A buceta da minha sogra, nunca pensei que uma mulher de 65 anos pudesse ter uma buceta que me deixasse louco. É simplesmente perfeita, adoro bocetas que têm os lábios internos grandes e, no caso da minha sogra, os lábios são perfeitos, saem da frestinha dela só o suficiente pra brincar com eles com a língua. Se não fosse pela idade, você pensaria que está chupando a buceta de uma novinha. Ela fica bem molhadinha e tem um gosto divino. E se posso falar do clitóris dela, é gostoso e só de passar a língua duas vezes já fica duro, e de novo com um tamanho ótimo pra brincar com ele. Depois, não sei se por causa da idade ou o que, mas ela não tem mais pelos, é toda lisinha e não tem sinal de que nasça pelo algum. Então, pra mim, é uma buceta perfeita. Bom, depois de me alongar sobre a boceta que a minha sogra tem, vou contar minha experiência de ontem à noite. Eu estava no meu quarto vendo um filme e minha mulher já estava dormindo do lado, era umas 12 da noite e minha sogra passou indo pro banheiro e olhou pra dentro do meu quarto, não disse nada, mas na volta me perguntou: — Não consegue dormir? — Não, sogrinha, tô vendo um filme mas não tô com sono. — Então, se você está entediado, pode vir me visitar um pouco e a gente vê algo junto. — Valeu, talvez eu apareça. Ela me deu uma piscada e só saíram duas palavras dos lábios dela: — Te espero... Não consigo descrever em palavras aquela imagem, ela com uns shorts curtos e uma regata que marcava os peitos caídos pela idade mas ainda firmes. Umas pernas finas mas que não são nada mal. Ela só levantou um pouco a regata enquanto falava, não vi nada além da barriga dela, mas entre isso e a cara que ela fez mordendo um pouco o lábio de cima, foi o suficiente pra me deixar doido. Mesmo assim, esperei um pouco enquanto fumava um cigarro e continuava vendo o filme, não queria ir na hora, não queria que ela percebesse minha ansiedade pra ir. A verdade é que eu não tinha planos de fazer nada naquela noite e Fiquei surpreso com a situação e o comportamento da minha sogra, porque ela nunca tinha agido assim. Devem ter se passado uns 15 ou 20 minutos desde que recebi a oferta, levantei da cama e fui na ponta dos pés até o quarto dela. Abri a porta e entrei na hora; ela estava deitada, assistindo ao mesmo filme que eu. — Também entediada, sogrinha? — Pra ser sincera, sim. Só passa esse filme e não é lá essas coisas. — Sogrinha, que tal a gente se distrair um pouco? — Foi exatamente o que eu te propus. Ela se apoiou de quatro na cama e, como uma gata, começou a vir na minha direção, abaixou minha cueca e meu pau duro apareceu. — Nossa, que surpresa. Parece que tem vontade de ação por aqui. — Pode crer, faz dias que ninguém brinca com ele. Ela sorriu pra mim e na mesma hora colocou a mão na massa, me fazendo um boquete. Ela tem um ritmo quente pra caralho, entra até a metade umas duas vezes e depois engole até o fundo, mantendo a cabeça toda dentro da garganta. E não sei vocês, mas se você fica um tempão recebendo um boquete desse, não demora pra gozar. E foi o que eu fiz: descarreguei todo o meu esperma dentro da boca e da garganta dela. Enquanto isso, ela continuava com a técnica, fazendo você esvaziar tudo que tem dentro dela. Limpou com a língua cada canto do meu pau. Olhei pro rosto dela e vi o orgulho que ela tava de ter conseguido fazer um boquete daquele nível; ela me olhava buscando minha aprovação por um trabalho bem feito. A cara dela, marcada pela idade mas bem cuidada, enquanto meu pau entrava e saía da boca dela e deixava os restos que sobravam na língua dela, era uma imagem extremamente quente. — Sogrinha, agora é minha vez. Só vira e me deixa fazer minha parte. Ela se posicionou de quatro com os joelhos bem na beirada da cama, e eu me