Depois que minha mãe foi tomar banho, fiquei no chão, fingindo que tava vidrado no celular pra não parecer muito curioso. Uns minutos depois, vi ela sair do quarto enrolada numa toalha que mal cobria o necessário. A toalha estava meio apertada, e cada vez que ela se mexia, se ajeitava mostrando mais da sua figura. Ela andava pela casa, ajustando a toalha aqui e ali, deixando cair de leve ou mexendo pra ficar perfeita. Enquanto ela tava na cozinha, mexendo nas coisas e fuçando a geladeira, eu não conseguia parar de dar uma olhada nela. Cada vez que passava perto, me mandava um sorrisinho safado e fazia questão de deixar a toalha bem no lugar que queria.
— Precisa de alguma coisa? — perguntou, com um tom casual, mas o sorriso no rosto dizia que sabia exatamente o que estava fazendo.
—Não, tô bem aqui. Só curtindo a vista —respondi, tentando não parecer muito interessado. Ela riu, balançando a toalha com um toque brincalhão.
—Ah, é? Bom, se quiser mais alguma coisa, é só gritar — disse ela, piscando um olho pra mim antes de voltar pro quarto dela.
Depois que minha mãe foi pro quarto dela, tomei um banho rápido e vesti um shorts de esporte. Saí do banho, ainda meio molhado, e comecei a andar pela casa. Vi minha mãe saindo do quarto dela. Dessa vez ela tava usando uma camiseta comprida que quase chegava nos joelhos, e percebi que não tava de short, então imaginei que só tava de calcinha por baixo. A camiseta balançava de um jeito relaxado, e não pude deixar de reparar como ela marcava o corpo dela. Ela me olhou com um sorriso safado ao me ver todo molhado e de shorts.
—E aí, o que tu tá fazendo, andando por aí como se tivesse na praia? —perguntou, com um tom brincalhão.
—Pensei em seguir teu exemplo. Mas, vejo que mudou o visual. Agora é a rainha das camisetas compridas e calcinhas —falei, com um sorriso safado enquanto olhava pra ela. Ela riu, balançando a camiseta de um jeito despretensioso.
—Ah, é? Bom, depois do seu desfile de shorts molhados, achei que devia mostrar minha versão confortável. Gostou? — perguntou, com um sorriso provocante enquanto ajustava a camiseta.
—Com certeza. Mas, com essa camiseta comprida, não consigo evitar de me perguntar se você esqueceu o short ou se só queria dar uma exibida — brinquei, notando que a camiseta se mexia e deixava entrever que ela não tava usando nada por baixo. —Ei, será que tu só tá de calcinha por baixo dessa camiseta? — perguntei, com um sorriso safado. Ela riu, levantando uma sobrancelha com safadeza.
—Então cê tá curioso, é? —ela disse, com um tom brincalhão.
Sem esperar resposta, ela levantou um pouco a camiseta pra me mostrar o que tava por baixo. A calcinha era preta e de renda, bem visível com aquele levantar leve da camiseta.
Fiquei surpreso com o detalhe e a ousadia. Ela riu ao ver minha reação.
—Te surpreendeu? —perguntou, com um sorriso safado e um brilho nos olhos.
—Com certeza. Não esperava por uma surpresa dessas —respondi, com uma mistura de espanto e diversão. Ela abaixou a camiseta com um gesto brincalhão e se aproximou um pouco mais.
—Bom, se a gente vai continuar com esses passeios em casa, parece que vamos ter que ficar em forma pra manter o ritmo — comentou, com um toque de insinuação.
—É, parece que sim. Embora, com essas surpresas, talvez o treino fique ainda mais interessante —respondi, sorrindo enquanto notava como a tensão entre nós continuava crescendo. Depois da surpresa, sugeri a ela ver um filme. A gente se acomodou no sofá; ela se deitou em cima de mim e eu percebi que não tava usando nada por baixo da camiseta comprida. —Que tal a gente ver um filme? —sugeri, enquanto ela se aninhava do meu lado.
—Pra mim tá perfeito —respondeu, sorrindo e se apoiando em mim.
