ficaram muito vermelhas. Não paravam de olhar pra minha pica, então peguei ela com a mão direita e subi e desci a cabeça algumas vezes, como se estivesse me masturbando.

Nacho - Bom, agora que vocês já estão vendo, o que vocês querem fazer?

Perguntei enquanto tocava minha pica na frente delas.

Flor - A gente pode dançar como ontem à noite, assim dessa vez eu sinto ela melhor no meu corpo. O que você acha?

Assenti com a cabeça. Flor ligou o rádio, que tocava músicas românticas, e começamos a dançar colados, eu com Flor.

Minha pica estava muito dura. babaca, ela se esfregava na pélvis da Flor, ela se mexia pra sentir mais pra baixo, então peguei meu pau com a mão e apontei pra entreperna da Flor, ela percebeu o que eu tava fazendo e se ajeitou melhor, meu cock ficou roçando os lábios da Flor por cima da calcinha dela que já tava muito molhada, não só pelos fluidos dela, mas também pelos do meu pau, ela me abraçou forte e começou a respirar bem ofegante enquanto mexia a bunda dela de trás pra frente num ritmo meio acelerado, nessa hora aproveitei e coloquei as duas mãos acariciando a bunda dela, eu movia elas no ritmo da cintura dela e sentia toda a maciez das nádegas dela nas minhas mãos, ficamos assim uns minutos até que a Flor parou de repente e pressionou o corpo dela forte contra o meu.

Flor - que gostoso que é, pelo amor de deus, obrigada por isso, Nacho, não sei o que tá rolando comigo, mas quero que você esteja aqui todo dia.

Ela falou sorrindo enquanto sentava na cama.

Agora chegou a vez da Maca, quando virei pra ver ela tava olhando pra gente e tinha a mão enfiada na buceta dela se acariciando devagar, ela me encarou e tirou a calcinha que tava usando.

Maca - melhor sem nada, além disso minha calcinha tá muito molhada. Vem, Nacho, agora dança a gente.

Eu me aproximei dela, ela era um pouco mais baixa que eu, de pé na minha frente meus lábios chegavam no nariz dela, dançamos assim colados uns segundos até que senti a mão dela segurando meu pau e levando pra buceta dela, me abaixei um pouco e coloquei meu pau roçando os lábios dela, a sensação foi explosiva pra nós dois, nos abraçamos com força enquanto ela mexia a cintura e cada roçada do meu pau nos lábios dela causava gemidinhos em nós dois, ficamos assim uns segundos quando de repente ela me abraça forte e se joga na cama da Flor.

Maca - não é possível, como é bom fazer isso, não consigo respirar direito, tô como se tivesse corrido uma ladeira.

Sentei na cadeira enquanto a Maca e a Flor não paravam de olhar pro meu pau e respirar ofegantes, agora o que vocês querem? fazer? Vocês é que tão afim de experimentar coisas.
Falei enquanto me aproximava da Maca, sentei do lado dela, ela tava deitada de barriga pra cima na cama com os pés no chão e as pernas um pouco abertas, passei o dedo na buceta dela e ela suspirou enquanto meus dedos percorriam ela. Olhei nos olhos dela e levei os dedos que tinha acabado de tirar da buceta da Maca até meus lábios e chupei eles. Me aproximei da Flor e parei na frente dela, ela segurou meu pau com força e começou a acariciar ele.

Flor — Não dói quando fica assim? Tá muito duro.

Nacho — Não, pelo contrário, eu gosto que fique assim, é uma sensação muito boa.

Flor — Quero que você passe em mim igual na Maca, sem calcinha.

Enquanto falava isso, ela se levantou. Coloquei minhas mãos na cintura dela e segurei com os dedos a borda da tanga dela. Fui me abaixando devagar enquanto descia a tanga dela com cuidado, fiquei de joelhos na frente da buceta dela vendo como a parte que tava grudada nos lábios dela se soltava devagar por causa do quanto tava molhada.
Tirei a tanga por baixo dos pés dela. Antes de me levantar, aproximei meu nariz da xota dela e, roçando um pouco, inspirei fundo. O aroma era de embriagar, não resisti e passei minha língua pelos lábios dela até chegar na buceta, que tinha uns pelinhos bem aparados. Repeti isso mais duas vezes até a Flor cair sentada na cama com a boca aberta e se cobrindo o rosto.

Flor — Haaaaaaa, mas que delícia que foi isso, me dá muita vergonha, não tem gosto ruim pra você?

Nacho — Não, muito pelo contrário, o gosto da sua buceta é uma delícia, podia fazer isso por horas e não cansava.

Flor — Não acredito, tá falando sério? Eu gostei, senti minhas pernas dobrando sozinhas e não aguentei muito, por isso sentei.

Maca — Agora é minha vez, você pode fazer o mesmo comigo...

