Isso acontece em 2017, quatro anos depois de nos conhecermos, entre meados e final de 2013. Eu tava solteiro, ela não. Tinha namorado e, pelo que me pareceu na época, não era a primeira vez que ele era corno. A gente começou a se falar por acaso, nos encontramos duas ou três vezes na academia, trocando uma ideia enquanto pedalava ou fazia algum exercício. Num desses encontros, bem tímido, avisei que ela tinha manchado a legging, numa das nádegas, e quando vi ela passar a mão como se desse uns tapinhas leves, falei:
— Já limpou, quando não tinha mais nada, me presenteando
— Valeu por avisar
Eu ri, pensando besteira sobre esse negócio de avisar, e ela continuou:
— E aproveitou pra olhar minha raba
— Kkkk, eu ri e fiquei nervoso, sem responder fui pro vestiário. Me troquei e quando saí ela vinha vindo, e de uma vez, segurando a mão direita dela, olhei e dei um beijo, ela respondeu me beijando também e entramos no vestiário, onde aproveitei pra apalpar bem a bunda dela por cima da legging
— Cê gosta da minha bundinha, papi?
Falou enquanto pegava na minha piroca por cima da calça
— Para, para, falei
Ela ficou me olhando e se esfregando na buceta por cima da legging, tranquei a porta do vestiário e quando me virei, ela abaixou a legging e, virando de costas, mexeu a bunda pra mim. Abaixei a calça e ela fez um boquete, não quis engolir a porra. Gozei jogando a porra no chão, quando terminou ela riu e comentou:
— Quanta porra, papi
A gente riu, nos encontramos dias depois na academia, já com mais gente, quase não deu pra conversar além de um oi e trocamos Instagram. Mandei mensagem, ela respondeu meio sem interesse e não escrevi de novo. Ela mandou dois meses depois, eu tava viajando e depois se perdeu.
Até 2017.
Então, a gente se encontrou num cartório. Quando entrei, sentei pra esperar depois de me anunciar pra ser atendido, quando ela sai do escritório, onde rolavam as assinaturas. Sabia porque tinha assinado uma escritura meses antes e também foi lá.
Me toquei quando ouvi o "oi" dela saindo de lá, levantei a vista e a vi, muito gostosa, sem maquiagem, com aquela boca grande linda e o corpo estilizado. Levantei e cumprimentei educadamente, um abraço leve, perguntas cordiais de ambos.
Ela saiu e eu continuei sentado esperando me chamarem. Quando terminei meu trampo, saindo do cartório, vi ela de novo, no carro dela, e ela me viu. Já indo embora, abaixou o vidro e me cumprimentou de novo com a mãozinha e um sorriso.
Mais tarde, no mesmo dia, nos cruzamos de novo, numa praça perto de onde eu moro. Ela vinha andando com a cachorrinha dela, eu tava sentado no banco, tomando algo. Uns metros antes de onde eu tava, ela estacionou, desativou o alarme do carro e colocou a bichinha pra dentro, e me viu quando ia subir pra ir embora. Desceu e a gente começou a papear de novo. Depois de umas risadas de ida e volta e caminhar até a calçada, ela falou num tom de brincadeira:
— Que loucura, né, tanto tempo, a gente se perdeu...
— É sim, quando não é, não é, o que vai ser
— Cê acha?
— Cê não acha?
— Nunca se sabe, né? Tudo no seu tempo
E me olhou igual quando tava me chupando a pica, senti. Se não foi assim, foi impressão minha. Mandei na lata:
— Cê usa muito esse olhar?
— Kkkk não, não. De vez em quando. Kkkk.
— Kkk, eu ri olhando ela de lado...
— O que tem meu olhar? Cê é um pegador, hein...
— Já passei bastante, mas ainda dá tempo, né?
Sorrindo, ela disse:
— Reee. Mas ainda por cima — e se aproximando, falou no meu ouvido — tô mais puta do que antes
Sem deixar ela se afastar, segurei a nuca dela, firme, com o cabelo entre meus dedos, e falei:
— Vou te foder até não subir mais a pica...