Começamos a ver o filme, e enquanto assistia, não pude deixar de notar o quanto ela estava confortável. —É meio previsível, cê não acha? — comentei.
—Sim, mas pelo menos estou em boa companhia —respondeu ela, enquanto a mão dela roçava minha perna de forma casual.
Enquanto a gente se abraçava no sofá baixo, ela se aninhou mais perto e disse:
—Tô com um pouco de frio. Dá pra pegar um cobertor, por favor?
—Claro, um momento —respondi, levantando com um sorriso pra ir buscar. Voltei com um cobertor grande e estendi ele sobre nós. Ela se aninhou ainda mais perto enquanto eu a envolvia com o cobertor.
—Ah, isso sim está melhor! — disse ela, sorrindo e se recostando em mim.
—Fico feliz que você esteja mais à vontade. Mas, do jeito que a gente tá colado, dava pra esquentar um pouco sem o cobertor — brinquei, ajeitando a manta pra que os dois ficassem bem cobertos. Ela riu e se aproximou um pouco mais, o rosto dela quase roçando o meu.
—Sério? Então parece que a coberta é pequena pra nós. Talvez a gente devesse achar uma solução mais... ajustada —disse com um sorriso safado, enquanto a mão dela roçava meu lado.
—Bom, se continuar assim, vai ser um bom treino manter o ritmo —respondi, notando como a proximidade dela ficava mais evidente. Ela riu baixinho, se aproximando ainda mais.
—Sei lá, com esse cobertor e essa companhia, acho que não preciso de muito exercício pra me sentir bem — comentou, com um tom brincalhão.
—Sim, parece que esta noite estamos pegando a melhor parte da companhia e do cobertor —falei, sorrindo enquanto me aconchegava mais perto. Enquanto o filme passava, percebi que minha mãe, toda aconchegada do meu lado debaixo da coberta, começou a se mexer de um jeito que a mão dela roçava na minha virilha. Mesmo sabendo exatamente o que tava rolando, resolvi entrar na brincadeira e fingir que não tava percebendo nada.
—Parece que o cobertor encolheu um pouco —comentei com um sorriso safado, percebendo que a mão dela ainda estava em contato.
Ela sorriu, erguendo o olhar para mim enquanto a mão dela continuava no lugar. O jeito que ela se mexia fazia o toque dela ficar cada vez mais presente.
—Sim, parece que ajustou um pouco. Tava tentando achar uma posição confortável. Mas, já que você falou nisso, parece que o cobertor tem uma camada extra de... calor — ela disse, com um tom insinuante e uma risadinha leve.
Seus movimentos eram constantes e, a cada ajuste, o contato ficava mais evidente. Eu sentia como a mão dele se mexia levemente, e minha reação era inevitável, fazendo a situação ficar ainda mais palpável.
—Bom, se o cobertor tá tão apertado, talvez a gente devesse malhar mais pra ficar em forma e não depender tanto dele —brinquei, tentando aliviar o clima enquanto sentia o efeito dos movimentos dela.
Ela riu, sem tirar a mão e deixando ela no lugar, o que fazia o contato parecer ainda mais intenso.
—Isso soa bem. Mas, com esse cobertor e essa companhia, não tenho tanta certeza se preciso de muito mais exercício — comentou, mantendo a mão em contato e me olhando com um sorriso safado.
A tensão no ar era palpável e meu corpo respondia à proximidade e à insinuação.—Com certeza, o calor extra e a companhia tão funcionando muito bem —respondi, com um sorriso enquanto notava como a mão dela continuava no lugar, fazendo cada movimento ficar ainda mais intenso.
Ela, com um sorriso safado, continuava passando a mão de propósito na minha virilha. Resolvi entrar na brincadeira e coloquei minha mão debaixo do cobertor, começando a acariciar devagar a buceta dela.
Notei que o corpo dela reagia na hora ao meu toque, e a tensão no ar ficava palpável. Ela mantinha a mão na minha virilha, os movimentos dela eram deliberados e suaves, o que fazia cada contato parecer mais intenso.
