Minha namorada trocou de cama e pagou o preço II

Bom, como contei na primeira parte, foi uma confusão terrível. O que não posso negar é o prazer inexplicável que senti e o tesão que foi crescendo em mim nos dias seguintes, me dando umas ereções e um estado de êxtase. Ao mesmo tempo, sofri um assédio constante das minhas irmãs, que me mandavam pelo menos cinco mensagens por dia, sempre no horário em que eu estava em casa, o que me deixava muito nervoso por causa da minha namorada.

As mensagens eram imagens do corpo delas — sem dúvida, uma tirava da outra, porque posavam de formas muito eróticas, algumas em lugares públicos e outras com brinquedos sexuais. Depois de alguns dias, notei que numa das fotos estavam as duas juntas, o que significava que tinha outro participante. Não imaginei que fosse meu pai; achei que poderia ser alguma amiga delas. Mas, para minha surpresa, e como havíamos combinado com elas, pela pressão que faziam, que eu iria no fim de semana visitá-las, alguns dias antes minha mãe me mandou mensagem perguntando a que horas eu chegaria.

Primeiro, como eu não tinha combinado nada com ela e supostamente era um segredo entre nós três, e que ela tinha participado das fotos, isso aumentou meu tesão pra caralho. Mas percebi que podia mudar a história em 180 graus. Optei por mandar uma mensagem pra minha mãe dizendo que chegaria no último ônibus da noite e que, por favor, me esperasse no terminal. No entanto, fui com meu carro, chegando umas horas antes. Eu sabia que minha mãe, enquanto esperava, provavelmente ia tomar umas cervejinhas sozinha. Cheguei em casa um tempo antes, com horas de diferença, e, para surpresa, meu pai estava em casa. Levei de presente umas garrafas de uísque irlandês, que era o ponto fraco dele. Sabia que ele cairia na tentação e não demoraria um segundo pra beber. E foi exatamente o que aconteceu: meu pai tomou uma garrafa de uísque praticamente em uma hora, o que o deixou... Inconsciente naquele momento, mandei uma mensagem pra minha mãe, falei que tinha mudado o meio que eu usei pra chegar e que não consegui avisar, pedi pra ela contar pras minhas irmãs que no outro dia a gente ia se ver e que eu tava esperando em casa. Também contei que tinha tirado meu pai do meio da rua, ele tava pedindo uísque, muito bêbado e praticamente inconsciente, que eu tinha subido ele pro quarto e deixado ele dormindo. Mas percebi que ele tava tão fora de si que me confundia com ela, eu, o próprio filho. Falei que supunha que a bebida tinha deixado ele excitado. Depois, contei pra minha mãe que tinha reservado um quarto num hotel da cidade, bem perto. Ela disse que eu podia ficar em casa, mas eu falei que com meu pai naquele estado preferia dormir no hotel. O procedimento foi simples: deixei meu pai no quarto de hóspedes e eu me deitei no quarto dele. Enquanto a gente conversava antes de ele ficar bêbado, fui levando a conversa pra ele falar certas palavras ou frases, lembrando de filmes ou situações, e gravei tudo no meu celular. Quando ouvi minha mãe chegando, escutei os passos na escada subindo devagar, com aquele pisar e aquela cadência no quadril que faziam ela parecer uma gata. Instantaneamente, meu pau ficou duro que nem o Leviatã. Me cobri inteiro e a única coisa que deixei pra fora do cobertor foi meu pau monstruoso, ou como minha mãe chama, o monstro, a poronga. Quando ela foi se aproximando do quarto, usei as gravações com a voz do meu pai e falei pra ela não acender a luz, que eu tinha bebido um pouco e tava muito, mas muito tarado, que entrasse com todas as luzes apagadas, tirasse a calcinha e, simplesmente, sem palavras nem carinho, enfiasse toda a pica no fundo da buceta. Queria comer ela como uma piranha, sem fazer amor. Parece que a situação excitou minha mãe, porque do corredor ela ficava falando "buceta, quanto tempo que não... Te escuto falar tão lindo pra mim, vai me arrebentar toda. Usa a palavra: pussy. E eu repetia: sim, sim, com a barriga. Senti. Senti abrir, ouvi o som de um zíper descendo, de uns sapatos batendo no chão, dava pra ver