— Mmmjjmjjajajaa, amei... — disse sorrindo a dois centímetros da minha cara
— Te espero em casa, vem jantar?
— Vou. Às 9?
— Fechou, nos vemos.
A gente se despediu, beijo. Até a noite...
— Já limpou, quando não tinha mais nada, me presenteando
— Valeu por avisar
Eu ri, pensando besteira sobre esse negócio de avisar, e ela continuou:
— E aproveitou pra olhar minha raba
— Kkkk, eu ri e fiquei nervoso, sem responder fui pro vestiário. Me troquei e quando saí ela vinha vindo, e de uma vez, segurando a mão direita dela, olhei e dei um beijo, ela respondeu me beijando também e entramos no vestiário, onde aproveitei pra apalpar bem a bunda dela por cima da legging
— Cê gosta da minha bundinha, papi?
Falou enquanto pegava na minha piroca por cima da calça
— Para, para, falei
Ela ficou me olhando e se esfregando na buceta por cima da legging, tranquei a porta do vestiário e quando me virei, ela abaixou a legging e, virando de costas, mexeu a bunda pra mim. Abaixei a calça e ela fez um boquete, não quis engolir a porra. Gozei jogando a porra no chão, quando terminou ela riu e comentou:
— Quanta porra, papi
A gente riu, nos encontramos dias depois na academia, já com mais gente, quase não deu pra conversar além de um oi e trocamos Instagram. Mandei mensagem, ela respondeu meio sem interesse e não escrevi de novo. Ela mandou dois meses depois, eu tava viajando e depois se perdeu.
Até 2017.
Então, a gente se encontrou num cartório. Quando entrei, sentei pra esperar depois de me anunciar pra ser atendido, quando ela sai do escritório, onde rolavam as assinaturas. Sabia porque tinha assinado uma escritura meses antes e também foi lá.
Me toquei quando ouvi o "oi" dela saindo de lá, levantei a vista e a vi, muito gostosa, sem maquiagem, com aquela boca grande linda e o corpo estilizado. Levantei e cumprimentei educadamente, um abraço leve, perguntas cordiais de ambos.
Ela saiu e eu continuei sentado esperando me chamarem. Quando terminei meu trampo, saindo do cartório, vi ela de novo, no carro dela, e ela me viu. Já indo embora, abaixou o vidro e me cumprimentou de novo com a mãozinha e um sorriso.
Mais tarde, no mesmo dia, nos cruzamos de novo, numa praça perto de onde eu moro. Ela vinha andando com a cachorrinha dela, eu tava sentado no banco, tomando algo. Uns metros antes de onde eu tava, ela estacionou, desativou o alarme do carro e colocou a bichinha pra dentro, e me viu quando ia subir pra ir embora. Desceu e a gente começou a papear de novo. Depois de umas risadas de ida e volta e caminhar até a calçada, ela falou num tom de brincadeira:
— Que loucura, né, tanto tempo, a gente se perdeu...
— É sim, quando não é, não é, o que vai ser
— Cê acha?
— Cê não acha?
— Nunca se sabe, né? Tudo no seu tempo
E me olhou igual quando tava me chupando a pica, senti. Se não foi assim, foi impressão minha. Mandei na lata:
— Cê usa muito esse olhar?
— Kkkk não, não. De vez em quando. Kkkk.
— Kkk, eu ri olhando ela de lado...
— O que tem meu olhar? Cê é um pegador, hein...
— Já passei bastante, mas ainda dá tempo, né?
Sorrindo, ela disse:
— Reee. Mas ainda por cima — e se aproximando, falou no meu ouvido — tô mais puta do que antes
Sem deixar ela se afastar, segurei a nuca dela, firme, com o cabelo entre meus dedos, e falei:
— Vou te foder até não subir mais a pica...
— Mmmjjmjjajajaa, amei... — disse sorrindo a dois centímetros da minha cara
— Te espero em casa, vem jantar?
— Vou. Às 9?
— Fechou, nos vemos.
A gente se despediu, beijo. Até a noite...
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