Ela se inclinou na minha direção, aproximando o rosto do meu e deixando os lábios roçarem de leve na minha bochecha enquanto falava. Os olhos dela brilhavam com uma mistura de diversão e desejo enquanto dizia:
—É, parece que o cobertor e o calor extra tão fazendo o trabalho deles. Mas, com essa proximidade, talvez nem precise tanto de agasalho. —A mão dele continuava se movendo com uma intenção sutil, deixando a sensação ainda mais intensa.
Minha mão desceu por baixo do cobertor, continuando a explorar, tocando a buceta dela com delicadeza e sentindo como o corpo dela respondia a cada movimento. Ela soltou um suspiro baixinho, a respiração ficando mais pesada enquanto os movimentos dela ficavam mais evidentes.
— Sabe, não esperava que a noite ficasse tão... interessante — comentei, enquanto mantinha minha mão em contato com a buceta dela, sentindo a pele quentinha sob meus dedos.
Ela sorriu e ajustou a posição para se aproximar ainda mais. A mão dela, ainda na minha virilha, mexia os dedos com uma leve pressão, o que fazia o atrito entre nós ficar ainda mais intenso.
—Bom, quando o clima fica assim... quente, a gente tem que aproveitar —ela disse com um tom brincalhão, a voz baixa e cheia de insinuação.
—Concordo totalmente. Mas parece que o cobertor já tá cumprindo o papel —respondi, com uma risadinha enquanto continuava tocando ela.
Os minutos passavam e a situação ficava cada vez mais pesada, com cada toque e cada olhar intensificando o momento. O cobertor tinha virado o único limite entre a gente, e a tensão no ar era quase palpável.
Enquanto a gente tava no sofá, o clima ficava cada vez mais pesado de tesão. O filme na tela era só barulho de fundo, e a tensão entre nós só aumentava. A luz fraca do quarto mal iluminava nossos corpos debaixo do cobertor.
Ela passava a mão de brincadeira sobre minha virilha, e eu respondia tocando a virilha dela debaixo do cobertor. A umidade começava a se acumular e ficava evidente. Ela se inclinou para mim, com a respiração quente no meu ouvido, e sussurrou com uma voz carregada de desejo:
—Você quer mais? Por que não enfia os dedos e explora um pouco?
Sem pensar, deslizei minha mão por baixo do cobertor e a levei até a calcinha preta de renda dela. Enfiei meus dedos por baixo do tecido, tocando diretamente a pele quente e molhada dela. A textura da renda se amassava entre meus dedos, e a umidade era imediata.
Ela se arrepiou e gemeu baixinho:
—Mmm, que gostoso tá... continua assim, papai. Me toca mais, por favor.
Meus dedos continuavam explorando a buceta dela, se movendo com cuidado sobre a pele molhada. Cada toque fazia ela se mexer e gemer com mais intensidade:
—Sim, assim... mais fundo. Que delícia, papai.
Ela jogou o cobertor pra longe, deixando a gente completamente exposto. Minha mão continuava se movendo por dentro da calcinha dela, tocando e sentindo como ela reagia a cada carícia. A pele dela tava quente e molhada, e o clima tava carregado de tesão.
O filme continuava na tela, mas já não importava mais. A verdadeira conexão estava no contato físico entre nós. Cada toque e cada movimento pareciam profundamente significativos enquanto nos entregávamos a essa proximidade carregada de desejo.
Decidi que era hora de deixar ela assumir o controle. Me inclinei na direção dela, com a respiração ofegante e um tom cheio de expectativa:
—É sua vez, mamãe. Quero sentir suas mãos em mim.
Ela sorriu com malícia e desejo, entendendo na hora o que eu pedia. As mãos dela foram direto pra minha virilha. Percebeu que eu tava de shorts, e sem hesitar, puxou eles pra baixo rapidinho, me deixando completamente exposto.
Ela envolveu a mão no meu pau com uma firmeza precisa, subindo e descendo com uma pressão perfeita que me fez gemer de prazer. Cada carícia era uma promessa de mais, e eu não consegui evitar soltar gemidos profundos.
—Mmm, isso é incrível —falei com a voz trêmula—. Tô quase gozando...