ajoelhei, deixando a buceta dela bem na minha frente. A verdade é que a baixa estatura dela jogava a meu favor, porque eu tinha a medida perfeita pra ficar confortável enquanto fazia meu trabalho. Comecei bem devagar, brincando com seus lábios, metendo minha língua dentro dela a cada duas ou três lambidas, ela começou a gemer bem baixinho e isso me deixou a mil. Lambi a buceta dela com toda a vontade que eu tinha, sentia o suco dela escorrendo pelos meus lábios e, aos poucos, notei que as pernas dela iam ficando tensas, sinal de que o clímax estava perto. Aumentei o ritmo e foquei no clitóris dela pra fazer o orgasmo ser mais forte. Quando senti que ela estava prestes a explodir, comi a buceta toda com a boca, abrindo as nádegas dela com as mãos, o que fazia a buceta dela se abrir também. E ela explodiu, começou a gozar e inundou minha boca com o suco dela enquanto gemia mordendo o travesseiro, tentando abafar os gemidos pra não acordar ninguém. Quando terminou, ela se jogou pra frente, deitando de bruços na cama. Eu fiquei de pé com a pica toda dura, e a imagem só me levou a uma conclusão. Deitei sobre ela, deixando as pernas dela entre as minhas, e coloquei a pica entre as nádegas dela, usando elas pra simular uma siririca, já que tava todo molhado com os sucos que ainda escorriam de dentro dela. Meti a pica dentro da buceta dela umas duas vezes, e ela conseguiu abafar os gemidos no travesseiro. Depois que a pica ficou bem molhada, coloquei no cu dela, empurrando só o suficiente pra cabeça entrar. Ela só arqueou as costas pra levantar a bunda na medida certa pra eu continuar empurrando, e foi o que fiz. Comecei a foder o cu dela enquanto abria as nádegas com as mãos, empurrava até meter a pica toda dentro do cu dela. E como já tava no embalo, comecei a foder o cu dela com tudo, ela enterrou a cara no travesseiro abafando os gemidos, e eu aproveitava pra meter a pica com mais força dentro dela. Não demorei muito pra gozar, porque o cu dela é bem apertado e aperta minha pica com muita força. Quando gozei, meti a pica o mais fundo que pude e descarreguei o pouco que restava o mais profundo que consegui chegar. Totalmente exausto, deitei do lado dela. Quando ela se recuperou, pegou um pacote de lenços umedecidos na mesinha e limpou toda a área. Depois saiu e foi de novo ao banheiro se limpar. Quando voltou, disse:
— Acho que agora não vou ter mais dificuldade pra dormir.
— Acredite, eu também não, sogrinha. Você me deixou seco.
— Era a intenção. Missão cumprida.
Levantei e fui pro meu quarto, enquanto ela ficava na cama ainda com cara de êxtase. Me deitei e não demorou muito pra eu ouvir uns ronquinhos saindo do quarto dela. Enquanto eu fumava outro cigarro, minha mulher acordou e se virou.
— Amor, não consegue dormir?
— Não, querida, verdade, tô exausto. Vou terminar o cigarro e dormir.
— Boa noite, amor.
— Boa noite.
Terminei o cigarro e fui dormir. Descansei pra caralho e dormi super tranquilo. Tudo graças à buceta da minha sogra.
A foto não é original. Só me lembrou o que eu vi.
— Acho que agora não vou ter mais dificuldade pra dormir.
— Acredite, eu também não, sogrinha. Você me deixou seco.
— Era a intenção. Missão cumprida.
Levantei e fui pro meu quarto, enquanto ela ficava na cama ainda com cara de êxtase. Me deitei e não demorou muito pra eu ouvir uns ronquinhos saindo do quarto dela. Enquanto eu fumava outro cigarro, minha mulher acordou e se virou.
— Amor, não consegue dormir?
— Não, querida, verdade, tô exausto. Vou terminar o cigarro e dormir.
— Boa noite, amor.
— Boa noite.
Terminei o cigarro e fui dormir. Descansei pra caralho e dormi super tranquilo. Tudo graças à buceta da minha sogra.
A foto não é original. Só me lembrou o que eu vi.
2 comentários - A buceta da minha sogra