La novia de mi mejor amigo

— Essa é a Tamara — disse nosso melhor amigo na saída da escola.
Não tinha mais que um metro e sessenta, baixinha, do jeito que eu gosto. Ainda por cima, pra cumprimentar a gente, ficava na ponta dos pés. Óbvio que eu olhei a rabeta dela. Uma calça jeans apertada, bem empinadinha apontando pra onde eu tava.

O pouco que sabíamos dela era o que nosso amigo contava. Se conheceram uns meses atrás e, de encontro em encontro, primeiro beijo, forte, de língua, ele decidiu ir pra cima e pediu ela em namoro. Meio apressado, na minha opinião, mas se ele tava feliz, melhor assim.

Tamara tinha uma desvantagem, que depois eu descobri que não era bem assim. Na real, era só o que ela mostrava nas redes e com as amigas, porque no fim ela era bem puta, filha da puta. Mas vamos com calma.

Terminou de cumprimentar a gente e a camiseta branca marcava o sutiã cor da pele. Ela tinha uns peitões bons. Pequenos, de amassar, ideais pra ela montar na sua pica e você poder agarrar com as mãos. Chupar, morder, bater nos bicos.

— Que vergonha, gente, sou a única mulher. Tô cercada por vocês todos!

E na minha mente, eu imaginei a gente todo de pau duro, tipo caçadores com a presa já capturada. Ela de joelhos, com as mãos esticadas tentando pegar o máximo de picas possível, e o resto batendo na cara dela, e a minha na boca.

Mas era a namorada do meu amigo.

— Tem que apresentar alguma amiga pra gente. Olha que nós tudo solteiro!

— É que minhas amigas são muito sem graça, igual eu. Às vezes não querem sair tanto, preferem conhecer garotos da nossa escola. Mas acho que com essa viagem pra BRC elas vão mudar de ideia.

Tamara estudava em outra escola. Ela também ia pra BRC igual a gente, mas em outra data.

Eu sabia que meu amigo ia se empolgar. Esse era o ponto fraco dele, ele gostava, igual a mim, muito, muito de mulher. Éramos dois tarados, por isso nos complementávamos tão bem.

— Beleza, gente, a gente vai — disse meu amigo.

Não tinham Já fazia cinco minutos que ela tinha chegado e a tal da gauchinha foi lá e deu um beijo na gente de novo, um em cada um.
Eu sabia que se eu fosse na manha, ela cairia aos meus pés. Pelo menos um boquete, uma rapidinha, alguma coisa. Mesmo que fosse uma vez só, queria comer ela. Precisava daquilo e ia fazer de tudo pra conseguir.

Quando ela me cumprimentou, rocei os peitos dela no meu peito e segurei ela na cintura pra durar um segundo a mais. Ela fingiu que não era nada, deixou.

Na hora de ir embora, fiquei de olho na bunda toda dela, e não sei se foi minha imaginação ou se ela fez de propósito, mas ela levantou o moletom e ajeitou a calça na cintura, deixando ver só um pedacinho da tirinha preta da calcinha fio dental.

Naquela noite, quando fui deitar, percebi que ela tinha começado a me seguir no Instagram. Quando será que ela ia me adicionar nos melhores amigos?
Segui de volta e fui ver a única publicação dela, ela na serra. Já imaginava ela na cama, de fio dental e camiseta largona, se tocando devagar.

Queria comer a namorada do meu melhor amigo, e o mais rápido possível.

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Voltei pra ficar, vêm relatos de todo tipo por aí
Valeu

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