Ela me olhou com um sorriso safado, os olhos brilhando de desejo. Sem parar o movimento da mão, se inclinou pra mim e, sem aviso, enfiou meu pau na boca dela. Os lábios se encaixaram perfeitamente, e ela começou a chupar com uma habilidade de dar inveja.
— Cê gosta assim, amor? — ela sussurrou em volta do meu pau, a voz vibrando e dando uma nova camada de tesão —. Deixa eu sentir tudo que você tem pra me dar.
A sensação foi avassaladora. A boca dela era quente e molhada, e o ritmo constante da sucção aumentava o prazer a cada momento. A língua dela começou a lamber, alternando entre chupar com força e mexer a língua com uma suavidade deliciosa.
Ela acelerou o ritmo, movendo a cabeça pra cima e pra baixo com uma mistura de firmeza e delicadeza. Cada vez que os lábios dela deslizavam pra baixo, o prazer explodia. Gemidos escapavam dos meus lábios, e minha respiração ficava cada vez mais descontrolada.
—Mmm, isso tá uma delícia —murmurou ela com a voz cheia de satisfação—. Adoro como você se sente na minha boca. Não consigo me cansar disso.
O prazer se acumulava rapidinho, e o clímax tava logo ali na esquina. Ela continuava chupando com habilidade, a boca dela se movendo num ritmo que me levava à beira do êxtase. Cada movimento da boca e da língua dela fazia o prazer ficar ainda mais intenso.
—Mmm, não aguento mais —falei, minha voz cheia de tesão—. Tô quase lá...Ela respondeu com um gemido de prazer, a boca trabalhando com ainda mais intensidade. Os lábios e a língua dela se moviam com uma maestria que me levou ao auge do prazer. O orgasmo veio com uma força avassaladora, e ela continuou chupando enquanto o prazer transbordava. Os gemidos escapavam dos meus lábios com uma intensidade que fazia meu corpo tremer.
—Ahh, mamãe, é incrível! —exclamei, minha voz tremendo—. Não acredito como é gostoso...
Ela continuou chupando até que o último momento de prazer se dissipou. Finalmente, quando o clímax passou, ela se deitou ao meu lado, satisfeita. A respiração dela estava calma e o rosto mostrava uma expressão de contentamento e satisfação.
—Isso foi... maravilhoso —falei, minha voz ainda tremendo com a intensidade do momento—. Nunca tinha sentido algo assim.
— Precisa de alguma coisa? — perguntou, com um tom casual, mas o sorriso no rosto dizia que sabia exatamente o que estava fazendo.
—Não, tô bem aqui. Só curtindo a vista —respondi, tentando não parecer muito interessado. Ela riu, balançando a toalha com um toque brincalhão.
—Ah, é? Bom, se quiser mais alguma coisa, é só gritar — disse ela, piscando um olho pra mim antes de voltar pro quarto dela.
Depois que minha mãe foi pro quarto dela, tomei um banho rápido e vesti um shorts de esporte. Saí do banho, ainda meio molhado, e comecei a andar pela casa. Vi minha mãe saindo do quarto dela. Dessa vez ela tava usando uma camiseta comprida que quase chegava nos joelhos, e percebi que não tava de short, então imaginei que só tava de calcinha por baixo. A camiseta balançava de um jeito relaxado, e não pude deixar de reparar como ela marcava o corpo dela. Ela me olhou com um sorriso safado ao me ver todo molhado e de shorts.
—E aí, o que tu tá fazendo, andando por aí como se tivesse na praia? —perguntou, com um tom brincalhão.
—Pensei em seguir teu exemplo. Mas, vejo que mudou o visual. Agora é a rainha das camisetas compridas e calcinhas —falei, com um sorriso safado enquanto olhava pra ela. Ela riu, balançando a camiseta de um jeito despretensioso.
—Ah, é? Bom, depois do seu desfile de shorts molhados, achei que devia mostrar minha versão confortável. Gostou? — perguntou, com um sorriso provocante enquanto ajustava a camiseta.
