Bueno, porra, essa é uma história real e agradeço a qualquer um que esteja lendo isso. Pra começar, sou órfão. Minha mãe foi uma mulher que engravidou aos 14 anos, e meu pai foi um filho da puta que a abandonou quando soube da gravidez. Então ela me teve. Uns anos depois, quando eu tinha mais ou menos 4 anos, infelizmente minha mãe morreu de uma doença muito mortal. Não lembro bem o nome, mas ela faleceu, e desde aquela idade minha avó teve que assumir a responsabilidade por mim. Como éramos a única família uma da outra, ela me adotou e basicamente tive que ir morar com ela na casa dela, vendendo o lugar onde eu e minha mãe vivíamos. Pra falar a verdade, desde pequeno sempre a vi como minha mãe, até que entrei no ensino fundamental e comecei a mexer na internet e ver aqueles vídeos pornô com títulos de incesto. Mas meu desejo sexual pela minha avó só despertou quando eu estava no ensino médio, porque comecei a ouvir e ler histórias ou mangás H de filhos que transavam com as mães. Mas enfim, eu não tinha uma mãe, mas tinha uma avó que há muitos anos não tinha um homem na vida dela. E então meu desejo só foi crescendo até eu sair do ensino médio, mas eu não sabia o que fazer. A figura materna que eu tinha tido todo esse tempo, que eu respeitava e amava, estava se transformando numa obsessão. Eu não sabia o que fazer com esses desejos, a não ser me masturbar vendo pornô ou lendo histórias eróticas onde rolava incesto. Inclusive, já tinha falado sobre isso com um amigo que tenho desde o ensino fundamental. Ele disse que minha avó tinha um físico excelente e que além disso era muito gostosa, uma mulher que qualquer homem ia querer ter, seja na cama ou só na frente dele. Ela é uma mulher de 56 anos, com um cabelo que varia entre prateado, branco e alguns fios pretos, cintura fina, manequim 32, uma bunda impressionante e uns peitos que parecem operados. A aparência dela é quase idêntico ao de uma atriz pornô chamada Sally, e é quase igual, só que minha avó é mais alta, já que tem quase 1,90m de altura, com uma pele morena e, apesar da idade, não tem muitas rugas. Toda essa vontade aumentou quando tivemos que nos mudar pra outra cidade, porque minha avó trabalhava como enfermeira num hospital e pediu transferência de local, então tivemos que ir embora. Isso aconteceu há 5 anos. Nos dias que antecederam a mudança, conversei e me despedi do Jorge, que tinha sido meu único e melhor amigo. Falando com ele, ele me disse pra tentar ter essa relação de amor e sexo com minha avó, já que a gente ia embora e no lugar pra onde íamos ninguém nos conheceria, assim como aqui, já que quase ninguém tinha vida social. As palavras do Jorge me deram coragem. Decidi que a relação com minha avó seria algo mais do que a de um neto e sua avó gostosa. De qualquer jeito, eu a transformaria na minha mulher, minha amante. E então, ela e eu chegamos na nossa nova casa, um lugar lindo e maravilhoso, uma casa de dois andares com três quartos, cada um com banheiro, uma cozinha bem maior que a da nossa casa anterior, uma sala e uma lavanderia. Essa casa nova quase não tinha móveis, só a cozinha e os banheiros tinham algumas coisas, então o resto do dia e o dia seguinte passamos organizando e limpando. Ainda não estava pronta, faltava muito, mas já era alguma coisa. No terceiro dia, minha avó foi trabalhar no hospital, e eu fiquei só explorando a área. O lugar onde a gente morava era tipo uma vila, mas só tinha três casas ligadas por um corredor grande e um portão enorme na frente. Encontrei nossas vizinhas quando saí no pátio principal. Elas eram um casal lésbico, mas tinha uma coisa que me deixava intrigado: uma delas, a Edith, parecia ter a minha idade ou parecia um pouco mais nova. A outra, a Miriam, parecia ter uns 40 anos, embora também parecesse ter um pouco menos. Enquanto conversava com elas, elas estavam bem agarradinhas, se deram um beijo e eu só fiquei olhando enquanto aquilo rolava. Pra acabar com isso, falei que ainda estava ali, então elas se separaram e a Edith voltou pra dentro de casa, porque parece que tinha recebido uma ligação, e eu fiquei batendo papo com a Miriam. Depois que ela foi embora, a Miriam disse: "Ai, minha filha tão linda e gostosa que