que eram saltos, e senti o peso da minha mãe subindo na cama quando ela agarrou pelo tronco o meu querido amigo. A pergunta foi: "O que você tomou hoje, pussy? Parece um monstro, parece que tá bem maior, mas não importa o que você tomou, com essa cock hoje eu faço valer o ano inteiro." Sem dizer uma palavra, minha mãe começou a roçar a cabeça da minha v**** em todos os clitóris dela e em toda a racha dela, que ia do c*** até os escritores, e ficava repetindo que nunca tinha sentido ele assim, mas que ia aproveitar. Ela foi enfiando devagar, primeiro entre gemidos, e depois ficou desesperada, repetindo sem parar que ele estava partindo a pussy, que nunca tinha sentido ele assim, que sentia que estava se rasgando por dentro. Ela dizia: "Tá duplicando o buraco da pussy, nunca me esticou tanto a pussy, acho que não senti ela tão esticada nem nos partos dos nossos filhos." Posso garantir: que putaria terrível, nunca imaginei que minha mãe, aquela pessoa que me criou, que me deu a vida, pudesse ser tão degenerada e falar tanta sacanagem enquanto comia a v****. Fuck, minha pussy, esse mastodonte, o que você tomou hoje? Quero que tome sempre, acho que a partir de agora você vai começar a me comer sempre assim. Me come, me come. Como você quer que eu te chame, papi? Quer brincar de quê? Quer que eu seja sua neném hoje ou quer que eu seja sua mamãe? Claramente meus pais gostavam de jogos de papéis, e minha mãe tinha começado a desenvolver isso. Num momento, fiquei duro e ofereci: "Você tá com ela maior que meu papi, seria o piazinho dele." Então, tranquilamente, pode ser nosso filhinho, ele tá num hotel na cidade. Juro que num momento deu vontade de ir no hotel e comer ele, o que menos me... Ia imaginar que ia ter ele aqui na cama com a pica dura apontando pro teto. Eu tinha vestido essas meias de rede e esses saltos pra ele. Pussy, te excita que teu filho te coma? Me fala, me fala! Como eu não tinha aquilo gravado, resolvi tampar a boca dela com força e tirar ela de cima de mim, deitando ela de bruços na cama. Sem hesitar, subi nela e enfiei de uma só vez, tudo. O grito e o berro que ela deu pensei que iam acordar meu pai. Ela me chamou pelo meu nome verdadeiro e veio me visitar, dizendo: "Filho, come a mamãe, arrebenta ela toda, essa não pode fazer outra coisa, essa buceta é tua." Naquele momento, fiquei na dúvida se ela tinha percebido, e foi quando ouvi ela dizer: "Me parte pra sempre, enfia tudo no meu cu de uma só vez." Sem hesitar, apontei bem pra bunda dela e, mesmo tendo que admitir que quase quebro a pica, enfiei de uma só vez. O grito que ela deu, sendo cristã, e o jeito que as lágrimas caíam, a verdade é que me comoveu. Depois de bombar ela em todas as posições que você puder imaginar, tirei ela da cama, encostei ela na mesinha de cabeceira com os cotovelos, deixando a bunda bem empinada, e continuei arrebentando ela. Fui comer ela na sala, no sofá, e foi aí que no caminho ela viu meu rosto. Eu, com a excitação que tava, nem percebi a merda que tinha feito. Pra minha surpresa, ela disse: "Me come no sofá e na escada, meu amor, me arrebenta toda, me parte a noite inteira." Eu disse que sim, mas com uma condição: ela tinha que me responder se já tinha comido com minhas irmãs. Ela confessou que sim, mas que a partir de agora seria minha aliada pra não me encherem mais o saco e pra não contarem pro meu pai. Mas, na opinião dela, eu devia dar a chance de comer aquela buceta gostosa pra elas também. Achei a proposta lógica e falei que tínhamos um trato. Naquela noite, a gente comeu a noite inteira até o amanhecer. amanhecer depois, eu peguei minhas coisas, deixei ela encarregada de limpar e trocar os lençóis onde tava tudo misturado: os orgasmos e o sangue que tinha saído do c* dela antes do meu pai acordar. Aí eu fui pra um hotel na cidade. No começo, achei que foi um acordo bem favorável. Vocês não imaginam o que vem depois, mas vou contar na próxima parte.Mi novia de equivoco de cama y  pago las consecuencias II

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Y la parte 1 ?