—Com certeza. Mas, com essa camiseta comprida, não consigo evitar de me perguntar se você esqueceu o short ou se só queria dar uma exibida — brinquei, notando que a camiseta se mexia e deixava entrever que ela não tava usando nada por baixo. —Ei, será que tu só tá de calcinha por baixo dessa camiseta? — perguntei, com um sorriso safado. Ela riu, levantando uma sobrancelha com safadeza.
—Então cê tá curioso, é? —ela disse, com um tom brincalhão.
Sem esperar resposta, ela levantou um pouco a camiseta pra me mostrar o que tava por baixo. A calcinha era preta e de renda, bem visível com aquele levantar leve da camiseta.
Fiquei surpreso com o detalhe e a ousadia. Ela riu ao ver minha reação.
—Te surpreendeu? —perguntou, com um sorriso safado e um brilho nos olhos.
—Com certeza. Não esperava por uma surpresa dessas —respondi, com uma mistura de espanto e diversão. Ela abaixou a camiseta com um gesto brincalhão e se aproximou um pouco mais.
—Bom, se a gente vai continuar com esses passeios em casa, parece que vamos ter que ficar em forma pra manter o ritmo — comentou, com um toque de insinuação.
—É, parece que sim. Embora, com essas surpresas, talvez o treino fique ainda mais interessante —respondi, sorrindo enquanto notava como a tensão entre nós continuava crescendo. Depois da surpresa, sugeri a ela ver um filme. A gente se acomodou no sofá; ela se deitou em cima de mim e eu percebi que não tava usando nada por baixo da camiseta comprida. —Que tal a gente ver um filme? —sugeri, enquanto ela se aninhava do meu lado.
—Pra mim tá perfeito —respondeu, sorrindo e se apoiando em mim.
Começamos a ver o filme, e enquanto assistia, não pude deixar de notar o quanto ela estava confortável. —É meio previsível, cê não acha? — comentei.
—Sim, mas pelo menos estou em boa companhia —respondeu ela, enquanto a mão dela roçava minha perna de forma casual.
Enquanto a gente se abraçava no sofá baixo, ela se aninhou mais perto e disse:
—Tô com um pouco de frio. Dá pra pegar um cobertor, por favor?
—Claro, um momento —respondi, levantando com um sorriso pra ir buscar. Voltei com um cobertor grande e estendi ele sobre nós. Ela se aninhou ainda mais perto enquanto eu a envolvia com o cobertor.
—Ah, isso sim está melhor! — disse ela, sorrindo e se recostando em mim.
—Fico feliz que você esteja mais à vontade. Mas, do jeito que a gente tá colado, dava pra esquentar um pouco sem o cobertor — brinquei, ajeitando a manta pra que os dois ficassem bem cobertos. Ela riu e se aproximou um pouco mais, o rosto dela quase roçando o meu.
—Sério? Então parece que a coberta é pequena pra nós. Talvez a gente devesse achar uma solução mais... ajustada —disse com um sorriso safado, enquanto a mão dela roçava meu lado.
—Bom, se continuar assim, vai ser um bom treino manter o ritmo —respondi, notando como a proximidade dela ficava mais evidente. Ela riu baixinho, se aproximando ainda mais.
—Sei lá, com esse cobertor e essa companhia, acho que não preciso de muito exercício pra me sentir bem — comentou, com um tom brincalhão.
—Sim, parece que esta noite estamos pegando a melhor parte da companhia e do cobertor —falei, sorrindo enquanto me aconchegava mais perto. Enquanto o filme passava, percebi que minha mãe, toda aconchegada do meu lado debaixo da coberta, começou a se mexer de um jeito que a mão dela roçava na minha virilha. Mesmo sabendo exatamente o que tava rolando, resolvi entrar na brincadeira e fingir que não tava percebendo nada.
—Parece que o cobertor encolheu um pouco —comentei com um sorriso safado, percebendo que a mão dela ainda estava em contato.
Ela sorriu, erguendo o olhar para mim enquanto a mão dela continuava no lugar. O jeito que ela se mexia fazia o toque dela ficar cada vez mais presente.