Ela falou enquanto se tocava na cama deitada. Do jeito que tava, me coloquei na frente dela ainda de joelhos, peguei as pernas dela pelos tornozelos e levantei elas, dobrando, deixando toda a buceta Buceta livre e à disposição da língua, ela segurou as próprias pernas pelos joelhos enquanto eu aproximava meu rosto da sua entreperna.
Comecei a beijá-la nas bordas dos lábios dela, bem devagar fui descendo até a parte de baixo da buceta e notei o rosado do cu dela, me segurei pra não dar um beijo ali por enquanto e continuei beijando os lábios dela. Depois de uns beijos, comecei a passar minha língua primeiro por cada lábio, depois pelo meio, da parte mais baixa até chegar no clitóris dela. Senti as pernas dela se fecharem apertando minha cabeça e um gemido longo saiu da boca dela. Comecei a beijá-la, minha língua percorria a buceta dela que ficava mais molhada a cada passada. Quando passei minha língua pelos lábios dela, toquei o clitóris, segurei ele com meus lábios e comecei a chupar. Brincava com a ponta da minha língua no botãozinho dela, esses movimentos fizeram ela explodir num orgasmo que deixou minha cara toda molhada numa mistura de minha saliva com os sucos dela. Ela apertou minha cabeça tão forte e segurou meus cabelos que não consegui me levantar até ela relaxar completamente.

Maca – haaaaa, nãoooo, não aguento mais!!! Vou
fazer xixi.....haaaaaaaaaaa.

Foram os gritos dela. Ela ficou largada na cama na posição fetal, respirando ofegante.

Maca – isso foi..... não consigo explicar o que foi, mas gostei pra caralho, você tem que experimentar, Flor, não vai acreditar no que se sente...

Florencia estava sentada atrás de mim com as pernas abertas, acariciando a buceta dela com as mãos.

Flor – sim, pude ver como você perdia o controle, agora quero experimentar se isso acontece comigo também. Você vai fazer o mesmo em mim, Nacho?

Ela me pedia enquanto se esfregava a buceta com uma mão e com a outra tocava os peitos, me olhando enquanto mordia os lábios.

Peguei ela pela cintura e deitei ela na cama. Ela mesma se colocou na beira da cama com as pernas suspensas seguras pelos braços. Olhei a buceta dela e dava pra ver que estava muito molhada, escorrendo fluido que deslizava pelo cu dela. Passei minha língua bem suave e pude sentir as batidas e os espasmos que eu causava nela a cada passada, aos poucos fui aumentando a pressão que minha língua fazia e percebia como a buceta dela se abria cada vez mais, encorajado pelo tesão, coloquei minha língua na parte de baixo dos lábios dela e pressionei devagar, sentindo como aos poucos minha língua sumia dentro da buceta dela.
Flor segurou minha cabeça com as mãos e me prendeu com as pernas, começou a mexer o quadril no ritmo dos movimentos da minha língua e explodiu num gemido abafado pelas mãos dela, recebi tudo na minha boca, não dava pra acreditar como os fluidos eram gostosos, não parei de chupar e lamber as partes dela, mesmo quando ela se colocou em posição fetal eu abri a raba dela e passei a língua várias vezes no cu deixando bem lubrificado.

Flor – para, nacho, não aguento mais, por favor, me deixa descansar uns minutos que mal consigo respirar direito.

Nacho – beleza, mas agora sou eu que preciso gozar e relaxar, vocês vão me ajudar ou não? – falei sorrindo.

Flor – maca, me espera um pouquinho e aí a gente vê o que fazemos juntas pra agradecer o Nachito.

Maca – pode ser, flor, mas se apressa que tô morrendo de vontade de segurar o pau dele com minhas mãos e dar um beijo.

Ela nem terminou de falar e maca pulou em cima de mim e começou a me beijar muito apaixonadamente, enfiou a língua na minha boca e nos abraçamos forte enquanto nos beijávamos.
Flor se levantou devagar e sentada na cama enfiou a mão entre nossos corpos pra segurar meu pau e começar a mexer pra cima e pra baixo, uma e outra vez.
Maca se separou de mim e se ajoelhou, ficando com a boca na altura do meu pau, enquanto flor me masturbava, maca esticou a língua e lambia a cabeça do meu pau, fizeram isso por um tempo até que flor soltou meu pau e maca decidiu enfiar a cabeça do meu pau na boca, chupando como se fosse um pirulito, eu sentia o roçar dos lábios dela e da língua, mas também dos dentes, não podia reclamar, o tesão que eu tava só queria que continuasse fazendo, depois foi a vez da Flor. Quando a Maca tirou ele da boca, ela não hesitou em enfiar ele até a metade na boca e chupar com força, deslizando os lábios até a ponta do meu pau e tirando de uma vez, o barulho do chupão ecoou no quarto. Ela repetiu esse movimento mais algumas vezes, depois soltou meu pau e começou a me masturbar com força, uns movimentos mais intensos foram necessários para que eu começasse a soltar dois jatos de porra que caíram um nos peitos da Maca e o outro na bochecha da Flor, o resto no chão e na mão da Flor, que ainda segurava meu pau com força.

Elas ficaram surpresas ao ver o que saía do meu pau.

A Maca não parou e enfiou meu pau na boca, chupando o sêmen que a cobria. A Flor, vendo isso, levou à boca o resto que tinha na mão e provou timidamente, aos poucos sua língua limpou a mão da minha porra e as duas riram igual criança que tinha feito uma travessura.

Continua??

3 comentários - Universidade Primeiro Ano 3

Cuántos capítulos faltan para llegar a dónde te quedaste la otra vez en la otra cuenta
Quedan 9 más y termina en el 22
Me gusta el relato pero siempre lo bajan, quizás podrías considerar otra plataforma. Esperando el siguiente capitulo
Gracias, intenté otras pero el formato es malo , me falta probar en Only jajaja, espero me dejen terminar la saga son 22 capitulos