eu tenho". Eu percebi o que ela disse e, nisso, ela me olhou confusa, e eu perguntei se elas eram mãe e filha. Aí ela me respondeu que sim, que era um relacionamento lésbico de mãe e filha. Não dava pra acreditar. Ela me contou que o marido dela era um cara muito violento e que, quando a filha tinha 10 anos, ele foi preso e jogado na cadeia por violência doméstica e tentativa de assassinato. Desde então, ela e a filha ficaram juntas. E que, desde que a filha fez 16 anos, ela revelou os sentimentos dela pra filha e vice-versa, então elas largaram tudo e recomeçaram a vida. Isso deixou bem claro o que eu tinha que fazer: minha avó ia virar minha mulher. Naqueles dias, minha avó não tava com muito trabalho, então eu tinha que botar meu plano em prática. Num sábado de manhã, ela não tinha ido trabalhar, então comecei a fazer umas perguntas pra ela enquanto a gente tomava café. Falei: "Ô, vó, e além daquele infeliz do meu avô, você não teve outro homem que se interessou por você?" "Ah, meu filho, só tive aquele filho da puta do seu avô por um tempinho. Ele só me deixou grávida e, como com sua mãe, ele sumiu." "Então você nunca deu pra outro homem além dele?", foi o que eu falei enquanto ela ficava pensando. Ela tocou no rosto e disse: "Nenhum outro homem teve na minha cama além daquele filho da puta, e não gosto que você use essa linguagem na minha frente." Naquele dia, comecei a bater uma pensando nas coisas que eu podia fazer com aquela buceta que há muitos anos não sentia outra rola além da do meu avô. Os dias foram passando e eu continuei tentando tirar vantagem ou criar uma oportunidade. chegar perto da minha avó, até mesmo me trocar no quarto com as portas abertas ou sair do banheiro completamente pelado pra chamar a atenção dela. Também recorri à Miriam e à Edith pra pegar uns conselhos, já que contei pra elas o que queria fazer e, no começo, elas não quiseram, mas no fim toparam me ajudar, conversando ou dando umas ideias toda vez que falavam com minha avó. Até que chegou o dia: minha avó não tinha trabalho por pelo menos cinco dias. Nesse dia, decidi convidar ela pra sair, ver um filme e jantar fora. Tudo estava indo muito bem e perfeito, minha avó e eu parecíamos um casal, porque ela não largava de mim, se aproximando e ficando do meu lado o tempo todo. A noite estava no auge e, no caminho de volta pra casa, a chuva nos pegou a umas ruas de casa. Corremos rápido, mas não deu tempo, e ficamos encharcados. Ao entrar, pude ver o corpo da minha avó, cujo vestido justo ficava muito melhor por causa da chuva. Dentro de casa, comecei a tirar a roupa, e minha avó me disse pra esperar até chegar no banheiro ou no quarto pra me despir. Eu só falei que não tinha problema, já que ela já tinha me visto pelado várias vezes. Talvez essa tenha sido minha carta de trunfo, porque naquele momento minha avó começou a fazer o mesmo, tirando o vestido dela. Nisso, eu já estava sem nenhuma peça de roupa cobrindo o corpo, e na hora ela tirou o sutiã, deixando cair uns peitos enormes, suculentos e magníficos, de um tamanho gigantesco, largando o sutiã no chão e em seguida a calcinha fio dental, que caía perfeitamente nela. Ela e eu ficamos ali parados, um de frente pro outro, sem conseguir dizer ou fazer nada, até que eu falo que aqueles eram uns peitos incríveis. Ela disse: "Muito obrigada, mas não é pra tanto, com certeza você já viu peitos maiores e melhores que os de uma velha." Eu só falei que não era verdade, que ela não era velha de jeito nenhum e que os peitos dela eram os maiores e mais impressionantes que já vi. que nem nenhuma atriz pornô ou mulher que eu já vi tinha um corpo daquele. Minha avó só ficava repetindo como era possível que uma velha como ela ainda estivesse tão gostosa. Aí eu peguei no meu pau, que já tava durasso no ponto máximo, e falei: "Olha, vó, como você me deixou. Como é que cê fala que uma velha não consegue deixar um homem assim?" O olhar no rosto dela me mostrou que ela nem tinha percebido a ereção que o corpanzil dela tinha causado. E bom, vou deixar o melhor pra próxima parte, se fizer sucesso. Só pra deixar claro, essa é minha história e é completamente real.
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