—Sim, parece que ajustou um pouco. Tava tentando achar uma posição confortável. Mas, já que você falou nisso, parece que o cobertor tem uma camada extra de... calor — ela disse, com um tom insinuante e uma risadinha leve.
Seus movimentos eram constantes e, a cada ajuste, o contato ficava mais evidente. Eu sentia como a mão dele se mexia levemente, e minha reação era inevitável, fazendo a situação ficar ainda mais palpável.
—Bom, se o cobertor tá tão apertado, talvez a gente devesse malhar mais pra ficar em forma e não depender tanto dele —brinquei, tentando aliviar o clima enquanto sentia o efeito dos movimentos dela.
Ela riu, sem tirar a mão e deixando ela no lugar, o que fazia o contato parecer ainda mais intenso.
—Isso soa bem. Mas, com esse cobertor e essa companhia, não tenho tanta certeza se preciso de muito mais exercício — comentou, mantendo a mão em contato e me olhando com um sorriso safado.
A tensão no ar era palpável e meu corpo respondia à proximidade e à insinuação.—Com certeza, o calor extra e a companhia tão funcionando muito bem —respondi, com um sorriso enquanto notava como a mão dela continuava no lugar, fazendo cada movimento ficar ainda mais intenso.
Ela, com um sorriso safado, continuava passando a mão de propósito na minha virilha. Resolvi entrar na brincadeira e coloquei minha mão debaixo do cobertor, começando a acariciar devagar a buceta dela.
Notei que o corpo dela reagia na hora ao meu toque, e a tensão no ar ficava palpável. Ela mantinha a mão na minha virilha, os movimentos dela eram deliberados e suaves, o que fazia cada contato parecer mais intenso.
Ela se inclinou na minha direção, aproximando o rosto do meu e deixando os lábios roçarem de leve na minha bochecha enquanto falava. Os olhos dela brilhavam com uma mistura de diversão e desejo enquanto dizia:
—É, parece que o cobertor e o calor extra tão fazendo o trabalho deles. Mas, com essa proximidade, talvez nem precise tanto de agasalho. —A mão dele continuava se movendo com uma intenção sutil, deixando a sensação ainda mais intensa.
Minha mão desceu por baixo do cobertor, continuando a explorar, tocando a buceta dela com delicadeza e sentindo como o corpo dela respondia a cada movimento. Ela soltou um suspiro baixinho, a respiração ficando mais pesada enquanto os movimentos dela ficavam mais evidentes.
— Sabe, não esperava que a noite ficasse tão... interessante — comentei, enquanto mantinha minha mão em contato com a buceta dela, sentindo a pele quentinha sob meus dedos.
Ela sorriu e ajustou a posição para se aproximar ainda mais. A mão dela, ainda na minha virilha, mexia os dedos com uma leve pressão, o que fazia o atrito entre nós ficar ainda mais intenso.
—Bom, quando o clima fica assim... quente, a gente tem que aproveitar —ela disse com um tom brincalhão, a voz baixa e cheia de insinuação.
—Concordo totalmente. Mas parece que o cobertor já tá cumprindo o papel —respondi, com uma risadinha enquanto continuava tocando ela.
Os minutos passavam e a situação ficava cada vez mais pesada, com cada toque e cada olhar intensificando o momento. O cobertor tinha virado o único limite entre a gente, e a tensão no ar era quase palpável.
Enquanto a gente tava no sofá, o clima ficava cada vez mais pesado de tesão. O filme na tela era só barulho de fundo, e a tensão entre nós só aumentava. A luz fraca do quarto mal iluminava nossos corpos debaixo do cobertor.
Ela passava a mão de brincadeira sobre minha virilha, e eu respondia tocando a virilha dela debaixo do cobertor. A umidade começava a se acumular e ficava evidente. Ela se inclinou para mim, com a respiração quente no meu ouvido, e sussurrou com uma voz carregada de desejo:
—Você quer mais? Por que não enfia os dedos e explora um pouco?
Sem pensar, deslizei minha mão por baixo do cobertor e a levei até a calcinha preta de renda dela. Enfiei meus dedos por baixo do tecido, tocando diretamente a pele quente e molhada dela. A textura da renda se amassava entre meus dedos, e a umidade era imediata.
Ela se arrepiou e gemeu baixinho:
—Mmm, que gostoso tá... continua assim, papai. Me toca mais, por favor.
Meus dedos continuavam explorando a buceta dela, se movendo com cuidado sobre a pele molhada. Cada toque fazia ela se mexer e gemer com mais intensidade:
—Sim, assim... mais fundo. Que delícia, papai.
Ela jogou o cobertor pra longe, deixando a gente completamente exposto. Minha mão continuava se movendo por dentro da calcinha dela, tocando e sentindo como ela reagia a cada carícia. A pele dela tava quente e molhada, e o clima tava carregado de tesão.
O filme continuava na tela, mas já não importava mais. A verdadeira conexão estava no contato físico entre nós. Cada toque e cada movimento pareciam profundamente significativos enquanto nos entregávamos a essa proximidade carregada de desejo.
Decidi que era hora de deixar ela assumir o controle. Me inclinei na direção dela, com a respiração ofegante e um tom cheio de expectativa:
—É sua vez, mamãe. Quero sentir suas mãos em mim.
Ela sorriu com malícia e desejo, entendendo na hora o que eu pedia. As mãos dela foram direto pra minha virilha. Percebeu que eu tava de shorts, e sem hesitar, puxou eles pra baixo rapidinho, me deixando completamente exposto.
Ela envolveu a mão no meu pau com uma firmeza precisa, subindo e descendo com uma pressão perfeita que me fez gemer de prazer. Cada carícia era uma promessa de mais, e eu não consegui evitar soltar gemidos profundos.
—Mmm, isso é incrível —falei com a voz trêmula—. Tô quase gozando...
Ela me olhou com um sorriso safado, os olhos brilhando de desejo. Sem parar o movimento da mão, se inclinou pra mim e, sem aviso, enfiou meu pau na boca dela. Os lábios se encaixaram perfeitamente, e ela começou a chupar com uma habilidade de dar inveja.
— Cê gosta assim, amor? — ela sussurrou em volta do meu pau, a voz vibrando e dando uma nova camada de tesão —. Deixa eu sentir tudo que você tem pra me dar.
A sensação foi avassaladora. A boca dela era quente e molhada, e o ritmo constante da sucção aumentava o prazer a cada momento. A língua dela começou a lamber, alternando entre chupar com força e mexer a língua com uma suavidade deliciosa.
Ela acelerou o ritmo, movendo a cabeça pra cima e pra baixo com uma mistura de firmeza e delicadeza. Cada vez que os lábios dela deslizavam pra baixo, o prazer explodia. Gemidos escapavam dos meus lábios, e minha respiração ficava cada vez mais descontrolada.
—Mmm, isso tá uma delícia —murmurou ela com a voz cheia de satisfação—. Adoro como você se sente na minha boca. Não consigo me cansar disso.
O prazer se acumulava rapidinho, e o clímax tava logo ali na esquina. Ela continuava chupando com habilidade, a boca dela se movendo num ritmo que me levava à beira do êxtase. Cada movimento da boca e da língua dela fazia o prazer ficar ainda mais intenso.
—Mmm, não aguento mais —falei, minha voz cheia de tesão—. Tô quase lá...Ela respondeu com um gemido de prazer, a boca trabalhando com ainda mais intensidade. Os lábios e a língua dela se moviam com uma maestria que me levou ao auge do prazer. O orgasmo veio com uma força avassaladora, e ela continuou chupando enquanto o prazer transbordava. Os gemidos escapavam dos meus lábios com uma intensidade que fazia meu corpo tremer.
—Ahh, mamãe, é incrível! —exclamei, minha voz tremendo—. Não acredito como é gostoso...
Ela continuou chupando até que o último momento de prazer se dissipou. Finalmente, quando o clímax passou, ela se deitou ao meu lado, satisfeita. A respiração dela estava calma e o rosto mostrava uma expressão de contentamento e satisfação.
—Isso foi... maravilhoso —falei, minha voz ainda tremendo com a intensidade do momento—. Nunca tinha sentido algo assim.
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